Archives 2024

Carteira do Google ganha recurso de Pix por aproximação no Brasil

carteira do google pixHá alguns dias, o Banco Central, em parceria com o Google, anunciou o lançamento do “Pix por aproximação” para usuários do Google Pay no Brasil. A nova funcionalidade permitirá que pagamentos sejam feitos apenas aproximando o celular das maquininhas, como já ocorre com cartões. De início, o recurso estará disponível para clientes do C6 Bank […]Há alguns dias, o Banco Central, em parceria com o Google, anunciou o lançamento do “Pix por aproximação” para usuários do Google Pay no Brasil. A nova funcionalidade permitirá que pagamentos sejam feitos apenas aproximando o celular das maquininhas, como já ocorre com cartões. De início, o recurso estará disponível para clientes do C6 Bank […]

YouTube testa remix musical com IA para criadores de Shorts

youtube logo 3O YouTube está testando uma nova funcionalidade que permite a alguns criadores de conteúdo “remixar” músicas licenciadas com o uso de inteligência artificial. A plataforma, por meio do recurso experimental Dream Track AI, oferece a possibilidade de modificar elementos de uma música, como o gênero ou o clima, criando uma trilha sonora personalizada de 30 […]O YouTube está testando uma nova funcionalidade que permite a alguns criadores de conteúdo “remixar” músicas licenciadas com o uso de inteligência artificial. A plataforma, por meio do recurso experimental Dream Track AI, oferece a possibilidade de modificar elementos de uma música, como o gênero ou o clima, criando uma trilha sonora personalizada de 30 […]

Safra de 2025 deverá ser 5,8% maior

Produção de soja é um dos destaques

A produção de 2025 deve crescer no Paraná (13,6%), no Rio Grande do Sul (12,4%), no Mato Grosso do Sul (24,1%) e em Santa Catarina (3,7%)

De acordo com o primeiro prognóstico do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado pelo IBGE, a safra brasileira de grãos, cereais e leguminosas deve somar 311 milhões de toneladas em 2025. Essa produção representa um aumento de 5,8% em relação à safra de 2024. A alta deve-se, principalmente, ao crescimento da estimativa para a produção de soja. No sentido oposto, o algodão herbáceo em caroço deve ter queda.

“A safra de 2024 enfrentou uma série de problemas climáticos em diversas unidades da federação, notadamente falta de chuvas e excesso de calor, sendo que no Rio Grande do Sul ainda tivemos excesso de chuvas e enchentes em abril e maio, o que retirou da safra brasileira em torno de cinco milhões de toneladas de grãos. Para 2025, embora os preços dos principais produtos não estejam apresentando uma boa rentabilidade, se tivermos um clima se comportando próximo a uma normalidade esperada, com as lavouras apresentando uma boa produtividade, teremos uma recuperação da safra brasileira, o que é importante para o controle da inflação e para o aumento das exportações brasileiras”, destaca Carlos Barradas, gerente do LSPA.

A primeira estimativa indica que a produção de soja deve ter aumento de 10,9% em 2025, quando comparado com 2024, totalizando 160,2 milhões de toneladas, o que caracterizaria um novo recorde na produção nacional da leguminosa, superando a produção registrada no ano de 2023.A estimativa para a produção de milho em 2025 é de 115,9 milhões de toneladas, aumento de 0,3% em relação à safra colhida em 2024.No caso do algodão herbáceo em caroço, estima-se uma produção de 8,8 milhões de toneladas, praticamente igual à safra de 2024 (-0,7%).A produção do arroz em casca deve alcançar 11,2 milhões de toneladas, crescimento de 6%, com aumento de 4,4% na área ser colhida, e crescimento de 1,5% no rendimento médio.

A produção de 2025 deve crescer no Paraná (13,6%), no Rio Grande do Sul (12,4%), no Mato Grosso do Sul (24,1%), em Minas Gerais (5%), em Goiás (2%), na Bahia (3,8%), em São Paulo (16,3%), no Tocantins (0,3%), em Santa Catarina (3,7%), no Piauí (2,3%), em Rondônia (10,6%) e em Sergipe (0,3%). Por outro lado, são esperados declínios na produção no Mato Grosso (-0,6%), no Maranhão (-0,1%) e no Pará (-13,3%).

