Correios e CNP Seguradora iniciam venda de seguros em todo o Brasil

Os microsseguros e seguros simplificados têm valores mensais a partir de R$ 9,99

A novidade faz parte da estratégia de expansão e diversificação de serviços da estatal

Os Correios, líderes no segmento logístico e de entrega de encomendas no Brasil, e a CNP Seguradora, empresa do grupo francês CNP Assurances com presença no mercado brasileiro há mais de 20 anos, já estão realizando a venda de seguros nas agências da estatal em todo o país. Os microsseguros e seguros simplificados têm valores mensais a partir de R$ 9,99 e abrangem áreas como microsseguros de pessoas e de danos, seguro funeral e seguro bolsa protegida. “Por muito tempo, o seguro tem sido um serviço acessível apenas para elites e um dos limitadores é o preço. A parceria dos Correios com a CNP Seguradora vem para mudar esse cenário: ela vai além dos negócios, promovendo acesso, entregando cidadania e se constituindo em um caminho para uma sociedade mais justa e inclusiva, ao garantir proteção e segurança nas jornadas de vida das brasileiras e dos brasileiros”, afirma o presidente dos Correios, Fabiano Silva dos Santos.

Segundo o executivo, a oferta do serviço em mais de 6 mil agências dos Correios em todo o país contribui para o desenvolvimento da cultura de seguros e faz parte da estratégia de expansão e diversificação de serviços da estatal. As ações incluem ainda o lançamento de produtos e serviços voltados ao e-commerce, a modernização da rede logística, a transformação digital dos Correios, a implantação de uma agenda ASG (Ambiental, Social e Governança), a instalação de um hub internacional no Nordeste e outro no exterior e a consolidação da estatal como operador logístico oficial dos órgãos públicos federais.

O CEO da CNP Seguradora, François Tritz, destaca que são produtos simples, com preços acessíveis e com processos de vendas rápidos e eficientes. “Nosso desafio é fortalecer a cultura de seguros no Brasil, facilitando também a compreensão desses produtos e de sua importância para as pessoas”, explica. Com uma proposta de aporte de mais de R$ 150 milhões, a CNP Seguradora foi a vencedora do processo de seleção pública promovido pelos Correios para selecionar o parceiro de negócios. O acordo prevê a venda exclusiva dos produtos da seguradora em toda a rede de atendimento e nos canais digitais dos Correios. A oferta de produtos de seguros representa um passo importante na estratégia da estatal, na medida em que rentabiliza a rede existente, com agências e pontos de atendimento espalhados por todo o país.

Os microsseguros e seguros simplificados têm valores mensais a partir de R$ 9,99

Paranaense RP Info adquire Bravologic

Aquisição visa dobrar base de clientes da empresa de Mariópolis (PR) nos próximos dois anos

A empresa também espera abrir o leque para o atendimento de outros segmentos, tanto de comércio de produtos quanto de serviços

A RP Info anunciou a aquisição da empresa Bravologic, uma parceira de longa data que atua no segmento de centrais de compra, associações e distribuidoras, oferecendo soluções personalizadas por meio de uma plataforma SaaS de gestão empresarial voltada para pequenos negócios. Com a aquisição, a expectativa da RP Info é dobrar a base de clientes no segmento de centrais de compras nos próximos dois anos, além de somar forças para oferecer uma entrega mais rápida e um produto mais robusto aos clientes, com uma plataforma mais personalizada, intuitiva e versátil. A integração nas operações da RP Info será realizada com duas frentes de trabalho, incorporando a plataforma voltada para centrais de compra ao core principal do ERP e focando em soluções de gestão com robustez para pequenas e médias empresas, com plataformas de gestão empresarial web, ambientes de trabalho intuitivos, amigáveis e de fácil usabilidade.

Segundo o diretor de operações da RP Info, Rodrigo Ferst, toda a equipe da Bravologic será mantida, pois eles carregam o DNA da empresa, e novos colaboradores devem agregar à equipe atual. “A RP Info já atua há muitos anos no segmento de centrais de compra e, com a aquisição da Bravologic, estaremos apenas aperfeiçoando nossa atuação nesse nicho de mercado. Esperamos nos destacar ao oferecer produtos afinados com as necessidades das duas pontas, além de robustez e integridade de dados. Além disso, por meio da plataforma SaaS, conseguiremos fornecer mesmo para pequenas empresas de diferentes segmentos um software de gestão com alta performance, dinamismo e que atende a todas as obrigatoriedades da legislação”, afirma Ferst.

Quanto à penetração mais relevante em empresas de pequeno e médio porte, a aquisição deve abrir as fronteiras para que a RP Info se posicione junto aos principais players do mercado. A empresa também espera abrir o leque para o atendimento de outros segmentos, tanto de comércio de produtos quanto de serviços. Ferst acrescenta que a RP Info tem planos futuros para novas aquisições. “Buscamos empresas que possuam sinergia com o negócio e que tragam diferenciais competitivos aos clientes, visando acelerar a entrega de novas tecnologias e soluções de qualidade”, completa o diretor.

