Archives Abril 2024

Coleção de talheres inclusivos e comitê ESG: como a Tramontina segue firmando seu legado

A Tramontina tem em sua essência a preocupação em contribuir com a preservação dos recursos naturais e com a qualidade de vida das pessoas

Aliada à força e abrangência do mix de produtos, os consumidores lembram da Tramontina como aquela que acompanhou gerações, estando presente em todas as etapas da vida, desde os mais velhos até os mais jovens

Entusiasmo, otimismo, competência e paixão pelo negócio. São esses fatores que representam a essência do que faz a Tramontina. Essência esta que está diretamente ligada ao propósito da marca: ‘Crescer para transformar vidas. Criar laços para evoluirmos juntos.’ Afinal, “é a relação com as pessoas – funcionários, comunidade, consumidores, clientes e parceiros – que mantém viva a vocação centenária da Tramontina de encantar e inspirar com gestos simples”, explica Rosane Fantinelli, diretora de marketing da empresa.

Com uma história de mais de 112 anos, a presença e a importância da marca, naturalmente, foi se alterando ao longo do tempo. Aliada à força e abrangência do mix de produtos, os consumidores lembram da Tramontina como aquela que acompanhou gerações, estando presente em todas as etapas da vida, desde os mais velhos até os mais jovens.

O legado da marca tem reflexo direto no trabalho dos mais de 10 mil funcionários que atuam em 9 unidades fabris no Brasil e em 24 unidades no exterior para entregar mais de 22 mil itens, entre utensílios e equipamentos para cozinha, eletros, ferramentas para agricultura, jardinagem, manutenção industrial e automotiva, construção civil, materiais elétricos, móveis de madeira ou de plástico, equipamentos dirigíveis, além dos jogos de mesa em porcelana para todo o mercado nacional e mais de 120 países.

Para uma experiência cada vez mais próxima do consumidor, além das fábricas distribuídas pelo Rio Grande do Sul, Belém (PA), Recife (PE) e Moreno (PE), a marca conta com mais de 30 lojas próprias T store em todo o mundo, além das T factory stores, em Carlos Barbosa (RS) e Farroupilha (RS). Também opera através dos Centros de Distribuição, que operacionalizam a logística e fazem os produtos Tramontina chegarem com agilidade globalmente, além de aproximar fábricas e varejo por meio de showrooms. 

Atenção a todos os detalhes 

O compromisso de uma empresa com o meio ambiente e com as pessoas passa pelo olhar sistêmico e por ações integradas, que vão desde a escolha de fornecedores e de métodos produtivos responsáveis até seu senso de comunidade e atuação em conjunto com organizações comprometidas com a construção de um mundo melhor. A Tramontina tem em sua essência a preocupação em contribuir com a preservação dos recursos naturais e com a qualidade de vida das pessoas, com foco em fazer bonito, fazer correto e fazer bem feito.

Uma das mais recentes iniciativas nesse sentido foi firmada em 2023, quando a Tramontina deu um passo importante em direção à inclusão ao apresentar uma linha inédita de talheres assistivos, assumindo o pioneirismo na produção desses utensílios no país. A coleção ForAll de garfo, faca e colher com design especial é voltada, principalmente, a pessoas com doença de Parkinson e outras condições clínicas que alteram o movimento dos braços e mãos e que podem dificultar a alimentação. A iniciativa vem para atender a uma demanda crescente e fundamental: proporcionar independência e dignidade para pessoas com doenças ou condições que acabam tornando a hora das refeições menos prazerosa.

Além da acessibilidade, a sustentabilidade sempre foi um tema importante para a marca, e se efetivou ainda mais com a criação do Comitê ESG e com o projeto Tramontina Transforma, que une todas as frentes de sustentabilidade da empresa. Desde 1990, a organização conta com Estações de Tratamento de Efluentes (ETEs) para o tratamento da água utilizada nas diferentes atividades, além de proteger os mananciais de água doce e potável que abastecem as comunidades e sustentam o ciclo natural da vida. Em algumas fábricas, o índice de reuso da água chega a 100%, e em outras o abastecimento de água é feito somente com água da chuva.

