Archives Novembro 2022

DuckDuckGo lança proteção contra rastreamento de apps no Android

O DuckDuckGo lançou uma nova proteção que impede o rastreamento de dados pessoais pelos aplicativos e a funcionalidade já pode ser utilizada por todos os usuários do Android. 

Disponibilizado em versão beta no app DuckDuckGo para Android, a empresa afirma que consegue bloquear os rastreadores de terceiros, mesmo quando você não os está usando.

“Quando a proteção contra rastreamento de aplicativos está ativada, ela detecta quando outros aplicativos em seu telefone estão prestes a enviar dados para qualquer uma das empresas de rastreamento de terceiros em nosso conjunto de dados de rastreador de aplicativos e bloqueia a maioria dessas solicitações”, dizem os desenvolvedores.

“Você pode continuar usando seus aplicativos normalmente, e a Proteção contra rastreamento de aplicativos funciona em segundo plano para bloquear rastreadores sempre que os encontra, mesmo enquanto você dorme”.

Mais do que apenas bloquear, o DuckDuckGo oferece um painel em tempo real dos resultados da proteção contra rastreamento de aplicativos, incluindo o que estão rastreando em cada aplicativo e quais dados coletam. 

Para ter acesso a nova proteção, atualize ou instale a versão mais recente do aplicativo DuckDuckGo para Android, abra Configurações e selecione “Proteção contra rastreamento de aplicativos” (na seção “Mais”) e siga as instruções na tela.

O DuckDuckGo lançou uma nova proteção que impede o rastreamento de dados pessoais pelos aplicativos e a funcionalidade…

Desemprego fica estável em 21 estados no terceiro trimestre

O Sul obteve a menor taxa de desocupação de todo o Brasil

A taxa de informalidade apresentou queda para o total nacional, mas entre as maiores reduções nesse indicador se destacam Santa Catarina e Rio Grande do Sul

Apenas seis unidades da federação acompanharam a redução registrada na taxa de desocupação no país no terceiro trimestre frente aos três meses anteriores. Enquanto o índice nacional recuou de 9,3% para 8,7% no período, 21 estados permaneceram estáveis. Já na comparação interanual, com o mesmo trimestre do ano anterior, houve queda significativa da taxa de desocupação em todas as unidades da federação. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Trimestral, divulgada pelo IBGE. “No segundo trimestre, a taxa de ocupação havia caído 1,8 ponto percentual, com disseminação da queda por 22 unidades da federação. Já no terceiro trimestre, a queda foi menos intensa, de 0,6 ponto percentual e isso repercutiu nos resultados locais, por estado”, explica a coordenadora de trabalho e rendimento do IBGE, Adriana Beringuy.

As reduções na taxa na comparação com o trimestre anterior foram registradas por Paraná (-0,8 ponto percentual), Minas Gerais, Maranhão, Acre, Ceará e Rondônia. Nessa mesma comparação, houve queda no indicador em todas as grandes regiões e o Nordeste se manteve com a maior taxa (12%). Entre os dez estados com maior taxa de desocupação, seis são dessa região. Já as menores taxas de desocupação, no terceiro trimestre, ficaram com Rondônia (3,9%), Mato Grosso (3,8%) e Santa Catarina (3,8%). O Sul foi a região com a menor taxa (5,2%) e os seus três estados registraram percentuais abaixo da média nacional.

A taxa de informalidade registrada no país foi de 39,4% no terceiro trimestre. Os maiores percentuais estavam no Pará (60,5%), Maranhão (59,1%) e Amazonas (57,1%), estados onde a maioria dos ocupados estava em trabalhos informais. Já Santa Catarina (25,9%), Distrito Federal (29,8%) e São Paulo (30,6%) tinham as menores proporções. “A taxa de informalidade apresentou queda para o total nacional, mas entre as maiores reduções nesse indicador se destacam Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Pernambuco e Rio Grande do Norte”, afirma Adriana. Entre a população considerada informal estão os empregados domésticos e do setor privado sem carteira assinada, os empregadores e trabalhadores por conta própria sem CNPJ e trabalhadores familiares auxiliares.

Sobre a PNAD Contínua
A PNAD Contínua é o principal instrumento para monitoramento da força de trabalho no país. A amostra da pesquisa por trimestre no Brasil corresponde a 211 mil domicílios pesquisados. Cerca de dois mil entrevistadores trabalham na pesquisa, em 26 estados e Distrito Federal, integrados à rede de coleta de mais de 500 agências do IBGE. Em função da pandemia de Covid-19, o IBGE implementou a coleta de informações da pesquisa por telefone a partir de 17 de março de 2020. Em julho de 2021, houve a volta da coleta de forma presencial.

