Archives Fevereiro 2025

Google Meet agora permite rolar legendas ao vivo para revisar conversas

O Google Meet recebeu uma atualização que promete tornar as reuniões mais acessíveis e dinâmicas. A partir de agora, as legendas ao vivo e as traduções automáticas ficam disponíveis por até 30 minutos, permitindo que os usuários voltem no tempo e revisem partes da conversa que possam ter perdido. Antes, essas legendas desapareciam rapidamente, acompanhando […]O Google Meet recebeu uma atualização que promete tornar as reuniões mais acessíveis e dinâmicas. A partir de agora, as legendas ao vivo e as traduções automáticas ficam disponíveis por até 30 minutos, permitindo que os usuários voltem no tempo e revisem partes da conversa que possam ter perdido. Antes, essas legendas desapareciam rapidamente, acompanhando […]

Google Home ganha atalho inspirado no YouTube para navegar no histórico de câmeras

O Google Home está recebendo uma atualização que tornará a visualização do histórico de câmeras muito mais prática. Inspirado no YouTube, o app agora permite avançar ou retroceder rapidamente em gravações com um simples toque duplo na tela. Com essa mudança, um toque duplo no lado esquerdo da tela retrocede 10 segundos, enquanto um toque […]O Google Home está recebendo uma atualização que tornará a visualização do histórico de câmeras muito mais prática. Inspirado no YouTube, o app agora permite avançar ou retroceder rapidamente em gravações com um simples toque duplo na tela. Com essa mudança, um toque duplo no lado esquerdo da tela retrocede 10 segundos, enquanto um toque […]

Banrisul anuncia investimento de R$ 1 bilhão no setor imobiliário do RS

Clientes que comprarem imóveis de construtoras que financiaram com o banco têm a possibilidade de crédito

A iniciativa representa um esforço do Banrisul para que o setor imobiliário do Rio Grande do Sul não paralise

O Banrisul anunciou que irá investir R$ 1 bilhão no setor nos próximos dois anos. O valor será destinado a financiar empreendimentos habitacionais através do Plano Empresário, linha direcionada às construtoras com histórico de relacionamento com o banco. Também poderão acessar os recursos clientes pessoa física que adquirirem imóveis residenciais novos de empreendimentos financiados pelo Banrisul, no chamado Desligamento Plano Empresário. Os recursos são oriundos da poupança, em R$ 500 milhões, e provenientes da tesouraria da instituição, em outros R$ 500 milhões.

De acordo com o presidente do banco, Fernando Lemos, a iniciativa representa um esforço da instituição para que o setor imobiliário do Rio Grande do Sul não paralise. “Sabemos da importância do crédito habitacional para a economia e para a geração de empregos, por isso, mesmo diante do cenário desafiador do setor imobiliário no Brasil, estamos mobilizando também recursos próprios para diminuir os impactos nas famílias gaúchas”, salienta.

Clientes que comprarem imóveis de construtoras que financiaram com o banco têm a possibilidade de crédito

Frimesa fatura R$ 6,5 bilhões em 2024

Valor é 7,5% maior em relação ao ano de 2023

A Frimesa é a 58ª maior empresa da região e também a 20ª maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL

A Frimesa Cooperativa Central fechou o ano com R$ 6,5 bilhões de faturamento, um aumento de 7,5% em comparação com 2023. Para o presidente executivo da Frimesa, Elias José Zydek, várias situações no cenário global interferiram no consumo dos países e nas relações comerciais. No entanto, no segundo semestre, a atuação no mercado externo contribuiu para os resultados positivos da Frimesa. “Foi um ano de bastante provação, difícil, mas que conseguimos superar”, afirmou Zydek.

O presidente da Ocepar, José Roberto Ricken, enalteceu os resultados positivos das cooperativas paranaenses, que representam 64% das produções agrícolas do Paraná. “Fechamos os números do cooperativismo do Paraná com faturamento bruto de R$ 205 milhões, e a proteína animal teve uma fatia importante nesse resultado. Geramos 164 mil empregos diretos. Por essa representatividade, continuamos na busca por investimentos e melhorias para nosso setor, transformando a realidade do agronegócio brasileiro”, comemora.

