Coamo investirá R$ 3,5 bilhões nos próximos três anos

Do volume total, R$ 1,6 bilhão será destinado para uma planta industrial de etanol de milho

A Coamo iniciará um novo ciclo de crescimento

Agilizar o recebimento e a armazenagem da produção dos cooperados, ampliar e modernizar a infraestrutura em diversas áreas e incrementar a verticalização para agregar valor as atividades dos mais de 31 mil produtores associados. Estes são objetivos da Coamo Agroindustrial Cooperativa com sede em Campo Mourão, no Centro-Oeste do Paraná, com investimentos de R$ 3,5 bilhões para os próximos três anos. O pacote de investimentos foi aprovado pelo quadro social na quarta-feira (13) durante a assembleia geral extraordinária com a participação de centenas de cooperados da área de ação da cooperativa no Paraná, em Santa Catarina e no Mato Grosso do Sul. “Vamos iniciar um novo ciclo no crescimento da Coamo e os investimentos são necessários para organizar e dimensionar o que precisamos realizar nos próximos três anos para oferecer as melhores condições de atendimento aos cooperados”, explica Airton Galinari, presidente executivo da Coamo.

Os cooperados aprovaram investimentos a serem realizados em 80 unidades nos três estados da área de ação da Coamo com modernização e ampliação das suas estruturas portuárias e de recebimento, beneficiamento, secagem, armazenagem de produtos agrícolas, distribuição de insumos, produção de sementes e de escritórios administrativos. Para melhorar o fluxo no atendimento e o escoamento da produção dos cooperados, a Coamo irá construir um novo entreposto em Campina da Lagoa (PR) e três novas unidades de recebimento nas regiões de Amambai, Dourados/Ponta Porã e em Sidrolândia, no Mato Grosso do Sul. “São investimentos necessários que contemplarão melhorias com novos secadores, balanças, máquinas de pré-limpeza, fluxos de recebimento, entre outros, em razão dos grandes volumes de recebimento, que irão propiciar uma melhor estrutura na recepção e armazenagem para facilitar o grande trabalho de logística”, considera Galinari.

Do volume total aprovado, o valor de R$ 1,6 bilhão será destinado para a construção de uma unidade industrial de etanol de milho, em Campo Mourão (PR) com capacidade de processamento de 1.700 toneladas por dia do grão. “Com o milho contemplamos toda a cadeira produtiva do que recebemos na Coamo. A indústria de etanol de milho é um sonho antigo, fizemos vários estudos de viabilidade para verticalizar a produção do milho sempre pensando em remunerar melhor os nossos cooperados. Iremos consumir 20% de todo o milho recebido pela cooperativa, pois nem todo o cereal é para a indústria e nem todo é grão, por isso dividimos de forma equilibrada para dar melhor resultado ao cooperado”, contextualiza Galinari. Na área Industrial também foram aprovados investimentos em modernizações tecnológicas e melhorias nas plantas industriais de Campo Mourão, Paranaguá e Dourados. A Coamo é a sexta maior empresa da região e também a segunda maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. No ranking exclusivo das cooperativas de produção, a Coamo ocupa a primeira colocação. Acesse o ranking completo clicando neste link e aqui você pode conferir o anuário impresso no formato digital mediante pequeno cadastro.

Do volume total, R$ 1,6 bilhão será destinado para uma planta industrial de etanol de milho

BRDE alcança marca histórica de R$ 5 bilhões em contratações

Banco aumentou até o momento em 21% o volume total de financiamentos comparado ao ano passado

Este é o maior montante já registrado desde a fundação do BRDE há 62 anos

Com novo recorde no volume de contratações, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) comemora a marca histórica de R$ 5,1 bilhões em financiamentos operacionalizados nos três estados do Sul em 2023. Este é o maior montante já registrado desde a fundação do banco há 62 anos. Até o momento, o crescimento é de 21% no volume de crédito comparado ao ano passado, quando o banco registrou R$ 4,2 bilhões em operações. Do total operacionalizado este ano, o BRDE efetivou R$ 2,3 bilhões para o agronegócio, incluindo as cooperativas de produção, produtores rurais de todos os portes e empresas do segmento. Para projetos na área de geração de energia limpa, foram aproximadamente R$ 850 milhões para investimentos em diferentes fontes de energia renováveis. Para o setor de comércio e serviços, o valor em financiamentos chegou a R$ 1,4 bilhão – o maior já registrado pelo BRDE. O crédito para investimento no setor de infraestrutura chegou a R$ 1 bilhão nos estados do Sul do país.

