Archives 2022

YouTube Shorts agora tem música licenciada com até 1 minuto

Acirrando a disputa com o TikTok, o YouTube anunciou hoje que os criadores de conteúdo de curta duração poderão usar músicas com direitos autorais com até 1 minuto em seus Shorts. 

A novidade amplia a duração para 30 e 60 segundos “para a maioria das faixas”, embora alguns singles continuem restritos a duração no limite anterior de 15 segundos.

Além disso, os criadores podem “remixar” até 60 segundos de sons de outros vídeos, em vez de apenas 15 segundos, como acontecia antes.

Os novos acordos colocam o YouTube Shorts em paridade com o TikTok, enquanto o Instagram Reels as faixas tem duração de até 90 segundos.

Atualmente, o YouTube Shorts é assistido por mais de 1,5 bilhão de usuários conectados todos os meses e soma mais de 30 bilhões de visualizações por dia, afirma a empresa.

Acirrando a disputa com o TikTok, o YouTube anunciou hoje que os criadores de conteúdo de curta duração…

YouTube Shorts experimenta recurso de compras no Brasil

O Google está testando novos recursos de compras do YouTube Shorts que permite aos usuários adquirir produtos enquanto assistem a vídeos curtos.

Dois produtos serão lançados a partir de 2023:

O primeiro é um sistema de marketing de afiliados que pagará comissões aos criadores que optarem por promover seus produtos nos Estados Unidos.

O segundo são tags dentro dos vídeos no qual os usuários nos EUA, Índia, Brasil, Canadá e Austrália poderão comprar por meio do Shorts.

Além das vendas no serviço, o YouTube pretende pagar aos criadores 45% da receita de anúncios a partir do início do próximo ano.

“É um modelo de endosso, em comparação com um modelo de publicidade mais tradicional ou um modelo de colocação paga”, disse Michael Martin, GM do YouTube Shopping, ao FT . 

“Acreditamos firmemente que o YouTube é o melhor lugar para os criadores construírem um negócio e fazer compras é uma parte disso”.

“Nosso objetivo é focar nas melhores oportunidades de monetização para criadores no mercado.”

Apesar dos esforços de Mountain View de seguir os passos do TikTok, a receita trimestral de anúncios do YouTube caiu 1,9% no último ano e ficou abaixo das expectativas.

O Google está testando novos recursos de compras do YouTube Shorts que permite aos usuários adquirir produtos enquanto…

Bancos elevam projeção para a carteira de crédito no ano

Estimativa de alta também cresceu para 2023

Melhora das expectativas da atividade econômica e reedição dos programas públicos de crédito foram responsáveis pela revisão

Pela sétima vez consecutiva, os bancos elevaram suas projeções para o mercado de crédito neste ano, revela a Pesquisa Febraban de Economia Bancária e Expectativas. A projeção de crescimento da carteira total para este ano passou de 13,9% na pesquisa anterior (setembro) para 14,1%, valor muito próximo à atual projeção do Banco Central, de alta de 14,2%. Para 2023, a média das projeções para a expansão da carteira total subiu para 8,4% ante 8% no levantamento anterior. A pesquisas, realizada com 20 bancos entre 3 e 8 de novembro, é feita a cada 45 dias, logo após a divulgação da Ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), e reúne as percepções das instituições financeiras sobre o documento do Banco Central e as projeções para o desempenho das carteiras de crédito no ano corrente e no próximo.

“Para este ano, a revisão positiva se deve à melhora das expectativas da atividade econômica, ao crescimento maior do que o esperado do mercado de crédito, além da reedição dos programas públicos de crédito, como Pronampe e FGI-Peac, que seguem com demanda alta”, avalia Rubens Sardenberg, diretor de economia, regulação prudencial e riscos da entidade. “Já para 2023, a expectativa de alta na carteira direcionada se elevou ligeiramente, passando de 6% para 6,1%, mas na carteira com recursos livres, o ajuste foi relevante, passando de 9,3% na pesquisa anterior para 10% nesta última edição”, complementa. Segundo ele, “esta nova revisão positiva reforça, mais uma vez, a capacidade do setor bancário de manter e ampliar a oferta de crédito, que foi uma das alavancas que permitiu este desempenho positivo da economia em 2022”.

A projeção de expansão da carteira com recursos direcionados também subiu, de alta de 9,3% (em setembro) para 10,2%. A projeção para a carteira pessoa física direcionada passou de 12,8% para 13,1%, devido ao forte crescimento do crédito rural. Já a expectativa de alta da carteira pessoa jurídica passou de 5,1% para 5,3%, com as projeções se ajustando à nova rodada dos programas públicos de crédito. Entretanto, a pesquisa mostra que houve piora das expectativas para a inadimplência da carteira livre. Para este ano, a projeção subiu de 3,9% (em setembro) para 4,3%, enquanto para 2023 avançou de 4,2% para 4,6%. Atualmente, a inadimplência desta carteira está em 4%.

