Archives 2024

Fed reduz juros em 0,25 ponto percentual

A decisão, no entanto, não obteve unanimidade

A inflação progrediu em direção ao objetivo de 2%, mas continua um tanto elevada, nota o Fed

O Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos Estados Unidos) decidiu cortar a taxa de juros em 0,25 ponto percentual para o intervalo compreendido em 4,25% e 4,5%. A decisão, no entanto, não obteve unanimidade. Beth Hammack foi o único voto contrário. Ela prefereria manter a meta de intervalo entre 4,5% e 4,75%. “Indicadores recentes sugerem que a atividade econômica continuou a se expandir em um ritmo sólido. Desde o início do ano, as condições do mercado de trabalho têm geralmente melhorado, e a taxa de desemprego tem subido, mas continua baixa”, relatam os membros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc), responsável por definir a política monetária norte-americana.

“A inflação progrediu em direção ao objetivo de 2%, mas continua um tanto elevada. O Comitê busca atingir o máximo de emprego e inflação na taxa de 2% no longo prazo. O Comitê julga que os riscos para atingir suas metas de emprego e inflação estão aproximadamente em equilíbrio. A perspectiva econômica é incerta, e o Comitê está atento aos riscos para ambos os lados”, reforça o Fed. O Comitê também voltou a informar que continuará reduzindo suas participações em títulos do Tesouro e títulos lastreados em dívidas de agências e hipotecas.

A decisão, no entanto, não obteve unanimidade

Nova ala de saúde do ParkShopping Barigui tem clínica exclusiva para saúde de mulher

Investimento de R$ 2 milhões criou espaço multidisciplinar e de alta tecnologia

As empresárias e ginecologistas Vanessa e Melissa Amoroso, responsáveis pela Femi Saúde

O centro médico da nova ala do ParkShopping Barigui inaugurou uma clínica inteiramente dedicada à saúde e ao bem-estar da mulher. Com um investimento de R$ 2 milhões, a Femi Saúde da Mulher reúne uma equipe multidisciplinar com 18 profissionais, e oferece equipamentos de última geração para tratamentos ginecológicos, dermatológicos e estéticos. A clínica é liderada pelas médicas Vanessa Amoroso, ginecologista e mastologista, que assume a direção médica, e Melissa Amoroso, ginecologista, especialista em procedimentos minimamente invasivos, que também responde como diretora técnica.

A Femi Saúde da Mulher adota um modelo de atendimento integrado, reunindo diversas especialidades, como ginecologia, obstetrícia, mastologia, coloproctologia, nutrição, dermatologia, endocrinologia, psicologia, cirurgia, medicina integrativa e fisioterapia. “Nosso objetivo é oferecer um cuidado completo e preventivo, focado no bem-estar da mulher em todas as fases da vida”, explica Vanessa. Dentre os recursos tecnológicos da clínica, destaca-se o Laser de CO2 MTZ 40, considerado um dos mais avançados para tratamentos ginecológicos e estética íntima, e a Radiofrequência Spectra Medic, utilizada em procedimentos para rejuvenescimento íntimo, além de outros tratamentos. “Esses equipamentos proporcionam tratamentos de alta precisão, menos invasivos e mais confortáveis para as pacientes”, afirma Melissa.

Investimento de R$ 2 milhões criou espaço multidisciplinar e de alta tecnologia

Viação Garcia/Brasil Sul renova frota com 152 ônibus da Marcopolo

Grupo paranaense tem uma das maiores frotas do moderníssimo G8, que adota sistema de controle de emissão de gases Euro 6

Empresas do grupo Viação Garcia/Brasil Sul: frota renovada com alta tecnologia

A Viação Garcia/Brasil Sul está renovando sua frota com a chegada de 152 ônibus, todos com carroceria Marcopolo e montados sobre chassis Mercedes-Benz. A entrega está ocorrendo gradualmente, com previsão de conclusão até fevereiro de 2025. A nova frota inclui os modelos Paradiso G8 1800, Paradiso G8 1200, Viaggio G7 900 e Torino. De novíssima geração, os ônibus são dotados da tecnologia Euro 6, um conjunto de normas para o controle de emissão de gases que oferece importantes ganhos ambientais. Do total de ônibus adquiridos pelo Grupo GBS desde o ano passado, 323 possuem esta configuração. O sistema Euro 6 reduz em 72% a emissão de poluentes hidrocarbonetos. O Grupo GBS compromete-se com as práticas sustentáveis do modelo ESG. Atualmente, 40% de sua frota já incorpora a tecnologia Euro 6.