O Sul obteve a menor taxa de desocupação de todo o Brasil

Inflação da Copa do Mundo: “kit torcedor” chega a custar até o dobro

Alta dos preços de itens como carnes, cerveja, televisores e a camisa da seleção é de até 100%

O brasileiro vai desembolsar em média 80% mais para comprar a carne, 18% para cerveja e 24% para o refrigerante e a água

O torcedor brasileiro não vai sofrer só na hora de torcer pela seleção nessa Copa do Mundo, mas também na hora de pagar a conta. Em levantamento feito, os itens mais consumidos durante o torneio chegaram a registrar altas de até 100% desde a última edição há quatro anos. Itens como cerveja, carnes e televisores, que têm elevação da demanda devido ao evento esportivo, registram inflação de dois dígitos desde 2018.

Para assistir ao jogo, como a grande maioria dos torcedores não irá até o Catar em novembro, a televisão é quase indispensável – são poucos aqueles que ainda acompanham pelo rádio ou assistem na tela pequena do celular. E se o brasileiro quiser trocar a TV por um modelo maior ou melhor, deve desembolsar em média 17% mais que em 2018. Curioso é que esse é o único item a registrar quedas consistentes de preço desde 2006, por conta dos ganhos de produtividade e mudança rápida da tecnologia. Com os efeitos da pandemia, porém, o aumento da demanda e o setor severamente impactado pela disrupção da cadeia global de suprimentos, os preços passaram a subir.

E se a ideia é fazer um churrasco para acompanhar o jogo, o brasileiro vai desembolsar em média 80% mais para comprar a carne, 18% para cerveja e 24% para o refrigerante e a água. “A alta do primeiro item está associada à maior demanda global, elevação dos custos de grãos e queda da área de pastagens com a crise hídrica de 2020/21. Cerveja e refrigerante, em paralelo, tiveram alta relevante de custos, especialmente de embalagens, com cotação em dólares”, afirma Rafael Carmo, líder regional da XP Rio Grande do Sul. Além dos torcedores caseiros, existem também aqueles que preferem acompanhar os jogos fora de casa, num bar, por exemplo. Se esse é o seu caso, você vai gastar cerca de 15% a mais para comprar a cerveja e mais 20% para água e refrigerante. “A inflação é levemente menor em comparação à compra no supermercado, mas vale lembrar que, na média, consumir fora do domicílio é 15% mais caro”, ressalta o executivo.

Se você não deixa de se uniformizar para assistir aos jogos, se prepare: para adquirir uma camisa oficial da Seleção Brasileira você vai desembolsar R$ 349,99 (site oficial da Nike), superando em 40% o valor pago em 2018, e bem acima da inflação acumulada no período (26,8%). Em relação a isso, é importante lembrar que o setor de vestuário vem batendo seus recordes para variação em 12 meses – a maior desde 1995, em meio ao Plano Real – e chegou a alcançar 16,6% em julho em decorrência de dois fatores: desajustes nas cadeias que fornecem matéria prima para o setor, forçando o repasse do aumento de custos para os consumidores, e a retomada do consumo com a reabertura da economia em meio ao motivo anterior. Por fim, o aumento e volatilidade do câmbio tem parte nisso, dado que o produto é tabelado (tem o mesmo valor em dólares para todo o mundo). Se além de comemorar você quiser participar da tradição de trocar figurinhas com os amigos em busca de completar o álbum, os preços podem assustar: o álbum oficial (versão tradicional) subiu 16,5%, enquanto o pacote com cinco figurinhas dobrou de preço (variação observada também em relação à última Copa).

Como foi nos outros anos?

Alta dos preços de itens como carnes, cerveja, televisores e a camisa da seleção é de até 100%

Empresas Randon alcançam melhor receita líquida trimestral da história

Receita líquida consolidada foi de R$ 3,1 bilhões entre julho e setembro

O avanço é impulsionado pela demanda aquecida dos mercados de atuação da companhia, aliada às receitas de novos negócios

As Empresas Randon alcançaram, no terceiro trimestre de 2022, a maior receita líquida consolidada trimestral de sua história: R$ 3,1 bilhões. O número representa crescimento de 22,9% na comparação com o mesmo período do ano passado e de 10,2% em relação ao segundo trimestre deste ano.

