Archives Abril 2025

Thunderbird vai oferecer serviço de e-mail próprio para competir com o Gmail

Depois de mais de duas décadas sendo conhecido apenas como um cliente de e-mail gratuito e de código aberto, o Thunderbird vai finalmente lançar seu próprio serviço de e-mail completo. A novidade faz parte de uma estratégia para disputar espaço com gigantes como o Gmail, Outlook e até serviços mais voltados à privacidade, como ProtonMail […]Depois de mais de duas décadas sendo conhecido apenas como um cliente de e-mail gratuito e de código aberto, o Thunderbird vai finalmente lançar seu próprio serviço de e-mail completo. A novidade faz parte de uma estratégia para disputar espaço com gigantes como o Gmail, Outlook e até serviços mais voltados à privacidade, como ProtonMail […]

Google substitui chefe do Gemini após desempenho fraco

O Google anunciou uma mudança importante na liderança do Gemini: Sissie Hsiao deixou o comando do projeto e foi substituída por Josh Woodward, chefe do Google Labs. A decisão ocorre em um momento em que o Gemini ainda luta para competir com o ChatGPT, da OpenAI, e representa uma tentativa da empresa de recuperar sua […]O Google anunciou uma mudança importante na liderança do Gemini: Sissie Hsiao deixou o comando do projeto e foi substituída por Josh Woodward, chefe do Google Labs. A decisão ocorre em um momento em que o Gemini ainda luta para competir com o ChatGPT, da OpenAI, e representa uma tentativa da empresa de recuperar sua […]

Como as novas tarifas de Trump afetam o Google

O mercado financeiro americano está enfrentando um novo abalo após o presidente Trump anunciar, na noite de quarta-feira, uma série de tarifas que afetam praticamente todas as nações. A medida, que visa equilibrar o comércio exterior dos Estados Unidos, teve impacto imediato nas ações de gigantes da tecnologia, incluindo a Alphabet, controladora do Google. Nesta […]O mercado financeiro americano está enfrentando um novo abalo após o presidente Trump anunciar, na noite de quarta-feira, uma série de tarifas que afetam praticamente todas as nações. A medida, que visa equilibrar o comércio exterior dos Estados Unidos, teve impacto imediato nas ações de gigantes da tecnologia, incluindo a Alphabet, controladora do Google. Nesta […]

IA do Google apresenta notícia falsa de 1º de abril como fato real

Uma situação curiosa — e preocupante — chamou a atenção recentemente: uma matéria criada como brincadeira para o Dia da Mentira acabou sendo tratada como notícia real por uma ferramenta de inteligência artificial do Google. Ben Black, jornalista e criador do site local Cwmbran Life, publica todos os anos uma notícia falsa em tom de […]Uma situação curiosa — e preocupante — chamou a atenção recentemente: uma matéria criada como brincadeira para o Dia da Mentira acabou sendo tratada como notícia real por uma ferramenta de inteligência artificial do Google. Ben Black, jornalista e criador do site local Cwmbran Life, publica todos os anos uma notícia falsa em tom de […]

Google anuncia criptografia ‘de ponta a ponta’ no Gmail, mas há um detalhe importante

O Google revelou recentemente que está trazendo a criptografia de ponta a ponta (E2EE) para o Gmail, voltada para usuários corporativos. A novidade foi recebida com entusiasmo, mas um olhar mais atento revela que a implementação não segue exatamente o conceito tradicional de E2EE, onde apenas remetente e destinatário têm acesso ao conteúdo das mensagens. […]O Google revelou recentemente que está trazendo a criptografia de ponta a ponta (E2EE) para o Gmail, voltada para usuários corporativos. A novidade foi recebida com entusiasmo, mas um olhar mais atento revela que a implementação não segue exatamente o conceito tradicional de E2EE, onde apenas remetente e destinatário têm acesso ao conteúdo das mensagens. […]

Google acelera lançamentos de IA, mas relatórios de segurança ficam para trás

Mais de dois anos após ter sido surpreendido pela estreia do ChatGPT da OpenAI, o Google está correndo para recuperar o tempo perdido — e, ao que tudo indica, está conseguindo. Nos últimos meses, a empresa acelerou significativamente o lançamento de seus modelos de inteligência artificial da linha Gemini, colocando no mercado soluções cada vez […]Mais de dois anos após ter sido surpreendido pela estreia do ChatGPT da OpenAI, o Google está correndo para recuperar o tempo perdido — e, ao que tudo indica, está conseguindo. Nos últimos meses, a empresa acelerou significativamente o lançamento de seus modelos de inteligência artificial da linha Gemini, colocando no mercado soluções cada vez […]

Complexo aeronáutico em Guaíba deve iniciar operação até 2027

A implantação do complexo industrial-aeronáutico será gradual

O governador Eduardo Leite assinou, na segunda-feira (31), o termo de concessão da área destinada à implantação do Aerocentro Integrado de Tecnologia e Inovação (AeroCITI) pela Aeromot em Guaíba. A área, pertencente ao governo estadual, estava destinada originalmente à instalação de uma fábrica da Ford na década de 1990, mas que nunca foi materializada. No ato, a Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) também entregou a licença de instalação, que autoriza o início das obras, programado para o segundo semestre de 2025. Com o AeroCITI, o Rio Grande do Sul passará a ter também a cidade dos aviões, nos moldes da cidade dos data centers, que será implantada pela multinacional Scala Data Centers em Eldorado do Sul.