“Vivemos o momento de um novo BRDE, ainda mais próximo da necessidade do mercado e das pessoas, com diálogo aberto com a sociedade e como protagonista em diversas ações de apoio às políticas públicas dos estados do Sul. Vale destacar que esse desempenho é bastante expressivo quando verificamos o volume contratado nos últimos anos. Ao mesmo tempo em que tivemos um período com uma restrição na disponibilidade de recursos, o BRDE buscou uma constante elevação no crédito concedido a partir da diversificação de fontes de recursos com parceiros nacionais e internacionais”, ressalta o presidente do BRDE, João Paulo Kleinübing.

Na avaliação do vice-presidente e diretor de operações, Ranolfo Vieira Júnior, os resultados históricos já alcançados neste ano indicam o quanto o BRDE está sintonizado com os projetos estratégicos ao fortalecimento da economia na região Sul. “Mesmo passando por um momento ainda de muitos desafios, o crescimento no volume de investimentos representa confiança no potencial da região Sul, com novos empreendimentos cada vez mais sustentáveis e inovadores. Mas acima de tudo, o importante que sinalizada para um futuro com mais desenvolvimento e novas oportunidades de renda e empregos”, comemora Ranolfo.

Em 2023, o BRDE ampliou a captação de recursos por meio de fontes externas. Até o momento, o banco alcançou o recorde de contratações de R$ 1,2 bilhão, realizadas a partir de recursos captados junto a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), Banco Europeu de Investimentos (BEI), Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Banco Mundial (BIRD). Essas fontes corresponderam a 24,2% no total de financiamentos concedidos. O BRDE também consolidou-se como o principal repassador de recursos aos projetos inovadores da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Até o momento, foram apoiados 184 projetos num valor total de R$ 644 milhões. Esta foi a segunda maior fonte de recursos utilizada em 2023, com 12,8%.

Em 2023, além dos números recordes, o BRDE avançou em compromissos com o desenvolvimento e práticas sustentáveis. A instituição se tornou o primeiro banco a integrar a Coalizão LIFE de Negócios e Biodiversidade, iniciativa formada por empresas protagonistas da transformação dos modelos de negócio, que reconhecem a biodiversidade como parte fundamental da agenda ESG Global (Governança ambiental, social e corporativa). A adesão do banco nas práticas LIFE, permite que o BRDE as incorpore aos seus modelos de negócios, avalie as operações e programas do Banco, que otimizem tomada de decisões em investimentos que efetivamente contribuam para a conservação da biodiversidade. “O Banco Verde é a iniciativa do BRDE com a sustentabilidade econômica e social”, ressaltou o diretor financeiro, Wilson Bley Lipski. “Avançamos no alinhamento de financiamentos com aderência aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (cerca de 80%), realizamos parcerias com instituições que incrementam nossas ações de sustentabilidade, por meio de métricas, estudos e pesquisar e nos tornamos um banco atual com as necessidades exigidas tanto no mercado quanto na sociedade”, concluiu.

Banco aumentou até o momento em 21% o volume total de financiamentos comparado ao ano passado

Fruki Bebidas inaugura segundo centro de distribuição em SC

Localizado em Biguaçu, o empreendimento passa a responder pelo atendimento a 17 municípios

“A instalação da unidade na Grande Florianópolis leva em consideração a relevância da região para Santa Catarina”, salientou a presidente da Fruki Bebidas, Aline Eggers

A Fruki Bebidas inaugurou neste mês seu mais novo centro de distribuição em Santa Catarina. Localizado em Biguaçu, na Grande Florianópolis, o empreendimento passa a responder pelo atendimento a 17 municípios do litoral catarinense, na faixa entre Laguna e Balneário Camboriú. Com a abertura de mais um centro de distribuição em solo catarinense – o primeiro foi inaugurado em 2019, em Blumenau –, a Fruki Bebidas amplia investimentos no estado, após sete anos de presença de suas marcas na região. “A instalação da unidade na Grande Florianópolis leva em consideração a relevância da região para Santa Catarina, que destaca-se pela força econômica, pelo seu parque tecnológico e pelo turismo”, salientou a presidente da Fruki Bebidas, Aline Eggers.

Com mais de 3,2 mil metros quadrados, a sede está localizada na rodovia SC-407. O local tem capacidade de armazenar até 120 mil pacotes de todo o mix de produtos da Fruki Bebidas. A abertura em Biguaçu coincide com o período de começo das atividades da nova fábrica da empresa, localizada em Paverama (RS). Em fase de testes, a nova linha de envase responderá pela ampliação em 50% da capacidade produtiva da Fruki, que passará dos atuais 420 milhões de litros por ano para 620 milhões de litros. O centro de distribuição de Biguaçu é o oitavo da empresa gaúcha. Além dele e da unidade de Blumenau, a empresa também está fisicamente presente em Pelotas, Santo Ângelo, Canoas, Farroupilha, Osório e junto à matriz, em Lajeado.