Aquisição visa dobrar base de clientes da empresa de Mariópolis (PR) nos próximos dois anos

Casa China inaugura megaunidade no Paraná

A empresa, que já conta com quase mil colaboradores e está presente no Paraná e Santa Catarina, agora passa a ter 64 unidades

A loja oferecerá uma ampla variedade de produtos, incluindo utilidades domésticas, decoração, brinquedos, material escolar, ferramentas, bomboniere e petshop

A nova loja da Casa China Fanny foi inaugurada nesta quinta-feira (18), trazendo uma megaunidade de 2 mil m² com mais de 100 mil itens para os consumidores. A loja oferecerá uma ampla variedade de produtos, incluindo utilidades domésticas, decoração, brinquedos, material escolar, ferramentas, bomboniere e petshop. Com 12 checkouts disponíveis, a loja promete oferecer comodidade e um atendimento rápido, sem longas filas. A inauguração da loja também contribui para a geração de empregos, com a criação de 50 novas vagas diretas. A empresa, que já conta com quase mil colaboradores e está presente no Paraná e Santa Catarina, agora passa a ter 64 unidades. “Esta loja é muito estratégica e está localizada em um ponto de passagem e fácil acesso na Linha Verde. A inauguração faz parte do plano de expansão da empresa, que vem se reinventando a cada dia para aliar quesitos como variedade e qualidade ao preço baixo, característica que nos tornou uma referência em Curitiba”, afirma o CEO da Casa China, Douglas Nomura. 

Fundada em 1997 com uma proposta que seguia o conceito das lojas de “1,99”, famosas na década de 90, a Casa China tem passado por transformações ao longo dos anos, evoluindo seu modelo de negócio para oferecer uma ampla gama de produtos de qualidade a preços acessíveis. Além de trabalhar com itens importados que passam por rigorosos testes de qualidade, a empresa também é parceira de renomadas marcas, como Tramontina, Tilibra, Disney, Estrela, Faber Castell, Plasvale, Plasútil, Vonder, Sanremo, Arthi, Foroni, Bic e Nadir Figueiredo.  

A empresa, que já conta com quase mil colaboradores e está presente no Paraná e Santa Catarina, agora passa a ter 64 unidades

Porto de São Francisco do Sul atinge maior movimentação de carga da história

Volume chegou a 16,9 milhões de toneladas em 2023

Desde o início de 2023 o aumento na movimentação de carga mensal, com relação ao ano anterior, foi ininterrupto

Com aumento de 34% com relação a 2022, a movimentação de mercadorias do porto de São Francisco do Sul chegou a 16,9 milhões de toneladas em 2023. O resultado representa o recorde histórico na movimentação anual do terminal portuário do Norte catarinense, superando os 13,6 milhões de toneladas de 2021, o melhor rendimento até agora. O balanço final de 2023 foi possível a partir da divulgação, pela autoridade portuária, esta semana, da movimentação do mês de dezembro, que alcançou 1,6 milhão de toneladas, o segundo melhor mês do ano, ficando atrás de agosto (1,8 milhão). O resultado de dezembro significou um aumento de 71%, quando comparado com o mesmo mês de 2022 (938 mil toneladas). Assim, a movimentação de 2023 (16,9 milhões de toneladas) superou em 34% o ano de 2022 (12,6 milhões). 

Para o presidente do porto, Cleverton Vieira, uma conjugação de fatores permitiu alcançar essa expressiva marca. “Podemos destacar os investimentos públicos, realizados com receita própria do Porto, para aquisição e recuperação de equipamentos, manutenção de vias internas de circulação de veículos de carga e a abertura do novo acesso, com três balanças completamente automatizadas”, enumera. Ele ressalta, também, a profissionalização da administração, com a consolidação do sistema de gestão integrado a partir das certificações ISO 9001 e 14001, além da obtenção da permissão para exportar milho à China e o início da licitação para contratação de derrocagem de rocha no cais.

As exportações foram responsáveis por 60% do fluxo de produtos que passaram pelo Porto em 2023, com 10,2 milhões de toneladas. Os maiores volumes operados no ano foram de grãos, com 9,6 milhões de toneladas (soja, 5 milhões, e milho, 4,6 milhões), seguido pelo óleo vegetal (250 mil litros) e madeiras, (196 mil toneladas). As importações alcançaram 6,7 milhões de toneladas, com destaque para as bobinas e barras de aço (3,5 milhões) e fertilizantes (2,8 milhões). Desde o início de 2023 o aumento na movimentação de carga mensal, com relação ao ano anterior, foi ininterrupto. Em janeiro, por exemplo, foi 46% maior que o mesmo mês de 2022, assim como em maio (+48%) e em novembro (+35%).

Volume chegou a 16,9 milhões de toneladas em 2023

Grupo Muffato inaugura dois novos atacarejos na Grande São Paulo

Unidades da Lapa, em São Paulo, e São Bernardo fecham ciclo de conversões para a bandeira Max Atacadista

Com as inaugurações desta semana, o Grupo Muffato dobra sua atuação em São Paulo, com 31 lojas entre varejo e atacarejo em 22 cidades, incluindo a capital

Nesta sexta-feira (5), o Grupo Muffato encerra um ciclo de conversões de imóveis, que pertenciam ao Grupo SHV/Makro, para sua bandeira de atacarejo, o Max Atacadista. A loja de São Bernardo, no ABC, recebeu R$ 65 milhões em investimentos. A da Lapa, em São Paulo, obteve um aporte de R$ 50 milhões. Elas são as últimas entre as 16 unidades, sendo sete delas na Grande São Paulo. Entre vagas diretas e indiretas, foram geradas mais de 4 mil novas oportunidades de emprego, entre capital e interior. Com as inaugurações desta semana, o Grupo Muffato dobra sua atuação em São Paulo, com 31 lojas entre varejo e atacarejo em 22 cidades, incluindo a capital.