“Os modelos que tm renovado a nossa frota oferecem diferenciais aos passageiros, com espaços mais amplos e poltronas mais confortáveis para garantir a melhor experiência de conforto durante os trajetos. Além disso, componentes tecnológicos como sistema de frenagem autônoma e leitor de faixas possibilitam muito mais segurança aos passageiros e motoristas”, diz o vice-presidente Estefano Boiko Junior, citando o transporte rodoviário intermunicipal e interestadual, metropolitano, urbano e serviços de fretamento. Os modelos G8 apresentam ainda mais soluções inovadoras. A inteligência artificial é aplicada no sistema de ar-condicionado de alta capacidade, garantindo uma temperatura sempre agradável e regulada.

Para aumentar a segurança, o sistema de câmeras traseiras de última geração auxilia os motoristas nas manobras, enquanto a regulagem de som e luzes é cuidadosamente ajustada para criar um ambiente confortável e equilibrado durante as viagens. Há, também, um sistema de rastreamento que atua de forma ininterrupta, reportando possíveis falhas de manutenção em tempo real ao motorista e ao controle de tráfego. Todos os assentos possuem entradas USB-C e as poltronas cama contam ainda com massageadores, garantindo maior comodidade. Além disso, os veículos contam com geladeira e sanitário com acionamento a vácuo. Em relação à conectividade, oferecem conexão Wi-Fi e entretenimento com o sistema PlayOn, proporcionando uma viagem completa e confortável em todos os aspectos.

Líder em ônibus de 8ª geração
O Grupo GBS é um dos grupos do setor de transporte de passageiros do país com o maior número de ônibus com carrocerias da configuração de 8ª geração da Marcopolo, o famoso G8. Desde o lançamento destes ônibus pela encarroçadora, em 2021, o grupo adquiriu 514 ônibus, dos quais 310 unidades G8. Hoje, 38% da frota é composta por estes ônibus de altíssima tecnologia. Com sede em Londrina (PR), o grupo formado pela Viação Garcia, Brasil Sul, Princesa do Ivaí e LondriSul é o maior do setor de transporte rodoviário de passageiros do Sul do país, com destinos para Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. A atividade principal é o transporte rodoviário intermunicipal e interestadual de passageiros, mas também realiza operações nos segmentos de fretamento para indústrias, turismo, transporte de encomendas rápidas, transporte urbano e metropolitano de passageiros e revenda de ônibus seminovos.

Grupo paranaense tem uma das maiores frotas do moderníssimo G8, que adota sistema de controle de emissão de gases Euro 6

Estados do Sul permanecem entre os mais inovadores do país

Rio Grande do Sul ocupa o terceiro lugar, seguido por Santa Catarina e Paraná

Os resultados refletem a concentração histórica da inovação no Sul, fruto de um ambiente inovador mais favorável

A nova edição do Índice FIEC de Inovação dos Estados revela que São Paulo é o líder do ranking, seguido pelo Rio de Janeiro (2º) e o Rio Grande do Sul (3º). Os três estados ocuparam de forma estável essas posições nos últimos cinco anos. Santa Catarina (4º) e Paraná (5º) completam a lista dos cinco primeiros (veja a relação completa ao final desta reportagem). Nesse mesmo período, seis estados brasileiros subiram de posição no levantamento: Ceará, Rio Grande do Norte, Sergipe, Piauí, Alagoas e Espírito Santo. Este último obteve a maior evolução, saindo do 12º lugar, em 2020, para o 7º, em 2024. No ranking por regiões, o Sudeste (1º) e o Sul (2º) registraram os melhores desempenhos. A região Centro-Oeste alcançou a 3ª posição, enquanto Nordeste e Norte ficaram em 4º e 5º lugar.

Os resultados, como explica o gerente do observatório e economista-chefe da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), Guilherme Muchale, refletem a concentração histórica da inovação no eixo Sudeste-Sul, fruto de um ambiente inovador mais favorável. “Os estados do Sul e Sudeste têm um investimento histórico em educação superior de pós-graduação, um ambiente de negócios diferenciado e intensidade de setores de maior nível de inovação, além de uma complexidade maior no setor produtivo local, o que gera resultados mais positivos. Já os estados do Norte e Nordeste acabam tendo que fazer um investimento mais intenso para que os resultados se reflitam nas próximas décadas”, afirmou.

Sobre o índice
Desenvolvido pelo Observatório da Indústria da FIEC com apoio da ABDI, o Índice de Inovação dos Estados tem como propósito identificar os principais pontos relacionados à inovação, bem como mensurar o patamar em que os estados brasileiros se encontram. O índice consiste em um instrumento informacional com capacidade de orientar os estados para o desenvolvimento de políticas públicas que fomentem um ecossistema inovador no Brasil. Ele é calculado tendo como base dois subíndices – Capacidades e Resultados – que avaliam o ambiente inovador (Capacidades) e as medições da inovação em si (Resultados). Como os dados são desagregados em doze indicadores e duas dimensões, a solução dos entraves fica mais direcionada. O Índice de Capacidades captura os seguintes elementos: investimento e financiamento público em ciência e tecnologia, capital humano (graduação e pós-graduação), inserção de mestres e doutores, instituições e infraestrutura. Já o Índice de Resultados avalia os aspectos de competitividade global, intensidade tecnológica e criativa, propriedade intelectual, produção científica, empreendedorismo e sustentabilidade ambiental.