“O AeroCITI representa um passo importante para que o Rio Grande do Sul recupere o protagonismo na indústria aeronáutica, um setor que faz parte da nossa história. Estamos muito entusiasmados com esse empreendimento, que vai muito além da instalação de uma fábrica e se constitui em um vetor de desenvolvimento, inovação e geração de oportunidades. Estamos falando de investimentos que ultrapassam R$ 3 bilhões e que vão resultar na criação de 1,5 mil empregos ao longo das fases do projeto”, afirmou Leite.

A implantação do complexo industrial-aeronáutico será gradual, tendo a fábrica de aeronaves Diamond Aircraft DA62 como projeto âncora. O AeroCITI foi concebido com base no conceito de Aerotrópole Sustentável, que inclui infraestrutura aeroportuária (com pista de 1,8 mil metros), fábrica de aeronaves, hub de inovação, núcleo de combustível sustentável, bem como centros de logística, de manutenção, de formação e de abastecimento. Outras instalações industriais, serviços de apoio e FBO (empresa que fornece serviços de aviação em aeroportos) também integrarão o novo complexo.

O AeroCITI terá uma área total de 500 hectares e integração multimodal com aeroporto, conexão fluvial e rodoviária, oferecendo áreas de expansão para indústrias, centros de logística, formação e manutenção. A Aeromot planeja que o empreendimento comece a operar em 2027. Em dezembro do ano passado, a Assembleia Legislativa gaúcha aprovou a doação, com encargos, da área na qual será construído o complexo e que está localizada às margens da BR 116, na divisa do Arroio do Conde, em Guaíba. O complexo ficará a 20 quilômetros do aeroporto Salgado Filho pela BR-116 e a 48 quilômetros de distância do aeroclube do Rio Grande do Sul. Além disso, estará integrado às rodovias BR-116 e BR-290 e ao Rio Guaíba, permitindo conectividade fluvial com o Centro de Porto Alegre.

A implantação do complexo industrial-aeronáutico será gradual

A visão das federações de indústrias do Sul sobre as tarifas dos EUA

A dimensão que a medida impactará no setor ainda está sendo avaliada pela Fiep, pela Fiesc e pela Fiergs

As consequências da taxação de Trump chegarão ao Brasil, pois os Estados Unidos são o segundo parceiro comercial do país

A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de implementar o que considera tarifas comerciais recíprocas a outros países sobre impostos de importação, afetará as exportações do Brasil. Mas ainda é difícil dimensionar em que medida impactará na indústria gaúcha, avalia o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), Claudio Bier. “As informações ainda são muito iniciais, estamos procurando medir as consequências, mas é certo que este novo cenário nos obriga a superar os desafios e explorar as oportunidades que surgem, como do Mercosul com a União Europeia ou da ampliação da parceria com a China”, diz Bier. Os produtos brasileiros serão taxados em pelo menos 10%. As consequências da taxação de Trump chegarão ao Brasil, pois os Estados Unidos são o segundo parceiro comercial do país. “Há preocupação no caso de possível retaliação do Brasil e a configuração de uma guerra comercial, trazendo resultados ruins para todo o mundo, com redução do fluxo de comércio, menos negócios e tudo de ruim que ambientes de conflito trazem”, enfatiza Bier.

Para o presidente da Fiergs, um dos efeitos imediatos da decisão de Trump para o Brasil e o Rio Grande do Sul pode ser a redução no volume de exportações para os Estados Unidos, especialmente em setores integrados à indústria norte-americana. Atualmente, já há tarifas de 25% aplicadas a todas as importações de aço e alumínio, por exemplo, embora os efeitos diretos a indústria gaúcha sejam pouco expressivos. Mas, a elevação de custos para os consumidores americanos por conta das tarifas, pode dificultar cortes de juros nos Estados Unidos e encarecer insumos para a indústria brasileira, especialmente no Rio Grande do Sul. “O Brasil deve seguir pautado pelo diálogo, avaliando cada caso de forma pontual e buscando preservar uma postura negociadora com relação aos Estados Unidos”, conclui Bier.

A Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) aguarda a publicação oficial dos decretos e seus detalhamentos para se aprofundar na análise dos impactos que as novas taxações sobre importações de produtos brasileiros podem causar à indústria paranaense. Além disso, a Fiep intensifica as articulações que já vem fazendo junto a diferentes órgãos do governo federal e associações nacionais para que sejam ampliadas as negociações com a administração norte-americana. Uma das principais preocupações está relacionada ao setor da madeira do Paraná, que tem os Estados Unidos como principal destino de suas exportações. “A atuação da Fiep reflete a preocupação do setor industrial paranaense com os desafios impostos pelo novo cenário internacional e reforça a necessidade de medidas estratégicas para manter a competitividade da indústria local”, afirma o presidente do Sistema Fiep, Edson Vasconcelos. “A Fiep continuará acompanhando as negociações e promovendo ações que garantam o crescimento do setor de base florestal e de toda a indústria do Paraná”, completa.

Paralelamente às negociações, a Fiep também vem desenvolvendo ações para ampliar o market share de toda a indústria paranaense em novos mercados. A entidade tem promovido iniciativas para diversificar os destinos dos produtos paranaenses, explorando mercados na Europa e na Ásia, além de incentivar a industrialização de produtos derivados, agregando maior valor à produção local. Além disso, buscando novos caminhos no mercado norte-americano, a Fiep realizará uma missão internacional para Washington DC, no mês de maio, na qual se reunirá com lideranças do governo americano e de instituições de relevância para o comércio entre os dois países. Nas últimas semanas, em reuniões realizadas em Brasília, representantes do conselho temático de negócios internacionais da Fiep já expuseram suas preocupações a gestores do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), ressaltando a importância estratégica da madeira para a economia paranaense. O setor representa uma fatia significativa das exportações do estado para os Estados Unidos, o que torna a medida especialmente prejudicial às indústrias locais.

Posição favorável
O economista-chefe da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), Pablo Bittencourt, classifica o pacote anunciado pelo governo Trump como “um grande choque tarifário, com grande impacto na ordem econômica internacional nos últimos 60 anos”. No entanto, ele destaca que o Brasil foi relativamente poupado, com a menor alíquota entre os países afetados — 10%, com exceção dos automóveis, que terão tarifa de 25%. Essa posição favorável pode abrir espaço para os exportadores brasileiros conquistarem fatias de mercado, mesmo diante de uma possível retração na demanda norte-americana. Ele compara os critérios adotados pelos Estados Unidos, observando dois grupos principais de países: aqueles com superávit comercial, aliados estratégicos dos norte-americanos, que receberam tarifas intermediárias; e os mais alinhados à China, que enfrentaram taxas muito superiores, entre 30% e 46%. Na sua visão, o movimento visa conter o avanço do poder econômico do gigante asiático. No entanto, ele alerta que o próprio mercado norte-americano poderá sofrer no curto prazo com aumento de preços e queda da atividade econômica, cenário típico de estagflação.

Para o Brasil, os efeitos imediatos devem incluir valorização cambial e maior fluxo de investimentos, o que pode se refletir em ganhos na bolsa de valores. Mas o economista ressalta que os desdobramentos ainda são imprevisíveis e que o país precisará agir com rapidez e estratégia. “Será fundamental construir competências negociais entre setor público e privado para enfrentar esse ambiente turbulento e em transformação”, afirma. Ele também vê oportunidades geopolíticas: com o realinhamento de forças, alianças como a do Mercosul com a União Europeia devem ganhar tração. “O mundo entrou numa nova fase de disputas comerciais, e o Brasil precisa estar preparado para atuar com inteligência e visão de longo prazo”, sugere.

A Fiep, a Fiesc e a Fiergs participaram de uma reunião junto ao MDIC onde reforçou o pedido para que o governo intensifique as negociações sobre as taxações. As entidades solicitaram, também, que o governo brasileiro interceda para descaracterizar as exportações de madeira do Brasil como uma suposta ameaça à segurança nacional dos Estados Unidos. Esse é um dos principais argumentos utilizados pelos norte-americanos na investigação conduzida sob a Seção 232 da Trade Expansion Act, que aumenta o risco de aplicação de novas medidas protecionistas. De acordo com dados das Federações das Indústrias da região Sul, em 2024 os estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul exportaram juntos US$ 1,3 bilhão em produtos de madeira para os Estados Unidos. O Paraná lidera esse ranking, com 38,7% de suas exportações destinadas ao mercado norte-americano, seguido por Santa Catarina, com 37,2%, e o Rio Grande do Sul, com 5,7%. Os dados indicam, ainda, que nos anos de 2020 a 2024 o total de exportações dos três estados passou de U$ 7,5 bilhões. “A perda de mercado decorrente das taxações ou sanções previstas pode comprometer a continuidade de diversas empresas diretas deste segmento, mas também irá afetar gravemente a geração de empregos e toda a cadeia envolvida, desde a logística até a de produtos e serviços indiretos”, ressaltam as entidades. As Federações do Sul também participam de articulações junto à Coalizão Empresarial Brasileira (CEB), liderada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A CEB reúne empresas e entidades de setores da agricultura, indústria e serviços com o objetivo de acompanhar e influenciar as negociações de acordos comerciais.

