Petrobras diminui preços de diesel para as distribuidoras

No ano, combustível teve redução de 15,8%

O preço médio do diesel A S10 nas bombas poderá atingir valor de R$ 5,92 por litro

A Petrobras vai reduzir em R$ 0,27 por litro o preço médio de venda de diesel A para as distribuidoras. O valor passará a ser de R$ 3,78 por litro já a partir desta sexta-feira (8). A medida foi anunciada nesta quinta-feira (7) pela estatal. No ano, a redução acumulada soma R$ 0,71 por litro, o equivalente a 15,8%. De acordo com a Petrobras, o ajuste é resultado da análise dos fundamentos dos mercados externo e interno, frente à estratégia comercial da companhia, implementada em maio de 2023, em substituição à política de preços anterior, e que “passou a incorporar parâmetros que refletem as melhores condições de refino e logística da Petrobras na sua precificação”.

Ao considerar a mistura obrigatória de 88% de diesel A e 12% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor cairá R$ 0,24 por litro e passará a ser, em média, R$ 3,33 a cada litro vendido na bomba. Com isso, o preço médio do diesel A S10 nas bombas poderá atingir valor de R$ 5,92 por litro, considerando que o levantamento de preços de combustíveis da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para a semana de 26 de novembro a 2 de dezembro indicou valor médio de R$ 6,16 por litro.

A Petrobras lembra que o valor cobrado ao consumidor final no posto é afetado por outros fatores, como impostos, mistura de biocombustíveis e margens de lucro da distribuição e da revenda. Por essa razão, a estimativa feita pela estatal tem um propósito meramente referencial, mantidas constantes as demais parcelas que compuseram os preços ao consumidor naquele período. A companhia destacou, também, que cabe às autoridades competentes realizar ações de fiscalização, autuação e penalização de práticas abusivas ou lesivas ao consumidor.

No momento, a Petrobras está mantendo estáveis seus preços de venda de gasolina às distribuidoras, tendo em vista o último movimento realizado em 21 de outubro, de redução de R$ 0,12 por litro. No ano, os preços de gasolina A da Petrobras para as distribuidoras acumulam queda de R$ 0,27 por litro, o equivalente a 8,7%. Para o GLP (gás de cozinha), os preços de venda às distribuidoras permanecem estáveis desde o dia 1º de julho. No ano, os preços do gás de cozinha para as distribuidoras acumulam retração equivalente a R$ 10,40 por botijão de 13 kg, ou 24,7%.

Com Agência Brasil

No ano, combustível teve redução de 15,8%

Nissin anuncia nova fábrica de macarrão instantâneo em Ponta Grossa

Terceira unidade da fabricante de macarrão instantâneo no país terá investimento de R$ 1 bilhão

A construção da nova fábrica vai começar em junho de 2024, com conclusão prevista para março de 2026

O município de Ponta Grossa, nos Campos Gerais, vai receber uma nova planta da multinacional japonesa de alimentos Nissin Foods. Será a terceira unidade da fabricante líder de macarrão instantâneo no Brasil, com investimento de R$ 1 bilhão. A marca tem uma unidade no estado de São Paulo e outra em Pernambuco. A construção da nova fábrica vai começar em junho de 2024, com conclusão prevista para março de 2026. A área total do complexo industrial somará 413,2 mil metros quadrados.

De acordo com a direção da Nissin Foods, o investimento na nova planta é para acompanhar o crescente consumo de macarrão instantâneo no Brasil. A nova planta vai produzir macarrão instantâneo tradicional, em pacote, além da versão em copos, o cup noodles. Parte da produção em Ponta Grossa também será destinada para exportação. “A nova fábrica aumentará a capacidade produtiva e ajudará a atender a demanda crescente no Brasil. Além disso, ajudará também a reforçar a produção dos produtos para exportação e no aumento de ofertas de variedade de produto”, revela a Nissin Foods em nota oficial.

A fábrica de Ponta Grossa faz parte do plano estratégico de crescimento da Nissin globalmente. Em maio de 2021, a multinacional divulgou a meta de que aproximadamente 45% do lucro operacional principal da empresa seria de negócios internacionais. “Assim, o grupo veio se esforçando para crescer substancialmente os negócios no exterior. Em 2022, o objetivo foi atingido, mas o incentivo aos negócios continua no mundo inteiro para que apresentem um crescimento geral ainda maior”, afirma a empresa, também por meio de nota.

Terceira unidade da fabricante de macarrão instantâneo no país terá investimento de R$ 1 bilhão

Marcopolo aportará R$ 50 milhões para produção de frota de ônibus elétricos

Attivi Integral será fabricado em São Mateus, no Espírito Santo

No final deste ano, a Marcopolo chega ao número de 130 unidades produzidas do Attivi Integral, com demonstrações do veículo em diferentes cidades do Brasil

A Marcopolo anunciou o investimento da ordem de R$ 50 milhões para a produção de ônibus elétricos em São Mateus, no Espírito Santo. No município, a empresa vai produzir o Attivi Integral, primeiro ônibus da companhia com carroceria e chassi próprios e 100% elétrico. A empresa sediada em Caxias do Sul (RS) tem um quadro de 2 mil funcionários na cidade capixaba. Com o início da produção de veículos elétricos, a companhia deve ampliar o número de colaboradores em até 20%. O modelo Attivi Integral é totalmente elétrico e terá capacidade para 80 passageiros, autonomia de até 280 quilômetros e tempo de carga de até quatro horas. Atualmente, a Marcopolo produz uma média de 16 veículos por dia em São Mateus. Com a produção do Attivi na unidade, a empresa terá capacidade para fabricar 26 veículos por dia.

