Archives 2024

Eccel anuncia aliança com catarinense Vokkan

Empresa caxiense é única gaúcha entre as parcerias confirmadas para desenvolvimento de verticais do Vivapark Porto Belo, primeiro bairro parque do país

O primeiro projeto da Eccel no Vivapark Porto Belo já está em etapa avançada de finalização e deve ser lançado ainda no segundo semestre deste ano

A Eccel, de Caxias do Sul, será a primeira incorporadora do Rio Grande do Sul a desenvolver projetos residenciais no Vivapark Porto Belo, primeiro bairro parque do Brasil. A aliança estratégica com a catarinense Vokkan foi anunciada nesta quarta-feira, dia 17 de abril, e oficializa a chegada da Eccel no estado vizinho. Fundada em 1995 e em constante ascensão, a Eccel é hoje uma das maiores do setor na Serra Gaúcha e tem como sócios os engenheiros civis Alex Foppa e Lúcio Turcatti, além do arquiteto Guilherme Foppa. A empresa atua com imóveis residenciais e comerciais de alto padrão e se destaca pela qualidade, segurança técnica e funcionalidade dos seus empreendimentos, sempre projetados para fomentar negócios e dar vida ao seu entorno.

“O entusiasmo de inovar e criar conexões cada vez maiores na vida das pessoas emolduram todos os nossos projetos arquitetônicos. Quando tivemos a oportunidade de conhecer pessoalmente o Vivapark e a família Vokkan percebemos o quanto as duas empresas têm em comum. Esse nosso espírito empreendedor, pensando e planejando cada detalhe nos deu a certeza que o Vivapark Porto Belo é o lugar que estávamos buscando para a nossa chegada em Santa Catarina”, afirma Alex Foppa, sócio da Eccel, por meio de nota.

A Eccel Incorporadora passa a integrar o time de alianças composto pela Torresani, empresa blumenauense com 40 anos de atuação no mercado e primeira parceira do Vokkan no bairro parque; Grupo N1, de Itapema (SC); e Famex Empreendimentos, de Pato Branco (PR). “O Rio Grande do Sul é um estado de grande importância para o Vivapark Porto Belo. Estamos muito felizes em anunciar mais essa grande parceria e poder trazer um pouco do dna gaúcho para o nosso bairro”, comenta Roderajn Volaco, presidente e sócio proprietário da Vokkan, tma´bme por meio de nota. O primeiro projeto da Eccel no Vivapark Porto Belo já está em etapa avançada de finalização e deve ser lançado ainda no segundo semestre deste ano.

Empresa caxiense é única gaúcha entre as parcerias confirmadas para desenvolvimento de verticais do Vivapark Porto Belo, primeiro bairro parque do país

Santa Catarina terá sua primeira usina de grande porte de biometano em 2025

Agric, da (re)energisa, investirá R$ 80 milhões no projeto

A expectativa é que a usina impulsione a transição energética e a descarbonização em solo catarinense

Adquirida pelo Grupo Energisa em agosto de 2023, a Agric, empresa de compostagem de resíduos orgânicos industriais para produção de biofertilizante localizada em Campos Novos (SC), será a primeira planta de grande porte de biometano e biogás de Santa Catarina. A expectativa é que a usina produza 25 mil metros cúbicos por dia de biometano, trate 350 toneladas diárias de resíduos e comercialize 3.500 toneladas mensais de adubo com sua plena entrada em operação, prevista para julho de 2025. Sob gestão da (re)energisa, a marca de geração e comercialização de energia limpa e renovável da companhia, a aquisição marcou a entrada do Grupo Energisa no segmento de biogás e biometano, e contou com investimento inicial na ordem de R$ 60 milhões.

Com este aporte, os biodigestores, que convertem os resíduos em biogás, receberam aprimoramentos, assim como os sistemas de geração de energia elétrica para o autoconsumo da usina. Entre 2024 e 2025 serão investidos R$ 80 milhões, que vão impulsionar a geração de empregos diretos e indiretos, movimentar a economia local e colocar a região na vanguarda da transição energética. A dimensão deste projeto também pode ser observada com a tecnologia de ponta que a Agric utilizará. Será a mesma que é empregada na Europa, em termos de solução de gerenciamento automatizado, reatores de grande porte e engenharia de processos para maximizar o aproveitamento do resíduo como fonte de energia e nutrientes para retornar à cadeia produtiva. A expectativa é que a usina impulsione a transição energética e a descarbonização em solo catarinense.