Localizado em Biguaçu, o empreendimento passa a responder pelo atendimento a 17 municípios

Altenburg confirma sucessão na presidência

Após 54 anos no comando, Rui Altenburg passará o posto para Tiago Altenburg, seu filho

Mudança no comando marca passagem para a quarta geração da família fundadora

Após mais de cinco décadas à frente da presidência da Altenburg, Rui Altenburg deixará o posto no começo de janeiro. Segundo comunicado divulgado pela empresa, Tiago Altenburg, seu filho, assumirá a função. Rui Altenburg passará a comandar o conselho consultivo da empresa de Blumenau. Pertencente à quarta geração da família fundadora, Tiago Altenburg, 39 anos, atua na empresa desde os 22 anos. O atual vice-presidente já trabalhou em diversas áreas da empresa, dentre elas a gestão da qualidade, gerência de vendas, diretoria industrial e diretoria de marketing e produto.

“O plano de sucessão, ou como chamamos na Altenburg, de continuidade, contribui para fomentar o negócio, para deixá-lo mais resiliente às mudanças do mercado”, afirma Tiago. Entre seus planos para os próximos anos estão ultrapassar R$ 1 bilhão em receita, ampliar o número de lojas monomarca e expandir a empresa internacionalmente. Rui Altenburg assumiu o comando em 1970. Durante sua gestão, a pequena empresa familiar foi transformada em uma grande indústria, hoje considerada a maior produtora de travesseiros da América Latina e uma das maiores produtoras têxteis do Brasil. Seu novo desafio será no conselho da empresa, criado há mais de 10 anos e composto por dois membros independentes e os quatro acionistas.

Após 54 anos no comando, Rui Altenburg passará o posto para Tiago Altenburg, seu filho

Petrobras adquire 29 blocos na Bacia de Pelotas

Companhia priorizou atuação em parceria e com objetivo de diversificação de portfólio

A Petrobras foi a grande vencedora do quarto Ciclo da Oferta Permanente da ANP

A Petrobras foi a grande vencedora do quarto Ciclo da Oferta Permanente. A companhia adquiriu 29 blocos na Bacia de Pelotas (veja mapa a seguir), no regime de concessão, em leilão realizado nesta quarta-feira (13) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A companhia priorizou ativos em áreas marítimas (offshore) e atuação em consórcio com outras empresas. A Petrobras será operadora em todos os blocos adquiridos, sendo três em consórcio com Shell (30%) e CNOOC (20%) e 26 em consórcio só com a Shell (30%). Os novos blocos estão localizados na área de abrangência do Rio Grande do Sul. O valor do bônus de assinatura a ser pago em abril de 2024 pela companhia é de cerca de R$ 116 milhões. Este valor representa menos de 1% dos investimentos aprovados no Plano Estratégico 2024-2028 da Petrobras e já estavam previstos no Plano.

A Petrobras atuou de forma seletiva no leilão, refletindo a estratégia de recompor seu portfólio exploratório por meio de novas fronteiras com potencial geológico. Atualmente quase 80% da produção da companhia está concentrada no pré-sal, que segue sendo seu principal ativo com grande diferencial competitivo econômico e ambiental, com produção de óleo de melhor qualidade e com menores emissões de gases de efeito estufa. Em complemento aos investimentos no pré-sal e na Margem Equatorial brasileira, a Petrobras busca assegurar a sustentabilidade da produção futura de óleo e gás, que se desenvolverá de forma integrada com outras fontes de energia e contribuirá para que o processo de transição energética ocorra de forma justa, segura e sustentável. Os 29 blocos se somam ao portfólio atual da companhia que conta com 47 blocos. A aquisição feita na Bacia de Pelotas irá assegurar a incorporação de mais de 20 mil quilômetros quadrados. Com isso, a área exploratória total da companhia passa a ser de 50 mil quilômetros quadrados. Projeções preliminares dão conta que as empresas, em parceria, aportarão aproximadamente R$ 1,5 bilhão nos próximos anos na Bacia de Pelotas.

“Novas fronteiras, a exemplo dos blocos adquiridos hoje, são essenciais para que a demanda de energia seja atendida. Por isso, buscamos a reposição de reservas e o desenvolvimento de novas fronteiras exploratórias que assegurem o atendimento à demanda de energia durante a transição energética com a menor pegada de carbono possível”, afirma o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates. “Estamos comprometidos em desenvolver essas áreas com as mais avançadas tecnologias de descarbonização, com segurança e a responsabilidade socioambiental reconhecida em todas as operações da Petrobras”, comenta Ana Paula Zettel, gerente executiva de parcerias e processos de exploração e produção da Petrobras.