“A fabricação do veículo no Espírito Santo nos permite atender à crescente demanda do mercado nacional por veículos elétricos. Decidimos expandir a nossa produção no Espírito Santo por ser uma fábrica em uma localização estratégica, que nos permite atender empresas de todo o país e companhias internacionais”, pontuou o CEO da Marcopolo, André Armaganijan. A instalação da nova linha de produção reforça o compromisso da companhia com a descarbonização dos sistemas de transportes de passageiros, que investe ativamente no desenvolvimento de produtos e de componentes para a produção de veículos mais sustentáveis. No final deste ano, a Marcopolo chega ao número de 130 unidades produzidas do Attivi Integral, com demonstrações do veículo em diferentes cidades do Brasil, como Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Goiânia (GO), Salvador (BA) e Angra dos Reis (RJ).

Na estratégia de descarbonização da companhia, já são cerca de 700 ônibus elétricos e híbridos, desenvolvidos com chassis de parceiros, que circulam em diversos países, como Colômbia, Chile, Argentina e Austrália, além do Brasil. A operação da Marcopolo em São Mateus está em uma localização estratégica, com fácil conexão aos demais estados do país e até mesmo de portos, que permite atender o mercado brasileiro como um todo e, de acordo com a demanda, o mercado internacional também. A Marcopolo é a 41ª maior empresa da região e também a 16ª maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. Acesse o ranking completo clicando aqui e acessando aqui você pode conferir o anuário impresso no formato digital mediante pequeno cadastro.

Attivi Integral será fabricado em São Mateus, no Espírito Santo

Tirol vai elevar capacidade da fábrica da empresa no Paraná

Investimento será de R$ 40 milhões

O aporte vai ampliar a capacidade de produção da fábrica de 600 mil para 800 mil litros de leite por dia

A Laticínios Tirol vai investir R$ 40 milhões para ampliar a capacidade produtiva da sua unidade industrial de Ipiranga, nos Campos Gerais do Paraná. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (6) em um encontro entre executivos da empresa e o governador Carlos Massa Ratinho Junior, no Palácio Iguaçu, em Curitiba. O investimento vai ampliar a capacidade de produção da fábrica de 600 mil para 800 mil litros de leite por dia. A unidade também será capacitada para fabricar creme de leite.

A planta paranaense da Tirol foi inaugurada em 2021, fruto de um investimento de mais de R$ 150 milhões, produzindo leite UHT longa vida integral, desnatado e semidesnatado. A unidade foi instalada no Estado com incentivos fiscais do programa Paraná Competitivo. Agora, os novos investimentos serão usados para capacitar e equipar duas linhas de produção, uma dedicada à produção de leite longa vida e outra para fabricação do creme de leite. Os produtos devem atender os mercados paranaense e paulista.

“Em uma primeira fase, a gente saiu de uma captação praticamente zero de leite aqui no Paraná para uma captação de mais de 300 mil litros de leite diários, além da industrialização de mais de 500 mil litros de leite”, contou o diretor-executivo industrial da Tirol, Adalberto Rofner. Atualmente, a planta gera mais de 1 mil empregos diretos e indiretos, além de envolver outros 1 mil produtores rurais da região para o fornecimento de leite para a indústria. Além da planta paranaense, a Tirol possui outras quatro unidades em Santa Catarina, nos municípios de Treze Tílias, Pinhalzinho, Caçador e Chapecó.

Investimento será de R$ 40 milhões

Unicasa anuncia abertura de loja própria Dell Anno em Nova York

Marca amplia projeto de expansão internacional já consolidado em solo norte-americano

Este é o décimo ponto de vendas da marca nos Estados Unidos, operadas, em sua maioria, pelo modelo de lojas autorizadas

O Grupo Unicasa Móveis, responsável pelas marcas Dell Anno, New e Casa Brasileira, anuncia a abertura de uma loja própria Dell Anno em New York, nos Estados Unidos. Este marco é parte integrante do plano de expansão internacional da empresa, consolidando sua presença e ampliando seu alcance no mercado norte-americano. Este é o décimo ponto de vendas da marca nos Estados Unidos, operadas, em sua maioria, pelo modelo de lojas autorizadas. A elas, somam-se a operação de Nova York e também de Miami, ambas como lojas próprias.

A nova unidade está estrategicamente localizada em Manhattan, na 36W 25th St, entre a 5ª e a 6ª avenidas. Ela também é a primeira loja de rua brasileira do segmento de móveis planejados na cidade. “Estamos entusiasmados com esta nova abertura. Essa expansão representa um passo significativo em nossa jornada internacional. Queremos compartilhar a excelência de nossos produtos e serviços com os consumidores norte-americanos e estamos certos de que isso trará ainda mais experiência para continuarmos nossa operação no Brasil”, afirma Gustavo Dall’Onder, diretor-presidente da Unicasa, por meio de nota.

A Unicasa possui canais de exportação na América do Sul, América Central, Europa, África e Oriente Médio por meio de mais de 30 showrooms. A Unicasa é a 403ª maior empresa da região, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. Acesse o ranking completo clicando aqui e acessando aqui você pode conferir o anuário impresso no formato digital mediante pequeno cadastro.