A pesquisa mostra que não houve alterações quanto à perspectiva de início do processo de flexibilização monetária. A maioria dos participantes (60%) dos participantes segue esperando que o início da flexibilização monetária ocorra a partir do 2º trimestre de 2023 (reuniões de maio ou junho), enquanto os demais (40%) acreditam que esse movimento aconteça no 3º trimestre. Assim, a mediana das projeções prevê que a taxa Selic fique estável em 13,75% até maio de 2023. Em junho, quando começaria o ciclo de flexibilização monetária, a Selic cairia 0,50 ponto percentual, para 13,25% ao ano.

Estimativa de alta também cresceu para 2023

Região Sul teve a maior queda do PIB no primeiro ano da pandemia

O Rio Grande do Sul teve a maior retração em todo o Brasil

O Paraná avançou da quinta para a quarta posição, devido ao seu ganho relativo na agropecuária nacional, enquanto no Rio Grande do Sul a perda de posição refletiu sua redução em volume e em participação na mesma atividade

Em 2020, primeiro ano da pandemia de Covid-19, o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) do Brasil atingiu R$ 7,6 trilhões, recuo de 3,3%. Houve quedas no PIB em 24 das 27 unidades da Federação, estabilidade no estado de Mato Grosso e variações positivas em Mato Grosso do Sul (0,2%) e Roraima (0,1%). As informações constam das Contas Regionais 2020, elaboradas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com os órgãos estaduais de estatística, secretarias estaduais de governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa). O Rio Grande do Sul teve a maior queda em volume (-7,2%), seguido pelo Ceará (-5,7%), Rio Grande do Norte (-5%), Espírito Santo (-4,4%), Rondônia (-4,4%) e Bahia (-4,4%). Os demais recuos foram em Alagoas (-4,2%), Acre (-4,2%), Pernambuco (-4.1%%), Paraíba (-4%), Piauí (-3,5%) e São Paulo (-3,5%).

Segundo o IBGE, no Rio Grande do Sul, o resultado foi provocado pela agricultura, que sofreu impacto da estiagem em 2020, e pelas indústrias de transformação, devido ao segmento de preparação de couros. No Sudeste, o volume do PIB foi igual ao nacional (-3,3%), com retração mais acentuada no Espírito Santo (-4,4%), seguido por São Paulo (-3,5%), Minas Gerais (-3%) e Rio de Janeiro (-2,9%). A Região Sul teve a maior queda em volume do PIB (-4,2%), entre 2019 e 2020, devido principalmente ao desempenho do Rio Grande do Sul (-7,2%). Já o Centro-Oeste foi a região de menor queda em volume (-1,3%), influenciado por Mato Grosso do Sul (0,2%), e Mato Grosso, que se manteve estável.

Segundo a pesquisa, oito estados trocaram de posição no ranking de participação no PIB entre 2019 e 2020. Ao longo da série histórica, iniciada em 2002, apenas em 2014 e 2016 o número de movimentação de posições foi maior. “O Paraná avançou da quinta para a quarta posição, devido ao seu ganho relativo na agropecuária nacional, enquanto no Rio Grande do Sul a perda de posição refletiu sua redução em volume e em participação na mesma atividade”, diz o IBGE. “Houve muita troca de posição, muito mais que nos anos recentes. Isso é reflexo do primeiro ano da pandemia e da forma como ela ocorreu, diferentemente entre as unidades da Federação. A agropecuária cresceu 4,2%, mas representa cerca de 5% do PIB nacional, enquanto nos estados do Centro-Oeste chega a 20% do valor adicionado, o que compensou parcialmente a queda nos serviços. O Rio Grande do Sul foi um dos poucos estados onde a agropecuária não colaborou, devido a problemas climáticos”, disse a gerente de Contas Regionais do IBGE, Alessandra Poça.

De acordo com a gerente, em 2020, a agropecuária teve supersafras (à exceção do Rio Grande do Sul) e aumento do preço das commodities como soja, milho, café e grãos de uma maneira geral na agricultura, como também aumento nos preços dos produtos da pecuária, contribuindo para o resultado dos estados que têm produção agropecuária relevante em suas economias. No Sudeste, única região a perder participação no PIB no período, Rio de Janeiro e São Paulo apresentaram redução de 0,7 ponto percentual e 0,6 ponto percentual, respectivamente. No estado do Rio, o recuo foi motivado pelas indústrias extrativas, com a queda de preço de petróleo e gás, enquanto em São Paulo, devido às perdas nas atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados e em alojamento e alimentação.