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Rio Grande do Sul ocupa o terceiro lugar, seguido por Santa Catarina e Paraná

Banco Central aprova pagamento de boletos via Pix

Resolução entra em vigor no dia 3 de fevereiro

A grande vantagem de pagamento via Pix é que a operação é compensada instantaneamente, sem a necessidade de esperar vários dias, como ocorre com parte dos boletos bancários atuais

Os boletos de pagamento poderão ser pagos não apenas por código de barra, mas por meio de outros instrumentos, como o Pix. O Banco Central (BC) aprovou resolução que moderniza o tradicional boleto. Embora a resolução só entre em vigor em 3 de fevereiro, os boletos poderão conter, desde já, um código QR específico para o pagamento. O recurso, informou o BC, será oferecido de forma experimental até que a regulamentação sobre o assunto seja aprofundada em 2025. Com o código QR, basta o usuário apontar o celular e concluir a transação. A grande vantagem de pagamento via Pix é que a operação é compensada instantaneamente, sem a necessidade de esperar vários dias, como ocorre com parte dos boletos bancários atuais.

O BC também criou a modalidade de boleto de cobrança dinâmico (ou boleto dinâmico). Segundo o órgão, a ferramenta trará mais segurança nos pagamentos de dívidas em cobrança representadas por certos tipos de ttulos, como a duplicata escritural prevista na Lei 13.775, de 20 de dezembro de 2018. Como esses títulos podem ser negociados, o BC considera fundamental garantir a segurança, tanto para o pagador quanto para o credor, de que os pagamentos serão destinados ao legitimo detentor de direitos. Para assegurar a destinação correta dos pagamentos automáticos, o boleto dinâmico será vinculado ao título, emitido digitalmente em sistemas autorizados pelo BC.

“Em relação às duplicatas escriturais, a segurança se estende tanto ao sacado, devedor da dívida, que, se utilizando do mesmo boleto que lhe foi apresentado por meio físico ou eletrônico, conseguirá cumprir de forma automática a sua obrigação de realizar o pagamento ao legítimo credor da duplicata, quanto ao financiador que adquiriu o título, que não precisará realizar trocas de instrumentos de pagamento para garantir o recebimento dos recursos adquiridos”, explicou o órgão em nota. Como os sistemas de escrituração ou de registro que darão suporte digital a esses títulos ou ativos ainda estão em implementação, o boleto dinâmico deverá ser adotado em até seis meses após a aprovação de ao menos um desses sistemas.

Com ABR

Resolução entra em vigor no dia 3 de fevereiro

Governo pode enfrentar apagão em 2032

Alerta consta no Relatório de Projeções Fiscais, divulgado pelo Tesouro Nacional

Essa situação deixará o governo numa situação de shutdown (falta de dinheiro para manter a máquina pública em funcionamento), caso nada seja feito

O crescimento de gastos obrigatórios e de despesas não obrigatórias determinadas por lei, como emendas impositivas e pisos da saúde e da educação, poderá levar o governo federal a enfrentar um apagão em 2032. O alerta consta no Relatório de Projeções Fiscais, divulgado pelo Tesouro Nacional. Segundo o documento, o espaço para as despesas discricionárias (não obrigatórias) não rígidas, que exclui emendas parlamentares e pisos da saúde e da educação, praticamente acabará em 2032. Essa situação deixará o governo numa situação de shutdown (falta de dinheiro para manter a máquina pública em funcionamento), caso nada seja feito. No cenário de referência, o governo terá R$ 123 bilhões para despesas discricionárias não rígidas no próximo ano, incluindo os gastos de custeio (manutenção da máquina pública) e investimentos (obras e compra de equipamentos). O montante, no entanto, cai gradualmente até chegar a R$ 3 bilhões em 2032.

Embora sejam necessários para manter os órgãos públicos em funcionamento, os gastos de custeio são classificados no Orçamento como despesas não obrigatórias. Esses gastos incluem contas de luz, água, internet, faxina, material de escritório, combustíveis e papéis para documentos, entre outras despesas. Além do crescimento das despesas obrigatórias, o espaço fiscal será consumido pelas despesas discricionárias rígidas, determinadas por lei, como emendas impositivas e pisos para a saúde e a educação.

A partir de 2027, os gastos não rígidos começarão a ser comprimidos. Nesse ano, segundo o Tesouro, o espaço cairá para R$ 70 bilhões, o mínimo para o governo funcionar e investir o mínimo possível. Em 2028, começariam as dificuldades para manter o funcionamento da máquina pública, chegando à paralisia em 2033 e 2034. Além da inclusão dos precatórios no limite de gastos do arcabouço fiscal, o Tesouro ressalta que o piso de investimentos estabelecido pelas regras fiscais ocupará cada vez mais espaço nas despesas discricionárias não rígidas no cenário de referência, saltando de 24% em 2024 para 40% em 2027. O marco fiscal estabelece que o Orçamento deve conter uma previsão para o piso de investimentos, mesmo com a execução não obrigatória.

