Archives Janeiro 2025

Fernandinha in English

Sem o inglês dela não estaríamos na reta final do Oscar

O televisionamento das participações de Fernanda em talk shows pode turbinar o aprendizado de milhares de brasileiros e a libertá-los da armadura única do português

1 – Nós, brasileiros, não somos grandes linguistas. Pelo contrário, é quase inconcebível o quão nossas elites não incorporaram ao seu acervo o conhecimento de um segundo idioma, para não falar de um terceiro ou de um inverossímil quarto. É parte da cultura insular.

2 – Refiro-me às elites – intelectuais, financeiras, sociais – porque se espera que quem tem suas necessidades básicas saciadas (Maslow, lembram?) estará mais apto a absorver os requififes culturais que, para os carentes, seriam mais inacessíveis.

3 – Em nosso desfavor, se podemos dizer assim, prevalece a uniformidade cultural que nos leva a falar a mesmíssima língua desde a fronteira venezuelana até a uruguaia, o que reduz sobremodo nossa habilidade em pensar “diferente” numa imensa faixa continental.

4 – O que quero dizer? Ora, na África há gente que fala cinco idiomas locais. Na parte oriental do continente, além dos dialetos e de uma ou duas línguas europeias, há os que falam suaili ou mesmo árabe. Na parte ocidental, o hausa ou o iorubá. No centro, o fulani.

5 – Isso confere plasticidade mental ao falante, mesmo que ele seja um homem da rua, sem veleidades intelectuais. O mesmo vale para a Índia onde as pessoas podem falar hindi, tamil, bengali, urdu, gujarati, punjabi, beloshi entre outras. Nas cidades, é raro quem não fale inglês.

6 – Para nos atermos aos gigantes, nos tempos da URSS havia imensa diversidade linguística dentro do Império. Lituano, georgiano, armênio, quirguiz ou estoniano nada tinham a ver entre si, daí o russo funcionar como língua franca, como amálgama. No Brasil, não há isso.

7 – Pelo contrário, a força homogeneizadora da televisão achata os sotaques regionais. As novelas podem levar as pessoas a incorporar gotas de vocabulário mineiro, carioca, paraibano ou paraense – por assim dizer. Mas nada que mexa com a estrutura de pensamento.

8 – Quando você fala italiano, por exemplo, ou alemão, o que quer que seja, você não está só substituindo palavras pelos seus sinônimos. Você vai aplicar à frase como um todo um tom, uma cadência, uma construção e um viés que podem ser estranhos ao português.

9 – É como se a nova língua já trouxesse válvulas de libertação e moldes de engessamento próprios que anulassem a adaptação pura e simples de palavras e sentenças. Não é que você “deixe de ser” quem é. Não é um exercício de “despersonalização”. É outra coisa.

10 – Mas vamos nos ater ao mais simples e pensar que apenas comunicar já estaria de bom tamanho. Vejam o caso de Fernanda Torres na campanha sem trégua por uma estatueta no Oscar – o que terminou por beneficiar o filme que, fatalmente, sairá premiado.

11 – Sem o inglês dela – e, secundariamente, o de Walter Salles e o de Selton Mello –, não estaríamos na reta final do prêmio, com chances reais de levar o troféu, além do que já levamos. Idioma é um instrumento poderoso, não é uma frescura. É arma, não é um requinte.

12 – Isso não é banal. O Brasil não é grande fã de outras línguas. Nos telejornais, seria fácil legendar as falas estrangeiras e deixar que se ouvisse a mensagem na língua original. Seria treino para os novatos e deleite para quem fala o idioma. Mas a praxe manda dublar.

13 – Convivi ao longo da vida com elites do perfil a que me referi acima. Era vexaminoso ver como figuras expressivas de nosso PIB falavam inglês como ginasianos. Disparavam frases curtas, não sabiam conectá-las e muito menos desenvolver um raciocínio complexo.

14 – Sim, um raciocínio complexo. Nem tudo pode se reduzir a “the book is on the table.” E tem mais, muito mais. Falar uma língua estrangeira – entendê-la, apreciá-la, brincar com ela – é ser outra pessoa, entrar numa sintonia especial com um meio cultural.

15 – Como sou grande otimista, imagino que o televisionamento das participações de Fernanda em talk shows pode turbinar o aprendizado de milhares de brasileiros e a libertá-los da armadura única do português. Não é abrir mão da soberania, senão ampliá-la.

16 – Um lembrete final; “A língua exerce um poder escondido, como a lua sobra as marés”, disse Rita Mae Brown. Murakami diz: “Aprender outras línguas é como nos tornarmos outra pessoa”. Agora vamos ouvir o que você tem a dizer. Estou pronto.