A dimensão que a medida impactará no setor ainda está sendo avaliada pela Fiep, pela Fiesc e pela Fiergs

Rio Grande do Sul registra aumento de 4,9% no PIB em 2024

Resultado foi impulsionado pela agropecuária

Após a estiagem de 2023, lavouras de milho, soja e trigo tiveram recuperação no ano passado

Impulsionado pela recuperação da agropecuária, a economia do Rio Grande do Sul cresceu 4,9% em 2024, acima dos 3,4% registrados no Brasil. Os números do PIB estadual mostram que os resultados do campo, com alta de 35% na comparação com o ano anterior, favoreceram diretamente o crescimento. No caso dos outros dois grandes segmentos da economia, os serviços tiveram alta de 3,5%, enquanto a indústria apresentou oscilação negativa de 0,4% no mesmo período. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (3) pelo Departamento de Economia e Estatística (DEE), vinculado à Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG), e contou com a participação do governador Eduardo Leite, da titular da SPGG, Danielle Calazans, e dos técnicos do departamento.

Além do acumulado do ano, foram apresentados também os números do quarto trimestre. Nesse período, o Rio Grande do Sul teve alta de 1% no PIB em relação ao trimestre anterior, enquanto o país registrou oscilação de 0,2%. No período, a agropecuária apresentou queda de 4,9%, enquanto a indústria avançou 0,7% e os serviços cresceram 1,1%. “O resultado mostra a força da nossa economia e a capacidade de reação do nosso povo. O PIB é um número que traduz esforço coletivo. É fruto do trabalho de quem produz, empreende, investe e acredita no nosso Estado. Seguiremos avançando para que o crescimento chegue a todos, em todas as regiões do Rio Grande do Sul”, destacou Leite.

Após a estiagem de 2023, a recuperação na produção da soja (+43,8%) foi o principal destaque da agropecuária no acumulado de 2024. O segmento também registrou crescimento nas lavouras de milho (+13,9%) e trigo (+41,2%), enquanto o arroz (+0,3%) apresentou estabilidade na produção anual. A uva (-24,2%) e o fumo (-3,9%) tiveram queda na produção total. Em um ano impactado por eventos meteorológicos extremos no território gaúcho, a indústria apresentou oscilação negativa de 0,4%, influenciada pelo recuo de 2,5% da indústria de transformação, setor industrial mais representativo do segmento no Rio Grande do Sul. Os demais setores apresentaram resultados positivos, com alta em indústria extrativa (+3%), construção (+3,5%) e atividade de eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana (+11,5%).

Das 14 atividades da indústria de transformação, sete apresentaram alta – entre elas, a de produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (+16,8%), móveis (+11%) e celulose, papel e produtos de papel (+6,3%). Entre as principais baixas estão as de máquinas e equipamentos (-18,8%), bebidas (-13,2%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (-3,2%). Nos serviços, as sete atividades consideradas no cálculo do PIB tiveram desempenho positivo em 2024, com destaque para os números do comércio (+7,1%), outros serviços (+4,6%), serviços de informação (+3,8%) e transporte, armazenagem e correio (+3,6%).

Das dez atividades do comércio, as principais altas vieram nos setores de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (+11,4%), comércio de veículos (+10,7%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+10,8%), materiais de construção (+9,5%) e móveis e eletrodomésticos (+13,4%). “Os números demonstram que as políticas públicas – principalmente aquelas que foram feitas na emergência, no momento inicial da calamidade – foram efetivas. As medidas conseguiram produzir bons resultados, tanto no comércio quanto na indústria, sem reduzir o poder de compra da população naquele momento, que era bastante desafiador”, analisou Daniele.

Em 2024, o PIB gaúcho somou R$ 706,8 bilhões (6% do PIB nacional), e o PIB per capita registrou o valor de R$ 62.941, crescimento de 4,8% na comparação com 2023. Em comparação com o PIB per capita do Brasil, de R$ 55.247, o do Rio Grande do Sul foi 13,9% superior no ano passado. “Apesar dos impactos das enchentes de maio na economia, o PIB do Rio Grande do Sul cresceu acima da média nacional no ano. Esse resultado se deve principalmente à recuperação da safra agrícola, mas também ao aumento das vendas no comércio – impulsionado, em parte, por transferências de renda e pelo maior gasto privado na recomposição de bens, e à expansão da construção civil no segundo semestre do ano, estimulada por obras de reconstrução”, avalia o economista do DEE Martinho Lazzari.