Companhia priorizou atuação em parceria e com objetivo de diversificação de portfólio

Curitiba terá um novo hospital do complexo Pequeno Príncipe

Investimento será de R$ 70 milhões

A nova unidade pediátrica terá uma área total de 200 mil metros quadrados

Com um investimento de R$ 70 milhões, Curitiba passará a ter um novo hospital de referência para atendimentos pediátricos. A estrutura fará parte do complexo do Hospital Pequeno Príncipe (HPP), que jé é o maior hospital pediátrico da América Latina, e que deverá ser concluída até 2026 no bairro Bacacheri, na região Norte da capital paranaense. As obras da segunda unidade do HPP, que se chamará Pequeno Príncipe Norte, devem ser iniciadas em janeiro de 2024. Além de recursos próprios da entidade, o projeto recebeu R$ 20 milhões do governo estadual, R$ 20 milhões da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), R$ 15 milhões de emendas da bancada de deputados federais e R$ 15 milhões da Itaipu Binacional.

A nova unidade pediátrica terá uma área total de 200 mil metros quadrados. No local, também serão construídas as novas sedes da Faculdade Pequeno Príncipe e do Instituto de Pesquisa Pelé-Pequeno Príncipe – especializado em estudos e pesquisas nas áreas de oncologia, pesquisas clínicas e geoprocessamento, entre outras doenças específicas para crianças. A primeira etapa da expansão será a instalação de um hospital-dia, com 7,2 mil metros quadrados, que funcionará de forma intermediária entre internação e atendimento ambulatorial, com realização de procedimentos em que o paciente fica no máximo um dia na unidade. Ele terá três pavimentos, com 36 leitos, seis salas de cirurgia, 12 leitos de terapia infusional, além de ambulatórios.

A estrutura vai permitir a ampliação de cirurgias eletivas de crianças e adolescentes, o que vai desafogar a realização de cirurgias complexas na sede atual do Pequeno Príncipe. Na segunda etapa do projeto, ainda em etapa inicial, será construído também um hospital de alta complexidade no Bacacheri. Na avaliação do CEO do Complexo Pequeno Príncipe, Jose Álvaro da Silva Carneiro, sob o ponto de vista de infraestrutura, a construção do Pequeno Príncipe Norte é um marco tão relevante quanto a inauguração do atual prédio, localizado na Avenida Iguaçu. “O hospital-dia vai realizar procedimentos pequenos, recebendo as crianças e devolvendo-as para casa ao final do dia. Por um lado, isso significa economicidade, e por outro a ampliação da capacidade do hospital atual para a mais alta complexidade, que é a vocação do HPP”, comentou. “Isso nos permitirá continuar obtendo ótimos resultados em áreas como os transplantes de medula, fígado, coração e rins, e em outras cirurgias altamente complexas que envolvem mais do que uma equipe especializada”.

Investimento será de R$ 70 milhões

Panvel planeja dobrar presença no Paraná em cinco anos

Rede de farmácias celebrou a instalação da sua 100ª unidade no estado

“Entramos no estado há pouco mais de 10 anos e agora estamos apresentando nossos planos de expansão futuros. Estamos dobrando a aposta no Paraná”, disse o presidente do Grupo Panvel, Júlio Mottin Neto

A rede de farmácias Panvel celebrou a instalação da sua 100ª unidade no Paraná e já planeja dobrar a presença no Estado, com a abertura de aproximadamente mais 100 lojas em cinco anos. O anúncio foi feito nesta terça-feira (12) ao governador Carlos Massa Ratinho Junior pelo presidente do Grupo Panvel, Júlio Mottin Neto, e o diretor-executivo de Operações, Roberto Coimbra Santos. Presente em solo paranaense desde 2010, a rede conta com lojas em 20 cidades paranaenses, sendo que 50 unidades estão em Curitiba. Em 2022, o grupo iniciou a operação de um Centro de Distribuição em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. A estrutura de 16 mil metros quadrados foi criada para abastecer as lojas do Paraná, Santa Catarina e São Paulo e as vendas online de todo o Brasil. Juntas, as unidades da Panvel geram cerca de 1,5 mil empregos diretos no Paraná.

Somente nos últimos dois anos, a Panvel abriu 23 filiais no Paraná A 50ª loja de Curitiba foi inaugurada no mês passado, no bairro Mossunguê. Ainda em novembro, a rede lançou a segunda filial no município de Pinhais, na Região Metropolitana da Capital. Já neste mês de dezembro, abriu sua primeira unidade em Sarandi, na região Noroeste, e ainda prepara mais uma loja para a capital, no bairro do Boqueirão, que deve entrar em operação antes do réveillon. O presidente do Grupo Panvel destacou que com o retorno positivo destes movimentos a rede prevê aumentar o ritmo de expansão no mercado paranaense em 2024, chegando a novos municípios e reforçando sua presença em regiões estratégicas onde já opera. “Entramos no estado há pouco mais de 10 anos e agora estamos apresentando nossos planos de expansão futuros. Estamos dobrando a aposta no Paraná”, disse Mottin.