Entre os demais estados da região, Minas Gerais teve ganho de 0,2 ponto percentual devido ao cultivo de café, e o Espírito Santo perdeu 0,1 ponto percentual, também afetado pelas indústrias extrativas. “No Sudeste, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo perderam participação. O Espírito Santo perdeu porque o petróleo teve queda de preços e sua produção de minério ainda não se recuperou após o acidente de Brumadinho (MG), cuja produção era pelotizada e escoada pelo Espírito Santo. O desempenho positivo do café não compensou as perdas em outros setores da economia capixaba”, afirmou Alessandra.

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Com Agência Brasil

O Rio Grande do Sul teve a maior retração em todo o Brasil

“Tudo pela metade do dobro” na Black Friday? Procon ensina como não cair nessa

Cartilha dá orientações para compras em lojas físicas e online

Uma sugestão é que o consumidor saiba exatamente o que quer comprar e faça pesquisa de mercado sobre o valor médio do produto fora da época da promoção

Agentes do Procon vão monitorar os preços dos produtos mais procurados pelos consumidores para comparar com os valores praticados no dia da promoção Black Friday, que ocorre na última sexta-feira deste mês (29). Para que os consumidores possam aproveitar a ocasião, o Procon carioca preparou uma cartilha na qual são divulgadas orientações úteis para compras em lojas físicas e online.

Os fornecedores são alertados para que não descumpram o Código de Defesa do Consumidor na hora de fazer suas ofertas. Uma sugestão é que o consumidor saiba exatamente o que quer comprar e faça pesquisa de mercado sobre o valor médio do produto fora da época da promoção, já que o objetivo é conseguir adquiri-lo com desconto real. Na hora da compra, deve ser dada atenção ao custo do frete. Para o fornecedor, o conselho é deixar sempre as informações claras e precisas, para que o consumidor não tenha dúvidas quanto às informações básicas sobre preço, itens que compõem o produto, condições de troca, prazo de entrega, garantia contratual, entre outros dados essenciais.

A cartilha destaca que as grandes estrelas da Black Friday são os preços baixos. Mas nem sempre os consumidores estão atentos a isso. Um alerta é que os preços devem ficar visíveis e afixados no produto, sem que haja necessidade de chamar um vendedor para informá-lo. Da mesma forma, o custo total a ser pago com financiamento deve estar exposto de forma clara, com a quantidade e o valor das prestações, além dos juros praticados. As informações referentes a preço do produto e características valem também para a modalidade de código de barras. Configuram infrações ao direito básico do consumidor, também aplicáveis ao comércio eletrônico, utilizar letras em tamanho ou cor que dificultem a percepção da informação; usar caracteres apagados, borrados ou rasurados; utilizar código que deixe o consumidor em dúvida na hora da consulta; expor informações em ângulos que dificultem a percepção.

Em relação à garantia, o Procon-RJ esclarece que há três tipos. A garantia legal é estabelecida pelo Código de Defesa do Consumidor, independe de previsão em contrato e dá 30 dias para reclamações de produtos e serviços não duráveis, como alimentos, por exemplo, e de 90 dias para bens duráveis, como televisor ou máquina de lavar. A garantia contratual complementa a legal, é oferecida pelo fornecedor, de livre e espontânea vontade, e deve ser sempre por escrito. Se o fornecedor oferecer, por exemplo, garantia contratual de nove meses, o consumidor terá três meses de garantia legal mais os nove meses de contratual, totalizando um ano. O terceiro tipo é a garantia estendida que, na verdade, funciona como uma apólice de seguro. Em geral, ela é contratada à parte e oferecida por outra empresa sem relação com o fabricante.

O órgão alertou que muitas lojas podem embutir o valor da garantia nos produtos. Caso algum fornecedor realize essa prática, o consumidor deve denunciá-lo à autarquia. No caso de peças de mostruário vendidas por um preço abaixo do praticado normalmente, as lojas devem informar claramente o motivo da redução na nota de compra. A partir da reclamação do consumidor, o fornecedor tem 30 dias para resolver o problema. Ao fim desse prazo, ele pode exigir a troca por produto da mesma espécie, em perfeita condição de uso; a restituição imediata da quantia paga; ou o abatimento proporcional do preço.

Em relação à entrega de mercadorias, a loja é obrigada a informar a previsão de cumprimento do contrato. Quando ela descumpre o prazo que ela mesma determinou, os consumidores devem acionar a empresa por meio do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC).

Quanto às compras pela internet, a recomendação do Procon-RJ é que os consumidores verifiquem a segurança do site, conferindo se o endereço usa o protocolo https e se é exibido um ícone no formato de um cadeado fechado. Clicando em cima da fechadura, deve aparecer o certificado de garantia do site. É importante pesquisar na internet relatos de outros consumidores sobre a empresa e guardar todos os e-mails de confirmação do pedido, pagamento e qualquer outra comunicação recebida da loja. Caso o consumidor utilize o cartão de crédito para fazer o pagamento da compra, deve optar pelo cartão virtual temporário, que vale para apenas para uma compra única pela internet. Outras dicas como essas podem ser encontradas na cartilha Black Friday Legal.

