Archives Abril 2025

Câmara aprova lei da reciprocidade comercial e texto vai à sanção

Aprovação ocorre após Trump anunciar taxação para produtos brasileiros

O tema se tornou prioridade no Congresso após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar “tarifas recíprocas” contra parceiros comerciais

A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta-feira (2), o Projeto de Lei (PL) 2.088/2023, que cria a lei da reciprocidade comercial, autorizando o governo brasileiro a adotar medidas comerciais contra países e blocos que imponham barreiras aos produtos do Brasil no mercado global. Agora, o texto segue para sanção presidencial. O texto do PL já havia sido aprovado nesta terça-feira (1) na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e no plenário do Senado, por unanimidade. O tema se tornou prioridade no Congresso após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar “tarifas recíprocas” contra parceiros comerciais. O anúncio do novo tarifaço, realizado mais cedo pelo líder norte-americano, incluiu uma nova sobretaxa de 10% sobre produtos brasileiros.

Reciprocidade
O artigo 1º do projeto de lei da reciprocidade comercial estabelece critérios para respostas a ações, políticas ou práticas unilaterais de país ou bloco econômico que “impactem negativamente a competitividade internacional brasileira”. A lei valerá para países ou blocos que “interfiram nas escolhas legítimas e soberanas do Brasil”. No artigo 3º, fica autorizado o Conselho Estratégico da Câmara de Comércio Exterior (Camex), ligado ao Executivo, a “adotar contramedidas na forma de restrição às importações de bens e serviços”, prevendo ainda medidas de negociação entre as partes antes de qualquer decisão. O prazo para que seja sancionada pelo presidente da República e entre definitivamente em vigor são 15 dias úteis após a aprovação.

Com ABR

Aprovação ocorre após Trump anunciar taxação para produtos brasileiros

Trump anuncia taxa de 10% para produtos brasileiros

Para a China, a taxa será de 34% e, para a União Europeia, de 20%

Durante evento na Casa Branca, Trump disse que tornará os “Estados Unidos grande novamente”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (2) um “tarifaço” global sobre impostos de importação. A data foi nomeada pelo republicano como o “Dia de Libertação”. Ele confirmou uma taxa de 10% para os produtos brasileiros. Para a China, a taxa será de 34% e, para a União Europeia, de 20%. “Vamos cobrar aproximadamente metade do que outros países cobram de nós”, enfatizou o presidente, ao mostrar uma tabela com nomes de diversos países, onde continham percentuais de tarifas que eles cobram dos Estados Unidos no comércio e a taxa que Washington passaria a aplicar.

“Fomos gentilmente recíprocos, não totalmente recíprocos”, fez questão de dizer. Trump exemplificou que o imposto cobrado pela China é de 67% e os norte-americanos aplicariam uma taxa de reciprocidade de 34%, praticamente metade do índice. No caso da União Europeia, para uma taxa de 39% os Estados Unidos cobrarão uma sobretaxa de 20%. No caso do Brasil, a tabela apontou o mesmo percentual (10%). Durante evento na Casa Branca, ele disse que tornará os “Estados Unidos grande novamente”. No anúncio, Trump ainda fez críticas aos governos passados, em especial a administração de Joe Biden, por terem deixado outros países aplicarem elevadas taxas aos produtos norte-americanos, impactando a indústria nacional. Segundo ele, esses países “estão roubando” e “levando vantagem” dos Estados Unidos.

Com ABR

Para a China, a taxa será de 34% e, para a União Europeia, de 20%

Presidente do Banco Central explica nível das taxas de juros

Para Galípolo, a política monetária no Brasil precisa ser mais dura que a de outros países

Galípolo: compromisso com a meta de inflação é “inabalável”

Diante de várias críticas sobre a alta recente das taxas de juros, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse nesta terça-feira (1) na Câmara dos Deputados que a política monetária no Brasil precisa ser mais dura que a de outros países para obter os mesmos efeitos. Vários deputados fizeram críticas ao nível dos juros em sessão solene que homenageou os 60 anos do Banco Central. Galípolo disse que o Banco Central precisa comunicar essas decisões de política monetária de uma maneira que as pessoas entendam. Segundo o presidente do BC, em outros países, também o setor financeiro não entende por que, mesmo com taxas altas, a economia brasileira ainda consegue manter o dinamismo. Ou seja, por que são necessárias doses tão altas de juros para controlar a inflação.

“Alguns grupos conseguem exceções para pagar menos, enquanto uma grande maioria é obrigada a pagar mais em compensação. Nós temos uma série de subsídios cruzados, perversos e regressivos na sociedade brasileira. E talvez para nós, do Banco Central, esses ônus e bônus, essas trocas, sejam mais evidentes”, destacou. Galípolo disse, porém, que seu compromisso com a meta de inflação é “inabalável” e que o desafio da instituição é a comunicação fundamentada das suas decisões.