Produção de soja é um dos destaques

Hipermais inaugura loja no Shopping Estação Joinville

Nova loja recebeu um investimento de R$ 3 milhões

A nova unidade gerou 100 empregos diretos para a comunidade

O Shopping Estação Joinville, o mais antigo da cidade, será palco da inauguração de um novo Hipermais nesta terça-feira (12). A nova loja âncora, que representa um marco na revitalização do shopping, recebeu um investimento de R$ 3 milhões e promete incrementar o fluxo de visitantes no local. Com uma área de 4 mil metros quadrados, o Hipermais possui 15 checkouts para facilitar o atendimento. A nova unidade gerou 100 empregos diretos para a comunidade.

O Shopping Estação Joinville está localizado em frente à centenária estação ferroviária, que receberá investimentos da prefeitura para se tornar um ponto turístico importante. Segundo o presidente do Grupo Zonta, Pedro Joanir Zonta, a inauguração do Hipermais marca uma nova fase para o estabelecimento catarinense, que promete redefinir a experiência de compras na cidade. “A nova fase do shopping, combinada com a rica história da região, reafirma o compromisso do empreendimento em ser um espaço de referência tanto comercial quanto cultural em Joinville”, afirma o presidente do grupo paranaense. 

Além do Hipermais, o Shopping Estação Joinville expandirá sua oferta com a adição gradativa de novas lojas, enquanto as reformas estão em andamento. O empreendimento contará com 120 lojas que abrangem uma variedade de segmentos, incluindo um cinema Cine Uniplex com três salas, uma Academia Smart Fit de 1.200 metros quadrados e uma clínica de atendimento do Hospital Dona Helena.

Nova loja recebeu um investimento de R$ 3 milhões

BBM Logística terá novo presidente

Agapito Sobrinho sucederá Antonio Wrobleski

A BBM Logística é a 195ª maior empresa da região e também a 77ª maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL

A BBM Logística, de São José dos Pinhais (PR), anunciou Agapito Sobrinho como novo presidente. Ele assume no lugar de Antonio Wrobleski, que permanecerá apoiando a companhia como membro do conselho de administração. O executivo, que atua como diretor comercial na empresa há mais de oito anos, irá acumular a nova função e passará a liderar uma organização com quase 5 mil funcionários. Agapito possui 35 anos de experiência como líder de gestão de transporte, logística e supply chain. Teve uma longa passagem pela área logística da Nestlé, onde permaneceu por 16 anos, e foi diretor executivo na Stocktech, de 2005 a 2015.

Agapito (foto ao lado) tem como compromisso fortalecer o relacionamento com clientes, impulsionar o crescimento da companhia e promover a cultura de inovação e eficiência na empresa. De acordo com o novo presidente da BBM, a satisfação do cliente continuará sendo o pilar central da companhia. “Vamos concentrar nossos esforços para proporcionar aos nossos clientes o mais alto nível de serviço e valor em suas demandas de transporte e logística. Para isso, vamos nos consolidar como um parceiro estratégico, oferecendo uma logística planejada e executada com excelência”, declarou, por meio de nota.

À frente da área comercial da BBM por muitos anos, Agapito ajudou a operadora logística, que é uma das maiores do Brasil, a alcançar um faturamento de cerca de R$ 2 bilhões no último ano. A BBM Logística é a 195ª maior empresa da região e também a 77ª maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link). 

Agapito Sobrinho sucederá Antonio Wrobleski

Brasil reassume a meta de neutralidade climática até 2050

País elencará metas para todas as áreas da economia

Plano define a redução de emissões de gases do efeito estufa de 59% até 67% em 2035

O Brasil foi o segundo país a apresentar a terceira geração da Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC na sigla em inglês), que define a redução de emissões de gases do efeito estufa de 59% até 67%, em 2035. O plano, que já havia sido apresentado no Brasil, foi oficialmente entregue ao secretário-executivo do clima das Nações Unidas, Simon Stiell, na 29ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 29), em Baku, no Azerbaijão. O documento entregue reassume a meta de neutralidade climática até 2050 e traz na sua apresentação “uma visão de um país que reconhece a crise climática, assume a urgência da construção de resiliência e desenha um roteiro para um futuro de baixo carbono para sua sociedade, sua economia e seus ecossistemas”.

