Archives Junho 2023

O que é um funil de vendas B2B e qual a diferença para um funil B2C?

Um funil de vendas B2B refere-se a uma sequência de estágios pelos quais os clientes B2B passam até concluir um ciclo de vendas. Seu principal objetivo é converter prospects de negócios (leads) em clientes. Os funis de vendas B2B são específicos para determinados produtos, mas sua estrutura geral segue o modelo de jornada de compras: Conscientização > Interesse > Desejo > Ação.

Embora seja tentador olhar para o seu funil de vendas de marketing B2B como uma progressão linear, na realidade, os clientes em potencial irão subir e descer no funil, às vezes de forma linear outras vezes não.

Um funil de cliente B2B leva mais tempo para ser otimizado porque requer um tráfego significativo para permitir a análise das métricas e avaliação dos resultados.

Isso também envolve seguir uma estratégia para influenciar as decisões dos clientes em potencial a seu favor, para que mais deles decidam se tornar seus clientes. 

Para pequenas organizações com pouco tráfego, a melhor abordagem é encontrar as falhas no funil e corrigi-las. Na maioria das vezes, são formulários com falhas, links quebrados e etapas ausentes para uma jornada completa do usuário. 

Funil de vendas B2B x B2C

A diferença entre um funil de vendas B2B e B2C é o nível de complexidade adicional nos funis B2B em oposição aos B2C. Os funis B2B são mais complexos porque o ciclo de vendas B2B é mais longo que o B2C. Um ciclo de vendas mais longo requer mais estágios no meio do funil para que os compradores concluam sua avaliação da adequação do produto à empresa.

Por que os ciclos de vendas B2B são mais longos que os do B2C?

a duração de um ciclo de vendas geralmente é determinada pelo custo associado ao produto ou serviço. Uma oferta cara geralmente leva mais tempo para a tomada de decisão e compra. A diferença pode ser de 1 dia para B2C a 6 meses para B2B.

Outra razão para isso é que o processo de compra B2B é muitas vezes altamente estruturado e examinado.

Quais são as etapas de um funil de vendas B2B?

Cada funil B2B é único. Um funil B2B SaaS não parecerá um funil de comércio eletrônico B2B ou um funil de solução personalizada. Cada um exigirá ativos específicos diferentes para cobrir os estágios essenciais do funil. Dito isso, todos os funis de marketing B2B compartilham os mesmos estágios conceituais que passam pela jornada psicológica e prática do cliente.

3 etapas em um funil de marketing B2B

Os funis de marketing B2B têm pelo menos três estágios que representam o início, o meio e o fim da jornada do cliente para fazer uma compra. Muitas equipes de marketing e vendas adicionam mais estágios para refletir seus ciclos de vendas mais longos. Eles também podem estender o funil para aumentar o engajamento, a retenção e a fidelização dos clientes existentes.

Topo do funil: Consciência

Na fase de conscientização, o potencial cliente descobre seu problema e busca analisá-lo. A persona-alvo é o usuário final do seu produto ou serviço. 

Tomemos, por exemplo, uma startup que oferece programas de treinamento e orientação para funcionários. A startup precisa envolver os funcionários que precisam de orientação, bem como os gerentes que desejam melhorar o crescimento e o moral dos membros de sua equipe. Essas duas personas têm diferentes pontos de interesse e objetivos, então a startup cria diferentes campanhas de marketing para elas.

Persona-alvo: usuários finais, gerentes

Materiais de marketing: postagens de blog orientadas a SEO, recursos de mídia, listas de verificação, anúncios

KPIs relevantes: rolagens de página, inscrições para conteúdo, cliques em anúncios, leads gerados

Meio do Funil: Consideração

No estágio de consideração, um cliente em potencial avalia as soluções para seu problema (é quando ele compara sua oferta de negócios com a de um de seus concorrentes). 

Continuando com nosso exemplo, funcionários e gerentes perceberam que um programa de orientação para funcionários poderia resolver seus pontos problemáticos. Mas eles têm preocupações e até objeções à ideia. A startup precisa ajudar cada persona a superar essas objeções por meio de mensagens personalizadas sobre estratégias e recursos específicos que sejam relevantes para que as personas atinjam seus objetivos.  

Persona-alvo: usuários finais, gerentes, tomadores de decisão

Materiais de marketing: guias detalhados, e-books, boletins informativos, webinars, anúncios

KPIs relevantes: downloads, cliques, cliques em anúncios, leads qualificados gerados

Fundo do Funil: Decisão

Na fase de decisão, o potencial cliente avalia o seu produto ou serviço como solução para o seu problema. 

Digamos que os tomadores de decisão de uma empresa agora estejam convencidos de que devem lançar um programa de orientação de funcionários. Mas qual programa eles deveriam adotar? Com qual provedor de serviços eles devem trabalhar? O trabalho da startup nesta fase é convencer os tomadores de decisão a escolher seu programa.

Persona-alvo: tomadores de decisão (por exemplo, gerente, executivo de nível C, chefe de finanças)

Materiais de marketing: estudos de caso, white papers, demonstrações, depoimentos, comparações de produtos e preços, anúncios

KPIs relevantes: negócios fechados, valor do contrato

Vincule cada estágio a canais ou pontos de contato específicos

Ao mapear os pontos de contato dos compradores B2B para diferentes partes do funil, você pode identificar os canais de marketing mais adequados e eficazes para cada estágio. Você pode ver que os clientes geralmente descobrem sua empresa por meio de postagens de blog e que aqueles que eventualmente se tornam clientes mostram sinais precoces de interesse ao se inscrever em seu boletim informativo.

Você precisará ter um mapa de jornada do cliente – uma visualização de suas interações com o cliente – para poder vincular os pontos de contato aos estágios do funil. 

Exemplos de pontos de contato incluem:

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Agora você já sabe a diferença entre um funil de vendas B2B e B2C. E se você quer melhorar suas estratégias de marketing digital para gerar mais leads B2B e converter mais vendas para a sua empresa, entre em contato e fale com um consultor de marketing da MKWebb. Somos uma agência digital especializada em empresas B2B.