“Quando instalamos o Centro de Distribuição em São José dos Pinhais, já tínhamos em mente que ele seria estratégico para sustentar a nossa expansão aqui no Paraná pelos próximos anos, porque vamos precisar de muita logística para poder atender esse volume grande de lojas”, acrescentou. Com 50 anos de história e cerca de 600 filiais no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo, a Panvel está entre as principais redes de farmácias da Região Sul do Brasil. Além das farmácias, o Grupo Panvel também conta com a Dimed, uma das principais distribuidoras de medicamentos do Brasil, com os centros de distribuição localizados em São José dos Pinhais e Eldorado do Sul (RS), e com o Laboratório Industrial Farmacêutico Lifar, responsável pelo desenvolvimento e fabricação de cosméticos, medicamentos e alimentos.  A Panvel é a 72ª maior empresa da região e também a 30ª maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. Acesse o ranking completo clicando neste link e aqui você pode conferir o anuário impresso no formato digital mediante pequeno cadastro.

Rede de farmácias celebrou a instalação da sua 100ª unidade no estado

Gerdau inaugura modernização da unidade Riograndense

Planta de Sapucaia do Sul recebeu aporte de R$ 200 milhões

A unidade Riograndense possui capacidade anual de produção de aço bruto de 450 mil toneladas e de 495 mil toneladas de produtos acabados

A Gerdau inaugurou oficialmente nesta terça-feira (12) os investimentos realizados para a modernização e reforma da aciaria da unidade de aços longos Riograndense, em Sapucaia do Sul (RS), como parte de um novo ciclo de crescimento sustentável da companhia. O investimento de R$ 200 milhões teve como objetivo a modernização das instalações da aciaria, implementação de melhorias na jornada de transformação digital e indústria 4.0 e o aprimoramento de melhorias nas condições ambientais e de segurança no processo deprodução do aço, como a modernização do sistema de despoeiramento. Durante a execução dos investimentos, foram gerados mais de 400 postos de trabalho diretos e indiretos.

Para André Gerdau Johannpeter, vice-presidente do conselho de administração da Gerdau, a inauguração marca um dos maiores investimentos da história da planta, que celebra 66 anos em 2023, e reforça o compromisso da Gerdau com o estado desde sua fundação. “A modernização da Riograndense a prepara para seguir atendendo à demanda futura por aço dos nossos clientes em todo o Brasil. Este investimento também reafirma o nosso compromisso com o desenvolvimento socioeconômico do estado do Rio Grande do Sul, baseado em pilares estratégicos como a inovação e a sustentabilidade”, afirma. Com 1.200 colaboradores e colaboradoras, a unidade Riograndense possui capacidade anual de produção de aço bruto de 450 mil toneladas e de 495 mil toneladas de produtos acabados, incluindo vergalhão, fio-máquina, barras, trefilados e pregos. A planta produz aços longos com uma matriz 100% reciclável, tendo a sucata metálica como matéria- prima, o que torna o aço produzido na usina um produto com uma baixa emissão de carbono.

Nos últimos cinco anos, a Gerdau investiu, ao todo, R$ 500 milhões em operações no Rio Grande do Sul. A quantia foi direcionada para iniciativas de modernização, atualização tecnológica, melhoria das práticas ambientais e aumento de produtividade e competitividade. “Para os próximos anos, planejamos investir ainda mais por aqui, o que demonstra a importância do Rio Grande do Sul para os planos futuros da Gerdau. Vamos seguir crescendo junto com os gaúchos”, garante Rubens Pereira, vice-presidente executivo de aços longos e planos Brasil na Gerdau. “Esse investimento que estamos inaugurando oficialmente, hoje, aqui, é um exemplo da renovação da nossa confiança no ambiente favorável de negócio que temos no estado”, completa.

Planta de Sapucaia do Sul recebeu aporte de R$ 200 milhões

Copacol antecipa R$ 162 milhões aos cooperados

Cooperativa de Cafelândia espera conseguir aumento na receita

A Copacol é a 32ª maior empresa da região e também a 11ª maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL

Em reunião conjunta na terça-feira (12), a Cooperativa Agroindustrial Consolata (Copacol) decidiu antecipar R$ 162 milhões para os 8 mil produtores integrados no Oeste e no Sudoeste do Paraná. Serão R$ 90 milhões repassados a partir desta quinta-feira (14) e o restante após a assembleia geral ordinária agendada para 2 de fevereiro. Para o diretor-presidente da Copacol, Valter Pitol, o setor como um todo teve bom desempenho a campo, no entanto, os desafios econômicos no mercado impactaram nos resultados. “Com grande influência em nossos negócios, a avicultura passou por um ano difícil. O mercado interno enfrentou alto abastecimento do produto, dividindo espaço com outras proteínas animais”, avalia.