Além de reunir um resumo de políticas públicas que se somam para viabilizar as metas propostas na NDC, como o Plano de Transformação Ecológica, o documento também detalha por setor da economia brasileira, as ações que vêm sendo implementadas no país para que as emissões de gases do efeito estufa sejam mitigadas. De acordo com a NDC brasileira, os Planos Setoriais de Mitigação, que estão em elaboração na Estratégia Nacional de Mitigação, que integra o Plano Clima, são orientados pela nova meta e estabelecerão valores absolutos de redução de emissões de todos os gases de efeito estufa e metas para todas as áreas da economia brasileira. A previsão é que esta etapa da política pública esteja concluída no primeiro semestre de 2025.

Pelas redes sociais, Stiell falou da liderança brasileira na entrega da geração 3.0 de NDC. “A mensagem está clara: a ação climática está aumentando porque é a passagem de todas as nações para a segurança e a prosperidade”, destacou. Segundo a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, a opção da entrega com uma margem variável, ocorreu por se tratar de um prazo de mais de dez anos, e que considera possíveis alterações nos cenários econômicos, de cooperação internacional e de avanços tecnológicos. “O foco é termos um número absoluto que saia de mais de 2 bilhões de toneladas de CO² para 850 milhões e lastreando essa decisão, nós temos o Plano Clima, temos o Plano de Transformação Ecológica, que é o novo paradigma para o modelo de desenvolvimento do Brasil, com seis eixos estratégicos”, disse.

O primeiro país a entregar a NDC à Organização das Nações Unidas foi os Emirados Árabes Unidos, como já havia sido acordado anteriormente na formação da Troika, o pacto multilateral firmado pelas três presidências das COPs 28, 29 e 30, respectivamente Emirados Árabes Unidos, Azerbaijão e Brasil, para o cumprimento da Missão 1,5 °C. De acordo com o documento, a nova ambição brasileira para emissões considera as diretrizes estabelecidas no Plano Clima, que é resultado de um processo de consulta da sociedade, setor privado, academia, estados e municípios.

Com ABR

País elencará metas para todas as áreas da economia

Rodrigo Schepf é o novo vice-presidente da Termolar

O profissional possui mais de 30 anos de experiência em gestão de equipes e processos

Schepf possui graduações, MBAs e certificados em administração, finanças e vendas em instituições no Brasil e nos Estados Unidos

Com objetivo de agregar experiência e potencializar os objetivos de atuação no mercado nacional e global de soluções térmicas, a Termolar apresenta Rodrigo Schepf como novo vice-presidente. O profissional atuará na gerência de projetos estratégicos e, em especial, com foco nas áreas comerciais e de suprimentos, abrangendo também os setores de compras e logística.

Schepf possui graduações, MBAs e certificados em administração, finanças e vendas em instituições no Brasil e nos Estados Unidos. Ele possui mais de 30 anos de experiência em gestão de equipes e processos, com passagens por empresas como Ambev, Coca-Cola, Tintas Renner, Piccadilly e Bertolini Móveis. “Me sinto honrado com a oportunidade de fazer parte desta empresa gigante que, há mais de 66 anos, é referência no Brasil e em mais de 25 países. Uma marca reconhecida, líder de mercado e referência em soluções térmicas com produtos de alta qualidade. Meu papel é poder contribuir com um time especular em busca de resultados superiores e sustentáveis”, afirmou o novo vice-presidente por meio de nota.

Com sede em Porto Alegre (RS) e centro de distribuição em Serra (ES), a empresa está presente no mercado desde 1958, exportando para Espanha, África do Sul, Noruega, Argentina, Uruguai, entre outros tantos países da América Latina, Europa e África. Anualmente, a Termolar produz cerca de 11 milhões de unidades, que integram uma ampla linha de soluções térmicas voltadas para casa, escritório e lazer, como, por exemplo, garrafas, copos, bules, cuias, ampolas e caixas. A Termolar é a 471ª maior empresa da região, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. A companhia gaúcha saltou 52 posições em relação à edição anterior (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link).

O profissional possui mais de 30 anos de experiência em gestão de equipes e processos

Aberto para o mundo

Com raízes fortes no Sul, Banrisul avança em inovação digital, apoio à economia e novas parcerias globais

Ao longo de um ano excepcionalmente desafiador para o Rio Grande do Sul, o Banrisul intensificou suas ações em diversas frentes, com um foco especial em inovação digital, apoio emergencial e o fortalecimento de seu papel como impulsionador da economia da região. Um dos destaques foi a rápida resposta às tragédias ambientais que impactaram o estado, com o lançamento de linhas emergenciais de crédito como a Conta Única, com R$ 7 bilhões para capital de giro, e o Pronampe Gaúcho, em parceria com o governo, com R$ 300 milhões de crédito a juros zero para pequenas e médias empresas. Também foram doados R$ 15 milhões para a reconstrução de instituições culturais e criado um edital de R$ 5 milhões para apoiar artistas autônomos e fomentar eventos culturais.