Segundo Frederico Botelho, líder de soluções bioenergéticas da (re)energisa, Santa Catarina é considerada um local estratégico porque apresenta abundância no suprimento de resíduos para a operação. “É um insumo de energia resiliente ao ambiente econômico, e que combina a demanda com impacto social e ambiental crescentes. Por isso, torna-se um movimento estratégico, dado que a Associação Brasileira de Gás (Abiogás) prevê o aumento de 500 mil metros cúbicos por dia para 7 milhões de metros cúbicos diários de consumo de biometano até 2029. O biocombustível tem a possibilidade de substituir o consumo de gás natural, GLP e diesel e seu crescimento depende apenas da sua competitividade frente aos demais combustíveis.”, afirma Botelho.

Todo o processo, da geração à comercialização do gás, será feito pela (re)energisa. O biometano será comercializado para o mercado local, atendendo a demandas já mapeadas para biocombustível e energia. Trata-se de um insumo estratégico para a marca e para o mercado em dimensões econômica, energética e ambiental. Também existem planos para replicar esse modelo de negócios em outros estados brasileiros. “A entrada da Energisa no mercado de biometano e biogás consolida a posição do grupo como um player integrado que oferece um ecossistema de soluções energéticas, e integra a estratégia de diversificação de portfólio da companhia. Além disso, reafirma o papel da Energisa em ser protagonista da transição energética no Brasil rumo a uma matriz mais limpa e sustentável, que promove mais segurança energética ao país e gera inúmeros benefícios para o desenvolvimento socioeconômico” conclui Botelho.

Estado de Santa Catarina é estratégico para negócios em biometano
A escolha pela aquisição do empreendimento em Campos Novos foi estratégica, considerando o alto volume de resíduos orgânicos disponíveis na região, provenientes principalmente de frigoríficos de aves e suínos e indústrias de laticínios. Isso significa que as indústrias locais podem se beneficiar diretamente de uma unidade de tratamento de resíduos que garanta segurança ambiental no processo de destinação e também do biometano produzido, criando uma cadeia circular em que o resíduo de uma indústria pode ser utilizado como matéria-prima na produção do biometano que será comercializado para indústrias da própria região.

Agric, da (re)energisa, investirá R$ 80 milhões no projeto

Confiança do varejo aumenta pela quarta vez no ano

Incertezas quanto às medidas fiscais elevam cautela

Ao contrário dos consumidores, os varejistas não estão conseguindo aproveitar os juros mais vantajosos para ajustar os orçamentos das empresas

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) aumentou 2% em relação a março, atingindo 108,1 pontos. No entanto, ao considerar a comparação com o mesmo mês do ano anterior, o ciclo negativo, iniciado ainda em janeiro de 2023, continuou. O indicador de abril de 2024 está 2,9% mais baixo do que há 12 meses. O Icec é apurado mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Ao contrário do observado nos meses anteriores, o maior destaque mensal para os comerciantes foi o aumento da confiança em relação às condições atuais da sua empresa, com crescimento de 6,4% em relação ao mês anterior.

A melhora da confiança do comércio, que teve crescimento de 3,4% no mês, é corroborada pelo avanço do resultado do comércio varejista ampliado, que acelerou 8,2% no acumulado do primeiro bimestre deste ano e vem demonstrando alta da taxa acumulada em 12 meses desde metade do ano passado, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dando expectativas favoráveis para os próximos meses. Os resultados favoráveis indicam uma evolução da percepção do setor, assim como observado na avaliação positiva dos consumidores neste mês. A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), pesquisa também realizada pela CNC, apontou o primeiro aumento do ano em abril, de 0,4%, principalmente por causa da melhora tanto da expectativa de consumo quanto do acesso ao crédito.

O subindicador que mede as expectativas do empresário foi o que menos subiu no mês – apenas 0,4% – e, inclusive, voltou ao campo negativo na variação anual, com queda de 1,9% após três meses em nível superior aos verificados nos mesmos meses do ano passado. “Ou seja, a incerteza econômica para os próximos meses em relação às medidas fiscais e, consequentemente, aos próximos passos da evolução da taxa de juros já está sendo considerada pelos varejistas nas decisões em relação aos seus negócios”, explica o economista-chefe da CNC, Felipe Tavares. Segundo ele, dados do Banco Central mostraram que a taxa média de juros teve uma redução de 2,3 pontos percentuais, atingindo 18,8% na comparação com fevereiro de 2023, o que ajuda os empresários a ajustar seus fluxos de caixa. No entanto, ele lembra que o saldo da carteira de crédito com recursos livres das pessoas jurídicas recuou pelo segundo mês consecutivo, com queda de 0,3% entre janeiro e fevereiro de 2024.