Um funil de vendas B2B refere-se a uma sequência de estágios pelos quais os clientes B2B passam até concluir um ciclo de vendas. Seu principal objetivo é converter prospects de negócios (leads) em clientes. Os funis de vendas B2B são específicos para determinados produtos, mas sua estrutura geral segue o modelo de

O que é um funil de vendas B2B e qual a diferença para um funil B2C?

Um funil de vendas B2B refere-se a uma sequência de estágios pelos quais os clientes B2B passam até concluir um ciclo de vendas. Seu principal objetivo é converter prospects de negócios (leads) em clientes. Os funis de vendas B2B são específicos para determinados produtos, mas sua estrutura geral segue o modelo de jornada de compras: Conscientização > Interesse > Desejo > Ação.

Embora seja tentador olhar para o seu funil de vendas de marketing B2B como uma progressão linear, na realidade, os clientes em potencial irão subir e descer no funil, às vezes de forma linear outras vezes não.

Um funil de cliente B2B leva mais tempo para ser otimizado porque requer um tráfego significativo para permitir a análise das métricas e avaliação dos resultados.

Isso também envolve seguir uma estratégia para influenciar as decisões dos clientes em potencial a seu favor, para que mais deles decidam se tornar seus clientes. 

Para pequenas organizações com pouco tráfego, a melhor abordagem é encontrar as falhas no funil e corrigi-las. Na maioria das vezes, são formulários com falhas, links quebrados e etapas ausentes para uma jornada completa do usuário. 

Funil de vendas B2B x B2C

A diferença entre um funil de vendas B2B e B2C é o nível de complexidade adicional nos funis B2B em oposição aos B2C. Os funis B2B são mais complexos porque o ciclo de vendas B2B é mais longo que o B2C. Um ciclo de vendas mais longo requer mais estágios no meio do funil para que os compradores concluam sua avaliação da adequação do produto à empresa.

Por que os ciclos de vendas B2B são mais longos que os do B2C?

a duração de um ciclo de vendas geralmente é determinada pelo custo associado ao produto ou serviço. Uma oferta cara geralmente leva mais tempo para a tomada de decisão e compra. A diferença pode ser de 1 dia para B2C a 6 meses para B2B.

Outra razão para isso é que o processo de compra B2B é muitas vezes altamente estruturado e examinado.

Quais são as etapas de um funil de vendas B2B?

Cada funil B2B é único. Um funil B2B SaaS não parecerá um funil de comércio eletrônico B2B ou um funil de solução personalizada. Cada um exigirá ativos específicos diferentes para cobrir os estágios essenciais do funil. Dito isso, todos os funis de marketing B2B compartilham os mesmos estágios conceituais que passam pela jornada psicológica e prática do cliente.

3 etapas em um funil de marketing B2B

Os funis de marketing B2B têm pelo menos três estágios que representam o início, o meio e o fim da jornada do cliente para fazer uma compra. Muitas equipes de marketing e vendas adicionam mais estágios para refletir seus ciclos de vendas mais longos. Eles também podem estender o funil para aumentar o engajamento, a retenção e a fidelização dos clientes existentes.

Topo do funil: Consciência

Na fase de conscientização, o potencial cliente descobre seu problema e busca analisá-lo. A persona-alvo é o usuário final do seu produto ou serviço. 

Tomemos, por exemplo, uma startup que oferece programas de treinamento e orientação para funcionários. A startup precisa envolver os funcionários que precisam de orientação, bem como os gerentes que desejam melhorar o crescimento e o moral dos membros de sua equipe. Essas duas personas têm diferentes pontos de interesse e objetivos, então a startup cria diferentes campanhas de marketing para elas.

Persona-alvo: usuários finais, gerentes

Materiais de marketing: postagens de blog orientadas a SEO, recursos de mídia, listas de verificação, anúncios

KPIs relevantes: rolagens de página, inscrições para conteúdo, cliques em anúncios, leads gerados

Meio do Funil: Consideração

No estágio de consideração, um cliente em potencial avalia as soluções para seu problema (é quando ele compara sua oferta de negócios com a de um de seus concorrentes). 

Continuando com nosso exemplo, funcionários e gerentes perceberam que um programa de orientação para funcionários poderia resolver seus pontos problemáticos. Mas eles têm preocupações e até objeções à ideia. A startup precisa ajudar cada persona a superar essas objeções por meio de mensagens personalizadas sobre estratégias e recursos específicos que sejam relevantes para que as personas atinjam seus objetivos.  

Persona-alvo: usuários finais, gerentes, tomadores de decisão

Materiais de marketing: guias detalhados, e-books, boletins informativos, webinars, anúncios

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Fundo do Funil: Decisão

Na fase de decisão, o potencial cliente avalia o seu produto ou serviço como solução para o seu problema. 

Digamos que os tomadores de decisão de uma empresa agora estejam convencidos de que devem lançar um programa de orientação de funcionários. Mas qual programa eles deveriam adotar? Com qual provedor de serviços eles devem trabalhar? O trabalho da startup nesta fase é convencer os tomadores de decisão a escolher seu programa.

Persona-alvo: tomadores de decisão (por exemplo, gerente, executivo de nível C, chefe de finanças)

Materiais de marketing: estudos de caso, white papers, demonstrações, depoimentos, comparações de produtos e preços, anúncios

KPIs relevantes: negócios fechados, valor do contrato

Vincule cada estágio a canais ou pontos de contato específicos

Ao mapear os pontos de contato dos compradores B2B para diferentes partes do funil, você pode identificar os canais de marketing mais adequados e eficazes para cada estágio. Você pode ver que os clientes geralmente descobrem sua empresa por meio de postagens de blog e que aqueles que eventualmente se tornam clientes mostram sinais precoces de interesse ao se inscrever em seu boletim informativo.

Você precisará ter um mapa de jornada do cliente – uma visualização de suas interações com o cliente – para poder vincular os pontos de contato aos estágios do funil. 

Exemplos de pontos de contato incluem:

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Agora você já sabe a diferença entre um funil de vendas B2B e B2C. E se você quer melhorar suas estratégias de marketing digital para gerar mais leads B2B e converter mais vendas para a sua empresa, entre em contato e fale com um consultor de marketing da MKWebb. Somos uma agência digital especializada em empresas B2B.

