Archives Abril 2025

Google envolvido em projeto de vigilância com IA na fronteira dos EUA, aponta investigação

Uma investigação do site The Intercept revelou que o Google está envolvido em um projeto do governo dos Estados Unidos para modernizar torres de vigilância na fronteira com o México, utilizando inteligência artificial. O objetivo é transformar o monitoramento tradicional em um sistema automatizado capaz de identificar pessoas e veículos sem a necessidade de supervisão […]Uma investigação do site The Intercept revelou que o Google está envolvido em um projeto do governo dos Estados Unidos para modernizar torres de vigilância na fronteira com o México, utilizando inteligência artificial. O objetivo é transformar o monitoramento tradicional em um sistema automatizado capaz de identificar pessoas e veículos sem a necessidade de supervisão […]

Google vai limitar a bateria do Pixel 9a automaticamente — e você não poderá desativar

O Google está preparando uma novidade para o futuro Pixel 9a que promete dividir opiniões: um novo recurso chamado Battery Health Assistance, ou “Assistente de Saúde da Bateria”, será ativado automaticamente nos aparelhos para preservar a saúde da bateria ao longo dos anos. A medida visa acompanhar o suporte prolongado de atualizações do Android (agora […]O Google está preparando uma novidade para o futuro Pixel 9a que promete dividir opiniões: um novo recurso chamado Battery Health Assistance, ou “Assistente de Saúde da Bateria”, será ativado automaticamente nos aparelhos para preservar a saúde da bateria ao longo dos anos. A medida visa acompanhar o suporte prolongado de atualizações do Android (agora […]

Após retaliação da China, Trump diz que sua política não mudará

Bolsas despencam, OMC prevê queda no comércio e Fed vê inflação maior

Trump também desafiou o presidente do Fed a cortar os juros básicos da economia do país

Enquanto as bolsas em todo o mundo despencam com a intensificação da guerra de tarifas após a retaliação da China, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (4) que sua política “nunca mudará” e provocou que a China estaria em pânico. “Para os muitos investidores que estão chegando aos Estados Unidos e investindo grandes quantidades de dinheiro, minhas políticas nunca mudarão. Este é um ótimo momento para ficar rico, mais rico do que nunca!!!”, escreveu Trump, em uma rede social. Em outra postagem, logo em seguida, o presidente norte-americano disse que a China errou ao retaliar.

“A China jogou errado, eles entraram em pânico. A única coisa que não podem se dar ao luxo de fazer!”, escreveu. Após anunciar tarifas de importação para todos os parceiros comerciais, com taxas de 34% para China, o governo de Pequim adotou uma série de medidas de retaliação, com igual taxação de 34% das importações de produtos estadunidenses. Além disso, a China anunciou a restrição para exportação de minerais raros, chamados terras raras, além da proibição de comércio com 16 empresas dos Estados Unidos. Em uma entrevista publicada na mesma rede social, o presidente dos Estados Unidos reforçou que está no caminho certo. “Tudo indo muito bem. Você verá como isso vai acabar, nosso país terá um boom”, anunciou Trump.

As medidas fizeram as bolsas em todo o mundo despencar. Os três principais índices de ações norte-americanos – o S&P 500 (-4,5%), o Nasdaq (-4,6%) e o Dow Jones (-4,0%) – registravam quedas no início da tarde de hoje. Em nota publicada na quinta-feira (3), antes do anúncio de retaliação do governo chinês, a Organização Mundial do Comércio (OMC) previu que o tarifaço instituído pelos Estados Unidos levaria a uma retração de 1% nos volumes globais de comércio este ano, resultado que é 4 pontos percentuais inferior à previsão anterior, que calculava um crescimento de 3% no comércio internacional. “Medidas comerciais dessa magnitude têm o potencial de criar efeitos significativos de desvio comercial. Apelo aos membros [da OMC] para que administrem as pressões resultantes de forma responsável para evitar que as tensões comerciais proliferem”, afirmou Ngozi Okonjo-Iweala, diretora geral da OMC.

Enquanto isso, o presidente do Banco Central dos EUA (Fed), Jorome Powell, alertou que as tarifas de Trump podem aumentar a inflação e reduzir o crescimento econômico. “Embora a incerteza permaneça elevada, agora está ficando claro que os aumentos de tarifas serão significativamente maiores do que o esperado. O mesmo provavelmente será verdade para os efeitos econômicos, que incluirão maior inflação e crescimento mais lento”, comentou Powell. Por outro lado, o presidente Trump desafiou o presidente do Fed a cortar os juros básicos da economia do país. “Este seria um momento perfeito para o Presidente do Fed, Jerome Powell, cortar as Taxas de Juros. Ele está sempre ‘atrasado’, mas agora ele pode mudar sua imagem, e rapidamente. Corte as taxas de juros, Jerome, e pare de brincar de política!”, escreveu Trump também nesta sexta em uma rede social.