Resultado foi impulsionado pela agropecuária

Petrobras ajusta preços de diesel para distribuidoras

A redução significa queda de 4,6% no preço atual

A Petrobras reajustou os preços do diesel no início de fevereiro, em 6,28% ou R$ 0,22 por litro, depois de ficar mais de um ano sem mudar os preços

A partir de terça-feira (1) a Petrobras reduzirá seus preços de venda de diesel A para as distribuidoras que passará a ser, em média, de R$ 3,55 por litro, uma redução de R$ 0,17 por litro. A redução significa queda de 4,6% no preço atual.

De acordo com a companhia, considerando a mistura obrigatória de 86% de diesel A e 14% de biodiesel para composição do diesel B vendido nos postos, a parcela da Petrobras na no preço ao consumidor passará a ser de R$ 3,05 /litro, uma redução de R$ 0,15 a cada litro de diesel B. Com o reajuste anunciado, a Petrobras reduziu, desde dezembro de 2022, os preços de diesel para as distribuidoras em R$ 0,94 por litro, uma diminuição de 20,9%. Considerando a inflação do período, essa redução é de R$ 1,45 por litro ou 29%.

A Petrobras reajustou os preços do diesel no início de fevereiro, em 6,28% ou R$ 0,22 por litro, depois de ficar mais de um ano sem mudar os preços. O valor também havia ficado mais caro devido ao reajuste do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Antes do aumento nos preços de fevereiro, a estatal havia reduzido o diesel em 7,4% no fim de dezembro de 2023.

A redução significa queda de 4,6% no preço atual

Brasil pode ganhar mercados com tarifaço de Trump

Segundo professor, acordo Mercosul–UE precisa ser aprovado

O acordo Mercosul–UE beneficiará a balança de serviços, além da comercial

A sobretaxação dos Estados de Unidos de 10% sobre os produtos brasileiros pode representar uma oportunidade de ganhos de mercado para o Brasil se o país souber negociar com outros parceiros comerciais. A avaliação é do economista e professor da Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Adalmir Marquetti. Ele defende a urgência da aprovação do acordo entre o Mercosul e a União Europeia (UE). “O processo de negociação é um ponto importante a ser levado. Tem de tentar uma retaliação em alguns produtos, mas também tem de haver uma negociação com outros países. Acho a viagem do presidente Lula para o Japão e para o Vietnã importante no sentido de buscar novos parceiros comerciais, de intensificar nossas relações com esses países que estão crescendo, estão se tornando importantes na economia mundial”, opina.

Para Marquetti, o acordo Mercosul–UE tem importância estratégica para amenizar o impacto da decisão do governo de Donald Trump. Segundo ele, o acordo não beneficiará apenas a balança comercial, mas também a de serviços, em que o Brasil importa muito mais do que exporta e consome cerca de 40% do superávit comercial. “Certamente, [a sobretaxação de Trump] abre um espaço de negociação e de busca de novos parceiros comerciais. Inclusive o acordo do Mercosul com a União Europeia, esse é o momento de implementar. Esse acordo, de buscar as novas parcerias do Brasil que envolvam tanto a balança de bens e de serviços. Temos uma balança comercial bastante positiva, mas a nossa balança de serviços, no caso brasileiro, é negativa”, disse o professor.

O especialista lembra ainda que a decisão dos Estados Unidos abrange apenas as importações de bens, não de serviços. Isso porque o país é um dos maiores exportadores de serviços do planeta, principalmente de serviços tecnológicos e audiovisuais. O professor afirma ainda que o Brasil, como uma das maiores economias do planeta, tem espaço para ocupar o mercado mundial à medida que outros países retaliarem os Estados Unidos. Ele, no entanto, recomenda que o processo não ocorra apenas com produtos agrícolas e minerais, mas abranja produtos de maior valor agregado.

“O Brasil tem um espaço para ocupar o mercado mundial, inclusive o espaço que os outros países, ao responderem aos Estados Unidos, deixarem de comprar. No caso da China, os chineses já estão comprando mais produtos agrícolas brasileiros. E aqui tem um ponto importante: como a gente pode aproveitar essa crise mundial, com origem nas tarifas nos Estados Unidos, para melhorar a nossa pauta de exportação? Para a gente, exportar também mais produtos industriais e com maior valor adicionado na economia nacional”, conclui.