“Ao contrário dos consumidores, os varejistas não estão conseguindo aproveitar os juros mais vantajosos para ajustar os orçamentos das empresas, uma vez que a inadimplência destas permanece acima do nível observado no ano anterior, aumentando de 2,3% para 3,3% entre fevereiro de 2023 e 2024”, avalia. Além de menos empréstimos, os estabelecimentos estão com dificuldade de arcar com seus compromissos, mesmo com as taxas de juros mais acessíveis. Ainda assim, o subindicador que apura as intenções de investimento teve o segundo maior crescimento mensal, de 2,3%, com destaque para a intenção de contratação de funcionários, que aumentou 3,1% no mês. A maior parte dos empresários, 62,9%, pretende aumentar seu quadro de empregados. “Esse é o maior percentual do ano, o que mostra que o mercado de trabalho deve continuar aquecido no comércio”, observa.

Incertezas quanto às medidas fiscais elevam cautela

Curitibana Papapá anuncia Juliano Michelato como CMO

Ele tem como missão estreitar o relacionamento com os consumidores da empresa especializada em alimentos naturais

Kraft Heinz, Ferrero e Mondelez fazem parte da acarreia de Michelato

A Papapá, empresa especializada em alimentos naturais, com opções orgânicas e práticas para bebês e crianças, anuncia Juliano Michelato como novo CMO (Chief Marketing Officer). O executivo soma mais de 15 anos de experiência em marketing e vendas na indústria de Bens de Consumo no Brasil, Europa e América do Norte, tendo histórico sólido de entrega de resultados com marca regionais e globais, como Lacta, Sonho de Valsa, Nutella, Kinder, Heinz, Kraft, Plasmon e NotCo. Ele tem como missão estreitar o relacionamento com os consumidores, entendendo suas necessidades, angústias e desejos. Além disso, ele segue com o desafio constante de agilizar novas soluções saudáveis que se adaptem à dinâmica das famílias modernas, fomentando a educação sobre a importância da introdução alimentar saudável.

“Meu sonho aqui é audacioso: quero ser um dos criadores e pais da ‘geração Papapá’, uma nova onda de crianças nutridas com hábitos alimentares saudáveis desde a introdução alimentar, apoiadas por pais e mães que vivem uma vida equilibrada, consciente e principalmente sem culpa”, conta Michelato. “A história dos fundadores, de pais empreendedores que buscam algo melhor para seus filhos me inspirou muito. O processo de introdução alimentar que eles vivenciaram com seus filhos espelha as experiências que minha esposa e eu também passamos com nossa filha”, confidencia.

Ele tem como missão estreitar o relacionamento com os consumidores da empresa especializada em alimentos naturais

Regulamentação da reforma tributária prevê alíquota média de 26,5%

O governo enviou o primeiro projeto de lei complementar com a regulamentação dos impostos sobre o consumo

Atualmente, os bens e os serviços brasileiros pagam, em média, 34% de tributos federais, estaduais e municipais

Quatro meses após a promulgação da reforma tributária, o governo enviou o primeiro projeto de lei complementar com a regulamentação dos tributos sobre o consumo. A proposta prevê alíquota média do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) de 26,5%, podendo variar entre 25,7% e 27,3%, informou o secretário extraordinário da reforma tributária, Bernard Appy. Atualmente, os bens e os serviços brasileiros pagam, em média, 34% de tributos federais, estaduais e municipais. Com 306 páginas e cerca de 500 artigos, o projeto de lei complementar precisa de maioria absoluta, 257 votos, para ser aprovado.

O projeto entregue nesta quarta-feira inclui a regulamentação do IBS; da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), tributo federal sobre o consumo; o Imposto Seletivo, que incidirá sobre produtos com risco à saúde e ao meio ambiente; e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que incidirá sobre mercadorias concorrentes das produzidas na Zona Franca de Manaus. Os temas mais polêmicos são a desoneração da cesta básica e a lista de produtos que terão a cobrança do Imposto Seletivo, cujos detalhes serão revelados nesta quinta. A reforma aprovada no ano passado deixou para o projeto de lei complementar decidir se, por exemplo, alimentos processados e ricos em açúcar sofrerão a cobrança do imposto.

