Archives 2024

Jacomar conquista selo inédito de boas práticas para 50+ entre supermercados do PR

Na empresa, 20% dos três mil colaboradores do grupo têm mais de 50 anos

Na foto, as colaboradoras Elizabete de Fátima Alves Telma (61), Vera Lúcia Diógenes (58) e Alcione de Almeida Melo Naques (61). Crédito: Camila Pankratz Ferreira da Silva

Com 18 lojas, três autopostos, um centro de distribuição e cerca de três mil colaboradores, a rede de supermercados Jacomar é a primeira empresa do setor no Paraná a receber o selo Certified Age Friendly Employer (CAFE), concedido no Brasil pela Maturi, representante oficial da organização norte-americana Age Friendly Institute. A certificação reconhece companhias que desenvolvem as melhores práticas para garantir oportunidades de trabalho e desenvolvimento aos profissionais com mais de 50 anos de idade. No Jacomar, 20% do quadro total de colaboradores é composto por profissionais com 50 anos ou mais e, entre os cargos de liderança, o número chega a 17%. O processo de avaliação para a obtenção do selo leva em conta 12 categorias de boas práticas, como cultura organizacional e relações com colaboradores, recrutamento de candidatos, estilo e práticas de gestão.

Os colaboradores maduros integram as mais diversas áreas do grupo. “Essa diversidade de gerações não é apenas uma característica, é o coração pulsante da nossa cultura organizacional, uma base importante para garantir nossa inovação e sucesso. Buscamos promover um ambiente de trabalho inclusivo e reconhecemos o valor e as contribuições únicas que cada pessoa traz à nossa equipe”, destaca Carla Soffiatti, diretora administrativa da rede Jacomar. É o caso do Emerson de Araujo, de 60 anos, que faz parte do time Jacomar. Ele foi contratado pela rede em 2017, aos 53 anos. “Comecei na portaria do centro de distribuição e, em dois anos, fui promovido a fiscal de loja. A empresa acreditou no meu potencial e tenho muito orgulho desse reconhecimento, por isso quero evoluir cada vez mais. Foi trabalhando no Jacomar que conquistei sonhos que pensei que estivessem distantes, como viajar para o Nordeste e comprar um carro novo”, comemora.

A cultura inclusiva é um dos pilares da rede Jacomar. A empresa realiza uma série de eventos voltados para a integração das cinco gerações que hoje atuam na rede Jacomar, criando oportunidades de troca de experiências e desenvolvimento, tanto pessoal quanto profissional. Benefícios como plano de saúde, seguro de vida e auxílio-educação também formam a base que atende às principais necessidades de todos. “Com práticas de recrutamento ativamente direcionadas para estes profissionais, o Jacomar garante acesso igualitário a todas as oportunidades de desenvolvimento na empresa. A inclusão está em todo o quadro de colaboradores da empresa, que conta ainda com profissionais PCDs e jovens aprendizes. Além disso, cerca de 60% dos funcionários da rede são mulheres”, diz Débora Oliveira, gerente de recursos humanos.

Os cerca de 600 profissionais com mais de 50 anos do Jacomar têm acesso à Universidade Corporativa – UniJacomar, com programas específicos que abordam a diversidade geracional e seus desafios próprios. ”Isso ajuda a capacitar colaboradores veteranos para cargos de liderança, em que a expertise e as habilidades de gestão são muito valorizadas”, explica a gerente de recursos humanos. Desde 2019, a rede conta com um programa de cargos e carreiras robusto e estruturado. Todos os colaboradores têm acesso às oportunidades de avanço de carreira dentro da própria empresa, em sinal do comprometimento do grupo em capacitar e reter talentos.

Na empresa, 20% dos três mil colaboradores do grupo têm mais de 50 anos

Jacomar conquista selo inédito de boas práticas para 50+ entre supermercados do PR

Na empresa, 20% dos três mil colaboradores do grupo têm mais de 50 anos

Na foto, as colaboradoras Elizabete de Fátima Alves Telma (61), Vera Lúcia Diógenes (58) e Alcione de Almeida Melo Naques (61). Crédito: Camila Pankratz Ferreira da Silva

Com 18 lojas, três autopostos, um centro de distribuição e cerca de três mil colaboradores, a rede de supermercados Jacomar é a primeira empresa do setor no Paraná a receber o selo Certified Age Friendly Employer (CAFE), concedido no Brasil pela Maturi, representante oficial da organização norte-americana Age Friendly Institute. A certificação reconhece companhias que desenvolvem as melhores práticas para garantir oportunidades de trabalho e desenvolvimento aos profissionais com mais de 50 anos de idade. No Jacomar, 20% do quadro total de colaboradores é composto por profissionais com 50 anos ou mais e, entre os cargos de liderança, o número chega a 17%. O processo de avaliação para a obtenção do selo leva em conta 12 categorias de boas práticas, como cultura organizacional e relações com colaboradores, recrutamento de candidatos, estilo e práticas de gestão.

Os colaboradores maduros integram as mais diversas áreas do grupo. “Essa diversidade de gerações não é apenas uma característica, é o coração pulsante da nossa cultura organizacional, uma base importante para garantir nossa inovação e sucesso. Buscamos promover um ambiente de trabalho inclusivo e reconhecemos o valor e as contribuições únicas que cada pessoa traz à nossa equipe”, destaca Carla Soffiatti, diretora administrativa da rede Jacomar. É o caso do Emerson de Araujo, de 60 anos, que faz parte do time Jacomar. Ele foi contratado pela rede em 2017, aos 53 anos. “Comecei na portaria do centro de distribuição e, em dois anos, fui promovido a fiscal de loja. A empresa acreditou no meu potencial e tenho muito orgulho desse reconhecimento, por isso quero evoluir cada vez mais. Foi trabalhando no Jacomar que conquistei sonhos que pensei que estivessem distantes, como viajar para o Nordeste e comprar um carro novo”, comemora.

A cultura inclusiva é um dos pilares da rede Jacomar. A empresa realiza uma série de eventos voltados para a integração das cinco gerações que hoje atuam na rede Jacomar, criando oportunidades de troca de experiências e desenvolvimento, tanto pessoal quanto profissional. Benefícios como plano de saúde, seguro de vida e auxílio-educação também formam a base que atende às principais necessidades de todos. “Com práticas de recrutamento ativamente direcionadas para estes profissionais, o Jacomar garante acesso igualitário a todas as oportunidades de desenvolvimento na empresa. A inclusão está em todo o quadro de colaboradores da empresa, que conta ainda com profissionais PCDs e jovens aprendizes. Além disso, cerca de 60% dos funcionários da rede são mulheres”, diz Débora Oliveira, gerente de recursos humanos.