Marca amplia projeto de expansão internacional já consolidado em solo norte-americano

Weg investirá R$ 1,2 bilhão para expandir produção de transformadores

O cronograma de investimentos prevê a conclusão das obras até dezembro de 2026

No México a Weg investirá cerca de R$ 765 milhões para construir uma nova fábrica de transformadores de potência

A catarinense Weg comunicou que investirá R$ 1,2 bilhão, ao longo dos próximos três anos, para expansão de capacidade de produção de transformadores no Brasil, México e Colômbia. Com foco nos principais mercados de atuação, a companhia de Jaraguá do Sul prevê iniciativas para aumentar aproximadamente 50% da sua capacidade de produção. No Brasil, os investimentos acontecerão nos parques fabris de Betim e Itajubá, ambos em Minas Gerais.

Em Betim, além da ampliação predial para alocação de novos postos de trabalho de bobinagem, montagem, laboratório e expedição, a companhia também construirá uma nova fábrica dedicada a produção de radiadores com aproximadamente 4.600 metros quadrados. Com aporte de aproximadamente R$ 200 milhões, a operação de Betim terá mais de 47.000 metros quadrados de área construída. Em Itajubá, onde a Weg possui uma fábrica de transformadores para instrumentos e conjuntos de medição, a empresa pretende dobrar sua atual capacidade de produção com a construção de uma nova fábrica com 6.000 metros quadrados de área construída. O investimento no município, de aproximadamente R$ 83 milhões, não só aumentará a participação de mercado da companhia, como também permitirá um maior volume de exportação a partir do Brasil, aumentando a presença nas Américas.

No México a Weg investirá cerca de R$ 765 milhões para construir uma nova fábrica de transformadores de potência. A nova unidade será construída no terreno adquirido recentemente em Atotonilco de Tula. A estratégia deste projeto é passar a atender o mercado de transmissão norte-americano até 550 kV, liberando a atual fábrica de transformadores de Huehuetoca para a produção de equipamentos de 138 kV a 230 kV e ofertar mais capacidade para atender a demanda continua e crescente por transformadores de potência no país e nos Estados Unidos. Para a Colômbia, o plano é aumentar a capacidade de produção local com a construção de uma nova fábrica de transformadores até 60 MVA, na cidade de Rionegro, Estado de Antioquia. Com aproximadamente 23.000 metros quadrados de área construída, o novo parque fabril atenderá a demanda do setor petrolífero e a necessidade de ampliação e modernização do parque energético de mercados vizinhos como Chile, Bolívia, Peru, Equador e América Central. O investimento no país será de aproximadamente R$ 190 milhões.

O cronograma de investimentos prevê a conclusão das obras até dezembro de 2026. Os novos prédios serão projetados de forma a permitir o aumento gradual e contínuo da capacidade de produção e atender às necessidades de expansão da companhia ao longo dos próximos anos. A Weg é a quarta maior empresa da região e também a terceira maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. Acesse o ranking completo clicando aqui e acessando aqui você pode conferir o anuário impresso no formato digital mediante pequeno cadastro

O cronograma de investimentos prevê a conclusão das obras até dezembro de 2026

Grupo do Paraná investe R$ 50 milhões para produzir biometano

Refinaria de Toledo é a primeira do Brasil a produzir o combustível sustentável com resíduos da suinocultura

A produção será de até 3 milhões de metros cúbicos de biometano por ano a partir de 2026, a partir de resíduos da suinocultura, uma iniciativa inédita no Brasil

O Grupo Rejaile vai investir R$ 50 milhões na produção de biometano, biocombustível 100% renovável. O anúncio foi feito durante evento para o mercado realizado em Curitiba, no Museu Oscar Niemeyer, quando também foi assinado um termo de compromisso com o CIBiogás, Instituto de Ciência e Tecnologia que é parceiro do projeto e desenvolve ampla pesquisa com biogás. A construção da fábrica já começou no município de Toledo, oeste do Paraná. A produção será de até 3 milhões de metros cúbicos de biometano por ano a partir de 2026, a partir de resíduos da suinocultura, uma iniciativa inédita no Brasil.

O projeto começou com pesquisas sobre alternativas sustentáveis e comprometidas com melhores práticas. A parceria com o CIBiogás surgiu como uma forma de viabilizar a execução do projeto, uma vez que a refinaria de biometano utilizará o biogás produzido pela ampliação do CBT – Centro de Bioenergia de Toledo, que pertence ao instituto. “O combustível renovável sempre esteve no nosso radar. O Brasil ainda tem longos passos para conseguir oferecer fontes de energia mais verdes, e esse é um trabalho fundamental para propor alternativas responsáveis e que favoreçam indústrias, comércio, e todos aqueles que consomem energia. Estamos muito felizes em desenvolver este projeto viabilizando um excelente produto no nosso estado”, diz Maurício Rejaile, presidente e fundador do grupo.

O Brasil hoje tem seis plantas de biometano autorizadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). “Nosso projeto inicial contempla uma planta de refino e purificação que deve operar entre 4,5 milhões de metros cúbicos a 5,5 milhões de metros cúbicos de biogás por ano, produzindo aproximadamente 3 milhões de metros cúbicos de biometano por ano. Esse volume tende a ser ampliado dentro da própria planta inicial, bem como com a construção de outras unidades de produção no estado do Paraná e de Santa Catarina inicialmente”, conta o empresário.