Ao mesmo tempo, o Banrisul segue apostando na ampliação de suas ofertas tecnológicas e financeiras, com foco especial para a digitalização dos serviços. A conta digital, que j é um sucesso, será disponibilizada também para pequenas e médias empresas, além dos Microempreendedores Individuais (MEIs), permitindo a abertura de contas e o gerenciamento de negócios diretamente pelo celular ou computador. Para grandes empresas, o foco será em soluções de autogestão financeira por meio de plataformas digitais, o que trará ainda mais praticidade e eficiência para os clientes corporativos. Outro produto já popular entre os clientes que ganhará digitalização é o Banricompras, que ganhará a criação de um aplicativo dedicado, onde o cliente pode controlar os extratos, limites e pagamentos de maneira mais prática.

Já o lançamento da Conta Única para empresas e agricultores permite que o cliente faça autogestão do fluxo de pagamentos e recebimentos com capital de giro disponível no prazo de até cinco anos. “O diferencial é que não há parcelas mensais fixas, o que facilita o fluxo de caixa da empresa ou propriedade rural. No setor agrícola, isso é especialmente útil, já que o produtor só tem receita em épocas de safra, e essa conta oferece a flexibilidade necessária para ajustar os pagamentos a esse ciclo”, avalia Fernando Lemos, presidente da instituição. Outro produto a ser lançado em breve é a conta internacional, que permitirá transações em várias moedas e compras internacionais.

Com raízes fortes no Sul, Banrisul avança em inovação digital, apoio à economia e novas parcerias globais

Catarinense Havan mira faturar R$ 16 bilhões até o final do ano

Até setembro, receita bruta atingiu mais de R$ 11 bilhões

A Havan é a 38ª maior empresa da região e também a décima maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL

Com as vendas do próximo trimestre, a Havan segue com o objetivo de superar os R$ 16 bilhões de faturamento. O alvo está mais próximo, pois o grupo catarinense obteve resultados financeiros surpreendentes no terceiro trimestre. As vendas avançaram 26% entre julho e setembro. Já no acumulado anual, a receita operacional bruta totalizou quase R$ 11 bilhões, o que representa um aumento de 22,7%. Outro destaque foi o lucro líquido que praticamente triplicou no acumulado até setembro (veja os principais resultados nas tabelas ao final desta reportagem).

O empresário Luciano Hang afirma que esses resultados são reflexos da estratégia eficiente e do fortalecimento do mix de produtos. “Estamos muito satisfeitos com esses números que refletem nosso foco em eficiência e em oferecer sempre o melhor para nossos clientes. Esses resultados são fruto de uma estratégia bem direcionada e de uma equipe dedicada”, declarou, por meio de nota. Ele ressaltou ainda que os esforços contínuos em busca de um negócio competitivo e rentável foi recompensado por um reconhecimento importante: a nova classificação concebida pela agência internacional Fitch Ratings, que deu à Havan a nota máxima AAA e avaliou com uma perspectiva estável.

“O novo rating confirma a segurança e a força do crescimento da Havan, além de reafirmar nosso compromisso em crescer e inovar com segurança”, reiterou. O conglomerado sediado em Brusque possui 175 megalojas físicas, sendo que até setembro inaugurou novas unidades em Santa Rosa (RS), Francisco Beltrão (PR) e Manaus (AM). A Havan é a 38ª maior empresa da região e também a décima maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link).

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Até setembro, receita bruta atingiu mais de R$ 11 bilhões

BNDES aprova financiamento emergencial de R$ 149 milhões à Bianchini

Crédito de capital de giro integra programa BNDES Emergencial para o Rio Grande do Sul

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou R$ 149 milhões em crédito para capital de giro à Bianchini S/A, que atua, a partir do processamento da soja, na extração de óleos vegetais e produção de farelos e no setor de biocombustíveis. A operação integra o programa BNDES Emergencial para o Rio Grande do Sul, focado em ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas e retomada das atividades econômicas no estado. Localizada às margens do Rio dos Sinos, a filial da empresa em Canoas, Região Metropolitana de Porto Alegre, foi fortemente atingida pelas cheias do rio, utilizado para escoar a produção.