“Com estas duas inaugurações encerramos uma etapa importante da nossa expansão e iniciamos um novo capítulo da história do Grupo Muffato, com maior atuação em São Paulo e a sedimentação da nossa bandeira de atacarejo, o Max. Com todo este empenho consolidado, já estamos pensando nos novos modelos de negócios que poderemos oferecer aos clientes dos municípios aos quais chegamos”, comenta o diretor Ederson Muffato.

O Max Lapa tem aproximadamente 9 mil metros quadrados e 250 vagas de estacionamento. Foi um dos prédios que passaram por maiores transformações. Fica na marginal Tietê com Santa Marina. As outras duas unidades da capital ficam no Butantã e Interlagos e foram abertas no início de dezembro. O Max São Bernardo é uma das maiores lojas adquiridas pelo Grupo Muffato e também uma das mais antigas. O prédio de 25 mil metros quadrados está na rua Frei Damião, 355, esquina com a Marginal Direita Anchieta desde 1973. A unidade foi completamente remodelada, ganhando um visual moderno, com layout dinâmico e eficiência energética. Este atacarejo também terá alameda de serviços no formato Muffato Malls (lotérica, lanchonete, locadora de veículos, entre outros) e posto de combustível.

Unidades da Lapa, em São Paulo, e São Bernardo fecham ciclo de conversões para a bandeira Max Atacadista

Panvel abre sua 600ª loja

A companhia tem 590 unidades no Sul e outras dez em São Paulo

A Panvel é a 72ª maior empresa da região e também a 30ª maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL

Com a abertura de uma nova filial no último final de semana de 2023 em Porto Alegre, sua cidade de origem, a Panvel Farmácias chegou à marca de 600 lojas no ano em que completou cinco décadas de história. Com essa nova unidade, a Panvel encerra o ano com 57 novas lojas inauguradas. A companhia tem 590 lojas no Sul, sendo 403 no Rio Grande do Sul, 101 no Paraná e 86 em Santa Catarina. Os outros dez pontos de venda estão localizados em São Paulo.

“A expansão da nossa presença nas comunidades reflete o nosso propósito de ajudar as pessoas sempre que precisarem dos nossos serviços. É este o motivo que nos levou também a investir nos canais digitais e na nossa capacidade de entrega ágil para deixar os nossos clientes bem atendidos”, afirma Roberto Coimbra, diretor de operações do Grupo Panvel.

A Panvel é a 72ª maior empresa da região e também a 30ª maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. Acesse o ranking completo clicando neste link e aqui você pode conferir o anuário impresso no formato digital mediante pequeno cadastro.

A companhia tem 590 unidades no Sul e outras dez em São Paulo

Viação Garcia/Brasil Sul abraça agenda ESG com engajamento social e ações sustentáveis

Empresa reforça práticas preconizadas pela ONU com olhar atento para os eixos social, ambiental e de governança

Uma estação de tratamento reaproveita a água dos lavadores dos ônibus e a captação de água da chuva

Recursos para movimentos sociais, financiamento de alunos carentes até a pós-graduação, educação ambiental, acolhimento de refugiados de guerra, reuso de água e redução da emissão de poluentes. As iniciativas integram a política de ESG abraçada pela empresa paranaense Viação Garcia/Brasil Sul, e que ganhou impulso neste ano, mirando os 17 objetivos de desenvolvimento sustentável que integram a Agenda 2030 para melhorar a vida no planeta. “Abraçamos com convicção os desafios da Agenda 2030, atentos ao contexto social em que estamos inseridos, aos movimentos culturais e assistenciais da comunidade e aos cuidados com o meio ambiente para as futuras gerações. Para isso, alinhamos nossas operações aos objetivos sociais e sustentáveis de modo efetivo”, diz Estefano Boiko Júnior, vice-presidente da empresa fundada há 89 anos, no início da colonização de Londrina, na região norte do Paraná.

Na prática, várias ações da empresa apoiam movimentos sociais da região. É o caso do programa “Bom Aluno”, mantido pelo setor privado (Instituto Bom Aluno de Londrina – IBAL) que seleciona estudantes carentes com alto potencial e oferece a eles acesso a escolas particulares do ensino fundamental até a pós-graduação, incluindo cursos complementares. Em 25 anos o programa conta alta taxa de aprovação em vestibulares, diversas conquistas acadêmicas e profissionais e também o impacto social em mais de 850 integrantes em todo o território nacional. Outras iniciativas são da própria empresa, como o projeto Criança no Museu, que traz alunos do ensino fundamental ao museu instalado em sua sede para um “mergulho” na história. A Biblioteca Móvel Ambiental é uma parceria com a Secretaria Municipal de Educação: um ônibus adaptado como sala de aula temática já recebeu mais de 70 mil alunos para aulas sobre meio ambiente em um espaço interativo e lúdico.

Na área assistencial, o destaque é o apoio ao Hospital do Câncer de Londrina e ONG Viver em ações para arrecadar recursos direcionados ao tratamento e acolhimento de pacientes. E a participação do grupo, já há sete anos, no McDia Feliz, com parte das vendas online de passagens da empresa revertida a estas duas instituições. Além disso, um ônibus rodoviário é plotado com a comunicação da campanha para estimular a adesão do público. O acolhimento de famílias ucranianas que se refugiaram da guerra também teve o apoio efetivo da Viação Garcia/Brasil Sul, por meio de uma parceria firmada pela empresa com a 1ª Igreja Presbiteriana Independente de Londrina, representada pela missionária Tatiana Stoicov. A empresa custeou as despesas essenciais das famílias que permaneceram durante um ano residindo em Londrina. Todas já retornaram ao país de origem, por decisão própria. Entre as práticas no eixo cultural, a empresa apoia o Festival de Graffiti de Londrina, que está na 8ª edição e é um projeto independente do coletivo Capstyle. A cada edição, um grafiteiro produz uma arte especialmente criada para a empresa, estampada em um dos ônibus – o que dá visibilidade ao trabalho artístico e ao Festival.Além disso, a sala vip localizada no Terminal Rodoviário de Londrina expõe, a cada edição, um painel de grafite especialmente produzido para o espaço.

