Archives 2024

Google dá mais liberdade para criações feitas por IA

O Google finalmente está reconhecendo a criatividade da inteligência artificial (IA) e dando mais liberdade aos usuários. A partir de 22 de maio de 2024, a empresa atualizará seus Termos de Serviço (ToS) para deixar claro que o conteúdo gerado por IA é meu, não deles. Isso significa que, se eu usar o modelo de […]O Google finalmente está reconhecendo a criatividade da inteligência artificial (IA) e dando mais liberdade aos usuários. A partir de 22 de maio de 2024, a empresa atualizará seus Termos de Serviço (ToS) para deixar claro que o conteúdo gerado por IA é meu, não deles. Isso significa que, se eu usar o modelo de […]

Governo propõe salário mínimo de R$ 1.502 para o próximo ano

Reajuste segue previsão de 3,25% do INPC mais alta de 2,9% do PIB

No ano passado, o salário mínimo voltou a ser corrigido pelo INPC do ano anterior mais o crescimento do PIB de dois anos antes

O salário mínimo em 2025 será de R$ 1.502, com aumento nominal de 6,39%. O reajuste consta do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2025, enviado na segunda-feira (15) ao Congresso Nacional. O reajuste segue a projeção de 3,25% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) para os 12 meses terminados em novembro mais o crescimento de 2,9% do PIB em 2023. A estimativa também consta do PLDO. O projeto também apresentou previsões de R$ 1.582 para o salário mínimo em 2026, de R$ 1.676 para 2027 e de R$ 1.722 para 2028. As projeções são preliminares e serão revistas no PLDO dos próximos anos.

No ano passado, o salário mínimo voltou a ser corrigido pelo INPC do ano anterior mais o crescimento do PIB de dois anos antes. Essa fórmula vigorou de 2006 a 2019. Segundo o Planejamento, cada aumento de R$ 1 no salário mínimo tem impacto de aproximadamente R$ 370 milhões no Orçamento. Isso porque os benefícios da Previdência Social, o abono salarial, o seguro-desemprego, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e diversos gastos são atrelados variação do mínimo. Na Previdência Social, a conta considera uma alta de R$ 66,7 bilhões nas despesas e ganhos de R$ 63,1 bilhões na arrecadação.

O valor do salário mínimo para o próximo ano ainda pode ser alterado, dependendo do valor efetivo do INPC neste ano e da nova política de reajuste. Pela legislação, o presidente da República é obrigado a publicar uma medida provisória até o último dia do ano com o valor do piso para o ano seguinte. Em 2024, o salário mínimo está em R$ 1.412, com ganho real de 3% em relação a 2023. O valor de R$ 1.412 corresponde ao INPC acumulado nos 12 meses terminados em novembro de 2023, que totalizou 3,85%, mais o crescimento de 3% do PIB em 2022.

Com Agência Brasil 

Reajuste segue previsão de 3,25% do INPC mais alta de 2,9% do PIB

Fim do contrato da Malha Sul é oportunidade para debater investimentos em ferrovias no Paraná

O modal é importante principalmente para o interior, onde está concentrada a maior parte da indústria alimentícia paranaense

Necessidade de aprimorar o modal ferroviário foi tema de reunião promovida pela Fiep

O Paraná vive um momento decisivo para definir projetos que ampliem e aumentem a eficiência de sua malha ferroviária, fator considerado fundamental para acompanhar o constante crescimento do setor produtivo do Estado. Essa foi uma das principais conclusões de uma reunião que a Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), por meio de seu conselho temático de infraestrutura, promoveu na segunda-feira (15), em Curitiba, para debater o panorama atual do transporte ferroviário paranaense. Para a Fiep e representantes de usuários das ferrovias que participaram do encontro, parte da solução dos problemas atuais passa por investimentos e melhorias no modelo de concessão da chamada Malha Sul, que liga principalmente as regiões Norte e Noroeste do estado ao Porto de Paranaguá, cujo contrato se encerra em 2027.