A Associação Brasileira do Comércio Eletrônico estima que a Black Friday movimentará este ano em torno de R$ 6 bilhões no comércio online nacional, com um total de 8,3 milhões de pedidos. Os artigos que lideram a preferência dos consumidores são eletrônicos, telefonia, produtos de informática, eletrodomésticos, eletroportáteis, moda, beleza e saúde.

Com Agência Brasil

Cartilha dá orientações para compras em lojas físicas e online

Rôgga lança empreendimento de R$ 390 milhões no litoral catarinense

O início das obras do Belvedere Beach House, em Balneário Piçarras, está previsto para novembro de 2023, com entrega em novembro de 2026

Localizado em um terreno com mais de 6,4 mil metros quadrados no bairro Itacolomi, o empreendimento terá duas torres com 34 apartamentos

O mercado imobiliário brasileiro vem se transformando. No primeiro semestre deste ano, o lançamento de empreendimentos de médio e alto padrão aumentou 20% em relação ao mesmo período de 2021. As vendas no segmento dobraram entre janeiro e junho, de acordo com o indicador Abrainc-Fipe. Santa Catarina segue o mesmo ritmo, com crescimento do mercado de alto padrão também no Litoral Norte.

Embalada por esse ritmo, a Rôgga apresentou ao mercado mais um empreendimento, desta vez de altíssimo padrão: o Belvedere Beach House, em Balneário Piçarras, com VGV (valor geral de vendas) de R$ 390 milhões. Localizado em um terreno com mais de 6,4 mil metros quadrados no bairro Itacolomi, o empreendimento terá duas torres com 34 apartamentos cada, com 4 e 5 suítes, sendo quatro coberturas e oito giardinos, além de 14 lojas comerciais. O início das obras está previsto para novembro de 2023, com entrega em novembro de 2026.

O diretor comercial da Rôgga, Thales Silva, conta que a pandemia acelerou o interesse dos clientes por imóveis mais amplos e confortáveis e determinou o impulsionamento do mercado de alto padrão a índices históricos de crescimento. “A estimativa é de que o segmento, com esse tipo de empreendimento exclusivo, continue aquecido, já que investir em um apartamento de alto padrão é uma opção atraente e segura, com alto potencial de valorização, principalmente pelos vários diferenciais como a vista definitiva para o mar, como é o caso do Belvedere Beach House”, avalia.

O investimento no Balneário Piçarras marca a estreia da nova unidade de negócios da construtora catarinense: a Beach House by Rôgga. Os lançamentos dessa categoria vão combinar infraestrutura exclusiva, altíssimo padrão construtivo, projetos desenvolvidos pelos principais escritórios de arquitetura e forte relação com o meio ambiente. “Nesta linha de produtos o foco está na qualidade de vida, proximidade com a natureza e valorização ou rentabilidade acima da média. Os clientes da Beach House terão mais do que uma localização privilegiada e lazer o ano inteiro. Ao escolher um apartamento nesses empreendimentos diferenciados, eles vão desfrutar de uma experiência única”, promete Silva.

O início das obras do Belvedere Beach House, em Balneário Piçarras, está previsto para novembro de 2023, com entrega em novembro de 2026

A China em sua nova jornada

O principal desafio é o acelerado envelhecimento e acentuada diminuição de sua população

Todos teremos de aprender como conviver com tanta gente idosa – quase metade das populações

Promovido pelo Grupo de Mídia da China (GMC), dia 9 de novembro, com especialistas em China do Brasil, Portugal, Guiné Bissau e São Tomé e Príncipe, o diálogo online “A China na nova jornada e o mundo” tratou do papel do país no mundo nos próximos anos, a partir das definições do 20º Congresso do Partido Comunista, ocorrido em outubro, e das opiniões dos participantes sobre os temas propostos: “Desenvolvimento da China aos meus olhos”, “Relações entre China e Países de Língua Portuguesa” e “Comunidade de Futuro Compartilhado para a Humanidade”.

Esse foi o segundo evento do gênero em 2022, organizado pelo Departamento de Português, do Centro de Programação em Línguas Europeias e Latino-americanas do GMC. Em setembro, foi entre mídias da China e de países de língua portuguesa, com o tema “Responsabilidade Social em prol da Conectividade”.

O CMG é uma estrutura estatal de mídia, que reúne a agência de notícias Xinhua, a rádio China Internacional e a rede de televisão CCTV – as três com filiais no Brasil. A rádio, por exemplo, tem textos em 53 idiomas e informa em seu site apresentar programas em 61 línguas, mais cinco serviços domésticos (“CRI Notícias”, “EASY FM”, “HIT FM”, “Rádio Sala de Aula para Ensino de Línguas” e “Rádio Olímpica CRI”) em nove idiomas, em Beijing, Shanghai, Guangzhou (Guangdong), Lhasa (Tibet), Xianmen (Fujian) e Yantai (Shandong).