Além disso, hoje, a Tramontina mantém mais de 2.000 hectares de Áreas Preservadas, classificadas como Áreas de Preservação Permanente (APPs), Reserva Legal e Matas Nativas Preservadas. Conta, também, com mais de 3,3 mil hectares de áreas plantadas – chamadas florestas de produção, com uma base sólida e renovável, para fornecer madeiras para utilização nas fábricas. A empresa investe em tecnologias limpas para reduzir e controlar a geração de resíduos sólidos, efluentes e emissões atmosféricas.

Para o futuro, Rosane garante, temas como sustentabilidade e inclusão seguirão fazendo parte do dia a dia da marca, seja em seu processo produtivo, na relação com funcionários, clientes, fornecedores e comunidade ou nos produtos. A inovação constante, para levar soluções ainda mais completas, funcionais, com tecnologia e design para os consumidores, também seguirá sendo prioridade, além do fortalecimento dos produtos assistivos. “Tudo isso caminhando junto do propósito da marca de crescer para transformar vidas e criar laços para evoluirmos juntos”, completa. 

A Tramontina tem em sua essência a preocupação em contribuir com a preservação dos recursos naturais e com a qualidade de vida das pessoas

CNI lança panorama da infraestrutura do Sul

Relatório mostra que 81% dos empresários industriais apontam precariedade da malha de transportes como o maior problema e traz propostas de melhorias para a infraestrutura na região

A infraestrutura deficitária de transportes afeta a segurança viária, eleva a emissão de poluentes, gera engarrafamentos e pressiona os custos logísticos em virtude do aumento do consumo de combustível e deterioração dos veículos

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) lançou na terça-feira (30) o relatório “Panorama da Infraestrutura – Edição Sul”, com o detalhamento do setor na região (leia o documento na íntegra ao final desta reportagem). O estudo mostra um panorama das áreas de transporte, energia elétrica, gás natural, telecomunicações e saneamento básico, bem como identifica gargalos e propostas para melhorias da infraestrutura nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Este é o primeiro de uma série de cinco trabalhos regionais produzidos pela CNI que vão trazer um retrato das condições de infraestrutura nas regiões brasileiras, identificando necessidades de investimentos e pleitos do setor industrial.

O relatório do Sul foi apresentado durante encontro na Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) na segunda-feira e na Reunião de Diretoria da CNI, marcada para esta terça-feira (30), também na sede da Fiergs, em Porto Alegre. O presidente da CNI, Ricardo Aban, ressaltou que o relatório busca contribuir para a melhora da infraestrutura na região, fator fundamental para o fortalecimento da indústria e da economia. “Esse estudo é fruto de uma articulação com empresários e com as federações das indústrias da Região Sul no intuito de preparar e fortalecer a infraestrutura dos estados para a neoindustrialização que o Brasil precisa”, afirma Alban. Para o presidente da Fiergs, Gilberto Petry, uma infraestrutura que facilite o escoamento da produção é condição fundamental para reter e atrair investimentos. “A carência que temos nesta área ameaça o desenvolvimento econômico do Estado. Além disso, nos impõe um grande desafio para acelerar a conclusão das obras prioritárias, cujo tempo de execução de algumas delas já superam dez anos”, diz Petry.

O diretor de relações institucionais da CNI, Roberto Muniz, alerta que a infraestrutura deficiente é um dos principais componentes do Custo Brasil. “Encontrar formas de superar os obstáculos colocados pelo Custo Brasil deve ser uma prioridade da indústria brasileira” destaca o diretor da CNI. Ele menciona que 81% das empresas do Sul sinalizaram a precariedade da malha de transporte como principal gargalo de infraestrutura. Segundo ele, a má qualidade dessas infraestruturas tem impacto direto sobre os acidentes, o meio ambiente e a competitividade da região. “A infraestrutura deficitária de transportes afeta a segurança viária, eleva a emissão de poluentes, gera engarrafamentos e pressiona os custos logísticos em virtude do aumento do consumo de combustível e deterioração dos veículos. Como consequência, o setor produtivo perde competitividade em relação a outros mercados”, pontua o diretor da CNI.