O presidente do Sistema Fiep, Edson Vasconcelos, destacou que o Paraná vive uma “janela de oportunidade” para discutir o tema, devido ao fim do período de concessão da Malha Sul em três anos. “Então, é importante ouvir e estar próximo ao usuário para entender quais são as dificuldades que ele tem e os grandes gargalos que existem hoje nesse modal”, declarou. “Nós vamos sair hoje daqui com uma proposta de trabalho. Vamos rodar o interior para conversar com os usuários, perceber deles as expectativas de crescimento e qual é o olhar dele para uma possível nova concessão ou renovação da Malha Sul. Aí sim teremos parâmetros para sentar com os diferentes atores e colocar a posição do usuário quanto ao tema ferrovia”, completou. As reuniões regionais para tratar especificamente das questões de infraestrutura serão realizadas nos próximos meses.

A reunião faz parte de uma mobilização que a Fiep iniciou neste mês para discutir em profundidade, com participação dos diferentes atores envolvidos, as condições da infraestrutura logística utilizada pelo setor produtivo paranaense. O primeiro encontro, que analisou as condições dos portos, foi realizado no último dia 3. Com essa iniciativa, a Fiep pretende que sejam planejadas ações efetivas em curto, médio e longo prazo para aprimorar a infraestrutura logística do Paraná. “Nós temos que trabalhar todos esses assuntos juntos e saber que a renovação da concessão ou nova licitação ferroviária vai impactar inclusive em ações nos outros equipamentos de infraestrutura para exportação”, explicou.

Vasconcelos ressaltou que o transporte ferroviário é importante principalmente para o interior do estado, onde está concentrada a maior parte da indústria alimentícia paranaense. “A ferrovia passa na capital, mas ela serve muito para quem está no interior. E o setor de alimentos hoje, que já é 40% da indústria estadual, é o que mais usa”, disse. “Nós temos portos de outras regiões com uma taxa ferroviária já muito mais adequada do que o Paraná, que hoje está com 17% da sua carga chegando via férreo. Mas a ferrovia dá constância, dá sazonalidade adequada para o transporte de cargas, comparada ao rodoviário, por isso a necessidade de fortalecer os escoamentos de exportação por esse modal”, acrescentou.

A reunião na Fiep contou com a presença de representantes de grandes exportadores paranaenses. Entre eles, a Coamo, cooperativa com sede em Campo Mourão que responde pelo maior volume de exportações do Sul do país. “A gente tem uma certa limitação hoje da malha no Sul do Brasil, mais especificamente no estado do Paraná, que limita volumes”, afirmou o diretor de logística e operações da Coamo, Edenilson Oliveira. “Então, muitas vezes você tem a intenção de contratar o serviço e há uma limitação pela própria malha ou pelo material rodante”, acrescentou. Para ele, o debate em torno do fim do período de concessão da Malha Sul é fundamental para aprimorar o sistema ferroviário do estado. “São contratos que perduram por muito tempo, então tudo há que ser posto na mesa agora e discutido neste momento, olhando os três lados: da agência reguladora, do concessionário e, principalmente, do usuário”, disse. Ele afirmou, ainda, que os investimentos nas ferrovias devem acompanhar novos projetos que estão sendo feitos no Porto Paranaguá para receber com mais eficiência as cargas, como é o caso do chamado Moegão. “Hoje, olhando pelo Corredor de Exportação, você tem limitações de terminais para fazer as descargas ferroviárias. Com esse projeto do Moegão, a partir do momento em que ele entra em operação, você transfere esse gargalo de lugar, e aí o próximo gargalo passa a ser a ferrovia”, justificou.

Já Rodrigo Buffara Farah Coelho, gerente do terminal portuário da Cotriguaçu, operado pelas cooperativas C.Vale, Lar, Copacol e Coopavel, todas com sede no Oeste do Paraná, explicou que, atualmente, o maior problema na malha ferroviária paranaense não é o custo do frete, mas a eficiência do sistema. “O tomador do frete nem está, neste momento, reclamando tanto do que ele paga, mas sim da eficiência do serviço. Tem lugares, como a nossa região da Cotriguaçu, no Oeste, em que o transit time, o tempo que leva, é de cerca de 7 a 9 dias (até Paranaguá). Isso torna a ferrovia inviável”, disse. Para Buffara, acelerar o debate sobre a Malha Sul é uma urgência para o setor produtivo. “Como essa malha está próxima de ser vencido o contrato, já não tem grandes investimentos, já não tem largas ideias sobre o que se deve fazer. E quem sofre com isso é o setor produtivo paranaense, que tem uma malha muito antiga, com poucos investimentos”, declarou.