O grupo, que hoje atua na área de distribuição e armazenagem de combustíveis, uma rede de postos e soluções ambientais, escolheu a suinocultura para este projeto inicial tendo em vista que o Paraná é o segundo estado com maior produção nacional de carne de porco. “A versatilidade do biogás e o grande número de biomassas possíveis para sua produção dão a oportunidade de produzir biometano a partir do refino e purificação de muitas fontes. Inicialmente temos a rota de resíduos agroindustriais e dejetos como a principal desta planta. Contudo, estamos avaliando o uso e adaptação tecnológica para produção a partir de outras formas de biogás e biomassa”, revela o presidente. A previsão de início da operação é em 2026. O objetivo é mais que dobrar a produção em quatro anos.

Novo momento
O Grupo Rejaile também apresentou o novo posicionamento da empresa, com mudança no nome da distribuidora RDP Petróleo para RDP Energia. “A inovação precisa estar presente nas marcas. Vivemos tempos difíceis, de crises climáticas e há cada vez mais necessidade de se investir em processos mais renováveis e alinhados com a sustentabilidade. O mercado de combustíveis precisa repensar essa relação e oferecer alternativas para o público consumidor. E esse reposicionamento vai bem ao encontro desse momento da empresa”, conta o diretor Jefferson Rejaile. A RDP Energia vendeu mais de 700 milhões de litros de combustíveis e atendeu a cerca de 1,3 mil clientes nos últimos 12 meses.

Refinaria de Toledo é a primeira do Brasil a produzir o combustível sustentável com resíduos da suinocultura

Grupo Safras anuncia a aquisição da paranaense Copagri

Empresa se torna um dos maiores conglomerados do setor

A Copagri é a 128ª maior empresa da região e também a 47ª maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL

O Grupo Safras, sediado em Sorriso (MT), anunciou que adquiriu as operações da Copagri, empresa paranaense com atuação nos estados do Paraná, Santa Catarina, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso, estado onde ela investiu em uma planta industrial que deverá processar mais de 700 mil toneladas de soja a partir de 2024. O valor do negócio não foi revelado. A Copagri é a 128ª maior empresa da região e também a 47ª maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. Acesse o ranking completo clicando aqui e acessando aqui você pode conferir o anuário impresso no formato digital mediante pequeno cadastro.

O Grupo Safras é composto pelas empresas Safras Armazéns Gerais, Safras Biocombustível, Safras Agropecuária, Nutri Agroindústria, Álcool Patriota e RD Rossato, dedicadas à armazenagem e comercialização de grãos, além de venda de insumos agrícolas e produção de etanol a partir de milho. Agora o conglomerado soma aos seus negócios o processamento de soja e trading, através da Safras Agroindustrial (nova denominação da Copagri) o que torna o grupo um dos maiores conglomerados do setor, além de se destacar pela verticalização, atuando desde o campo até o grão industrializado.

A operação irá superar R$ 7 bilhões de faturamento já na próxima safra, e as novas etapas de desenvolvimento incluem continuidade do foco em governança e ganho de solidez à operação, agregando valor através de logística e adição de outras etapas da cadeia da soja e milho, principalmente. De acordo com o CEO da Safras Agroindustrial, Pedro Morais Filho, a aquisição proporciona uma série de outras sinergias que através de aumento de eficiência e economia trarão um crescimento de lucratividade substancial. “Sabemos que os efeitos práticos serão sentidos mais para o próximo ano, mas algumas medidas já se mostraram bastante positivas”, assinala ele, por meio de nota.

Outro ponto que ele destaca como atrativo é a capacidade de crescimento, principalmente no setor de biocombustíveis, com a estrutura industrial adicionada após a aquisição e utilização do know-how já existente no grupo através de sua indústria de etanol, a mais antiga no Mato Grosso com produção através do milho. Com a incorporação, os números do grupo devem crescer, assim como os investimentos. “Pretendemos investir em novos armazéns e na planta de biodiesel”, projeta Moraes Filho.

Empresa se torna um dos maiores conglomerados do setor

Startup paranaense que garante aluguel recebe aporte de R$ 1,5 milhão

Rodada da Mell.ro reúne a Quintal Ventures, que pertence ao Grupo Ric, a Levain Ventures e ex-gestores do QuintoAndar

Osni Passos e Wanessa Rengel, co-founders da Mell.ro

Nascida em plena pandemia, e já com presença em todo o país, a startup paranaense Mell.ro prepara-se para crescer 20% ao mês a partir de novembro, quando também deve atingir seu breakeven. A fintech desenvolveu uma plataforma de serviços para o mercado do aluguel residencial e se posiciona como garantidora de pagamentos em dia. A expansão será financiada por uma rodada de investimentos de R$ 1,5 milhão fechada com a participação da Quintal Ventures, da Levain Ventures e de um grupo de ex-gestores da startup de busca de imóveis QuintoAndar. Os recursos financeiros vão permitir aumentar em sete vezes o time comercial, ampliar a rede de corretores, hoje com 250 profissionais, e expandir o número de usuários, que é de cerca de 9 mil em todo o país.