Procurei destacar, em minha intervenção no evento do CMG, os aspectos que considero mais relevantes do desenvolvimento chinês: a redução da pobreza, a segurança alimentar da população, o aumento da cobertura florestal e a elevação do nível de escolaridade. A expectativa média de vida da China praticamente dobrou, desde a proclamação da República Popular, em 1949, quando era de 40,8 anos, para os 78 anos em 2021. E a mortalidade infantil caiu de 128 por mil, para os atuais 5,4 por mil.

Tais avanços são confirmados pelas Nações Unidas, através do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): em 1980, a China obteve 0,407 pontos, bem abaixo da média mundial (0,561); em 2021, alcançou 0,768 pontos, acima da média mundial (0,737), ficando em 79º lugar no ranking – à frente do Brasil (84º). Causa e efeito desses avanços, o espantoso aumento do poder aquisitivo da população chinesa, entre 1990 e 2019, pela paridade do poder de compra.

Pode-se imaginar as dimensões dos desafios atuais enfrentados pela China, dos quais talvez o principal seja o acelerado envelhecimento e acentuada diminuição de sua população – a previsão para 2100 é de voltar a ter um bilhão de pessoas, a mesma quantidade que havia em 1981. Será um mundo de gente para ser cuidada e sustentada, por menos pessoas ativas economicamente. A humanidade desconhece como lidar com situação desse tipo e em tão grande escala. Todos teremos de aprender como conviver com tanta gente idosa – quase metade das populações. Há também o desafio ambiental, resultante do modelo de sociedade construído nos últimos 50 anos, com gigantesca concentração populacional nas áreas urbanas, principalmente da região litorânea; mais de 250 milhões de veículos; e a matriz energética ainda dominada pelo carvão, apesar dos crescentes investimentos em fontes renováveis de energia e em várias importantes ações para reduzir as emissões de poluentes.

A atividade do CMG dia 9 coincidiu com o final da 5ª Feira de Importação e Exportação da China, em Shanghai, megaevento receptivo que expressa a nova política chinesa de abertura comercial – é uma feira na qual o mundo vai lá vender. Nessa edição agora participaram 2.800 empresas, de 127 países e regiões, negociando um total de US$ 73,5 bilhões. Acabada a 5ª edição, já estão chamando para a 6ª, em 2023. Pode parecer distante, mas em se tratando de ir à China (ainda mais se o interesse for participar com estande e não apenas visitar), é bom começar a pesquisar logo.

O principal desafio é o acelerado envelhecimento e acentuada diminuição de sua população

Stihl anuncia novo investimento de R$ 210 milhões para fábrica do Sul

A expectativa de conclusão das expansões em São Leopoldo é para o final de 2023

A companhia realizou a “pazada”, tradicional ato simbólico alemão, que marcou o início das obras

Dando sequência no pacote de investimentos para desenvolvimento da estrutura, de equipamentos, da capacidade produtiva e de novas tecnologias para inovação, a Stihl investirá R$ 210 milhões na expansão do centro de pesquisa, desenvolvimento e inovação e do centro logístico, localizados na sede em São Leopoldo (RS). Os movimentos abrirão, incialmente, mais de 80 novas vagas de trabalho. A expectativa de conclusão das expansões é para o final de 2023. A companhia realizou a “pazada”, tradicional ato simbólico alemão, que marcou o início das obras.

A ampliação do centro de pesquisa, desenvolvimento e inovação da Stihl irá aumentar a quantidade de cabines de testes para validação e criação de sistemas, para motores a combustão, para motores a bateria, inclusive, com salas específicas para prototipagem e inovação, que contarão com modernos equipamentos de impressão 3D de metal, areia e polímeros. “Também serão instalados laboratórios para pesquisas de materiais e tribologia – que é a ciência do desgaste, atrito e lubrificação –, para aumentar a qualidade dos produtos”, explica o presidente da Stihl Brasil, Cláudio Guenther. Uma área administrativa também faz parte do novo espaço e aumentará as posições de trabalho no local, além de espaços para workshops e seminários, bem como um coworking, um rooftop do prédio e uma fachada verde com um jardim vertical também está prevista no projeto.

O centro logístico também receberá uma extensão, que aumentará significativamente a área de armazenamento. A estrutura passará das atuais 7.069 para 16.700 posições de pallets, um acréscimo de 137% na capacidade, mesmo com o crescimento de apenas 57% da área construída. Isto se dará por meio de tecnologias de armazenamento com corredores estreitos, estantes mais altas, de até 16 metros de altura, e empilhadeiras de alta eficiência com operação de armazenamento semiautônoma. “Com essa ampliação do edifício, teremos área suficiente para estocar internamente todos os nossos produtos acabados, matérias-primas e componentes, reduzindo, significativamente, o custo logístico”, ressalta Guenther.

