Archives Maio 2024

Indústria nacional avança 0,9% em março

Setor está 0,4% acima do nível pré-pandemia

O segmento de produtos alimentícios foi o principal responsável pelo desempenho positivo da indústria em março

A produção industrial brasileira cresceu 0,9% na passagem de fevereiro para março. O ganho de ritmo acontece após a variação de 0,1% verificada no mês anterior. Em relação a março de 2023, a indústria teve retração de 2,8% na sua produção. No ano, acumula alta de 1,9% e, em 12 meses, variação positiva de 0,7%. Com esses resultados, a indústria se encontra 0,4% acima do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 16,3% aquém do ponto mais alto da série histórica, obtido em maio de 2011. Os dados são da pesquisa industrial mensal, divulgada pelo IBGE.

“O desempenho positivo da indústria nos dois últimos meses não elimina a queda observada em janeiro, mas é uma melhora de comportamento. Em março, o crescimento ficou concentrado em poucas atividades, com apenas cinco delas mostrando expansão. Houve, portanto, uma mudança em relação à dinâmica vista em janeiro e fevereiro, quando ocorreu predomínio de taxas positivas entre as atividades pesquisadas”, analisa o gerente da pesquisa, André Macedo. Ele também destaca o ganho de ritmo verificado ao fim do primeiro trimestre de 2024, uma vez que o último trimestre de 2023 registrou crescimento de 1,1%.

De fevereiro para março, duas das quatro grandes categorias econômicas e somente cinco dos 25 ramos industriais pesquisados mostraram avanço na produção. As principais influências positivas vieram de produtos alimentícios (1%), produtos têxteis (4,5%), impressão e reprodução de gravações (8,2%) e indústrias extrativas (0,2%). Responsável pelo maior impacto positivo no resultado deste mês, o setor de produtos alimentícios registrou o segundo mês seguido de expansão na produção, período no qual acumulou um ganho de 1,1%. “O comportamento do ramo de produtos alimentícios foi semelhante ao da indústria em geral, com queda no mês de janeiro, seguida de crescimento nos dois meses seguintes. É um segmento que está 7,3% acima do patamar pré-pandemia. Em março, o resultado pode ser explicado principalmente pela parte de complexo de carnes e do item açúcar”, explica André.

O segmento de produtos têxteis (4,5%), por sua vez, também teve o segundo resultado positivo seguido, com crescimento acumulado de 8,9%. No entanto, o setor ainda está 11% distante do patamar pré-pandemia. No caso de impressão e reprodução de gravações (8,2%), houve retomada de crescimento após recuo de 1,8% em fevereiro. Esse segmento tem como característica a alta volatilidade, estando 8,5% acima do nível pré-pandemia. Já o setor de indústrias extrativas (0,2%), depois de apresentar taxas negativas em janeiro e fevereiro, voltou a ter desempenho positivo em março. A maior extração de minério de ferro foi determinante para o resultado desse segmento.

No sentido oposto, entre as 20 atividades que apresentaram retração na produção, veículos automotores, reboques e carrocerias (-6%) e equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-13,3%) exerceram os principais impactos em março de 2024, com ambas interrompendo três meses consecutivos de crescimento na produção. Também houve recuos expressivos nos ramos de produtos químicos (-2%), metalurgia (-2,6%), celulose, papel e produtos de papel (-2,8%), produtos diversos (-9,7%), bebidas (-3,3%), couro, artigos para viagem e calçados (-6,0%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (-4,5%), produtos de minerais não metálicos (-3,2%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-0,6%) e produtos de metal (-2,6%).

Setor está 0,4% acima do nível pré-pandemia

O que o WhatsApp ensina sobre marketing

Um aplicativo e suas lições

Cada vez que aquele simbolozinho verde vibrar na área de trabalho do seu celular, há um monte de lições por trás dele

Bons cases de marketing são assim: vários ensinamentos na trajetória de um único produto. Se este for muito conhecido, melhor ainda. Alunos sentem-se mais incentivados a estudá-lo e propensos a memorizar os conceitos que traz à tona. Por isso o WhatsApp é um ótimo caso. Acompanhe (trechos entre aspas extraídos da edição de outubro passado de Exame):

Lição #1: produtos globais não se difundem de maneira idêntica em todos os mercados. Sempre há um país líder em penetração que funciona como um farol. “Se queremos saber como será o futuro do WhatsApp, um dos melhores lugares para olhar é o Brasil”, onde se usa o aplicativo mais do que “em qualquer outro lugar” (p. 65), segundo o CEO da multinacional.