Com ABR

Bolsas despencam, OMC prevê queda no comércio e Fed vê inflação maior

Banco Mercantil amplia presença física no Sul

Paraná e Santa Catarina receberão o maior número de agências

Mercantil prevê a abertura de 23 novas unidades em diversas cidades do país até o próximo mês

Com a inauguração de novos pontos de atendimento, incluindo as primeiras unidades na região Sul, o Banco Mercantil leva em frente seu plano de expansão. A iniciativa faz parte de um projeto iniciado no ano passado, que prevê a abertura de 23 novas unidades em diversas cidades do país até o próximo mês. Neste ano, já foram inaugurados pontos físicos em São Paulo (SP), Curitiba (PR) e Florianópolis (SC). No Sul, os estados do Paraná e Santa Catarina foram os principais beneficiados.

No Paraná, as cidades de Londrina, Apucarana, Umuarama, Ponta Grossa, São José dos Pinhais, Foz do Iguaçu, Cascavel, Guarapuava e Toledo contarão com um ponto físico do Banco Mercantil. Já em Santa Catarina, Itajaí, Criciúma, São José, Tubarão, Chapecó, Jaraguá do Sul e Blumenau também serão contempladas. Além disso, no Rio Grande do Sul, a cidade de Pelotas receberá a primeira unidade do banco no estado.

O Mercantil tem se destacado na ampliação de sua atuação em regiões onde ainda não possui presença física, priorizando localidades que não estão vinculadas a leilões de benefícios, como o INSS. O objetivo é oferecer um atendimento especializado para aposentados e pensionistas, com serviços financeiros diferenciados e adaptados às necessidades desse público. Atualmente, a instituição conta com mais de 300 pontos de atendimento distribuídos em cerca de 250 cidades do país. Com a expansão anunciada, o Banco Mercantil passará a ter presença física em 24 estados.

Paraná e Santa Catarina receberão o maior número de agências

Pinhão Hub de Curitiba completa um ano de promoção de negócios e inovação

Em um ano, o Pinhão Hub somou 34 empresas residentes que, juntas, faturam R$ 15 bilhões

Inaugurado em março de 2024, o Pinhão Hub ocupa o prédio central do complexo Engenho da Inovação, instalado em 2017 na construção que já abrigou um moinho

Teve bolo, brinde, música e casa cheia. O primeiro aniversário do Pinhão Hub, no Rebouças, foi comemorado na quinta-feira (3), com a participação de quem faz evoluir o Vale do Pinhão, o ecossistema de inovação de Curitiba. O prefeito Eduardo Pimentel, ao lado do vice-prefeito e secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Inovação, Paulo Martins, e do presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, Dario Paixão, abriu a comemoração. “Obrigado a todos os CEOs que investem aqui, por acreditarem em Curitiba e na Região Metropolitana e nos ajudarem a manter a cidade acelerando. Queremos, cada vez mais, trazer investimentos para Curitiba. É assim que queremos a nossa cidade: pulsando e vivendo. Utilizem esse espaço aqui cada vez mais, é de vocês”, afirmou Pimentel. A festa foi a céu aberto, no terceiro andar da edificação, que já se consolidou como coração do ecossistema, por reunir as principais iniciativas de empreendedorismo e inovação de Curitiba, tornando-se um dos principais hubs do setor no país. No evento, Eduardo Pimentel e Paulo Martins assinaram o Novo Pacto do Vale do Pinhão, formalizando a adesão da Prefeitura e da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Inovação (SMDEI) à governança do ecossistema.

Inaugurado em março de 2024, o Pinhão Hub ocupa o prédio central do complexo Engenho da Inovação, instalado em 2017 na construção que já abrigou um moinho. A criação do Engenho foi o pontapé inicial no processo de revitalização pela qual o bairro Rebouças está passando, atraindo novos empreendimentos imobiliários e outras instalações voltadas à inovação e novas ideias na cidade. Em um ano, o Pinhão Hub somou 34 empresas residentes que, juntas, faturam R$ 15 bilhões. Nesse período, recebeu 110 eventos de networking, conexão, capacitação empreendedora e profissional, materializando projeto da prefeitura, da Agência Curitiba e da SMDEI de manter um endereço permanente para as conexões do segmento na capital.

O presidente da Agência Curitiba, Dario Paixão, destacou que o Pinhão Hub não é um coworking. Em seus 1,2 mil metros quadrados, em três andares, o local oferta mais do que 158 posições de trabalho às empresas: é o espaço propício para novos negócios, a integração das grandes e pequenas empresas, principalmente daquelas que inovem. “O Pinhão Hub é um sonho que se transformou em realidade. Há um ano, o prefeito Eduardo Pimentel disse que a inauguração foi uma semente para a revitalização do Rebouças, que foi o setor mais importante industrial de Curitiba. Hoje celebramos este primeiro ano de sucesso”, destacou Paixão. Atualmente, o Pinhão Hub também é a sede da Agência Curitiba, responsável por gerenciar e realizar ações e programas ligados à inovação, empreendedorismo e tecnologia da Prefeitura.

Espaço Electrolux
A comemoração também marcou a inauguração do Espaço Electrolux Group, no terceiro andar do prédio, dando vida nova ao auditório, por meio da contrapartida via naming rights, além de ter equipado as copas do térreo e 1ª andar com eletroeletrônicos. “Somos uma empresa que começou inovando e temos plena consciência da importância da inovação. Parabéns à prefeitura e a todos que idealizaram o projeto. É uma ideia fantástica, principalmente em um lugar como este, recuperando o antigo, dando valor à tradição da cidade”, congratulou o CEO do Electrolux Group, Electrolux Group América Latina, Leandro Jasiocha.