Com Agência Câmara de Notícias

Para Galípolo, a política monetária no Brasil precisa ser mais dura que a de outros países

Rafael Lucchesi assumirá presidência da Tupy em maio

Ele ocupará a posição de Fernando Cestari de Rizzo

Lucchesi traz vasta experiência adquirida ao longo de mais de duas décadas à frente de importantes instituições como a CNI

A Tupy comunicou que o conselho de administração deliberou por maioria pelo início do processo de transição do cargo de diretor presidente da companhia, atualmente ocupado por Fernando Cestari de Rizzo, que permanecerá na posição atual até 30 de abril, data em que se encerra o seu prazo de gestão. Rafael Lucchesi ocupará a posição a partir do dia 1º de maio.

Com uma trajetória consolidada em liderança industrial e desenvolvimento tecnológico, Lucchesi traz vasta experiência adquirida ao longo de mais de duas décadas à frente de importantes instituições como a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Serviço Social da Indústria (Sesi), além de ter atuado como presidente do conselho de administração do BNDES. “Sua expertise na formulação de políticas industriais e sua atuação em conselhos estratégicos, como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial e o Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia, reforçam seu compromisso com a modernização da indústria brasileira”, destaca a companhia catarinense em seu comunicado.

A Tupy é a 23ª maior empresa da região e também a sexta maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link).

Ele ocupará a posição de Fernando Cestari de Rizzo

Indústria chega ao quinto mês seguido sem crescimento

O setor se encontra 1,1% acima do nível pré-pandemia

O segmento de produtos farmoquímicos e farmacêuticos foi o principal responsável pelo desempenho negativo da indústria em fevereiro

A produção industrial brasileira apresentou leve queda de 0,1% na passagem de janeiro para fevereiro. A redução de ritmo acontece após a variação nula (0,0%) verificada no mês anterior, quando interrompeu três meses consecutivos de taxas negativas, período no qual acumulou perda de 1,2%. Em relação a fevereiro de 2024, a indústria teve crescimento de 1,5% na sua produção, nono resultado positivo seguido. No ano, acumula alta de 1,4% e, em 12 meses, expansão de 2,6%. Com esses resultados, a indústria se encontra 1,1% acima do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 15,7% aquém do ponto mais alto da série histórica, obtido em maio de 2011. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM – Brasil), divulgada pelo IBGE.

“O desempenho negativo da indústria em fevereiro reforça o comportamento de menor intensidade da produção industrial nos últimos meses. É o quinto mês seguido sem crescimento, com perda acumulada de 1,3% nesse período, e elimina o avanço de 1% registrado nos meses de agosto e setembro de 2024. Além disso, em fevereiro observamos uma disseminação de taxas negativas. Essa perda de dinamismo da indústria tem relação com a redução dos níveis de confiança das famílias e dos empresários, explicada, em grande parte, pelo aperto na política monetária (com o aumento das taxas de juros a partir de setembro de 2024), a depreciação cambial (pressionando os custos de produção) e a alta da inflação (especialmente a de alimentos, o que impacta na renda disponível das famílias)”, explica André Macedo, gerente da PIM Brasil.

De janeiro para fevereiro, duas das quatro grandes categorias econômicas e 14 dos 25 ramos industriais pesquisados tiveram queda na produção. As principais influências negativas vieram de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-12,3%), máquinas e equipamentos (-2,7%), produtos de madeira (-8,6%), produtos diversos (-5,9%), veículos automotores, reboques e carrocerias (-0,7%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-1,4%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-1,5%) e móveis (-2,1%). Responsável pelo maior impacto negativo no resultado deste mês, o setor de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-12,3%) interrompeu dois meses consecutivos de expansão na produção, período em que acumulou ganho de 7,1%.

“A queda da indústria farmacêutica pode ser explicada pela própria volatilidade de resultados, que é uma característica do setor, pelo menor número de dias trabalhados, por conta da concessão de férias coletivas em algumas plantas industriais, e por uma base de comparação mais elevada, devido aos avanços registrados em janeiro de 2025 (4,5%) e dezembro de 2024 (2,5%), com ganho acumulado de 7,1% nesse período”, afirma Macedo. No sentido oposto, entre as 11 atividades que apresentaram alta na produção, indústrias extrativas (2,7%) e produtos alimentícios (1,7%) exerceram os principais impactos em fevereiro de 2025. A primeira eliminou a queda de 2,5% verificada em janeiro último, e a segunda registrou o terceiro mês seguido de crescimento na produção, período em que acumulou alta de 4%.