Com predominância das regiões Sul, Sudeste e Nordeste, a Mell.ro já consolidou atuação nacional. A empresa também está desenvolvendo novos produtos financeiros, como antecipação de aluguel para os proprietários e de comissão para corretores. Já o investimento em media for equity vai garantir ampla exposição, além de ganho de credibilidade da marca e do modelo de negócios da fintech em todos os veículos de comunicação do Grupo Ric, a quem pertence a Quintal Ventures. Comandado pelo empresário Leonardo Petrelli, o Grupo Ric produz 1650 horas mensais de programação própria, e é o maior afiliado das redes Record e Jovem Pan no Brasil, com quatro emissoras RICtv Record e sete emissoras Jovem Pan FM e Jovem Pan News, que cobrem todo o Paraná. Também possui duas plataformas online de notícias, a revista impressa de estilo de vida TOPVIEW e canais em todas as redes sociais.

O time de mídia do Grupo Ric estudou o mercado e concebeu uma estratégia sob medida para a Mell.ro, para atender os objetivos da marca. “O media equity é mais do entregar mídia. É organizar um plano desenhado para o momento da startup, a fim de dar autoridade para a marca. Além de contar o que a empresa faz por meio de conteúdos e de mídia em rádio e TV, teremos campanhas digitais com influencers que integram nosso elenco de apresentadores”, adianta Laila Sol, head de growth marketing do Grupo. Fundador e CEO da empresa, Osni Passos diz que o contrato de media for equity terá duração de 12 meses, período importante para a empresa consolidar a marca no mercado, escalando os negócios. “Nosso modelo tem concorrência indireta, mas não direta: ninguém entrega o conjunto de soluções que reunimos, tanto para o corretor quanto para o locatário e o locador. A plataforma automatiza todo o processo de locação, desde anúncios até questões formais, jurídicas, de vistorias e pagamentos, o que zera o custo fixo para corretores, que ficam com 100% da comissão. O proprietário tem garantia de pagamento do aluguel em dia em planos de 7% a 10%, que podem incluir proteção contra danos. E temos um índice de aprovação do inquilino três vezes maior do que o mercado”, defende Passos.

Georges Kalache Netto, que liderou as negociações pela Quintal Ventures e Levain Ventures, observa que o mercado de locação imobiliária está passando por transformações tecnológicas importantes. “A Mell.ro está preparada para empoderar corretores de imóveis e proprietários com soluções tecnológicas de ponta, transformando a forma como eles operam. Acreditamos no poder da inovação para impulsionar mudanças significativas, e a Mell.ro demonstrou uma capacidade excepcional de aproveitar a tecnologia para melhorar a eficiência nesse mercado, o que certamente será potencializado com as ações de mídia que vamos promover nos veículos do Grupo Ric”, detalha. A proposta de oferecer uma interface financeira entre inquilino, corretor e proprietário visa principalmente os contratos de menor porte. O CEO da Mell.ro lembra que o mercado de aluguel residencial brasileiro movimenta cerca de R$ 240 bilhões anualmente, segundo dados do IBGE e da Fipe. Deste volume, cerca de 80% ocorrem na informalidade e sem organização, na estimativa do Creci/Secovi. “Esse é o nosso principal alvo. Trabalhamos com um ticket médio de R$ 2 mil e temos um oceano azul a ser explorado, o que só é possível com soluções tecnológicas e automatizadas”, complementa Passos.

Rodada da Mell.ro reúne a Quintal Ventures, que pertence ao Grupo Ric, a Levain Ventures e ex-gestores do QuintoAndar

Renault anuncia investimento de R$ 2 bilhões no Paraná

Multinacional produzirá um novo SUV no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais

Cerimônia celebrou os 25 anos da multinacional francesa no Paraná e contou com a participação do governador Carlos Massa Ratinho Junior e do presidente em exercício Geraldo Alckmin

A Renault do Brasil vai investir mais R$ 2 bilhões para produzir um novo veículo no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. O anúncio foi feito na segunda-feira (4), na cerimônia que celebrou os 25 anos da multinacional francesa no Paraná e contou com a participação do presidente em exercício Geraldo Alckmin e do governador Carlos Massa Ratinho Junior. O aporte vai viabilizar a produção de um C-SUV completamente novo sobre a Plataforma Modular do Grupo Renault, a mesma utilizada na linha de montagem do Kardian, veículo que será lançado para o mercado em março de 2024. O novo investimento faz parte do International Game Plan 2027 da empresa, projeto mundial da Renault que prevê fabricar oito novos modelos, incluindo três SUVs do segmento C, entre 2024 e 2027 para os mercados internacionais.

Desde 2021, a montadora destinou R$ 5,1 bilhões para a planta paranaense, com apoio do programa de incentivos fiscais do governo estadual. “A Renault é um grande cartão de visitas para o Paraná, porque ajuda a atrair outras indústrias. Os novos investimentos nesta planta representam a garantia de novos empregos e novos projetos”, afirmou Ratinho Junior. O presidente em exercício destacou o papel estratégico da Renault no cenário automotivo nacional, que coloca o Brasil como a oitava maior participação no segmento mundial. “A Renault representa o conceito de neoindustrialização, que é baseada em inovação e sustentabilidade e é o que queremos incentivar para estimular a industrialização do Brasil”, destacou.