Em um ano, o Pinhão Hub somou 34 empresas residentes que, juntas, faturam R$ 15 bilhões

China retalia EUA com tarifas de 34% e restrição a minerais raros

Medida deve entrar em vigor a partir da próxima quinta-feira

China pediu ainda que os Estados Unidos cancelem imediatamente suas medidas tarifárias unilaterais e resolvam as diferenças comerciais por meio de consultas de maneira igualitária

A China anunciou nesta sexta-feira (4) que vai impor tarifas de 34% sobre os produtos dos Estados Unidos a partir da próxima quinta-feira (10), mesmo patamar das taxas impostos nesta semana pelo presidente Donald Trump contra as importações chinesas. Além disso, o governo chinês anunciou restrições para exportação de minerais raros, conhecidos como terras raras, e proibiu a exportação de itens de “dupla utilização”, civil e militar, para 16 empresas estadunidenses, medidas vistas também como retaliação ao tarifaço de Trump. O anúncio chinês ocorre dois dias após os Estados impor tarifas de 34% sobre todas as importações chineses, agravando a guerra comercial iniciada pelo país norte-americano. Em razão da retaliação chinesa, o dólar tem subido na manhã desta sexta, enquanto a B3 sofre um forte revés. O cenário é o mesmo em várias bolsas ao redor do mundo.

Após anunciar a taxação de 34%, a Comissão Tarifária do Conselho de Estado da China pede ainda que os Estados Unidos cancelem imediatamente suas medidas tarifárias unilaterais e resolvam as diferenças comerciais por meio de consultas de maneira igualitária, respeitosa e mutuamente benéfica. O governo chinês argumenta que a prática norte-americana não está de acordo com as regras do comércio internacional e prejudica os interesses da China. “É uma prática típica de intimidação unilateral que não apenas prejudica os próprios interesses dos EUA, mas também coloca em risco o desenvolvimento econômico global e a estabilidade da cadeia de produção e fornecimento”, acrescentou.

Ainda nesta sexta, o Ministério do Comércio da China anunciou restrições para certos itens relacionados a minerais raros, conhecidos como terras raras, de valor estratégico para indústrias de alta tecnologia. “As medidas, que entram em vigor imediatamente, visam proteger melhor a segurança e os interesses nacionais e cumprir a não proliferação e outras obrigações internacionais”, disse um porta-voz do Ministério do Comércio, segundo agência de notícias chinesa Xinhua. A terceira medida anunciada proibiu exportações para 16 entidades dos Estados Unidos de materiais que possam ser usados nos setores civis e militares “para salvaguardar a segurança e os interesses nacionais”.

As medidas são uma dura resposta de Pequim à Washington capazes de prejudicar a base política e eleitoral de sustentação de Trump, na avaliação do especialista em China e o professor de Economia da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Elias Jabbour. “É uma paulada. Até então, a China vinha respondendo de forma pontual. Esse novo tarifaço tem capacidade muito grande de mexer com os interesses das empresas americanas que operam na China. Quase todas elas operam na China e dependem do mercado chinês para ter lucro”, afirma. Jabbour acrescenta que o tarifaço deve provocar pressão inflacionária, “algo que o Trump não tem muita capacidade de controlar no curto prazo”. O economista lembrou ainda que os estadunidenses dependem dos minerais de terras raras, que são usados para fazer chips e outros equipamentos de alta tecnologia. “A China exporta muitas terras raras para os Estados Unidos. Então, tem esse impacto. Por isso que o Trump quer a Ucrânia, a Groelândia”, aponta Jabbour.

Com ABR

Medida deve entrar em vigor a partir da próxima quinta-feira

Grupo Argenta lança nova marca para fortalecer presença no Centro-Oeste e no Sudeste

Estratégia é expandir as fronteiras de atuação para além da região Sul

A partir destes negócios, o ecossistema amplia sua presença territorial no mercado de distribuição de combustíveis, expandindo para outros estados, como Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás e Mato Grosso, bem como, reforçando sua atuação em São Paulo

O Grupo Argenta, com sede em Flores da Cunha (RS), anuncia a chegada da Nexta, sua 11ª empresa. A Nexta já nasce tendo sob sua gestão diferentes operações, entre elas a distribuição de combustíveis adquirida da empresa francesa TotalEnergies — que conta com uma rede de cerca de 240 postos, filiais de TRR (Transportador – Revendedor – Retalhista) e bases de armazenamento. A aquisição dos ativos de distribuição de combustíveis da TotalEnergies no Brasil é um movimento recente, realizado pela Argenta no segundo semestre de 2024, em uma operação aprovada pela superintendência-geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em novembro último. A Argenta contou com a Bateleur como assessor financeiro exclusivo para estruturar a transação.

A partir destes negócios, o ecossistema amplia sua presença territorial no mercado de distribuição de combustíveis, expandindo para outros estados, como Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás e Mato Grosso, bem como, reforçando sua atuação em São Paulo. Desta forma, o grupo consolida sua expansão, em um plano de crescimento iniciado em 2018 e que vem sendo executado nos últimos anos. A nova empresa tem seu escritório sediado no Vila Olímpia Corporate, em São Paulo (SP), espaço que abriga as áreas de marketing, comercial, finanças, planejamento, supply, logística e engenharia. A organização também tem operação em Araxá (MG) que contará com a atividade de profissionais focados, principalmente, na operação.