Ao considerar todas das despesas discricionárias, as rígidas e as não rígidas, os gastos do Poder Executivo cairão de 1,7% em 2024 para 0,9% em 2034. A redução, no entanto, não resultará da melhoria de gestão do governo, mas do crescimento dos gastos obrigatórios que aumentarão até consumir quase a totalidade do limite de gastos do arcabouço fiscal. Segundo o relatório, as despesas discricionárias estão no mesmo nível em relação ao Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) desde 2023, em proporção do PIB, em torno de 1,7% do PIB, caindo 0,4 ponto percentual em 2027 com a inclusão dos precatórios no limite de despesas. Isso porque, com o fim da vigência da decisão do STF, os precatórios passarão a entrar no limite de gastos do arcabouço.

Com ABR

Alerta consta no Relatório de Projeções Fiscais, divulgado pelo Tesouro Nacional

Miolo Wine Group adquire a Bodega Renacer

Grupo brasileiro chega na Argentina e desbrava seu quinto terroir

Situada perto de Mendoza, aos pés da Cordilheira dos Andes, em Perdriel, a Renacer é uma propriedade com 30 hectares de vinhedos, alguns deles com mais de 70 anos

A Miolo Wine Group anunciou nesta sexta-feira (13) que adquiriu a Bodega Renacer, que fica em Luján de Cuyo, região da primeira Denominação de Origem da Argentina. O valor do negócio não foi divulgado pelas empresas. Situada perto de Mendoza, aos pés da Cordilheira dos Andes, em Perdriel, a Renacer é uma propriedade com 30 hectares de vinhedos, alguns deles com mais de 70 anos. Fundada pelo chileno Patricio Reich, a vinícola foi construída em 2003, exibindo torres e muros inspirados na Toscana, com galerias e jardins que lembram a Itália, uma homenagem às raízes familiares. Desde 2021, a Renacer possui certificação de vinha biológica, assumindo um compromisso com o meio ambiente e a produção sustentável. Atualmente, com presença em mais de 40 países, os rótulos da vinícola argentina se destacam por se enquadrarem em categorias super e ultra premium. São vinhos varietais e de cortes, que utilizam castas emblemáticas como a Malbec, além de Cabernet Franc e Cabernet Sauvignon, e as brancas Chardonnay e Sauvignon Blanc, entre outras.

Além de ser uma vinícola de excelência, a Bodega Renacer também é um destino consolidado de enoturismo, oferecendo aos visitantes uma variedade de experiências imersivas que celebram a cultura do vinho e a riqueza do terroir local. A cozinha argentina, por exemplo, é destaque no Restaurante Renacer, indicado pelo Guia Michelin 2024. O menu se baseia em ingredientes frescos e sazonais, refletindo uma cozinha local, com vocação para a sustentabilidade que, juntamente com pratos da alta gastronomia, geram sabores únicos e experiências memoráveis. Oferece, ainda, a experiência Vinho e Tango, dois clássicos argentinos, passeio de bike pelos vinhedos, piquenique, visitas pela vinícola e degustações.

Com a aquisição da Bodega Renacer, a Miolo entra no grupo das marcas internacionais do vinho, produzindo rótulos em diferentes regiões e estilos, oferecendo ao mercado global um portfólio amplo e diferenciado. Este será o quinto terroir explorado pela companhia sediada em Bento Gonçalves (RS). Em 35 anos, o grupo expandiu suas fronteiras para a Campanha Meridional com a Vinícola Seival, em Candiota (RS), em 2000; no Vale do São Francisco com a Vinícola Terranova, em Casa Nova (BA), em 2001, e na Campanha Central com a Vinícola Almadén, em Santana do Livramento (RS), em 2009.

“Para nós da Miolo, vai ser um passo importante na internacionalização da empresa e na expansão de um novo terroir. Com isso, também mantemos viva nossa essência de viticultores desbravadores, desde 1897, quando Giuseppe Miolo chegou ao Brasil, atravessando o Atlântico para plantar suas primeiras vinhas. Agora, atravessamos a fronteira do Brasil em busca desse novo terroir”, declara Adriano Miolo, diretor superintendente da Miolo Wine Group, por meio de nota. A Miolo Wine Group é a 500ª maior empresa da região, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link).