Lição #2: o motivo não está apenas na taxa de adoção, mas também na capacidade de o consumidor descobrir novos usos para o produto, apropriados à realidade local: “O aplicativo começou voltado para o uso exclusivamente pessoal, mas logo surgiram (…) manicures que marcavam horário para atender clientes. Logo, isso chegou às grandes empresas” (p. 65).

Lição #3: isso significa que o produto estará, simultaneamente, em estágios diferentes de seu ciclo de vida, conforme cada mercado. “Funcionários da Meta no Brasil comentam que seus colegas estrangeiros ficam surpresos ao ver o logo do WhatsApp na porta de tantos comércios (…) ao lado do número de telefone, algo incomum em outros lugares” (p. 65).

Lição #4: dessas diferentes utilidades podem surgir novos produtos ou configurações fornecidos pela própria fabricante…: “Em 2018, a Meta lançou o WhatsApp business, plataforma para que as empresas pudessem unificar o atendimento e falar com milhões de pessoas por uma conta só” (p. 66).

Lição #5: …e por outros players que pegam carona no invento: “A novidade permitiu que as companhias integrassem mais facilmente seus sistemas ao app, abrindo novas possibilidades. Uma delas foi colocar assistentes virtuais (…) para conversar dentro do zap” (p. 66).

Lição #6: este é um movimento contínuo, e que não dispensa uma postura proativa de ouvir os clientes: “[E]m 2019, viajei a São Paulo só para encontrar as pessoas [usuárias de WhatsApp] e aprender com elas (…). Muitas pessoas falaram que queriam poder mandar mensagens que não durariam para sempre, (…) que desaparecessem. E essa é uma das nossas funções mais populares nos últimos anos”, lembra o CEO. “Queremos ouvir das pessoas o que querem que a gente faça. O que acham incômodo que pode ser melhorado. De que novas formas estão usando o app que não tínhamos pensado” (p. 69).

Lição #7: como nem tudo são flores, especialmente numa tecnologia nova, há que se lidar com seus “pontos cegos”, ou seja, disfunções inimaginadas pelos criadores: aqui entram a desinformação e fake news distribuídas em massa por meio do app. E contra isso a empresa criou o limite de envio de mensagens únicas para grupos e realiza periodicamente o banimento de contas suspeitas.

Agora você já sabe: cada vez que aquele simbolozinho verde vibrar na área de trabalho do seu celular, há um monte de lições por trás dele.

WhatsApp, WhatsApp Business

Um aplicativo e suas lições

Fiesc nota boa manutenção da BR 101 Sul

Concessionária CCR Via Costeira realizou obras previstas, segundo estudo

O contrato de concessão do trecho Sul da BR 101, iniciado em agosto de 2020, apresenta avanços significativos em relação a concessões mais antigas, como a do trecho Norte da rodovia

A qualidade da manutenção e conservação dos pavimentos e dispositivos de proteção e segurança da BR 101 Sul foram destaque na análise expedita encomendada pela Federação das Indústrias do Estado de SC (Fiesc), apresentada nesta quinta-feira, dia 2, em reunião híbrida da câmara de transporte e logística da entidade. O estudo, elaborado pelo engenheiro Ricardo Saporiti, salientou o bom estado de conservação dos pavimentos flexíveis, iluminação e sinalização. Saporiti também evidenciou a qualidade das obras previstas no contrato de concessão, como marginais, pontes e melhorias nos acessos, entre outros.

O presidente da Fiesc, Mario Cezar de Aguiar, considerou positivo o resultado da avaliação. “A Fiesc monitora e acompanha a execução de 75 obras em Santa Catarina, e infelizmente não é frequente nos depararmos com tantas boas notícias. A análise mostra que a rodovia BR 101 Sul está atendendo os usuários com qualidade”, resumiu. O presidente da câmara da entidade industrial, Egídio Martorano, destacou que o contrato de concessão do trecho Sul da BR 101, iniciado em agosto de 2020, apresenta avanços significativos em relação a concessões mais antigas, como a do trecho Norte da rodovia. “O Brasil aprendeu com as experiências anteriores e conseguimos fazer ajustes e melhorias no processo de licitação e no contrato, o que se reflete em parte na qualidade do serviço que a concessionária vem apresentando nestes quase três anos”, destacou.