“A abertura da Nexta é a consolidação do sonho de expandir as fronteiras de atuação para além dos estados da região Sul, movimento que iniciou quando a Sim Distribuidora licenciou postos da marca Petronas e abriu lojas de conveniência Yes. Com quase 40 anos de existência, a Argenta está preparada para este importante passo que é desbravar novos mercados. Nosso conhecimento de décadas no ramo de combustíveis nos dão a certeza de que este é o momento de escrevermos um novo capítulo da nossa história, assumindo posição de destaque entre as maiores distribuidoras de combustíveis do Brasil”, afirma Neco Argenta, presidente do conglomerado.

Com este movimento, a Argenta, através da nova marca, prevê agregar a distribuição de mais de 1 bilhão de litros de combustíveis ao ano em seu ecossistema. Também atenderá uma rede de mais de 400 postos em sua nova área de atuação ainda neste ano. A Argenta é a 35ª maior empresa da região e também a 14ª maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link).

Estratégia é expandir as fronteiras de atuação para além da região Sul

Novo Hamburgo lança Aliança para Inovação

Iniciativa tem como inspiração modelos de sucesso, como o Tratado de Inovação Catarinense

Município pretende se tornar referência nacional em tecnologia e inovação até 2028

Novo Hamburgo avança rumo ao futuro com o lançamento, na tarde desta quinta-feira (3), da Aliança para Inovação, um pacto que reúne empresas, universidades, centros de pesquisa e o setor público para fortalecer o ecossistema de inovação, tecnologia e empreendedorismo da cidade. A cerimônia ocorreu no Centro de Inovação e Tecnologia (CIT) de Novo Hamburgo e contou com a presença de autoridades, empresários e representantes do setor acadêmico. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo (SMDEIT), tem como inspiração modelos de sucesso, como o Tratado de Inovação Catarinense, e busca impulsionar a economia local, gerar empregos qualificados e atrair investimentos para a cidade. Entre seus principais objetivos estão a desburocratização de processos, a adoção de novas tecnologias e a qualificação profissional, além da criação de um ambiente virtual integrado que conectará empreendedores e investidores.

A Aliança para Inovação Novo Hamburgo já começa com um marco importante: a ativação do Centro de Inovação e Tecnologia (CIT) e o lançamento do programa CIT 360, desenvolvido pelo Sebrae RS. Esse programa trará uma série de eventos e atividades ao longo de 2025, consolidando a cidade como um polo de inovação e empreendedorismo. A Aliança para Inovação já conta com a participação de importantes organizações locais, como Unimed Vale dos Sinos, Universidade Feevale, Fundação Liberato, Cigam, Sicredi Pioneira, Sebrae e ACI, entre outras. A primeira ação da Aliança foi a ativação do Centro de Inovação e Tecnologia (CIT), com o lançamento do programa CIT 360, liderado pelo Sebrae RS. O programa conta com eventos ao longo do ano, incluindo workshops, rodadas de negócios, hackathons, pitch days para startups e debates sobre inteligência artificial e Indústria 4.0. A agenda culminará em um summit, um evento de grande porte, consolidando a cidade como referência em inovação e tecnologia.

O Centro de Inovação e Tecnologia de Novo Hamburgo
Inaugurado em outubro de 2024, o CIT visa impulsionar a inovação e o desenvolvimento tecnológico na região. É um ambiente voltado para fomentar a inovação, conectar empresas, startups, instituições e estudantes, além de impulsionar novos negócios. O espaço conta com infraestrutura moderna, incluindo coworking, auditório, FabLab e áreas compartilhadas, permitindo a experimentação e o desenvolvimento de soluções inovadoras. O espaço é gerido pela Fenac em parceria com a prefeitura de Novo Hamburgo e diversas instituições, como Sebrae e IENH. Entre as empresas fundadoras estão Killing S/A, Unimed VS, Cigam e Sicredi Pioneira. Além disso, a SX Negócios atua como mantenedora, e sete instituições participam de programas de inovação: IENH, Feevale, FTEC, Liberato, ACI-NH, CDL-NH e Abrameq. Um dos diferenciais do espaço é o conceito de “Sandbox”, que permite testes de novas tecnologias em um ambiente regulatório experimental.

Iniciativa tem como inspiração modelos de sucesso, como o Tratado de Inovação Catarinense

Entenda a guerra de tarifas de Trump e consequências para Brasil

Tarifaço quer recuperar espaço perdido da indústria norte-americana para Ásia

Custo de produção nos Estados Unidos é cinco a seis vezes maior que na Ásia

A medida do governo dos Estados Unidos de aplicar tarifas a todos os parceiros comerciais, na quarta-feira (2), representa uma tentativa da maior potência do planeta de retomar a posição que a indústria do país já teve, além de tentar combater os déficits comerciais de bens que somam cerca de US$ 1 trilhão ao ano. Essa avaliação é feita por diversos analistas, entre eles, o economista-chefe do Banco Master, Paulo Gala. O também professor em economia da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP), contudo, avalia que as tarifas não podem sozinhas reverter a perda de competitividade da economia estadunidense, em especial, para a Ásia.