O setor se encontra 1,1% acima do nível pré-pandemia

Empresas pretendem contratar mais executivos, mas esbarram na escassez de profissionais

Mais da metade das companhias brasileiras vê a falta de profissionais como o maior desafio para este ano

A maior parte das empresas também vê a retenção como um desafio para a expansão dos seus times

Pesquisa que reúne as principais tendências, desafios, modificações e redesenhos do mercado executivo brasileiro, a Leadership Outlook 2025, do Evermonte Institute, traz um dado bastante revelador. De acordo com o estudo, 84% das companhias brasileiras planejam ampliar a contratação de executivos neste ano. A maioria (54%), no entanto, também aponta a escassez de profissionais como uma grande barreira a ser superada. Além de não encontrar executivos no mercado, a maior parte (52%) das empresas ouvidas pelo estudo também vê a retenção como um desafio para a expansão dos seus times. “O que podemos observar a partir dos resultados da pesquisa é um desalinhamento entre o crescimento projetado pelas companhias e a capacidade de execução”, explica o diretor associado do Evermonte Institute, Paulo Walendorff.

Na prática, a lacuna entre a escassez de profissionais e a expansão das posições executivas mostra que existem mais oportunidades do que pessoas capacitadas para assumi-las – o que toca em outro ponto nevrálgico no contexto do mercado executivo: o desenvolvimento de talentos. Para 17% das empresas, esta é a maior lacuna das companhias brasileiras atrás da eficiência operacional. “Os dados mostram que, diante da crescente escassez de profissionais, é urgente reavaliar e aprimorar as práticas voltadas à atração, fidelização e desenvolvimento dos colaboradores, investindo continuamente na formação de novas lideranças”, ressalta Walendorff.

Leadership Outlook 2025
O estudo do Evermonte Institute ouviu 320 profissionais em cargos de gerência sênior, diretoria, C-Level e conselho em todo o Brasil, sendo 28,4% da área de Finanças; 19,7% de Recursos Humanos; 17,8% de Operações; 16,2% de Vendas e Marketing; e 11,9% de Tecnologia. Foram analisadas três grades de companhias com base no faturamento anual: até R$ 500 milhões (38,6% das respondentes); de R$ 500 milhões a R$ 2 bi (32,4%) e acima de R$ 2 bi (29%). A maior parte das empresas ouvidas é de capital fechado (70,6%) e está nas regiões Sul (43,9%) e Sudeste (38,9%).

Mais da metade das companhias brasileiras vê a falta de profissionais como o maior desafio para este ano

Curitibana Midialand desembarca em Florianópolis

Companhia de mídia exterior terá 20 paineis na capital catarinense

Pesquisa indica que o OOH é a única mídia que atinge mais de 90% da população semanalmente

Divulgando grandes marcas como Ambev, Estácio (foto), Grupo Plaenge e Uber, a empresa de mídia exterior curitibana Midialand multiplicou por oito o seu faturamento entre 2021 e 2023. Um avanço acompanhado de investimentos e aumento da estrutura física da empresa, que somente em no ano passado instalou mais de 20 estruturas digitais novas, localizadas em espaços de grande movimentação de Curitiba, São José dos Pinhais, Pinhais e Porto Alegre, onde também atua. Assim, a empresa passou a impactar mais de 11 milhões de pessoas por dia. 

Pesquisa recente do Institute of Practitioners of Advertising (IPA) para analisar o consumo de mídia publicitária no Reino Unido, indica que o OOH é a única mídia que atinge mais de 90% da população semanalmente. Em tradução livre para o português, a mídia Digital Out of Home (DOOH) significa mídia fora de casa, disponível para quem está circulando pelas ruas da cidade. Seu avanço permitiu que grandes marcas pudessem melhorar a eficácia e o nicho dos seus anúncios com segmentação de horário, localização e audiência. Também segundo a pesquisa, 64% do tempo gasto com mídia comercial ainda é financiado por anúncios. Motivo de sobra para os empresários continuarem acreditando na expansão do segmento. Por isso, a Midialand está de malas prontas para desembarcar em Florianópolis com um circuito digital com mais de 20 paineis, abrangendo assim os três estados da região Sul. “Estamos animados e com a adrenalina a mil para este novo desafio. Sabemos que é somente com competência e coragem para desbravar novos mercados que iremos crescer ainda mais. Estamos prontos para fazer sucesso em mais um estado”, comenta Juliano Aichinger, CEO da Midialand.