Evitando o desperdício de recursos naturais
A empresa investe em energia limpa para otimizar custos e reduzir o uso de energia elétrica. Usinas fotovoltaicas de grande porte nas garagens de Londrina e Maringá fazem o aproveitamento da irradiação solar pelo processo de conversão. Como a produção de energia solar não emite gases em nenhuma de suas fases, o grupo estima que deixa de lançar à atmosfera cerca de 44 mil quilos de CO² todo mês nas duas cidades. Uma estação de tratamento reaproveita a água dos lavadores dos ônibus e a captação de água da chuva. Com o sistema, o consumo diário de 130 mil litros diários foi reduzido para 40 mil litros diários de água. Os resíduos de materiais perigosos são destinados a empresas credenciadas para o descarte correto, representando um volume de cerca de 80 mil quilos ao ano. Os resíduos recicláveis como papel, vidro, plástico e metal são doados a ONGs, totalizando cerca de 45 mil quilos ao ano.

A frota também incorpora a preocupação ambiental e ganhou, nos últimos anos, veículos com avançados recursos de sustentabilidade. Dotados de tecnologia Euro 5 e 6, reduzem as emissões gasosas. Os motores são movidos a biodiesel com solução transparente de ureia em água desmineralizada. Assim, o controle da emissão de óxido de nitrogênio é maior, evitando o lançamento de até 98% do gás para a atmosfera. Os veículos da empresa são acompanhados pelo Programa Despoluir da Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Paraná e Santa Catarina (Fepasc). Com o lançamento do Euro 6, a Viação Garcia/Brasil Sul fez em 2023 a maior compra de ônibus de sua história, com 147 veículos incorporados à frota.  Viação Garcia/Brasil Sul e as suas empresas coligadas serão transferidas para uma nova sede em Londrina até o final de 2024. A estrutura está em obras em um terreno de 100 mil m², com 30 mil metros quadrados de área construída. O investimento supera R$ 60 milhões. A edificação fará uso de energia solar fotovoltaica, reuso de água e as melhores práticas para mitigar o impacto das atividades no meio ambiente. A Viação Garcia/Brasil Sul é formada pela Viação Garcia, Brasil Sul, Princesa do Ivaí, Santo Anjo e LondriSul, e atua no setor de transporte rodoviário de passageiros com destinos para Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. A atividade principal é o transporte rodoviário intermunicipal e interestadual de passageiros, mas também realiza operações nos segmentos de fretamento para indústrias, turismo, transporte de encomendas rápidas, transporte urbano e metropolitano de passageiros e revenda de ônibus seminovos.

Empresa reforça práticas preconizadas pela ONU com olhar atento para os eixos social, ambiental e de governança

BRDE bate recorde de financiamentos na região Sul em 2023

Marca histórica é de R$ 5,8 bilhões

Este é o maior montante já registrado desde a fundação do banco há 62 anos. No ano anterior, o resultado foi de R$ 4,2 bilhões

Com novo recorde no volume de contratações, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) comemorou a marca histórica de R$ 5,8 bilhões em financiamentos operados nos três estados do Sul em 2023. Este é o maior montante já registrado desde a fundação do banco há 62 anos. No ano anterior, o resultado foi de R$ 4,2 bilhões. Do total do ano passado, R$ 2 bilhões foram resultados obtidos no Paraná, o que significa 2.409 contratos diretos e indiretos. Cerca de R$ 1 bilhão desse montante foi destinado ao agronegócio, enquanto financiamentos ligados à energia sustentável tiveram aproximadamente R$ 300 milhões em operações. Outros destaques ficaram com empreendimentos comerciais/industriais e de inovação, ambos com cerca de R$ 400 milhões.

“Desde 2019, o BRDE alavancou sua eficiência em todo o Sul e o Paraná se destaca nesse movimento, seguindo a diretriz do governo estadual de pulverizar e customizar o crédito por meio da diversificação de fundos e de parcerias”, analisou o diretor financeiro do banco, Wilson Bley Lipski. “Nos últimos quatro anos, passamos de R$ 881 milhões em contratos anuais para R$ 2 bilhões, um aumento de 141%, que significa muito mais que um bom resultado. Esse panorama demonstra que o BRDE tem um papel ativo no desenvolvimento econômico e social do Paraná”, completa. “O avanço dos resultados do banco nos últimos anos e especialmente em 2023 demonstra o comprometimento da instituição em ser um instrumento para alavancar a Região Sul por meio de empreendimentos que atendam às necessidades socioeconômicas dessa parte do País”, complementou o diretor administrativo da instituição, João Biral Junior.