“A Ásia foi muito eficiente em desenhar políticas para desenvolver a indústria dela nos últimos 20 a 30 anos. Os governos do Vietnã, da Malásia, da Tailândia, da Indonésia, da China, até mesmo da Índia, têm conseguido desenhar políticas de inovação e industriais com subsídios ao desenvolvimento tecnológico”, evidencia. Ele argumenta que o tarifaço representa “um choque brutal” na economia mundial, o maior desde os anos 1930. Além disso, diz que não se tratam de tarifas recíprocas, como prometia o governo Trump, e que haverá impacto para economia brasileira, em especial, para alguns setores e empresas, como a Embraer. Em média, as tarifas aplicadas por Trump foram de 10% para países da América Latina, de 20% para Europa e de 30% para Ásia, mostrando que o problema maior está no continente asiático.

“Hoje, a Ásia deve ter quase 25% do mercado mundial de carro, para não falar da China com a BYD, que está quase matando a Tesla nos mercados mundiais”, avalia Gala. Em 2023, a produção industrial dos Estados Unidos como parcela da produção industrial global foi de 17,4%, bem abaixo dos 28,4% de 2001, segundo dados da Casa Branca. “Grandes e persistentes déficits comerciais anuais de bens dos Estados Unidos levaram ao esvaziamento de nossa base de manufatura; inibiu nossa capacidade de fabricação doméstica”, justificou Trump. Gala entende que as tarifas não podem reverter o custo de produção nos Estados Unidos. “O problema é que o custo de produção nos Estados Unidos hoje é cinco a seis vezes maior do que na Ásia. Enquanto a média salarial nos Estados Unidos é de US$ 5 mil, na Ásia é de US$ 1 mil”, compara.

“As medidas geram incerteza no mercado mundial, derrubam bolsas em todo o mundo e devem paralisar as decisões empresariais. Uma multinacional que produz no Vietnã, na China, em Taiwan, ou na Europa, vai pensar duas vezes agora no que fazer”, avalia Gala. “É o maior choque tarifário desde os anos 1930, é um choque tarifário brutal e o mercado está reagindo com muita preocupação. Vai ter uma desestruturação dramática do comércio, investimentos e tecido produtivo”, emenda.Para ele, as tarifas devem pressionar a inflação interna norte-americana. “Todos os produtos asiáticos ficam 30% mais caros. Equipamentos, máquinas, tratores, computadores, chips, tudo isso”, alerta.

Tarifas recíprocas?
Um dos principais argumentos da Casa Branca para o tarifaço desta semana é que os parceiros comerciais têm adotado tarifas aos produtos estadunidenses superiores aos que os Estados Unidos aplicam nas suas importações e cita o caso do Brasil. “Grandes e persistentes déficits comerciais anuais de bens dos Estados Unidos são causados em parte substancial pela falta de reciprocidade em nossas relações comerciais bilaterais, que dificultam a venda de produtos por fabricantes norte-americanos em mercados estrangeiros. O Brasil (18%) e a Indonésia (30%) impõem uma tarifa mais alta sobre o etanol do que os Estados Unidos (2,5%)”, afirmou Trump na ordem executiva publicada na quarta-feira.

Na avaliação do economista Paulo Gala, as medidas não respeitaram qualquer princípio de reciprocidade. “Não foi tarifa recíproca. É a ideia de que, se um país tarifa os Estados Unidos em 30%, os EUA vão lá e tarifam 30% de volta. Isso é tarifa recíproca. Mas não foi isso que foi feito”, afirmou. Para Gala, o governo Trump apenas pegou os grandes déficits comerciais que os EUA têm e colocaram uma tarifa em cima. “Foi uma resposta meio tosca. Na verdade, é uma tarifação de países e produtos que causam déficit nos Estados Unidos”, completa.

O Brasil ficou com a tarifa mais baixa entre as divulgadas, com uma taxação de 10% sobre todas exportações para os Estados Unidos. O governo promete tentar reverter a situação e mesmo recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) que, devido a paralisia promovida pelos Estados Unidos, teve sua atuação limitada nos últimos anos. O efeito geral que a guerra de tarifas vai causar, com provável retaliação por todo o mundo, deve trazer problemas adicionais para o comércio internacional no Brasil, não diretamente relacionado com a taxação sobre as importações brasileiras.

“O Brasil ficou com a tarifa ‘mais barata’ de 10%. Claro que isso é um benefício, mas o Brasil vai sofrer por conta desse terremoto global que está acontecendo. Um medo de crise derrubando juros e dólar e uma recessão, obviamente, que afetariam o Brasil também”, reflete o economista-chefe do Banco Master. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) lembrou que os Estados Unidos são o principal destino das exportações da indústria brasileira, especialmente de produtos de maior intensidade tecnológica, além de liderarem o comércio de serviços e os investimentos bilaterais.