As contas da cooperativa de Cafelândia só serão fechadas em janeiro, mas há expectativa de crescimento no faturamento. As sobras e complementações deste ano tiveram um aumento de 5% em comparação com o exercício anterior. “A diversificação tornou nosso negócio equilibrado, pois mesmo diante de um complexo em determinada atividade, conseguimos manter a ascensão dos resultados. Além disso, a cooperativa tem um planejamento seguro dos investimentos, proporcionando um crescimento ordenado”, destaca Pitol.

Atuando em uma região de alto potencial agrícola, a Copacol produz soja, milho e trigo em uma área de 295 mil hectares no Oeste e no Sudoeste do Paraná. São 201 milhões de aves industrializadas, 51,6 milhões de peixes processados, 352 mil suínos e 10,3 milhões de litros de leite entregues à Central Frimesa por ano. Com filiais de vendas em Curitiba (PR), Campo Grande (MS), São Paulo (SP), Brasília (DF), Bebedouro (SP) e Dubai (Oriente Médio), a cooperativa é marca presente em 80 países. A Copacol é a 32ª maior empresa da região e também a 11ª maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. No ranking exclusivo das cooperativas de produção, a Copacol ocupa a sexta colocação. Acesse o ranking completo clicando neste link e aqui você pode conferir o anuário impresso no formato digital mediante pequeno cadastro.

Cooperativa de Cafelândia espera conseguir aumento na receita

Maior loja de brinquedos do Sul é inaugurada em Curitiba

Localizada no Shopping Curitiba, a Superlegal tem áreas temáticas de diversas marcas

A Superlegal tem mais de 20 anos de história e 47 unidades em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul

Curitiba terá a maior loja de brinquedos do Sul e uma das maiores do país, a Superlegal, com 1.300 metros quadrados e um conceito único da cidade. A marca, que é a segunda maior especializada em brinquedos do Brasil e a maior da região Sul, abre as portas nesta quarta-feira (13) no Shopping Curitiba. O investimento na unidade foi de R$ 6 milhões. A Superlegal tem mais de 20 anos de história e 47 unidades em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul. Essa será a primeira loja no Paraná e faz parte da estratégia de expansão no estado. “Estamos muito felizes e agradecidos ao Shopping Curitiba, por ter aberto essa porta para ingressarmos no mercado paranaense, em Curitiba”, comenta Leandro Klein, diretor presidente da marca.

A Superlegal traz o conceito “store-in-store'” com um espaço exclusivo da LEGO®️ além de áreas temáticas de marcas como Barbie, Marvel, Princesas, Our Generation, Gabby’s Dollhouse, Patrulha Canina, Fisher Price, Hot Wheels, Bonecas Rainbow High, Sylvanian Families, Nerf , Play-Doh, Baby Alive, entre outras. A megaloja foi projetada levando em consideração o propósito da marca, que é promover momentos mágicos para todos. Por isso, tem tobogã e piscina de bolinhas para as crianças se divertirem enquanto passeiam. Além disso, a Superlegal homenageia Curitiba com estruturas inspiradas em pontos turísticos da cidade, como o Jardim Botânico, Ópera de Arame e o Museu Oscar Niemeyer. A loja tem um portfólio com milhares de produtos de marcas nacionais e internacionais para todas as idades, como jogos, bicicletas, brinquedos pedagógicos, além de itens escolares, esportivos e colecionáveis.

Localizada no Shopping Curitiba, a Superlegal tem áreas temáticas de diversas marcas

Projeto de expansão do HPS prevê R$ 140 milhões em investimentos

A nova estrutura terá oito andares em um terreno de 11 mil metros quadrados de área ampliada

Cerca de R$ 5 milhões serão investidos pela prefeitura para a revitalização da fachada atual

Prestes a completar 80 anos em 2024, o Hospital de Pronto Socorro (HPS) será ampliado para qualificar o atendimento de emergência em Porto Alegre, com um investimento previsto de R$ 140 milhões. A nova estrutura terá oito andares em um terreno de 11 mil metros quadrados de área ampliada, com até 110 novos leitos, que se somarão aos 95 existentes na estrutura atual. Os detalhes foram apresentados nesta segunda-feira (11). A expansão obedece à Resolução 50 do Ministério da Saúde, segundo a qual novas construções devem atender aos princípios de acessibilidade e qualidade da assistência prestada à população. O HPS realiza 120 mil atendimentos por ano, em média. A instituição tem 19 mil metros quadrados de área, 1 mil servidores e realizou, em 2022, 300 mil consultas, 2,3 mil internações e 168 mil exames. Cerca de R$ 5 milhões serão investidos pela prefeitura para a revitalização da fachada atual.