Grupo brasileiro chega na Argentina e desbrava seu quinto terroir

Aeroporto Salgado Filho volta a operar 24 horas

Os voos internacionais serão retomados na próxima quinta-feira

O aeroporto Salgado Filho é responsável por mais de 90% do tráfego aéreo no Rio Grande do Sul

O aeroporto internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, retoma o funcionamento 24 horas por dia nesta segunda-feira (16), com operações de voos para Salvador e Recife. A informação foi confirmada pela Fraport Porto Alegre, concessionária que administra o terminal. A volta dessas rotas acontece depois do retorno gradual das atividades do aeroporto, iniciado em 21 de outubro. O local estava fechado desde maio, devido aos estragos causados pelas fortes chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul.

O aeroporto Salgado Filho passou por diversas reformas, incluindo a pavimentação da pista de pouso e decolagem, que agora possui 3.200 metros. Com essa melhoria, o terminal pode voltar operar 24 horas por dia, além de estar apto a realizar voos internacionais: o primeiro voo a pousar em Porto Alegre chegará na madrugada do dia 19, proveniente do Panamá, e a partida da capital gaúcha para a Cidade do Panamá está programada para a mesma data. A previsão é de que a partir de janeiro, sejam retomadas as rotas de Porto Alegre para Lima, no Peru; e Santiago, no Chile.

O aeroporto Salgado Filho é responsável por mais de 90% do tráfego aéreo no Rio Grande do Sul. Com a retomada total da operação, a Fraport, concessionária que administra o terminal, projeta a média de 124 voos por dia, em janeiro.

Com ABR

Os voos internacionais serão retomados na próxima quinta-feira

Câmara rejeita mudanças do Senado e aprova reforma tributária

Alíquota padrão deve cair de 28,55% para 27,84%

Com a aprovação, o projeto de lei complementar pode ser enviado para sanção presidencial

Por 324 votos a favor, 123 contrários e 3 abstenções, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei complementar que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo. A proposta requeria maioria absoluta. Em seguida, os deputados derrubaram as mudanças do Senado por 328 contrários, 18 favoráveis (a manter as alterações) e sete abstenções. Com a aprovação, o projeto de lei complementar pode ser enviado para sanção presidencial. Agora, podem virar lei complementar, itens como cashback (devolução parcial de imposto para os mais pobres), impostos reduzidos para imóveis e cesta básica nacional isenta de imposto.

O parecer do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) retirou os principais pontos alterados no Senado, como a retirada das bebidas açucaradas do Imposto Seletivo (imposto cobrado sobre produtos que prejudiquem a saúde ou o meio ambiente) e a redução em 60% da alíquota para os serviços de saneamento e água e de veterinária. O texto também derrubou a possibilidade de substituição tributária do futuro Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) e retomou as listas de princípios ativos específicos para os medicamentos com isenção ou com alíquota reduzida em 60%. A versão aprovada pelo Senado tinha extinguido as listas e tinha estabelecido a isenção e a redução de alíquota com base em doenças e em funções de medicamentos. Segundo Lopes, as mudanças farão a alíquota padrão de IVA cair para até 27,84%, contra alíquota de 28,55% da versão aprovada pelo Senado, a maior do planeta para esse tipo de imposto, superando a Hungria.

No caso dos serviços, o parecer de Lopes cria um redutor de 30% da alíquota sobre serviços veterinários, que tinha saído do Senado com redução de 60%. O texto retira o redutor de 60% dos seguintes tipos de serviços: segurança da informação e cibernética; atividades educacionais complementares agregadas, como educação desportiva, recreacional e em línguas estrangeiras. O texto também retirou a redução de alíquota da água mineral e dos biscoitos e bolachas de consumo popular. Os representantes comerciais deixam de ter alíquota reduzida em 30%.

Em relação à substituição tributária, o texto aprovado pelo Senado permitia a instituição de cobrança do IVA, conforme o desejo do Poder Executivo, no primeiro elo da cadeia produtiva, como ocorre atualmente com o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre fumo e bebidas. Dessa forma, a indústria seria responsável por recolher o tributo com antecedência, em nome dos demais elos da cadeia, como o comércio. Instituída nos anos 2000, a substituição tributária é encarada como uma forma de diminuir a sonegação.

Com ABR

Alíquota padrão deve cair de 28,55% para 27,84%

Superávit comercial do Brasil deve chegar a US$ 93 bilhões no próximo ano

Estimativa é da Associação de Comércio Exterior do Brasil

O levantamento da AEB aponta também que as exportações de produtos brasileiros têm seu principal destino nos mercados vizinhos da América do Sul

A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) projetou um aumento de 5,7% nas exportações do ano que vem na comparação com 2024. Segundo estimativa da entidade, as vendas para o exterior em 2025 devem somar US$ 358,8 bilhões. São US$ 19,4 bilhões a mais que neste ano. Em relação às importações, o país deve comprar do exterior US$ 265,7 bilhões no ano que vem, contra os US$ 264,1 bilhões projetados para 2024. O superávit calculado pela AEB deve ser de US$ 93 bilhões em 2025, um aumento de 23,7% em relação ao total previsto para este ano.