Gala avalia que a fabricante de aviões Embraer deve ser uma das companhias mais atingidas.”Talvez a Embraer seja a empresa mais impactada. A nossa dependência em relação aos Estados Unidos não é muito alta. Para além dos efeitos diretos em algumas empresas brasileiras, não deve ter um efeito tão dramático”, sintetiza. Especialistas têm destacado ainda que a crise aberta pela guerra de tarifas abre oportunidades que podem ser aproveitadas pelas exportações brasileiras. “Se souber aproveitar esse momento, o Brasil pode expandir suas exportações, especialmente porque a taxação sobre produtos americanos pode levar importadores a buscar alternativas”, nota Volnei Eyng, CEO da gestora de ativos Multiplike.

Com ABR

Tarifaço quer recuperar espaço perdido da indústria norte-americana para Ásia

Curitiba vai debater sustentabilidade e inovação na área da madeira

Com inscrições abertas, o 18º Encontro Brasileiro em Madeiras e em Estruturas de Madeira terá exposição técnica

As experiências práticas e as palestras internacionais do evento terão como foco o uso da madeira na construção civil em países como Canadá, Itália, Portugal, Áustria, Chile e também Brasil

Teoria e prática unirão acadêmicos, pesquisadores e profissionais da engenharia e arquitetura durante o mais importante fórum de discussão, atualização e divulgação de informações da área técnica-científica da madeira: o Ebramem (Encontro Brasileiro em Madeiras e em Estruturas de Madeiras). As experiências práticas e as palestras internacionais do evento terão como foco o uso da madeira na construção civil em países como Canadá, Itália, Portugal, Áustria, Chile e também Brasil.

Em sua 18ª edição, o encontro – que acontece de 5 a 9 de maio, em Curitiba – é organizado pelo Instituto Brasileiro da Madeira e das Estruturas de Madeira (Ibramem), pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), pela Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE) e pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), que sediará o evento. Nesta edição, acontecerá a Ebramem Expo – Madeira Industrializada na Construção, com a presença de 38 expositores da área da madeira engenheirada, que trarão o que há de mais moderno em produtos, serviços e tecnologias.

A presidente da comissão organizadora do XVlll Ebramem Curitiba, Andréa Berriel Mercadante, também professora do curso de arquitetura e urbanismo e atual pró-reitora de extensão e cultura da UFPR, pontua que estarão reunidos em um mesmo espaço profissionais que trabalham há décadas com a madeira, na academia, na indústria e no mercado. “Sendo, portanto, um evento essencial para todas e todos que desejam adquirir conhecimento, trocar experiências e empreender na área com a finalidade de construir edificações e cidades mais sustentáveis”, destaca.

Por ser um material de construção renovável, a madeira constitui a matéria-prima mais promissora para o futuro da arquitetura e da engenharia civil. Utilizar a madeira, destaca Andréa, significa valorizar as florestas (plantadas e nativas) e melhorar a qualidade de vida no planeta, já que seu cultivo proporciona o sequestro do CO2 da atmosfera. Porém, as vantagens não param por aí.

O diretor comercial da Ebramem Expo, Martin Kemmsies, destaca que os participantes terão acesso ao futuro da construção em madeira, como estandes com usinagem robotizada; braços robóticos; tecnologia de produção de telhados em tesouras (Geilne); além dos principais produtores de vigas laminadas do Brasil. “Mostraremos que a inteligência artificial também se aproxima desse segmento.”

Trabalhos científicos
Os principais temas dos trabalhos acadêmicos apresentados durante o Ebramem serão “Construções e sistemas construtivos: práticas nacionais e internacionais”; “Arquitetura em madeira”; “Projetos estruturais e de ligações em madeira (maciça, engenheirada, LWF)”; “Industrialização da madeira”; “Segurança contra incêndio nas edificações em madeira”; “Conservação de edificações históricas em madeira”; “Recuperação de estruturas de madeira”; “Habitações em madeira”; “Normas técnicas para estruturas de madeira”; e “Sustentabilidade e assuntos complementares”.

Já as experiências práticas e as palestras internacionais ficarão em torno do uso da madeira na construção civil em países como Canadá, Itália, Portugal, Áustria, Chile e também Brasil. A programação completa pode ser encontrada no site do evento. Além das palestras e dos trabalhos científicos, ainda ocorrerão os Prêmios Ibramem destinados a profissionais e estudantes de arquitetura e design, além do “Hackathon da Madeira”, uma competição arquitetônica inédita que focará em problemas e soluções em madeira como material estrutural e construtivo.

As inscrições para o Ebramem devem ser feitas por meio do site até o final de março para garantir os valores do segundo lote. Vale lembrar que estudantes e associados ao Ibramem poderão garantir os ingressos a preços promocionais. Os pagamentos poderão ser parcelados até a data do evento. Já a Ebramem Expo será aberta ao público em geral e gratuita.

Com inscrições abertas, o 18º Encontro Brasileiro em Madeiras e em Estruturas de Madeira terá exposição técnica

Estudo inédito revela potencial de eólicas offshore no RS

O estado tem o maior número de projetos em análise no Ibama

Levantamento aponta áreas estratégicas para a implantação de parques eólicos offshore no Rio Grande do Sul para geração de energia obtida através da força do vento em alto-mar

O Wind of Change 2025 encerrou sua segunda edição nesta quinta-feira (3) com a apresentação de um estudo inédito que aponta áreas estratégicas para a implantação de parques eólicos offshore no Rio Grande do Sul para geração de energia obtida através da força do vento em alto-mar. O levantamento foi conduzido pela oceanógrafa e PhD em geociências Clarissa Araujo, da empresa WSP Brasil. A metodologia analisou fatores socioambientais e de infraestrutura. O objetivo foi definir três cenários de implantação: livre desenvolvimento, conservador e abordagem de gestão. No cenário conservador, foram identificadas duas áreas muito favoráveis para instalação de parques eólicos, uma ao norte com 2.935 quilômetros quadrados e outra ao sul, com 4.372 quilômetros quadrados. A abordagem de gestão delimitou uma região de 33.840 quilômetros quadrados para possíveis instalações, enquanto o modelo de livre desenvolvimento ampliou essa área para 44.106 quilômetros quadrados.