“As empresas estão conscientes da importância da mídia exterior em campanhas de alta escala e reconhecimento de marca. Com a fragmentação do consumo em outras mídias, o OOH se torna fundamental para as campanhas atingirem o público em geral”, completa Aichinger. No último ano, a empresa também avançou na sua diversidade de produtos. Como foi o caso do envelopamento nos túneis de pedestres, ativações de marcas e ações promocionais nos terminais de Curitiba. A novidade é oferecida como uma nova alternativa para os clientes, já que a empresa também é detentora da exclusividade de mídia no transporte público da cidade (ônibus e terminais). Com este direito, a empresa amplia a presença nos terminais da capital paranaense, onde passa a atuar nos 23 terminais urbanos da cidade com a instalação de novos painéis internos e externos. “Foi um ano comercialmente promissor, onde tivemos um crescimento relevante de receita e na diversidade de produtos oferecidos. Além da chegada em Santa Catarina, também queremos oferecer mais e novos produtos, em todas as praças em que atuamos”, conclui Aichinger.

Companhia de mídia exterior terá 20 paineis na capital catarinense

Senado aprova projeto da reação brasileira a tarifas

Texto seguirá para a Câmara

Lei prevê medidas protecionistas que podem acarretar contramedidas do Poder Executivo, como a interferência em escolhas soberanas do Brasil por meio de adoção de medidas comerciais unilaterais

O Plenário do Senado aprovou, na terça-feira (1), o projeto que prevê medidas de resposta a barreiras comerciais impostas por outros países a produtos brasileiros. O PL 2.088/2023, do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), foi aprovado pela manhã na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) em caráter terminativo e seria encaminhado diretamente para a Câmara dos Deputados depois do prazo de cinco dias. Porém, o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), apresentou um recurso para o texto passar pelo Plenário e outro para a matéria tramitar em regime de urgência, como forma de apressar a votação e o envio para a Câmara. A expectativa é que o texto seja aprovado pelos deputados nesta quarta-feira (2).

O texto prevê as seguintes medidas protecionistas que podem acarretar contramedidas do Poder Executivo: interferência em escolhas soberanas do Brasil por meio de adoção de medidas comerciais unilaterais; violação de acordos comerciais; ou exigência de requisitos ambientais mais onerosos do que os parâmetros, normas e padrões de proteção ambiental adotados pelo Brasil. Entre as contramedidas que podem ser adotadas pelo Poder Executivo, que devem ser proporcionais, o texto prevê as seguintes: imposição de tributos, taxas ou restrições sobre importações de bens ou serviços de um país; suspensão de concessões comerciais ou de investimentos; e suspensão de concessões relativas a direitos de propriedade intelectual. O texto também prevê a realização de consultas diplomáticas para mitigar ou anular efeitos das medidas e contramedidas.

Com Agência Senado

Texto seguirá para a Câmara

Paraná e Finep vão investir R$ 30 milhões em empresas para criação de produtos inovadores

O Programa Tecnova III tem o objetivo de promover o incremento da competitividade das empresas

O prazo para a submissão de propostas no edital do Tecnova III é até 3 de junho e o resultado final será publicado a partir do dia 12 de fevereiro de 2026

O governo paranaense, por meio da Fundação Araucária, e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) lançaram nesta terça-feira (1) o Programa Tecnova III, com objetivo de promover um aumento das atividades de inovação e o incremento da competitividade das empresas e da economia do País. O evento contou com a participação presencial e online de mais de 200 pessoas. Serão disponibilizados recursos não reembolsáveis para subvenção econômica no valor global de até R$ 30,1 milhões. Nesta edição do Tecnova, além de recursos destinados ao desenvolvimento de produtos, e ou processos inovadores, serão incluídos recursos adicionais para aceleração e internacionalização das empresas selecionadas. Serão beneficiadas até 60 empresas. O prazo para a submissão de propostas no edital do Tecnova III é até 3 de junho e o resultado final será publicado a partir do dia 12 de fevereiro de 2026.

“O Tecnova III é mais uma iniciativa que envolve um conjunto de estratégias para a criação de riqueza e qualidade de vida para a nossa sociedade. É mais um programa à disposição da sociedade”, destacou o diretor de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior da Seti, Luiz Márcio Spinosa. A iniciativa também conta com o apoio das secretarias da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SETI) e de Inovação, Modernização e Transformação Digital (SEI). “O Paraná possui uma teia de ecossistemas de inovação diferenciada, e é justamente essa diversidade que faz com que consigamos alavancar recursos. Temos clareza em utilizar a alta qualificação que possuímos na academia para a transformação da ciência e tecnologia em inovação”, ressaltou o presidente da Fundação Araucária, Ramiro Wahrhaftig.