O encontro desta segunda contou, ainda, com uma palestra do especialista em infraestrutura Luiz Henrique Dividino, ex-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa). Ele ressaltou o baixo índice de cargas que chegam hoje a Paranaguá por ferrovias, não alcançando 20% do total, enquanto portos como o de São Francisco do Sul (SC) alcançam índices de até 50%. “Dentro do que é possível, nós temos um serviço adequado, porém tem muito para fazer ainda. Temos de expandir o sistema de expedição no interior, de recepção no porto, melhorar a Serra do Mar, então realmente nós temos um desafio”, explicou. Na visão dele, investir na integração entre os diferentes modais de transporte é fundamental para aprimorar a infraestrutura estadual. “Nós temos, na verdade, todos os anos um tsunami de soja e milho que tem que ser exportado, principalmente para o hemisfério norte, então é um grande desafio logístico. E a intermodalidade vem para isso, você receber cargas não só do Paraná e encaminhar para o porto, mas as que vem do Mato Grosso do Sul, do Mato Grosso. E é preciso permitir que o produtor paranaense e dos demais estados tenha um meio de escoamento, seja pelo Porto de Paranaguá, seja pelo Porto de São Francisco do Sul, pelo caminho mais econômico e mais racional”, justificou.

O modal é importante principalmente para o interior, onde está concentrada a maior parte da indústria alimentícia paranaense

Seminário do Codesul marca quarta etapa do planejamento para 2040

O encontro ocorreu em Florianópolis e foi organizado pelo Codesul Santa Catarina

O presidente do BRDE, João Paulo Kleinübing, afirmou que o banco é parceiro e quer ajudar na construção da aproximação entre os estados e as metas de desenvolvimento regional

O Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul) promoveu na segunda-feira (15) o seminário de avaliação dos dados da quarta etapa do Planejamento Visão Regional 2040. O encontro ocorreu na sede do BRDE, em Florianópolis, e foi organizado pelo Codesul Santa Catarina com a presença de secretários estaduais, assessoria técnica do conselho, diretoria do BRDE, secretários de planejamento e assessorias técnicas, superintendência de planejamento do BRDE e a Unisinos, universidade responsável pela preparação do estudo. Na saudação de abertura do evento, a vice-governadora de Santa Catarina, Marilisa Boehm, representando o governador Jorginho Melo, que está acompanhando a situação dos municípios afetados pelas chuvas, afirmou que tem certeza que o planejamento estratégico que está em construção vai trazer mais desenvolvimento para Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso do Sul.

“Com o Planejamento Visão Regional 2040 vamos fazer um diagnóstico preciso dos estados que integram o Codesul, e isso é fundamental para o desenvolvimento econômico e social”, destaca a secretária do Codesul Santa Catarina, Vânia Franco. A secretária do planejamento do Rio Grande do Sul e coordenadora do projeto Visão 2040, Daniele Calazans, afirmou que está esperançosa que o trabalho será entregue dentro do prazo acordado. “Somos uma região que tem seus desafios e o clima é um deles, o que acabou nos unindo. Precisamos ainda ver outras questões e ter esse mapeamento é muito importante para que se consiga seguir os próximos passos”, disse ela.

Já o secretário de planejamento de Santa Catarina, Edgar Usuy, destacou a importância de se ter um diagnóstico e pensar a região de forma integrada, como bloco. Para ele, o estudo será útil para entender os estados e para buscar uma resiliência coletiva. “A infraestrutura que possuímos, como os portos, por exemplo, precisa ser pensada não apenas para o uso de Santa Catarina, mas como algo que pode beneficiar os quatro estados do bloco”, afirmou. O presidente do BRDE, João Paulo Kleinübing, afirmou que o banco é parceiro e quer ajudar na construção da aproximação entre os estados e as metas de desenvolvimento regional. “O banco vai fazer 63 anos e foi criado com esse espírito de fomentar o desenvolvimento e é o único do país com esforço e foco na integração e desenvolvimento regional”, destacou.

