Archives 2022

Federasul e Unisinos formam parceria e criam hub de inovação

Transferência de conhecimento e criação de rede estadual estão entre os objetivos da iniciativa

A assinatura contou com a participação do reitor da Unisinos, padre Sérgio Mariucci, e do o presidente da Federasul, Anderson Cardoso

Incentivar conexões entre diversos atores para que, juntos, ampliem sua capacidade de inovação. Motivada por esse propósito, a Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul) lançou um hub de inovação em parceria com a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) e sua Unidade de Inovação e Tecnologia (Unitec). A assinatura ocorreu nesta quarta-feira (14), durante o Tá na Mesa, que contou com a participação do reitor da Unisinos, padre Sérgio Mariucci.

O objetivo da iniciativa é ser um espaço de transferência de conhecimento entre as entidades filiadas à Federasul para a promoção do desenvolvimento do Rio Grande do Sul. Entre as atividades previstas para o hub, orientado pela Unisinos e pela Unitec, estão a criação de produtos e serviços inovadores, bem como o oferecimento de formação direcionada às necessidades das associações.

“Essa parceria é voltada para a curadoria e manutenção da nossa plataforma, mas é também uma abertura de caminhos para futuras ações. É um convênio que nos permite pensar outras ações nas áreas de educação e inovação”, explica o presidente da Federasul, Anderson Cardoso. Além de dar visibilidade às filiadas, o hub de inovação será responsável por constituir uma rede estadual, permitindo que os parceiros encontrem os melhores talentos, ideias e recursos. E que, assim, consigam responder às demandas com maior assertividade. Atualmente, a Federasul tem mais de 80 mil empresas associadas e 170 associações filiadas.

“Uma universidade que entrega pesquisa, ensino e extensão tem a capacidade de transpor os muros acadêmicos e buscar, no mercado, uma relação de recíproco aprendizado. As empresas são, para as universidades, um laboratório em movimento, e as universidades são, para as empresas, fonte perene de atualização, fortalecimento e inovação. Buscamos provocar a transferência de conhecimento imediato no âmbito da pesquisa e da extensão a fim de produzir soluções”, destaca o reitor.

Um dos diferenciais da parceria é a personalização: os projetos serão discutidos em conjunto com a instituição e pensados para os reais problemas que as entidades apresentam. A expectativa é de ampliar as contribuições da Unisinos para as empresas, as associações e a Federasul, visando inovações que promovam o desenvolvimento regional. A maioria das soluções será pensada por professores e pesquisadores da universidade, e também está prevista a participação de alunos.

Transferência de conhecimento e criação de rede estadual estão entre os objetivos da iniciativa

Capitais do Sul avançam em competitividade

Pela primeira vez, Florianópolis fica em segundo lugar no Ranking de Competitividade dos Municípios, e Porto Alegre em quarto

A capital de Santa Catarina subiu uma posição em relação ao ano passado e agora é a segunda cidade mais competitiva do país

Florianópolis e Porto Alegre se tornaram mais competitivas do que em 2021 e seguem entre as dez cidades mais competitivas do país. Além disso, pela primeira vez, uma cidade da região ficou em segundo lugar no Ranking de Competitividade dos Municípios, realizado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), em parceria com a Gove e a Seall, em 415 cidades. Esses são alguns dos achados da edição mais recente do levantamento, e apresentados com exclusividade pelo Portal AMANHÃ.

A capital de Santa Catarina, Florianópolis, subiu uma posição em relação ao ano passado e agora é a segunda cidade mais competitiva do país. Já Porto Alegre subiu quato posições e está na quarta colocação, enquanto Curitiba permaneceu em sexto lugar. Além das três, completa a lista das cidades da região entre as dez mais competitivas do país o município de Blumenau (SC), que saltou oito posições em relação a 2021 e ocupa agora o 10º lugar.

O município da região que apresentou o maior avanço foi Palhoça (SC), que subiu 81 posições e agora está na 116ª colocação. A maior queda, por sua vez, ocorreu com Erechim (RS), caindo 55 posições e indo para a 147ª colocação. A região também se destacou por ter cidades que ocupam as primeiras colocações em pilares como acesso à saúde (Pato Branco, no Paraná), qualidade da saúde (Criciúma, em Santa Catarina), funcionamento da máquina pública (Londrina, no Paraná) e capital humano (Florianópolis).

Em termos de presença entre as últimas colocações no ranking geral, a região não apresenta nenhum município entre os 50 últimos colocados e tem somente um município entre as 100 últimas colocações, que é a cidade de Viamão (RS). Dos 415 municípios do estudo, 70 pertencem ao Sul (16,8% da amostra), sendo a terceira região em número de cidades no ranking. Em relação à última edição, dois novos municípios passaram a compor a lista: Telêmaco Borba (PR) e Caçador (SC).