O avanço é impulsionado pela demanda aquecida dos mercados de atuação da companhia, aliada às receitas de novos negócios. Todas as verticais das Empresas Randon apresentaram resultados consistentes. A vertical de controle de movimentos, que reúne a Fras-le e suas empresas controladas, registrou mais um trimestre com recorde de receita líquida, atingindo R$ 823,9 milhões. As empresas de autopeças para veículos comerciais ganharam relevância, com receita de R$ 1,1 bilhão, impulsionada pelo aumento da demanda de OEM’s e pela expansão de capacidade, principalmente de fundição e usinagem.

A vertical montadora registrou mais um trimestre de crescimento de receitas, chegando a R$ 1,3 bilhão, devido ao lançamento de novas linhas de produtos com o conceito New R, condições comerciais diferenciadas e competitivas e boa performance do mercado externo. Já as unidades de Serviços Financeiros e Digitais aumentaram a participação na receita total da companhia, impulsionadas por volumes recordes de operações contratadas por clientes do Banco Randon e aumento do volume de cotas de consórcios comercializadas.

“Apesar do cenário complexo deste ano, podemos afirmar que estamos em um dos melhores momentos vividos pela Companhia. A cada trimestre damos mais um passo na consolidação da estratégia que estamos adotando, com uma diversificação contínua dos negócios, em novos mercados, geografias, segmentos e produtos”, destaca o CFO das Empresas Randon, Paulo Prignolato.

As receitas do mercado externo, que reúnem as exportações a partir das unidades brasileiras e as vendas das empresas controladas situadas no exterior, atingiram US$ 121,5 milhões no terceiro trimestre de 2022, crescimento de 40,4% no comparativo com o mesmo período do ano passado. Esse indicador tem evoluído consistentemente ao longo dos últimos trimestres, resultado da estratégia das Empresas Randon de ampliar a atuação internacional. Um marco relevante do período foi o início das exportações de implementos rodoviários para o mercado norte-americano.

Foram anunciados no terceiro trimestre dois movimentos importantes para a Companhia: a aquisição da fabricante de semirreboques norte-americana Hercules, concluída em 1º de novembro, e a entrada em um novo negócio, com a criação da Addiante, joint venture focada na oferta de serviços de locação de veículos pesados e equipamentos em parceria com a Gerdau, cuja conclusão ocorreu em 3 de novembro. “São ações que potencializam nossa estratégia de atuação como um ecossistema completo de soluções para o transporte, com presença global. Trimestre após trimestre temos apresentado uma série de iniciativas em inovação, internacionalização, ampliação de nossa diversificação e melhorias em nossas práticas de governança, que têm impulsionado nosso crescimento sustentável, com receitas recordes e margens consistentes”, salienta o CEO das Empresas Randon, Sérgio Carvalho.

Receita líquida consolidada foi de R$ 3,1 bilhões entre julho e setembro

As armadilhas no desenvolvimento das novas versões de antigos produtos digitais — Parte 2

Sua empresa está pensando em refazer seu antigo sistema digital? Conheça duas outras armadilhas muito comuns para que possa evitá-las e construir uma estratégia de sucesso

Hoje, todos os ERPs se parecem, é quase como uma commodity

A inovação tecnológica corre a passos largos. A cada dia surgem novos entrantes transformando segmentos inteiros de mercado. O que me motivou a escrever essa sequência de artigos (veja a primeira parte da minha reflexão clicando aqui) foi justamente a vivência consultiva. Como consultores, temos o privilégio de estar dentro das organizações e conhecer com profundidade suas forças e fraquezas. Entendo que o nosso papel é auxiliar os clientes nesta transformação, mesmo que isso signifique apontar problemas, causar alguns desconfortos, mas fazer a diferença para construir algo novo e melhor. Compartilho a seguir outras duas armadilhas que considero relevantes.