“As projeções para o comércio exterior em 2025 sinalizam sustentabilidade aparente com leve aumento de preços e incremento de volumes, cujas previsões atuais indicam maior produção de soja, milho, petróleo, carne bovina, carne de frango, entre outros, porém, com possibilidades de ajustes nos preços para patamares inferiores aos atuais”, informa a AEB. O levantamento da entidade aponta também que as exportações de produtos brasileiros têm seu principal destino nos mercados vizinhos da América do Sul. “Embora neste momento estejamos assistindo a uma agressiva política comercial da China nesta região, retirando a liderança brasileira nas exportações para seus vizinhos”, pontua o estudo.

O relatório da AEB destaca ainda algumas “particularidades”. Segundo o documento, as exportações de petróleo projetam devem atingir em 2024 US$ 44,3 bilhões, um recorde para um único produto, “superando os US$ 43 bilhões previstos para a soja” neste ano. Mas, conforme o estudo, “salvo problemas de queda de safra”, a soja deve recuperar o posto de principal produto exportado do Brasil em 2025, com uma projeção de US$ 49,5 bilhões em vendas ao exterior, com o petróleo ficando em segundo lugar, com US$ 44,1 bilhões. Como nos exercícios anteriores, soja petróleo e minério deverão responder por 34% das exportações totais previstas para 2025, o que significa uma pequena redução diante dos prováveis 37,1% deste ano.

Com ABR

Estimativa é da Associação de Comércio Exterior do Brasil

PipeRun lança novidades em Inteligência Artificial para o setor de tecnologia

Startup gaúcha apresenta funcionalidades da plataforma no Case 2024

Entre os recursos da plataforma estão a integração com múltiplos canais de comunicação, a personalização de respostas e o uso de IA para aprimorar a experiência do cliente

A PipeRun, salestech que produz sistemas de gestão de vendas e atendimento para pequenas e médias empresas brasileiras, apresenta novidades de Inteligência Artificial (IA) para empresas de tecnologia no Case 2024. O evento, que reúne fundadores de startups, investidores, aceleradoras e outros representantes do ecossistema empreendedor do Brasil, acontece no Pavilhão da Bienal no Parque Ibirapuera, em São Paulo, nesta quinta (28) e sexta-feira (29).

Durante o evento, a PipeRun vai apresentar a Ana Guru, uma plataforma de múltiplos agentes desenvolvida pela startup. Conforme o Chief Revenue Officer (CRO) da CRM PipeRun, Fausto Reichert, a Ana Guru surgiu internamente como a primeira agente virtual da empresa. “Ela foi criada para atender e tirar dúvidas dos próprios colaboradores da empresa, a intimidade com ela foi tamanha, que ela acabou por dar seu nome à plataforma, que agora toma vida própria, gerando uma nova linha de produtos para a empresa”, afirma.O executivo ressalta que o segmento tech brasileiro sofre com a falta de mão de obra especializada e com a necessidade de manutenção de seus sistemas legados. “Há um grande desafio em acompanhar a inovação do mercado com uso da IA, é neste contexto que muitas empresas tech acabarão por ter problemas na retenção de seus clientes. Encontramos nesse impasse uma oportunidade de solução”, comenta.

Agentes virtuais autônomos
A plataforma Ana Guru permite a criação de agentes virtuais autônomos e segue o modelo RAG, que amplia a capacidade do modelo de linguagem (LLM). O Chief Technology Officer (CTO) da empresa, Osvaldo Gehm, explica que esse tipo de modelagem traz avanços significativos. “Vemos soluções baseadas apenas em prompt, isso atende itens pontuais e nós já testamos isso a alguns anos atrás. O nível de entrega atual, baseado em RAG, transforma por completo o modelo de agregação de conhecimento, seguindo totalmente regras comportamentais e de habilidades, como também a estrutura de governança e ética de cada empresa”, garante.

Gehm acrescenta que esses agentes podem atuar em diversos canais de atendimento, com configurações específicas de acordo com as necessidades de cada empresa. “A plataforma oferece desde o cadastro de agentes até a definição de comportamentos e treinamentos, além de integração com sistemas de dados como PDFs, sites e bases de conhecimentos web”, diz. Entre os recursos da plataforma estão a integração com múltiplos canais de comunicação, a personalização de respostas e o uso de IA para aprimorar a experiência do cliente. Além disso, a plataforma conta com a opção de transbordo para atendimento humano, garantindo que o cliente tenha uma solução, seja com agentes autônomos ou com profissionais. Reichert destaca que as possibilidades da plataforma de vendas atendem o mercado de inovação e tecnologia. “Com mais de 15 mil usuários ativos, a PipeRun segue aplicando soluções de IA dentro de sua própria operação, facilitando a entrega e adaptação de suas tecnologias para os clientes”, conclui.