“O Brasil é um grande mercado mundial, e reforçamos que nosso interesse não é apenas vender carro para cá, mas produzir aqui os veículos, que são comercializados para mais de 20 países. A Renault já é a maior exportadora do Paraná e quer avançar mais”, afirmou o CEO da Renault na América Latina, Luiz Fernando Pedrucci. O presidente da Renault do Brasil, Ricardo Gondo, ressaltou que o modelo anunciado será o segundo veículo produzido no Brasil como parte do International Game Plan, anunciado mundialmente em outubro. “Estamos ampliando a gama de produtos fabricados pela Renault no Paraná, entrando em um novo segmento em que ainda não estamos presentes”, disse. 

“A Renault do Brasil é um polo exportador para todos os países da América Latina e desempenha um papel estratégico no mundo, sendo o segundo maior mercado depois da França”, completou. O novo veículo utilizará um motor produzido no Complexo Ayrton Senna pela Horse, empresa do Grupo Renault dedicada ao desenvolvimento, produção e fornecimento da próxima geração de motores híbridos com baixa emissão de CO2. A companhia fará um investimento de R$ 100 milhões também no Complexo Ayrton Senna, anúncio feito na semana passada pelo governador Ratinho Junior e o CEO da empresa, Patrice Haettel. 

Inaugurado em 1998, o Complexo Industrial Ayrton Senna ocupa uma área de 2,5 milhões de metros quadrados em São José dos Pinhais, sendo que 40% disso é de floresta de Mata Atlântica preservada. O local abriga o conjunto de fábricas da Renault e de indústrias parceiras, além de ser o polo exportador para a América Latina. Foram mais de 3,5 milhões de veículos produzidos nesses 25 anos, sendo que 1 milhão deles foram exportados para países de toda a América Latina. A unidade gera, atualmente, cerca de 5,3 mil empregos diretos e outros 25 mil indiretos. A Renault é a 18ª maior empresa da região e também a oitava maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. Acesse o ranking completo clicando aqui e acessando aqui você pode conferir o anuário impresso no formato digital mediante pequeno cadastro.

Multinacional produzirá um novo SUV no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais

Novo hotel no Vale dos Vinhedos entra em operação

O novo empreendimento abre com a bandeira Rede Plaza de Hotéis, Resorts & SPAs, gerando 40 empregos diretos

Com um investimento de mais de R$ 100 milhões, a VJ&J Empreendimentos, responsável pelo projeto, incorporação e comercialização, já trabalha em seu plano de expansão na Serra Gaúcha

Um novo jeito de se conectar com a cultura do Vale dos Vinhedos entra em ação. É o Boulevard Convention Vale dos Vinhedos, que inicia sua atividade em soft opening, começando pelo hotel. Com operação da Prime Hotelaria, gestora hoteleira e de eventos, o novo empreendimento abre com a bandeira Rede Plaza de Hotéis, Resorts & SPAs, gerando 40 empregos diretos. Pronto para levar o hóspede a fazer uma imersão com o entorno, enriquecendo a experiência na região, a estrutura contará, ainda, com o maior e mais moderno complexo de eventos em hotelaria do Sul do Brasil a partir de dezembro e, na sequência, o mall de compras, vinho e gastronomia. Com um investimento de mais de R$ 100 milhões, a VJ&J Empreendimentos, responsável pelo projeto, incorporação e comercialização, já trabalha em seu plano de expansão na Serra Gaúcha.

Com localização privilegiada, de fácil acesso, entre Garibaldi e Bento Gonçalves, o Boulevard Convention Vale dos Vinhedos e seu Plaza Hotel contam com uma infraestrutura completa, com serviços para uma vivência amplificada. O conjunto de serviços ganha o charme de um boulevard inspirado na Toscana, cercado por restaurantes, wine bar, lojas, um bosque com uma capela ecumênica e um Centro de Eventos que pode receber mais de 5 mil pessoas de forma simultânea, sendo mais de 2 mil pessoas em auditório, em múltiplos ambientes. Tudo no mesmo lugar, sem a necessidade de deslocamento. Para o CEO da Prime Hotelaria e diretor da VJ&J Empreendimentos, Leandro Carpes, o Boulevard Convention Vale dos Vinhedos inaugura um ambicioso projeto que embarca como propósito a geração de estruturas modernas e completas, capazes de conectar o viajante, hóspede, comprador ou participante de eventos, com a cultura do local.

“Criamos o Boulevard Convention Vale dos Vinhedos para ser o lugar onde as pessoas possam encontrar o melhor de si mesmas. Redescobrimos a história, as paisagens, os saberes, sabores e aromas, para que todos possam viver o Vale dos Vinhedos. E fizemos tudo isso de forma envolvente, apoiados no respeito e valorização da cultura local”, destaca. “Assim, toda procura vai encontrar sempre uma hospedagem, eventos, compras e gastronomia com serviços e instalações de alto nível. O que queremos é que todos que visitem o Boulevard Convention Vale dos Vinhedos possam contemplar e se transformar”, completa. O projeto, orçado inicialmente em R$ 85 milhões, superou os R$ 100 milhões diante de diversos investimentos inseridos ao plano inicial, como a construção de um novo trevo de acesso na BR 470, além de áreas de parada de ônibus e carros, rooftops e coworking e uma estação de tratamento de efluentes.