Sem o inglês dela não estaríamos na reta final do Oscar

Susana Kakuta dirigirá Sesi-RS, Senai-RS e IEL-RS

Ela assumirá o cargo a partir de 1º de fevereiro

Susana tem passagens por instituições como CNI e Badesul – Agência de Fomento do RS

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) está concluindo o projeto de implantação de um novo modelo de gestão que concentra o Serviço Social da Indústria (Sesi-RS), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-RS) e o Instituto Euvaldo Lodi (IEL-RS) em um comando único. A partir de 1º de fevereiro, a executiva Susana Kakuta ocupará o cargo de diretora geral do Sesi-RS, Senai-RS e IEL-RS, respondendo pelas três instituições e subordinada ao diretor-executivo da Fiergs, Paulo Herrmann. A executiva tem passagens por instituições como Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Badesul – Agência de Fomento do RS. Também foi secretária de Estado na gestão de Ivo Sartori e comandou o Tecnosinos, polo de inovação da Unisinos.

“O desafio é relevante, pois trata da gestão de três instituições que impactam diretamente em temas como o preparo da força de trabalho para o presente e o futuro da indústria, a competitividade pela inovação e a modernização dos diferentes setores produtivos, além de um conjunto de ações focadas no bem-estar do trabalhador da indústria e suas famílias”, afirma Susana, por meio de nota. Com a implantação do novo modelo, os gestores que atuavam separadamente, no modelo anterior, deixam o Sistema Fiergs. Carlos Trein, que exercia a direção geral do Senai-RS, saiu no final de dezembro e Juliano Colombo, que comandava o Sesi-RS, se desligará oficialmente em 31 de janeiro.

Ela assumirá o cargo a partir de 1º de fevereiro

Copom eleva Selic para 13,25% ao ano

A reunião foi a primeira sob o comando de Gabriel Galípolo

Elevação havia sido anunciada ainda na reunião de dezembro

Pressionado pela alta do dólar e do preço dos alimentos, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) cumpriu a promessa de aumentar em 1 ponto percentual os juros básicos nesta quarta-feira (29). Agora, a Selic passa a ser de 13,25% ao ano. A decisão foi unânime por parte de todos os diretores naquela que foi a primeira reunião sob o novo comando do presidente do BC, Gabriel Galípolo. Essa foi a quarta elevação consecutiva da Selic. Após chegar a 10,5% ao ano de junho a agosto do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro do ano passado, com uma alta de 0,25 ponto, uma de 0,5 ponto e uma de 1 ponto percentual.

No comunicado da última reunião, em dezembro, o Copom informou que elevaria os juros básicos em 1 ponto percentual não somente agora, como também no próximo encontro, agendado para os dias 18 e 19 de março. Segundo o Comitê, o agravamento das incertezas externas e os ruídos provocados pelo pacote fiscal do governo no fim do ano passado justificam o aumento dos juros básicos no início de 2025. Isso se repetiu no comunicado emitido nesta quarta pela autoridade monetária.

Entenda os termos usados pelo Banco Central ao definir a taxa de juros clicando aqui.

“O Comitê segue acompanhando com atenção como os desenvolvimentos da política fiscal impactam a política monetária e os ativos financeiros. A percepção dos agentes econômicos sobre o regime fiscal e a sustentabilidade da dívida segue impactando, de forma relevante, os preços de ativos e as expectativas dos agentes”, destacam os membros do Copom. “O cenário mais recente é marcado por desancoragem adicional das expectativas de inflação, elevação das projeções de inflação, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho, o que exige uma política monetária mais contracionista”, explica a nota.

O colegiado também afirmou que entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. “Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego”, justificam. “Diante da continuidade do cenário adverso para a convergência da inflação, o Comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, um ajuste de mesma magnitude na próxima reunião”, antecipa o documento, assim como informado no comunicado emitido em dezembro.

“O ambiente externo permanece desafiador em função, principalmente, da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, o que suscita mais dúvidas sobre os ritmos da desaceleração, da desinflação e, consequentemente, sobre a postura do Fed”, enumera o documento. Nesta quarta-feira o Banco Central dos Estados Unidos manteve a taxa de juros inalterada. “Os bancos centrais das principais economias permanecem determinados em promover a convergência das taxas de inflação para suas metas em um ambiente marcado por pressões nos mercados de trabalho. O Comitê avalia que o cenário externo segue exigindo cautela por parte de pases emergentes”, opinam os membros do Copom.