No segmento de carnes, a Frimesa cresceu 10,3%, totalizando o abate de 3,2 milhões de animais. Acompanhando esse aumento, a produção de derivados da carne suína chegou a 374 mil toneladas de produtos, entre cortes suínos congelados e temperados, industrializados, coprodutos e exportação. A carne suína representa 75% do faturamento da empresa. Na área do leite, o ano fechou com um volume de 245 milhões de litros de leite processados. A atividade leiteira representou 23,4% do faturamento total da Frimesa, cerca de R$ 1,5 bilhão, com destaque para produtos como leite UHT, doce de leite, iogurtes, leite condensado, natas, manteigas e queijos.

A Frimesa Cooperativa Central é composta por cinco filiais: Copagril, Lar, C.Vale, Copacol e Primato. A Frimesa é a 58ª maior empresa da região e também a 20ª maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. A cooperativa de Medianeira também ocupa a 11ª posição no ranking exclusivo que revela quem são as maiores do cooperativismo do Sul (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link).

Valor é 7,5% maior em relação ao ano de 2023

Os cenários para o funding da construção civil em 2025

Além da alta na Selic que traz impactos imediatos, panorama para o ano envolve risco de esvaziamento no SBPE enquanto FGTS tem projeções positivas

“Os recursos do SBPE estão escassos por conta da Selic alta e constantes saques da poupança, o que preocupa o segmento de médio padrão”, alerta Ebran Theilacker, CEO da real estate fintech Versi, de Joinville

O mercado imobiliário brasileiro está projetando um 2025 com desafios pela frente, mas com sinais promissores no segmento econômico, com destaque para o programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Após um 2024 marcado por crescimento consistente, os indicadores apontam continuidade no ritmo de expansão neste ano, impulsionados pelo fortalecimento do crédito habitacional e por políticas públicas de incentivo. Há ainda um cenário de transformações nas fontes de recursos para o setor, com sinais de retração na fonte do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e tendência positiva no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

De acordo com o Indicador de Confiança do Setor Imobiliário Residencial, elaborado pela Deloitte e Abrainc, o segmento MCMV foi responsável por um desempenho expressivo em 2024 e, para 2025, 100% dos executivos do setor confirmaram planos de lançar novos empreendimentos nos próximos 12 meses, um recorde para a categoria. Conforme dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o setor fechou 2024 com um crescimento de 4,1% em suas atividades, porém há uma aguardada desaceleração que mantém a projeção para 2025 mais conservadora, na casa dos 2,3%.

Diretamente relacionado ao volume de construções está a capacidade de funding do segmento. Dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) indicam que, em 2024, o crédito imobiliário totalizou R$312 bilhões em concessões, um aumento de 25% em relação a 2023. Desse montante, R$187 bilhões foram financiados com recursos da poupança, representando um crescimento de 22%. No entanto, a participação da poupança no funding imobiliário caiu de 34% para 32% em 2024, refletindo uma tendência de “esvaziamento” devido às sucessivas retiradas de recursos da caderneta, influenciadas pelo aumento da taxa Selic.

“Os recursos do SBPE estão escassos por conta da Selic alta e constantes saques da poupança, o que preocupa o segmento de médio padrão. A alternativa que o setor tem encontrado é de acessar o mercado de capitais, ampliando a utilização de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), que atingiram uma máxima histórica em 2024”, ressalta Ebran Theilacker, CEO da real estate fintech Versi, de Joinville (SC), que atua com funding para incorporadoras em todo o país.