Com Agência Brasil 

O governo enviou o primeiro projeto de lei complementar com a regulamentação dos impostos sobre o consumo

Pampa é o bioma brasileiro menos protegido por unidades de conservação

Brasil tem até 2030 para cumprir metas de conservação

Apenas 122 mil hectares do Pampa correspondem às áreas de proteção integral e 416 mil hectares estão em áreas de conservação, mas são de uso sustentável

Além de ser o menor bioma brasileiro o Pampa, presente apenas em parte do Rio Grande do Sul, também é o bioma menos protegido pelas unidades de conservação presentes em todo o país. O dado foi apresentado no seminário técnico-científico promovido pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima para debater a elaboração de um plano de prevenção e controle do desmatamento do bioma. O secretário-executivo do ministério, João Paulo Capobianco, disse que atualmente a região tem apenas 49 unidades de conservação, que alcançam somente 3% de sua extensão de cerca de 17,6 milhões de hectares.

Durante o encontro, Capobianco lembrou que o Brasil é signatário das metas de Aichi, estabelecidas na 10ª Conferência das Partes das Nações Unidas (COP10), em 2010, no Japão, que previa a proteção de 17% da área continental e 10% do território marinho por meio da criação de zonas de proteção integral. O prazo para o cumprimento das metas era 2020, mas não foi cumprido em relação ao bioma Pampa. O compromisso internacional foi renovado pelo governo brasileiro durante a 15ª Conferência das Partes das Nações Unidas (COP15), em Montreal, no Canadá, quando o Marco Global para a Biodiversidade de Kunming-Montreal ampliou as metas para 30% de proteção integral tanto dos biomas terrestres quanto da zona marítima, até 2030.

Capobianco lembrou que faltando pouco para o cumprimento do novo prazo, apenas 122 mil hectares do Pampa correspondem às áreas de proteção integral e 416 mil hectares estão em áreas de conservação, mas são de uso sustentável. “Temos que todos buscar vencer esses desafios. O governo federal possui seis unidades de conservação no bioma Pampa, se forem criadas, aumentaremos em 2,5% a proteção do bioma, com a inclusão de mais 486 mil hectares, chegaríamos, portanto, a 5,5%, muito longe ainda dos 30%”, alertou. Para o secretário-executivo do ministério, além de alcançar as metas, o país precisa enfrentar o desafio da degradação e definir quais são as ações tanto no campo técnico-científico quanto nas políticas públicas, que podem promover a conservação e a restauração de áreas de altíssima importância biológica.

“O Pampa, assim como Pantanal, tem uma vocação para uma pecuária ecologicamente sustentável. Isso deve ser fortalecido, mas, evidentemente, temos que evitar a expansão e a substituição dos campos naturais por plantios agrícolas, que podem de fato comprometer o conjunto do bioma”, destacou. O seminário é o primeiro passo para a elaboração do plano de enfrentamento da supressão da vegetação nativa. Após os debates, uma proposta deverá ser submetida à consulta pública para que os planos de cada um dos biomas sejam lançados pelo governo federal. Segundo Capobianco, essas políticas públicas passarão ainda por avaliações anuais para revisão e ajustes que as tornem cada vez mais eficientes. “O Pampa será parte de um esforço nacional de proteção do conjunto da espetacular, inigualável e incomparável sociobiodiversidade brasileira”, afirmou.

Com Agência Brasil

Brasil tem até 2030 para cumprir metas de conservação

Rumo aos 135 anos, fiel aos princípios e à inovação

Compromisso com a sociedade faz o Colégio Anchieta ser o mais lembrado há diversas edições do Top of Mind

Prestes a alcançar a marca histórica de 135 anos de existência, o Colégio Anchieta se desenvolve cada vez mais como um centro inovador e tecnológico de ensino. Segundo especialistas, essa é uma característica marcante de uma empresa centenária: manter-se fiel aos seus princípios, enquanto se atualiza continuamente.

