Archives Maio 2023

Fontes renováveis respondem por 91,4% da energia gerada até abril

Os números atestam que o Brasil tem capacidade elevada de geração de energia limpa

O percentual por fonte indica que, entre os meses de janeiro a abril, a média atingiu 2,7% para a geração solar

Dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) revelam que, no período de janeiro a abril deste ano, as demandas de carga do Sistema Interligado Nacional (SIN) foram atendidas prioritariamente por fontes renováveis. A geração hidráulica, eólica e solar somada respondeu por 91,4%, na média, da energia elétrica distribuída pelo SIN à população brasileira. O número superou o resultado médio apurado para o mesmo período do ano passado, da ordem de 87,8%. Os percentuais foram de 91% em janeiro, 92,6% em fevereiro e 92,4% em março. Em abril, essas três fontes somadas registraram 89,4%. O percentual por fonte indica que, entre os meses de janeiro a abril, a média atingiu 77,2% para a geração hidráulica, 11,5% para eólica e 2,7% para a geração solar.

De acordo com o diretor-geral do ONS, Luiz Carlos Ciocchi, os números atestam que o Brasil tem capacidade elevada de geração de energia limpa, em comparação com outros países. “O sistema elétrico brasileiro já é sustentado por fontes renováveis que também oferecem segurança energética, isto é, conseguem atender plenamente às demandas de carga e potência”, explica. O diretor-geral destacou que os resultados são reflexo não só do bom aproveitamento de recursos, como também da ampliação do número de usinas e o crescimento das fontes renováveis, notadamente eólica e solar.

Os dados divulgados mostram, ainda, que, em abril deste ano, a energia armazenada, ou seja, a capacidade de gerar eletricidade pela força das águas, nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, registrou 86,2%, superando em 19,7 pontos percentuais o resultado de igual período do ano passado (66,5%). Esse foi o melhor resultado para o mês desde 2011 (87,8%). As indicações desse índice no Sudeste/Centro-Oeste para o final de outubro de 2023 estão entre 73,4%, no cenário inferior, e 88%, no superior. O ONS esclareceu que, mesmo que se confirme a estimativa mais baixa, será o melhor resultado para o subsistema ao final do mês de outubro em toda a série histórica, iniciada em 2000.

Com Agência Brasil

Os números atestam que o Brasil tem capacidade elevada de geração de energia limpa

Proposta do Fundo Sul é protocolada na Câmara dos Deputados

Caso seja aprovado, o BRDE terá o encargo de fazer as operações do fundo

BRDE tem experiência na gestão e aplicações de fundos orçamentários e recursos de longo prazo, além de atuar em toda a região Sul

A proposta de criação o Fundo Sul, um fundo constitucional destinado a fortalecer projetos e propostas para o desenvolvimento social e econômico de municípios com baixo IDH da Região Sul, foi protocolada essa semana na Câmara dos Deputados. O coordenador da Bancada Paranaense, o deputado federal Toninho Wandscheer esteve em reunião com coordenadores das bancadas Sul e Sudeste, para discutir os próximos passos da articulação, a fim de que a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 27/2023, seja aprovada. “Agora, nosso próximo passo é trabalhar de forma organizada para garantir a aprovação dessa PEC na Câmara dos Deputados”, afirmou o deputado Toninho Wandscheer, autor da proposta. “Seguimos comprometidos em trabalhar para transformar essas propostas em realidade, visando o fortalecimento das regiões Sul e Sudeste, e contribuindo para o avanço e a prosperidade do nosso Brasil”, concluiu.

Durante o encontro, ficou acordado que no início de junho será realizada uma reunião em Minas Gerais, com a presença dos governadores do Paraná, de Santa Catarina e do Grande do Sul, para discutir os detalhes sobre o Fundo Sul. Caso a proposta do Fundo Sul seja aprovada, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul terá o encargo de fazer as operações do fundo, em razão da experiência na gestão e aplicações de fundos orçamentários e recursos de longo prazo, além de sua atuação nos três estados do Sul.