A análise também apontou que, desde o início da concessão, já foram construídas quatro praças de pedágio, duas passarelas de pedestres, três pontos de ônibus e pontes em vias marginais. Além disso, foram executadas sete melhorias em acessos, a implantação de uma rotatória e a reforma do posto de pesagem veicular. O pavimento também foi restaurado e foram implantadas outras melhorias. Durante a reunião, também foi discutida a possibilidade de extensão da concessão da BR 101 Norte, com a Fiesc reiterando a necessidade de transparência e de segurança jurídica no processo, além de participação da sociedade catarinense nas discussões para definir obras prioritárias.

Concessionária CCR Via Costeira realizou obras previstas, segundo estudo

Grupo Zonta inaugura unidade do Hipermais em Joinville

Empreendimento no bairro Paranaguamirim recebeu aporte de R$ 30 milhões

O Hipermais Paranaguamirim gerou 110 empregos diretos

Após ser adquirida em maio de 2023 pelo grupo paranaense Zonta, a rede Hipermais segue com seu plano de expansão e inaugura nesta sexta-feira uma unidade de R$ 30 milhões no bairro Paranaguamirim, em Joinville. Com uma área de vendas de 3 mil metros quadrados, o atacarejo oferece um amplo mix de aproximadamente 10 mil produtos.

Segundo o presidente do Grupo Zonta, Pedro Joanir Zonta, o investimento comprova a sinergia do Hipermais com o grupo. “Joinville representou um grande passo para a nossa empresa ao ser a primeira cidade fora do Paraná a receber uma loja nossa. Depois disso, continuamos expandindo neste município que nos recebeu de braços abertos e essa inauguração do Hipermais significa muito para mim e para a nossa empresa, tanto que está sendo inaugurada no dia do meu aniversário, ou seja, realmente é um grande presente para mim”, afirma.

O Hipermais Paranaguamirim gerou 110 empregos diretos e representa um investimento importante para a região. Para a diretora executiva da rede, Isabella Rieper Caviguioli, a região merecia um empreendimento neste formato. “Escolhemos Paranaguamirim pelo potencial de expansão deste bairro e por considerarmos que a população local merece um atacarejo onde tanto a dona de casa quanto o comerciante encontrarão tudo o que precisam com ótimo atendimento, facilidades de pagamento e preços atrativos”, destaca Isabella.

Empreendimento no bairro Paranaguamirim recebeu aporte de R$ 30 milhões

Empresas se mobilizam para ajudar as vítimas das enchentes no RS

O volume de chuva nos últimos dias equivale a três vezes a média para esta época do ano

O Instituto Vakinha está promovendo uma campanha para ajudar as vítimas daquele que deverá ser o maior desastre já enfrentado pelo Rio Grande do Sul

Os gaúchos estão novamente passando por estado de calamidade pública, devido aos desdobramentos dos efeitos da chuva intensa que assolam o Rio Grande do Sul. O volume que atingiu o estado nos últimos dias equivale a três vezes a média para esta época do ano. Até o momento foram confirmados 13 óbitos, cerca de 5.257 pessoas desalojadas e 44.640 afetadas. De acordo com o comunicado do governo estadual, esse será o maior desastre já enfrentado no Rio Grande do Sul. Empresas e organizações estão se mobilizando para ajudar as vítimas. O Movimento SOS Enchentes RS é uma causa do Instituto Vakinha, que nasceu para potencializar o apoio às vítimas das chuvas e aumentar a visibilidade dos pontos de ajuda em todo o Brasil. A campanha promovida pelo Vakinha para levar apoio até locais atingidos tem recebido o apoio de comunicadores, assim como artistas. Os humoristas Cris Pereira e Badin Colono estão ajudando a divulgar a iniciativa. Doações de qualquer podem ser feitas pela chave-pix enchentes@vakinha.com.br.

Através da parceria oficial com a Defesa Civil do Rio Grande do Sul, a Fruki está realizando doações de água mineral aos desabrigados de Lajeado, Estrela, Marques de Souza, Cruzeiro do Sul, Imigrante, entre outros municípios que estão sendo atendidos neste momento. “Estamos juntos do poder público e da população para atender às comunidades afetadas”, assegura a companhia em uma postagem no Instagram. A UniRitter e a Fadergs estão com quatro pontos de coleta em Porto Alegre e Canoas para receber doações. As universidades estão recebendo alimentos não perecíveis, itens de higiene pessoal, materiais de limpeza e rações para pets. O Grêmio terá quatro pontos para receber doações destinadas às famílias atingidas pela chuva, entre eles a Arena, o estádio Olímpico e o centro de treinamento do Bairro Cristal. O Internacional também está recebendo donativos a partir desta quinta-feira (2) até o dia 11, das 8h às 18h. O ponto de arrecadação é o Portão 1 do Gigantinho. Na Serra Gaúcha, a CDL Bento Gonçalves está coletando doações. A Legião da Boa Vontade relançou a campanha LBV — SOS Calamidades, abrindo seus postos de arrecadação para receber doações de colchões e materiais de higiene e limpeza.