O novo empreendimento abre com a bandeira Rede Plaza de Hotéis, Resorts & SPAs, gerando 40 empregos diretos

Farmacêutica paranaense investe em logística para entregas em 24 horas

Prati-Donaduzzi percorre cerca de 11 mil mensalmente e deve assumir gerenciamento total da movimentação de seus produtos

A Prati-Donaduzzi é a 149ª maior empresa da região e também a 60ª maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL

A indústria farmacêutica paranaense Prati-Donaduzzi prevê um investimento de R$ 4 milhões em 2024 para implantar o sistema de gerenciamento e expansão de suas filiais, como parte do projeto de assumir a gestão completa da logística de fornecimento de seus produtos nos próximos dois anos. Hoje, dos 35 centros de distribuição que utiliza para atender 5.570 municípios brasileiros, 19 possuem toda a cadeia sob sua administração. “Em outubro, inauguramos um centro de distribuição em Campo Grande (MS). Nesses locais, toda a gestão estará sob nossa responsabilidade”, explica Everton Especiato, diretor-adjunto de logística da Prati-Donaduzzi.

Em 2010, a Prati-Donaduzzi deu início ao seu processo de expansão. Dois anos depois, já contava com dois centros de distribuição próprios, um localizado no Paraná e outro em Goiás. Após pouco mais de 13 anos, a empresa comanda uma frota composta por 44 caminhões, que percorrem mais de 11 mil quilômetros todos os meses, transportando 350 mil volumes. A intenção é que todas as entregas sejam feitas em até 24 horas. “Nossa logística é muito mais complexa do que apenas a entrega no ponto de venda. O recebimento de insumos de diversos países, além do gerenciamento de embalagens, é também um aspecto essencial. Atualmente, 77% de nossas entregas são realizadas em 24 horas. Se considerarmos os municípios em que a Prati-Donaduzzi faz toda a gestão, esse índice aumenta para 80%. As questões geográficas têm um impacto significativo e representam um fator desafiador”, afirma Especiato.

A Prati-Donaduzzi, indústria farmacêutica 100% nacional, é especializada no desenvolvimento e produção de medicamentos. Com sede em Toledo, Oeste do Paraná, produz aproximadamente 13 bilhões de doses terapêuticas por ano e gera mais de 5 mil empregos. A indústria possui um dos maiores portfólios de medicamentos genéricos do Brasil e desde 2019 vem atuando na área de prescrição médica, sendo a primeira farmacêutica a produzir e comercializar o Canabidiol no Brasil. A Prati-Donaduzzi é a 149ª maior empresa da região e também a 60ª maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. Acesse o ranking completo clicando aqui.

Prati-Donaduzzi percorre cerca de 11 mil mensalmente e deve assumir gerenciamento total da movimentação de seus produtos

Horse investirá R$ 100 milhões no Paraná

Companhia terá uma fábrica de e motores de alta eficiência em São José dos Pinhais

O anúncio foi feito durante um encontro entre o CEO da empresa, Patrice Haettel, com o governador Carlos Massa Ratinho Junior, em Curitiba

A multinacional Horse vai investir cerca de R$ 100 milhões para a instalação de uma operação de produção de motores de alta eficiência em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (30) durante um encontro entre o CEO da empresa, Patrice Haettel, com o governador Carlos Massa Ratinho Junior, em Curitiba. O novo motor 1.3 turbo que será produzido no Paraná alia alta potência com o baixo consumo de combustível, o que resulta em menores níveis de emissões de carbono. Ele funcionará no modelo flex, podendo ser abastecido com gasolina ou etanol, além de estar apto a ser utilizado futuramente em modelos híbridos – que podem ser movidos à combustão ou eletricidade. Até então, este modelo era produzido apenas pela unidade da companhia na cidade de Valladolid, na Espanha. A medida garantirá uma produção local de motores que antes precisavam ser importados e que, além de atender o mercado nacional, serão enviados do Estado para a Argentina e Colômbia, com perspectiva de ampliação de mercados internacionais no futuro.

A Horse é focada no desenvolvimento de motores de baixas emissões, híbridos e motores de combustão interna que, combinados com combustíveis sintéticos, oferecem alto desempenho. A empresa conta com cerca de 9 mil funcionários em oito plantas industriais e três centros de pesquisa e desenvolvimento em sete países: Argentina, Brasil, Chile, Espanha, Portugal, Romênia e Turquia. A fábrica da empresa em São José dos Pinhais já foi responsável pelo fornecimento de mais de 5 milhões de motores a combustão para os veículos da marca Renault. Com a cisão, a Horse passou a ter mais autonomia, podendo fornecer equipamentos para outras marcas de automóveis.

Entre a planta industrial e o centro de pesquisa e desenvolvimento, a empresa emprega cerca de 700 profissionais no Paraná. O contingente representa a totalidade dos funcionários que atuam no Brasil e cerca de 64% da força de trabalho da Horse na América do Sul, composta por 1.100 pessoas. De acordo com o diretor de Operações da Horse Brasil, Wesley Palma, a nova linha fabril começa a ser implantada imediatamente, ampliando a estratégia da empresa de alinhamento às demandas da chamada economia verde. “O motor 1.3 turbo é extremamente focado em eficiência energética e na baixa emissão de carbono, além de estar predisposto a uma transição para o modelo híbrido no futuro. O investimento vai ser aplicado na fabricação do motor e de peças que vão servir para futuros projetos da Horse no Brasil”, explicou.