Armadilha 3 — Copiar “benchmarks”
Outra situação recorrente que costumo acompanhar com alguma frequência: “Vamos renovar seguindo os passos de outros players que fizeram esse movimento antes de nós”. A intenção é boa, sempre temos o que aprender com os chamados “benchmarks”, ou referências em português. Já trilharam um caminho que pode ser abreviado ou até mesmo evitado (sim, existe também benchmark do que não fazer). Uma estratégia de renovação de sistemas legados de sucesso precisa ser multidisciplinar. Ou seja, ter um olhar de 360 graus para o negócio, tendo a renovação da tecnologia com uma das bases, mas sem esquecer de outros aspectos fundamentais como experiência do cliente, tendências de mercado, objetivos comerciais, entre outros. Faz parte dessa multidisciplinaridade analisar mercado, concorrentes e referências. O ponto que quero destacar é da diversidade entre organizações. Os cenários de micro e macro ambientes são complexos e únicos. O que pode funcionar bem para uma empresa, pode ser desastroso em outra. Se tivesse uma receita simples, só teríamos empresas de sucesso no mercado. Bastava seguir a mesma cartilha. Também costumo me perguntar: como é que podemos saber se aquela empresa que estamos adotando como referência não está, no mesmo momento, refletindo sobre o seu próprio modelo? Nesse caso, estaríamos correndo o risco de apostar em uma estratégia fracassada sem saber. A mensagem é: vamos usar sim benchmarks, mas com parcimônia. É mais um elemento a ser colocado em nosso mix. Mas não é o único.

Armadilha 4 — Prender-se às metodologias
Essa é uma situação menos comum, mas que já presenciei algumas vezes. Após a tomada de decisão da mudança vem também uma tomada de consciência. A empresa percebe o quanto está defasada tecnologicamente e o quanto ainda precisa ser feito. Nesse momento nasce uma grande angústia e ansiedade para a renovação. Se antes estava acomodada e tranquila em sua posição, a empresa agora está totalmente inquieta atrás de tudo o que há de novidade. É como se de repente passasse a achar que nada sabe e passa a estudar para adotar todas as metodologias mais atuais do mercado. Sou totalmente a favor da adoção de metodologias. Elas ajudam a sistematizar processos de forma eficaz. Normalmente são criadas por pessoas que entendem bastante de determinado assunto e resolveram criar modelos a serem seguidos para facilitar certas ações. Mas importante lembrar que a grande maioria delas foi projetada para um ambiente totalmente diferente do nosso (predominantemente o mercado norte-americano), no qual as estrutura das organizações, o mindset, os prazos e os budgets costumam ser muito diferentes da nossa realidade nacional. Além disso, também são produtos a serem vendidos, alguns inclusive com bastante hype envolvida, modismos passageiros. Existe toda uma indústria que sobrevive através da implantação de metodologias. Trata-se de um mercado legítimo, mas é importante levarmos isso em conta quando formos colocá-las em prática. A armadilha nesse caso é ficar prisioneiro da metodologia. Usa-se para tudo e ao pé da letra, sem flexibilidades e adaptações. A preocupação com ela é tamanha, que perde-se às vezes mais tempo em sua gestão do que na finalidade que a justificou. Metodologias são facilitadores. Se ela está engessando o processo tornando-o mais burocrático e lento, elas deixaram de ajudar para tornarem-se um gargalo. Pense nisso.

Muitos percebem a renovação do legado como uma grande dor de cabeça. Já eu tenho a crença de que é uma grande oportunidade. Inicie agora seu processo de mudança criando uma estratégia de escala em um ambiente multidisciplinar, adotando novos paradigmas, analisando as oportunidades, forças e fraquezas de seu mercado e negócio, apoiando-se em referências e metodologias de forma crítica. É um conselho que pode ser dado para qualquer perfil de organização. A ênfase que estou dando para as empresas de ERP é por perceber que estão em uma espécie de encruzilhada que, dependendo da decisão, pode levá-las em direções opostas. Vivemos a chamada era da experiência, na qual a tecnologia é utilizada como uma (poderosa) ferramenta, um meio para um fim calcado na necessidade do usuário. Uma abordagem quase oposta à que era adotada há cerca de 20, 30 anos atrás, quando tecnologia era diferencial competitivo. Hoje, todos os ERPs se parecem, é quase como uma commodity. Queremos permanecer relevantes pela pertinência da nossa entrega. Fidelizar através da inércia do cliente final é uma estratégia que não se sustenta por muito tempo. O pior dos custos é a evasão silenciosa de usuários pela insatisfação com nosso produto. Com o ritmo acelerado das evoluções tecnológicas, é preciso fazer algo pro-ativamente. Está pensando em renovar o seu legado? A hora de começar é agora.

Você se identificou com as armadilhas citadas ou já viu acontecer em outras empresas? Sabe de mais armadilhas e quer nos contar? Compartilhe conosco a sua experiência!

Sua empresa está pensando em refazer seu antigo sistema digital? Conheça duas outras armadilhas muito comuns para que possa evitá-las e construir uma estratégia de sucesso

Twitter para Android revela evidências de criptografia ponta a ponta para DMs

A compra do Twitter pelo executivo Elon Musk está dando o que falar e contribui para manter a mídia social nos holofotes da indústria de tecnologia.