Um funil de vendas B2B refere-se a uma sequência de estágios pelos quais os clientes B2B passam até concluir um ciclo de vendas. Seu principal objetivo é converter prospects de negócios (leads) em clientes. Os funis de vendas B2B são específicos para determinados produtos, mas sua estrutura geral segue o modelo de

Tintas Verginia conquista selo Aterro Zero e reduz custos operacionais em 20%

Em 2022, a empresa destinou corretamente 330 toneladas de resíduos sólidos e cortou uso de filme plástico

Além da redução de custos, a companhia paranaense gerou uma receita extra de R$ 50 mil no ano com a venda dos materiais reciclados, como latas de aço, plásticos e papelão

No último ano, a Tintas Verginia deixou de enviar para aterros sanitários mais de 330 toneladas de resíduos sólidos produzidos no seu centro de distribuição e fábrica de tintas no Paraná. Por isso, a empresa acaba de receber o selo Aterro Zero, concedido pela Performa Serviços Ambientais, uma empresa do grupo KWM – Kapersul Waste Management. O certificado atesta que a política de gestão de resíduos sólidos atende às normas ambientais nacionais e internacionais e que a empresa faz a coleta e a destinação dos seus resíduos sólidos de forma correta, sem enviar um único grama para aterros sanitários. “Este selo é parte importante do nosso processo de profissionalização das práticas de ESG dentro da empresa. Sempre buscamos melhorar processos e realizar ações para gerar impactos positivos na sociedade e no meio ambiente. Mas, desde 2021, estamos unificando as iniciativas existentes e implementando outras para mostrar que toda e qualquer empresa, independente do seu faturamento e do seu segmento, pode e deve investir em boas práticas de ESG”, afirma Eduardo Bathke, diretor geral da Tintas Verginia.

Em 2022, a empresa destinou 225 toneladas de resíduos comuns, sólidos contaminados e borra de tinta para uso no coprocessamento pelas indústrias cimenteiras da Região Metropolitana de Curitiba. Outras 72 toneladas de plásticos, metal, papelão e entulhos foram recicladas. E cerca de 4 toneladas de madeiras foram transformadas em biomassa. Os procedimentos geraram uma economia de 20% nos custos de destinação em 2022, em relação a 2021. “Isso representou uma economia de aproximadamente R$ 30 mil no ano, valor que pôde ser direcionado para outros projetos de ESG da empresa”, destaca Bathke. Além da redução de custos, a companhia paranaense gerou uma receita extra de R$ 50 mil no ano com a venda dos materiais reciclados, como latas de aço, plásticos e papelão.

A Tintas Vergínia também tem ações para reduzir a produção de resíduos. Uma delas eliminou 90% do filme plástico stretch utilizado no armazenamento e transporte de tintas. Esse produto de polietileno, feito à base de petróleo e que pode levar até 150 anos para se decompor na natureza, foi substituído por cintas reutilizáveis, que garantem a segurança no transporte paletizado dos galões de tintas. Bathke revela que a estratégia e planejamento ESG exigiu um investimento inicial de apenas R$ 50 mil anuais na contratação da consultoria que está auxiliando a Tintas Vergínia nessa área. Entre os retornos e benefícios desse investimento para o negócio, o empresário lista o aumento do impacto positivo da empresa na comunidade, entre colaboradores, clientes e fornecedores, a incorporação de boas práticas de sustentabilidade na cultura da empresa, a maior transparência e comunicação e o acesso a investidores e clientes conscientes.

Em 2022, a empresa destinou corretamente 330 toneladas de resíduos sólidos e cortou uso de filme plástico

Rede HiperZoo torna-se o primeiro atacarejo pet do Paraná

Previsão é de crescer 86% em vendas com atenção aos pequenos comerciantes de Curitiba e região

Ao contrário do que aconteceu em outros setores, o mercado pet teve um aumento no consumo durante a pandemia

Com investimento de quase R$ 5 milhões, o HiperZoo Pet Atacado evoluiu de megastore para atacarejo, tornando-se a primeira loja do gênero no Paraná. Com mais de 2 mil metros quadrados, a loja passou por reforma, incremento de 50% no estoque, um novo modelo de precificação e, agora, passa a atender também nessa modalidade, seguindo o movimento dos atacadistas do setor alimentício. O foco da empreitada são os pequenos e micro comerciantes, para quem a marca prepara condições comerciais especiais. Com a ampliação, surgiram mais 70 empregos diretos e indiretos. Aos sete anos, a rede tem seis lojas e previsão de abertura da sétima ainda este ano em Curitiba, um crescimento nas vendas calculado em 86%. O estoque soma mais de 30 mil itens de diversas categorias, como alimentação, higiene e limpeza, farmácia veterinária, boutique e acessórios – além de atendimento especializado em banho e tosa, pet wash (local onde o próprio tutor pode banhar o seu pet), consultório veterinário e café pet friendly.

Segundo a sócia-diretora do HiperZoo, Patricia Maeoka, ao contrário do que aconteceu em outros setores, o mercado pet teve um aumento no consumo durante a pandemia. “As pessoas buscam um único lugar que atenda às necessidades dos pets, que já se tornaram membros da família. Antes, um mesmo cliente precisava frequentar quatro locais diferentes”, recorda. A mudança também se inspirou em uma pesquisa interna em que foi possível identificar a dificuldade dos pequenos comerciantes de bairro. “No atacado, teremos condições comerciais e produtos para atender a toda a capital e região metropolitana, além de algumas cidades do interior e litoral. Nosso objetivo é chegar aos comerciantes do setor oferecendo melhores condições comerciais e prazo de pagamento, sem valor mínimo de compra”, completa Maeoka. Segundo dados do DataHub 2022, o Paraná é um dos cinco maiores mercados no segmento pet do Brasil, com concentração de 7% das empresas de todo o país. A mesma pesquisa revela que existem mais de 110 mil empresas e microempresas nesse mercado, representadas por pet shops, banho e tosa, adestradores e creches, de Norte a Sul do Brasil. Só em Curitiba são 2.170 lojas.