A prioridade da prefeitura de Porto Alegre tem sido acolher as famílias desabrigadas, com atenção especial voltada à região das Ilhas, já que dezenas de rios desaguam no Guaíba. As comportas do Cais Mauá foram fechadas nesta quinta. A Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc) registra 37 pessoas acolhidas em abrigos temporários na capital. O órgão também conta com um abrigo pronto para uso no bairro Ponta Grossa, até o momento sem acolhidos. A população pode contribuir com doações de itens de cama (colchões e lençóis de solteiro, fronhas), produtos de higiene e limpeza (sabonetes, escova e pasta de dente, papel higiênico, shampoo, toalhas de banho) água, copos plásticos e ração para cães e gatos. O ponto de coleta é o depósito da Defesa Civil municipal, localizado na rua La Plata, 693.

O volume de chuva nos últimos dias equivale a três vezes a média para esta época do ano

Pequenas indústrias estão com perspectivas favoráveis

Alta pode estar relacionada aos anúncios do governo no primeiro trimestre

O índice de desempenho das indústrias de pequeno porte oscilou ao longo do primeiro trimestre

Pequenas indústrias brasileiras estão com perspectivas favoráveis para os próximos meses, segundo o Panorama da Pequena Indústria. A constatação está no Índice de Perspectivas do setor, que apresentou alta de 0,6 ponto na passagem de março para abril e 1,6 ponto na comparação de abril de 2023 com abril de 2024, atingindo a marca de 49,2 pontos. A pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) também aborda o desempenho da atividade das indústrias de pequeno porte, situação financeira, expectativas, além de um ranking com os principais problemas enfrentados pelo setor no trimestre.

“O aumento dessas expectativas pode ser relacionado aos anúncios do governo sobre medidas de apoio ao setor, como Brasil Mais Produtivo e o Desenrola MPEs, mas essa edição do PPI ainda não capta os efeitos decorrentes do anúncio do novo programa Acredita, anunciado no fim de abril. Dos três setores – extrativo, de construção e de transformação – apenas a indústria de transformação apresentou índice de perspectivas abaixo da linha de 50 pontos, que divide expectativas altas das baixas, o que reflete o momento difícil que o setor está vivendo, sobretudo pelo forte impacto das taxas de juros elevadas”, contextualiza a economista da CNI, Paula Verlangeiro.

O índice de desempenho das indústrias de pequeno porte oscilou ao longo do primeiro trimestre do ano. De dezembro para janeiro, houve alta de 0,4 ponto e na passagem de janeiro para fevereiro, caiu 0,4 ponto. Entretanto, março puxou o indicador para cima, com aumento de 0,7 ponto em relação a fevereiro. No fim do período, o índice ficou com 44,6 pontos. O índice de situação financeira das pequenas indústrias recuou 1,7 ponto, de 42,2 pontos para 40,5 pontos. Apesar da queda, que revela uma piora da situação financeira, independentemente do segmento industrial, o indicador permanece acima da média histórica de 38,4 pontos. Esse resultado trimestral é calculado com base na margem de lucro operacional, na situação financeira e no acesso ao crédito.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) para as indústrias de pequeno porte foi de 49,7 pontos, queda de 1,6 ponto frente a março. Esse resultado mostra a transição do estado de confiança para falta de confiança na passagem de março para abril. O principal fator que fez o ICEI das pequenas indústrias recuar é a avaliação negativa das condições correntes da empresa e da economia brasileira.

Alta pode estar relacionada aos anúncios do governo no primeiro trimestre

Moody’s melhora perspectiva da nota de crédito do Brasil

Apesar de manter nota, agência sinalizou que pode elevá-la no futuro

Entre as reformas citadas, a agência enfatiza a importância da reforma tributária em curso e da consolidação fiscal, do equilíbrio das contas públicas (Foto: Arquivo/Portal AMANHÃ)

A agência de classificação de riscos Moody´s revisou para cima a perspectiva da nota de crédito do Brasil. Atualmente, o nível (rating) do país é Ba2, que indica um risco maior para investimentos estrangeiros. A instituição manteve a nota, mas mudou a perspectiva da avaliação de “estável” para “positiva”, sinalizando que pode elevar esse rating no futuro. De acordo com o Tesouro Nacional, essa decisão é a primeira movimentação da Moody’s desde 2018, quando houve a mudança de perspectiva de negativa para estável, e “reforça a melhoria na trajetória da nota de crédito verificada desde 2023”, com a elevação do rating pela Standard & Poor’s e pela Fitch. As três instituições compõem as agências de riscos mais conceituadas do mercado.