Florianópolis (SC) é a capital mais competitiva do país e segunda colocada no ranking geral, com grande destaque na dimensão economia (ganhou uma posição e voltou à primeira colocação) e melhorou relativamente nas dimensões instituições (ganhou 29 colocações e agora ocupa a 35ª posição) e principalmente em sociedade (o ganho de 44 posições coloca o município na 72ª colocação).

Todas as cidades foram avaliadas a partir de 65 indicadores, distribuídos em 13 pilares temáticos e 3 dimensões consideradas fundamentais para a promoção da competitividade e melhoria da gestão pública dos municípios brasileiros. São eles: sustentabilidade fiscal, funcionamento da máquina pública, acesso à saúde, qualidade da saúde, acesso à educação, qualidade da educação, segurança, saneamento, meio ambiente, inserção econômica, inovação e dinamismo econômico, capital humano e telecomunicações. O levantamento procura demonstrar como a competição no setor público é um elemento fundamental para a promoção da justiça, equidade e desenvolvimento econômico e social dos municípios para garantir serviços públicos de mais qualidade para a população.

Resultados ESG e ODS no Sul
Os dois rankings de sustentabilidade – ODS e ESG – são independentes entre si. Cada um deles traz uma abordagem e, por consequência, uma contribuição diferente para os governos e organizações. O município do Sul com maior destaque no Ranking ESG foi Balneário Camboriú (SC0, que ficou na quarta colocação geral. Na sequência, aparecem Curitiba (5ª), Florianópolis (9ª), Maringá (11ª) e Jaraguá do Sul (14ª). Já no Ranking ODS, Florianópolis é a líder do levantamento, seguida por Porto Alegre (3ª), Balneário Camboriú (5ª), Jaraguá do Sul (9ª) e Curitiba (14ª). 

Pela primeira vez, Florianópolis fica em segundo lugar no Ranking de Competitividade dos Municípios, e Porto Alegre em quarto

Vendas no comércio recuam 0,8% em julho

Setor tem terceiro mês seguido de queda

Setor de vestuário e calçados teve a maior queda do comércio em julho (Foto: Helena Pontes/Agência IBGE Notícias)

O volume de vendas do comércio varejista no país recuou 0,8% em julho, na comparação com junho, apresentando o terceiro mês consecutivo de taxa negativa. No acumulado de 2022, o varejo registra variação de 0,4%. Já nos últimos 12 meses, o setor acumula queda de 1,8%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta quarta-feira (14) pelo IBGE. No comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, o volume de vendas em julho caiu 0,7% frente a junho e 6,8% contra julho de 2021.

De acordo com o gerente da pesquisa, Cristiano Santos, a terceira queda seguida após meses de alta demonstra a retomada da trajetória irregular detectada desde o período mais grave da pandemia. “O setor repete a trajetória que vem acontecendo desde março de 2020, com alta volatilidade”, explica. O mês de abril foi o último com crescimento. Desde então, maio, junho e julho acumulam recuo de 2,7%. Por conta desses resultados, o setor se encontra praticamente do mesmo nível do período pré-pandemia, fevereiro de 2020, com variação de 0,5%. “Esse patamar já esteve muito mais alto. Em julho de 2021, apresentou 5,3% acima de fevereiro de 2020”, relembra Santos.

Entretanto, nesta comparação com o nível pré-pandemia, o comércio varejista mostra desigualdades em termos setoriais. Há atividades muito acima, caso de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (20,7%), combustíveis e lubrificantes (11,3%) e material de construção (2,3%), por exemplo. Já outras estão em patamar muito abaixo, caso de livros, jornais, revistas e papelaria (-37,2%), com uma trajetória de perda muito por conta da própria lógica contemporânea do mercado, além de tecidos, vestuário e calçados (-25,6%), móveis e eletrodomésticos (-18,4%) e veículos e motos, partes e peças (-12,4%).

Combustíveis e lubrificantes foram única atividade com alta nas vendas
O recuo de 0,8% no volume de vendas do varejo em julho, na comparação com junho, apresentou queda em nove das 10 atividades pesquisadas, contando com o varejo ampliado. O maior recuo foi em tecidos, vestuário e calçados (-17,1%). Para Santos, o comportamento na atividade tem alguns fatores. “Algumas das grandes cadeias comerciais apresentaram redução na receita, sobretudo na parte de calçados. Além disso, pode haver também escolhas do consumidor, considerando a redução da capacidade do consumo atual”, afirma. Apenas a atividade de combustíveis e lubrificantes (12,2%) mostrou crescimento. “Resultado da política de redução do preço dos combustíveis”, justifica o pesquisador, destacando a deflação de 14,15% no item demonstrado no IPCA de julho.