As áreas prioritárias que poderão receber recursos do Tecnova III são: agricultura e agronegócio; biotecnologia e saúde; energias inteligentes; cidades inteligentes e educação, sociedade e economia. contando ainda com as áreas transversais: desenvolvimento sustentável e transformação digital. “O Tecnova prioriza o desenvolvimento de produtos (bens ou serviços) e/ou processos inovadores – novos ou significativamente aprimorados voltados para os setores econômicos considerados estratégicos nas políticas públicas federais e aderentes à política pública de inovação dos estados”, comentou a gerente do Departamento Tecnológico e Subvenção Descentralizada da Finep, Ana Costa.

O Programa Tecnova III tem o objetivo de promover o incremento da competitividade das empresas

Klabin inaugura maior fábrica de papelão ondulado das Américas

Companhia paranaense investiu R$ 1,5 bilhão na planta de Piracicaba

Alinhada às premissas da Indústria 4.0, unidade alia tecnologia e eficiência

A Klabin realizou nesta quinta-feira (27) a cerimônia de inauguração de sua mais recente unidade industrial, em Piracicaba (SP). A fábrica é resultado de um investimento de R$ 1,5 bilhão, tem capacidade de produção de 240 mil toneladas de papelão ondulado por ano, o equivalente a 421 milhões de metros quadrados anuais. Em operação desde abril de 2024, a Unidade Piracicaba II está posicionada como a maior e mais moderna fábrica de embalagens de papelão ondulado em operação nas Américas. O projeto reúne o que há de mais moderno em termos de tecnologia e fortalece o modelo de integração da Klabin, ampliando a capacidade de conversão de papéis em embalagens.

“Conseguimos reunir neste projeto o que há de mais moderno em termos de tecnologia para entregar, com ainda mais eficiência, as melhores embalagens aos nossos clientes. Além disso, a localização da Unidade em um grande centro consumidor do Brasil confere à Klabin uma vantagem logística relevante, que agiliza a distribuição para clientes de diversas regiões do País. A Unidade Piracicaba II representa um marco na história da Klabin e no setor de embalagens”, comenta Cristiano Teixeira, diretor-geral da Klabin.

A planta conta com um estoque de papel com capacidade para 6 mil bobinas – o equivalente a 15 mil toneladas – e possui 16 docas de carregamento na expedição, que funcionam simultaneamente. Um sistema totalmente automatizado para montagem e saída de paletes, otimizando a logística e proporcionando maior eficiência operacional. Entre os destaques em tecnologia está um estoque vertical, pioneiro na América Latina, com capacidade de armazenar 2,3 milhões de metros cúbicos de chapas de papelão ondulado (equivalente a 1.100 toneladas). Este número representa o consumo médio de 30 horas das impressoras. A Klabin é a sétima maior empresa da região e também a terceira maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link).

Companhia paranaense investiu R$ 1,5 bilhão na planta de Piracicaba

Paraná anuncia implantação do primeiro hub de GovTechs

A APTSJC foi homologada para estruturar, gerir e operar o ambiente que será instalado em Curitiba

Hub terá objetivo aproximar o setor público de soluções inovadoras desenvolvidas por startups e empresas de tecnologia

O governo paranaense, por meio da Secretaria da Inovação, Modernização e Transformação Digital (SEI). anunciou nesta quarta-feira (26), durante o Smart City Curitiba, a criação do primeiro hub de GovTechs estadual. A Associação Parque Tecnológico de São José dos Campos (APTSJC) foi homologada em chamada pública para estruturar, gerir e operar o ambiente, que será instalado no Canal da Música, em Curitiba. O investimento previsto é de R$ 15 milhões ao longo de três anos e a expectativa é de que o hub comece a operar a partir de abril. O secretário da Inovação, Alex Canziani, explica que espaço terá como objetivo aproximar o setor público de soluções inovadoras desenvolvidas por startups e empresas de tecnologia voltadas à modernização da gestão governamental.

“Estudos indicam que o setor de Govtechs vai representar investimentos acima de US$ 1 trilhão nos próximos anos. O crescimento de startups que trabalham nessa área cresceu em 2024 em 480%. Com o hub, vamos poder identificar problemas na administração pública e encontrar startups que ofereçam a solução. Isso significa melhoria em atendimentos ao cidadão em todas as áreas”, afirmou. O conceito de GovTechs abrange negócios que criam soluções específicas para órgãos públicos, atuando em áreas como saúde, educação, segurança, mobilidade urbana e transparência. Essas tecnologias incluem, por exemplo, sistemas de inteligência artificial para otimizar serviços, plataformas para desburocratização de processos e ferramentas que melhoram a comunicação entre governo e população.