Previsão é de crescer 86% em vendas com atenção aos pequenos comerciantes de Curitiba e região

Curitiba é segundo ecossistema emergente mais promissor para startups na América Latina

Capital do Paraná ficou atrás apenas do Rio de Janeiro. Belo Horizonte, Monterrey, no México, e Porto Alegre completam o Top Five

Curitiba é a casa de três unicórnios e de cerca de 600 outras startups que buscam também crescimento com o apoio do Vale do Pinhão

Curitiba é o segundo ecossistema emergente mais promissor para startups na América Latina. O resultado consta no ranking Global Startup Ecosystem Report 2023 (GSER2023), divulgado na última quinta-feira (15) e considerado um dos mais abrangentes sobre o ecossistema de startups no mundo. Na 11ª edição do estudo feito pelo Startup Genome, a capital paranaense é apontada como o segundo lugar no Top 5 dos ecossistemas emergentes latino-americanos (Top 5 Emerging Ecosystems – Regional Insights Latin America), atrás apenas do Rio de Janeiro. Em 2020, a capital paranaense havia aparecido pela primeira vez no relatório do Startup Genome. Em sua estreia na publicação, foi citada no Top 100 do relatório de ecossistemas de startups mais promissores do mundo (Top 100 Emerging Ecosystem Ranking). Naquele ano, porém, o estudo não indicou as colocações gerais ou regionais para este quesito.

Em menos de um mês, este é o segundo reconhecimento internacional que a capital paranaense recebe em relação ao ecossistema para startups. No fim de maio, Curitiba já havia figurado em outro ranking internacional sobre startups: pelo terceiro ano consecutivo, foi eleita segunda melhor cidade do Brasil para startups, no Startup Ecosystem Index Report 2023, outro importante relatório internacional sobre ambientes para startups. Figurar como “ecossistema emergente” do Global Startup Ecosystem Report significa estar entre as comunidades que apresentam alto potencial para ter melhores desempenhos globais nos próximos anos. “Somos uma cidade já é premiada e reconhecida como inovadora, conectada e smart city e este levantamento confirma que Curitiba não é só um ótimo ambiente para as startups, como emergente, mas ainda tem muito a ofertar”, destaca o presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, Dario Paixão. Ele também reforçou que Curitiba é a casa de três startups unicórnios (com avaliação de mercado acima de US$ 1 bilhão) e de cerca de 600 outras startups que buscam também crescimento escalável com o apoio do Vale do Pinhão. No GSER2023, Curitiba ficou atrás apenas do Rio de Janeiro no Top 5 dos ecossistemas emergentes da América Latina. Belo Horizonte (MG), Monterrey (México) e Porto Alegre (RS) completam a lista.

Investimento em capital de risco
O GSER2023 também conferiu a Curitiba o segundo lugar entre as cidades brasileiras com mais investimento em capital de risco per capita em startups (Venture Capital fundings). Na América Latina, a cidade ficou com o quinto lugar neste quesito (Top 5 Ecosystems by VC funding per capita), atrás apenas de São Paulo (SP), Bogotá (Colômbia), Cidade do México (México) e Santiago (Chile). Os investimentos de capital de risco são, em geral, a aplicação de recursos em negócios de pequeno e médio porte e em fase inicial e com faturamento considerável e para alavancar a aceleração do negócio. Em troca, o investidor desse tipo de investimento torna-se sócio e estabelece metas rigorosas para que o potencial de crescimento se concretize.

O GSER é divulgado anualmente pelo Startup Genome, organização líder mundial de consultoria de políticas e de pesquisas sobre organizações públicas e privadas comprometidas em acelerar o sucesso de seus ecossistemas de startups no mundo. Seu relatório anual mapeia os principais sistemas de startups do mundo, os emergentes, tendências do setor e principais desafios. Os resultados são medidos a partir de uma extensa pesquisa e análise de dados de 3,5 milhões de startups e 290 ecossistemas globais. O estudo é referência para empreendedores que pretendem ingressar na cena de startups de determinada cidade ou país, para investidores a procura de novos e promissores talentos e para negócios já consolidados que podem aumentar sua gama de contatos dentro da área de atuação.

O Vale do Silício (EUA) continua liderando o ranking GSER, entre os ecossistemas mundiais de startups, seguido por Nova Iorque (EUA), Londres (Inglaterra), Los Angeles (EUA) e Tel Aviv (Israel). São Paulo é a única cidade brasileira no Top 30 mundial de ambientes para startups, em 26º lugar no Global Startup Ecosystem Report do Startup Genome. “Outras cidades brasileiras também estão desenvolvendo rapidamente sua própria tecnologia comunidades de startups, beneficiando-se do Marco Legal para Startups, lançado em junho de 2021, que incentiva as empresas a experimentar tecnologias inovadoras e modelos de negócios”, apontou o relatório, sobre o momento do ecossistema brasileiro como um todo.

Capital do Paraná ficou atrás apenas do Rio de Janeiro. Belo Horizonte, Monterrey, no México, e Porto Alegre completam o Top Five

Prati-Donaduzzi torna-se a maior produtora de comprimidos da América Latina com nova fábrica

Expansão da planta de Toledo, no Oeste do Paraná, deve gerar cerca de 400 empregos diretos e indiretos

A empresa projeta ainda dobrar os investimentos nos próximos cinco anos, com um novo aporte que chegará a R$ 1,2 bilhão

A nova planta da Prati-Donaduzzi, indústria líder nacional na produção de medicamentos genéricos localizada em Toledo, no Oeste do Paraná, foi inaugurada na terça-feira (20). Com a nova fábrica, destinada à produção de medicamentos sólidos, a empresa passa a ser a maior produtora de comprimidos da América Latina. O investimento na unidade, que tem quase 11 mil metros quadrados, é de mais de R$ 300 milhões e deve gerar cerca de 400 empregos diretos e indiretos. A ampliação faz parte de um importante projeto de crescimento do grupo, que totaliza R$ 650 milhões, mas deve ser dobrado nos próximos anos, e atrela a expansão física a investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação. A farmacêutica paranaense é a maior fabricante de medicamentos genéricos do país, com capacidade produtiva de 12 bilhões de doses terapêuticas por ano.  De acordo com Carlos Massa Ratinho Junior, governador do Paraná, a iniciativa é uma conquista para o estado. “A empresa já gera 4,5 mil empregos diretos no Paraná e vai ampliar ainda mais esse alcance. Criamos um ambiente favorável para a atração de investimentos e geração de empregos”, afirmou no ato de inauguração da unidade. 