Em relação ao segmento econômico, que tem como sua maior fonte os recursos do FGTS, há uma estimativa de crescimento para 2025, com uma previsão de R$126,8 bilhões conforme o orçamento do fundo. Com isso, o volume total de empréstimos deve atingir cerca de R$282 bilhões neste ano — uma redução de 10% em relação a 2024. A estimativa aponta para boas perspectivas para o setor, segundo Theilacker, que destaca a ação de fintechs como a Versi no chamado funding complementar para as incorporadoras do segmento econômico. Entre os processos de liberação de recursos da Caixa, esse formato de funding apoia o andamento dos projetos e acelera o crescimento das incorporadoras.

“No segmento econômico o ponto que devemos prestar atenção em 2025 é o aumento do custo de obra. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) vem apontando uma tendência de alta e isso pode comprometer o fluxo de caixa e reduzir margens. É muito importante que as incorporadoras tenham um planejamento certeiro focando na manutenção das margens, e isso inclui um plano de vendas mais alongado que permite correção consistente de preço”, ressalta Theilacker.

Além da alta na Selic que traz impactos imediatos, panorama para o ano envolve risco de esvaziamento no SBPE enquanto FGTS tem projeções positivas

Atividade econômica catarinense cresce 5,7% em 2024

Desempenho do setor industrial mostrou alta de 7,7% no estado

O resultado de Santa Catarina superou a média brasileira, que foi de 3,8% em 2024

O IBCR, índice que mostra a atividade econômica regional medido pelo Banco Central (BC), apontou que a economia de Santa Catarina teve crescimento de 5,7% no ano passado. O indicador, considerado uma prévia do PIB, ficou acima dos 2,7% acumulados em 2023. O resultado de Santa Catarina superou a média brasileira, que foi de 3,8% em 2024. Segundo dados do Observatório Fiesc, a indústria teve o melhor resultado entre os grandes setores da economia e apresentou avanço de 7,7% no acumulado do ano em Santa Catarina, enquanto o indicador do setor industrial no Brasil subiu 3,1% em 2024.

Para o presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), Mario Cezar de Aguiar, os segmentos industriais mais sensíveis ao crédito puxaram o resultado. As indústrias de bens de capital contribuíram para o desempenho, já que o segmento foi beneficiado pelo movimento de redução da Selic iniciado em julho de 2023 e encerrado em outubro de 2024. “Os dados de 2024 confirmam a importância da indústria para o desenvolvimento. Mais uma vez, o desempenho do setor teve impacto positivo e se refletiu nos segmentos de serviços e comércio”, explicou.

O comércio ampliado avançou 7,2% no período em Santa Catarina, superando a média brasileira que foi de 4,1% em 2024. Na análise do Observatório FIESC, contribuíram para o desempenho as vendas de veículos, motocicletas, partes e peças, que avançaram 17,2%; de eletrodomésticos, que cresceram 12,7%; e de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos, que subiram 11,9% no acumulado de 2024. A atividade econômica de serviços cresceu 6,1% no ano passado no estado, também acima da média brasileira para o setor, que foi de 3,1%. Neste segmento, destacaram-se os ramos de atividades turísticas, com incremento de 9%; transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, com alta de 8,3%; e serviços prestados às famílias, com avanço de 5,4%.

Desempenho do setor industrial mostrou alta de 7,7% no estado

Industriais paranaenses estão pessimistas com a economia

No entanto, pesquisa da Fiep revela que 61% dos empresários estão otimistas em relação a seus negócios

“Por um lado, o empresário acredita muito nele, mas por outro não acredita em mudanças no plano do governo federal”, ressaltou o presidente do Sistema Fiep, Edson Vasconcelos

A Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) divulgou, nesta quinta-feira (20), os resultados da 29ª edição da Sondagem Industrial, levantamento anual que capta as expectativas dos empresários do setor para o ano seguinte. Os dados revelam que 61% dos industriais paranaenses estão otimistas ou muito otimistas com o desempenho de suas indústrias em 2025, enquanto 31% têm perspectivas neutras e somente 8% demonstram pessimismo. Já em relação ao desempenho da economia do país no ano, 24% apostam em crescimento ou forte crescimento, 33% esperam estabilidade e 43% acreditam que haverá retração ou forte retração. “A pesquisa trouxe uma preocupação muito grande com a política econômica nacional”, ressaltou o presidente do Sistema Fiep, Edson Vasconcelos. “Por um lado, o empresário acredita muito nele, mas por outro não acredita em mudanças no plano do governo federal”, completou. Questões como taxa de juros elevada, infraestrutura e custo do crédito preocupam parte dos empresários, que veem desafios no ambiente econômico.