Em um novo avanço capitaneado por Musk está a implementação de criptografia de ponta a ponta para as DMs (mensagens privadas) do Twitter.

Revelado pela pesquisadora Jane Manchun Wong, o aplicativo Android do Twitter ganhou um código indicando que a criptografia está a caminho das DMs. 

— Elon Musk (@elonmusk) November 16, 2022

Musk, então, parece ter confirmado respondendo ao tweet de Wong com um emoji piscando (veja acima).

Em Abril, o CEO da Tesla e SpaceX já havia mostrado interesse que o Twitter seguisse os passos do Signal na implementação de E2EE.

“As DMs do Twitter deveriam ter criptografia de ponta a ponta como o Signal, para que ninguém pudesse espionar ou hackear suas mensagens”.

A compra do Twitter pelo executivo Elon Musk está dando o que falar e contribui para manter a…

YouTube Shorts agora tem música licenciada com até 1 minuto

Acirrando a disputa com o TikTok, o YouTube anunciou hoje que os criadores de conteúdo de curta duração poderão usar músicas com direitos autorais com até 1 minuto em seus Shorts. 

A novidade amplia a duração para 30 e 60 segundos “para a maioria das faixas”, embora alguns singles continuem restritos a duração no limite anterior de 15 segundos.

Além disso, os criadores podem “remixar” até 60 segundos de sons de outros vídeos, em vez de apenas 15 segundos, como acontecia antes.

Os novos acordos colocam o YouTube Shorts em paridade com o TikTok, enquanto o Instagram Reels as faixas tem duração de até 90 segundos.

Atualmente, o YouTube Shorts é assistido por mais de 1,5 bilhão de usuários conectados todos os meses e soma mais de 30 bilhões de visualizações por dia, afirma a empresa.

Acirrando a disputa com o TikTok, o YouTube anunciou hoje que os criadores de conteúdo de curta duração…

YouTube Shorts experimenta recurso de compras no Brasil

O Google está testando novos recursos de compras do YouTube Shorts que permite aos usuários adquirir produtos enquanto assistem a vídeos curtos.

Dois produtos serão lançados a partir de 2023:

O primeiro é um sistema de marketing de afiliados que pagará comissões aos criadores que optarem por promover seus produtos nos Estados Unidos.

O segundo são tags dentro dos vídeos no qual os usuários nos EUA, Índia, Brasil, Canadá e Austrália poderão comprar por meio do Shorts.

Além das vendas no serviço, o YouTube pretende pagar aos criadores 45% da receita de anúncios a partir do início do próximo ano.

“É um modelo de endosso, em comparação com um modelo de publicidade mais tradicional ou um modelo de colocação paga”, disse Michael Martin, GM do YouTube Shopping, ao FT . 

“Acreditamos firmemente que o YouTube é o melhor lugar para os criadores construírem um negócio e fazer compras é uma parte disso”.

“Nosso objetivo é focar nas melhores oportunidades de monetização para criadores no mercado.”

Apesar dos esforços de Mountain View de seguir os passos do TikTok, a receita trimestral de anúncios do YouTube caiu 1,9% no último ano e ficou abaixo das expectativas.

O Google está testando novos recursos de compras do YouTube Shorts que permite aos usuários adquirir produtos enquanto…

Bancos elevam projeção para a carteira de crédito no ano

Estimativa de alta também cresceu para 2023

Melhora das expectativas da atividade econômica e reedição dos programas públicos de crédito foram responsáveis pela revisão

Pela sétima vez consecutiva, os bancos elevaram suas projeções para o mercado de crédito neste ano, revela a Pesquisa Febraban de Economia Bancária e Expectativas. A projeção de crescimento da carteira total para este ano passou de 13,9% na pesquisa anterior (setembro) para 14,1%, valor muito próximo à atual projeção do Banco Central, de alta de 14,2%. Para 2023, a média das projeções para a expansão da carteira total subiu para 8,4% ante 8% no levantamento anterior. A pesquisas, realizada com 20 bancos entre 3 e 8 de novembro, é feita a cada 45 dias, logo após a divulgação da Ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), e reúne as percepções das instituições financeiras sobre o documento do Banco Central e as projeções para o desempenho das carteiras de crédito no ano corrente e no próximo.