A marca estima presença em mais de 55 mil farmácias, 36 mil Unidades Básicas de Saúde e impacto diário na vida de 25 milhões de brasileiros. Com esta expansão, serão 3,6 bilhões de doses a mais produzidas por ano, chegando a uma capacidade total futura de 17 bilhões de doses, um incremento de 30% na produção. A nova planta vai produzir medicamentos para uma série de doenças, como diabetes e do aparelho cardiovascular. Para dar suporte ao aumento na produção de medicamentos, a Prati-Donaduzzi também construiu um novo centro de distribuição, que amplia em 60% a capacidade de armazenamento, além de melhorar as operações de distribuição. São mais de 14 mil metros quadrados de área e aproximadamente 17.500 posições de paletes. O novo centro vai levar mais agilidade, controle, qualidade e segurança no processo logístico. Também foram modernizadas as plantas atuais da indústria, com equipamentos mais avançados, incluindo uma nova linha de embalagens com tecnologia automatizada e de alto desempenho.

“Essa entrega é a concretização de um ciclo de investimentos. Nós temos nela o que há de mais avançado no mundo, de marcas alemãs e italianas. Em breve queremos ter certificação de agências internacionais, tudo isso é parte de um projeto de internacionalização da nossa marca”, acrescentou Éder Maffissoni, presidente da Prati-Donaduzzi. “Temos como projeto dobrar de tamanho a cada cinco anos. Estamos concluindo o último ciclo e já iniciando o próximo”, prevê o empresário.A empresa projeta ainda dobrar os investimentos nos próximos cinco anos, com um novo aporte que chegará a R$ 1,2 bilhão. Metade desse valor será para pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, mas o recurso também será aplicado na construção de novas plantas, modernização das atuais e na aceleração do processo de internacionalização da companhia.

Fundada em 1993, a Prati-Donaduzzi é uma indústria farmacêutica especializada no desenvolvimento e na produção de medicamentos genéricos, principalmente anti-inflamatórios, antibióticos e comprimidos para combater obesidade, diabetes, pressão alta e dor. A indústria possui um dos maiores portfólios de medicamentos genéricos do Brasil. A empresa é líder em volume de produção de medicamentos genéricos, mesmo com uma concorrência com outros 150 laboratórios farmacêuticos no país. A empresa conta com cerca de 5 mil funcionários, sendo 4,5 mil no Paraná. A Prati-Donaduzzi é a 148ª maior empresa da região e também a 55ª maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Expansão da planta de Toledo, no Oeste do Paraná, deve gerar cerca de 400 empregos diretos e indiretos

Itaú Personnalité inaugura novo espaço no Sul

Agência em Santa Maria, voltada para clientes de alta renda, é a 26ª do banco na região

O Itaú Personnalité passou por processo de transformação que busca responder e se antecipar às necessidades dos clientes de maior poder aquisitivo

Santa Maria (RS) é a cidade escolhida para a primeira inauguração do plano de expansão do Itaú Personnalité, que atua no mercado de alta renda no Brasil há 28 anos. A unidade será a nona no Rio Grande do Sul, sendo seis em Porto Alegre. Ainda neste ano a capital gaúcha deve ganhar um Investment Center com espaço para o Personnalité. Canoas, na região metropolitana, também ganhará uma agência da marca. Com a abertura do espaço em Santa Maria, a bandeira passa a contar com 26 agencias do Personnalité no Sul, sendo 12 no Paraná e outras cinco em Santa Catarina. Ainda neste ano estão previstas mais sete inaugurações em diferentes regiões do país, além de cinco novos Investment Centers, sendo o primeiro na cidade do Rio de Janeiro. O Brasil conta atualmente com 227 espaços do Itaú Personnalité.

O Itaú Personnalité passou por processo de transformação que busca responder e se antecipar às necessidades dos clientes de alta renda. O atual modelo de atendimento proporciona uma experiência figital, combinando o mundo físico com o digital, uma tendência adotada pelo sistema bancário nacional que ganhou velocidade nos últimos três anos. Além disso, a bandeira revisitou completamente a forma de recompensar os clientes, oferecendo benefícios através de um programa de relacionamento específico. “Nosso propósito é ser um aliado dos clientes, oferecendo as melhores soluções de investimentos e benefícios. A experiência figital tem a ver com dar autonomia para o cliente escolher como ele prefere se relacionar conosco, oferecer consultoria especializada para que ele tome as melhores decisões e uma experiência sempre única que converse com suas ambições, objetivos e momento de vida”, promete Adriana dos Santos, diretora do Itaú Personnalité.

“Quando estudamos o Brasil, também entendemos o quanto temos pessoas e, consequentemente, culturas diversas. Por isso, queremos levar a nossa marca para cada região, de uma forma única. Assim, em complemento as ações de banking que serão realizadas no espaço inaugurado em Santa Maria, também passamos a oferecer eventos e experiências intimistas, para que os clientes usufruam dos benefícios de ser Personnalité”, conta a executiva, destacando a importância dos aspectos regionais na estratégia de expansão da bandeira voltada para o público de maior poder aquisitivo, característica existente da população do Sul. O Íon traz um novo conceito de assessoria de investimento personalizada, integrando informação, recomendação e acompanhamento. O segmento também desenvolveu um novo modelo de remuneração variável para o time de assessores garantir aconselhamento isento – com sua remuneração atrelada ao sucesso da carteira oferecida, sempre alinhada aos perfis e objetivos de cada cliente. “Fortalecemos nosso sistema de investimentos com foco em uma plataforma aberta com produtos em todas as modalidades do mercado, no Brasil e exterior. Criamos um ecossistema composto por especialistas de investimento, gerentes de relacionamento e novas tecnologias, que agem de maneira integrada”, conclui Adriana.