A pesquisa aponta que a percepção dos empresários que estão otimistas em relação aos seus negócios para 2025 está fortemente atrelado à expectativa de aumento das vendas (90%), acesso a novos mercados (69%) e ganho de produtividade e competitividade (65%). “A indústria paranaense segue demonstrando resiliência e capacidade de crescimento. O desempenho positivo registrado em 2024 faz com que os empresários enxergam oportunidades na expansão do mercado e no fortalecimento da produção”, afirma Vasconcelos. No entanto, há desafios que precisam ser superados. Questões como infraestrutura logística (48%), custos de produção (45%) e mão de obra qualificada (61%) aparecem entre as principais preocupações dos industriais.

“O Paraná tem potencial para se consolidar ainda mais como uma referência industrial no Brasil, mas precisamos garantir condições adequadas para isso. Questões como energia, transporte e custos operacionais precisam estar na pauta de políticas públicas para assegurar a competitividade das empresas”, avalia Vasconcelos. Ele mostrou-se preocupado especialmente com a demanda futura da agricultura que exigirá alternativas ao transporte rodoviário. “Até 2030 a Ocepar prevê dobrar a produção, razão pela qual temos de tratar as ferrovias de maneira muito séria, o que estamos fazendo aqui na Fiep. Mas para que obtenhamos êxito, é preciso investir já, pois qualquer movimento que façamos agora, leva cinco anos para ter o resultado”, destaca.

O levantamento, realizado entre novembro de 2024 e fevereiro de 2025, ouviu indústrias de diferentes portes e segmentos. Entre os respondentes, 90% pretendem investir neste ano, com prioridade para melhorias em processos, produtos e serviços (56%), redução de custos produtivos (44%) e prospecção de novos mercados (41%). Apesar desse panorama, a dificuldade de acesso ao crédito segue como uma barreira, levando 55% dos empresários a utilizarem recursos próprios para financiar investimentos. A alta da taxa Selic e o encarecimento do crédito são fatores que geram preocupação no setor. Segundo a pesquisa, 43% dos industriais acreditam que a economia pode enfrentar retração ou forte retração em 2025, e 79% desse grupo apontam a política econômica nacional como o principal fator de impacto negativo. “O cenário de juros elevados dificulta novos investimentos e encarece o crédito, reduzindo a capacidade de ampliação da produção e da inovação”, alerta Vasconcelos. Diante desse panorama, a Fiep reforça a importância de continuar debatendo as demandas do setor industrial e buscando soluções que promovam um ambiente de negócios mais competitivo. “Os Fóruns Regionais da Indústria, que realizamos em 2024 e que terão continuidade neste ano, são essenciais para ouvirmos os empresários e atuarmos junto ao poder público para destravar gargalos e criar uma política industrial que impulsione ainda mais o setor no Paraná”, conclui o presidente da Fiep.

No entanto, pesquisa da Fiep revela que 61% dos empresários estão otimistas em relação a seus negócios

Jamais saberemos como eles seriam

Ariel e Kfir jamais serão. Eis a dor suprema. E esta, hoje, é de todos nós

Para todos os efeitos, pensam eles, milhares de crianças morreram nessa guerra. O que faria dos irmãos Bibas e da mãe mais vítimas do que as demais?