Startup gaúcha apresenta funcionalidades da plataforma no Case 2024

Pesquisa da Fiergs mostra crescimento na atividade industrial

IDI-RS subiu 1,7% em outubro na comparação com setembro

A maior influência positiva para o aumento do IDI-RS em outubro, segundo a entidade, ocorre pela elevação de 5% no faturamento real das empresas

O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS), divulgado nesta segunda-feira (16) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), cresceu 1,7% em outubro na comparação com setembro. Foi a quarta alta nos últimos cinco meses, o que levou o índice ao maior nível da série desde dezembro de 2022, recuperando as perdas de maio provocadas pela enchente. “Os resultados mostram que a recuperação da indústria gaúcha prossegue. O surpreendente crescimento econômico, o desemprego em queda, a renda em elevação e os baixos níveis de estoques continuam dando suporte para a expansão da atividade, juntamente com os esforços de reconstrução do estado”, afirma o presidente da Fiergs, Claudio Bier.

Apesar dos bons números, Bier faz um alerta. “O cenário também é composto de incerteza relacionada à questão fiscal do país, assim como a inflação e os juros em ascensão, o que explica, mesmo diante do aquecimento em curso, o pessimismo dos empresários gaúchos com o futuro da economia brasileira. Assim, a perspectiva para a atividade industrial nos próximos meses é de continuidade do processo de recuperação cíclica, mas em um ritmo bastante moderado e sujeito a oscilações”, explica.

A maior influência positiva para o aumento do IDI-RS em outubro, segundo a entidade, ocorre pela elevação de 5% no faturamento real das empresas. Também avançaram as horas trabalhadas na produção (0,5%), a massa salarial real (0,3%) e o emprego (0,3%), que cresceu pelo terceiro mês consecutivo. Por outro lado, a indústria gaúcha reduziu em 0,5 ponto percentual a utilização da capacidade instalada (UCI), que atingiu 80,2% em outubro. As compras industriais (insumos e matérias-primas) também caíram, 3,7%, mostrando uma acomodação depois duas fortes altas consecutivas. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o IDI-RS subiu 4,9% em outubro, a quarta alta consecutiva interanual e a quinta do ano, influenciado, em parte, por dois dias úteis a mais do que outubro de 2023. Com isso, manteve o movimento de desaceleração da taxa negativa no acumulado do ano, que passou de -0,9%, em setembro, para -0,3%, em outubro. 

No 10º mês do ano, ainda predominaram quedas na comparação com os dez primeiros meses de 2023 entre os componentes do índice, mas uma tendência de melhora em 2024 começa a aparecer: compras industriais (-1,9%), horas trabalhadas na produção (-1,2%), emprego (-1%) e faturamento real (-0,9%). Já a massa salarial real e a UCI cresceram, 3,4%, e 1,6 ponto percentual, respectivamente. Seis dos 16 segmentos pesquisados reduziram o nível de atividade no acumulado de janeiro a outubro de 2024 relativamente ao mesmo período de 2023. O segmento de Máquinas e equipamentos liderou as perdas (-12,5%), impactado pelo recuo de 18,3% de máquinas e implementos agrícolas. Couros e calçados também registrou queda, de 2,4%. Os destaques positivos foram os segmentos de Veículos automotores (13,3%) e Móveis (9,7%).

IBGE
Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou queda de 1,4% na produção da indústria gaúcha. A aparente contradição com a alta de 1,7% do IDI-RS da Fiergs no mesmo mês tem explicações técnicas. Uma delas ocorre em função das duas pesquisas medirem variáveis diferentes e não cobrirem exatamente a mesma amostra de indústrias. Porém, no acumulado do ano até outubro, por exemplo, a pesquisa do IBGE aponta uma pequena alta da produção, de 0,2%, enquanto no IDI-RS se observa uma leve queda de 0,3%, o que revela que as duas pesquisas seguem uma mesma tendência ao longo do tempo, apresentando comportamento semelhante.

IDI-RS subiu 1,7% em outubro na comparação com setembro

TAP retoma voos do Rio Grande do Sul para Lisboa

A partir de 1 de abril de 2025, Porto Alegre e Lisboa voltam a se conectar três vezes por semana

Com uma duração total de 11:20, este é um dos voos mais longos da rede de destinos TAP

Com a retomada da normalidade para receber voos internacionais no Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre (RS), a TAP anunciou a retomada da rota entre Porto Alegre e Lisboa a partir de 01 de abril de 2025. Serão três voos por semana, operados com o A330-900 neo, com capacidade para 298 passageiros. Os voos entre Lisboa e Porto Alegre vão ser realizados às terças, quintas e sábados, com partida da capital portuguesa às 13:05 e chegada a Porto Alegre às 20:25. Com uma duração total de 11:20, este é um dos voos mais longos da rede de destinos TAP. No sentido contrário, o voo da TAP parte da capital do estado do Rio Grande do Sul às 21:55, chegando ao aeroporto de Lisboa às 12:45.