A instituição tem como objetivo principal a promoção de uma educação integral, inspirada nos valores cristãos e inacianos, que molda cidadãos competentes, conscientes, compassivos, criativos e comprometidos. Além disso, educa para a cidadania global, com gestão colaborativa e sustentável.

Esses valores também estão presentes na abordagem educacional do Anchieta e começam a ser aplicados ainda na infância. Desde os anos iniciais, os alunos são incentivados a refletir sobre a importância de ter um plano de vida, ao mesmo tempo que são desafiados a expressar suas ideias e a aprender a lidar com as emoções através de estratégias socioemocionais.

“Ajudamos os estudantes a reconhecer suas emoções nas interações com os demais, bem como a aprender a lidar com elas em diferentes situações do cotidiano. Esse trabalho envolve a construção da identidade, do grupo e das relações interpessoais, sendo uma estratégia desencadeadora do pensamento reflexivo para o plano de vida”, explica Adriana Jacques, coordenadora de Unidade da Educação Infantil.

Com professores e orientadores capacitados, o colégio investe em técnicas que estimulam reflexões a partir de uma intencionalidade, considerando a integralidade e indivisibilidade das dimensões expressivo-motora, afetiva, espiritual, cognitiva, linguística, ética, estética e sociocultural das crianças.

Tudo isso é planejado de forma colaborativa pelo corpo docente, a partir das observações diárias da sala de aula, respeitando as características da faixa etária e o contexto dos estudantes. O currículo bilíngue integrado é trabalhado de forma sistêmica, contemplando os diferentes campos de experiências, com vistas à formação integral e intercultural das crianças.

Diálogo e justiça como ferramenta de ensino
O Colégio Anchieta investe fortemente no diálogo como ferramenta de aprendizagem e inovação. “As crianças são desafiadas a expressar suas ideias a partir das vivências diárias. Por meio do diálogo, as temáticas são problematizadas, oportunizando a reflexão e a expressão de diferentes pontos de vista, estimulando, assim, as trocas entre os estudantes e propiciando a complementaridade de ideias entre os pares”, completa Adriana.

Entre os valores defendidos pelos anchietanos, a justiça se aplica em dois âmbitos: no cuidado com as pessoas e com o meio ambiente. Afinal, como centro de aprendizagem integral, o colégio busca a sustentabilidade das relações e da natureza, bem como o cuidado com o próximo.

Na Educação Infantil, o Anchieta desenvolve um projeto chamado “Educação para o Trânsito”, no qual conscientiza os estudantes e a comunidade escolar que o trânsito é uma responsabilidade de todos, destacando a importância da gentileza. Já o “InterAção: viver, brincar e interagir no Anchieta” aproxima os alunos do meio ambiente e incentiva ações de preservação como ponto fundamental de ensino.

Formação complementar para crianças dos níveis iniciais
O sistema educacional do Anchieta promove uma educação completa para crianças dos níveis infantis A, B e C. Seu principal diferencial é a formação complementar, em que os alunos participam de aulas e atividades direcionadas. O estudante pode matricular-se no ensino regular à tarde, no “InterAção” pela manhã e praticar esportes à noite. Desse modo, é possível permanecer no colégio das 7h30 às 19h.

A constante inquietação em promover um ensino de qualidade que responda aos anseios atuais da sociedade segue fazendo com que o Anchieta permaneça como o mais lembrado no Top of Mind Porto Alegre. Essa trajetória iniciou ainda em 2004, quando a categoria “Colégio” não distinguia se a instituição era privada ou pública.

Desde que a pesquisa passou a ter a categoria “Colégio Particular”, em 2017, o Anchieta figura na liderança. “Essa distinção coroa o trabalho de todo o corpo docente, que busca inspiração em Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus, e que comprova que os valores cristãos e os princípios inacianos estão em plena sintonia com o mundo atual”, conclui Pe. Jorge Álvaro Knapp, diretor geral do Colégio Anchieta.