“Ocorrendo a efetivação da mudança da nota de crédito, o Brasil estará a um degrau de voltar a possuir grau de investimento, um marco significativo para os indicadores de estabilidade econômica do país”, explicou o Tesouro. O grau de investimento funciona como um atestado de que os países não correm risco de dar calote na dívida pública. Abaixo dessa categoria, está o grau especulativo, cuja probabilidade de deixar de pagar a dívida pública sobe à medida que a nota diminui. A classificação de risco por agências estrangeiras representa uma medida de confiança dos investidores internacionais na economia de determinado país. As notas servem como referência para os juros dos títulos públicos, que representam o custo para o governo pegar dinheiro emprestado dos investidores. As agências também atribuem notas aos títulos que empresas emitem no mercado financeiro, avaliando a capacidade de as companhias honrarem os compromissos.

De acordo com o Tesouro Nacional, o comunicado da Moody’s destaca a melhora na perspectiva do crescimento do país, após sucessivas reformas estruturais e salvaguardas institucionais “que reduzem a incerteza sobre a direção futura das políticas públicas”. Entre as reformas citadas, a agência enfatiza a importância da reforma tributária em curso e da consolidação fiscal, do equilíbrio das contas públicas. Ao manter o rating Ba2, a Moody´s ainda aponta riscos diante do nível elevado de endividamento do Brasil. A agência enfatizou a importância da manutenção da credibilidade do arcabouço fiscal para a “redução das incertezas a respeito da trajetória fiscal”.

“A agência espera que o crescimento robusto, em conjunto com progresso contínuo na consolidação fiscal, possibilite a estabilização da dívida do país”, avaliou o Tesouro, citando ainda o destaque da agência para a agenda de transição energética do governo que, “com o objetivo de atrair investimentos privados para projetos de energia limpa, pode também contribuir para alavancar o crescimento”.

Com Agência Brasil

Apesar de manter nota, agência sinalizou que pode elevá-la no futuro

Gemini agora funciona diretamente da barra de endereço do Chrome

Já imaginou interagir com o Gemini sem precisar abrir uma aba separada? Isso acaba de se tornar realidade! O Google anunciou a integração do assistente virtual diretamente na barra de endereço do Chrome. Agora, basta digitar “@” e selecionar “Conversar com o Gemini” seguido da sua pergunta e pronto! O Gemini será aberto na web […]Já imaginou interagir com o Gemini sem precisar abrir uma aba separada? Isso acaba de se tornar realidade! O Google anunciou a integração do assistente virtual diretamente na barra de endereço do Chrome. Agora, basta digitar “@” e selecionar “Conversar com o Gemini” seguido da sua pergunta e pronto! O Gemini será aberto na web […]

Fed mantém juros entre 5,25% e 5,5% ao ano

É o maior índice em mais de duas décadas

O Banco Central dos EUA não espera que seja apropriado reduzir o intervalo da meta até que tenha maior confiança de que a inflação está a evoluir de forma sustentável para 2%.

O Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos Estados Unidos) anunciou nesta quarta-feira (1) que decidiu manter a taxa de juros no intervalo entre 5,25% e 5,5% ao ano. Esta é a sexta pausa consecutiva após o início do ciclo de aperto monetário, que teve início em março de 2022. Os juros estão nesse nível em mais de 20 anos. A decisão já era esperada pelo mercado financeiro. “Indicadores recentes sugerem que a atividade económica continuou a expandir-se a um ritmo sólido. Os ganhos de emprego permaneceram fortes e a taxa de desemprego permaneceu baixa. A inflação diminuiu ao longo do ano passado, mas permanece elevada. Nos últimos meses, não houve progressos adicionais em direção ao objetivo de inflação de 2% perseguida por esse comitê”, descrevem os membros do FOMC (Federal Open Market Committee, que significa Comitê Federal de Mercado Aberto, do Fed).