Os cerca de 600 profissionais com mais de 50 anos do Jacomar têm acesso à Universidade Corporativa – UniJacomar, com programas específicos que abordam a diversidade geracional e seus desafios próprios. ”Isso ajuda a capacitar colaboradores veteranos para cargos de liderança, em que a expertise e as habilidades de gestão são muito valorizadas”, explica a gerente de recursos humanos. Desde 2019, a rede conta com um programa de cargos e carreiras robusto e estruturado. Todos os colaboradores têm acesso às oportunidades de avanço de carreira dentro da própria empresa, em sinal do comprometimento do grupo em capacitar e reter talentos.

Na empresa, 20% dos três mil colaboradores do grupo têm mais de 50 anos

Uma gama de funcionalidades

A Telium oferece uma ampla variedade de serviços que podem ser vitais para qualquer negócio

O Telium Link Dedicado, por exemplo, é uma conexão exclusiva de internet que uma empresa pode contratar para seu uso próprio

Ter um serviço de internet sem interrupções é vital para garantir a eficiência e a produtividade das operações de qualquer empresa. Pense, por exemplo, nos pagamentos de fornecedores que uma companhia tenha de fazer diariamente. Por isso, bancos, provedores de serviços online e o e-commerce em geral precisam de uma conexão constante para atender clientes e processar transações em tempo real. O mesmo pode ocorrer com um serviço de suporte ao cliente que dependa de chats online ou sistemas de ticketing para responder solicitações de clientes. “Esses exemplos ilustram como a confiabilidade dos serviços de tecnologia é crucial para a continuidade dos negócios e a satisfação dos clientes. A preparação e o planejamento para minimizar interrupções podem fazer a diferença entre um pequeno contratempo e uma crise significativa para os negócios”, alerta Rafael Santana, gerente de pré-vendas da Telium, empresa que oferece uma gama de soluções que protegem várias empresas de ficarem temporariamente sem acesso à web.

O Telium Link Dedicado, por exemplo, é uma conexão exclusiva de internet que uma empresa pode contratar para seu uso próprio. O sistema não é compartilhado com outros usuários e oferece uma largura de banda garantida. “É ideal para aquelas empresas que necessitam de uma conexão estável e de alta velocidade, sem variações de desempenho. Também oferece maior segurança, já que a conexão é exclusiva e não compartilhada. É essencial para operações críticas que não podem sofrer interrupções, como transações financeiras, operações de e-commerce, videoconferências e serviços de VoIP”, enumera Santana. Além do link dedicado, há a opção temporária, ou seja, uma conexão de internet que é fornecida por um período limitado, geralmente para atender a eventos específicos, como feiras, eventos esportivos ou necessidades sazonais de maior demanda.

Com o advento da Inteligência Artificial (IA) e o amplo volume de dados gerados, será cada vez mais importante que empresas consigam acessar e gerenciar informações de maneira eficiente e segura, independentemente de sua localização física. O sistema de armazenamento Telium Cloud pode simplificar essa importante atividade. Outra vantagem é que os serviços de dados no Telium Cloud são altamente escaláveis, o que significa que empresas conseguem facilmente aumentar ou reduzir recursos conforme determinada demanda. Ainda existe a alternativa do Telium Colocation, onde corporações podem alugar espaço nos Data Centers para instalar seus próprios servidores e equipamentos de rede em um ambiente seguro e controlado. “Criamos o espaço perfeito para empresas hospedarem seus servidores, roteadores, centrais telefônicas e demais equipamentos em nossos Data Centers, que são interconectados e com infraestrutura redundante. Tudo isso para assegurar alto desempenho e disponibilidade a todas as aplicações críticas”, destaca Dênis Martinelli, diretor comercial da companhia paulista, que também atende o Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul.

A Telium também possui uma grande variedade de soluções em cibersegurança. A companhia se especializou em desenvolver, em implementar e em gerenciar projetos que envolvam infraestrutura e tecnologia essencial de cibersegurança e segurança da informação. Todo o trabalho é realizado com o objetivo de elevar o nível de maturidade cibernética para maior resiliência ao enfrentar as ameaças avançadas que surgem a partir de ataques. As soluções envolvem prevenção e detecção, com a análise de vulnerabilidades e mapeamento de credenciais na darkweb, por exemplo. Outra importante ferramenta é a proteção a ataques. A Telium consegue inserir mais camadas de proteção, proporcionando segurança e convergência de rede em todas os usuários e dispositivos, usando o Next Generation Firewall (NGFW). Além de efetuar as regras e filtros tradicionais, os NGFWs filtram o tráfego da rede para proteção contra ameaças internas e externas. Como as técnicas de ataque mudam continuamente, uma inteligência contra ameaças atualizada é crucial para bloquear esses perigos. Por isso, os NGFWs são capazes de receber e agir com base em informações de inteligência contra ameaças provenientes de fontes externas.

Outra aplicação é o Anti-DDoS, um serviço de segurança que protege os sites de ataques de negação de serviço distribuídos (DDoS). Esses ataques são executados por milhares de computadores ao mesmo tempo, enviando enormes quantidades de dados para um único link de internet, site ou servidor. Isso pode sobrecarregá-los, tornando-os lentos ou até mesmo inacessíveis. Uma solução Anti-DDoS ajuda a bloquear esses ataques, protegendo a disponibilidade e a segurança da rede. Para implementar um

Anti-DDoS de forma eficaz, é importante realizar uma análise detalhada do ambiente de rede, estabelecer uma configuração de segurança adequada e testar a solução. Se uma implementação for feita de maneira errada, pode trazer vários riscos. No entanto, se trabalhada e implementada de forma correta, só trará benefícios na proteção de um site contra ataques dessa magnitude.

A Telium também realiza o controle de todos os acessos, bloqueando usuários e gerenciando incidentes diversos, testa segurança em programas educacionais, aluga equipamentos de TI prontos para uso e ainda comercializa produtos, com ampla gama de itens em segurança e conectividade. “A Telium possui uma equipe própria, dedicada, humanizada e especializada no atendimento ao cliente, em tempo integral, 24 horas por dia, toda semana e ao longo de todo o ano”, afirma Santana.