A reunião foi a primeira sob o comando de Gabriel Galípolo

Presidente da Anfavea avalia ano de 2024 para o setor automotivo

As vendas de veículos novos, considerando-se apenas os automóveis e comerciais leves (picapes e furgões), tiveram desempenho positivo em 2024, com crescimento de 14% em relação a 2023

As vendas de veículos novos, considerando-se apenas os automóveis e comerciais leves (picapes e furgões), tiveram desempenho positivo em 2024, com crescimento de 14% em relação a 2023. Ao todo, foram emplacadas 2.484.740 unidades. Márcio Lima, presidente da Anfavea, avalia os resultados do setor no Brasil em 2024.

As vendas de veículos novos, considerando-se apenas os automóveis e comerciais leves (picapes e furgões), tiveram desempenho positivo em 2024, com crescimento de 14% em relação a 2023

Fed mantém juros inalterados

BC norte-americano destaca que inflação segue elevada

“Indicadores recentes sugerem que a atividade econômica continuou a se expandir em um ritmo sólido”, aponta o Fed

O Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos Estados Unidos) decidiu manter a taxa de juros no intervalo compreendido em 4,25% e 4,5%. A decisão obteve unanimidade do colegiado. “Indicadores recentes sugerem que a atividade econômica continuou a se expandir em um ritmo sólido. A taxa de desemprego se estabilizou em um nível baixo nos últimos meses e as condições do mercado de trabalho permanecem sólidas. A inflação continua um tanto elevada”, diz o comunicado enviado para a imprensa após a reunião desta quarta-feira (29).

O Comitê norte-americano alerta que a perspectiva econômica é incerta. Também destaca mais uma vez que continuará reduzindo suas participações em títulos do Tesouro e títulos lastreados em dívidas de agências e hipotecas. Os membros do Fed afirmam que estão preparados para ajustar a postura da política monetária conforme apropriado se surgirem riscos que possam impedir a obtenção das metas do Comitê. Esta foi a primeira decisão do Fed após na presidência do republicano Donald Trump.

BC norte-americano destaca que inflação segue elevada

Gasolina do RS é a mais barata do Sul

Combustível registrou um preço médio de R$ 5,90 no ano passado no estado

Paraná e Santa Catarina mantiveram valores superiores a R$ 6 por litro em 2024

Entre 2022 e 2024, o Rio Grande do Sul manteve o preço médio anual da gasolina abaixo dos vizinhos Santa Catarina e Paraná. Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) apontam que, em 2022, a gasolina no Rio Grande do Sul registrou um preço médio de R$ 5,90, enquanto os outros dois estados sulistas mantiveram valores superiores a R$ 6. Na média nacional, o valor da gasolina no Rio Grande do Sul foi de R$ 0,21 por litro mais barato naquele ano.

O desempenho mais expressivo ocorreu em 2023, quando o preço médio anual caiu para R$ 5,43, enquanto no Paraná ficou em R$ 5,64 e R$ 5,60 em Santa Catarina, reforçando a competitividade gaúcha no mercado regional. Em 2024, o Rio Grande do Sul registrou um valor médio anual de R$ 5,90, permanecendo abaixo de Santa Catarina (R$ 6,03) e do Paraná (R$ 6,08). No mesmo período, a média nacional foi de R$ 5,93. Esse cenário reflete um alinhamento de fatores econômicos e políticos, como a redução de impostos adotada pelo governo do Rio Grande do Sul, que baixou a alíquota de ICMS sobre a gasolina de 30% para 25% em 2022. Em junho de 2023, atendendo à legislação nacional, o governo passou a adotar a alíquota única e fixa igual entre os estados, de R$ 1,22 por litro.

Combustível registrou um preço médio de R$ 5,90 no ano passado no estado

BNDES aprova R$ 87,8 milhões para fábrica da Ciron

Conclusão da obra está prevista para abril de 2027

O projeto tem o objetivo de proporcionar mais segurança na operação, menores custos e maior eficiência energética

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou a concessão de financiamento de R$ 87,8 milhões à Fundição Ciron Ltda. — empresa do Grupo Fundimisa, que atua no ramo de fundição — para a implantação de uma planta pioneira em Alvorada, RS. O crédito do banco, por meio do programa BNDES Mais Inovação, corresponde a 48,5% do total a ser investido no empreendimento, que será dedicado à produção de componentes fundidos por meio de um processo inédito no país. Esses produtos poderão substituir importações dos clientes, principalmente nos setores agroindustrial, automobilístico, energético e de construção civil. Com capacidade para produzir até 7.500 toneladas por mês de peças de ferro fundido, a nova fábrica terá 32,9 mil metros quadrados de área construída, que abrigarão, além das linhas de produção, uma subestação, centrais de resíduos, químicos, resinas e outras áreas acessórias. A estimativa é que o projeto crie 97 postos de trabalho direto e 300 indiretos durante a fase de obras. Após a conclusão, prevista para abril de 2027, a nova unidade deverá gerar 150 empregos diretos. O projeto tem o objetivo de proporcionar mais segurança na operação, menores custos e maior eficiência energética. 