A Stihl realizou, na quarta-feira (9), a cerimônia oficial de inauguração dos novos prédios da ferramentaria e do vestiário da empresa. O prédio da Ferramentaria possui 2.400 metros quadrados e será destinado exclusivamente para abrigar todos os equipamentos e recursos para projeto, fabricação e manutenção dos moldes de fundição e injeção de plástico.

A expectativa de conclusão das expansões em São Leopoldo é para o final de 2023

Brasil terá trajetória sustentável de crescimento, projeta Campos Neto

A expectativa é de que o cenário externo colabore para essa melhora

“Entendemos que, [mantendo] um plano coeso com responsabilidade fiscal vamos iniciar uma trajetória sustentável, com juros baixos”, opinou o presidente do BC

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, disse que a velocidade de resposta dada pelo Brasil, em meio ao contexto de crise mundial, associada ao “plano coeso com responsabilidade fiscal” levará ao início de uma trajetória sustentável de crescimento econômico, com juros baixos. A expectativa, acrescentou, é de que o cenário externo colabore para essa melhora. A afirmação foi feita durante o Lide Brazil Conference, em Nova York (EUA), evento que debate o cenário do país para os próximos anos.

Campos Neto iniciou o discurso falando sobre os efeitos da pandemia no cenário mundial e, especificamente, no Brasil. A chegada da pandemia, disse o presidente do BC, levou vários países a projetarem uma “grande depressão”. No entanto, graças ao “efeito coordenado” articulado entre diversos países, a depressão acabou ficando “moderada”. Em meio a esse processo, “as economias tiveram dificuldade de entender efeitos e implicações. Vimos que preços de bens subiram muito e não voltaram até hoje. E que [o setor de] serviços caiu muito, mas começou a voltar”. Campos Neto disse que, nesse contexto, “o BC atuou rápido e foi o primeiro a subir juros”.

“Provavelmente o mundo externo vai começar a ajudar. Entendemos que, [mantendo] um plano coeso com responsabilidade fiscal vamos iniciar uma trajetória sustentável, com juros baixos”, disse.

Com Agência Brasil

A expectativa é de que o cenário externo colabore para essa melhora

Falência do Twitter pode apagar recentes registros da história humana

Se Elon Musk não conseguir transformar o Twitter em uma plataforma sustentável, analistas dizem que a humanidade perderá parte de sua história mais recente.

“Vamos perder tanta história digital se o Twitter for destruído sem aviso prévio”, disse Elise Thomas, analista do instituto de pesquisa global Institute for Strategic Dialogue (ISD), ao MIT Technology Review.

“[Twitter] na verdade representa uma enorme oportunidade para futuros historiadores; nunca tivemos a capacidade de capturar tantos dados sobre qualquer época anterior da história”, acrescenta Thomas.

Entre os registros da história humana recente estão relatos contemporâneos que vão desde a guerra na Ucrânia até a morte de Osama bin Laden.

Embora a plataforma esteja um pouco distante de ser uma das mais populares, o Twitter tem sido protagonista com a rapidez em que as informações acontecem.

Além disso, é uma rede com bastante influência com presença de políticos, artistas e pessoas de todo o mundo que interagem sobre acontecimentos em tempo real.

A Biblioteca do Congresso dos EUA tentou criar um registro público de todos os tweets, mas interrompeu a captação em 2018 devido a dificuldade técnica. Atualmente apenas arquiva tweets ‘de forma seletiva’. 

Ciaran O’Connor, também do ISD, disse que o conteúdo do Twitter dos últimos 16 anos inclui tweets que podem ser usados ​​como prova.  

“Se o Twitter fosse embora, digamos, tudo isso – todas as evidências em primeira mão de atrocidades ou potenciais crimes de guerra, e todas essas evidências em potencial – simplesmente desapareceriam”, disse ele.

Se Elon Musk não conseguir transformar o Twitter em uma plataforma sustentável, analistas dizem que a humanidade perderá…

Acer Chromebook Vero 514 tem chassi com plástico reciclado dos oceanos

O Acer Chromebook Vero 514 é o mais recente Chromebook da marca que possui desempenho e funcionalidades, mas seu grande destaque é a sua construção usando plástico reciclado do oceano.

Ele não apenas apresenta durabilidade robusta e até o mais recente processador Intel Core i7 de 12ª geração, mas também abraça o espírito de sustentabilidade ao integrar 30% de plástico PCR no chassi e moldura da tela e 50% nas teclas e alto-falantes de áudio.

Além disso, o modelo da Acer contribui para a redução de resíduos de plástico no oceano, pois usa plásticos reciclados na carcaça interna da ventoinha e em seu touchpad OceanGlass, que fornece uma textura elegante, semelhante ao vidro e uma sensação tátil responsiva.