Compromisso com a sociedade faz o Colégio Anchieta ser o mais lembrado há diversas edições do Top of Mind

Google bane anúncios políticos em suas plataformas no Brasil a partir de maio

Em uma decisão histórica para as eleições municipais de 2024, o Google anunciou que vai banir anúncios políticos em suas plataformas no Brasil a partir de maio. A medida, que inclui o YouTube, a busca e outros tipos de publicidade no Google Ads, é um marco na luta contra a desinformação e pela transparência no […]Em uma decisão histórica para as eleições municipais de 2024, o Google anunciou que vai banir anúncios políticos em suas plataformas no Brasil a partir de maio. A medida, que inclui o YouTube, a busca e outros tipos de publicidade no Google Ads, é um marco na luta contra a desinformação e pela transparência no […]

Ranking alto no Google Shopping e Imagens não prejudica o SEO do seu site

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Maio: Nova atualização do Google vai combater abuso de reputação de site

Cansado de clicar em links que te levam para páginas irrelevantes ou cheias de anúncios? O Google também está! Pensando nisso, a empresa anunciou uma nova atualização para seus algoritmos de busca, com foco no combate ao “abuso de reputação de site”. Essa prática maliciosa consiste na criação de páginas de terceiros com o único […]Cansado de clicar em links que te levam para páginas irrelevantes ou cheias de anúncios? O Google também está! Pensando nisso, a empresa anunciou uma nova atualização para seus algoritmos de busca, com foco no combate ao “abuso de reputação de site”. Essa prática maliciosa consiste na criação de páginas de terceiros com o único […]

WhatsApp pode ter discador interno para facilitar chamadas sem salvar contato

A versão beta do aplicativo do WhatsApp está testando um discador interno, um recurso que promete revolucionar a maneira como você faz ligações. Imagine só: você precisa entrar em contato com o entregador do seu pedido, mas não quer salvar o número dele na agenda? Com o discador interno, isso não será mais problema! Basta […]A versão beta do aplicativo do WhatsApp está testando um discador interno, um recurso que promete revolucionar a maneira como você faz ligações. Imagine só: você precisa entrar em contato com o entregador do seu pedido, mas não quer salvar o número dele na agenda? Com o discador interno, isso não será mais problema! Basta […]

Precisar, não precisa

De tempos em tempos a internet lança novas redes sociais, mas, antes de criar um novo perfil para a marca corporativa, é preciso saber se realmente vale a pena

É melhor estar presente em poucas redes sociais e fazer um bom trabalho do que estar em muitas e não ser notada

O Lapse deseja se tornar a rede social deste ano. O aplicativo incentiva as pessoas a tirarem fotos como faziam nos tempos analógicos, quando as câmeras descartáveis eram populares. Todas as imagens postadas devem ser tiradas no app e não podem ser alteradas de forma alguma. Não há contagem de curtidas visíveis, mas os amigos podem reagir com emojis. Para especialistas em branding, antes de criar um novo perfil para a marca corporativa, é preciso saber se realmente vale a pena ingressar em mais um canal de comunicação. “A marca deve avaliar se seu target utiliza determinada rede social e se seu próprio posicionamento é compatível com a linguagem daquela rede”, sintetiza André D´Ângelo, titular do blog Sr. Consumidor, do portal AMANHÃ. Pode ocorrer, por exemplo, que a movimentação de certos players seja bastante irregular nas redes sociais para uma empresa B2B. Ou seja, estar no Instagram até pode fazer sentido para as pessoas comuns, mas para algumas empresas, a linguagem visual dessa rede nem sempre é a mais adequada. “Daí a necessidade de haver uma âncora, como o site, e utilizar as redes para finalidades específicas ou complementação da mensagem”, sugere André.

Outro ponto importante que deve ser levado em consideração são os recursos que terão de ser alocados, como tempo, equipe e orçamento para criar e gerenciar conteúdo para cada plataforma. “O gestor deve estar atento às novas tendências e avaliar se há potencial, mas também entendendo a hora de entrar e até mesmo a hora de sair, afinal, o comportamento do público nas redes sociais pode mudar rapidamente”, ensina Raphael Lazzarotto, diretor de operações da Engaje. “É melhor estar presente em poucas redes sociais e fazer um bom trabalho do que estar em muitas e não ser notada”, completa. Grifes como Nike e Adidas são ativas em plataformas mais visuais como Instagram, destacando-se pela promoção de estilo de vida associado aos seus produtos. Por outro lado, empresas B2B, como a IBM, têm presença no LinkedIn, focando em conteúdo corporativo. “Portanto, a escolha deve considerar o perfil demográfico, o comportamento online e objetivos específicos da marca, adaptando-se às nuances de cada plataforma para construir uma presença digital eficaz”, resume Lazzarotto.

Esta reportagem integra o caderno Top of Mind RS – As Marcas do Rio Grande 2024. Clique aqui para acessar o conteúdo completo, mediante pequeno cadastro.