De acordo com Muniz, apesar das dificuldades em estabelecer uma carteira prioritária de projetos para investimento, o governo federal tem feito esforços para reduzir o déficit de infraestrutura no país. O Novo PAC, elaborado em parceria com estados e municípios, foi anunciado no ano passado com previsão de R$ 231,1 bilhões para serem alocados no Sul. O relatório destaca ainda a relevância que a região tem para a produção de energia limpa e renovável. A Usina de Itaipu, por exemplo, localizada no Rio Paraná, é a terceira maior do mundo em termos de capacidade instalada, com 14.000 MW. Já em termos de empreendimentos de eólica offshore com pedido de licenciamento no Ibama, o Sul conta com o maior potencial bruto do Brasil. “Com a tendência global de implementação de políticas que promovam a redução das emissões de gases de efeito estufa, a região tem potencial para desempenhar papel estratégico na transição energética”, afirma Muniz.

Propostas elencadas pelas federações estaduais da indústria para o Sul

Rodovias

Realizar obras de adequação, manutenção e expansão de corredores rodoviários estratégicos como: BR-101; BR-290; BR-376; BR-277; BR-476; BR-116; e BR-392.

Avançar nas obras do Contorno da Baía de Guaratuba; da Nova Ponte do Guaíba; da Nova Ponte Brasil e Argentina e da Ponte do Fandango.

Hidrovias

Realizar reformas estruturais das represas equipadas com eclusas (Amarópolis, Bom Retiro do Sul, Dom Marco e Fandango).

Dragagem de desassoreamento e balizamento da Hidrovia de Lagoa Mirim (Brasil – Uruguai), incluindo o Canal de São Gonçalo/RS.

Eliminar os gargalos presentes na Lagoa dos Patos e Lago Guaíba relacionados ao assoreamento de canais.

Instalação de estruturas de proteção dos pilares das duas pontes sobre o Rio Guaíba.

Portos

Ampliar o calado nos principais portos da Região (Porto de Paranaguá, Complexo Portuário da Baía da Babitonga e Porto de Itajaí).

Desestatizar portos a partir da adoção de administração portuária autônoma, sem ingerência política.

Realizar a derrocagem para remoção de rocha do canal de acesso do Porto de Laguna.

Elaborar acesso rodoferroviário ao Porto de São Francisco do Sul.

Ferrovias

Acompanhar e fiscalizar o processo de concessão (renovação antecipada ou nova concessão) da Malha Sul.

Estabelecer uma nova descida da serra do mar para acesso ferroviário ao Porto de Paranaguá.

Viabilizar um ramal ferroviário entre Chapecó e Passo Fundo para integrar a malha da Região Sul com a Nova Ferroeste.

Aeroportos

Implantar uma nova pista no aeroporto Afonso Pena.

Construir, reformar e reaparelhar o aeroporto Santa Terezinha em Joaçaba.

Realizar obras de expansão e homologação dos equipamentos e procedimentos de pouso para situações meteorológicas adversas no aeroporto de Caçador.

Energia elétrica

Buscar uma solução junto a Aneel para autorizar o Grupo Cobra a assumir o empreendimento UTE Rio Grande.

Superar as barreiras regulatórias, mercadológicas, tecnológicas, e de infraestrutura para geração de energia eólica.

Destravar os projetos de pequeno porte de geração hídrica que estão em tramitação junto a Aneel ou na fase de licenciamento ambiental.

Gás Natural

Garantir investimentos estruturais para ampliação da capacidade do Gasbol.

Destravar a venda da Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil (TBG).

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Relatório mostra que 81% dos empresários industriais apontam precariedade da malha de transportes como o maior problema e traz propostas de melhorias para a infraestrutura na região

Governadores do Cosud se reúnem para discutir regras da reforma tributária

Consórcio vai elencar pontos de convergência que devem ser priorizados no Congresso

O grupo, presidido pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, vai se debruçar sobre pontos de atenção e convergência que devem ser observados durante a tramitação do projeto

Os governadores e secretários de Fazenda dos estados do Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud) se reuniram virtualmente nesta terça-feira (30) para discutir a proposta de regulamentação da reforma tributária instituída por Projeto de Lei Complementar (PLP) no Congresso Nacional. O grupo, presidido pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, vai se debruçar sobre pontos de atenção e convergência que devem ser observados durante a tramitação do projeto. Participaram da reunião os governadores de São Paulo, Tarcísio de Freitas; de Minas Gerais, Romeu Zema; do Rio de Janeiro, Cláudio Castro; do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite; de Santa Catarina, Jorginho Melo; do Espírito Santo, Renato Casagrande; e equipes das secretarias estaduais de Fazenda.