Setor tem terceiro mês seguido de queda

Estados do Sul seguem entre os mais competitivos do país

Ficando atrás apenas de São Paulo, Santa Catarina e Paraná são os estados mais competitivos do país, revela ranking do CLP

Santa Catarina foi o primeiro do país em eficiência da máquina pública, com melhora de uma posição em relação ao ano passado e ficou em segundo em infraestrutura

Nenhum estado da região Sul ficou menos competitivo em 2022, sendo que na região estão o segundo e o terceiro mais competitivos do país. As informações são da edição de 2022 do Ranking de Competitividade dos Estados, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP) em parceria com a Tendências Consultoria, divulgados nesta terça-feira (13). Confira todos os resultados do ranking. Santa Catarina se manteve na segunda colocação pelo segundo ano consecutivo. Já o Paraná, por sua vez, subiu uma posição e ficou em terceiro lugar enquanto o Rio Grande do Sul foi o que mais avançou em relação ao ano passado, subindo três posições e ocupando o sexto lugar. O estado perdeu apenas para São Paulo.

Nesta edição foram avaliadas as 27 unidades federativas a partir de 86 indicadores, distribuídos em dez pilares temáticos considerados fundamentais para a promoção da competitividade e melhoria da gestão pública dos estados brasileiros: infraestrutura, sustentabilidade social, segurança pública, educação, solidez fiscal, eficiência da máquina pública, capital humano, sustentabilidade ambiental, potencial de mercado e inovação. Além disso, o levantamento também conta com camadas adaptadas aos parâmetros ESG e ODS, e também com dados dos países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Dessa forma, se mede o tamanho do desafio dos estados sob uma ótica internacional buscando-se, inclusive, boas práticas que possam ser replicadas no Brasil.

Santa Catarina
O estado conseguiu manter o bom desempenho e pelo sétimo ano consecutivo ficou em primeiro lugar no pilar de sustentabilidade social e pelo quarto ano seguido liderou em segurança pública. Para completar o bom desempenho, o estado também foi o primeiro do país em eficiência da máquina pública, com melhora de uma posição em relação ao ano passado e ficou em segundo em infraestrutura, também uma posição a mais em relação ao ano passado. Por outro lado, Santa Catarina perdeu nove posições em capital humano, chegando na 24ª colocação. Também caiu uma posição em educação (3 ª colocação) e em inovação (4 ª colocação).

Paraná
Avançou uma posição e ocupa a vice-liderança da região e a terceira colocação do país. Se manteve na primeira posição no pilar de sustentabilidade ambiental e se tornou o segundo do país no pilar eficiência da máquina pública, após subir quaro posições. Também avançou uma posição em Inovação e duas em segurança pública, passando a ser o terceiro melhor do país nesses dois pilares. Por outro lado, o estado perdeu duas posições em capital humano e potencial de mercado, ocupando 15ª e 16ª colocações, respectivamente.

Rio Grande do Sul
Foi o que mais avançou na região, subindo três posições e ocupando a sexta colocação geral. Dos dez pilares avaliados, em seis deles, Rio Grande do Sul está entre as dez melhores posições. O estado sem manteve em primeiro lugar em inovação, e avançou uma posição em eficiência da máquina pública e sustentabilidade social, ocupando a terceira colocação nos dois pilares. O estado também teve melhorias em segurança pública, subindo duas posições em relação ao ano passado e se tornando o quinto melhor do país no pilar. Pelo quinto ano consecutivo, o estado teve queda em capital humano, foram menos quatro posições, o que levou Rio Grande do Sul para a 25ª colocação. Também teve queda de cinco posições em infraestrutura, chegando na 21ª colocação neste pilar.

ESG e ODS
Realizado pelo CLP pelo segundo ano consecutivo, o Ranking de Sustentabilidade dos Estados é uma adaptação do Ranking de Competitividade dos Estados a partir dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e suas 169 metas, bem como critérios ESG (Environmental, Social and Governance) chancelados pela União Europeia para valorização das boas práticas ambientais, sociais e econômicas dos estados. Na camada ESG, os 86 indicadores de competitividade foram reclassificados segundo os três pilares da sustentabilidade: ambiental, social e governança. Por se tratar de uma análise multidimensional, a soma do número de indicadores pertencente a cada eixo é maior que 86, já que cada indicador pode contemplar mais de uma perspectiva ESG.

Santa Catarina e Paraná ocupam o 2º e o 3º lugar do ranking, com as notas 86,5 e 84,1, respectivamente. O Rio Grande do Sul ocupa a 5ª posição com a nota 65,5. Na camada ODS, há um forte apelo para que ações sejam desenvolvidas por todos os países – pobres, ricos e de renda média, inclusive pelas organizações privadas. Para Tadeu Barros, diretor-presidente do CLP, “Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável são globais, mas a realização de cada um deles depende da nossa capacidade de torná-los realidade no país, na região, no estado ou até mesmo no município em que vivemos”.