De tempos em tempos a internet lança novas redes sociais, mas, antes de criar um novo perfil para a marca corporativa, é preciso saber se realmente vale a pena

Confiança cai na maioria dos setores industriais

Empresas de todos os portes demonstraram menos confiança em abril

Tanto a avaliação da economia brasileira quanto da própria empresa piorou em abril

Os resultados setoriais do Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) mostram queda da confiança em 21 dos 29 setores industriais. Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que oito desses setores passaram de confiança para falta de confiança: máquinas e equipamentos (49,8 pontos); serviços especializados para a construção (49,8 pontos); impressão e reprodução (49,7 pontos); produtos de material plástico (49,5 pontos); couros e artefatos de couro (49,3 pontos); produtos de borracha (49 pontos); perfumaria, limpeza e higiene pessoal (48,2 pontos); e móveis (47,8 pontos). O índice varia de 0 a 100 pontos. Valores acima de 50 pontos indicam confiança do empresário e valores abaixo de 50 pontos indicam falta de confiança do empresário.

“A piora da confiança é resultado da piora na avaliação das condições correntes dos empresários. Tanto a avaliação da economia brasileira quanto da própria empresa piorou em abril. A sondagem industrial e a sondagem indústria da construção do mesmo mês mostraram a insatisfação com a situação financeira e a dificuldade de acesso ao crédito no primeiro trimestre de 2024, o que pode explicar essa piora da confiança dos setores da indústria”, analisa Marcelo Azevedo, gerente de análise econômica da CNI. Apesar da queda ter ocorrido na maior parte dos setores, a maioria (18) segue confiante. Em abril, dois setores apresentaram aumento de confiança e passaram da linha divisória de 50 pontos: biocombustíveis (55,9 pontos) e equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos (52,2 pontos). Atualmente, os setores com confiança mais alta são manutenção e reparação (59 pontos), biocombustíveis (55,9 pontos), farmoquímicos e farmacêuticos (55,5 pontos) e veículos automotores (54,2 pontos).

Empresas de todos os portes demonstraram menos confiança em abril

Distribuidora Charrua mantém ritmo de expansão no Sul

Em um ano, número de postos bandeirados cresceu 140% em Santa Catarina e 11% no Rio Grande do Sul

Distribuidora tem a meta de chegar a 500 unidades até o ano que vem

A Distribuidora Charrua cresceu 140% em número de postos bandeirados no período de um ano em Santa Catarina. O ritmo de expansão reforça a previsão de abertura de 500 postos da marca até 2025. O avanço também reafirma a posição da Charrua entre as maiores distribuidoras regionais no Sul do país. Em um ano, foram também mais 39 postos no Rio Grande do Sul. “Somos uma distribuidora regional, o que facilita o contato e a atenção entregues ao revendedor”, explica Luiz Henrique Merello, diretor comercial da empresa.

Atualmente, a marca está presente em 220 municípios da região Sul. Além disso, a Charrua está em Santa Catarina, nas regiões extremo-oeste, oeste e litoral norte, com planos de expansão no estado catarinense e também no Paraná. A perspectiva é de que, até 2025, seja realizada a abertura de 90 unidades por ano no Sul do Brasil, prioritariamente onde a Charrua ainda não possui unidades. A marca, que integra o Grupo SIM desde 2022, possui mais de 3 mil funcionários diretos e indiretos. A SIM é a 40ª maior empresa da região e também a 15ª maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil.

Em um ano, número de postos bandeirados cresceu 140% em Santa Catarina e 11% no Rio Grande do Sul

Busca do Google está sendo destruída pela ganância?

Em 2019, uma série de eventos internos no Google desencadeou uma crise que, segundo muitos, culminou na degradação da qualidade da Busca do Google. As acusações recaem sobre Prabhakar Raghavan, ex-chefe de anúncios da Google que, após uma manobra política, assumiu o comando da Busca do Google. O jornalista Ed Zitron, que já trabalhou em […]Em 2019, uma série de eventos internos no Google desencadeou uma crise que, segundo muitos, culminou na degradação da qualidade da Busca do Google. As acusações recaem sobre Prabhakar Raghavan, ex-chefe de anúncios da Google que, após uma manobra política, assumiu o comando da Busca do Google. O jornalista Ed Zitron, que já trabalhou em […]