“Para este ano, a revisão positiva se deve à melhora das expectativas da atividade econômica, ao crescimento maior do que o esperado do mercado de crédito, além da reedição dos programas públicos de crédito, como Pronampe e FGI-Peac, que seguem com demanda alta”, avalia Rubens Sardenberg, diretor de economia, regulação prudencial e riscos da entidade. “Já para 2023, a expectativa de alta na carteira direcionada se elevou ligeiramente, passando de 6% para 6,1%, mas na carteira com recursos livres, o ajuste foi relevante, passando de 9,3% na pesquisa anterior para 10% nesta última edição”, complementa. Segundo ele, “esta nova revisão positiva reforça, mais uma vez, a capacidade do setor bancário de manter e ampliar a oferta de crédito, que foi uma das alavancas que permitiu este desempenho positivo da economia em 2022”.

A projeção de expansão da carteira com recursos direcionados também subiu, de alta de 9,3% (em setembro) para 10,2%. A projeção para a carteira pessoa física direcionada passou de 12,8% para 13,1%, devido ao forte crescimento do crédito rural. Já a expectativa de alta da carteira pessoa jurídica passou de 5,1% para 5,3%, com as projeções se ajustando à nova rodada dos programas públicos de crédito. Entretanto, a pesquisa mostra que houve piora das expectativas para a inadimplência da carteira livre. Para este ano, a projeção subiu de 3,9% (em setembro) para 4,3%, enquanto para 2023 avançou de 4,2% para 4,6%. Atualmente, a inadimplência desta carteira está em 4%.

A pesquisa mostra que não houve alterações quanto à perspectiva de início do processo de flexibilização monetária. A maioria dos participantes (60%) dos participantes segue esperando que o início da flexibilização monetária ocorra a partir do 2º trimestre de 2023 (reuniões de maio ou junho), enquanto os demais (40%) acreditam que esse movimento aconteça no 3º trimestre. Assim, a mediana das projeções prevê que a taxa Selic fique estável em 13,75% até maio de 2023. Em junho, quando começaria o ciclo de flexibilização monetária, a Selic cairia 0,50 ponto percentual, para 13,25% ao ano.

Estimativa de alta também cresceu para 2023

Região Sul teve a maior queda do PIB no primeiro ano da pandemia

O Rio Grande do Sul teve a maior retração em todo o Brasil

O Paraná avançou da quinta para a quarta posição, devido ao seu ganho relativo na agropecuária nacional, enquanto no Rio Grande do Sul a perda de posição refletiu sua redução em volume e em participação na mesma atividade

Em 2020, primeiro ano da pandemia de Covid-19, o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) do Brasil atingiu R$ 7,6 trilhões, recuo de 3,3%. Houve quedas no PIB em 24 das 27 unidades da Federação, estabilidade no estado de Mato Grosso e variações positivas em Mato Grosso do Sul (0,2%) e Roraima (0,1%). As informações constam das Contas Regionais 2020, elaboradas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com os órgãos estaduais de estatística, secretarias estaduais de governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa). O Rio Grande do Sul teve a maior queda em volume (-7,2%), seguido pelo Ceará (-5,7%), Rio Grande do Norte (-5%), Espírito Santo (-4,4%), Rondônia (-4,4%) e Bahia (-4,4%). Os demais recuos foram em Alagoas (-4,2%), Acre (-4,2%), Pernambuco (-4.1%%), Paraíba (-4%), Piauí (-3,5%) e São Paulo (-3,5%).

Segundo o IBGE, no Rio Grande do Sul, o resultado foi provocado pela agricultura, que sofreu impacto da estiagem em 2020, e pelas indústrias de transformação, devido ao segmento de preparação de couros. No Sudeste, o volume do PIB foi igual ao nacional (-3,3%), com retração mais acentuada no Espírito Santo (-4,4%), seguido por São Paulo (-3,5%), Minas Gerais (-3%) e Rio de Janeiro (-2,9%). A Região Sul teve a maior queda em volume do PIB (-4,2%), entre 2019 e 2020, devido principalmente ao desempenho do Rio Grande do Sul (-7,2%). Já o Centro-Oeste foi a região de menor queda em volume (-1,3%), influenciado por Mato Grosso do Sul (0,2%), e Mato Grosso, que se manteve estável.