Com ABR

Segundo professor, acordo Mercosul–UE precisa ser aprovado

Paraná lança fundo inédito no Brasil para financiar até R$ 2 bilhões ao agronegócio

FIDC Agro Paraná oferecerá crédito atrativo para que produtores rurais vinculados às cooperativas paranaenses possam ampliar as suas atividades

A criação do fundo busca aproveitar dois dos principais potenciais econômicos do Paraná, que são a força da agroindústria e o modelo produtivo cooperativista

O governador Carlos Massa Ratinho Junior lançou nesta quinta-feira (3) na B3, em São Paulo, um projeto inédito no Brasil para o financiamento do agronegócio. O Fundo de Investimento em Direitos Creditórios nas Cadeias Produtivas do Agro (FIDC Agro Paraná) é o primeiro instrumento de crédito voltado ao agronegócio criado por uma unidade da federação e deverá alavancar aproximadamente R$ 2 bilhões para financiar a expansão das atividades de produtores agrícolas vinculados a cooperativas e empresas integradoras nos 399 municípios paranaenses. O FIDC Agro Paraná funcionará como uma espécie de ‘guarda-chuva’, sob o qual as cooperativas instaladas no estado e empresas integradoras poderão participar, por meio da criação de outros fundos vinculados, e oferecer condições facilitadas de financiamento aos cooperados e integrados para a compra de máquinas, equipamentos, sistemas de irrigação e logística.

O governo estadual entrou inicialmente com um aporte de R$ 150 milhões por meio da Fomento Paraná, instituição financeira responsável pela formatação do fundo, que já dispõe de outros R$ 200 milhões para alavancar fundos da mesma natureza. A iniciativa foi desenvolvida para oferecer uma alternativa de financiamento ao Plano Safra e de outros recursos destinados ao crédito rural, que têm se mostrado insuficientes para atender a toda a demanda nacional e no próprio Estado. Diferentemente do programa federal, cuja maior parte dos recursos são usados para custeio e comercialização da produção, o FIDC Agro Paraná será focado na oferta de crédito para melhorias e ampliação das atividades agrícolas.

Segundo o governador, a criação do fundo busca aproveitar dois dos principais potenciais econômicos do Paraná, que são a força da agroindústria e o modelo produtivo cooperativista. “Com a ampliação da oferta de crédito, queremos estimular os investimentos em áreas que são a vocação do Paraná, tanto é que já temos quatro cooperativas que estão preparando os seus fundos, além da sinalização de outros segmentos do setor que já demonstraram interesse em aderir”, afirmou. Ele esclareceu que os aportes do Governo do Estado por meio da Fomento Paraná buscam equalizar os juros dos futuros financiamentos, e que toda a gestão do fundo será privada. “Quem definirá os investimentos que serão feitos será o setor produtivo. O que o Estado definiu foram algumas regras para incentivar a cadeia econômica, como a preferência pela aquisição de produtos feitos no Paraná”, acrescentou. A expectativa é de que, conforme a iniciativa avance com a atração de mais investidores, o Executivo Estadual possa fazer novos aportes para multiplicar os investimentos em todas as regiões produtivas do Paraná. “O governo estadual dispõe no total de R$ 2 bilhões, o que pelos nossos cálculos podem gerar uma alavancagem de até R$ 14 bilhões em investimentos totais para o agronegócio na medida em que o projeto se consolide”, concluiu o governador.

Gestão financeira
Além de ser a principal cotista nesta etapa do processo, a Fomento Paraná atuará como o braço do Estado na definição das políticas de aplicação de recursos do fundo. A participação dela é limitada a 20% dos recursos totais aplicados, sendo o restante oriundo da iniciativa privada e de outros investidores qualificados, incluindo as próprias cooperativas. A gestão do FIDC Agro Paraná será feita pela Suno Asset, escolhida por meio de chamada pública da Fomento Paraná. Pertencente ao Grupo Suno, a gestora possui mais de R$ 1,5 bilhão sob sua gestão, sendo mais de R$ 500 milhões investidos no agronegócio, e trabalhará para atrair mais investidores privados ao novo fundo.

“O Paraná é o primeiro estado a ter um instrumento de crédito deste tipo, em um arranjo que também envolve as cooperativas e empresas integradoras paranaenses e uma empresa gestora, que buscarão no mercado outros investidores para alavancar o negócio”, destacou o presidente da Fomento Paraná, Claudio Stabile. O foco inicial será nas cooperativas e empresas integradoras paranaenses, que possuem uma estrutura financeira e administrativa mais robusta, e a partir da consolidação do Fundo, diversas outras cooperativas e integradoras poderão ser atendidas. O acesso aos recursos pelos produtores rurais cooperados e integrados será definido em uma segunda etapa e os critérios seguirão o regramento definido pela Fomento Paraná e pela Suno Asset. “É mais uma vertente de crédito que se abre para o agronegócio paraense com uma taxa de juros e formas de amortização muito atrativas, em que as cooperativas e integradoras também poderão ganhar como investidoras do próprio fundo”, pontuou o presidente da Fomento Paraná.