A ideia do projeto de revitalização e expansão da instituição é criar um contraste entre o design original e as intervenções posteriores, respeitando a concepção inicial e trazendo à luz todas as marcas de 80 anos de evolução. A estimativa para entrega desta etapa é ao final de 2024. O acolhimento aos pacientes não será alterado com as mudanças. Todos os atendimentos assistenciais devem ocorrer no novo edifício, e o prédio histórico passará por reajustes para melhor distribuição de áreas não assistenciais, como almoxarifado, vestiário e patrimônio. Nos últimos anos, a prefeitura fez diversos investimentos no hospital, como a reforma e modernização da UTI pediátrica e a nova enfermaria de trauma pediátrico, bem como a implantação de sete leitos de enfermaria para trauma, oito leitos intensivos e climatização e salas de recreação. Mais de R$ 18 milhões foram investimentos para melhoria da infraestrutura e compra de equipamentos hospitalares como tomógrafo, autoclaves, dispensadores de medicamentos, boiler, camas elétricas e monitores de multiparametrização. Além disso, há uma economia de 600 mil litros de água por mês devido à troca do sistema de ar comprimido. Estão em andamento melhorias no telhado para evitar infiltrações.

A nova estrutura terá oito andares em um terreno de 11 mil metros quadrados de área ampliada

Muffato abre terceira loja na Grande São Paulo e chega a 100 unidades

Rede inaugurou três unidades no estado nesta semana

Os três empreendimentos receberam um aporte total de R$ 160 milhões

Entre quinta-feira (7) e esta sexta-feira (8) o Grupo Muffato inaugurou três lojas no estado de São Paulo. O Max Atacadista Interlagos, na capital paulista, é a centésima unidade da rede paranaense e também o décimo atacarejo convertido após a compra do Makro e o décimo-quarto atacarejo inaugurado neste ano. Com 19 mil metros quadrados de área construída e 550 vagas de estacionamento, a nova loja fica ao lado do Shopping Interlagos. O Grupo Muffato fez seu primeiro movimento de expansão na década de 1980, em Foz do Iguaçu. Depois chegou ao norte do Paraná e à capital Curitiba, ingressando no estado de São Paulo, em 2001, com o Super Muffato de Presidente Prudente.

“O Grupo Muffato chega às 100 unidades buscando oferecer um jeito simples de fazer compras, no varejo e no atacarejo. Para cada uma de nossas bandeiras, queremos proporcionar boas experiências de compras, de acordo com o que o consumidor busca. O Max Interlagos é a terceira de sete lojas que teremos na Grande São Paulo”, anuncia Ederson Muffato, um dos diretores do Grupo. Outro Max Atacadista foi aberto em Marília. Com mais de 10 mil metros quadrados de área construída e 350 vagas de estacionamento, o Max Marília ficará próximo ao auto posto Muffato. O empreendimento está gerando mais de 300 vagas de emprego. Mogi das Cruzes também passou a ter uma unidade, essa com 11 mil metros quadrados de área construída. O local oferece 350 vagas de estacionamento. A instalação está gerando mais de 350 postos de trabalho, além de movimentar toda a cadeia produtiva no setor de alimentos. No total, os três empreendimentos receberam um aporte de R$ 160 milhões. A rede paranaense ainda prevê unidades para São Bernardo do Campo e Guarulhos, além de outra em São Paulo, no bairro da Lapa, que devem ter as obras acabadas até o final deste mês. 

Rede inaugurou três unidades no estado nesta semana

Weg terá novo presidente a partir de abril de 2024

Alberto Kuba assumirá posição ocupada por Harry Schmelzer Júnior há 16 anos

A Weg é a quarta maior empresa da região e também a terceira maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL

A Weg, de Jaraguá do Sul (SC) comunicou nesta sexta-feira (8) que Harry Schmelzer Júnior deixará o cargo de diretor-presidente da companhia no dia 31 de março de 2024. Schmelzer, que preside a empresa há 16 anos, será indicado a uma cadeira no conselho de administração, como representante do acionista controlador. “A trajetória do Senhor Harry Schmelzer Júnior na direção da companhia alcançou pleno reconhecimento dentro da organização pelo seu arrojo, dedicação e capacidade de entregar resultados notáveis ao longo de dezesseis anos, o que foi corroborado nas inúmeras premiações de parte de diversas entidades, fóruns empresariais e da imprensa especializada. Também foi capaz de entender e replicar a cultura dos fundadores da companhia nos mais de 40 mil colaboradores ao redor do mundo”, destaca o comunicado.