Agência em Santa Maria, voltada para clientes de alta renda, é a 26ª do banco na região

Fintech catarinense Asaas recebe aporte de R$ 100 milhões

Companhia deseja antecipar alguns objetivos já mapeados, como bater a marca de 1 milhão de clientes nos próximos três anos

Piero e Diego Contezini, fundadores do Asaas: companhia de Joinville projeta abrir capital no futuro

O Asaas, fintech com operações em Santa Catarina, acaba de receber um novo aporte financeiro. A companhia captou mais R$ 100 milhões. A empresa recebeu uma injeção de capital realizada por investidores atuais (Bradesco Private Equity & Venture Capital, Parallax Ventures, Light Capital Group e Escala) e novos fundos que entraram no capital da companhia, entre eles a TM3 Capital. O movimento financeiro também teve apoio do Banco de Investimentos UBS e do Banco XP de Investimentos. O valor investido será destinado apenas para atender fins regulatórios do Banco Central, já que o Asaas já opera no positivo e busca financiar boa parte de seu crescimento com a sua própria geração de caixa. Este não é o primeiro aporte recebido pela companhia. Em 2020 o Bradesco Private Equity & Venture Capital, investiu R$ 37 milhões de reais no Asaas, somando ao todo, mais de R$ 90 milhões de reais em investimentos recebidos desde 2014. Em 2021, o Asaas realizou outro movimento importante concluindo duas aquisições da Base ERP e Code Money, que chegaram para ampliar o portfólio de produtos financeiros.

“Em virtude do crescimento, é natural que venhamos dar mais robustez ao balanço da companhia para continuar expandindo dentro das exigências regulatórias de nossas licenças de IP (Instituição de Pagamentos) e SCD (Sociedade de Crédito Direto) autorizadas pelo Banco Central do Brasil. A empresa se mostrou atrativa mesmo em cenário adverso de captação, além de investidores nacionais e internacionais, desta vez optamos em trazer referências locais também próximas à companhia. Foi uma das maneiras que encontramos em retribuir para o ecossistema parte do que a gente vem gerando de impacto positivo, também tendo em vista que temos a intenção de fazer nosso IPO no futuro”, revela Piero Contezini, cofundador e presidente da companhia sediada em Joinville. A expectativa é também de antecipar alguns objetivos já mapeados, como alcançar a receita de R$ 1 bilhão e bater a marca de 1 milhão de clientes nos próximos três anos. O novo aporte também dará ao Asaas a possibilidade de expandir a atuação nos clientes atuais e em novos mercados com um produto financeiro ainda mais robusto, ampliando a oferta de BaaS (Banking as a Service) para atender grandes operações que buscam soluções tecnológicas para serviços financeiros, se beneficiando da escala e do forte DNA tecnológico da companhia. “Além, é claro, de nos possibilitar continuar crescendo com consistência e, principalmente, consciência. Estamos muito animados com mais este novo passo”, finaliza Contezini.

Companhia deseja antecipar alguns objetivos já mapeados, como bater a marca de 1 milhão de clientes nos próximos três anos

Curitiba está, mais uma vez, entre as sete comunidades mais inteligentes do mundo

Desde 2019 é a capital paranaense é a única cidade latino-americana a integrando o ranking publicado pelo ICF

Entre as ações da capital paranaense que se destacaram na avaliação do ICF, estão o compromisso com a sustentabilidade e ser um destino atraente para empresas inovadoras e talentos de ponta

Pelo terceiro ano consecutivo, Curitiba foi eleita uma das sete comunidades mais inteligentes do mundo, segundo o Intelligent Community Forum (ICF, sigla para Fórum de Comunidades Inteligentes), referência internacional em pesquisas sobre cidades inteligentes. Assim como foi em 2021 e em 2022, a capital paranaense é a única cidade da América Latina a ir para a grande final entre as sete indicadas. Nos últimos cinco anos, Curitiba tem figurado entre os destaques do IFC. Desde 2019 também é a única cidade latino-americana a integrando o ranking das 21 comunidades mais inteligentes do mundo. O anúncio do Top7 Intelligent Communities 2023 foi feito, na terça-feira (20), durante conferência do ICF, realizada em Ontário, no Canadá. O ICF é uma organização sem fins lucrativos, voltada para pesquisa de políticas de comunidades inteligentes, envolvendo todo o ecossistema da cidade, focadas na criação de empregos e desenvolvimento econômico sustentável.

A premiação reconhece ações de governança para prosperidade econômica, saúde social e riqueza cultural, que juntas tornam uma comunidade forte e resiliente. Pelo terceiro ano consecutivo, em 2023, a capital do Paraná avançou ao Top 7 das que seguem para a grande final, em outubro, durante o evento ICF Global Summit 2023, na cidade de Nova Iorque (EUA), quando será anunciado o nome da comunidade mais inteligente do mundo deste ano. Avançaram para o Top 7 cidades e municípios de cinco países, sendo: Curitiba (Brasil); Binh Duong Smart City (Vietnã), Coral Gables e Hilliard (EUA), Greater Geelong e Sunshine Coast (Austrália) e Durham Region (Canadá). “Este grupo talvez seja o mais maduro e diversificado de comunidades do Top 7 que tivemos até agora. A maioria trabalha em seus programas digitais e de aceleração há anos e fez progressos históricos para seus países”, avalia Louis Zacharilla, cofundador do ICF.

Entre as ações da capital paranaense que se destacaram na avaliação do ICF estão o compromisso com a sustentabilidade e ser um destino atraente para empresas inovadoras e talentos de ponta. A cidade também desenvolveu o Programa Fala Curitiba, impulsionando o engajamento cívico de todos os seus 75 bairros e envolvendo os cidadãos na construção de orçamentos e planos de desenvolvimento. Curitiba tem expandido o nível de conectividade para sua população, tornando-se a cidade com maior uso de 5G em todo o Brasil.