Os estados de Santa Catarina (81,9) e Paraná (75,5) ocupam o 2º e 3º lugar na média de pontuação nos critérios ODS. Rio Grande do Sul aparece em 9º com a média de 60,1. Os dois rankings de sustentabilidade – ODS e ESG – são independentes entre si. Cada um deles traz uma abordagem e, por consequência, uma contribuição diferente para os governos e organizações. Confira todos os resultados dos Rankings ESG e ODS.

Sobre o Ranking de Competitividade dos Estados
O Ranking de Competitividades dos Estados é realizado há 11 anos pelo CLP. Na edição 2022, as 27 unidades federativas foram avaliadas a partir de 86 indicadores, distribuídos em dez pilares temáticos considerados fundamentais para a promoção da competitividade e melhoria da gestão pública dos estados brasileiros: infraestrutura, sustentabilidade social, segurança pública, educação, solidez fiscal, eficiência da máquina pública, capital humano, sustentabilidade ambiental, potencial de mercado e inovação.

Ficando atrás apenas de São Paulo, Santa Catarina e Paraná são os estados mais competitivos do país, revela ranking do CLP

Como funciona o sistema de recomendação do YouTube?

Uma pauta bastante forte na imprensa afirma que o YouTube estaria valorizando um determinado conteúdo para os usuários brasileiros em detrimento de outros. Será isso uma verdade?

Mais ou menos. É sim verídico que o YouTube direciona conteúdo aos usuários, mas essa recomendação acontece por meio de sinais captados pelo algoritmo que aprende os interesses do visitante.

Na prática, a recomendação do YouTube sugere o que os usuários devem assistir em primeiro lugar e o que devem assistir em seguida.

O sistema de recomendação do YouTube vem sendo desenvolvido desde 2008 e melhorado de forma contínua.

Antes disso, o YouTube realmente apresentava vídeos aleatórios ou aqueles mais assistidos – o que poderia ser influenciado pelos próprios usuários.

Em 2021, o Vice-presidente de engenharia do YouTube, Cristos Goodrow, explicou como o sistema de recomendação atual do YouTube funciona:

“Nosso sistema compara seus hábitos de visualização com aqueles que são semelhantes a você e usa essas informações para sugerir outros conteúdos que você pode querer assistir. 

“Portanto, se você gosta de vídeos de tênis e nosso sistema percebe que outras pessoas que gostam dos mesmos vídeos de tênis que você também curtem vídeos de jazz, você pode ser recomendado a vídeos de jazz, mesmo que nunca tenha assistido a um antes (para categorias como notícias e informações , isso pode funcionar de maneira diferente – mais sobre isso depois)”.

“Ao contrário de outras plataformas, não conectamos os espectadores ao conteúdo por meio de sua rede social. Em vez disso, o sucesso das recomendações do YouTube depende de prever com precisão os vídeos que você deseja assistir”

Sinais de interesse para o YouTube

De acordo com Goodrow, esses são os principais fatores que o algoritmo leva em conta para o sistema de recomendações:

Cliques: Ao clicar em um vídeo fornece uma forte indicação de que você também o achará satisfatório. Tempo de exibição: seu tempo de exibição — quais vídeos você assistiu e por quanto tempo — fornece sinais personalizados sobre o que você provavelmente deseja assistir. Respostas da pesquisa: YouTube avalia o tempo gasto assistindo a um vídeo vindo de uma pesquisa. Ao encerrar o conteúdo, uma pesquisa com até 5 estrelas avalia o grau de satisfação do conteúdo. Somente os vídeos avaliados com quatro ou cinco estrelas são contados como tempo de exibição valorizado. Compartilhamento, curtidas, não curtidas: Assim como as redes sociais, o sistema do YouTube usa as ações de reação para tentar prever a probabilidade de você compartilhar ou curtir mais vídeos.

O executivo esclareceu que, apesar do algoritmo ter um forte papel nas recomendações, a empresa também conta com avaliadores humanos na curadoria do conteúdo recomendado.

“Alguém pode relatar que está muito satisfeito com vídeos que afirmam ‘a Terra é plana’, mas isso não significa que queremos recomendar esse tipo de conteúdo de baixa qualidade”. 

“Essas classificações contam com avaliadores humanos que avaliam a qualidade das informações em cada canal ou vídeo. Esses avaliadores vêm de todo o mundo e são treinados por meio de um conjunto de diretrizes de classificação detalhadas e  publicamente disponíveis. Também contamos com especialistas certificados, como médicos, quando o conteúdo envolve informações de saúde”.

“Essas avaliações humanas treinam nosso sistema para modelar suas decisões e agora dimensionamos suas avaliações para todos os vídeos no YouTube”.