1 – Hoje Israel recebeu os corpos de duas crianças. Judeus do mundo inteiro viveram o momento como se tivessem perdido parentes próximos – não importa que essa triste realidade já fosse do conhecimento geral há alguns meses. Hoje, porém, a dureza da cena a tornou tangível. Ainda assim, a imagem dos ruivinhos Ariel e Kfir revolve sentimentos de apreensão difíceis para os não-judeus. É para eles que falo. Para todos os efeitos, pensam eles, milhares de crianças morreram nessa guerra. O que faria dos irmãos Bibas e da mãe mais vítimas do que as demais?

2 – Todo judeu tem uma conexão emocional com o Holocausto. Das tantas imagens que permeiam o genocídio da Segunda Guerra, são as das crianças as que mais capturam a dor da perda. O desamparo dos pequenos ao ser separados das mães significa para a vida judaica – fortemente nucleada na família – a dor das dores, a crueldade insanável, o assassinato do Amanhã e da Esperança. Os Bibas, portanto, são a negação mais frontal ao “Never Again”, ao “Nunca Mais”, ao “Nie Wieder” – com alguns agravantes. O principal é que eles estavam “em casa”.

3 – Israel nasceu apenas mil dias depois da libertação dos campos. O assim chamado lar judaico foi em grande parte uma resposta à barbárie nazista. A pedra angular de sua criação foi refundar uma terra onde os judeus não fossem visitantes que pudessem ser enxotados, quando não pior, a bel prazer dos humores hospedeiros. Em quase oito décadas, Israel perdeu muitas vidas – inclusive de crianças. Ocorre que os Bibas foram retirados à força do país-fortaleza numa falha de segurança de que, no fundo, nenhum judeu se perdoa. Foi um cochilo no plantão.

4 – Quando cheguei a Israel pela primeira vez, me chamou a atenção o zelo de cada um para com as crianças, que pareciam ser filhos de todos. No kibbutz, elas dormiam longe dos pais e viviam numa casa própria, supervisionadas por professoras que pareciam guardiães de um baú de ouro. Para mim, que cresci vendo a descartabilidade das pequenas vidas em famílias que as tinham às dúzias na pobreza do Nordeste, era difícil entender a origem de tanta afeição. Dispensavam-se às crianças as regalias dadas aos idosos. Nada de bronca, cascudo, palmada ou chinelada.

5 – Ao longo da vida, vi que às crianças nos lares judaicos tudo se permite, tudo se aplaude, em tudo elas comovem. Há diversas camadas adicionais no cenário. Odiosamente, o Hamas afirma que as crianças morreram na sequência dos ataques israelenses. Pergunta-se: o que faziam lá? Para um não judeu, dois aspectos causam perplexidade. Por que trocar corpos por prisioneiros vivos com mãos manchadas de sangue? O enterro para os judeus é sagrado. Um dos horrores do Holocausto foi justamente o de não se poder sepultar ou identificar os mortos dos campos.

6 – A tessitura do 7 de Outubro de 2023 se deu por muitos desses ex-presos que falavam bem hebraico e conheciam a fundo as idiossincrasias de Israel. Foi ao trocar 1027 prisioneiros pela vida do soldado Gilad Shalit que se abriu uma brecha para que Israel vivesse seu pior dia. Se pudesse aquilatar as consequências que adviriam desse escambo – uma metáfora do valor que Israel dá à vida dos seus –, o próprio soldado Shalit teria aberto mão da sua. Nada é simples. Muitos dizem que a barbárie é filha dileta da política de segurança sem paz formal. Ninguém sabe.

7 – Já disse isso uma vez e hoje volto a repetir: seus amigos judeus precisam do seu carinho. A sensação de isolamento é abissal. Nem sempre Israel pode escolher os aliados. Dilapidado por uma mídia hostil, premido a fazer valer uma narrativa de aceitação difícil, peça de tabuleiro de políticos delirantes dentro e fora do país, Israel sabe que se assenta sobre fundamentos fragilizados. A morte de Ariel e Kfir assinala o fim de uma época. A retomada não será fácil. Até o 7 de Outubro, Israel era visto como um acervo da humanidade na ciência, na arte e na engenharia social. Isso mudou.