Além dos investimentos serem feitos exclusivamente no Paraná via cooperativas e integradoras, o regulamento do fundo também prevê que os produtos e serviços a serem financiadas com recursos do fundo sejam prioritariamente adquiridos de empresas instaladas no Paraná. “A ideia principal é que os implementos, máquinas e equipamentos sejam preferencialmente produzidos no Paraná, criando um ciclo virtuoso de geração de emprego, renda e aumento da arrecadação”, argumentou o presidente da Fomento Paraná. Uma das motivações para a criação do FIDC Agro Paraná foi aproveitar o potencial das cooperativas paranaenses, que segundo o governador são um dos principais ativos econômicos estaduais. Atualmente, há 226 cooperativas atuantes no Paraná, das quais 16 figuram entre as 500 maiores empresas do Brasil e 11 entre as maiores cooperativas agroindustriais do mundo. Em 2024, as cooperativas paranaenses tiveram um faturamento de R$ 205,7 bilhões, segundo dados do Sistema Ocepar. Com o aumento da produção e o retorno dos investimentos agroindustriais feitos nos últimos anos, a expectativa é que esta movimentação chegue a R$ 300 bilhões até 2026 e a R$ 500 bilhões em 2030.

FIDC Agro Paraná oferecerá crédito atrativo para que produtores rurais vinculados às cooperativas paranaenses possam ampliar as suas atividades

BRDE supera R$ 21,5 bilhões em carteira de crédito

Resultado reforça posição do banco como segunda maior instituição de fomento do país

BRDE manteve o índice extremamente baixo de inadimplência

Após fechar 2024 muito próximo dos R$ 6 bilhões (R$ 5,9 bilhões) em novos financiamentos, o maior volume já registrado desde sua fundação, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) superou a marca de R$ 21,5 bilhões no saldo de operações de crédito, com crescimento de 20,6% na comparação ao ano anterior. Com essa forte expansão da sua carteira, o ativo total do banco registrou um avanço ainda mais expressivo, de 21,3%, chegando a R$ 25,6 bilhões. Os números consolidam o BRDE como a segunda maior instituição de fomento do país, atrás apenas do BNDES, e a maior em termos de atuação regional.

Os resultados constam do balanço financeiro divulgado nesta segunda-feira (31) e indicam que o lucro líquido do banco fechou em R$ 472,5 milhões, representando uma redução de 8,6% em comparação a 2023. Mesmo assim, trata-se do segundo melhor resultado operacional da série histórica, impactando num crescimento de 9,6% no patrimônio líquido (R$ 4,9 bilhões), o que permite maior capacidade financeira para novas captações de recursos e novas linhas de crédito. “Diante de um ano de enormes desafios, desde o esforço para viabilizar um volume tão expressivo em novos financiamentos e passando pela urgência em apoiar os setores mais afetados pelos desastres climáticos, os resultados são positivos em todos os aspectos. Mas acima de tudo, reforçam o nosso papel estratégico para o crescimento da economia em todo o Sul do Brasil”, destacou o diretor-presidente do BRDE, Ranolfo Vieira Júnior.

Outro indicador positivo que demonstra a gestão sólida e que está expresso no balanço, prossegue o presidente, está na manutenção do índice extremamente baixo de inadimplência, que ficou em 0,64%, mesmo patamar do ano anterior. “Sinaliza que o banco oferece crédito, mas igualmente presta assessoria para que o projeto financiado tenha êxito”, acrescentou. Ranolfo lembra ainda que no ano passado o BRDE prorrogou o pagamento de parcelas por parte das empresas atingidas pelas enchentes, justamente para garantir a retomada das atividades e preservar empregos.

Além de seguir operando em parceria com as principais instituições financeiras internacionais, um destaque, a partir da política de diversificação de fundings, foi a captação de recursos no mercado de capitais. A partir de 2024, o BRDE passou a operar através das Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), das Letras Financeiras (LF) e das Letras de Crédito de Desenvolvimento (LCD), alcançando investidores do varejo por meio de corretoras e gestoras de ativos. Ao todo, foram R$ 683,7 milhões captados através dos títulos de renda fixa, com o BRDE sendo pioneiro como a primeira instituição do país a realizar a emissão de LCD. Como principal parceiro, o Sistema BNDES respondeu por 52,7% dos recursos destinados a novos financiamentos ao longo do ano passado. Já as contratações com recursos de parcerias internacionais representaram 11,6% do total.

Resultado reforça posição do banco como segunda maior instituição de fomento do país

Preocupação com inflação aumenta entre brasileiros

Por outro lado, sete em cada dez entrevistados estão satisfeitos com a vida pessoal

A opinião de que a inflação aumentou nos últimos seis meses é igual ou superior a 85% é generalizada e abrange todas as regiões

O brasileiro começou o ano de 2025 mais preocupado com a inflação e com o aumento do custo de vida. A percepção de que os preços estão em elevação saltou de 74% em setembro de 2024 (última edição em que a pergunta havia sido feita) para 89% agora, o maior percentual em mais de dois anos. A opinião de que a inflação aumentou nos últimos seis meses é igual ou superior a 85% é generalizada e abrange todos os estratos sociodemográficos e regiões brasileiras.