A primeira proposta de regulamentação da reforma tributária foi encaminhada à Câmara dos Deputados pelo governo federal na última quarta-feira (24). Ela institui a Lei Geral do Imposto Sobre Bens e Serviços (IBS), da Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto Seletivo (IS). Em outro momento, uma segunda proposta de regulamentação deve tramitar no Congresso tratando da atuação do Comitê Gestor do IBS e da distribuição das receitas entre os entes federativos. A CBS e o IBS compõem o Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) Dual e serão, respectivamente, geridos pela União e por estados, Distrito Federal e municípios. O IS, de natureza extrafiscal, visa desestimular o consumo de produtos nocivos à saúde e ao meio ambiente.

“Queremos olhar com atenção quais são os pontos mais importantes que serão discutidos nesta regulamentação. A ideia é começar a trabalhar em propostas que modernizem a estrutura tributária, não tirem poder dos estados e, principalmente, ajudem o país a crescer”, afirmou Ratinho Junior. Na reunião, os integrantes do Cosud decidiram que o grupo deve elaborar nos próximos dias uma proposta com os pontos de convergência dos estados para que sejam defendidos com o apoio das bancadas estaduais. Entre os itens discutidos, estão o método de aprovação do orçamento do Comitê Gestor do IBS, o período de referência para a transição federativa, o limite percentual para o Fundo Estadual de Combate à Pobreza (Fecop), a execução do programa de cashback, o sublimite estadual relativo ao Simples Nacional e a substituição tributário para o IBS, entre outros.

Para a definição das prioridades, os secretários estaduais de Fazenda vão se reunir ao longo da semana para analisar tecnicamente as propostas, que, na sequência, serão discutidas pelos governadores e levadas ao Congresso. Ao longo de 2023, o Cosud já trabalhou conjuntamente para aperfeiçoar o texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que instituiu a mudança na cobrança de impostos no país.

Consórcio vai elencar pontos de convergência que devem ser priorizados no Congresso

Cooperativas catarinenses faturaram R$ 85,9 bilhões no ano passado

Evolução das receitas foi de 3,7%, acima da expansão do PIB brasileiro no período

As cooperativas do agronegócio foram, novamente, as mais expressivas na geração de empregos diretos e de receita operacional bruta, respondendo por 64% dos postos de trabalho

O cooperativismo surgiu em Santa Catarina há mais de 130 anos e se transformou em um modelo de negócio que envolve mais de 4,2 milhões de catarinenses e movimenta R$ 85,9 bilhões por ano, tornando-se uma extraordinária força social que impulsiona o desenvolvimento em todos os setores da economia. O balanço do setor foi levantado pela Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc) e anunciado na segunda-feira (29), em Florianópolis pelo presidente Luiz Vicente Suzin e pelo superintendente Neivo Luiz Panho. O crescimento das receitas, em 2023, foi de 3,7%, acima da expansão do PIB brasileiro no período (2,9%).

Um dos dados mais relevantes do levantamento é a expansão do número de associados que cresceu 9,6% no ano passado com o ingresso de mais de 370 mil pessoas. No conjunto, as cooperativas reúnem, agora, 4,2 milhões de catarinenses, o que representa mais da metade da população barriga-verde vinculada ao sistema cooperativista. As que mais atraíram associados foram as cooperativas de crédito que têm atualmente 3,3 milhões de cooperados, as de infraestrutura que atuam em distribuição de energia elétrica (449.147 pessoas), as de consumo (382.728) e as agropecuárias (83.850). As cooperativas de saúde têm 14.172 associados e, as de transporte, 5.500 cooperados.