8 – A difusão de imagens de guerra e a entronização de uma liderança que se legitima pela lógica do conflito faz com que Israel seja percebido por um viés suspeito pela imensa maioria dos não judeus. No bojo disso, há o recrudescimento do antissemitismo e a convicção de que não adianta esforçar-se para ganhar a simpatia de quem já lhe tem reservas. Para os judeus, quem não for a seu favor, é contra. O judaísmo funciona como uma imensa rede social. Como tal, o algoritmo da relativização não existe. Hoje, contudo, é dia de pensar em quem Ariel e Kfir jamais serão. Eis a dor suprema.

E esta, hoje, é de todos nós.

Ariel e Kfir jamais serão. Eis a dor suprema. E esta, hoje, é de todos nós

MRV investiu quase R$ 26 milhões no Sul no ano passado

As obras incluem desde a construção e reforma de praças, escolas, áreas de lazer públicas, recuperação de áreas verdes, construção de novas vias, até a instalação de lixeiras e de iluminação pública

A companhia está presente em mais de 160 cidades, em 22 estados e no Distrito Federal

A MRV destinou R$ 25,8 milhões para a realização de obras de infraestrutura de urbanização nos três estados da Região Sul em 2024. Do total investido no Rio Grande do Sul, mais de R$ 6 milhões foram destinados a Porto Alegre e Região Metropolitana. No Paraná, o valor chega a, aproximadamente, R$ 10 milhões, enquanto Santa Catarina recebeu mais de R$ 9 milhões. Dentre as principais benfeitorias, destacam-se a ampliação das redes de água e esgoto, rede elétrica e sinalizações de trânsito. No somatório do Brasil — a companhia está presente em mais de 160 cidades, em 22 estados e no Distrito Federal —, foram mais de R$ 324 milhões no ano passado voltados para a realização de melhorias urbanas. 

As obras incluem desde a construção e reforma de praças, escolas, áreas de lazer públicas, recuperação de áreas verdes, construção de novas vias, até a instalação de lixeiras e de iluminação pública.  “Acreditamos que a construção civil tem um papel fundamental no desenvolvimento social e urbano. Ao investir, por exemplo, na criação de espaços públicos para a convivência e o lazer da comunidade, estamos contribuindo para a melhoria da qualidade de vida dessas pessoas“, destaca Luiz Montans, Gestor de Desenvolvimento Imobiliário da MRV na Região Sul. As ações refletem o compromisso da construtora com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas ONU e a Visão 2030, especialmente nos eixos de cidades e comunidades sustentáveis (ODS 11).  

As obras incluem desde a construção e reforma de praças, escolas, áreas de lazer públicas, recuperação de áreas verdes, construção de novas vias, até a instalação de lixeiras e de iluminação pública

Febraban projeta crescimento do crédito para 8,5% neste ano

Expectativa foi revisada e teve queda em comparação a dezembro

“O resultado reflete a piora do cenário econômico, com expectativa de uma inflação maior e, consequentemente, juros mais altos também ao longo do ano”, destacou o diretor de Economia, Regulação Prudencial e Riscos da Febraban, Rubens Sardenberg

Pesquisa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) mostra que a carteira de crédito no país deverá crescer 8,5% em 2025. Em dezembro passado, a expectativa da entidade era de um crescimento de 9% do crédito no ano corrente. Em 2024, o crescimento do crédito foi de 10,9%, segundo o Banco Central. “O resultado reflete a piora do cenário econômico, com expectativa de uma inflação maior e, consequentemente, juros mais altos também ao longo do ano. O desempenho efetivo do crédito dependerá do cenário fiscal e de outras variáveis relevantes, que poderão alterar a perspectiva atual”, destacou o diretor de Economia, Regulação Prudencial e Riscos da Febraban, Rubens Sardenberg.