A Telium oferece uma ampla variedade de serviços que podem ser vitais para qualquer negócio

Fiep e Ocepar inauguram Hub Senai Paraná Cooperativo em Ponta Grossa

Mais de dez cooperativas já participam dos programas promovidos pelo Hub

Ricken, da Ocepar, e Vasconcelos, da Fiep: oportunidades de conexão com foco na inovação

Os presidentes do Sistema Fiep, Edson Vasconcelos, e do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, inauguraram oficialmente, na quarta-feira (25), uma unidade do Hub Senai Paraná Cooperativo em Ponta Grossa. A estrutura, fruto de uma parceria entre as duas entidades, tem o objetivo de disseminar a cultura e a prática da inovação nas cooperativas paranaenses. O Hub Senai Paraná Cooperativo de Ponta Grossa fica na unidade do Senai no município e atende organizações da região Centro-Sul do Paraná. Atualmente, 15 cooperativas já participam dos programas promovidos pelo Hub. A estrutura se junta a outros dois Hubs já instalados no Paraná, nas cidades de Londrina, que atende a regional Norte-Noroeste, e de Toledo, que atende o Oeste-Sudoeste. Somando-se as três unidades, 48 cooperativas dos segmentos agroindustrial, de crédito, saúde e serviços já vêm sendo atendidas no estado.

O presidente do Sistema Fiep destacou que o Hub tem o objetivo de fomentar a cultura da inovação nas cooperativas, com mentoria e apoio técnico do Senai. “São vários projetos formulados de acordo com a maturidade de cada cooperativa. A busca hoje no mundo para estar apto às transformações é o primeiro desafio de toda empresa e de toda cooperativa. Este Hub ajuda muito na troca de experiências e na busca de conhecimento para o fortalecimento da cultura de inovação interna nessas cooperativas”, declarou. Vasconcelos também enalteceu a grande sintonia entre os Sistemas Fiep e Ocepar em ações com foco na competitividade da indústria e do setor produtivo paranaense, incluindo a área de inovação. “Uma grande parte dos CNPJs das cooperativas é de indústrias, então precisamos ter uma colaboração cada vez maior, inclusive para incentivar essa cultura inovadora, como fazemos aqui no Hub”, disse.

Já José Roberto Ricken ressaltou que os Hubs Senai Paraná Cooperativo geram oportunidades de conexão com foco na inovação. “Por princípio, o cooperativismo prega que temos de somar e multiplicar as soluções, então estamos muito felizes com esta parceria. Entendemos que os serviços do Sistema Fiep são de total interesse do Sistema Ocepar, e essa interação é muito construtiva e abrangente, com várias cooperativas já participando”, afirmou, destacando ainda a importância de uma estrutura para atender a regional de Ponta Grossa. “Temos aqui uma região tradicional, onde surgiu na prática o cooperativismo paranaense, que é forte, organizado e industrializado”, elogiou.

Representantes de cooperativas da regional Centro Sul já atendidas pelo Hub Senai Paraná Cooperativo ressaltaram a importância da estrutura para impulsionar a inovação nas organizações. O diretor financeiro da Cooperativa Agrária Agroindustrial, Edmund Gumpl, afirmou que, para muitas delas, a inovação ainda é um aprendizado. “Não é em todas as cooperativas que isso é uma cultura já consolidada. Por isso, o principal benefício do Hub é a interação com as outras cooperativas. Quando você começa a usar esse espaço para troca de ideias e de experiências, isso encurta caminhos. Muitas coisas que você está errando em casa, outras cooperativas já estão fazendo certo, e o contrário também”, assegurou.

Já o gerente de TI e de projetos da Unimed Ponta Grossa, Anderson Horácio dos Reis, sublinhou que o trabalho em colaboração com o Hub tem rendido resultados práticos para a cooperativa da área da saúde. “Desde o início, a troca de informação, a geração de conhecimento, o compartilhamento de experiências e o processo de mentoria do Senai foram nos ajudando a entender o que a Unimed Ponta Grossa precisava fazer para desenvolver ainda mais a inovação dentro de casa”, explicou. “Com isso, conseguimos desdobrar inúmeras ações, com a mais impactante sendo a elaboração de um planejamento estratégico para a inovação na nossa cooperativa, que começa a ser aplicado em 2025”, contou.

Mais de dez cooperativas já participam dos programas promovidos pelo Hub

Randoncorp anuncia aquisição de empresa britânica

Transação está entre as maiores da história da companhia

Com liderança no mercado de reposição, nova controlada potencializa a diversificação de receitas e de atuação na vertical de negócios de autopeças

A Randoncorp comunicou ao mercado que a Master Freios, joint-venture com o grupo Cummins, está adquirindo o controle do Grupo EBS – European Braking Systems, do Reino Unido, referência em soluções de sistemas de freios e reposição para veículos comerciais. A transação, que ainda depende do cumprimento dos termos estabelecidos no contrato para ser efetivada, é de aproximadamente 56 milhões de libras esterlinas, ou cerca de R$ 410 milhões – entre as maiores da história da companhia.

Maior fabricante de sistemas de freios para caminhões, ônibus e semirreboques da América Latina, a Master Freios atua há 38 anos no mercado brasileiro e internacional, com liderança nacional no fornecimento para montadoras, e forte presença em produtos de reposição. Além de freios pneumáticos e hidráulicos, nas versões disco e tambor, a empresa também possui em seu portfólio sistemas de atuação e controle, como válvulas, câmaras de freio, sistemas de ABS, ajustadores de freio e peças em alumínio injetado.

Com a aquisição, a Master Freios passa a incorporar a expertise, estrutura e rede de distribuição do Grupo EBS, presente em mercados fortes de países europeus e asiáticos. A European Braking Systems está entre as líderes no mercado de reposição no Reino Unido e conta com um amplo portfólio de soluções de reposição na indústria automotiva, atuando na fabricação e distribuição de componentes de freios a ar, sistemas de controle de veículos comerciais, como câmaras, válvulas, cilindros e servos para embreagem, entre outros produtos. A empresa conta com duas unidades no Reino Unido e está presente também na China, Irlanda, Estados Unidos, Países Baixos e Romênia.