Uma pauta bastante forte na imprensa afirma que o YouTube estaria valorizando um determinado conteúdo para os usuários…

Setor industrial demonstra otimismo nos próximos meses

Confiança da indústria melhora pelo segundo mês consecutivo

É o segundo mês consecutivo de melhora da confiança do setor, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) subiu três pontos e alcançou o nível mais elevado desde agosto de 2021. É o segundo mês consecutivo de melhora da confiança do setor, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em setembro, o Icei ficou em 62,8 pontos. “Ao permanecer acima da linha divisória de 50 pontos, o indicador demonstra que a indústria segue confiante”, explicou a CNI.

Segundo a entidade, a melhora aconteceu, principalmente, no componente relativo à economia brasileira, que cresceu 5,9 pontos. Mas houve alta em todos os componentes do índice: condições atuais e expectativas, relativas tanto à economia brasileira quanto às próprias empresas.

O Índice de Condições Atuais avançou 4,2 pontos e ficou em 58,4 pontos em setembro. “Ao se afastar para mais acima da linha divisória de 50 pontos, o indicador demonstra que o empresário percebe melhora mais forte e disseminada das condições atuais na comparação com os últimos seis meses”, diz a CNI. O Índice de Expectativas também subiu no mês passado e demonstra otimismo “ainda mais forte e disseminado da indústria para os próximos 6 meses”. A alta foi de 2,4 pontos, para 65 pontos.

Foram ouvidas 1.469 empresas, entre os dias 1º e 8 setembro, sendo 573 de pequeno porte, 554 médias empresas e 342 de grande porte.

Com Agência Brasil

Confiança da indústria melhora pelo segundo mês consecutivo

Setor de serviços cresce 1,1% em julho

Indicador está em 8,9%, acima do patamar pré-pandemia

O resultado do setor indica altas de 6,3% na comparação com julho do ano passado, 8,5% no acumulado do ano e de 9,6% no acumulado de 12 meses

O volume de serviços no país registrou crescimento de 1,1% em julho, na comparação com o resultado de junho deste ano. Essa é a terceira alta consecutiva do indicador, que hoje está 8,9% acima do patamar de fevereiro de 2020, ou seja, do período pré-pandemia de Covid-19. No entanto, o setor ainda está 1,8% abaixo de seu patamar recorde, atingido em novembro de 2014.

O resultado do setor indica altas de 6,3% na comparação com julho do ano passado, 8,5% no acumulado do ano e de 9,6% no acumulado de 12 meses. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De junho para julho, três das cinco atividades tiveram crescimento, com destaque para transportes, serviços auxiliares ao transporte e correio (2,3%). Também avançaram informação e comunicação (1,1%) e serviços prestados às famílias (0,6%). Por outro lado, outros serviços caíram 4,2% e serviços profissionais administrativos e complementares recuaram 1,1%.

Turismo
O índice de atividades turísticas cresceu 1,5% de junho para julho, depois de uma queda de 1,7% no mês anterior. O segmento ainda está 1,1% abaixo do patamar pré-pandemia. Na comparação com julho de 2021, o indicador subiu 26,5%. Também há alta de 41,9% no acumulado do ano. O transporte de passageiros avançou 4,1% em julho, 24,2% na comparação com julho do ano passado e 41% no acumulado do ano.

Com Agência Brasil

Indicador está em 8,9%, acima do patamar pré-pandemia

“Experiência hiperfísica?” Eis o futuro na ótica da Fiep

Federação das Indústrias do Paraná exibe 12 tendências que vão reverberar nos próximos anos

O Aprendizado Intencional é uma das tendências de comportamento. Pode ser descrito como uma atitude proativa de buscar informações e renovar conhecimentos

Contratar nativos digitais autodidatas e multitarefas ou colaboradores sêniores com experiência e fidelidade corporativa? Aproveitar o amplo acesso ao conhecimento para manter-se sempre atualizado ou criar mecanismos para evitar a sobrecarga de informações que pode afetar a produtividade e dificultar a tomada de decisão? A lista de paradoxos parece não ter fim. É por isso que o Observatório Sistema Fiep lança a quarta edição do seu e-book Tendências Sistema Fiep 2022, com objetivo de contribuir com a reflexão sobre fenômenos emergentes que vem transformando negócios, sociedade e meio ambiente.

A publicação anual elaborada pela equipe de pesquisadores do Observatório é feita a partir da coleta de informações de fontes variadas, como provedores de tecnologia, empresas inovadoras, entidades globais de referência, universidades e mídia especializada. A pesquisa reúne 12 novas tendências com potencial de reverberação nos próximos três a cinco anos. Nas pautas sobre tecnologia, as Experiências Hiperfísicas despontam como oportunidade tanto para organizações preocupadas com a retenção de talentos, quanto para lojas e salas de evento que buscam restabelecer conexão com clientes. O distanciamento social acentuou sintomas e doenças que já preocupavam no período pré-pandêmico, como o esgotamento associado ao excesso de reuniões virtuais (fadiga do Zoom) e a sobrecarga de informação (overload information).