O encontro ocorreu em Florianópolis e foi organizado pelo Codesul Santa Catarina

Marcopolo abre nova filial no Espírito Santo

Unidade fica em Cariacica para atender toda a região

A nova filial de Cariacica tem 1.300 metros quadrados de área e 11 profissionais

A Marcopolo inaugurou uma nova filial no Estado do Espírito Santo, região estrategicamente muito importante para a companhia que conta com um grande número de clientes no estado. A unidade, que está localizada na cidade de Cariacica, na Rodovia BR 262, passa atender os clientes da região com venda de carrocerias de ônibus e os serviços de venda de peças genuínas Marcopolo e assistência técnica especializada. A nova filial de Cariacica tem 1.300 metros quadrados de área e 11 profissionais.

“A nova filial está alinhada com o plano de expansão comercial e fortalecimento da rede de vendas e pós-vendas, que a Marcopolo vem desenvolvendo há alguns anos no mercado brasileiro para estar cada vez mais próxima de seus clientes. Historicamente, temos uma grande representatividade no Espírito Santo em todos os segmentos como, fretamento, turismo, urbano e rodoviário. No ano passado, atingimos 300 ônibus vendidos e temos a perspectiva de aumento de 15% neste ano”, destaca Ricardo Portolan, diretor de operações comerciais mercado interno e marketing da companhia. A Marcopolo a 41ª maior empresa da região e também a 16ª maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil.

Unidade fica em Cariacica para atender toda a região

Pesquisa aponta aumento na atividade industrial no RS

IDI-RS cresce 2,2% em fevereiro, a segunda elevação consecutiva

O índice retorna aos níveis de maio de 2023, mas ainda está distante de recuperar as perdas recentes

Pelo segundo mês consecutivo, a atividade industrial gaúcha cresceu. Em fevereiro, na comparação com janeiro, a alta foi de 2,2%. O resultado do Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), realizado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), foi divulgado na segunda-feira (15). Com mais esta alta, o acumulado em janeiro e fevereiro de 2024 atinge 4,9%, o que não ocorria desde agosto de 2022. O índice retorna aos níveis de maio de 2023, mas ainda está distante de recuperar as perdas recentes – continua 7,7% abaixo de agosto de 2022. Porém, supera em 7,3% o patamar anterior ao da pandemia. Cinco dos seis componentes do IDI-RS tiveram alta na base mensal de fevereiro. Apenas o emprego caiu, 0,2%, e não cresce há dez meses. Os destaques positivos ficaram com as compras industriais (4,5%) e o faturamento real (2,4%), que aumentaram, respectivamente, pelo terceiro e segundo mês consecutivos. Também avançaram no período, as horas trabalhadas na produção (1,6%), a utilização da capacidade instalada (0,7 ponto percentual), passando de 79,4% para 80,1%, e a massa salarial real, elevação de 0,4%.

Na comparação mensal com o ano anterior, o IDI-RS de fevereiro caiu 0,7%, a baixa menos intensa das 14 taxas negativas seguidas. Colaborou para isso o calendário atípico, com 29 dias no mês em 2024. Desta forma, o IDI-RS fechou o primeiro bimestre com uma redução de 2,1% relativamente à igual período de 2023, repercutindo as quedas do faturamento real (-5,7%), das compras industriais (-3,1%), das horas trabalhadas na produção (-2,5%) e do emprego (-1,4%). No campo positivo, apenas a massa salarial real, com 2,3%, e a UCI, com 0,4 ponto percentual. Em relação ao primeiro bimestre de 2023, nove dos 16 segmentos que compõem a pesquisa tiveram redução na atividade industrial. As maiores influências negativas partiram de máquinas e equipamentos (-6%), alimentos (-3,1%) e couros e calçados (-3,4%). Os segmentos de tabaco, (23,4%), químicos, derivados de petróleo e biocombustíveis (3,9%), metalurgia (15%) e móveis (4,7%) forneceram os principais impactos positivos.