O levantamento, feito com executivos de 21 bancos entre os dias 5 e 10 de fevereiro, aponta ainda que a maioria dos entrevistados (76,2%) disse esperar que a taxa Selic suba além de 14,25% em 2025. Já a expectativa para a taxa de câmbio é de ligeira depreciação ao longo do ano, com o dólar atingindo R$ 5,95 até setembro. Na pesquisa anterior, os entrevistados enxergavam que o câmbio ficaria próximo do nível de R$ 6. Quanto à inflação, a maioria (47,6%) dos entrevistados entende que a inflação deve ficar próxima a 5,5%. Já sobre o Produto Interno Bruto (PIB), pouco mais da metade (52,4%) dos participantes segue projetando alta em torno de 2% em 2025.

Com ABR

Expectativa foi revisada e teve queda em comparação a dezembro

Mistura de biodiesel no diesel é mantida em 14% para conter inflação

Governo desistiu de aumentar o percentual para 15% em março

Sancionada em outubro de 2024, a Lei Combustível do Futuro estabelece que a parcela de biodiesel varie de 13% a 25%

O percentual de biodiesel misturado ao óleo diesel ficará em 14% para conter a alta no preço dos alimentos, decidiu o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). O percentual subiria para 15% em 1º de março. Embora a maior parte do biodiesel no país tenha origem na soja, produto majoritariamente exportado e pouco consumido pelos brasileiros, a decisão ajuda a segurar o preço dos alimentos. Isso porque a elevação da mistura para 15% encareceria o combustível, usado no transporte de cargas, com impacto no preço da comida. Atualmente, o óleo diesel representa 35% do valor do frete.

“O preço dos alimentos é a grande prioridade do nosso governo. Considerando a necessidade de buscarmos todos os mecanismos para que o preço seja mais barato na gôndola do supermercado, mantemos a mistura em B14 [teor de 14% de biodiesel] até que tenhamos resultados no preço dos alimentos da população, já que boa parte da produção do biodiesel vem da soja”, afirmou, em nota, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. Apesar de ser menos poluente e renovável, o biodiesel é mais caro que o diesel, combustível fóssil. Quanto maior o teor de biodiesel no diesel, mais alto fica o preço na bomba. Caso o percentual de mistura subisse, o diesel teria o segundo aumento em um mês. No fim de janeiro, a Petrobras elevou o preço do combustível para as distribuidoras em R$ 0,22 para diminuir a defasagem em relação ao preço internacional.

O biodiesel, que é adicionado ao diesel fóssil, esteve em trajetória de alta nas últimas semanas. Sancionada em outubro de 2024, a Lei Combustível do Futuro estabelece que a parcela de biodiesel varie de 13% a 25%. No entanto, a adição é obrigatória desde 2008, como política nacional para reduzir o nível de poluição do transporte de cargas.

Com ABR

Governo desistiu de aumentar o percentual para 15% em março

Le Chat, assistente de IA francês, alcança 1 milhão de downloads em tempo recorde

O mercado de assistentes de inteligência artificial acaba de ganhar um novo destaque: o Le Chat, chatbot desenvolvido pela startup francesa Mistral, superou a marca de 1 milhão de downloads na App Store em apenas duas semanas. Esse sucesso rápido demonstra o interesse crescente por alternativas locais aos grandes nomes do setor, como o ChatGPT, […]O mercado de assistentes de inteligência artificial acaba de ganhar um novo destaque: o Le Chat, chatbot desenvolvido pela startup francesa Mistral, superou a marca de 1 milhão de downloads na App Store em apenas duas semanas. Esse sucesso rápido demonstra o interesse crescente por alternativas locais aos grandes nomes do setor, como o ChatGPT, […]