O termo de colaboração firmado prevê repasses anuais de até R$ 5 milhões, contemplando estruturação física, manutenção e operação do hub, além do financiamento de programas de aceleração e capacitação para startups. Dois terços dos recursos serão destinados à estruturação e custeio, enquanto o restante será aplicado em iniciativas voltadas ao fomento do empreendedorismo e à inovação, por meio de editais específicos. A APTSJC, responsável pela implementação do projeto, atua há 18 anos na gestão do Parque de Inovação Tecnológica de São José dos Campos (SP), um dos principais ambientes de inovação do país. O espaço abriga cerca de 200 instituições, entre startups, universidades, centros de pesquisa e empresas, e já desenvolveu iniciativas voltadas à inovação aberta e à aceleração de negócios de base tecnológica.

O presidente do APTSJC, Jeferson Cheriegate, explicou que o hub vai criar um ambiente tecnológico para as startups. “Conseguimos converter sonhos de empreendedores em negócios viáveis. No caso do Paraná, vamos focar no desenvolvimento de soluções estaduais para governos e criar mercado para que essas empresas possam florescer”, disse. O prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel, destacou a importância de um hub para atender prefeituras. A capital paranaense, que sedia nesta o evento Smart City, já venceu dois títulos de mais inteligente do mundo. “O hub de GovTechs é importante para o cidadão porque é neste espaço que serão criadas soluções que melhorem a vida das pessoas. E Curitiba é uma cidade que trabalha para se modernizar e que vai utilizar as soluções que serão implementadas”, afirmou.

Modelos semelhantes já são utilizados em alguns lugares do mundo para integrar startups ao setor público, como no Reino Unido, Portugal e Estônia, países reconhecidos pela política de transformação digital em seus governos. “O Parque Tecnológico de São José dos Campos possui uma frente em GovTechs consolidada, e apresentou durante a chamada pública um plano de trabalho capaz de auxiliar o Paraná a ser destaque no apoio aos municípios com soluções inovadoras”, afirmou o diretor de relações institucionais da Secretaria de Inovação, Diego Nogueira. Além disso, o Paraná conta com outras iniciativas em andamento como o polo de inovação Fábrica de Ideias, que funcionará como um grande centro de inovação, tecnologia, cultura e lazer no local da antiga fábrica da Ambev, no bairro Rebouças, também na capital paranaense. A construção do polo está em fase de licitação, com investimento previsto de até R$ 311 milhões.

A APTSJC foi homologada para estruturar, gerir e operar o ambiente que será instalado em Curitiba

André Larentis presidirá a Aprovale para o biênio 2025/2026

Enólogo substituirá Ronaldo Zorzi na liderança da entidade

Larentis tem como objetivo, além de seguir com as ações que sustentam os objetivos da entidade, buscar aprovação de um projeto de lei que oficializa o Vale dos Vinhedos como rota turística

O enólogo André Larentis (foto) assume a presidência da Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos (Aprovale) para o biênio 2025/2026. Um dos relevantes projetos que estará sob a guarda da entidade neste período é a construção do Memorial Vale dos Vinhedos de Indicação Geográfica. Ânimo para executar novos projetos não faltará. Larentis, conduzido à presidência por aclamação em assembleia geral realizada na quarta-feira (26), assume o compromisso de gerir uma entidade referencial na vitivinicultura brasileira, com mais de 90 estabelecimentos associados, e uma das responsáveis pelo fomento do enoturismo no Vale dos Vinhedos. Para isso, chega com uma diretoria renovada.

“Temos metade da diretoria formada por novos membros, então esse engajamento dos associados é importante. Vamos colocar bastante energia para fazer as coisas progredirem para colocar o Vale dos Vinhedos sempre em posição de destaque”, ressalta Larentis. Esse comprometimento dos associados vai ao encontro do atual momento vivenciado pela Aprovale. O novo presidente entende que isso será importante também para que a entidade siga na trilha de um de seus principais eixos de atuação. “O Vale dos Vinhedos se encontra em um novo cenário dentro de sua trajetória. É um momento em que temos pautas bem importantes para serem discutidas, principalmente pensando no crescimento de uma forma sustentável para os próximos anos. Para isso, daremos andamento a um planejamento estratégico com participação de nossos associados”, destaca Larentis.

Larentis tem como objetivo, além de seguir com as ações que sustentam os objetivos da entidade, buscar investimentos para melhoria da infraestrutura, manter parcerias institucionais e com empresas privadas, buscar aprovação de um projeto de lei que oficializa o Vale dos Vinhedos como rota turística, seguir realizando a gestão qualificada da Indicação Geográfica Vale dos Vinhedos I.P. e D.O, ser uma entidade participativa no The Global Artisan Vintners Alliance (AVA), ampliar a participação da região produtora em feiras de promoção do setor, dentre outros projetos. Entre as pautas em destaque está a construção do Memorial Vale dos Vinhedos de Indicação Geográfica, um espaço de valorização da história do Vale dos Vinhedos e do reconhecimento como primeira região do país com Indicação Geográfica, iniciado pelo agora ex-presidente Ronaldo Zorzi.