Segundo a pesquisa, oito estados trocaram de posição no ranking de participação no PIB entre 2019 e 2020. Ao longo da série histórica, iniciada em 2002, apenas em 2014 e 2016 o número de movimentação de posições foi maior. “O Paraná avançou da quinta para a quarta posição, devido ao seu ganho relativo na agropecuária nacional, enquanto no Rio Grande do Sul a perda de posição refletiu sua redução em volume e em participação na mesma atividade”, diz o IBGE. “Houve muita troca de posição, muito mais que nos anos recentes. Isso é reflexo do primeiro ano da pandemia e da forma como ela ocorreu, diferentemente entre as unidades da Federação. A agropecuária cresceu 4,2%, mas representa cerca de 5% do PIB nacional, enquanto nos estados do Centro-Oeste chega a 20% do valor adicionado, o que compensou parcialmente a queda nos serviços. O Rio Grande do Sul foi um dos poucos estados onde a agropecuária não colaborou, devido a problemas climáticos”, disse a gerente de Contas Regionais do IBGE, Alessandra Poça.

De acordo com a gerente, em 2020, a agropecuária teve supersafras (à exceção do Rio Grande do Sul) e aumento do preço das commodities como soja, milho, café e grãos de uma maneira geral na agricultura, como também aumento nos preços dos produtos da pecuária, contribuindo para o resultado dos estados que têm produção agropecuária relevante em suas economias. No Sudeste, única região a perder participação no PIB no período, Rio de Janeiro e São Paulo apresentaram redução de 0,7 ponto percentual e 0,6 ponto percentual, respectivamente. No estado do Rio, o recuo foi motivado pelas indústrias extrativas, com a queda de preço de petróleo e gás, enquanto em São Paulo, devido às perdas nas atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados e em alojamento e alimentação.

Entre os demais estados da região, Minas Gerais teve ganho de 0,2 ponto percentual devido ao cultivo de café, e o Espírito Santo perdeu 0,1 ponto percentual, também afetado pelas indústrias extrativas. “No Sudeste, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo perderam participação. O Espírito Santo perdeu porque o petróleo teve queda de preços e sua produção de minério ainda não se recuperou após o acidente de Brumadinho (MG), cuja produção era pelotizada e escoada pelo Espírito Santo. O desempenho positivo do café não compensou as perdas em outros setores da economia capixaba”, afirmou Alessandra.

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Com Agência Brasil

O Rio Grande do Sul teve a maior retração em todo o Brasil

“Tudo pela metade do dobro” na Black Friday? Procon ensina como não cair nessa

Cartilha dá orientações para compras em lojas físicas e online

Uma sugestão é que o consumidor saiba exatamente o que quer comprar e faça pesquisa de mercado sobre o valor médio do produto fora da época da promoção

Agentes do Procon vão monitorar os preços dos produtos mais procurados pelos consumidores para comparar com os valores praticados no dia da promoção Black Friday, que ocorre na última sexta-feira deste mês (29). Para que os consumidores possam aproveitar a ocasião, o Procon carioca preparou uma cartilha na qual são divulgadas orientações úteis para compras em lojas físicas e online.

Os fornecedores são alertados para que não descumpram o Código de Defesa do Consumidor na hora de fazer suas ofertas. Uma sugestão é que o consumidor saiba exatamente o que quer comprar e faça pesquisa de mercado sobre o valor médio do produto fora da época da promoção, já que o objetivo é conseguir adquiri-lo com desconto real. Na hora da compra, deve ser dada atenção ao custo do frete. Para o fornecedor, o conselho é deixar sempre as informações claras e precisas, para que o consumidor não tenha dúvidas quanto às informações básicas sobre preço, itens que compõem o produto, condições de troca, prazo de entrega, garantia contratual, entre outros dados essenciais.

A cartilha destaca que as grandes estrelas da Black Friday são os preços baixos. Mas nem sempre os consumidores estão atentos a isso. Um alerta é que os preços devem ficar visíveis e afixados no produto, sem que haja necessidade de chamar um vendedor para informá-lo. Da mesma forma, o custo total a ser pago com financiamento deve estar exposto de forma clara, com a quantidade e o valor das prestações, além dos juros praticados. As informações referentes a preço do produto e características valem também para a modalidade de código de barras. Configuram infrações ao direito básico do consumidor, também aplicáveis ao comércio eletrônico, utilizar letras em tamanho ou cor que dificultem a percepção da informação; usar caracteres apagados, borrados ou rasurados; utilizar código que deixe o consumidor em dúvida na hora da consulta; expor informações em ângulos que dificultem a percepção.