Desta forma, o Vero 514 foi projetado especialmente para uma vida útil prolongada do produto, a fim de minimizar o impacto ambiental.

Outra novidade, em caso de reparos e atualizações na memória e no armazenamento, o acesso são simplificados com o uso de parafusos padrão na tampa inferior.

O exterior exclusivo apresenta um chassi sem tinta com um acabamento cinza paralelepípedo e um painel de exibição que é 99% reciclável.

O Acer Chromebook Vero 514 tem ainda um exterior resistente a impactos que atende aos padrões de teste MIL-STD 810H, um design reforçado que o protege de quedas de até 122 cm.

A embalagem de celulose moldada é feita de uma variedade de materiais fibrosos, como papel reciclado, papelão ou outras fibras naturais – oferecendo uma ampla gama de benefícios em relação às embalagens tradicionais de plástico e isopor.

Acer Chromebook Enterprise Vero 514

O Acer Chromebook Enterprise Vero 514 equipa os usuários empresariais com vários recursos corporativos através do Chrome OS, capacitando os funcionários nas organizações ecológicas, call centers, organizações de saúde e outras empresas com maior eficiência operacional e produtividade.

O Chromebook Enterprise Vero 514 é fornecido com os recursos empresariais do Chrome OS desbloqueados, incluindo segurança avançada, relatórios e insights, gerenciamento escalável baseado em nuvem e registro sem toque.

O Acer Chromebook Vero 514 é o mais recente Chromebook da marca que possui desempenho e funcionalidades, mas…

Google Pixel Fold, o celular dobrável do Google, tem supostas imagens vazadas

De acordo com o Front Page Tech, essas seriam as primeiras imagens de imprensa do Google Pixel Fold, o aguardado celular dobrável do Google que chega para concorrer com dispositivo da Samsung e Motorola.

As renderizações do modelo dobrável do Google Pixel, feitas com base em imagens obtidas da fonte, mostram com bastante detalhes (incluindo estranhas bordas nas telas) como serão os novos dispositivos do Google.

As câmeras frontal externa e interna terão resolução de 9,5 megapixels, o sensor de impressão digital está localizado no botão liga/desliga. Pixel Fold estará disponível em duas cores: Giz (branco) e Obsidiana (preto).

O lançamento está previsto para maio de 2023 junto com o Pixel Tablet. O dispositivo custará por volta de US$ 1.799 nos EUA.

De acordo com o Front Page Tech, essas seriam as primeiras imagens de imprensa do Google Pixel Fold,…

Codesul firma acordo para frear impactos das mudanças climáticas

A identificação e monitoramento das vulnerabilidades aos impactos e o planejamento econômico e socioambiental do bloco regional inclui diversos ecossistemas

O acordo foi assinado considerando que os estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso do Sul abrangem extensas áreas e o desenvolvimento sustentável é inseparável

A COP 27, que acontece no Egito, foi palco do acordo entre representantes dos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul com o intuito de frear os impactos das mudanças climáticas e a redução das emissões de gases de efeito estufa. O objetivo é uma atuação efetiva e imediata dos governos envolvidos para a resposta global à ameaça da mudança do clima. A assinatura ocorreu no sábado (12) entre os representantes dos estados da Comissão do Meio Ambiente do Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul) reunidos na 27ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudança Climática a Meeting Room do Multilevel Action Pavilion (ICLEI LGMA Pavilion), em Sharm el Sheikh, e conta com o apoio do ICLEI.

Para Leonardo Porto Ferreira, secretário executivo do meio ambiente de Santa Catarina, um dos signatários da iniciativa e coordenador da câmara de meio ambiente do Codesul, o compromisso assinado no Egito, além de fortalecer as ações integradas entre os estados do Sul, vai elevar Santa Catarina a um patamar além das fronteiras nacionais, sendo um dos estados que mostra a sua preocupação com o futuro ambiental, e atuação efetiva na busca soluções para um desenvolvimento sustentável. “Ninguém faz nada sozinho e o compromisso ambiental é de todos nós. Com esta assinatura, Santa Catarina firma seu compromisso de responsabilidade diante dos impactos mundiais em relação às mudanças climáticas. Damos exemplo e atraímos com isso, empreendedores, pesquisadores e gestores públicos que convergem pelo mesmo ideal”, avalia Ferreira.

“Entre as ações a serem executadas por esse acordo firmado, estão medidas como a promoção de padrões sustentáveis para a agropecuária e desmatamento ilegal zero”, destaca o diretor de políticas ambientais da secretaria do desenvolvimento sustentável e do turismo, Rafael Andreguetto, um dos representantes do Paraná na reunião. “O Paraná lançou, no ano passado, novas resoluções para o incentivo à geração de energia sustentável, que é um ponto importante para atender às demandas desse compromisso assumido. Mas é sempre importante conhecer novas soluções e alternativas para a geração de fontes inéditas de energia sem comprometer o meio ambiente”, conta Andreguetto.