“Hoje a Master defende a liderança no fornecimento de peças originais para montadoras. Essa transação vai diversificar nosso portfólio e aumentar a exposição para o mercado de reposição de componentes, para que possamos entregar ainda mais soluções aos nossos parceiros”, pontua o diretor de negócios da Master, Bernardo Soares. “É uma negociação importante para a história da Master Freios, projetando a empresa para um novo patamar, associando uma maior resiliência de receita com atuação global. Além de avanços significativos no segmento do aftermarket, a partir desse movimento, a empresa passará a alcançar novos clientes na Europa e na Ásia, contribuindo significativamente para as estratégias de internacionalização da companhia”, complementa o vice-presidente Executivo para América do Sul e COO da vertical Autopeças da Randoncorp, Ricardo Escoboza.

Com unidades de produção localizadas no Rio Grande do Sul e rede de vendas consolidada com atuação na América Latina, a Master Freios é destaque no desenvolvimento de freios para veículos comerciais com padrões de reconhecimento mundial, entregando aos clientes produtos com alta tecnologia, qualidade e performance, garantindo ainda mais segurança nas estradas. “Temos uma estratégia clara de buscar a diversificação dos nossos negócios, seja em segmentos de atuação ou pela nossa presença global. A cada movimento, vamos impulsionando nossas verticais de negócios nesse objetivo geral, levando a expertise, liderança e excelência que o mercado já conhece para novas geografias, garantindo, assim, uma jornada de crescimento sustentável”, reforça o CEO da Randoncorp, Sérgio L. Carvalho.

Transação está entre as maiores da história da companhia

Randoncorp anuncia aquisição de empresa britânica

Transação está entre as maiores da história da companhia

Com liderança no mercado de reposição, nova controlada potencializa a diversificação de receitas e de atuação na vertical de negócios de autopeças

A Randoncorp comunicou ao mercado que a Master Freios, joint-venture com o grupo Cummins, está adquirindo o controle do Grupo EBS – European Braking Systems, do Reino Unido, referência em soluções de sistemas de freios e reposição para veículos comerciais. A transação, que ainda depende do cumprimento dos termos estabelecidos no contrato para ser efetivada, é de aproximadamente 56 milhões de libras esterlinas, ou cerca de R$ 410 milhões – entre as maiores da história da companhia.

Maior fabricante de sistemas de freios para caminhões, ônibus e semirreboques da América Latina, a Master Freios atua há 38 anos no mercado brasileiro e internacional, com liderança nacional no fornecimento para montadoras, e forte presença em produtos de reposição. Além de freios pneumáticos e hidráulicos, nas versões disco e tambor, a empresa também possui em seu portfólio sistemas de atuação e controle, como vlvulas, câmaras de freio, sistemas de ABS, ajustadores de freio e peças em alumínio injetado.

Com a aquisição, a Master Freios passa a incorporar a expertise, estrutura e rede de distribuição do Grupo EBS, presente em mercados fortes de países europeus e asiáticos. A European Braking Systems está entre as líderes no mercado de reposição no Reino Unido e conta com um amplo portfólio de soluções de reposição na indústria automotiva, atuando na fabricação e distribuição de componentes de freios a ar, sistemas de controle de veículos comerciais, como câmaras, válvulas, cilindros e servos para embreagem, entre outros produtos. A empresa conta com duas unidades no Reino Unido e está presente também na China, Irlanda, Estados Unidos, Países Baixos e Romênia.

“Hoje a Master defende a liderança no fornecimento de peças originais para montadoras. Essa transação vai diversificar nosso portfólio e aumentar a exposição para o mercado de reposição de componentes, para que possamos entregar ainda mais soluções aos nossos parceiros”, pontua o diretor de negócios da Master, Bernardo Soares. “É uma negociação importante para a história da Master Freios, projetando a empresa para um novo patamar, associando uma maior resiliência de receita com atuação global. Além de avanços significativos no segmento do aftermarket, a partir desse movimento, a empresa passará a alcançar novos clientes na Europa e na Ásia, contribuindo significativamente para as estratégias de internacionalização da companhia”, complementa o vice-presidente Executivo para América do Sul e COO da vertical Autopeças da Randoncorp, Ricardo Escoboza.

Com unidades de produção localizadas no Rio Grande do Sul e rede de vendas consolidada com atuação na América Latina, a Master Freios é destaque no desenvolvimento de freios para veículos comerciais com padrões de reconhecimento mundial, entregando aos clientes produtos com alta tecnologia, qualidade e performance, garantindo ainda mais segurança nas estradas. “Temos uma estratégia clara de buscar a diversificação dos nossos negócios, seja em segmentos de atuação ou pela nossa presença global. A cada movimento, vamos impulsionando nossas verticais de negócios nesse objetivo geral, levando a expertise, liderança e excelência que o mercado já conhece para novas geografias, garantindo, assim, uma jornada de crescimento sustentável”, reforça o CEO da Randoncorp, Sérgio L. Carvalho.

Transação está entre as maiores da história da companhia

BRDE quer ampliar parceria para atender demanda de apoio à inovação no Sul

Banco já atingiu marca histórica em repasses de recursos da Finep neste ano

Ranolfo em audiência com o presidente da Finep, Celso Pansera

Com uma demanda crescente por novos financiamentos a projetos de inovação, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) está buscando junto ao seu principal parceiro operacional alternativas para ampliar a oferta de crédito ao setor. Nesta segunda-feira (14), a diretoria do banco esteve presente na sede da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), no Rio de Janeiro (RJ), quando propôs mecanismos para elevar a disponibilidade de recursos. No acumulado de janeiro até setembro deste ano, o BRDE já disponibilizou R$ 682 milhões em investimentos em projetos inovadores para empresas da região Sul, superando todo o volume registrado no ano passado.

Como principal operador nacional de recursos da Finep, o BRDE obteve um crescimento expressivo de 774% nos últimos quatro anos em novos financiamentos para a inovação, saltando de R$ 48 milhões em 2020 para R$ 668 milhões no ano passado. “Mesmo com toda essa expansão, ainda temos uma demanda muito forte por mais financiamentos. São projetos estratégicos ao fortalecimento econômico da nossa região, em especial para melhorias dos processos de gestão e desenvolvimento de novos produtos no setor industrial”, frisou o diretor-presidente do banco, Ranolfo Vieira Júnior.

Na audiência com o presidente da Finep, Celso Pansera, foi demonstrado que a parceria nos financiamentos para a inovação responde no momento por 16,6% de todas as operações do banco (acumulado de R$ 4,1 bilhões ante o mês de setembro). Em 2023, quando o BRDE somou R$ 5,8 bilhões em crédito, os repasses de recursos da Finep representaram 11,5% do montante. “Procuramos demonstrar a solidez do banco, que tem carteira acima dos R$ 20 bilhões, para sinalizar que ampliar a parceria é viável e importante para o momento de retomada que estamos passando”, acrescentou Ranolfo.