Houve danos em prédios, móveis, veículos, equipamentos e estruturas, incluindo as instalações elétricas e de automação, afetando a subestação de entrada de energia. Além disso, foram perdidas 35 mil toneladas de matéria-prima e de produto acabado, incluindo soja, farelo de soja e casca de soja, o que gerou custos para retirada do produto aproveitável e descarte da soja estragada. Por conta dos prejuízos, a operação ficou paralisada por quatro meses, entre maio e setembro. O apoio do banco auxiliará a cobrir gastos extraordinários e a manter 400 postos de trabalho, garantindo pagamento de salários, renovação de espaços e pagamento de despesas. No caso da Bianchini, o financiamento proporcionará a recuperação da unidade industrial e de estruturas de armazenamento. A retomada integral das operações é necessária para a empresa seguir como uma das maiores produtoras de biodiesel do Brasil, a partir do óleo de soja. A Bianchini presta também serviços de beneficiamento de grãos, logística e armazenamento de soja, além de embarques portuários de granéis sólidos e líquidos.

O financiamento foi aprovado diretamente pelo banco no âmbito do programa BNDES Emergencial para o Rio Grande do Sul, que apoia ações de enfrentamento às consequências socioeconômicas nos municípios atingidos pela catástrofe ambiental e com estado de calamidade pública reconhecido. As operações aprovadas são destinadas a empresas com sedes ou filiais afetadas pelas fortes chuvas e com perdas materiais comprovadas. Como contrapartida, precisam manter os postos de trabalho nas unidades apoiadas pelo crédito, preservando a geração de renda. O BNDES já aprovou R$ 9,1 bilhões para capital de giro a empresas do estado, além de R$ 2,1 bilhão para compra de máquinas e equipamentos e outros R$ 314 milhões para investimento e reconstrução.

Crédito de capital de giro integra programa BNDES Emergencial para o Rio Grande do Sul

Setor de serviços renova o nível mais alto da série histórica

Volume cresceu 1% em setembro

IBGE nota que a conjuntura econômica pode até potencializar o crescimento dos serviços, mas não explica sozinha o bom desempenho do setor

O volume de serviços do país cresceu 1% em setembro. Com isso, o setor de serviços renova o ponto mais alto de sua série, superando em 0,6% o antigo patamar mais elevado (julho de 2024). Além disso, o volume total de serviços está 16,4% acima do patamar pré-pandemia, cujo marco é fevereiro de 2020. “Em setembro, tivemos vários setores que impulsionaram o volume de serviços, como empresas de engenharia; de produção de festivais musicais; de transporte dutoviário; e edição de livros integrados à impressão. Por outro lado, temos visto incrementos de receita mais constantes em tecnologia da informação; agenciamentos de espaços de publicidade em mídias digitais; intermediação de negócios por aplicativos ou plataformas e-commerce e administração de cartões de desconto e de programas de fidelidade. A conjuntura econômica pode até potencializar o crescimento dos serviços, mas não explica sozinha o bom desempenho do setor”, avalia Rodrigo Lobo, gerente da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do IBGE.

Em setembro, houve predomínio de taxas positivas tanto em termos setoriais quanto na ótica regional, já que quatro das cinco atividades e 16 das 27 unidades da federação investigadas mostraram expansão frente ao mês anterior. A atividade de serviços profissionais, administrativos e complementares (1,4%) foi a maior influência positiva sobre o índice no mês. Outras altas ocorreram em informação e comunicação (1%); transportes (0,7%) e serviços prestados às famílias (0,4%). O único recuo do mês foi em outros serviços (-0,3%). No recorte regional, São Paulo (1%) e Rio de Janeiro (2,6%) lideraram os ganhos do setor de serviços.

“As empresas mais inovadoras, com grande receita, têm sede em São Paulo, como os serviços de tecnologia da informação; de agenciamento de espaços de publicidade nas mídias sociais; administração de cartões de desconto e de programas de fidelidade; e intermediação de negócios por aplicativos e plataformas de e-commerce”, enumera Lobo. Na comparação com setembro de 2023, na série sem ajuste sazonal, o volume de serviços cresceu 4%, seu sexto resultado positivo seguido nesta comparação. O acumulado no ano chegou a 2,9% frente ao mesmo período de 2023 e o acumulado em doze meses foi a 2,3%, sua maior taxa desde abril de 2024 (2,5%).