Ainda segundo o ICF, as comunidades deste Top 7 representam modelos de transformação econômica e social no século 21. Cada uma exemplifica as melhores práticas em implantação e uso de banda larga, desenvolvimento da força de trabalho, inovação, inclusão digital e defesa que “oferecem lições para regiões, cidades e vilas em todo o mundo, traçando novos caminhos para a prosperidade duradoura de seus cidadãos, empresas e instituições”. O presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, Dario Paixão, destaca que o trabalho realizado no Vale do Pinhão é o mesmo caminho das demais selecionadas pelo ICF. “Para ser uma comunidade inteligente não é necessário ter economias ou os centros de tecnologia mais avançados do mundo. O investimento em um ecossistema de inovação que integre seus atores para que a cidade se desenvolva não só economicamente, mas também em qualidade de vida, é algo que Curitiba já faz e serve de modelo”, afirma.

Seleção do Top 7
O Top 7 foi escolhido a partir de uma seleção prévia, o Smart21, divulgado em fevereiro pelo ICF com a lista das 21 comunidades mundiais mais inteligentes do mundo, em que Curitiba foi selecionada pelo quinto ano consecutivo. O ICF usa um método analítico rigoroso para selecionar o Top 7, a partir da análise de questionários que cada cidade ou região preenche, informando suas ações de governança para prosperidade econômica inclusiva, saúde social e riqueza cultural, que juntas tornam uma comunidade forte e resiliente. Uma equipe acadêmica internacional de analistas revisa os questionários, classifica cada um deles em dezenas de fatores e produz uma classificação quantitativa dos candidatos, que define as sete principais comunidades inteligentes da ICF no ano.

Desde 2019 é a capital paranaense é a única cidade latino-americana a integrando o ranking publicado pelo ICF

Maria Teresa Bustamante toma posse na Câmara de Comércio Internacional

Essa é a primeira vez que o Brasil ocupa uma cadeira no conselho

Maria Teresa destaca que a eleição é um reconhecimento ao trabalho desenvolvido ao longo de vários anos, sempre focando os negócios internacionais como estratégia de atuação para as empresas

Nesta quarta-feira (21) a presidente da Câmara de Comércio Exterior da Federação das Indústrias (Camex-Fiesc), Maria Teresa Bustamante, toma posse no conselho da Câmara de Comércio Internacional (ICC). Essa é a primeira vez que o Brasil ocupa uma cadeira no conselho. A solenidade será durante o congresso mundial do ICC, realizado em Genebra, na Suíça. O ICC/WFC é o órgão que delibera sobre as normas e regras aplicadas nas operações de comércio exterior que, posteriormente, são internalizadas no ordenamento jurídico de mais de 180 países. Também atua de forma direta no ordenamento e supervisão de emissão de certificados de origem, arbitragem, mediação e conciliação de temas ligados à internacionalização, com foco nas pequenas e médias empresas.

Maria Teresa destaca que a eleição é um reconhecimento ao trabalho desenvolvido ao longo de vários anos, sempre focando os negócios internacionais como estratégia de atuação para as empresas. “A participação permite conviver antecipadamente com os temas de regulação, cada vez mais voltados a exigir o cumprimento de normas de meio ambiente e sustentabilidade. E os contatos vão possibilitar aprender novos nichos de atuação, aperfeiçoar o que já fazemos bem, além de colocar na rota global as ações da Fiesc, contribuindo para que a indústria possa ampliar sua inserção no mercado externo”, afirma. Ela destaca ainda que a Camex iniciará uma nova frente de atuação dentro do Programa Intercomp da federação industrial catarinense, que tem na internacionalização um dos seus pilares de atuação. Com sede em Paris, na França, o ICC foi criado em 1919 e representa 45 milhões de empresas em mais de 170 países e atua para facilitar o comércio internacional das empresas. O ICC integra a rede mundial de câmaras de comércio, por meio do WCF-World Chamber Federation, representando mais de 1.400 câmaras de todo o mundo.

Essa é a primeira vez que o Brasil ocupa uma cadeira no conselho

PipeRun lançará nova plataforma de atendimento e novidades em vendas de recorrências na ABRINT

Durante a programação do evento, CRM apresentará diversas funcionalidades ao mercado de provedores de internet

Sócios da PipeRun: a salestech cresceu 1.500% em receita recorrente mensal nos últimos cinco anos

Plataforma de aceleração de vendas que busca automatizar e aumentar a performance comercial de empresas, a PipeRun estará presente no Encontro Nacional ABRINT deste ano — que ocorre entre os dias 24 e 26 de maio, em São Paulo. Durante o evento, a PipeRun lançará sua nova plataforma de atendimento, além de apresentar novidades em vendas de recorrências. A salestech, que cresceu 1.500% em receita recorrente mensal (MRR) nos últimos cinco anos, compartilhará em primeira mão diversas funcionalidades de marketing com captura de leads via campanhas de mídia paga e equipes de vendas PAP (porta a porta).Também falará sobre robôs de chatbot que atendem a legislação do SAC e protocolos de atendimento humanizado, além de novas integrações com ERPs e o gerador automatizado da segunda via de boleto. Todos esses recursos estão alinhados à nova estrutura de atendimento web e ao WhatsApp oficial. “Nossa unidade vertical para ISPs possui uma estrutura e diferenciais que unificam processos e sistemas, facilitando e apoiando o crescimento em vendas dos provedores de internet regionais”, explica o diretor de expansão da PipeRun, Sandro Wegner.

O mercado de provedores de internet no Brasil é caracterizado por uma combinação de grandes operadoras e provedores regionais e locais. Nos últimos anos, houve um aumento significativo no número de pequenos e médios provedores que iniciaram a expansão da infraestrutura de banda larga e conectividade em todo o país, especialmente em áreas rurais e regiões menos ocupadas. Nesse contexto de alta competição, as soluções tecnológicas da PipeRun ajudam as empresas a escalarem suas vendas. “Os provedores regionais e locais estão desempenhando um papel importante na diversificação do mercado e na promoção de uma maior competição entre os jogadores”, aponta Wegner. Segundo o diretor de expansão, o governo brasileiro tem implementado políticas e incentivos para facilitar o investimento e o crescimento do setor, buscando melhorar a qualidade, a velocidade e a cobertura da internet no país. De acordo com o Chief Revenue Officer (CRO) da PipeRun, Fausto Reichert, o evento da ABRINT é uma oportunidade única para os profissionais do segmento compartilharem conhecimento, discutirem inovações e firmarem parcerias. “É um momento especial. Estamos confiantes na expansão desse setor e nas soluções que desenvolvemos para o mercado de provedores de internet no Brasil”, afirma Reichert.