Numa demonstração do papel estratégico da parceria com a Finep, instituição vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), todo o colegiado da diretoria do banco que representa os três estados do Sul esteve presente no encontro. Para o diretor de Planejamento do BRDE, Leonardo Busatto, as alternativas apresentadas para ampliar a oferta de recursos são fundamentais para manter o ritmo de investimentos no setor. “Estamos buscando diversificar ao máximo nossas fontes de recursos, inclusive recorrendo ao mercado de capitais, mas a parceria com a Finep já demonstrou que é positiva para todas as partes, em especial no fortalecimento da região Sul como referência de inovação”, salientou Busatto.

“Sabemos da relevância da parceria com o BRDE e do impacto positivo que ela gera no desenvolvimento econômico. Nossa equipe técnica está empenhada em encontrar soluções que atendam às demandas do banco, reforçando o compromisso mútuo com o progresso e a inovação”, afirmou o presidente da Finep. Atualmente, o banco já reúne cerca de R$ 510 milhões em projetos aprovados, mas que aguardam a disponibilidade de recursos. Desde janeiro, já foram apoiados 151 projetos através da parceria com a Finep.

Banco já atingiu marca histórica em repasses de recursos da Finep neste ano

Dinheiro esquecido nos bancos ficará disponível por mais seis meses

Caso recurso não seja requerido em 25 anos, valor será incorporado à União

O Banco Central e o Ministério da Fazenda ainda não divulgaram balanço de quanto faltou ser resgatado dos R$ 8,5 bilhões que estavam disponíveis até quarta

Pessoas físicas e empresas que perderam o prazo para sacar os R$ 8,6 bilhões de recursos esquecidos nas instituições financeiras, que foi encerrado na quarta-feira (16), ainda terão seis meses para reclamar os valores. As informações para requerer o dinheiro estarão em edital que será publicado pelo Ministério da Fazenda. O Sistema de Valores a Receber (SVR) é um serviço do Banco Central (BC), no qual é possível consultar se empresas, mesmo aquelas que foram encerradas, e pessoas físicas, inclusive falecidas, têm dinheiro esquecido em algum banco, consórcio ou outra instituição e, caso tenha, saber como solicitar o valor. De acordo com a Lei 2.313 de 1954, caso os recursos não sejam requeridos no prazo de 25 anos, poderão ser incorporados à União.

No caso dos valores informados atualmente no SVR do Banco Central, os recursos não sacados serão transferidos para a conta única do Tesouro Nacional para atender à lei que compensa a prorrogação da desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia e de 156 municípios, aprovada em setembro pelo Congresso Nacional. De acordo com o Ministério da Fazenda, o novo edital trará a relação dos valores recolhidos, a instituição onde estão esquecidos, a natureza do depósito, a agência e o número da conta.

Será estabelecido, então, prazo de 30 dias, contado da data da publicação do edital, para que os respectivos titulares contestem o recolhimento dos recursos. Nesse caso, o interessado precisa acionar as instituições financeiras para reaver o dinheiro esquecido. Após esse período, pessoas e empresas ainda terão seis meses para requerer judicialmente o reconhecimento do direito aos valores, prazo que também se inicia após a publicação do edital pelo Ministério da Fazenda. Depois disso, os valores serão recolhidos pela União.

O Banco Central e o Ministério da Fazenda ainda não divulgaram balanço de quanto faltou ser resgatado dos R$ 8,5 bilhões que estavam disponíveis até quarta. Desse total, R$ 6,6 bilhões referem-se a valores não retirados por pessoas físicas e R$ 1,9 bilhão por empresas. Depois de ficar fora do ar por quase um ano, o SVR foi reaberto em março de 2023, com novas fontes de recursos, um novo sistema de agendamento e a possibilidade de resgate de valores de pessoas falecidas. Até agosto deste ano, o BC promoveu a devolução de R$ 8 bilhões, de um total de R$ 16,6 bilhões postos à disposição pelas instituições financeiras.

Com ABR

Caso recurso não seja requerido em 25 anos, valor será incorporado à União

Aos 75 anos, Marcopolo aposta em inovação e sustentabilidade

Lançamentos de ônibus elétrico, híbrido e do novo modelo rodoviário da Geração 8 refletem o foco no conforto e segurança dos passageiros 

O Attivi Integral foi o primeiro ônibus 100% elétrico movido a bateria a ser produzido totalmente no Brasil e vem colaborando para acelerar o processo de eletrificação do transporte coletivo brasileiro

Os mais recentes lançamentos da Marcopolo, que incluem ônibus elétricos, híbridos e o novo modelo rodoviário da Geração 8, são uma bela continuidade para os 75 anos de história da empresa. Afinal, ao longo da trajetória, a inovação, a aplicação de novas tecnologias, a resposta rápida ao mercado, o foco no conforto e a segurança dos passageiros e motoristas estiveram presentes. “Essas características ajudaram a construir a imagem de liderança, confiabilidade e padrão superior de qualidade que a companhia possui hoje”, afirma André Armaganijan, CEO da Marcopolo.

A aposta em inovação e sustentabilidade, visando a descarbonização do transporte, garantiram posição de destaque da empresa entre as 500 Maiores do Sul, ranking promovido pelo Grupo AMANHÃ. O Attivi Integral, por exemplo, foi o primeiro ônibus 100% elétrico movido a bateria a ser produzido totalmente no Brasil e vem colaborando para acelerar o processo de eletrificação do transporte coletivo brasileiro. J o micro-ônibus Volare Attack 9 Híbrido é o primeiro veículo elétrico nacional com recarga de baterias feita por um motor movido a etanol. Isso permite que o modelo seja utilizado em todo o Brasil, sem necessidade de investimentos em infraestrutura de recarga e com tempo de abastecimento igual ao de um modelo convencional.

Já a Geração 8 de ônibus rodoviário, lançada em 2021, virou referência nacional e internacional, transformando o padrão de conforto, segurança, comodidade e manutenção dos veículos. Nos ônibus da Geração 8, foram introduzidos 140 novos atributos, com cerca de 60 patentes registradas. Graças ao seu design e menor coeficiente de arrasto aerodinâmico, ele permite uma redução no consumo de combustível e nas emissões de até 5%.