As cooperativas do agronegócio foram, novamente, as mais expressivas na geração de empregos diretos e de receita operacional bruta, respondendo por 64% dos postos de trabalho e também por 64% das receitas globais do universo cooperativista.As cooperativas de crédito consolidaram duas conquistas: o maior crescimento em receitas totais – 23,5% para R$ 19,1 bilhões – e o maior número de associados, com 3,3 milhões de catarinenses cooperados. Isso significa que 78% dos cooperados em Santa Catarina fazem parte das cooperativas financeiras. A carga tributária não poupou as cooperativas. Em 2023 elas recolheram R$ 3,4 bilhões aos cofres públicos em impostos sobre a receita bruta, um crescimento de 5% em relação ao exercício anterior. O patrimônio líquido, no conjunto das cooperativas, cresceu 12,3% e atingiu R$ 31,6 bilhões.

As exportações das cooperativas catarinenses atingiram R$ 9,9 bilhões no ano passado com aumento de 2% e foram suportadas, basicamente, pelo agronegócio. As vendas externas de proteína animal responderam por 75% dos negócios no mercado internacional, seguindo-se cereais in natura, cereais processados, frutas e derivados, fertilizantes, sementes e leite e derivados. As projeções para 2024 indicam um aumento de 5% nas vendas das cooperativas catarinenses ao mercado mundial, o que significam R$ 10,4 bilhões em divisas. O presidente da Ocesc prevê que continuará expressiva a participação das cooperativas nas exportações do agronegócio, que respondem por cerca de 30% do PIB catarinense e por 70% das vendas catarinenses no exterior, decorrente da imensa presença das cooperativas nas cadeias produtivas de grãos, leite, suínos e aves.

Evolução das receitas foi de 3,7%, acima da expansão do PIB brasileiro no período

Brasil registra mais de 244 mil empregos formais em março

Este é o melhor resultado do Caged para o mês desde 2020

A região Sul teve um saldo de 42.240 vagas de trabalho

O Brasil fechou o mês de março com saldo positivo de 244.315 empregos com carteira assinada. No acumulado do ano (janeiro a março), o saldo foi positivo em 719.033 empregos, o que representa um aumento de 34% em relação aos três primeiros meses do ano passado. O balanço é do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgado nesta terça-feira (30) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. A região Sul teve um saldo de 42.240 vagas de trabalho. O Paraná lidera, com 17.858, seguido por Santa Catarina (13.892) e Rio Grande do Sul (10.490).

O estoque de empregos formais no país, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, chegou a 46.236.308 em março deste ano, o que representa alta de 0,53% em relação ao mês anterior. O maior crescimento do emprego formal no mês passado ocorreu no setor de serviços, com a criação de 148.722 postos. No comércio, foram criados 37.493 postos; na indústria, 35.886, concentrados na indústria da transformação; e na construção 28.666. O único grande grupamento com saldo negativo foi a agropecuária, com 6.457 postos a menos, em razão das sazonalidades do setor.

Com Agência Brasil

Este é o melhor resultado do Caged para o mês desde 2020

Demanda interna fraca diminui o otimismo da indústria gaúcha

Sondagem revela estabilidade da produção na passagem de fevereiro para março

A única notícia positiva do mês foi o emprego, que em março registrou a segunda alta consecutiva

A fraca demanda interna foi avaliada pelos empresários como o principal entrave que manteve a produção industrial gaúcha praticamente estável em março e no primeiro trimestre de 2024. O índice de produção registrou 50,3 pontos. O resultado está na pesquisa Sondagem Industrial do RS, divulgada na segunda-feira (29) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), que apontou ainda Utilização da Capacidade Instalada (UCI) abaixo do usual e estoques em níveis excessivos. “Além da demanda, a elevada carga tributária, a falta ou o alto custo da mão de obra qualificada, os juros elevados e a insegurança jurídica também são apontados como dificuldades que fazem o empresário manter cautela e segurar investimentos”, avalia o presidente da Fiergs, Gilberto Petry.