O protocolo de intenções foi assinado considerando que os estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso do Sul abrangem extensas áreas e o desenvolvimento sustentável é inseparável. Em 2019 na Conferência Brasileira de Mudança do Clima os estados firmaram seus compromissos de criar um mapa para acompanhamento e monitoramento do progresso dos estados. A identificação e monitoramento das vulnerabilidades aos impactos e o planejamento econômico e socioambiental do bloco regional inclui diversos ecossistemas, que apresentam diversidade ecológica além de significativo potencial para o aumento de energias renováveis, como por exemplo: biomassa, eólica, solar e pequenas centrais hidroelétricas, que contribuem para o fornecimento de matéria prima para biocombustíveis, significando um potencial de melhoria de eficiência energética do seu parque industrial.

A identificação e monitoramento das vulnerabilidades aos impactos e o planejamento econômico e socioambiental do bloco regional inclui diversos ecossistemas

Vale do Pinhão contará com supermercado tecnológico

Local será laboratório de testes e pesquisas para o varejo

Entre as tecnologias está o carrinho inteligente da Nextop, que identifica, soma e recebe o pagamento das compras, tudo feito pelo próprio cliente

Um supermercado tecnológico será inaugurado na quinta-feira (10), no Vale do Pinhão, em Curitiba. Ao invés de apenas vender produtos aos consumidores, ele atuará no desenvolvimento de soluções, testes e pesquisas para o varejo. A novidade é uma iniciativa do Instituto HIPELAB, um laboratório com um supermercado funcional, que recebeu R$ 2 milhões de investimento e já inicia suas operações com 25 inovações tecnológicas voltadas para gestão inteligente com foco na experiência do consumidor. Entre as tecnologias está o carrinho inteligente da Nextop, que identifica, soma e recebe o pagamento das compras, tudo feito pelo próprio cliente. Outra inovação é o Delphos, uma solução em Business Inteligence com capacidade de análise de dados muito rápida. Ele consegue cruzar informações com apenas um clique para que o gestor tenha uma visão 360° do negócio e consiga colocar o consumidor no centro de suas tomadas de decisão.

O laboratório tem como objetivo gerar inteligência de mercado e atuar na validação de novas tecnologias e soluções para o segmento varejista. “O HIPELAB atuará como um showroom de tecnologias e tendências para que o varejista possa ter uma experiência imersiva no futuro do setor. Além de testar as inovações, poderemos demonstrar cada novidade de maneira prática e realista”, afirma o COO do HIPE, Ricardo Pontes. Por contar com uma plataforma de testes, o HIPELAB agirá como um facilitador para que as ideias e as startups cheguem ao mercado mais rapidamente. “Hoje, existe uma certa dificuldade para conseguir um supermercado disposto a assumir os riscos de testar uma nova solução e o HIPELAB cumprirá esse papel. Assim, quando os empreendedores forem comercializar as suas soluções, já oferecerão algo testado, validado e pronto para operar”, explica Pontes.

Essa parte do projeto é denominada de Laboratório Nível 1 e está localizado na sede do HIPE, no coração do Vale do Pinhão, em Curitiba. O espaço é um ambiente totalmente controlado e funcional, onde serão testadas as soluções desenvolvidas pelos associados do Instituto e startups do HIPE. Após essa fase, a solução será testada no Laboratório Nível 2 – um supermercado da rede Verde Mais (associado do HIPE). Depois disso, a tecnologia já estará apta para ser utilizada no varejo.

Local será laboratório de testes e pesquisas para o varejo

Atividade econômica tem alta de 0,05% em setembro

Alta foi de 1,36% no terceiro trimestre do ano

No acumulado de 12 meses, o índice conhecido como a prévia do PIB ficou positivo em 2,34%

Conforme aponta o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado pelo Banco Central, a atividade econômica brasileira registrou um crescimento de 0,05% no mês de setembro, na comparação com agosto. Considerando os últimos três meses, a alta foi de 1,36%. O IBC-Br reúne informações do nível de atividade dos três setores da economia: agropecuária, indústria e serviços. Ele é levado em conta pelo Banco Central para tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic. Economistas consideram o índice como uma prévia do PIB, indicador oficial da atividade econômica calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em setembro, o IBC-Br atingiu 144,01 pontos de acordo com os dados dessazonalizados (ajustados para o período). Com o resultado, o índice voltou a subir após um mês de queda: em agosto houve retração de 1,13%. Nos meses anteriores, o IBC-Br vinha oscilando. Em abril e maio houve queda e em junho e julho alta. Considerando a comparação entre setembro desse ano e setembro do ano passado, a partir do dado não dessazonalizado, houve alta de 4%. No acumulado de 12 meses, o índice também ficou positivo em 2,34%.

Com Agência Brasil

Alta foi de 1,36% no terceiro trimestre do ano