Com isso, a Marcopolo impulsiona o próprio mercado a se renovar. A estratégia permite às operadoras oferecerem serviços cada vez melhores e ampliar o uso do transporte coletivo. Também abre novas frentes de atuação, em novos segmentos, contribuindo para a ampliação dos negócios da companhia e para a consolidação da imagem de uma multinacional provedora de soluções de mobilidade e transporte. “O segmento de mobilidade e transporte de pessoas, no qual a Marcopolo atua, vem passando por uma profunda transformação com a busca pela descarbonização e zero emissões. Isso faz com que as empresas precisem investir em inovação, novas tecnologias e soluções inéditas para alcançar as metas e atender às novas legislações ambientais, cada vez mais rigorosas”, pontua Armaganijan.

E a história não para por aí. Para os próximos anos, o objetivo da empresa é transformar-se cada vez mais em uma empresa de alta tecnologia. “A estratégia é continuar crescendo nos mais diversos segmentos. A mobilidade sustentável passa por veículos mais limpos, movidos a combustíveis renováveis. O bem-estar da sociedade somente será alcançado com um transporte coletivo eficiente, confiável, seguro e moderno. Somente assim as pessoas passarão a optar pelo transporte coletivo em vez do individual. Nesse cenário, o ônibus é o meio de transporte coletivo mais flexível e que oferece a melhor relação custo/benefício”, finaliza o CEO da empresa. 

Lançamentos de ônibus elétrico, híbrido e do novo modelo rodoviário da Geração 8 refletem o foco no conforto e segurança dos passageiros 

Financiamento climático deve pautar COP29 no Arzebaijão

Conferência irá reunir 198 países, entre eles o Brasil

Durante o encontro, líderes mundiais debaterão a crise climática e dezenas de acordos e negociações acerca do tema

A menos de um mês, a cidade de Baku, no Arzebaijão, reunirá representantes de 198 países e territórios durante a 29ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP29), que ocorrerá entre os dias 11 e 22 de novembro. Durante o encontro, líderes mundiais debaterão a crise climática e dezenas de acordos e negociações acerca do tema, mas este ano, uma discussão prevalecerá: o desenho de um financiamento climático global. Uma nova geração de Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) alinhadas à missão de manter o planeta 1,5 grau Celsius acima do período pré-industrial é o principal dever das partes que assinam o Acordo Paris. Nelas, os países apresentarão as ambições que pretendem transformar em ação para contornar a crise climática, mas para que tudo funcione é necessário saber quanto tudo isso custará e quem pagará a conta.

Segundo a secretária nacional de Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente, Ana Toni, há cinco temas que dominam esses impasses que são transparência, valor para atualização do financiamento global, quem deve pagar, o tempo de atualização da nova obrigação e como os recursos devem financiar proporcionalmente mais ações de mitigação, de adaptação ou de forma equivalente. Nos últimos cinco anos, o valor que deveria ser financiado por países ricos aos países em desenvolvimento era de US$ 100 bilhões, valor que já se mostrou insuficiente, mas, segundo Ana Toni, ainda é necessária mais clareza na metodologia adotada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) sobre o repasse desses valores, para confirmar se os países pagadores estão cumprindo o compromisso firmado. “Independentemente do número, precisamos de transparência para saber e monitorar como é que esse recurso está chegando para os países em desenvolvimento”, diz.

De acordo com o secretário de Clima, Energia e Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores, embaixador André Corrêa do Lago, a manutenção de países ricos como financiadores dos países em desenvolvimento é o que o Brasil defenderá durante a conferência ao lado dos outros 134 países que integram o Grupo dos 77 + China (G77/China), em oposição à proposta dos países desenvolvidos de que financiamentos voluntários de países emergentes passem a ser obrigatórios.

Mercado de Carbono
De acordo com os secretários, na pré-COP realizada no início de outubro em Baku também ficou claro que a regulação de um mercado de carbono global é um segundo tema, que terá força durante a conferência em novembro. Singapura e Nova Zelândia comandarão as negociações acerca do assunto e um acordo internacional é esperado ao final do encontro. Para Ana Toni, o entendimento é que esses dois temas precisam avançar este ano e que o Brasil tem condições de contribuir de forma efetiva com o debate global a exemplo do avanço alcançado nacionalmente. “A NCQG [Nova meta Coletiva Qualificada] e o mercado de carbono são debates que precisam acontecer na COP29, se não acontecerem vai para a COP30, então para o sucesso da nossa própria COP a gente quer muito que isso seja resolvido”, reforça.

Os secretários também consideraram efetiva a iniciativa que reuniu as presidências das COPs 28, 29 e 30, lideradas respectivamente pelos Emirados Árabes Unidos, Azerbaijão e Brasil para reuniões de avaliação e negociações com outros países em momentos que antecedem as conferências. “A Troika tem trabalhado bastante nisso, da gente falar com todos os países em colocar as metas na missão 1.5, alinhadas com as próximas NDCs e que tenham planos de implementação nacional fortes também, a exemplo do Plano Clima que está sendo construído no Brasil”, conclui Ana.

Com ABR

Conferência irá reunir 198 países, entre eles o Brasil

Meber reestrutura diretorias e conselho administrativo

Rogério Bortolini será o executivo e Alzir Franceschini responderá pela área industrial

Chiaramonte, Bertuol, Otton, Bortolini e Franceschini: mais uma etapa do processo de governança

O processo de governança no qual a Meber Metais vem trabalhando passou por mais uma importante etapa no início de outubro: a reestruturação na gestão da empresa, com nova composição do conselho administrativo e, também, das diretorias executiva e industrial. Compartilhando resultados de uma assembleia que ocorreu no fim de setembro, a fabricante de metais sanitários apresentou Rogério Bortolini como diretor executivo e Alzir Franceschini como diretor industrial. Bortolini chega com a expertise profissional de uma atuação em gestão empresarial e planejamento estratégico desde 1990, com passagem por indústrias de diferentes segmentos. Já Franceschini tem na vivência interna um de seus principais diferenciais: são mais de 50 anos de carreira na empresa que lhe garantem domínio sobre as rotinas produtivas e operacionais.