Ele recorda ainda que, com tal cenário, as condições financeiras das empresas se deterioraram e as expectativas dos empresários ficaram menos otimistas em março. Mesmo que a produção industrial gaúcha tenha registrado pequena alta, é quase uma estabilidade relativamente a fevereiro, pois está muito próxima de 50 pontos, marca que separa crescimento de queda. O desempenho da produção ficou abaixo do esperado para o mês, que tem como média histórica 52,8 pontos. A única notícia positiva do mês foi o emprego, que em março registrou a segunda alta consecutiva, após cair ininterruptamente entre outubro de 2022 e janeiro de 2024. O índice do mês foi de 51,4 pontos, valor acima da sua média histórica (50,1) para o mês, mostrando ser a estabilidade o comportamento esperado entre os meses de fevereiro e março.

Em relação à utilização da capacidade instalada (UCI), a indústria gaúcha utilizou 70% dela no mês passado, repetindo o grau médio de fevereiro e próximo do padrão histórico (70,7%) para março. Os empresários, contudo, a consideraram abaixo do normal. O índice de UCI em relação à usual registrou 44,4 pontos, mas abaixo de 50, mostra UCI inferior ao normal. Porém, é o maior valor em um ano. Isso revela que a utilização foi, em março, na avaliação dos empresários, a mais próxima do normal nos últimos 12 meses. Os estoques de produtos finais permaneceram em alta no período, acima do planejado pela indústria gaúcha. O índice de evolução mensal ficou em 52,7 pontos. Acima dos 50, significa nova expansão. Já o índice de estoques em relação ao planejado registrou praticamente o mesmo que em fevereiro: 51,5. Ou seja, continuam acima do planejado pelas empresas.

No bloco trimestral da sondagem, os empresários revelaram que dois dos três principais problemas enfrentados pelo setor nos três primeiros meses de 2024 permanecem os mesmos desde o terceiro trimestre de 2023. A demanda interna insuficiente está em primeiro lugar há cinco trimestres, com 40,2% das menções (39,4% no anterior). Seguida pela elevada carga tributária, que ganhou 6,6 pontos percentuais na comparação com o último trimestre de 2023, passando de 32% para 38,6%. Mas a falta de trabalhador qualificado foi o terceiro maior obstáculo e o que mais cresceu no período: 7,4 pontos percentuais, para 22,3%, o maior percentual desde o primeiro trimestre de 2015.

Sondagem revela estabilidade da produção na passagem de fevereiro para março

OpenAI pode lançar mecanismo de pesquisa do ChatGPT

A OpenAI, empresa por trás do ChatGPT, está dando indícios de que pode estar desenvolvendo sua própria ferramenta de busca, competindo com gigantes como o Google. Essa possibilidade surgiu após a descoberta de um domínio curioso em logs de certificados SSL da OpenAI: search-dot-chatgpt-dot-com. A presença desse domínio sugere que a empresa esteja explorando funcionalidades […]A OpenAI, empresa por trás do ChatGPT, está dando indícios de que pode estar desenvolvendo sua própria ferramenta de busca, competindo com gigantes como o Google. Essa possibilidade surgiu após a descoberta de um domínio curioso em logs de certificados SSL da OpenAI: search-dot-chatgpt-dot-com. A presença desse domínio sugere que a empresa esteja explorando funcionalidades […]

Chrome usa aprendizado de máquina para melhorar sugestões na barra de endereços

Navegar na web está prestes a ficar ainda mais fácil com o Chrome, pois o Google atualizou a barra de endereços do navegador, também conhecida como Omnibox, para desktops Windows, Mac e ChromeOS. A grande novidade é a integração do aprendizado de máquina, que promete tornar as sugestões de sites mais precisas e relevantes para […]Navegar na web está prestes a ficar ainda mais fácil com o Chrome, pois o Google atualizou a barra de endereços do navegador, também conhecida como Omnibox, para desktops Windows, Mac e ChromeOS. A grande novidade é a integração do aprendizado de máquina, que promete tornar as sugestões de sites mais precisas e relevantes para […]

Domínios com hifens: SEO do passado ainda faz sentido?