Outra marca do ano passado foi que o BRDE ampliou a captação de recursos por meio de fontes externas. Até o momento, o banco alcançou o recorde de R$ 1,2 bilhão em contratações realizadas com a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), Banco Europeu de Investimentos (BEI), Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Banco Mundial (BIRD). Essas fontes corresponderam a 24,2% no total de financiamentos concedidos. O BRDE também ampliou a participação nos projetos de investimento por meio de operações realizadas com recursos próprios. Em 2023, o banco liberou mais de R$ 620 milhões aos clientes, com destaque para as operações de crédito rural equalizadas pela União (mais de R$ 400 milhões) e operações do Fundo BRDE de Promoção ao Desenvolvimento Produtivo, Sustentável e Social dos Estados da Região Sul – BRDE Promove Sul (mais de R$ 180 milhões).

As captações via emissão de títulos também permitirão ao banco uma oportunidade de desenvolver produtos financeiros próprios vinculados ao objetivo estratégico de sustentabilidade econômica. Em 2023, o banco avançou com o plano de atuação para viabilizar a emissões de instrumentos financeiros, como LCAs e CDBs, a partir do primeiro trimestre de 2024. Para tanto, priorizou a implantação de uma solução tecnológica para a gestão da atividade, bem como outras atividades necessárias para escalar o novo negócio.

Marca histórica é de R$ 5,8 bilhões

Itaipu fecha 2023 com a melhor produção dos últimos cinco anos

Usina gerou quase 84 milhões de MWh, 20% a mais que em 2022

Os quase 84 milhões de MWh produzidos por Itaipu em 2023 seriam suficientes, por exemplo, para abastecer o Paraná por dois anos, quatro meses e 11 dias

A usina hidrelétrica de Itaipu, em Foz do Iguaçu (PR), fechou o ano de 2023 com uma produção de 83.879.486 MWh, 20% a mais que em 2022 (69.873.095 MWh), e a melhor marca dos últimos cinco anos. No período a empresa foi responsável por aproximadamente 88% do atendimento do mercado paraguaio de eletricidade e por 10% do brasileiro. A maior geração diária ocorreu em 18 de dezembro, quando a usina registrou a produção de 320,95 mil MWh, a maior desde 3 de fevereiro de 2021. E durante todo o ano houve registros de dias com produções bastante elevadas, resultado de uma alta demanda do Sistema Nacional Interligado (SIN-BR) e da Administração Nacional de Eletricidade (ANDE-PY) pela energia gerada pela usina Binacional.

O aumento em 2023 se deve, também, a maior disponibilidade de água ao longo do ano com bom volume de chuvas na bacia incremental de Itaipu, que elevou substancialmente os recursos disponíveis, inclusive com ocorrência de vertimentos controlados (escoamento do excedente de água não usada para a geração de energia elétrica). A previsão é de que em 2024 a oferta de água se mantenha elevada e isso contribua para novos bons números na produção. Com uma energia limpa, renovável e barata ao longo dos últimos anos Itaipu tem se tornado uma espécie de bateria do sistema. Isso auxilia Brasil e Paraguai a manterem estabilidade e segurança energética na combinação da hidreletricidade com outras fontes renováveis, como solar e eólica.

Os quase 84 milhões de MWh produzidos por Itaipu em 2023 seriam suficientes, por exemplo, para abastecer sozinhos o mundo por cerca de um dia; o Brasil por um mês e 20 dias; o Paraguai por quatro anos, dois meses e nove dias; ou o Estado do Paraná por dois anos, quatro meses e 11 dias. Em 2016, Itaipu estabeleceu sua melhor marca anual, com 103,1 milhões de MWh. A Itaipu é a 17ª maior empresa da região e também a sétima maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. Acesse o ranking completo clicando neste link e aqui você pode conferir o anuário impresso no formato digital mediante pequeno cadastro.

Usina gerou quase 84 milhões de MWh, 20% a mais que em 2022

Pioneira em dropshipping de peças para motos, Laquila cresce 30% no ano

Empresa desenvolve produtos em Campina Grande do Sul e fabrica em cinco países

A Laquila representa ainda marcas renomadas no mercado nacional como Pirelli, Metzeler, NGK, Circuit, FRAM, Cobreq, Nachi e Philips

Maior revendedora de peças, acessórios e vestuário para motos na América Latina, a Laquila registrou em 2023 um crescimento de mais de 30% nas vendas online por meio da plataforma de dropshipping, em relação ao ano de 2022. As vendas online da empresa, que é pioneira em dropshipping no Brasil, tiveram um salto a partir de 2020, acompanhando o aumento de vendas online em vários setores. O que já era tendência, ganhou impulso durante a pandemia da Covid-19. A apreciação do real em relação ao dólar nos últimos meses também teve influência nos resultados porque a empresa conseguiu reduzir o preço dos produtos.

O dropshipping é uma modalidade de negócios no qual o varejista vende produtos para os clientes sem ter esses produtos em estoque. Portanto, quando um cliente faz uma compra, o varejista compra o item diretamente da fábrica da Laquila, que fica responsável por enviar o produto ao cliente. “Esse formato traz vantagens para nossos revendedores porque eles não precisam ter um estoque físico, nem lidar diretamente com o envio, podendo se concentrar principalmente em marketing e vendas”, explica a coordenadora de dropshipping Caroline Alves. A Laquila possui uma equipe especializada e robusta dedicada ao desenvolvimento de peças e acessórios aqui no Brasil. Já a fabricação ocorre no exterior em mais de cinco países. A empresa representa ainda marcas renomadas no mercado nacional como Pirelli, Metzeler, NGK, Circuit, FRAM, Cobreq, Nachi e Philips, e marcas internacionais como HJC, JI e RIK. São mais de seis mil itens no portfólio.