Alimentos e outros produtos do abastecimento doméstico consolidam-se no primeiro lugar entre os itens mais impactados pela inflação. Algumas alterações foram observadas entre setembro e março como de maior peso na inflação: 74% indicam alimentos e outros produtos do abastecimento doméstico, 4 pontos a mais que na onda anterior (70%). O preço dos combustíveis assumiu a segunda posição entre os itens mais afetados (31%), à frente de saúde e medicamentos, agora em terceiro lugar (30%). Os dados são revelados pela sétima edição da Pesquisa Radar Febraban, realizada entre os dias 19 e 21 de março com 2 mil pessoas em todo o país. O levantamento mostra que, por outro lado, a percepção com relação à vida pessoal e familiar se mostra praticamente estável em comparação a dezembro de 2024, com 72% de respostas para “satisfeito” ou “muito satisfeitos”.

Segundo a pesquisa, 80% dos brasileiros avaliam que nesse primeiro trimestre sua vida pessoal e familiar ou melhorou (41%) ou ficou igual (39%). Esse balanço representa um retorno aos patamares de abril de 2024 (melhorar: 41%; ficar igual: 41%) e abril de 2023 (melhorar: 41%; ficar igual: 38%), revelando uma tendência para esse período do ano. “As notícias sobre a economia, marcadas no primeiro trimestre por temas como aumento da inflação e da taxa de juros, revisão para baixo das previsões de crescimento do PIB e possível impacto das políticas comerciais dos Estados Unidos sob o novo governo de Donald Trump, trouxeram incertezas para os brasileiros e impactaram as expectativas em relação ao Brasil no decorrer do ano”, aponta o sociólogo e cientista político Antonio Lavareda, presidente do conselho científico do Ipespe. A Pesquisa Radar Febraban é realizada trimestralmente pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) e mapeia a percepção e expectativa da sociedade sobre a vida, aspectos da economia e prioridades para o país.

Por outro lado, sete em cada dez entrevistados estão satisfeitos com a vida pessoal

Semana das vendas recorrentes da PipeRun tem mais de 20 especialistas confirmados

Evento online e gratuito acontece nos dias 15, 16 e 17 de abril

De acordo com o Chief Revenue Officer da CRM PipeRun, Fausto Reichert, o conteúdo do evento foi pensado para ajudar empresas e profissionais a superar as barreiras de um ano desafiador

Os desafios de metas, vendas e crescimento das empresas são alguns temas que serão debatidos na semana das vendas recorrentes, evento organizado pela PipeRun, que reunirá executivos de tecnologia, marketing e comunicação em talks sobre as melhores estratégias e práticas para vender e atingir metas. Serão três dias de discussões com a participação de mais de 20 especialistas de grandes empresas atuantes no Brasil.

O head de vendas da Oracle, Andrey de Oliveira e o head de parcerias e vendas da Asaas, Rafael Souza são alguns dos nomes confirmados para o evento. Os dois executivos participarão do painel de abertura da semana das vendas recorrentes, que tem como tema central as vendas corporativas B2B. Além deles, Matheus Lopes da V4 Company, Leonardo de Paula da Gupshup, Thais Sterenberg da Elephan e Vinícius Bento da CustomerX também participarão dos painéis com assuntos relacionados a todo o funil de vendas, desde a captação de leads ao sucesso do cliente.

A semana das vendas recorrentes é uma iniciativa da PipeRun e acontece em formato online e gratuito nos dias 15, 16 e 17 de abril. Os painéis serão distribuídos em quatro horários diários, às 9h, às 11h, às 14h e às 17h, com espaço para abertura de perguntas entre os participantes. As inscrições para a semana das vendas recorrentes, que são gratuitas, podem ser feitas na página do evento, que também traz o cronograma completo e a lista de palestrantes confirmados.

De acordo com o Chief Revenue Officer da CRM PipeRun, Fausto Reichert, o conteúdo do evento foi pensado para ajudar empresas e profissionais a superar as barreiras de um ano desafiador. “Convidamos executivos experientes de empresas referências, que vão abordar assuntos relacionados a vendas e tecnologias que otimizam o processo comercial, trazendo, principalmente, suas atividades e ações práticas, erros e acertos de quem entende o mercado e faz suas empresas crescerem continuamente. Queremos levar conteúdo educativo para ajudar empresas a venderem mais e melhor”, destaca.

Evento online e gratuito acontece nos dias 15, 16 e 17 de abril