Conclusão da obra está prevista para abril de 2027

Confiança do varejo cai em janeiro

Índice revela aumento de cautela do empresariado

Pesquisa aponta que intenção de investimentos se mantém

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) registrou queda de 1,1% em janeiro, atingindo 109 pontos, após três meses de resultados positivos. A pesquisa, realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), revela moderação do otimismo dos comerciantes, impactado pelos desafios econômicos e pelos gastos típicos dos consumidores no início do ano, como IPTU, IPVA e custos escolares. O resultado é 0,1% inferior ao apurado no mesmo período do ano passado.

A pesquisa revela que os subindicadores que mais contribuíram para a queda do índice foram os relativos à condição atual da economia e expectativa da economia, ambos 2,6% abaixo dos números do mês anterior. Apesar disso, as intenções de investimento cresceram 0,2% e 2,4%, no comparativo com dezembro e janeiro de 2024, respectivamente. O foco tem sido o investimento em capital físico e o controle de estoques. Após as contratações temporárias de fim de ano, houve estabilidade no quadro de funcionários.

A queda da confiança foi mais expressiva no setor de bens semiduráveis, como roupas, calçados, tecidos e acessórios, em que houve redução de 1,8%. Por outro lado, os segmentos de supermercados, farmácias e lojas de cosméticos (0,3%) e de eletroeletrônicos, móveis e decorações, materiais de construção e veículos (0,7%) apresentaram desempenho positivo. “Essa retração no otimismo dos empresários de semiduráveis reflete o comportamento cauteloso do consumidor, típico do período pós-festas, quando os orçamentos familiares estão mais pressionados pelas despesas sazonais. Mas é importante destacar que o momento exige estratégias assertivas, como promoções, flexibilização de prazos e maior controle dos estoques”, avalia o economista-chefe da CNC, Felipe Tavares.

Índice revela aumento de cautela do empresariado

Um pré-sal da sustentabilidade

O mercado regulado de crédito de carbono pode movimentar US$ 100 bilhões nos próximos cinco anos

“A sua empresa tem de se preparar para a regulamentação do mercado de carbono”, alerta Hudson José, diretor associado do escritório de planejamento estratégico Reverti Mais Soluções e Sustentabilidade, de Curitiba

A Lei 15.402, que regulamenta o mercado de carbono no Brasil e criou o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SCBE), ainda vai exigir algumas etapas de regulamentação até a sua efetiva implementação, mas com certeza vai alcançar a sua empresa e o seu cotidiano. Você está preparado?

A regulação passa a valer para qualquer atividade que emita acima de 10 mil toneladas de dióxido de carbono equivalente por ano. Independente do setor, as empresas terão de encaminhar ao gestor do sistema um plano de monitoramento das emissões e enviar o relato de emissões e remoções de gases do efeito estufa. Já as empresas que emitem acima de 25 mil toneladas de dióxido de carbono equivalente por ano deverão remeter o relato de conciliação periódica de obrigações, um documento que descreve o cumprimento dos compromissos ambientais definidos e a titularidade de ativos em quantidade igual às emissões líquidas realizadas.

Na prática, a nova lei permite que empresas compensem emissões de gases de efeito estufa que ultrapassem os limites regulamentados, adquirindo créditos de carbono provenientes de projetos ambientais. As novas regras terão reflexo, direto ou indireto, em todos os setores da economia. Se por um lado traz novas exigências e impacta no custo operacional de algumas empresas, por outro movimenta a economia e trará dinheiro novo em circulação, com um viés que aponta diretamente para o cumprimento da pauta de emergência global do momento: a sustentabilidade.

O professor Carlos Sanquetta, PhD em manejo e recursos naturais pelo Japão, acredita ser possível que a regulamentação caminhe alguns passos já em 2025 e destaca a necessidade da implementação do sistema regulado no Brasil. Especialista da ONU na Convenção-Quadro sobre Mudanças Climáticas, ele lembra que o nosso país está entre os dez maiores emissores globais de gases de efeito estufa, responsável por cerca de 3% das emissões do mundo.

A vantagem, para o Brasil, é que a mesma esteira que traz a emissão pode gerar a solução e novas oportunidades. Cerca de 15% de todo o potencial global de captura de carbono por meios naturais, como conservação de florestas e replantio, está em território nacional. Podemos atender 48,7% da demanda mundial por créditos de carbono, segundo a McKinsey & Company.