Varejista atuando na modalidade de dropshipping desde 2019, Denis Martins, da Amazing Motos, de Joinville (SC), tem visto suas vendas crescerem entre 18% e 22% ao mês. “Eu vendia relógios pela internet, mas o mercado estava ruim. Como eu e meu sócio somos apaixonados por motos, começamos a pesquisar fornecedores e encontramos no dropshipping da Laquila uma excelente opção para iniciarmos no ramo. Eu diria que foi a nossa tacada de mestre”, explica Martins, que vende apenas pela internet, sem loja física. Para se cadastrar como revendedor Laquila através da modalidade de dropshipping basta a empresa possuir um CNPJ com CNAE de varejista. Em 2023 foram realizados, em média, mais de seis mil pedidos por mês através do dropshipping e conquistados mais de 400 novos clientes que começaram a utilizar essa modalidade de comércio.

Empresa desenvolve produtos em Campina Grande do Sul e fabrica em cinco países

Startup catarinense Molde.me desponta no mercado têxtil nacional

A fashiontec de Jaraguá do Sul procura democratizar sua ferramenta digital de modelagem

O negócio nasceu para facilitar a vida de modelistas, criadores de moda e confecções de diferentes portes a produzirem com mais qualidade, precisão e rapidez

A ideia de democratizar ferramentas digitais de modelagem para confecções e pequenos negócios da moda norteia a trajetória de Tyara Nascimento e Luiz Nascimento desde 2018. A sociedade dos dois, que até então se restringia ao casamento, progrediu com a integração entre as áreas de design têxtil e engenharia de software rumo a um negócio que, em seis anos, despontaria no mercado em todo o Brasil. Sediada em Jaraguá do Sul (SC), a fashiontec Molde.me investe no atendimento e em melhorias constantes para uma nova geração de criadores. Hoje atende 500 clientes em mais de 12 países.

O negócio nasceu para facilitar a vida de modelistas, criadores de moda e confecções de diferentes portes a produzirem com mais qualidade, precisão e rapidez. “Observamos problemas nas áreas de modelagem e corte e decidimos criar uma solução inovadora para tornar acessível a modelagem digital”, relembra Tyara. Por meio da automatização, a Model.me transforma, em poucos segundos, imagens em moldes com gradações e encaixes perfeitos, otimizando o tempo destinado ao trabalho, a produção e o processo criativo – além de reduzir o desperdício. No lugar de fazer um grande aporte – muitas vezes inviável – para a compra de software similar do mercado, esse pequeno ou médio empreendedor paga uma mensalidade para usar o sistema Model.me com suporte técnico e armazenamento ilimitado em nuvem. “O dono do negócio não precisa ter muito recurso em caixa para sistematizar sua produção. Acreditamos que a moda é um mercado lucrativo para pessoas criativas, elas só precisam de ajuda para criar mais e melhor!”, revela Tyara, que tem 33 anos.

As mensalidades cabem em todos os bolsos, começam em R$ 99 e variam conforme os módulos contratados. Outro diferencial é a economia. No encaixe manual, o desperdício de tecido, que soma até 60% do custo de uma peça, pode chegar a 20%. A Molde.me pode gerar um aumento de 160% na produção de um modelista e de 10% na receita. “O empreendedor vai crescendo e precisando de mais soluções, assim todos crescemos juntos. Trata-se de uma estratégia de negócio e também da nossa missão”, orgulha-se Tyara.

Inovação contínua
O sistema que a Molde.me lançou em 2018 era consideravelmente mais simples do que a versão atual, de acordo com os sócios, que apostaram na inovação contínua, derivando na inclusão recorrente de módulos e funcionalidades. As atualizações do sistema chegam a acontecer em ritmo semanal. Como parte desse processo de aprendizado e melhorias, as sugestões dos clientes da Model.me são anotadas e estudadas, orientando a ordem de prioridade das entregas. “Na área da moda, existe um estigma sobre ajustes na modelagem e estampa. Mas, numa startup, a mentalidade é oposta. Quanto mais negativo for o feedback, maior é a pista do que temos de fazer”, conta Tyara. Segundo ela, esse valor agregado já é percebido tanto pelo cliente quanto pelos investidores do mercado: “Você compra um negócio hoje e, daqui a seis meses, vai ser muito melhor e sem pagar a mais por isso”, destaca.

A Model.me tem impulsionado um movimento de transição da modelagem do papel para o sistema tecnológico em milhares de profissionais da moda. Para acompanhar esses profissionais, a fashiontech promove treinamentos, consultorias, divulga conteúdo em redes sociais e vídeos para colaborar com o sucesso do usuário. O suporte online inclui tutorial orientando desde a criação de uma modelagem do zero, ao ajuste de uma manga bufante e uso das ferramentas mais avançadas. “Os clientes, quando chegam, normalmente ainda trabalham com papel, então encaramos essa transição como um time e, para isso, trazemos conteúdos voltados para modelagem dentro da ferramenta”, relata Tyara. Ela ainda sublinha ser muito vantajoso ter clientes com o espírito de quem quer construir junto. “O mais gratificante é ver o impacto da Molde.me na vida das pessoas. Uma das histórias mais emocionantes é de uma mulher que conseguiu fazer uma grana extra para bancar o filho, que tem necessidades especiais. Ela estava fora do mercado desde que havia virado mãe para se dedicar aos cuidados com ele”, conta.