“Acho que será um marco, porque nós vamos começar a trabalhar com uma visão diferente, muito mais ampla e moderna”, comenta Zorzi. O projeto será erguido na área onde está a atual sede da subprefeitura, na Linha 6 da Leopoldina. O prédio de 1,2 mil metros quadrados abrigará um espaço expositivo, uma enoteca e as novos espaços administrativos da Aprovale e da subprefeitura. Nos últimos dois anos em que Zorzi presidiu a Aprovale houve outros importantes avanços. Ele cita, entre eles, o lançamento do primeiro vinho coletivo com D.O. do país, o varietal Merlot 10 Lotes D.O.V.V., que reuniu frações de vinho oriundos de safras especiais de 10 vinícolas distintas do Vale. “Foi um projeto inovador iniciado na gestão anterior que conseguimos concluir e disponibilizar ao mercado”, relembra.

A lista inclui, também, a retomada do evento Despertar do Vale, realizado em 2024 depois de um hiato de cinco anos – a quarta edição está agendada para o próximo dia 12 de abril –, e a união de vinícolas para participar, pela primeira vez, da feira ProWine, em São Paulo, no ano passado. “Entendemos que é fundamental, tanto que iremos de novo neste ano com um grupo ainda maior”, comemora. No período de sua gestão, Zorzi também refere dois projetos em andamento como significativos a serem transmitidos: o início da construção da ciclovia no Vale dos Vinhedos – um equipamento turístico, mas também de segurança para a comunidade – e a futura publicação de um livro sobre os 30 anos da Aprovale, celebrados em 2025.

A jornada foi, igualmente, marcada por vários desafios. Um dos mais marcantes foi a crise climática de maio passado. Embora o advento não tenha comprometido vinhedos da localidade, impactou o fluxo turístico. “A gente se reinventou, buscou novos públicos e superou esse período em que ficamos isolados do resto do Estado por um bom tempo”, diz. Esse capítulo, no entanto, acabou por enriquecer ainda mais a experiência de estar à frente de uma entidade como a Aprovale. “Presidir a Aprovale é muito trabalhoso, mas muito gratificante ao mesmo tempo. Digo que parece tempo demais para se dedicar a uma associação de forma voluntária, mas pouco tempo para concluir grandes projetos. Tive um crescimento profissional muito grande, com muita união e parcerias, conhecendo pessoas e entidades. Foi uma experiência fantástica”, opina.

Enólogo substituirá Ronaldo Zorzi na liderança da entidade

Construtora Elevação une comercial e marketing

André Sardinha responderá pelo novo setor

Sardinha acumula passagens em empresas como Cesbe Engenharia, TORC e Andrade Gutierrez

A construtora paranaense Elevação anunciou a fusão das diretorias que respondem pelo comercial e pelo marketing. Ambas estarão sob a liderança de André Sardinha. O executivo ocupava desde maio de 2024 a função de diretor comercial e neste ano passa a comandar os dois núcleos da companhia, trazendo consigo a sua experiência em desenvolvimento de negócios no setor de infraestrutura, energia e obras industriais.

Com passagens em empresas como Cesbe Engenharia, TORC e Andrade Gutierrez, também atuou como membro do conselho de administração da Way 306, grupo controlador de concessionárias de rodovias no Mato Grosso do Sul. No ano passado o executivo liderou as iniciativas comerciais que resultaram na contratação de obras que totalizaram um investimento de aproximadamente R$ 1 bilhão nos setores de saneamento, óleo e gás e mineração.

Fundada em 1976, a Construtora Elevação se especializou nos setores de saneamento, óleo e gás. Presente em 14 estados, a empresa sediada em Curitiba também atua nos segmentos de energia, montagem eletromecânica, saneamento, papel e celulose, mineração e telefonia. Em seus 48 anos de história, construiu relações sólidas com grandes concessionárias de saneamento, concessionárias de gás e indústrias do setor público e privado. A companhia opera tanto como construtora quanto como investidora em Parcerias Público-Privadas (PPPs) e locação de ativos.