A partir de 1 de abril de 2025, Porto Alegre e Lisboa voltam a se conectar três vezes por semana

Empresa de energia solar catarinense expande atuação para o Paraná

Green Power Energia abrirá filial em Curitiba em 2025 e atuará também em cidades do centro-oeste paranaense

Investimento na abertura de nova filial na capital paranaense será de R$ 1 milhão

Após cinco anos atuando na região da serra Catarinense e Grande Florianópolis, a Green Power Energia, empresa de energia solar, irá expandir seus negócios para o Paraná. A partir do início de 2025, Curitiba e cidades do Centro-Oeste paranaense poderão contar com as soluções em energia renovável oferecidas pela empresa. “Pensamos em abrir unidades estratégicas para a empresa, captando clientes de diferentes nichos”, ressalta o CEO da Green Power Energia, Matheus Utrabo, que assumiu a empresa em outubro de 2023 com o objetivo de duplicar organicamente o faturamento da empresa até o final de 2025. Com um faturamento de R$ 10 milhões em 2023, a Green Power, que tem sede em Lages (SC), abrirá uma nova filial na capital paranaense, com investimento de R$ 1 milhão.

Para se destacar no mercado e driblar a inversão de fluxo — quando a energia gerada pelos sistemas fotovoltaicos excede o consumo e é devolvida à rede elétrica —, a empresa aposta no sistema de armazenamento com baterias. Essa funcionalidade permite guardar o excedente gerado durante o dia para ser usado à noite ou, até mesmo, em apagões. De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), em janeiro deste ano, 17% da matriz elétrica do país foi gerada por energia solar. Com quase 400 instalações concluídas na Serra Catarinense e Grande Florianópolis, a Green Power se especializa em atender residências, indústrias e empresas de médio e grande porte, além de investidores que buscam diversificar suas carteiras com projetos sustentáveis.

Green Power Energia abrirá filial em Curitiba em 2025 e atuará também em cidades do centro-oeste paranaense

Alberto Casnati será o novo presidente da Nidec

Ele sucederá Guilherme Almeida

Casnati tem 27 anos de vasta experiência nas indústrias de compressores e motores, além de uma sólida atuação em vendas e marketing em diversas regiões

A Nidec Global Appliance (GA), que tem unidade fabril em Santa Catarina, anunciou Alberto Casnati como seu novo presidente, substituindo Guilherme Almeida, que assume a posição de CEO da Nidec Amec (Automotive Motors & Electronic Controls). Casnati é italiano e, anteriormente, ocupou os cargos de vice-presidente do segmento de soluções residenciais e atuou como Chief Strategy Officer (CSO) na ACIM. Traz 27 anos de vasta experiência nas indústrias de compressores e motores, além de uma sólida atuação em vendas e marketing em diversas regiões. Antes de ingressar na Nidec em 2022, ocupou cargos executivos em empresas líderes internacionais e na China, demonstrando sua experiência e influência no setor.

“A Nidec Global Appliance continuará fortalecendo seu portfólio ao oferecer soluções de alta qualidade e eficiência energética para atender às necessidades em constante evolução de nossos clientes globais. Sempre haverá desafios, mas contamos com marcas icônicas como Embraco, FIR e U.S. MOTORS®, uma presença global e, acima de tudo, pessoas talentosas em nossos times. Por isso, estou confiante de que continuaremos posicionando estrategicamente a GA como líder nos mercados em que atuamos”, declarou o novo presidente, por meio de nota.

Guilherme Almeida, executivo brasileiro que iniciou sua carreira em 2006 como estagiário na Embraco (adquirida pela Nidec em 2019), deixa sua função de liderança na Nidec Global Appliance para assumir o cargo de CEO da Amec. Durante seu período como presidente, contribuiu ativamente para o crescimento da receita, o reposicionamento da Embraco como uma marca de soluções completas, a reorganização da presença global da empresa e a expansão do portfólio para incluir componentes eletrônicos. “Nos últimos dois anos, tive a honra de liderar a empresa à qual dediquei os últimos 18 anos da minha vida profissional. Olhando para o futuro, confio na mudança da liderança, conhecendo as habilidades de Alberto e seu compromisso em garantir o crescimento contínuo do negócio”, reitera Almeida.

Essas mudanças organizacionais estão alinhadas à criação de uma divisão dentro da Nidec Corporation chamada Nidec Appliance and Automotive Division (AAD). Essa nova divisão reúne as Unidades de Negócios ACIM e AMEC e será liderada por Valter Taranzano, como CEO e Presidente. Alinhado a este movimento, Katia Drusian foi nomeada CEO da Unidade de Negócios ACIM, que inclui as plataformas Nidec Global Appliance (GA) e Commercial & Industrial (C&I).

Ele sucederá Guilherme Almeida