Um novo capítulo surge na batalha pandêmica: a Covid Longa. Multifacetada e multifatorial, a doença pode afetar de crianças a idosos, apresentando alto potencial debilitante e resultando em graves consequências físicas, mentais e cognitivas aos contaminados. O Aprendizado Intencional é outra tendência de comportamento. Pode ser descrito como uma atitude proativa de buscar informações e renovar conhecimentos. O aprendiz intencional converte experiências, projetos e reuniões em oportunidades de desenvolvimento e crescimento. Ganham evidência as Power Skills – equilíbrio entre competências técnicas e interpessoais. No mercado de trabalho, expectativas surgem do encontro de tradicionalistas, baby boomers e integrantes das gerações X, Y e Z.

Esse conteúdo integra a edição 341 da revista AMANHÃ, publicação do Grupo AMANHÃ. Clique aqui para acessar a publicação on-line, mediante pequeno cadastro.

Federação das Indústrias do Paraná exibe 12 tendências que vão reverberar nos próximos anos

Sengi investe R$ 440 milhões em duas fábricas de painéis solares no Brasil

Companhia espera triplicar faturamento no próximo ano

Com o lançamento dos complexos fabris no Paraná e Pernambuco, empresa projeta saltar de um faturamento de R$ 400 milhões previstos neste ano para R$ 1,2 bilhão em 2023

A Sengi Solar, fabricante brasileira de geradores fotovoltaicos, acaba de anunciar um investimento de R$ 440 milhões para a criação de duas fábricas de painéis solares no país. Localizadas nos estados do Paraná e Pernambuco, os empreendimentos terão capacidade anual de produção da ordem de um gigawatt em equipamentos, correspondendo a fabricação de mais de 3 mil módulos por dia, com uma linha de processos automatizados e de alta tecnologia.

Com o lançamento dos complexos fabris, a empresa projeta saltar de um faturamento de R$ 400 milhões previstos neste ano (2022) para R$ 1,2 bilhão em 2023. Os investimentos devem gerar cerca de 500 empregos diretos nas duas regiões, sendo um na matriz em Cascavel (PR), prevista para entrar em operação já em setembro deste ano, e na filial em Ipojuca (PE), com lançamento programado para março de 2023.

Os módulos fotovoltaicos produzidos nas novas fábricas serão enquadrados no sistema do Finame, dentro da estratégia adotada pela empresa para o mercado nacional, já que apresenta uma linha de crédito mais atrativa pelo BNDES e que viabiliza os projetos de geração própria de energia em telhados e pequenos terrenos no território nacional. Os equipamentos terão potência entre 440 watts e 670 watts, que estão entre as maiores do mercado internacional, e serão manufaturados com tecnologias bifaciais e double glass, que permitem a captação da radiação solar nas partes superiores e inferiores dos painéis fotovoltaicos.

De acordo com Everton Fardin, diretor geral da Sengi Solar, a proposta é atender de forma plena o crescimento do mercado interno de energia solar e oferecer um produto brasileiro aos mais de 80 distribuidores de equipamentos fotovoltaicos em atuação nopPaís, com prazo de entrega curto, pós-venda nacional e tecnologia de ponta. “Como nossas unidades fabris foram dimensionadas dentro do conceito de Indústria 4.0, teremos um ritmo de produção muito acima do praticado na indústria nacional, com uma média de mais de 3 mil módulos fotovoltaicos manufaturados por dia. E cada um dos processos terá menos de 25 segundos de duração, englobando montagem, transformação e inspeção”, comenta Fardin.

Companhia espera triplicar faturamento no próximo ano

Diversidade e inserção da mulher na tecnologia

Novo episódio do podcast ‘A Vez da Experiência’ trata da diversidade no universo da TI

No terceiro episódio sobre o +praTI no podcast ‘A Vez da Experiência’ Letícia Polydoro aborda a pauta da diversidade na tecnologia com Denize da Rosa Vásquez, líder de cultura na DBServer e voluntária do programa +praTI.

Novo episódio do podcast ‘A Vez da Experiência’ trata da diversidade no universo da TI

Fábrica da Philip Morris Brasil neutraliza emissões de carbono

Empresa recebe a certificação de carbono neutro, com o compromisso de reduzir o impacto ambiental de suas operações

O selo para a unidade de Santa Cruz do Sul foi concedido pela SGS, empresa suíça certificadora, reconhecida internacionalmente

A fábrica da Philip Morris Brasil (PMB), localizada em Santa Cruz do Sul (RS), acaba de conquistar a certificação de carbono neutro, resultado de diversas iniciativas para neutralizar as emissões de suas operações. O selo foi concedido pela SGS, empresa suíça certificadora, reconhecida internacionalmente, que verifica o volume das emissões da unidade e acompanha as ações de compensação ambiental implantadas para neutralizar esse impacto. O objetivo da Philip Morris International (PMI) é neutralizar as emissões de CO2 de todas as operações até 2025.