O presidente do BRDE, Wilson Bley Lipski acredita que a criação do fundo “possibilitará equidade nas políticas que são estabelecidas para outros estados, que já têm fundos da mesma natureza. Isso traz possibilidade de novos recursos para resolver as diferenças sociais entre os três estados e a sociedade será a grande beneficiada”. O diretor administrativo do BRDE, Luiz Carlos Borges da Silveira, explicou outros detalhes da aplicação do Fundo Sul. “O fundo será distribuído para regiões mais vulneráveis. Os três estados do Sul têm em torno de 20% dos municípios com IDH baixo. Serão juros subsidiados e com isso teremos condições para um desenvolvimento homogêneo”, concluiu.

Em março, o vice-governador do Paraná, Darci Piana, membros do G7 (grupo formado pelas principais entidades do setor produtivo do Paraná) e parlamentares da bancada federal se reuniram no BRDE com seus diretores, quando discutiram sobre o que está previsto no Fundo Sul, assim como adesão ao movimento de aprovação da emenda parlamentar no Congresso. Com a criação do fundo, a população teria acesso a financiamentos com juros subsidiados e aplicados nas regiões com baixos indicadores de educação, emprego e saúde. O recurso seria redistribuído do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), previstos no artigo 159 da Constituição Federal.

Caso seja aprovado, o BRDE terá o encargo de fazer as operações do fundo

Gang lança nova marca

Com 51 lojas no Rio Grande do Sul, empresa aposta em um ano de crescimento

Atualmente, a marca está presente fisicamente em mais de 40 cidades gaúchas

A Gang lançou nesta quarta-feira (24) sua nova marca, com layout mais moderno, inspiracional e conectado com seu público: os jovens. O novo design traz linhas mais fluidas e orgânicas e as letras, com mesmo peso, reforçam a proximidade como um atributo. O G, símbolo tão icônico da marca, se desprende do logo, proporcionando mais leveza e liberdade, e segue sendo usado como um apoio gráfico. A paleta de cores segue nos tons azuis, mas agora numa versão mais escura.

Segundo Ana Luiza Ferrão Cardoso, CEO da Gang, esse é um momento muito especial, no qual a marca entende toda a sua história e revitaliza seu DNA de marca de moda que traduz as principais tendências. “Se em 1976 as pessoas contaram com a Gang para mudarem o mundo, hoje elas podem contar com a Gang para mudar o seu mundo. Desejamos ser uma plataforma de inspiração, que tem a expressão criativa como norteador”, declara.

Com 51 lojas no Rio Grande do Sul, a Gang aposta um ano de crescimento, em que projeta o incremento de 18% no faturamento em relação a 2022. Para isso, está com um olhar diferenciado para Porto Alegre, trazendo novidades. A loja do Shopping Iguatemi, flagship da marca, passará por uma reformulação e as lojas da Otávio Rocha, no Centro; e do Barra Shopping serão reformadas. No interior do estado, a Gang já inaugurou quatro novas operações. Atualmente, a marca está presente fisicamente em mais de 40 cidades gaúchas.

Com 51 lojas no Rio Grande do Sul, empresa aposta em um ano de crescimento

Even anuncia mudanças em posições de liderança

O atual CEO, Leandro Melnick, irá presidir o conselho de administração, e Marcio Botana Moraes assume a posição

Marcio Botana Moraes, novo CEO da Even e Leandro Melnick, que assume o conselho de administração

A Even comunicou na terça-feira (23) mudanças em posições-chave da companhia, com o CEO, Leandro Melnick, deixando a atual posição para presidir o conselho de administração. Quem assume como novo CEO é Marcio Botana Moraes, atual conselheiro e sócio da empresa por meio da RFM Incorporadora. O movimento ocorre uma vez concluído o período de reestruturação, que criou as condições para o novo ciclo estratégico, cujo objetivo é a captura de oportunidades dentro da zona de competência da empresa.