“O comitê não espera que seja apropriado reduzir o intervalo da meta até que tenha maior confiança de que a inflação está a evoluir de forma sustentável para 2%. Além disso, o comitê continuará a reduzir as suas participações em títulos do Tesouro e dívida de agências e títulos garantidos por hipotecas de agências. A partir de junho, o comité abrandará o ritmo de declínio das suas participações em títulos, reduzindo o limite máximo de resgate mensal de títulos do Tesouro de US$ 60 bilhões para US$ 25 bilhões”, informa o comunicado do Fed (clique aqui para ler o documento na íntegra, em inglês).

É o maior índice em mais de duas décadas

Gemini agora disponível no Brasil e com extensões para apps do Google

O Google anunciou a expansão do Gemini para dispositivos móveis, tornando a sua poderosa IA conversacional mais acessível a pessoas ao redor do mundo. A partir de agora, o app está disponível no Google Play em diversos novos idiomas, incluindo coreano, espanhol, japonês e português. Ou seja, você pode conversar com o Gemini e receber […]O Google anunciou a expansão do Gemini para dispositivos móveis, tornando a sua poderosa IA conversacional mais acessível a pessoas ao redor do mundo. A partir de agora, o app está disponível no Google Play em diversos novos idiomas, incluindo coreano, espanhol, japonês e português. Ou seja, você pode conversar com o Gemini e receber […]

Hotel do Sul é eleito pela segunda vez o melhor do mundo

Colline de France lidera o ranking do TripAdvisor

O Colline de France vai ampliar a experiência para São Francisco de Paula (RS), Balneário Camboriú (SC) e Miguel Pereira (RJ)

O Colline de France conquistou pela segunda vez o título de “Melhor Hotel do Mundo”, no ranking “Os Melhores dos Melhores”, do prêmio “Travellers’ Choice 2024”, do TripAdvisor. Localizado em um dos principais destinos turísticos do Brasil, a cidade de Gramado, o hotel tem conceito, arquitetura e décor inspirados no luxuoso Segundo Império Francês. “Podemos dizer que somos um pedacinho da França no Rio Grande do Sul”, destacam os empresários Jonas Caliari Tomazi e Ana Clara Grings Tomazi. São 34 sofisticados apartamentos, distribuídos em cinco categorias: Imperial, Majestic, Gran Colline, Colline e Petit Colline. Todos possuem calefação individual, isolamento termo-acústico, Smarts TVs de alta definição, roupas de cama de algodão egípcio 300 fios da Trussardi/Trousseau e amenities da L’Ocittane Au Brasil.

O hotel possui um centro de bem-Estar, com tratamentos terapêuticos e massagens que proporcionam experiências únicas e personalizadas. Conta, ainda, com ampla piscina indoor, com jatos de hidromassagem, e sauna úmida com ducha para banhos de contraste. Para quem busca uma conexão mais profunda com a natureza, oferece o “Jardim das Bougainvillers”, com gazebos e lareiras para os tradicionais dias frios da serra gaúcha e espécies centenárias de bougainvillers, trazidas de diferentes locais do Brasil e do Uruguai. “Muitos pensam que essa planta é francesa, mas ela é brasileira. Foi adotada pelos franceses após uma expedição em 1767 e levada para aquele país, onde foi cultivada e se expandiu para toda Europa. São curiosidades como esta que fazem desse, um espaço singular para momentos de descanso ou para degustar um bom vinho”, contam os empresários.

O empreendimento nasceu da paixão de Jonas Caliari Tomazi e Ana Clara Grings Tomazi pela “Cidade Luz”. “O hotel representa a concretização de um sonho. Fomos o primeiro hotel brasileiro a ser eleito o melhor do mundo. Conquistar o bicampeonato nos faz acreditar que estamos no caminho certo”, comemoram. Os vencedores do “Travellers’ Choice 2024 – Best of The Best” são definidos com base nas experiências dos maiores especialistas: os viajantes reais que estiveram no destino e que avaliam no maior site de viagens do mundo. A partir destas avaliações, são listados os destinos, hotéis, atrações e restaurantes mais badalados. Como antecipou o Portal AMANHÃ, os empresários trabalham no plano de expansão da marca com a abertura de três novas unidades em São Francisco de Paula (RS), Balneário Camboriú (SC) e Miguel Pereira (RJ). Duas holdings estão à frente da ampliação: uma formada pelos fundadores e a outra por investidores de outros estados. Cada nova unidade receberá um investimento entre R$ 60 milhões e R$ 70 milhões.

Colline de France lidera o ranking do TripAdvisor