Com um custo menor e mais competitivo para desenvolver e implementar projetos e obter créditos de alta qualidade e integridade, o mercado de créditos de carbono no Brasil ganha mais clareza e o reconhecimento oficial da autoridade nacional e também da ONU. Para Francisco Higuchi, CEO da Tero Carbon, certificadora de ativos ambientais, a qualidade influencia na liquidez e no valor. Ele destaca ainda que as oportunidades de negócio, com as melhores condições de compra para compensação, devem ser mais favoráveis nesse início.

Uma regulação torna o mercado mais seguro e ganha novo impulso para a obtenção de investimentos nacionais e internacionais voltados à recuperação de biomas e ecossistemas e ao fortalecimento de projetos socioambientais. Também traz maior segurança jurídica na criação de ativos financeiros negociáveis voltados para essas atividades. Alinhar o desenvolvimento econômico às metas climáticas e ainda contribuir para eliminar eventuais barreiras comerciais contra produtos brasileiros ancoradas na falta de preservação do nosso bioma passou a ser mandatário. É lei e pouco provável que esse alinhamento – da economia com uma política de sustentabilidade – seja revisto.

Se a sua empresa e você ainda não estão preparados, é hora de aderir à pauta. O impacto nas contas é certo. Mas tão certo como devem ser os ajustes será a abertura de portas, tanto para capitais como para novos mercados. A previsão do Ministério da Fazenda é que o mercado de carbono esteja funcionando “plenamente” em 2030 e que, nos dez anos seguintes, o PIB brasileiro ganhe um empurrão de 5,8%.

O mercado regulado de crédito de carbono é uma espécie de “pré-sal da sustentabilidade”, ainda que a comparação seja diametralmente oposta. Algumas estimativas apontam para a movimentação de US$ 100 bilhões nos próximos cinco anos, integrando também o mercado voluntário. Reduzir os custos de cumprimento das metas de emissões, estimular investimentos em tecnologia limpa e a criação de novos empregos estão entre as oportunidades desse novo cenário.

*Jornalista especializado em gestão de crise e diretor associado do escritório de planejamento estratégico Reverti Mais Soluções e Sustentabilidade, de Curitiba

O mercado regulado de crédito de carbono pode movimentar US$ 100 bilhões nos próximos cinco anos

Empresas excluídas do Simples têm até sexta para resolver pendências

Mais de 723 mil micro e pequenas empresas pediram a adesão ao Simples Nacional

No total, 1.876.334 contribuintes receberam o termo e regularizaram seus débitos no prazo previsto na legislação

Microempreendedores individuais (MEIs) e pequenas empresas excluídos do Simples Nacional têm até a sexta-feira (31) para optar novamente e continuar com os benefícios do regime simplificado. O Simples Nacional é um regime tributário diferenciado e simplificado, que unifica tributos federais, estaduais e municipais para MEIs e empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões. Segundo a Receita Federal, a opção está disponível para contribuintes excluídos do Simples Nacional em 2024 e que desejar retornar ao regime, incluindo os que não regularizaram débitos vinculados aos Termos de Exclusão enviados entre os dias 30 de setembro e 4 de outubro.

No total, 1.876.334 contribuintes receberam o termo e regularizaram seus débitos no prazo previsto na legislação, segundo a autarquia, continuarão no regime do Simples de forma automática. Não é necessário, portanto, renovar a opção. Já os 1,5 milhão de contribuintes que não regularizaram sua situação começaram a ser excluídos do regime, desde o dia (1º) de janeiro. Para que esses CNPJs possam reingressar no regime, são oferecidas diversas opções para sua regularização, incluindo parcelamento e transação. A Receita esclarece ainda que a exclusão não significa o fechamento do negócio, que poderá continuar operando e emitindo notas fiscais, mas deixa de contar com as vantagens do regime tributário simplificado.

Para saber se será excluído ou não do Simples Nacional, o contribuinte deve acessar a aba Consulta Optantes no portal da Simples Nacional. “Entretanto, imprescindível observar que o CNPJ, para ingressar ou reingressar no Simples, deve estar em regularidade com as administrações tributárias da União, estados, DF e municípios”, esclareceu a Receita Federal. No portal, é possível retirar o relatório de pendências fiscais; realizar o pagamento à vista ou parcelar os débitos e realizar o pagamento da primeira parcela, conforme as condições oferecidas pela Receita Federal. Após regularizar as pendências, a solicitação de reenquadramento no Simples Nacional deve ser feita diretamente no portal do Simples Nacional.