“A Even concluiu um processo de transformação importante, implementado nos últimos cinco anos, passando a ser uma empresa sólida financeiramente, sem endividamento, com caixa positivo, enxuta e com um time extraordinário. Construímos um landbank [banco de terrenos] robusto e qualificado, com grandes terrenos em bairros nobres de São Paulo. Deste período, destacaria também importantes lançamentos, que trouxeram resultados muito positivos e que comprovaram a assertividade da nossa tese de incorporação”, afirma Leandro, que estava na posição desde 2016.

Como CEO, Marcio, que tem mais de 40 anos de atuação no mercado, passa a ter responsabilidade sobre a gestão, além de agregar novas competências e experiência ao plano de parcerias imobiliárias, aproveitando também todo conhecimento da Even. Com a sucessão encaminhada nas empresas do grupo RFM, Marcio considera a posição um ótimo desafio, primeiro, por ter a oportunidade de construir um modelo de atuação inovador, com as parcerias imobiliárias, e, segundo, pelo fato de a Even estar pronta para operar em um novo patamar. Na frente da incorporação, a empresa seguirá contando com o vice-presidente de operações, João Azevedo, executivo reconhecido no mercado pelo track record de sucesso na empresa. Também seguem na companhia o CFO e diretor de relações com investidores, Marcelo Dzik, o diretor de operações, Marcelo Lentini de Morais, e o diretor de incorporações, João Paulo Laffront dos Santos.

Nos últimos anos, a Companhia consolidou a sua tese de incorporação, com mais de 20 lançamentos, e construiu um landbank de R$ 5 bilhões, com terrenos de cinco mil metros quadrados, em média, localizados em áreas nobres da cidade de São Paulo. Nesse novo ciclo, a Even planeja inúmeros lançamentos dentro de sua zona de atuação, que se comprovou exitosa. Também planeja ampliar sua estratégia de parcerias com outras empresas, aproveitando sua expertise e conhecimento sobre o mercado imobiliário da capital paulista.

O atual CEO, Leandro Melnick, irá presidir o conselho de administração, e Marcio Botana Moraes assume a posição

GT Capital inaugura unidade em Erechim

Empresa pretende também chegar neste ano em Santa Catarina

“Já mapeamos e identificamos pelo menos 15 empresas na cidade com potencial de serem atendidas pelo segmento corporate do banco”, antecipa Azevedo

Na noite da última terça-feira (23), aconteceu o evento de inauguração de uma nova filial da GT Capital, maior escritório de investimentos do BTG Pactual no Rio Grande do Sul, em Erechim. A solenidade contou com a presença de Álvaro Frasson, head de macro estratégia do BTG Pactual, além dos sócios-fundadores Marcus Labarthe, Cassiano Konig e o responsável pela unidade, Daniel Biolo, além de cerca de 40 convidados. “Nosso plano de negócios contempla estar presente nos principais municípios do estado, a fim de cobrir todas as regiões. Erechim tem forte presença da indústria, com empresas de destaque em nível nacional, além de forte infraestrutura na área de saúde. É uma cidade polo da região do Alto Uruguai e está entre as mais desenvolvidas do estado com mais de 100 mil habitantes”, afirma o sócio-fundador do escritório, Rodrigo Azevedo.

A meta dos sócios é atender tanto os clientes pessoa física de alta renda, como indústrias da região, em que pretendem atuar remunerando melhor os caixas da empresa com toda a ampla prateleira de serviços e produtos de investimentos do BTG Pactual. “Já mapeamos e identificamos pelo menos 15 empresas na cidade com potencial de serem atendidas pelo segmento corporate do banco”, antecipa Azevedo. A empresa pretende também chegar neste ano em Santa Catarina abrindo um escritório em Florianópolis. A meta dos sócios é alcançar a marca de R$ 1,5 bilhão sob custódia até o fim do ano. A GT Capital está entre os 20 principais escritórios do BTG Pactual no Brasil. O escritório também foi reconhecido como o melhor em operações estruturadas de renda variável. Antes disso, desde 2017, a GT Capital era credenciada a Guide Investimentos, onde era o maior e principal escritório da corretora.

Empresa pretende também chegar neste ano em Santa Catarina