IDI-RS cresce 2,2% em fevereiro, a segunda elevação consecutiva

Fundação Araucária investirá R$ 15 milhões em projetos de IA

O HUBX IA disponibilizará recursos em fluxo contínuo por pelo menos cinco anos

“No HUBX IA teremos como prioridade a aplicação de IA na indústria, no comércio e nos serviços e, mais especificamente, nas áreas do agronegócio, da saúde, da biotecnologia, das energias renováveis e das cidades inteligentes”, enfatizou o diretor de ciência, tecnologia e inovação da Fundação Araucária Luiz Márcio Spinosa (no palco)

Cada vez mais presente no mundo dos negócios, a inteligência artificial (IA) é uma das tecnologias com maior impacto nas empresas. Com o objetivo de incentivar o uso de IA nas empresas paranaenses, foi lançado na terça-feira (9) durante a Expolondrina, o programa HUBX IA. Um modelo inovador de apoio e incentivo à inteligência artificial para empresas, que terá o investimento de R$ 15 milhões do govenro estadual, por meio da Fundação Araucária. Resultado de uma parceria com o Tecpar, Federação das Indústrias do Paraná e o Instituto Senai de Tecnologia da Informação e Comunicação, a primeira unidade HUBX em IA funcionará na sede do instituto, em Londrina.

“Mais do que nunca percebemos a IA como uma tecnologia pervasiva a várias áreas de desenvolvimento econômico e social. Este programa é mais um ativo para aumento da competitividade do Estado do Paraná por meio da ciência, tecnologia e inovação”, destacou Ramiro Wahrhaftig, presidente da Fundação Araucária. Com o conceito de hélice quádrupla de cooperação (governo, academia, empresas e sociedade civil organizada), a iniciativa é inspirada na Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) um modelo nacional de fomento para apoiar a inovação nas indústrias. No caso do Paraná, o HUBX IA disponibilizará recursos em fluxo contínuo por pelo menos cinco anos e, nesse período, as empresas poderão propor seus projetos em IA que serão selecionados e acompanhados pelo programa.

“No HUBX IA teremos como prioridade a aplicação de IA na indústria, no comércio e nos serviços e, mais especificamente, nas áreas do agronegócio, da saúde, da biotecnologia, das energias renováveis e das cidades inteligentes”, enfatizou o diretor de ciência, tecnologia e inovação da Fundação Araucária Luiz Márcio Spinosa. Os projetos inovadores selecionados dentro do programa, terão fomento que pode variar de 40 a 60% do valor da proposta, o restante será a contrapartida das empresas.

O presidente do Tecpar, Celso Kloss, ressaltou a importância do programa para aumentar a competitividade no setor de inteligência artificial. “Busca-se agilizar o atendimento e o apoio às empresas do Paraná para que possam implementar e desenvolver novos produtos com base na IA. Desta forma o Paraná se mantém na liderança entre os estados que estão investindo para que esta tecnologia contribua com a qualidade de vida não só da sua população, mas de todos os brasileiros. Importante destacar a participação do Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel) que está agilizando a articulação deste processo”, disse.

O HUBX IA disponibilizará recursos em fluxo contínuo por pelo menos cinco anos

Privacy Tools lança solução de IA generativa

Ferramenta tem foco em privacidade e proteção de dados

“A IA generativa está mudando muitas coisas no mercado. Ela ajuda as empresas em muitas frentes. Por exemplo, consegue prever o que pode acontecer usando muitos dados e encontrar padrões”, detalha Aline Deparis, CEO da Privacy Tools

A PrIA é a primeira IA generativa (IAG) desenvolvida pela Privacy Tools em parceria com a Amazon com foco em gestão de privacidade e proteção de dados, GRC (Governança, Risco e Compliance) e ESG (Environmental, Social and Governance). A solução trata-se de uma assistente virtual que auxiliará os usuários da plataforma a terem maior velocidade e segurança na adequação à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e a outros projetos. “A IAG está mudando muitas coisas no mercado. Ela ajuda as empresas em muitas frentes. Por exemplo, consegue prever o que pode acontecer usando muitos dados e encontrar padrões. Isso é útil na tomada de decisões estratégicas em áreas como finanças, marketing e logística”, detalha Aline Deparis, CEO da Privacy Tools.