Microsoft revela modelo de IA para videogames

A Microsoft revelou uma nova tecnologia de inteligência artificial que promete otimizar a criação de jogos para videogames. A novidade é chamada Muse e pode gerar cenas de jogos que, normalmente, seriam feitas por programadores e animadores humanos. Para desenvolver esse modelo, a Microsoft usou dados coletados de jogadores de Xbox, que permitiram à IA […]A Microsoft revelou uma nova tecnologia de inteligência artificial que promete otimizar a criação de jogos para videogames. A novidade é chamada Muse e pode gerar cenas de jogos que, normalmente, seriam feitas por programadores e animadores humanos. Para desenvolver esse modelo, a Microsoft usou dados coletados de jogadores de Xbox, que permitiram à IA […]

Google apoia iniciativa para tornar as compras públicas mais sustentáveis e ajudar pequenos produtores

O Google.org, braço filantrópico do Google, acaba de anunciar um apoio de US$ 1 milhão ao Instituto Jataí para promover compras públicas mais sustentáveis no Brasil. O objetivo é fortalecer a sociobiodiversidade e ajudar pequenos produtores, especialmente aqueles localizados na Amazônia Legal, oferecendo uma maneira mais eficiente e acessível de vender seus produtos ao governo. […]O Google.org, braço filantrópico do Google, acaba de anunciar um apoio de US$ 1 milhão ao Instituto Jataí para promover compras públicas mais sustentáveis no Brasil. O objetivo é fortalecer a sociobiodiversidade e ajudar pequenos produtores, especialmente aqueles localizados na Amazônia Legal, oferecendo uma maneira mais eficiente e acessível de vender seus produtos ao governo. […]

Weg fornecerá estações de recarga de carros elétricos em shoppings pelo Brasil

Companhia será parceira da Karg, rede de eletropostos que pretende abrir 600 vagas em três anos

Shoppings de oito cidades vão receber estações de recarga como a do Catuaí Shopping, em Maringá

A companhia catarinense Weg fornecerá soluções para a nova rede de eletropostos da Karg, empresa criada pela administradora de shopping centers Allos para oferecer pontos de carregamento em seus empreendimentos em todo o Brasil. A Karg prevê abrir 600 vagas de carregamento em três anos, sendo que 200 delas já estarão em funcionamento até março de 2025, em 13 shoppings. Os centros comerciais selecionados para receber a primeira fase de instalações da KARG estão distribuídos em diferentes regiões do Brasil.

Em São Paulo (SP), serão contemplados o Shopping Villa Lobos, Mooca Plaza Shopping, Shopping Metrô Santa Cruz e Plaza Sul. No Rio de Janeiro, as instalações ocorrerão no Shopping Leblon, Shopping Tijuca e Plaza Niterói. Já em outras regiões do país, os shoppings escolhidos são Shopping da Bahia (Salvador), Parque Dom Pedro (Campinas), Shopping Tamboré (Barueri), Manauara Shopping (Manaus), Shopping Catuaí Maringá e Shopping Catuaí Londrina.”Estamos oferecendo uma nova infraestrutura em pontos estratégicos das cidades e o fato de o cliente saber que vai encontrar carregadores nos shoppings o deixará mais tranquilo, trazendo ainda mais praticidade para a vida urbana e sua jornada de consumo”, afirma o diretor de Operações da Allos, Renato Gaspar.

Haverá carregadores rápidos, voltados para veículos 100% elétricos, além daqueles que atenderão carregamentos de automóveis híbridos plug-in. “Essa iniciativa demonstra como a integração de tecnologias inovadoras e uma gestão inteligente de energia podem transformar a mobilidade elétrica no Brasil, beneficiando consumidores e promovendo um futuro mais sustentável”, afirma Carlos Bastos Grillo, diretor Superintendente Weg Digital & Sistemas.

Com a iniciativa, a Allos consolida-se como a terceira maior empresa de eletropostos no Brasil. Em 2024, segundo Associação Brasileira do Veículo Elétrico, houve um aumento de 89% em comparação a 2023, com 177.358 veículos eletrificados leves emplacados, um novo recorde no país. A Weg é a quarta maior empresa da região e também a terceira maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link).

Companhia será parceira da Karg, rede de eletropostos que pretende abrir 600 vagas em três anos