Volume cresceu 1% em setembro

Google, OpenAI e Anthropic enfrentam desafios para aprimorar suas IAs avançadas

humano iaO Google está enfrentando dificuldades com a evolução de seu modelo de inteligência artificial Gemini, uma das maiores apostas da empresa em inovação na área. Fontes próximas ao projeto informaram que o desempenho do novo software ainda não corresponde às expectativas internas, indicando que, após anos de avanços rápidos, a gigante da tecnologia está encontrando […]O Google está enfrentando dificuldades com a evolução de seu modelo de inteligência artificial Gemini, uma das maiores apostas da empresa em inovação na área. Fontes próximas ao projeto informaram que o desempenho do novo software ainda não corresponde às expectativas internas, indicando que, após anos de avanços rápidos, a gigante da tecnologia está encontrando […]

Google DeepMind libera AlphaFold 3 para impulsionar ciência e novos medicamentos

alphafold 3A Google DeepMind surpreendeu a comunidade científica ao anunciar a liberação do código-fonte e dos pesos de modelo do AlphaFold 3 para uso acadêmico. A decisão veio apenas semanas depois que Demis Hassabis e John Jumper, responsáveis pela criação do sistema, foram premiados com o Nobel de Química de 2024 por sua contribuição à previsão […]A Google DeepMind surpreendeu a comunidade científica ao anunciar a liberação do código-fonte e dos pesos de modelo do AlphaFold 3 para uso acadêmico. A decisão veio apenas semanas depois que Demis Hassabis e John Jumper, responsáveis pela criação do sistema, foram premiados com o Nobel de Química de 2024 por sua contribuição à previsão […]

Lojas Renner vê lucro e vendas avançarem no terceiro trimestre

Comercialização do vestuário aumentou quase o dobro da média do mercado

A Lojas Renner é a 12ª maior empresa da região e também a terceira maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL

A Lojas Renner viu as vendas avançarem 12,1% no terceiro trimestre e também no acumulado anual. O lucro líquido tomou a mesma direção ao crescer 47,7% entre julho e setembro, quando comparado com o mesmo intervalo do ano anterior (veja todos os principais indicadores financeiros na tabela ao final desta reportagem). “Os resultados do terceiro trimestre demonstram que a evolução do nosso modelo de negócios e as iniciativas relevantes que colocamos em prática até o momento estão alavancando o potencial da companhia. As vendas de vestuário no terceiro trimestre aumentaram 13%, quase o dobro da média do mercado, e combinadas com um aumento de 1,1 ponto percentual na margem bruta, são uma clara evidência disso”, destaca o comunicado da empresa.

A varejista conta que através do uso de inteligência artificial, capturou tendências de forma ágil e precisa, por meio de um ciclo de desenvolvimento de produtos mais curto e maior produtividade e eficiência da cadeia de fornecimento. Esse case ajudou a companhia gaúcha a vencer o prêmio Campeãs da Inovação, ranking publicado pelo Grupo AMANHÃ com a parceria técnica do IXL-Center (veja a reportagem clicando aqui). “Nosso modelo de abastecimento omnichannel e 100% por SKU [unidade de manutenção de estoque] ponta a ponta já está contribuindo para uma operação mais granular, responsiva e precisa, resultando em lead times de abastecimento de lojas em níveis recordes”, detalha a companhia. A Lojas Renner é a 12ª maior empresa da região e também a terceira maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link).

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Comercialização do vestuário aumentou quase o dobro da média do mercado

Copom alerta para prolongamento do ciclo de alta da Selic

BC afirma que ritmo será ditado pelo comportamento da inflação

O Copom defendeu uma política monetária e fiscal contracíclica, com menos incentivo para a atividade econômica, com o argumento de que contribui para assegurar a estabilidade de preços

O Comitê de Política Monetária (Copom) alertou que a desancoragem das expectativas de inflação pode levar a um prolongamento do ciclo de alta de juros e que o ritmo de ajustes futuros na Selic será ditado pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta. “Uma deterioração adicional das expectativas pode levar a um prolongamento do ciclo de aperto de política monetária”, diz a ata da reunião, divulgada pelo Banco Central (BC). Atualmente, a taxa básica de juros da economia, a Selic, está em 11,25%, após a elevação em 0,50 ponto percentual na última reunião em 5 e 6 de novembro. Com a decisão, a taxa voltou ao mesmo patamar de janeiro deste ano.