Lembra daquela época em que todo mundo colocava hífen no domínio para ranquear melhor no Google? Pois é, esse tempo já passou! Especialista do Google esclarece que esse truque antigo não só não funciona mais, como pode prejudicar a sua marca. John Mueller, do Google, respondeu recentemente a uma pergunta na plataforma Reddit sobre o […]Lembra daquela época em que todo mundo colocava hífen no domínio para ranquear melhor no Google? Pois é, esse tempo já passou! Especialista do Google esclarece que esse truque antigo não só não funciona mais, como pode prejudicar a sua marca. John Mueller, do Google, respondeu recentemente a uma pergunta na plataforma Reddit sobre o […]

Sites impactados por atualizações de algoritmo do Google enfrentam caminho difícil

Proprietários de sites que viram seu tráfego orgânico despencar nas últimas atualizações do algoritmo do Google, especialmente com a Atualização de Conteúdo Útil (HCU), receberam notícias não tão boas de John Mueller, o Google Search Advocate. Em uma conversa no X (antigo Twitter), Mueller confirmou que o Google não “guarda rancor” contra sites atingidos por […]Proprietários de sites que viram seu tráfego orgânico despencar nas últimas atualizações do algoritmo do Google, especialmente com a Atualização de Conteúdo Útil (HCU), receberam notícias não tão boas de John Mueller, o Google Search Advocate. Em uma conversa no X (antigo Twitter), Mueller confirmou que o Google não “guarda rancor” contra sites atingidos por […]

Busca IA do Google apresenta aumento de uso e melhor satisfação do usuário

O CEO da Alphabet, Sundar Pichai, revelou que os “resumos de IA”, um recurso que fornece informações baseadas em inteligência artificial, estão obtendo resultados positivos. De acordo com a Pichai, “os testes iniciais são encorajadores, pois observamos um aumento no uso da pesquisa entre pessoas que utilizam os novos resumos de IA, além de maior […]O CEO da Alphabet, Sundar Pichai, revelou que os “resumos de IA”, um recurso que fornece informações baseadas em inteligência artificial, estão obtendo resultados positivos. De acordo com a Pichai, “os testes iniciais são encorajadores, pois observamos um aumento no uso da pesquisa entre pessoas que utilizam os novos resumos de IA, além de maior […]

TikTok pode deixar os EUA após impasse com governo

O futuro do TikTok nos Estados Unidos está em xeque. Uma lei recente exige que a plataforma se desvincule da ByteDance, sua controladora chinesa, em um prazo de 270 dias. Caso isso não seja feito, o TikTok terá que se despedir do público americano. Inicialmente, a ByteDance demonstrou interesse em lutar contra a proibição. No […]O futuro do TikTok nos Estados Unidos está em xeque. Uma lei recente exige que a plataforma se desvincule da ByteDance, sua controladora chinesa, em um prazo de 270 dias. Caso isso não seja feito, o TikTok terá que se despedir do público americano. Inicialmente, a ByteDance demonstrou interesse em lutar contra a proibição. No […]

HTC prepara lançamento do U24 Pro em maio

Lembra da HTC? Aquela marca que dominou o mercado de smartphones Android há alguns anos? Pois é, parece que ela não está completamente morta! Rumores recentes indicam que a empresa taiwanesa pode estar preparando o lançamento do U24 Pro, sucessor do U23 Pro de 2023. O U24 Pro promete trazer melhorias significativas em relação ao […]Lembra da HTC? Aquela marca que dominou o mercado de smartphones Android há alguns anos? Pois é, parece que ela não está completamente morta! Rumores recentes indicam que a empresa taiwanesa pode estar preparando o lançamento do U24 Pro, sucessor do U23 Pro de 2023. O U24 Pro promete trazer melhorias significativas em relação ao […]

A maior Escola Sesi do Brasil fica no Sul

O investimento em Joinville integra o Projeto 20/30

Com aporte superior a R$150 milhões, ao concluir a entrega da obra que inclui o restauro do Moinho Joinville, a Fiesc deixa um importante legado para a revitalização da região do Rio Cachoeira, projeto que é liderado pela prefeitura de Joinville

O presidente da Federação das Indústrias (Fiesc), Mario Cezar de Aguiar, recebeu na sexta-feira (26) o governador Jorginho Mello e demais autoridades em cerimônia que marcou a inauguração da maior Escola Sesi de referência do Brasil, construída junto ao Moinho Joinville. “Meu desejo é de que esta escola seja um farol de conhecimento, inspiração e oportunidades para as nossas futuras gerações”, frisou Aguiar, agradecendo aos apoiadores do projeto. O presidente da Fiesc disse que a Escola SESI em Joinville é demonstração do poder transformador que a parceria entre setor público e privado pode alcançar.