Companhia terá uma fábrica de e motores de alta eficiência em São José dos Pinhais

Uniprime Sul inaugura sua primeira agência em Porto Alegre

Instituição cooperativa financeira inicia processo de expansão no Rio Grande do Sul

A Uniprime Sul passa a ter atuação estadual e abrangência nacional

Iniciando seu processo de expansão em todo o Rio Grande do Sul, a instituição financeira cooperativa Uniprime Sul abriu sua primeira agência em Porto Alegre na quinta-feira (29). Localizada na Rua Padre Chagas, no bairro Moinhos de Vento, sua proposta inova com a criação de um espaço de negócios onde os cooperativados podem realizar reuniões, entre outras atividades. Com a recente homologação, pelo Banco Central, de sua nova área de ação e admissão, a Uniprime Sul passa a ter atuação estadual e abrangência nacional.

“A ampliação da área de atuação de 39 para 444 municípios no Rio Grande do Sul transforma a então cooperativa regional, restrita ao Alto Uruguai, em uma cooperativa financeira estadual com área de admissão nacional. É um mar de oportunidades que se descortina à nossa frente e iremos aproveitar muito bem”, explica Antônio Gabriel Teixeira, presidente do conselho de administração. A Cooperativa de Crédito Mútuo Uniprime Sul, com sede em Erechim (RS), foi fundada em 1996 por médicos. Atualmente, possui 2.896 cooperados, 40 colaboradores, uma sede administrativa, quatro unidades de atendimento e R$ 410 milhões em ativos totais.

Instituição cooperativa financeira inicia processo de expansão no Rio Grande do Sul

Parte da estratégia de negócio, seguro garantia protege as empresas

Seguro garantia judicial é alternativa para empresas que não desejam reter recursos por conta de débitos que ainda estão em discussão

“Se compararmos o seguro garantia a outras formas de garantias, ele oferece um custo infinitamente menor”, observa a advogada Maria Fernanda Novo Monteiro, head jurídica da Sombrero Seguros

Num cenário cada vez mais competitivo, onde vincular parte dos recursos financeiros a depósitos judiciais pode comprometer a capacidade de investimento de uma empresa, a proteção que a contratação do seguro garantia judicial proporciona é fundamental. Em muitos casos, mais do que gestão de risco, essa contratação acaba sendo uma estratégia de negócio e vem crescendo: o segmento movimentou 13,1% no volume de prêmios diretos de seguros de pessoas registrado em 2022 (R$ 57,9 bilhões), segundo pesquisa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Essa possibilidade passou a ser amplamente aceita a partir do Novo Código de Processo Civil/2015 que equiparou, expressamente para fins de substituição de penhora, o dinheiro ao seguro garantia e, desde então, vem conquistando espaço nas estratégias de gestão de diversas empresas, uma vez que impede que o seu patrimônio fique imobilizado em razão de um débito ainda em discussão. “O Seguro garantia surgiu como uma alternativa ao depósito judicial e à carta fiança, com o melhor custo-benefício dentre as possibilidades de garantias a serem apresentadas”, explica a advogada Maria Fernanda Novo Monteiro, head jurídica da Sombrero Seguros, empresa que atua em todo país, e com forte presença na região Sul.

A estratégia permite que uma empresa preserve seu fluxo de caixa durante a tramitação do processo judicial, sem a necessidade de imobilizar capital. “Se compararmos o seguro garantia a outras formas de garantias, como depósito em dinheiro, fiança bancária ou até mesmo penhora de bens, ele oferece um custo infinitamente menor e ainda contribui com a manutenção da saúde financeira da empresa”, observa Maria Fernanda. O seguro garantia judicial pode ser utilizado em ações cíveis, trabalhistas ou tributárias. “No caso da Sombrero, oferecemos mais do que uma apólice, disponibilizamos uma consultoria completa. Acompanhamos, tanto uma apólice judicial nova, quanto uma substituição, do começo ao fim. Estamos em contato com clientes e corretores ao longo de todo o trâmite”, detalha Maria Fernanda.

Regido pelas normativas da Superintendência de Seguros Privados (Susep), a modalidade permite que as empresas firmem os seus compromissos financeiros nas relações comerciais com o setor privado ou nas relações com o Poder Judiciário. Já utilizadas há mais de 20 anos pelas empresas que participam de licitações e fecham contratos, de acordo com a Lei das Licitações Públicas Nº 8.666/93 e a mais recente atualizada, Lei Nº 14.133/23, as apólices de Seguro Garantia também podem ser usadas no universo jurídico, conforme estabelece o Código de Processo Civil, pela Lei Nº 11.382/2006. O Seguro garantia deve ser contratado com o auxílio de especialistas. Para apresentar suas características, a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) lançou neste ano o guia online “Entenda o Seguro de Garantia Judicial: Orientações para o Consumidor” – disponível para download no site da entidade – que aborda as situações em que pode ser aplicada esta modalidade de seguro.

A Sombrero entrou em funcionamento em janeiro de 2022. A organização atua nas áreas de seguro rural e seguro garantia, seguros patrimoniais e de responsabilidade civil. Tem em seu DNA os valores de excelência e agilidade, com a utilização de inteligência de mercado e tecnologia para gerar inovação e oferecer confiança e segurança aos seus clientes e parceiros de negócios. Um dos seus principais diferenciais é o fato de ser uma empresa digital, mas com embasamento diferenciado, já que conta com o acúmulo de anos de experiência dos seus fundadores.

Seguro garantia judicial é alternativa para empresas que não desejam reter recursos por conta de débitos que ainda estão em discussão