Dados da autarquia mostram que, atualmente, 23,4 milhões de contribuintes são abrangidos pelo Simples Nacional, sendo 16 milhões microempreendedores individuais (MEI). A Receita projeta, até 31 de janeiro, um número de pedidos formulados compatível com os anos anteriores – em torno de 1,2 milhão de contribuintes. Até esta segunda (27), 723.684 micro e pequenas empresas pediram a inclusão no Simples Nacional. Desse total, 468.415 precisam regularizar pendências para fazer parte do regime e 225.269 estão com as obrigações em dia e constam como optantes do Simples desde 1º de janeiro.

Com ABR 

Mais de 723 mil micro e pequenas empresas pediram a adesão ao Simples Nacional

Empresas excluídas do Simples têm até sexta para resolver pendências

Mais de 723 mil micro e pequenas empresas pediram a adesão ao Simples Nacional

No total, 1.876.334 contribuintes receberam o termo e regularizaram seus débitos no prazo previsto na legislação

Microempreendedores individuais (MEIs) e pequenas empresas excluídos do Simples Nacional têm até a sexta-feira (31) para optar novamente e continuar com os benefícios do regime simplificado. O Simples Nacional é um regime tributário diferenciado e simplificado, que unifica tributos federais, estaduais e municipais para MEIs e empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões. Segundo a Receita Federal, a opção está disponível para contribuintes excluídos do Simples Nacional em 2024 e que desejar retornar ao regime, incluindo os que não regularizaram débitos vinculados aos Termos de Exclusão enviados entre os dias 30 de setembro e 4 de outubro.

No total, 1.876.334 contribuintes receberam o termo e regularizaram seus débitos no prazo previsto na legislação, segundo a autarquia, continuarão no regime do Simples de forma automática. Não é necessário, portanto, renovar a opção. Já os 1,5 milhão de contribuintes que não regularizaram sua situação começaram a ser excluídos do regime, desde o dia (1º) de janeiro. Para que esses CNPJs possam reingressar no regime, são oferecidas diversas opções para sua regularização, incluindo parcelamento e transação. A Receita esclarece ainda que a exclusão não significa o fechamento do negócio, que poderá continuar operando e emitindo notas fiscais, mas deixa de contar com as vantagens do regime tributário simplificado.

Para saber se será excluído ou não do Simples Nacional, o contribuinte deve acessar a aba Consulta Optantes no portal da Simples Nacional. “Entretanto, imprescindível observar que o CNPJ, para ingressar ou reingressar no Simples, deve estar em regularidade com as administrações tributárias da União, estados, DF e municípios”, esclareceu a Receita Federal. No portal, é possível retirar o relatório de pendências fiscais; realizar o pagamento à vista ou parcelar os débitos e realizar o pagamento da primeira parcela, conforme as condições oferecidas pela Receita Federal. Após regularizar as pendências, a solicitação de reenquadramento no Simples Nacional deve ser feita diretamente no portal do Simples Nacional.

Dados da autarquia mostram que, atualmente, 23,4 milhões de contribuintes são abrangidos pelo Simples Nacional, sendo 16 milhões microempreendedores individuais (MEI). A Receita projeta, até 31 de janeiro, um número de pedidos formulados compatível com os anos anteriores – em torno de 1,2 milhão de contribuintes. Até esta segunda (27), 723.684 micro e pequenas empresas pediram a inclusão no Simples Nacional. Desse total, 468.415 precisam regularizar pendências para fazer parte do regime e 225.269 estão com as obrigações em dia e constam como optantes do Simples desde 1º de janeiro.

Mais de 723 mil micro e pequenas empresas pediram a adesão ao Simples Nacional

Governo fecha ano com arrecadação recorde de impostos

Valor é o maior registrado desde o início da série histórica em 1995

Segundo a Receita, o aumento decorreu principalmente da expansão da atividade econômica que afetou positivamente a arrecadação

A arrecadação do governo federal fechou o ano de 2024 em R$ 2,7 trilhões, informou, nesta terça-feira (28), a Receita Federal. É o maior valor registrado na série histórica, iniciada em 1995, e representa crescimento real de 9,6%, descontada a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em 2024 contra o ano anterior. Descontada a inflação, o governo arrecadou R$ 2,6 trilhões no ano. Segundo a Receita, o aumento decorreu principalmente da expansão da atividade econômica que afetou positivamente a arrecadação e da melhora no recolhimento do PIS/Cofins (Programa de Interação Social/Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) em razão do retorno da tributação incidente sobre os combustíveis, entre outros fatores.