Foram comprados aproximadamente 1.800 créditos de carbono, para neutralizar as emissões de CO2 de 2021. O projeto escolhido foi o da BK Energia Itacoatiara, localizado no município de Itacoatiara (AM). Trata-se de uma usina de cogeração de energia a partir de resíduos de madeira certificada, que gera energia suficiente para abastecer mais 410 mil residências populares, através da interligação com o sistema da Companhia Energética do Amazonas (Ceam). Além de substituir térmicas a diesel, contribuindo para a redução do efeito estufa, a iniciativa elimina resíduos de madeira. Com esse investimento, a PMB garante a continuidade do projeto para a geração de energia limpa.

“O certificado de carbono neutro que recebemos reforça nosso compromisso de contribuir com práticas sustentáveis, que vão ao encontro da grande transformação vivida pela companhia. Além de compensar as emissões de CO2, estamos trabalhando para que elas sejam cada vez menores, pois uma das metas da PMB é mitigar seu impacto ambiental”, destaca Mateus Guterres, especialista em sustentabilidade da Philip Morris Brasil, em nota.

Entre as iniciativas em desenvolvimento para a neutralidade de carbono da fábrica da PMB está a implantação, desde 2020, de uma caldeira de biomassa, que contribui para uma menor utilização de combustíveis fósseis e, consequentemente, para a redução das emissões de CO2 no processo produtivo. A empresa e seus fornecedores também vêm promovendo o financiamento de estufas mais eficientes para a cura do tabaco, assim como melhorias nas estufas em operação. A substituição dos modelos convencionais por estufas de ar forçado possibilitou a redução em 23% da lenha utilizada no processo de cura desde 2014. Atualmente, 100% do tabaco adquirido no Brasil é curado com a utilização de fontes renováveis e sustentáveis de energia.

A integração dos princípios de sustentabilidade à estratégia do negócio faz parte das práticas ESG da empresa. A gestão dos recursos hídricos da fábrica de Santa Cruz do Sul é outro exemplo de destaque: a unidade obteve uma redução de 71% no consumo de água utilizada no processo produtivo, desde 2010. Esse desempenho, somado a uma série de outras iniciativas na região, levaram a unidade a ser a primeira de toda a PMI a receber a certificação da Alliance for Water Stewardship (AWS), em 2018, e, em 2021, a empresa se tornou certificada AWS Platinum, o mais elevado nível da certificação reconhecida globalmente.

Para reforçar seu compromisso com a sustentabilidade, desde fevereiro deste ano, a companhia passou a incluir o índice de sustentabilidade como uma das métricas de desempenho para a remuneração de seus executivos, tendo como fatores principais a sustentabilidade do produto e operacional.”O grande objetivo da Philip Morris é neutralizar seu impacto na sociedade. A substituição dos cigarros por alternativas menos nocivas é um dos pilares desta transformação, mas não o único. Compreendemos nosso impacto como indústria, e destinamos recursos e esforços na construção desse objetivo. Vivenciamos as práticas ESG de forma genuína, aplicando-as em nossa estratégia corporativa”, completa Bruno Pinto, especialista em relações institucionais da Philip Morris Brasil.

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Empresa recebe a certificação de carbono neutro, com o compromisso de reduzir o impacto ambiental de suas operações

Tecnologia da informação cada vez mais sustentável

Pesquisa Paessler Sustentabilidade de TI 2022 apresenta dados importantes sobre a implementação de projetos verdes nas empresas 

A pesquisa Paessler Sustentabilidade de TI 2022 mostra dados importantes. David Montoya, global business development manager, deu detalhes e ainda falou sobre o programa PRTG e como o sistema veem ajudando as empresas.

@paesslerag
#PRTG#paessler

Pesquisa Paessler Sustentabilidade de TI 2022 apresenta dados importantes sobre a implementação de projetos verdes nas empresas 

Exportações de calçados já aumentaram 35% em relação à pré-pandemia

Os países latino-americanos seguem sendo determinantes para o desempenho

O preço médio do calçado brasileiro também aumentou

Recuperada das quedas provocadas durante a pandemia de Covid-19, a indústria calçadista brasileira comemora bons resultados nas exportações de calçados. Conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), entre janeiro e agosto foram embarcados 97,5 milhões de pares, que geraram US$ 880,8 milhões, altas de 29,7% em volume e de 62,7% em receita na relação com igual período do ano passado. Segregando apenas o mês de agosto, foi registrado o embarque de 10,7 milhões de pares por US$ 117,4 milhões, o melhor resultado mensal de 2022. O crescimento no comparativo com agosto passado é de 15% em volume e de 50,4% em receita.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia que os países latino-americanos seguem sendo determinantes para o desempenho, com destaque para o Chile, que se consolida como o quarto destino do calçado brasileiro no exterior. “O Brasil vem ganhando muito espaço no Chile. Hoje somos o quarto principal fornecedor de calçados daquele país”, avalia.