A alta consolida um ciclo de contração na política monetária. Após passar um ano em 13,75% ao ano, entre agosto de 2022 e agosto de 2023, a taxa teve seis cortes de 0,5 ponto e um corte de 0,25 ponto, entre agosto do ano passado e maio deste ano. Nas reuniões de junho e julho, o Copom decidiu manter a taxa em 10,5% ao ano, começando a aumentar a Selic na reunião de setembro, quando a taxa subiu 0,25 ponto. Ao justificar o aumento na Selic, o Copom disse que o cenário de curto prazo para a inflação se mostra mais desafiador, especialmente no que diz respeito à inflação de serviços, que segue acima do nível compatível com o cumprimento da meta. “Houve uma reavaliação dos preços de alimentos por diversos fatores, dentre eles a estiagem observada ao longo do ano. Com relação aos bens industrializados, o movimento recente do câmbio pressiona preços e margens, sugerindo maior aumento em tais componentes nos próximos meses”, explica o comitê.

O colegiado apontou ainda que a percepção do mercado financeiro, expressa pelo boletim Focus, sobre o crescimento dos gastos públicos e a sustentabilidade do arcabouço fiscal, vêm tendo impactos relevantes sobre os preços de ativos e as expectativas. As expectativas do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para este ano e 2025, apuradas pela pesquisa Focus com agentes do mercado financeiro, encontram-se em torno de 4,6% e 4%, respectivamente. Na ata, o Copom voltou a cobrar ajuste dos gastos públicos e disse que passará a incorporar em seus cenários uma desaceleração no ritmo de crescimento desses gastos ao longo do tempo. “Uma política fiscal crível, embasada em regras previsíveis e transparência em seus resultados, em conjunto com a persecução de estratégias fiscais que sinalizem e reforcem o compromisso com o arcabouço fiscal nos próximos anos, são importantes elementos para a ancoragem das expectativas de inflação e para a redução dos prêmios de riscos dos ativos financeiros, consequentemente impactando a política monetária”, diz o documento.

O Copom defendeu uma política monetária e fiscal contracíclica, com menos incentivo para a atividade econômica, com o argumento de que contribui para assegurar a estabilidade de preços. “A redução de crescimento dos gastos, principalmente de forma mais estrutural, pode ser indutor de crescimento econômico no médio prazo por meio de seu impacto nas condições financeiras, no prêmio de risco e na melhor alocação de recursos”, destaca o colegiado. Em relação ao mercado de trabalho, o Copom esclarece que permanece o cenário de conjunção de um mercado de trabalho robusto, política fiscal expansionista e vigor nas concessões de crédito às famílias. Esse cenário segue indicando um suporte ao consumo e consequentemente à demanda agregada.

Na avaliação do Copom, o ambiente externo permanece desafiador, em função, principalmente, da conjuntura econômica incerta nos Estados Unidos, o que suscita maiores dúvidas sobre os ritmos da desaceleração, da desinflação e, consequentemente, sobre a postura do banco central daquele país, o Fed. “Com relação aos Estados Unidos, permanece grande incerteza sobre o ritmo da desinflação e da desaceleração da atividade econômica. Em paralelo, a possibilidade de mudanças na condução da política econômica também traz adicional incerteza ao cenário, particularmente com possíveis estímulos fiscais, restrições na oferta de trabalho e introdução de tarifas à importação”, diz a ata.

No cenário de referência adotado pelo comitê, com base nos dados da pesquisa Focus, o dólar ficará em R$ 5,75. O preço do petróleo segue aproximadamente a curva futura pelos próximos seis meses e passa a aumentar 2% ao ano posteriormente. Além disso, adota-se a hipótese de bandeira tarifária “amarela” em dezembro deste ano 2024 e de 2025. “Em virtude das incertezas envolvidas, o comitê preferiu uma comunicação que reforça a importância do acompanhamento dos cenários ao longo do tempo, sem conferir indicação futura de seus próximos passos, insistindo, entretanto, no seu firme compromisso de convergência da inflação à meta”, aponta o Copom.

Com ABR

BC afirma que ritmo será ditado pelo comportamento da inflação