Na parceria com a Amazon, com a IA generativa, foi possível gerar conteúdos para automação do mapeamento de dados, sugestões de respostas para titulares, análise e sugestão de riscos de terceiros e em processos, recomendações de melhorias e geração de políticas, por exemplo. “A PrIA vem para auxiliar o Data Protection Officer (DPO) no trabalho de adequação e foi pensada para acelerar as tarefas diárias, mantendo a segurança de quem gerencia o programa de privacidade. As informações dos clientes são protegidas e não compartilhadas, nem usadas para treinamento de modelos, garantindo um isolamento tecnológico fundamental para estar de acordo com regulamentações como AI-Act e futuras regulamentações nacionais de inteligência artificial”, explica Aline.

Com apoio da AWS, a Privacy Tools optou por desenvolver uma solução personalizada de IA generativa para privacidade com o uso de Amazon Bedrock, Amazon SQS, Amazon S3, Amazon RDS,Amazon OpenSearch e do framework LangChain instalado em Amazon EC2. Amazon e Privacy Tools possuem uma parceria antiga, quando a AWS apoiou a startup na consolidação da plataforma como a principal solução de privacidade e proteção de dados do mercado, se destacando de seus concorrentes. Com a popularização da IA Generativa, a multinacional de tecnologia salta à frente e inova com o lançamento do Amazon Bedrock, já integrado com a solução da Privacy Tools. Aline ainda explica que a PrIA já está disponível para alguns clientes e em breve será liberada para outros em uma fase inicial. “A expectativa é de que todos os clientes, sem custo adicional, tenham acesso à PrIA para poder acelerar o seu trabalho, respeitando os limites de uso e funcionalidades disponíveis na plataforma”, projeta.

Ferramenta tem foco em privacidade e proteção de dados

Processor se torna a primeira AIx Company do Brasil

Companhia gaúcha se reposiciona para oferecer consultoria para inteligência artificial

“Entendemos que mais de 20% de nossos clientes ainda neste ano desenvolverão projetos conosco que incluem uso de AÍ em seus negócios. E para o futuro isto só vai crescer”, projeta Leite

Com 36 anos de atuação, a Processor dá um importante passo no mercado ao trazer a Inteligência Artificial para o centro do negócio, posicionando-se como a primeira AIx Company do país. Referência em cloud computing, business solutions e cybersecurity, a empresa, liderada por César Cavalheiro Leite, orienta a atuação de suas pessoas, processos e cultura organizacional à IA. “Nós trabalhamos para somar. E esse amplo crescimento do uso da Inteligência Artificial nos negócios chega para complementar a inteligência humana. Em outras palavras, acreditamos que o futuro não seja ditado pelo ‘ou isso, ou aquilo’, mas pelo ‘e’.Dessa forma, trazemos o futuro para o presente dos negócios e garantimos maior produtividade, segurança e crescimento para as companhias”, analisa o CEO e fundador da empresa gaúcha, por meio de nota.

Neste ano, com a nova abordagem de mercado, a Processor pretende acelerar muito, estimando um crescimento ainda mais significativo de mercado, em linha com o potencial das novas tecnologias priorizadas pela empresa junto a seus clientes. “Entendemos que mais de 20% de nossos clientes ainda neste ano desenvolverão projetos conosco que incluem uso de AÍ em seus negócios. E para o futuro isto só vai crescer”, projeta Leite. Ele acrescenta que ser a primeira AIx Company do Brasil é o resultado do que a empresa construiu até o momento, mas também é uma responsabilidade. “Assumimos, assim, um compromisso com os nossos clientes e parceiros para impulsionar ainda mais as pessoas e as organizações”, observa.