“A fase seguinte será a integração com o sistema terrestre, avaliando a infraestrutura de transmissão existente e os projetos previstos. Não basta termos potencial, é essencial garantir a conexão e distribuição eficiente da energia gerada”, afirmou Clarissa Araujo. A pesquisa foi capitaneada pelo Sindienergia RS em parceria com a Portos RS e um grupo de empresas. Em janeiro, o governo federal sancionou a Lei 15.097/2025, que permite e regula a exploração de energia elétrica no mar. O Rio Grande do Sul é o estado com o maior número de projetos em análise no Ibama para licenciamento ambiental de complexos eólicos offshore. No começo deste ano, havia 30 processos em aberto para a instalação de parques para produzir energia no mar a partir dos ventos.

A presidente do Sindienergia RS, Daniela Cardeal, destacou o potencial do Rio Grande do Sul para se tornar um exportador de energia e um dos principais atores na transição energética brasileira. Segundo ela, o estado possui uma composição diversificada de fontes energéticas, incluindo eólica, bioenergia, solar e hídrica, o que amplia sua competitividade no setor. “O Rio Grande do Sul tem condições tem grandes diferenciais para contribuir com o desenvolvimento do Brasil na questão da segurança energética nacional. As energias renováveis são fundamentais para o desenvolvimento de muitos setores prioritários, como agricultura, indústria, saúde, além de peça-chave para a competitividade econômica do nosso País e para o futuro sustentável que buscamos no contexto mundial”, enfatizou Daniela.

Com a recente aprovação do marco legal das eólicas offshore no Brasil e o crescente papel das fontes limpas na matriz energética global, o Wind of Change chegou a sua segunda edição se consolidando como um fórum estratégico para debater investimentos, disseminar conhecimento e fomentar discussões do setor de energias renováveis. Reúne investidores, representantes do governo e especialistas para debater soluções inovadoras e uma transição energética global justa e resiliente. A iniciativa é do Sindienergia-RS e da Viex.

O estado tem o maior número de projetos em análise no Ibama

Três unicórnios de Curitiba são destaque no ranking de rede global de empresas de impacto

Empresas de base tecnológica Ebanx, Olist e MadeiraMadeira compõem o Endeavor Outliers

Olist e MadeiraMadeira também são integrantes do Tecnoparque, programa municipal de incentivo às empresas de base tecnológica, que têm redução no ISS para que invistam o valor em projetos de desenvolvimento e inovação na própria empresa

A Endeavor, rede global de apoio a empreendedores, anunciou, na semana passada, a lista anual de empresas que são destaque global quando se trata de impacto. Foram analisadas 235 empresas e entre os destaques de 2025 estão as três startups-unicórnio de Curitiba, Ebanx, Olist e MadeiraMadeira. As três empresas de base tecnológica – chamadas “unicórnio” por já terem alcançado o valor de mercado que ultrapassa 1 bilhão de dólares –, estão entre as 34 brasileiras que compõem o Endeavor Outliers, portfólio global que contempla negócios liderados por empreendedores que contam com o suporte da Endeavor. A lista é feita dentro da análise cohort, que avalia em um recorte de tempo negócios que não só tiveram as maiores altas de crescimento acelerado, mas também as que, ao mesmo tempo, são exemplos de influência para outras em seu entorno.

As três startups curitibanas que integram o Endeavor Outliers 2025 participam ativamente das ações do Vale do Pinhão e da prefeitura, nos programas da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação e da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Inovação (SMDEI). “Esse reconhecimento reforça a ideia do Vale do Pinhão de que economias locais precisam, para se sustentarem ao longo do tempo, de empresas de alto impacto. Estas contribuem para disseminar a cultura empreendedora de que é possível chegar ao sucesso global com ideias inovadoras”, destaca o presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, Dario Paixão.

Além de trazer investimentos e gerar novos empregos na cidade, Ebanx, Olist e MadeiraMadeira compartilham seus modelos de negócios inovadores nos eventos do Vale do Pinhão, como o Business Round e Paiol Digital, além de apoio nas ações da prefeitura a outros empreendedores, como o suporte a pequenos empreendedores durante a pandemia da Covid-19. Olist e MadeiraMadeira também são integrantes do Tecnoparque, programa municipal de incentivo às empresas de base tecnológica, que têm redução no ISS para que invistam o valor em projetos de desenvolvimento e inovação na própria empresa.