Em entrevista coletiva para apresentar os dados, o secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, destacou o aumento na atividade econômica entre os fatores para o resultado. “Os grandes números refletem os resultados importantes da política econômica nos últimos anos, da reativação da economia que vimos no ano passado e que resulta nesse resultado espetacular. Tivemos a reativação de setores inteiros da economia que, com esse aquecimento, voltaram a recolher valores relevantes de tributos. A mínima histórica do desemprego no Brasil, o grande aumento da massa salarial, que têm papel importantíssimo na arrecadação de 2024”, disse o secretário.

Também contribuíram para a arrecadação recorde o crescimento da arrecadação do Imposto de Renda (IRRF Capital) sobre a tributação de fundos e o desempenho do Imposto de Importação e do IPI vinculado à Importação, em razão do aumento das alíquotas médias desses tributos. No ano passado, os principais indicadores apontaram para um bom desempenho macroeconômico do setor produtivo. A produção industrial teve cresceu 3,2%; a venda de bens, 3,9%; e a venda de serviços, 2,9%. O valor em dólar das importações teve resultado positivo de 8,6% e o crescimento da massa salarial ficou em 11,7%.

No recorte setorial, as maiores altas nominais de arrecadação em 2024 se deram nas áreas de comércio atacadista, que recolheu R$ 171,2 bilhões; entidades financeiras, R$ 288,6 bilhões; combustíveis, R$ 105,3 bilhões; atividades auxiliares do setor financeiro, R$ 86 bilhões; e fabricação de automóveis, com R$ 63,9 bilhões. O resultado da arrecadação também foi positivo em dezembro do ano passado, ficando 7,7% acima da inflação e recolhendo R$ 261,2 bilhões.

Com ABR

Valor é o maior registrado desde o início da série histórica em 1995

How to add StreamElements commands on Twitch

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You can foun additiona information about ai customer service and artificial intelligence and NLP. In other words, it can give the impression of viewership even when no real users are watching your feeds. StreamElements is another very popular choice for streamers and is specifically designed to go hand-in-hand with the streaming software OBS. It offers all the best chatbot features like timers, reminders, giveaways, and commands and provides a stable connection that you can rely on. In contrast, a chatbot is software that may automate some functions in a Twitch channel’s conversation, such as greeting new viewers or regulating the chat.

How to Add StreamElements Commands on Twitch – Metricool

CoeBot offers a more simplified and stripped-down experience when compared to some of the other flashier bots on this list. CoeBot is a smaller bot that has yet to make it big in the Twitch scene, but it offers solid features and is a reliable option for your stream. CoeBot has all the classic chatbot features like commands, quotes, and moderation capabilities. The modules are tools and games that allow you to increase the interaction with the viewers of your chat. You also have modules and timers, two ways to continue interacting with your viewers through bots.

streamlabs chatbot commands

Create and add StreamElements commands on Twitch

StreamElements can also hook you up with all sorts of sponsorships, so you can help grow your audience and support your streaming habit. These usually involve streaming a certian game and offer monetary incentives based on the number of viewers you can get to sign up and play the games as well. That gives you more time to focus on the important things, like smashing that next boss and actually interacting with your viewers. Not everyone knows where to look on a Twitch channel to see how many followers a streamer has and it doesn’t show next to your stream while you’re live. Like with any service, dishonest businesses may claim to assist you in growing your Twitch account but fail to deliver on their promises. To avoid falling victim to such frauds, read articles that assess these services and provide evidence on why they are untrustworthy.

One advantage of GPC.fm is that it provides low-cost packages, allowing twitch users to test the service before making a payment commitment. GPC.fm gives your Twitch channel real viewership, which means you’ll attract organic viewers that are genuinely interested in your content. This is significant since it helps in the development of a devoted fan base and boosts your chances of becoming a successful Twitch streamer. The bot also includes an easy-to-use interface, making it simple for streamers to set up and use. Streamlabs Chatbot is a Twitch chatbot with features such as chat moderation, custom commands, and loyalty points.

How to Add StreamElements Commands on Twitch – Metricool

streamlabs chatbot commands

It’s vital to remember that bots can’t think for themselves and that their abilities depend entirely on coding. If you use Streamlabs to run your stream instead of OBS, you should consider using Streamlabs Cloudbot. The artificial intelligence boom has seen AI being adopted into many different facets of our lives, including streaming. Many bots use AI, but StreamChat ChatGPT AI is powered by a highly advanced AI with its own sassy personality to spice up your stream. From this new tab, you can activate CloudBot on your Twitch page and can also configure exactly which options you want on during your live streams. It is as simple as connecting it with your Twitch account and authorizing the application.

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How to add StreamElements commands on Twitch

Today, you will learn how to do it through a well-known page in the streaming world, StreamElements. If you’ve been streaming, and you don’t have a bot yet, any of these options could be a complete game changer for you and even help you grow your stream. As a result, it is advised to look for alternatives that can give a safe and effective solution to improve Twitch engagement.