Além do incremento das exportações para a América Latina, Ferreira destaca que o preço médio do calçado brasileiro também aumentou, passando de pouco mais de US$ 8 para US$ 11. “Existe um aumento da demanda internacional por calçados e, neste momento de enfraquecimento gradual da China como um grande player do setor, o mundo volta seus olhos para o produto brasileiro, pois temos a maior indústria de calçados fora da Ásia e capacidade produtiva para atender o mercado internacional”, comenta o executivo.

Principal destino do calçado brasileiro no exterior, em agosto os Estados Unidos importaram 1,3 milhão de pares verde-amarelos, pelos quais foram pagos US$ 38 milhões, estabilidade em volume e aumento de 57% em receita relação ao mesmo mês de 2021.

Os países latino-americanos seguem sendo determinantes para o desempenho

Produção industrial sobe 0,6% de junho para julho

Houve expansão acima da média nacional em Santa Catarina

Setores de máquinas e equipamentos, produtos de borracha e material plástico foram destaque na indústria catarinense

A produção industrial brasileira subiu 0,6% na passagem de junho para julho e avançou em quatro dos 15 locais analisados pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM) Regional divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Houve elevações no Pará (4,7%), Mato Grosso (3,7%), Santa Catarina (1,9%) e Rio de Janeiro (0,7%). Todos esses percentuais estão acima da média nacional.

Segundo o analista da PIM Regional, Bernardo Almeida, medidas que impactam diretamente a cadeia produtiva e o consumo das famílias podem explicar as altas nessas localidades. “A redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre os combustíveis e o aumento de benefícios sociais modificam as tomadas de decisões por parte da produção, com tendência de antecipação, devido a essas medidas”, observou. Para o analista, entre as principais indústrias responsáveis pelo crescimento em cada local nas altas de julho, está o avanço no Pará, provocado pelo desempenho da indústria extrativista de minério de ferro.

Outros estados também tiveram destaques. “No Rio de Janeiro, o setor extrativo também é o grande responsável pela alta, mas destacamos o petróleo e gás natural. Em Santa Catarina temos os setores de máquinas e equipamentos e produtos de borracha e material plástico. Já em Mato Grosso, o principal setor que influenciou de forma positiva foi o de alimentos”, informou.

O maior parque industrial do país, que é o estado de São Paulo, caiu 0,6% em relação a junho. Conforme o IBGE, o percentual representou a segunda maior influência no resultado industrial nacional, atrás apenas da Bahia em julho. Para o analista, os setores que mais impactaram negativamente o resultado da indústria paulista foram os de veículos automotores e o setor de máquinas e equipamentos. Almeida acrescentou, ainda, que, apesar dos fatores positivos, com as medidas governamentais, ainda permanecem efeitos negativos, como inflação elevada, encarecimento do crédito e das matérias primas e desabastecimento de insumos. “Assim como na indústria nacional, esses fatores também podem ser observados na indústria de São Paulo. Com esse resultado, a indústria paulista está 1,5% abaixo de seu patamar pré-pandemia”, sinalizou.

Pesquisa
Conforme o IBGE, desde a década de 1970, que a pesquisa PIM Regional produz indicadores de curto prazo, relacionados ao comportamento do produto real das indústrias extrativa e de transformação. “Traz [o estudo], mensalmente, índices para 14 unidades da federação cuja participação é de, no mínimo, 1% no total do valor da transformação industrial nacional e, também para o Nordeste como um todo: Amazonas, Pará, Ceará, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Goiás e Região Nordeste”.

Com Agência Brasil

Houve expansão acima da média nacional em Santa Catarina

Mercado financeiro reduz estimativa da inflação para 6,4%

Previsão para o PIB subiu de 2,26% para 2,39% em 2022

Em agosto, a inflação teve novo recuo, de 0,36%, após queda de 0,68% em julho

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, caiu de 6,61% para 6,4% neste ano. É a 13ª redução consecutiva da projeção. A estimativa está no Boletim Focus, pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a expectativa de instituições para os principais indicadores econômicos.

A previsão para 2022 está acima da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,5% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior 5,25%. Em agosto, a inflação teve novo recuo, de 0,36%, após queda de 0,68% em julho. Com o resultado, o IPCA acumula alta de 4,39% no ano e 8,73% em 12 meses, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 13,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A taxa está no maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava em 13,75% ao ano. Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre o ano nesse patamar.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Além da taxa Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

As instituições financeiras consultadas pelo BC elevaram a projeção para o crescimento da economia brasileira neste ano de 2,26% para 2,39%. A expectativa para a cotação do dólar manteve-se em R$ 5,20 para o final deste ano.

Com Agência Brasil

Previsão para o PIB subiu de 2,26% para 2,39% em 2022