Com aporte superior a R$150 milhões, ao concluir a entrega da obra que inclui o restauro do Moinho Joinville, a Fiesc deixa um importante legado para a revitalização da região do Rio Cachoeira, projeto que é liderado pela prefeitura de Joinville. “O moinho foi preservado, tombado e recuperado como patrimônio histórico, com mais de 3,5 mil metros quadrados, que será aproveitado por meio de uma proposta setorial, com um enfoque transversal e multidisciplinar no campo da indústria cultural e criativa catarinense”, antecipou Aguiar. Presente no evento, o governador Jorginho Mello frisou que é parceiro sempre que vislumbra oportunidade de crescimento para Santa Catarina. “A gente precisa acertar mais e a educação é a melhor obra que nós podemos fazer em toda a nossa vida. Só assim faremos o estado cada vez mais competitivo e respeitado”, destacou.

O investimento em Joinville integra o Projeto 20/30, um plano de ação orientador da Fiesc que vai injetar, até 2030, mais de R$ 1 bilhão em iniciativas educacionais do SesiI e do Senai. “O objetivo é a criação de escolas que não apenas acompanhem, mas que sejam precursoras de novos modelos e novas tecnologias ao longo de toda a jornada formativa”, afirma o diretor de educação, saúde e tecnologia da Federação, Fabrizio Machado Pereira. A Escola Sesi de referência do Moinho Joinville integra a maior rede privada de educação básica nacional e oferece proposta pedagógica alinhada às diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), alinhadas ao movimento STEAM – Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática. “Além disso, inspira os estudantes a se tornarem protagonistas das suas histórias, a realizarem seus próprios sonhos, por isso, estamos formando realizadores”, frisa Pereira.

Inicialmente, a escola no Moinho Joinville oferece a 2 mil estudantes ensino fundamental, médio e cursos no contraturno escolar. Este número deve chegar a 5 mil nos próximos anos. Mais de 200 colaboradores atuam na unidade entre docentes e profissionais da área administrativa. Sua estrutura, com mais de 25 mil metros quadrados de área construída, inclui biblioteca, 14 laboratórios, 51 salas de aula, quatro quadras poliesportivas, piscina semiolímpica e espaço para o cultivo de horta.

O investimento em Joinville integra o Projeto 20/30

Grupo Muffato lança sexto empreendimento em Ponta Grossa

Novo Max Atacadista será o terceiro atacarejo da rede na cidade

Serão investidos mais de R$ 60 milhões na obra, que marca os 25 anos do Grupo Muffato nos Campos Gerais

O Grupo Muffato anunciou o lançamento de mais um empreendimento em Ponta Grossa. É o terceiro atacarejo, sob a bandeira do Max Atacadista, e a sexta unidade do Grupo na cidade. Serão investidos mais de R$ 60 milhões na obra, que marca os 25 anos do Grupo Muffato nos Campos Gerais. A instalação tem aproximadamente 13 mil metros quadrados de área construída em um terreno de 25 mil metros quadrados. O espaço contará com 300 vagas de estacionamento, além de lojas e quiosques no formato Muffato Malls.

O novo estabelecimento funcionará em um dos principais acessos da cidade, com rápida ligação ao centro. A previsão é gerar mais de 300 postos de trabalho diretos e indiretos. “Ao expandir os negócios em Ponta Grossa, estamos fortalecendo os laços com a comunidade e oferecendo novas oportunidades de negócios empregos e economia, que é forte do Max Atacadista”, afirma Ederson Muffato, diretor do grupo, por meio de nota.

Novo Max Atacadista será o terceiro atacarejo da rede na cidade