Such reviews provide real-life instances and can provide vital insight ChatGPT App into a Twitch Growth Service’s reliability and quality. They can also draw attention to any red flags that users should be aware of while dealing with specific websites. Due to changes in policy and rules, ViewerLabs faced issues with safety and legality. Furthermore, GPC.fm has an easy-to-use interface and a devoted customer support team to help you with any problems you may have while using the service.

BBM Logística nomeia Jorcei Chiochetta como diretor de e-commerce

Na função anterior, na Translovato, Chiochetta foi responsável por liderar e desenvolver uma equipe de mais de 2500 colaboradores

Com cerca de 30 anos de experiência em cargos de liderança na área de logística e transporte, Chiochetta será responsável por planejar, executar e acompanhar as estratégias comerciais e operacionais dos segmentos de transporte fracionado e e-commerce

A BBM Logística, operador rodoviário sediado em São José dos Pinhais (PR), anunciou que unificou as diretorias de transporte fracionado e e-commerce. Com a mudança, a empresa visa ampliar sua atuação no e-commerce e oferecer uma cobertura mais abrangente. Jorcei Chiochetta, que há pouco mais de cinco anos ocupava a função diretor de negócios de transporte fracionado (ou LTL – Less Than Truckload) — operação exercida pela empresa Translovato —, passa a liderar também toda a operação de e-commerce da BBM, que atua sob a marca da Diálogo, outra empresa do grupo.

Com cerca de 30 anos de experiência em cargos de liderança na área de logística e transporte, Chiochetta será responsável por planejar, executar e acompanhar as estratégias comerciais e operacionais dos segmentos de transporte fracionado e e-commerce. Na função anterior, na Translovato, Chiochetta foi responsável por liderar e desenvolver uma equipe de mais de 2500 colaboradores, entre gerentes, supervisores, vendedores e operadores. Em 2024, a Diálogo registrou um volume mensal de mais de 1,7 milhões de entregas para grandes marketplaces e lojas de comércio eletrônico em todo o país.

Na função anterior, na Translovato, Chiochetta foi responsável por liderar e desenvolver uma equipe de mais de 2500 colaboradores

Sanepar recebe nota máxima da Moody’s

Esse é o nível mais alto na escala de classificação da agência

A Sanepar é a 18ª maior empresa da região e também a oitava maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL

A agência de classificação de risco Moody’s confirmou, pelo quarto ano consecutivo, o rating (nota) da Sanepar como triplo A (AAA) com perspectiva estável, o nível mais alto na escala de classificação da agência. Essa qualificação reflete a robustez financeira e operacional da empresa, aliada a uma atuação em área de concessão atrativa. A Sanepar alcançou pela primeira vez o rating AAA da Moody’s no mercado local em junho de 2021.

O relatório da Moody’s destaca diversos fatores que sustentam a classificação: o sólido desempenho operacional da Sanepar, com índices de cobertura de água e esgoto superiores à média nacional, um índice de perdas abaixo da média brasileira e um robusto programa de investimentos. Além disso, o relatório cita que a companhia opera em uma área de concessão atrativa, com contratos de longo prazo, estrutura tarifária bem desenvolvida e métricas de crédito fortes. De acordo com a Moody’s, o programa de investimentos da Sanepar, em conjunto com as Parcerias Público-Privadas (PPPs), é apontado como um elemento-chave para alcançar as metas de cobertura estabelecidas pelo novo marco regulatório do saneamento, além de aprimorar a infraestrutura de distribuição de água e coleta de esgoto em suas regiões de atuação.

O plano plurianual de investimentos da Sanepar prevê investimentos de R$ 11,8 bilhões entre 2025 e 2029. No início de janeiro deste ano, foram assinados os contratos de PPPs para a prestação do serviço de esgotamento sanitário em municípios das microrregiões Centro-Leste e Oeste do Paraná. Em julho de 2023, a Sanepar promoveu o primeiro leilão para uma PPP que contempla 16 cidades da Região Centro-Litoral. As concessões nas regiões Centro-Leste e Oeste têm duração de 24 anos e preveem a universalização do esgotamento sanitário em 112 cidades, visando alcançar a meta de 90% estipulada pelo novo marco legal do saneamento, até 2033. Estão previstos investimentos de mais de R$ 2,1 bilhões e custos estimados de R$ 2,3 bilhões para operação e manutenção dos sistemas ao longo do período.

A Sanepar é a 18ª maior empresa da região e também a oitava maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link).

Esse é o nível mais alto na escala de classificação da agência