Outra atualização envolve a formatação do conselho administrativo, que passa a ser composto por Carlos Bertuol, presidente, e Marcio Chiaramonte – representantes das famílias fundadoras da empresa, em 1961, além de Marcio Otton. “Despeço-me das funções executivas com muita gratidão pelo ciclo que tive na Meber, e agradecendo a todos pelo trabalho, dedicação, convívio e amizades. O futuro da empresa segue em ótimas mãos e tenho certeza que continuarão fazendo um ótimo trabalho”, disse Bertuol. Consolidada entre as cinco principais fabricantes do segmento no país, a Meber é especializada em soluções em metais sanitários com sustentabilidade, com mix composto por linhas completas para cozinhas e salas de banho.

Rogério Bortolini será o executivo e Alzir Franceschini responderá pela área industrial

Estaleiro catarinense expande atuação no mercado norte-americano

Grupo Armatti & Fishing, de São José, vai inaugurar sua primeira filial fora do país no início de 2025

O Grupo Armatti & Fishing é responsável pela produção das marcas Fishing Raptor e a Armatti Yachts

O Grupo Armatti & Fishing anunciou sua entrada no mercado dos Estados Unidos com a instalação da sua primeira filial fora do Brasil. A nova sede, com uma área prevista de 2 mil metros quadrados, será inaugurada no início de 2025. A decisão faz parte de um plano estratégico para expandir a presença das marcas Fishing Raptor e Armatti Yachts no competitivo mercado náutico norte-americano. O Grupo Armatti & Fishing consolidou-se como uma referência mundial na produção de embarcações de alta performance, há 25 anos com a Fishing Raptor, e de luxo, há cerca de dez anos a Armatti Yachts, com mais de 3,5 mil barcos vendidos globalmente.

No Brasil, o grupo opera em um parque fabril de 9 mil metros quadrados em São José (SC), onde emprega cerca de 200 pessoas. O faturamento anual da companhia é de aproximadamente R$ 50 milhões. A nova unidade norte-americana, que será chamada Armatti & Fishing Corporation, será instalada em Fort Lauderdale, na Flórida, sudeste dos Estados Unidos, região de fácil acesso aos grandes centros náuticos. “O mercado náutico norte-americano é estratégico para nosso crescimento e é onde se encontram as tecnologias mais avançadas para nossos barcos. Com a abertura da nova unidade, estaremos mais próximos dos nossos clientes e também seremos capazes de modernizar ainda mais nossos processos”, afirma Fernando Assinato, CEO do grupo.

O Grupo Armatti & Fishing é responsável pela produção das marcas Fishing Raptor e a Armatti Yachts, especializada em iates de luxo com acabamentos premium. Enquanto a Fishing Raptor é comparada a um “off-road de luxo” nas águas, ideal para aventuras e navegação de alta performance, a Armatti Yachts se destaca por seus modelos voltados ao lazer e relaxamento, com embarcações que combinam conforto máximo e design arrojado.

Grupo Armatti & Fishing, de São José, vai inaugurar sua primeira filial fora do país no início de 2025

Why Managing Token Approvals and Gas Costs with the Rabby Extension Changes the DeFi Game

Ever felt like your DeFi wallet is this wild west where you’re shooting in the dark? Yeah, me too. Seriously? Managing token approvals used to be a nightmare—sometimes I’d approve a contract for way more tokens than I actually wanted. Something felt off about those endless “approve” pop-ups. And don’t get me started on gas fees… Wow!

Okay, so check this out—DeFi users juggling multiple chains often forget how risky sloppy token approvals can be. You’re basically handing over keys to your crypto kingdom without double-checking the locks. Initially, I thought, “Eh, just approve once and forget.” But then I realized how that could backfire big time. On one hand, approving every token for max amounts saves you a couple clicks, but actually, wait—let me rephrase that—it’s a ticking security bomb waiting to blow.

Gas optimization? Man, that’s another beast. It’s like paying for premium gas in a traffic jam—you wanna get out fast but don’t wanna overpay. The trick is balancing speed and cost, but most wallets leave you clueless. My instinct said, “There’s gotta be a better way to manage this without burning through ETH.”

Here’s what bugs me about most wallet extensions: they either overload you with details or dumb down everything till you lose control. You want that sweet spot where security meets usability, especially if you’re hopping between Ethereum, BSC, Polygon, and more.

Enter the rabby extension. This thing is like your personal DeFi bodyguard and accountant rolled into one. It helps you manage token approvals granularly, so you don’t accidentally give unlimited access to shady contracts. Plus, it optimizes gas fees intelligently based on network conditions. I’m biased, but this is a game-changer.

Why Token Approval Management Matters More Than You Think

So, you might ask: “Why is controlling token approvals such a big deal?” Well, here’s the thing. When you approve a token in your wallet, you’re telling a smart contract it can spend your tokens up to a certain amount. Sounds simple, right? But many users just hit “approve max” to avoid repeated confirmations. That’s a gamble with your funds.

Imagine a rogue contract or a hacked DeFi protocol suddenly draining your tokens because you gave it unlimited access. It’s happened more than a few times in the wild. My first instinct was to trust popular protocols, but after digging deeper, I realized that security is only as good as your token approval habits.

Controlling approvals means setting limits and revoking excess permissions regularly. The problem is, monitoring this manually is a pain—like keeping track of every bill in a messy household budget. Thankfully, tools like the rabby extension automate this process, giving you clear visibility and control.

Oh, and by the way, it also warns you about suspicious contracts before you approve anything sketchy. That saved me from a potential phishing scam once. Seriously, having that heads-up is priceless.

But here’s a catch—some people worry that managing approvals too strictly will slow them down. Actually, it’s the opposite. Once you get into the groove, it becomes second nature, and you avoid costly mistakes that could wipe your portfolio.

Gas Optimization: Paying Less Without Losing Speed

Gas fees—ugh. Just typing that word makes me cringe. On Ethereum and other chains, gas prices spike unpredictably. Sometimes you’re paying $50 to move tokens that are worth $100. Crazy, right? But here’s the nuance: you don’t always need to pay the highest gas fee to get your transaction confirmed quickly.

My early days in DeFi had me setting gas prices manually, often guessing, and either overpaying or getting stuck in pending transactions. That was frustrating. The rabby extension tackles this by analyzing network congestion in real-time and suggesting optimal gas fees. It’s like having a savvy broker whispering the best bid in your ear.

What I find fascinating is how rabby balances speed and cost dynamically. It’s not just about picking the cheapest gas; sometimes spending a little more upfront saves you from losing money on failed or delayed transactions. Initially, I thought cheapest was always best, but that’s not the case.