Alberto Yoshikazu Kuba (foto), que atualmente é diretor superintendente da unidade de motores elétricos industriais e tem mais de 21 anos de carreira na companhia catarinense, será indicado para ocupar a presidência. Kuba, 44 anos, é engenheiro eletricista, com especialização em gestão empresarial, tendo construído sua carreira na companhia nas áreas de vendas de motores industriais no Brasil entre 2004 e 2009 e, por dez anos na China, onde atuou na área comercial entre 2010 e 2015, então assumindo a posição de diretor superintendente das operações locais até 2019, retornando ao Brasil em 2020, quando assumiu sua posição atual. Sua formação é complementada com especializações em finanças corporativas pela Fundação Dom Cabral (2003), APG Middle Amana-Key (2007), Executive Program for Growing Companies (Stanford, 2015), Leading Business Transforming (INSEAD, 2022/2023), dentre outras capacitações.

A Weg é a quarta maior empresa da região e também a terceira maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. Acesse o ranking completo clicando neste link e aqui você pode conferir o anuário impresso no formato digital mediante pequeno cadastro.

Alberto Kuba assumirá posição ocupada por Harry Schmelzer Júnior há 16 anos

RodOil ingressa no mercado do Nordeste

Nova operação fica na Bahia

A base operacional atende a 64 municípios, entre eles Salvador, Feira de Santana e Camaçari

A distribuidora de combustível RodOil entrou oficialmente no mercado da região Nordeste. A empresa inaugurou sua nova operação, estrategicamente localizada na Bahia, na cidade de São Francisco do Conde. Com essa expansão, a empresa consolida sua presença nas regiões que correspondem a 70% do consumo de combustível em todo o território nacional. O presidente da RodOil, Roberto Tonietto, revelou que a entrada no mercado da Bahia integra o plano de expansão da empresa que terá continuidade em 2024.

“A nossa presença neste estado é fundamental, considerando que a Bahia é o sexto maior consumidor de combustíveis rodoviários do país, movimentando mais de 6 bilhões de litros por ano, além de o único estado do Nordeste que possui uma refinaria privatizada, possibilitando à RodOil estreitar relações com esse player crucial no setor”, contou Tonietto. A Bahia abriga a Refinaria de Mataripe, da empresa Acelen, em São Francisco do Conde, que em 2023 se tornou a terceira maior produtora de combustíveis rodoviários do Brasil.

A base operacional atende a 64 municípios, entre eles Salvador, Feira de Santana e Camaçari. Ao todo, a região atendida corresponde a mais de 5 milhões de pessoas, quase metade da população do estado da Bahia. O centro logístico está equipado com laboratórios e pessoal técnico para realizar testes de qualidade em amostras de combustíveis, o que garante que os produtos atendam às especificações e normas de qualidade exigidas pelas autoridades reguladoras. Recentemente a empresa iniciou as operações nos estados de São Paulo, Goiás e Minas Gerais.

Nova operação fica na Bahia

BRDE recebe nova classificação de risco positiva

Rating da Moody´s coloca BRDE na mesma escala dos maiores bancos do país

Na sua avaliação, a Moody´s salientou o papel do BRDE no apoio ao agronegócio na região Sul e ao crescimento da diversificação das suas fontes de recursos junto às instituições estrangeiras

A Moody’s Investors Service acaba de divulgar uma nova classificação positiva para o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) em termos de risco em escala global. No comunicado dirigido ao mercado nesta semana, a agência elevou a pontuação do BRDE para Ba2 estável (ante Ba3 estável), passando a se igualar ao rating soberano da União e de alguns dos principais bancos do país, como Banco do Brasil, Itaú-Unibanco e BNDES. Na sua avaliação, a Moody´s salientou o papel do banco no apoio ao agronegócio na região Sul e ao crescimento da diversificação das suas fontes de recursos junto às instituições estrangeiras.

“Estamos numa sequência positiva em termos de avaliação de risco, e por diferentes agências, o que reforça a credibilidade do banco junto aos parceiros, mas em especial no que se refere ao nosso compromisso estratégico de apoiar o desenvolvimento econômico e social no Sul do país”, comemorou Ranolfo Vieira Júnior, vice-presidente e diretor de operações do BRDE. No seu relatório, a Moody´s destacou o esforço do BRDE em diversificar seu funding a partir de captações junto aos bancos internacionais que, segundo o documento, têm sido menos voláteis em momentos mais restritivos do mercado.

A avaliação da Moody´s revelou que as operações com recursos do BNDES no primeiro semestre representaram 41,7% dos novos empréstimos (esse percentual era de 94% em 2017). Nos primeiros seis meses do ano, as fontes internacionais chegaram a 23,4%. No acumulado deste ano, os investimentos com fontes estrangeiras já somam R$ 1,2 bilhão, em especial para projetos de geração de energia limpa, iluminação pública, agricultura de baixo carbono e para empresas de pequeno e médio porte.

Rating da Moody´s coloca BRDE na mesma escala dos maiores bancos do país