Durante a programação do evento, CRM apresentará diversas funcionalidades ao mercado de provedores de internet

Govtech Summit encoraja criação de ecossistema de inovação no setor público

As apresentações exploraram novas tecnologias e soluções que têm o potencial de modernizar a prestação de serviços da iniciativa pública

Leite ressaltou a importância da digitalização e da inovação como pontos centrais das estratégias de governo e de desenvolvimento

Voltado a profissionais do setor público, empreendedores digitais, especialistas em marketing digital e empreendedores de startups interessados em inovação e tecnologia em serviços governamentais, ocorreu na quinta-feira (15) e sexta-feira (16) o GovTech Summit POA. Com patrocínio do Banrisul, Badesul, BRDE e Governo do Estado do Rio Grande do Sul, o evento idealizado pela Agência Moove promoveu a conexão entre tomadores de decisão do setor público e empreendedores de startups por meio de palestras e exposições que abordam o universo GovTech. As apresentações exploraram novas tecnologias e soluções que têm o potencial de modernizar a prestação de serviços para o setor público. Ao longo dos painéis e palestras, a inserção do ecossistema de inovação no setor público comprovou ter grande importância para impulsionar a eficiência dos serviços governamentais. Afinal, ao trazer práticas e tecnologias inovadoras para a gestão pública, é possível otimizar processos, aumentar a transparência, melhorar a qualidade dos serviços oferecidos e promover uma maior participação dos cidadãos. Assim, são estimuladas soluções criativas e disruptivas, contribuindo para uma administração mais ágil e orientada ao atendimento das necessidades da sociedade. O governador Eduardo Leite participou, como palestrante, no painel intitulado “O poder público e os caminhos para a inovação e a transformação digital”. Ele ressaltou a importância da digitalização e da inovação como pontos centrais das estratégias de governo e de desenvolvimento. AMANHÃ esteve presente no evento e você confere, a seguir, os highlights das discussões.

O setor público cria amarras para si mesmo
O Fórum Inova Cidades, promovido pela Frente Nacional dos Prefeitos (FNP), é uma iniciativa que busca criar uma agenda voltada para impulsionar a inovação nas cidades. Composta por uma rede de secretários e dirigentes públicos, a organização desempenha um papel fundamental ao representar os municípios brasileiros perante os demais poderes, esferas governamentais e sociedade civil organizada, buscando fortalecer a interlocução e fomentar o progresso nas áreas de inovação e desenvolvimento urbano. Ao longo de um dos primeiros painéis do primeiro dia de evento, o vice-presidente de desenvolvimento regional do Fórum, Giovani Bernardo, juntou-se ao secretário de inovação de Porto Alegre e diretor regional do Fórum, Luiz Carlos Pinto; ao presidente do fórum, Antonio Carvalho; e à vice-presidente de relações institucionais do fórum, Ellen Benedetti, para falar sobre a importância da iniciativa para estimular a inovação e o progresso das cidades.

Bernardo relembra que o fórum foi responsável por trabalhar a atualização do modelo de antenas antes do leilão do 5G, e que Porto Alegre virou, inclusive, exemplo no assunto para o resto do país. “As dificuldades [dos municípios] são diferentes, mas as soluções acabam surgindo dos mesmos contextos”, avalia. Ele ressalta, no entanto, que a burocracia e as dificuldades em implementar alguns métodos mais inovadores acabam criando amarras para o setor. “Controlamos tanto [os processos] que acabamos freando. O Marco Legal das Startups é um exemplo. Não tivemos a capacidade, enquanto poder público, de começar a aplicar a lei, pois todos têm medo de começar e acabam esperando uns aos outros. E aí vem o papel do fórum”, explica. Já Ellen destaca que não basta apenas que o setor se torne mais tecnológico: é preciso ter em mente a finalidade dessas tecnologias e avaliar constantemente seus resultados. “Qual o propósito de ser mais tecnológico? É fundamental trazer as procuradorias para avaliar isso”, defende. O secretário de inovação de Porto Alegre faz coro ao discurso, ressaltando que “temos que ser um pouco ‘desacomodadores’. Se não perturbarmos o sistema, não saímos do lugar.”

Inovação ao alcance das pessoas
Jorge Krug, diretor geral de tecnologia de informação e inovação do Banrisul, e Claudio Gastal, presidente do Badesul, juntaram-se em um painel para falar sobre a importância de manter a transformação digital ao alcance das pessoas, e da estratégia correta para implementá-la no setor público. Para Gastal, há três pilares principais para esse processo: estratégia clara, liderança empoderada e o método. “Você tem de ter metodologia, um planejamento claro de como fazer as coisas e alguém empoderado para liderar a transformação digital na prefeitura e na empresa”, explica. “A transformação digital do Rio Grande do Sul foi traçada nessa linha, e é o que o tornou, hoje, o estado com o maior número de serviços digitais.”

Krug complementa que também é essencial que todo o quadro funcional da organização esteja alinhado, fazendo referência à transformação digital do Banrisul, que se deu por meio de hubs de inovação e inteligência artificial. “Se esses movimentos não tiverem entendimento e maturidade das áreas, em alguma parte o processo vai fracassar”, antecipa. Outro ponto importante e bastante desafiador, para ele, é garantir que a sociedade siga o mesmo ritmo dessas transformações. “Nesses dois últimos anos, tivemos o lançamento do Pix, que foi uma revolução na sociedade. Na época, houve uma grande onda de ataques cibernéticos e fraudes por mau entendimento da sociedade. Por isso, ela precisa estar acompanhando esse nível de evolução”, completa. Para ele, os próximos passos aos quais o governo e a sociedade precisam se atentar é o central banking digital currency, ou seja, o real digital, projeto do Banco Central do Brasil que deve ser lançado até 2024 e que será a versão eletrônica do real. A preocupação, segundo o diretor geral de tecnologia de informação e inovação do Banrisul, seguirá sendo a cibersegurança de toda a sociedade.

As apresentações exploraram novas tecnologias e soluções que têm o potencial de modernizar a prestação de serviços da iniciativa pública