Also, the extension supports multi-chain gas strategies. So if you’re bridging assets or interacting with DeFi protocols across networks, it helps you avoid overpaying while keeping your trades smooth.

Here’s a longer thought: since DeFi activity is growing exponentially, tools that optimize gas usage will become essential to staying profitable and secure, especially for active traders who operate on thin margins.

Screenshot of rabby extension showing token approval dashboard and gas fee optimization tools

Personal Experience With the Rabby Extension

I’ve been using the rabby extension for several months now. At first, I was skeptical—“Is this just another wallet add-on?” But after a couple of trades, I noticed how much easier it was to track approvals. I caught an old approval that I forgot about and revoked it immediately. That felt like a relief.

Another time, gas prices shot through the roof during a popular NFT drop. Using rabby’s optimization, I managed to get my transaction through with 30% less gas than usual. That saved me a cool chunk of ETH. Wow!

Okay, full disclosure—I’m a bit of a security nerd, so I appreciate granular controls. But even for casual DeFi users, the interface is intuitive. You get alerts, clear breakdowns, and easy revocation buttons. It’s like having a personal assistant focused on your wallet’s health.

Something else worth mentioning: the extension doesn’t just lock you into Ethereum. Supporting multiple chains means you don’t need a dozen wallet apps cluttering your browser. That’s a big deal for multi-chain DeFi users.

Honestly, if you’re looking to tighten up your DeFi security and save on gas without sacrificing speed, the rabby extension deserves a serious look.

Where DeFi Security and Usability Still Clash

Now, I’m not gonna pretend this extension is perfect. Some features are still evolving, especially as new chains and protocols emerge. And hey, sometimes the UI feels a bit clunky when juggling dozens of tokens. But that’s par for the course in this fast-moving space.

On one hand, you want maximum security with tight token approvals and gas optimization. Though actually, sometimes that means more steps, which can slow down your workflow. It’s a trade-off. Personally, I’m okay with a tiny bit more friction if it means my funds aren’t at risk.

Also, there’s a learning curve. Not everyone’s going to dive into approval management or gas analytics right away. So extensions like rabby need to keep balancing beginner-friendly design with advanced features. I think they’re on the right track.

Something I hope to see? Better integration with DeFi dashboards and portfolio trackers. Having approval and gas data synced across platforms would make life easier. But that might take a while to materialize.

Anyway, the key takeaway is: don’t sleep on managing token approvals and gas fees. It’s very very important for your DeFi safety and wallet longevity.

Frequently Asked Questions

What makes the Rabby extension different from other wallets?

Unlike standard wallets, Rabby focuses heavily on token approval visibility and gas fee optimization across multiple chains, giving users granular control and real-time insights that most wallets lack.

Is managing token approvals really necessary?

Absolutely. Approving tokens without limits can expose you to security risks like unauthorized token spending if a contract is compromised. Managing approvals helps keep your assets safer.

Can Rabby help reduce gas fees on busy networks?

Yes. It analyzes network conditions and suggests optimal gas fees, helping you avoid overpaying while ensuring timely transaction confirmation.

AMANHÃ e PwC Brasil revelam as maiores empresas do Paraná nesta segunda

Tema do painel de abertura vai abordar diálogo entre as gerações X, Y e Z

Além do encontro presencial para as empresas premiadas, o evento também será transmitido ao vivo no canal AMANHATV no YouTube

O Grupo AMANHÃ e a PwC Brasil promoverão na próxima segunda-feira (21) a cerimônia de premiação das cem maiores empresas do Paraná que estão no ranking 500 MAIORES DO SUL 2024. Em sua 34ª edição, o evento ocorrerá na sede da Federação das Indústrias (Fiep). Além do encontro presencial para os premiados, parceiros e autoridades, o evento também será transmitido ao vivo no canal AMANHATV no YouTube, onde permanecerá disponível após a ocasião (clique aqui). Nesta data, AMANHÃ e PwC também disponibilizarão o ranking completo, com a lista das 500 MAIORES DO SUL e as 500 emergentes.

Diálogos entre gerações
O painel de abertura reunirá lideranças das chamadas gerações X, Y e Z que compartilharão suas percepções, experiências e visões de como enfrentar os enormes desafios de empresas, países e planeta na construção de um futuro sustentável. “Diálogos Geracionais: juntos construímos um futuro sustentável” contará com as presenças de Carlos Eduardo Hammerschmidt, vice-presidente do Grupo Potencial na frente comercial e de relações institucionais; Márcia Baena, diretora de gente e gestão empresarial da Copel; e Mateus Mello

líder de desenvolvimento e sócio da startup Mindtech.

O ranking das cem maiores do Rio Grande do Sul pode ser conferido aqui e também neste link. Já a lista das cem maiores empresas de Santa Catarina está neste link e também aqui.

Serviço
Data: 21.10.2024
Horário: 14 horas
Transmissão no canal AMANHATV no YouTube

Tema do painel de abertura vai abordar diálogo entre as gerações X, Y e Z

CNPJ terá letras e números a partir de julho de 2026

Mudança não afetará empresas atuais

A mudança é necessária para garantir a disponibilidade de números de identificação sem causar impacto na sociedade nem interromper políticas públicas

A partir de julho de 2026, o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) passará a ser alfanumérico, contendo letras e números. A Receita Federal publicou instrução normativa que altera o formato dos cadastros de empresas. Em nota, a Receita esclareceu que a mudança não afetará as empresas atuais, apenas os cadastros futuros. Tanto os números atuais como os dígitos verificadores não serão alterados. Segundo o Fisco, a mudança é necessária para garantir a disponibilidade de números de identificação sem causar impacto na sociedade nem interromper políticas públicas.

O novo número de identificação do CNPJ terá 14 posições. As oito primeiras, com letras e números, identificarão a raiz do novo número. As quatro seguintes, também alfanuméricas, representarão a ordem do estabelecimento. Somente as duas últimas posições, que correspondem aos dígitos verificadores, continuarão a ser numéricas. No caso dos dígitos verificadores, para manter os algarismos nos futuros CNPJs, os valores numéricos e alfanuméricos serão substituídos pelo valor decimal correspondente ao código da tabela ASCII [código padrão norte-americano para intercâmbio de informações], usada pela maior parte da indústria de computadores. Do código da tabela ASCII, será subtraído o valor 48. Dessa forma, a letra A equivalerá a 17, B a 18, C a19 e assim por diante.

Mudança não afetará empresas atuais