O portfólio de clientes da Model.me avançou junto com os investimentos e melhorias do sistema, levando a startup a atender confecções de grande porte no Brasil e no mundo. A solução já é utilizada em 12 países, entre eles Nova Zelândia, Inglaterra, Itália, Portugal, França, Paraguai, Estados Unidos, Alemanha e Angola. “Queremos nos aproximar ainda mais do mercado internacional. Para profissionalizar essa internacionalização estamos adquirindo know how com empreendedores na mesma situação”, finaliza Tyara.

A fashiontec de Jaraguá do Sul procura democratizar sua ferramenta digital de modelagem

Distribuidora do PR aumenta venda de combustíveis em 50% no ano

ON Petro vai abrir mercado em mais três estados e anuncia novos postos na Grande Curitiba

Em 2024, quando completa cinco anos de atividades, a empresa pretende abrir os mercados de Tocantins, Maranhão e Pará, chegando a 800 milhões de litros vendidos.

A distribuidora paranaense de combustíveis ON Petro fecha 2023 com números recordes: a venda de 600 milhões de litros de combustível, um crescimento de 50% em relação ao ano anterior. O faturamento também registrou alta: fechou em R$ 3 bilhões, 30% superior a 2022. Em 2024, quando completa cinco anos de atividades, a empresa pretende abrir os mercados de Tocantins, Maranhão e Pará, chegando a 800 milhões de litros vendidos. “A ON Petro foi criada com o objetivo de trazer uma nova concepção na distribuição de combustíveis. Para isso, conta com o know how de um grupo de mais de 60 anos de experiência, e especialistas focados em trazer o melhor combustível para os clientes com a logística mais assertiva. Creditamos a isso o crescimento exponencial do grupo”, afirma Edgar Luz, CEO da ON Petro.

Também estão nos planos a abertura de mais quatro postos de combustíveis, chegando a seis endereços na Grande Curitiba. “Para os próximos anos devemos manter um crescimento sólido e sustentável, investindo em infraestrutura, filiais, caminhões, colaboradores e com abertura de novas bandeiras ON Petro”, afirma José Debiasi, diretor de novos negócios e marketing. A ON Petro Distribuidora comercializa um mix de produtos nacionais e importados para manter os clientes sempre abastecidos, mesmo nos momentos de maior demanda. A empresa tem 300 funcionários, uma frota de mais de 200 caminhões e 11 filiais, atendendo cerca de 3500 clientes em 11 estados brasileiros: Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e, em breve, no Pará, Tocantins e Maranhão.

ON Petro vai abrir mercado em mais três estados e anuncia novos postos na Grande Curitiba

Engie vende fatia de 15% de participação na TAG para CDPQ

A transação está avaliada em R$ 3,1 bilhões

Decisão está alinhada ao plano de investimentos da Engie

A Engie e o CDPQ, grupo de investimento global, ambos já sócios na Transportadora Associada de Gás (TAG), anunciaram um acordo de venda de fatia de 15% de participação da companhia catarinense para o CDPQ. O principal objetivo da Engie é promover a rotação de ativos e concentrar a atenção no plano de investimentos da companhia em geração e transmissão de energia elétrica. A transação está avaliada em R$ 3,1 bilhões, sujeitos a ajustes usuais de preço. A conclusão da operação financeira está prevista para o final de janeiro de 2024, observadas as condições precedentes definidas no contrato de compra e venda. “A venda parcial está alinhada ao nosso plano de investimentos em novas plantas renováveis e transmissão de energia, possibilitando a melhor alocação de capital nestes dois segmentos que estão no centro da nossa estratégia de crescimento”, comentou Eduardo Sattamini, diretor-presidente da companhia.

O plano de investimentos em ativos de geração de energia renovável e infraestrutura de linhas de transmissão integra os objetivos estratégicos do Grupo Engie no país. “Desde 2016, a Engie investiu mais de R$ 20 bilhões em ativos de geração renovável e linhas de transmissão. Para os próximos anos, a companhia prevê mais de R$ 13 bilhões em investimentos”, destaca Maurício Bahr, presidente do conselho de administração da empresa sediada em Florianópolis. A companhia adicionará 2GW de capacidade instalada em geração eólica e solar nos próximos dois anos: o Conjunto Eólico Santo Agostinho, no Rio Grande do Norte, já se encontra em fase avançada de implantação e terá capacidade instalada total de 434 MW quando concluído; o Conjunto Eólico de Assuruá, na Bahia, que totalizará 846 MW de capacidade instalada, com entrada gradual em operação a partir do segundo semestre de 2024; e o Conjunto Fotovoltaico Assu Sol, também no Rio Grande do Norte, que chegará a 752 MW de capacidade instalada, com operação comercial integral prevista para o segundo semestre de 2025.

Além disso, neste ano a companhia deu início à mobilização das equipes para a implantação do projeto Asa Branca, que totalizará cerca de 1 mil quilômetros de linhas de transmissão entre os Estados da Bahia, Minas Gerais e Espírito Santo. Recentemente, a empresa também assinou contrato de aquisição de cinco conjuntos fotovoltaicos da Atlas Energia Renovável do Brasil e a transação encontra-se em curso. A Engie é a 16ª maior empresa da região e também a quinta maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. Acesse o ranking completo clicando aqui.

A transação está avaliada em R$ 3,1 bilhões

Sul impulsiona crescimento da marca Seara, da JBS

Grupo está investindo R$ 570 milhões em três novas fábricas de ração na região

Unidades do Grupo JBS vão gerar mais de 300 novos postos de trabalho no Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul

A JBS está finalizando investimentos que totalizam investindo R$ 570 milhões para a construção de três novas fábricas de ração localizadas nas cidades de Seberi (RS), Santo Inácio (PR) e Itaiópolis (SC), todas na região Sul. Os aportes têm como foco adequar o fornecimento de insumos à atual capacidade produtiva da Seara, que teve importante ampliação nos últimos anos, como resultado do plano de investimentos executado pela empresa. Ao todo, as unidades representam um incremento superior a 1 milhão de toneladas por ano na produção de ração da Seara.