André Sardinha responderá pelo novo setor

Curitiba recebe primeiro delivery dos Correios feito por drone

Os Correios e a Speedbird Aero são os novos parceiros do projeto

Prefeito Eduardo Pimentel recebeu o primeiro delivery dos Correios feito por um veículo não tripulado

Escolhida como cidade-laboratório para os testes da criação de um sistema de controle de tráfego em “aerovias” para a circulação de drones para delivery, Curitiba reforçou, na manhã desta quarta-feira (26), mais uma marca de seu DNA inovador: o prefeito Eduardo Pimentel recebeu o primeiro delivery dos Correios feito por um desses veículos não tripulados. A entrega foi realizada na Ligga Arena, no segundo dia do Smart City Expo Curitiba 2025. “Queremos estar sempre abertos para essas discussões, ser o fórum de testes importantes. É uma honra e um orgulho de Curitiba ser o piloto desse teste e ter recebido o delivery por drone número um dos Correios”, destacou o prefeito Eduardo Pimentel na cerimônia (foto).

O voo simbólico foi realizado pela Atech, empresa do grupo Embraer e que escolheu Curitiba para os testes práticos do software que está desenvolvendo para o controle aéreo de voos de drones seguros em ambientes urbanos, passando sobre pessoas. A partir desse interesse, foi firmada, em novembro de 2024, a parceria entre a Prefeitura de Curitiba (Vale do Pinhão) e a empresa, por meio da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação. A parceria avançou com a entrada de dois novos colaboradores de peso, apresentados no evento: os Correios e a Speedbird Aero, reconhecidos internacionalmente por sua expertise em logística de entregas.

“Curitiba é uma cidade que sempre esteve na vanguarda tecnológica do país. O grupo Embraer também tem a inovação em seu DNA. Esse ‘casamento’ para o desenvolvimento desse projeto tão importante para o futuro da mobilidade de transporte logístico no país não podia ser mais vencedor, trazendo agora os Correios e a Speedbird”, ressaltou o CEO da Atech, Rodrigo Persico. Os dois novos colaboradores vão contribuir com informações e insights para a realização de testes do sistema dentro da realidade de logística urbana. Os Correios vão cooperar com a expertise de 362 anos de experiência em envios e entregas por todo o Brasil; a Speedbird Aero, com o know how de ser a primeira fabricante e plataforma de drones autorizada pela Agência Nacional de Controle Aéreo (Anac) a realizar entregas de produtos com uma aeronave não tripulada no Brasil, sem sobrevoar pessoas. “Estamos muito honrados de, assim como Curitiba, ser protagonistas nesse grande projeto. Toda nossa expertise em logística fica à disposição desse projeto para que, num futuro bem próximo, as entregas sejam feitas também por drone”, destacou o superintendente dos Correios no Paraná, Marcos Paulo Paim.

O voo
Em respeito à regulamentação da Anac, o delivery por drone desta manhã foi realizado em uma rota evitando o fluxo de pessoas, decolando da Praça Afonso Botelho e sobrevoando a Ligga Arena com o uso do sistema BVLOS (sigla para Beyond Visual Line of Sight, em que o piloto não tem contato visual direto com o veículo). O pouso foi feito com precisão no local previsto na área externa do estádio, onde está a exposição do Tomorrow Mobility, evento dentro do Smart City Expo Curitiba que debate e apresenta soluções para a mobilidade do futuro. Uma profissional dos Correios retirou a “encomenda” do drone e entregou ao prefeito Eduardo Pimentel. No pacote, uma miniatura do veículo aéreo da Speedbird Aero que fez o delivery, acompanhado de duas placas de agradecimento pela parceria com Curitiba.

O prefeito ressaltou que a capital paranaense faz parte do desenvolvimento de uma revolução logística que será utilizada em todas as cidades e que está se tornando realidade com tecnologia 100% brasileira. Além da Atech, com sede em São Paulo, e 40 anos de experiência no desenvolvimento de sistemas, plataformas e softwares de controle aéreo (são da empresa os softwares utilizados para o controle de voos da aviação no Brasil), a Speedbird Aero também é uma empresa nacional que atua no mundo todo, contou o CEO da companhia, Manoel Coelho. “Geralmente, pensamos que estamos atrasados aqui, no Brasil, em tecnologia. Não é verdade. A Speedbird já comprovou isso no exterior. O Brasil está à frente, tem empresas como a Embraer, a terceira maior fabricante de aeronaves do mundo”, ressaltou Coelho.

A parceria da Prefeitura com a Atech foi possível pelo Sandbox Regulatório de Curitiba, criado por decreto municipal em 2021 e que autoriza, de forma experimental e temporária, testes de produtos e serviços inovadores na cidade, sem a necessidade da totalidade de licenças e alvarás normalmente exigidos. “A criação do Sandbox de Curitiba foi muito importante para a gente poder entrar com esse desenvolvimento tecnológico junto com a Prefeitura para que possamos, em uma analogia, criar a pavimentação das estradas do céu”, avalia o CEO da Atech.

Os Correios e a Speedbird Aero são os novos parceiros do projeto