A líder do programa Endeavor Outliers, Nasim Novin, contou que o portfólio é feito anualmente desde 2020 e que, nesses cinco anos, os critérios de classificação evoluíram. “Não é apenas sobre grandes números. É sobre mudar mentalidades e provar que escala e sucesso em mercados fora do Vale do Silício não são exceções, mas o novo padrão. O que diferencia os Outliers não é apenas o crescimento dos negócios, mas o comprometimento em crescer como líderes e influenciar uma comunidade, o que acredito ser um fator-chave para seu sucesso”, analisa Novin. Com essa avaliação, as startups de Curitiba contribuíram para que, na edição de 2025 do portfólio global, o Brasil seja um dos países de melhor desempenho, ao lado de Espanha, México e Indonésia.

Empresas de base tecnológica Ebanx, Olist e MadeiraMadeira compõem o Endeavor Outliers

Eduardo Sattamini assume como Country Manager do Grupo Engie no Brasil

Executivo substitui Maurício Bähr e mantém sua atual função de diretor-presidente da Engie

Sattamini acumula 25 anos de carreira na companhia catarinense

A Engie anuncia mudanças em sua estrutura de liderança, com a transição de cargos a partir de hoje, dia 1º de abril. Eduardo Sattamini, com 25 anos de carreira na companhia, atual diretor-presidente da Engie, passa a agregar às suas responsabilidades atuais a posição de Country Manager da Engie no Brasil. Ele substitui Maurício Bähr, que continuará a exercer um papel estratégico no grupo como presidente dos conselhos de administração da EBE, da Jirau Energia e da TAG.

“Após quase 30 anos liderando a Engie no Brasil, estou confiante de que a sucessão foi cuidadosamente planejada ao longo dos últimos anos e está em plena conformidade com nossos objetivos de crescimento e sustentabilidade. A transição foi feita de forma estratégica, garantindo que a Engie siga firme no caminho da liderança no setor de energia”, diz Bähr, por meio de nota. “Estou muito entusiasmado em assumir o desafio. Agradeço profundamente à gestão de Maurício Bähr, que construiu uma trajetória extraordinária para o Grupo Engie. Estou comprometido com a continuidade da execução da nossa estratégia de longo prazo, para seguirmos entregando resultados sustentáveis no país”, explica Sattamini, também por meio de um comunicado.

A Engie é a 15ª maior empresa da região e também a quinta maior de Santa Catarina de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link).

Executivo substitui Maurício Bähr e mantém sua atual função de diretor-presidente da Engie

Taurus anuncia que poderá adquirir a turca Mertsav

Negócio agilizará a entrada da companhia gaúcha no segmento militar

O segmento militar corresponde atualmente a 39% do mercado total de armas leves do mundo, mercado esse que a Taurus vinha pesquisando nos últimos anos

A Taurus Armas informou nesta terça-feira (1) que celebrou um memorando de entendimentos não vinculante, para possível operação de aquisição do controle societário da empresa Mertsav, localizada na Turquia. A Mertsav possui 20 anos de experiência no setor de defesa, foi fornecedora durante muitos anos da indústria estatal turca que fornecia produtos militares às Forças Armadas da Turquia. Atualmente, possui três unidades de produção nas cidades de Istambul e Kırıkkale na Turquia. A companhia possui um amplo portifólio de produtos militares com as mais recentes tecnologias, incluindo rifles de infantaria e precisão, lançadores de granadas, submetralhadoras e metralhadoras leves, abastecendo os mercados doméstico e internacional.

De acordo com a Taurus, a transação está sujeita à celebração dos documentos definitivos, bem como a realização de uma diligência legal, contábil e financeira. As partes terão prazo até 31 de julho de 2025, renovável por dois meses, para concluir os estudos de viabilidade para a possível aquisição. Segundo a empresa sediada em São Leopoldo (RS), a negociação é um passo estratégico muito importante e agilizará a entrada da Taurus no segmento militar. O mercado de armas mundial movimentou mais de US$ 41 bilhões no ano de 2023 e possui potencial para atingir o valor de US$ 71,5 bilhões até o ano de 2032. O segmento militar corresponde atualmente a 39% do mercado total de armas leves do mundo, mercado esse que a Taurus vinha pesquisando nos últimos anos.

“Esta aquisição, caso efetivada, reduzirá em vários anos o tempo para desenvolvimento destes produtos e permitirá um salto no patamar do portifólio de produtos da empresa, complementando sua linha de armas leves, tornando a empresa muito mais competitiva, neste segmento”, afirma a Taurus em seu comunicado. A Taurus é a 105ª maior empresa da região e também a 39ª maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link).

Negócio agilizará a entrada da companhia gaúcha no segmento militar

ChatGPT mostra que o Google falha ao esquecer do usuário comum

O lançamento do novo gerador de imagens do ChatGPT se transformou em um fenômeno global, revelando como a OpenAI está conquistando o usuário comum – enquanto o Google enfrenta dificuldades para manter o mesmo nível de engajamento. Segundo dados divulgados pela própria OpenAI, a ferramenta já superou todas as expectativas: em apenas uma semana, mais […]O lançamento do novo gerador de imagens do ChatGPT se transformou em um fenômeno global, revelando como a OpenAI está conquistando o usuário comum – enquanto o Google enfrenta dificuldades para manter o mesmo nível de engajamento. Segundo dados divulgados pela própria OpenAI, a ferramenta já superou todas as expectativas: em apenas uma semana, mais […]