Além de fortalecer a capacidade produtiva da empresa nos segmentos de aves e suínos, mais de 300 postos de trabalho estão sendo criados com o início das atividades das fábricas. “As novas fábricas são equipadas com o que há de mais moderno em automação e dispõem da mais alta tecnologia disponível para a produção dos insumos. Esses investimentos demonstram nosso esforço contínuo para ampliação da nossa capacidade de produção”, afirma João Campos, presidente da Seara.

Com investimento de R$ 145 milhões, a nova planta de Santo Inácio, no Paraná, ocupa uma área de 11,3 mil metros quadrados construídos, e possibilitou a geração de 80 novas vagas de emprego. Com isso, a Seara terá os insumos necessários para alimentar a capacidade de processamento nas cidades paranaenses de Rolândia, Santo Inácio e Jaguapitã. Vale lembrar que neste ano a Seara inaugurou duas unidades industriais em Rolândia, consideradas entre as mais modernas da JBS no Brasil. Já o investimento de R$ 194 milhões em Itaiópolis, em Santa Catarina, visou a construção de um complexo com duas fábricas, com total de 13,8 mil m² de área construída. Uma unidade é voltada para a produção de ração. Com previsão de entrega para março de 2024, abastecerá mais de 200 produtores integrados e mais de 300 aviários da região.

A segunda é a fábrica de premix, um produto essencial para a qualidade nutricional da ração. Trata-se de um insumo que concentra todas as vitaminas e minerais necessários para a alimentação dos animais. O investimento permitirá que a Seara priorize a oferta de premix, hoje adquirida de fornecedores terceirizados, tendo um controle ainda mais rigoroso sobre a qualidade final do produto. A instalação atenderá a 100% da demanda das fábricas do negócio. Ao todo, serão gerados 120 novos postos de trabalho nas duas plantas. Em Seberi, o investimento na fábrica chegou a R$ 230 milhões. Considerada estratégica, visto que poderá otimizar entregas, reduzir custos logísticos e estimular a fidelização de fornecedores, a fábrica proporcionou a geração de até 110 empregos diretos.

Grupo está investindo R$ 570 milhões em três novas fábricas de ração na região

Primeiros aerogeradores do Parque Eólico Coxilha Negra são montados

Procedimento envolveu instalação de equipamentos nas quatro torres iniciais

O Parque Eólico Coxilha Negra terá capacidade instalada de 302,4 MW, integrando três conjuntos de usinas que totalizarão 72 aerogeradores

Mais uma importante etapa das obras de implantação do Parque Eólico Coxilha Negra foi registrada pela Eletrobras CGT Eletrosul, no município de Sant’Ana do Livramento (RS). Na primeira quinzena de dezembro foi concluída a montagem mecânica dos quatro primeiros aerogeradores do empreendimento, que contará com 72 unidades. O procedimento envolveu a instalação de nacele, gerador e cubo com as pás nas quatro torres iniciais. Esta etapa consiste no içamento da nacele com seus acessórios, seguido pelo gerador e, por fim, o cubo em configuração estrela com as três pás. O peso total de cada aerogerador é de 1.320 toneladas; as torres possuem 125 metros de altura e cada pá tem 72 metros de comprimento.

As obras relacionadas ao sistema de transmissão também evoluem. Na última semana de novembro, foram concluídas as linhas de transmissão que irão operar em 230 kV. As duas subestações coletoras (34,5kV / 230kV) também seguem em estágio avançado: Coxilha Negra 2 (280 MVA – dois transformadores, e um terceiro reserva) e Coxilha Negra 3 (140 MVA), além da ampliação da Subestação Livramento 3 (Sant’Ana Transmissora). Entre o final de outubro e início de novembro, foi registrada a chegada dos primeiros componentes dos aerogeradores, em Sant’Ana do Livramento. Essa remessa inicial de equipamentos é composta por hubs, geradores e naceles – todos transportados de Jaraguá do Sul (SC), pela fabricante Weg. Além das estruturas provenientes de Santa Catarina, no dia 14 de novembro, o conjunto com as primeiras 20 pás fabricadas no Ceará, pela empresa subcontratada Aeris, atracou no Porto de Rio Grande (RS), seguindo viagem rumo à Sant’Ana do Livramento.

Para a viabilização do Parque Eólico Coxilha Negra, foram construídos aproximadamente 100 km de novos acessos, além da revitalização de outros 56 km de estradas rurais municipais. Durante os diversos estágios das obras, estima-se a criação de 1.300 empregos. Neste momento, as diferentes frentes de trabalho contam com a mobilização em campo de aproximadamente 1.035 profissionais contratados pelas empresas prestadoras de serviços. Cerca de 530 trabalhadores são do Rio Grande do Sul e os demais são provenientes de outros estados. O Parque Eólico Coxilha Negra terá capacidade instalada de 302,4 MW, integrando três conjuntos de usinas que totalizarão 72 aerogeradores: Coxilha Negra 2, Coxilha Negra 3 e Coxilha Negra 4. O início da operação do empreendimento ocorrerá em 2024.

Procedimento envolveu instalação de equipamentos nas quatro torres iniciais