Companhia gaúcha se reposiciona para oferecer consultoria para inteligência artificial

Threads testa mensagens diretas, mas não é bem isso

Atenção usuários do Threads: um botão de “Mensagem” começou a aparecer em alguns perfis de usuários, indicando a possibilidade de se comunicar diretamente com outras pessoas pelo próprio Threads. Mas calma, nem tudo é o que parece. Ao clicar em “Mensagem”, você não estará enviando uma mensagem exclusiva pelo Threads. Na verdade, o botão funciona […]Atenção usuários do Threads: um botão de “Mensagem” começou a aparecer em alguns perfis de usuários, indicando a possibilidade de se comunicar diretamente com outras pessoas pelo próprio Threads. Mas calma, nem tudo é o que parece. Ao clicar em “Mensagem”, você não estará enviando uma mensagem exclusiva pelo Threads. Na verdade, o botão funciona […]

Galaxy AI chega ao Galaxy S22 e outros modelos a partir de maio

A Samsung anunciou a expansão dos recursos de inteligência artificial Galaxy AI para dispositivos Galaxy mais antigos. Lançado inicialmente com a linha Galaxy S24 no início do ano, o pacote de funcionalidades chega agora para o Galaxy S22, Fold 4, Flip 4 e Tab S8. Os recursos de IA da Samsung são um grande atrativo […]A Samsung anunciou a expansão dos recursos de inteligência artificial Galaxy AI para dispositivos Galaxy mais antigos. Lançado inicialmente com a linha Galaxy S24 no início do ano, o pacote de funcionalidades chega agora para o Galaxy S22, Fold 4, Flip 4 e Tab S8. Os recursos de IA da Samsung são um grande atrativo […]

Telegram ganha editor de figurinhas personalizado

A atualização 10.11 do Telegram traz uma ótima novidade: editor de figurinhas personalizado. Agora, você pode dar um toque único às suas conversas e grupos, expressando-se de forma autêntica e original. Com o editor de figurinhas, você pode usar qualquer foto do seu dispositivo como base para criar algo totalmente novo. Adicione texto, desenhos, emojis, […]A atualização 10.11 do Telegram traz uma ótima novidade: editor de figurinhas personalizado. Agora, você pode dar um toque único às suas conversas e grupos, expressando-se de forma autêntica e original. Com o editor de figurinhas, você pode usar qualquer foto do seu dispositivo como base para criar algo totalmente novo. Adicione texto, desenhos, emojis, […]

Tchau, Apple! Samsung reassume o trono dos smartphones

Uau, que reviravolta no mundo dos smartphones! Depois de 13 anos dominando o mercado, a Samsung foi destronada pela Apple em 2023. Mas a felicidade durou pouco… Com o lançamento do Galaxy S24 e sua inteligência artificial de última geração (e uma ajudinha do Google!), a Samsung voltou com tudo e recuperou a liderança no […]Uau, que reviravolta no mundo dos smartphones! Depois de 13 anos dominando o mercado, a Samsung foi destronada pela Apple em 2023. Mas a felicidade durou pouco… Com o lançamento do Galaxy S24 e sua inteligência artificial de última geração (e uma ajudinha do Google!), a Samsung voltou com tudo e recuperou a liderança no […]

Android 15 pode trazer conexão via satélite para o Pixel 9

Já imaginou pedir ajuda mesmo sem sinal de celular? Pois é isso que o novo Pixel 9 pode trazer junto com o Android 15! Parece que o Google está trabalhando com a T-Mobile para integrar a conexão via satélite nesse novo sistema operacional. Isso seria uma baita mudança, já que o iPhone já tem esse […]Já imaginou pedir ajuda mesmo sem sinal de celular? Pois é isso que o novo Pixel 9 pode trazer junto com o Android 15! Parece que o Google está trabalhando com a T-Mobile para integrar a conexão via satélite nesse novo sistema operacional. Isso seria uma baita mudança, já que o iPhone já tem esse […]

Editor do The Verge usa IA para debochar do Google e ganha primeiros resultados na Busca

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