Em relação à garantia, o Procon-RJ esclarece que há três tipos. A garantia legal é estabelecida pelo Código de Defesa do Consumidor, independe de previsão em contrato e dá 30 dias para reclamações de produtos e serviços não duráveis, como alimentos, por exemplo, e de 90 dias para bens duráveis, como televisor ou máquina de lavar. A garantia contratual complementa a legal, é oferecida pelo fornecedor, de livre e espontânea vontade, e deve ser sempre por escrito. Se o fornecedor oferecer, por exemplo, garantia contratual de nove meses, o consumidor terá três meses de garantia legal mais os nove meses de contratual, totalizando um ano. O terceiro tipo é a garantia estendida que, na verdade, funciona como uma apólice de seguro. Em geral, ela é contratada à parte e oferecida por outra empresa sem relação com o fabricante.

O órgão alertou que muitas lojas podem embutir o valor da garantia nos produtos. Caso algum fornecedor realize essa prática, o consumidor deve denunciá-lo à autarquia. No caso de peças de mostruário vendidas por um preço abaixo do praticado normalmente, as lojas devem informar claramente o motivo da redução na nota de compra. A partir da reclamação do consumidor, o fornecedor tem 30 dias para resolver o problema. Ao fim desse prazo, ele pode exigir a troca por produto da mesma espécie, em perfeita condição de uso; a restituição imediata da quantia paga; ou o abatimento proporcional do preço.

Em relação à entrega de mercadorias, a loja é obrigada a informar a previsão de cumprimento do contrato. Quando ela descumpre o prazo que ela mesma determinou, os consumidores devem acionar a empresa por meio do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC).

Quanto às compras pela internet, a recomendação do Procon-RJ é que os consumidores verifiquem a segurança do site, conferindo se o endereço usa o protocolo https e se é exibido um ícone no formato de um cadeado fechado. Clicando em cima da fechadura, deve aparecer o certificado de garantia do site. É importante pesquisar na internet relatos de outros consumidores sobre a empresa e guardar todos os e-mails de confirmação do pedido, pagamento e qualquer outra comunicação recebida da loja. Caso o consumidor utilize o cartão de crédito para fazer o pagamento da compra, deve optar pelo cartão virtual temporário, que vale para apenas para uma compra única pela internet. Outras dicas como essas podem ser encontradas na cartilha Black Friday Legal.

A Associação Brasileira do Comércio Eletrônico estima que a Black Friday movimentará este ano em torno de R$ 6 bilhões no comércio online nacional, com um total de 8,3 milhões de pedidos. Os artigos que lideram a preferência dos consumidores são eletrônicos, telefonia, produtos de informática, eletrodomésticos, eletroportáteis, moda, beleza e saúde.

Com Agência Brasil

Cartilha dá orientações para compras em lojas físicas e online

Rôgga lança empreendimento de R$ 390 milhões no litoral catarinense

O início das obras do Belvedere Beach House, em Balneário Piçarras, está previsto para novembro de 2023, com entrega em novembro de 2026

Localizado em um terreno com mais de 6,4 mil metros quadrados no bairro Itacolomi, o empreendimento terá duas torres com 34 apartamentos

O mercado imobiliário brasileiro vem se transformando. No primeiro semestre deste ano, o lançamento de empreendimentos de médio e alto padrão aumentou 20% em relação ao mesmo período de 2021. As vendas no segmento dobraram entre janeiro e junho, de acordo com o indicador Abrainc-Fipe. Santa Catarina segue o mesmo ritmo, com crescimento do mercado de alto padrão também no Litoral Norte.

Embalada por esse ritmo, a Rôgga apresentou ao mercado mais um empreendimento, desta vez de altíssimo padrão: o Belvedere Beach House, em Balneário Piçarras, com VGV (valor geral de vendas) de R$ 390 milhões. Localizado em um terreno com mais de 6,4 mil metros quadrados no bairro Itacolomi, o empreendimento terá duas torres com 34 apartamentos cada, com 4 e 5 suítes, sendo quatro coberturas e oito giardinos, além de 14 lojas comerciais. O início das obras está previsto para novembro de 2023, com entrega em novembro de 2026.

O diretor comercial da Rôgga, Thales Silva, conta que a pandemia acelerou o interesse dos clientes por imóveis mais amplos e confortáveis e determinou o impulsionamento do mercado de alto padrão a índices históricos de crescimento. “A estimativa é de que o segmento, com esse tipo de empreendimento exclusivo, continue aquecido, já que investir em um apartamento de alto padrão é uma opção atraente e segura, com alto potencial de valorização, principalmente pelos vários diferenciais como a vista definitiva para o mar, como é o caso do Belvedere Beach House”, avalia.

O investimento no Balneário Piçarras marca a estreia da nova unidade de negócios da construtora catarinense: a Beach House by Rôgga. Os lançamentos dessa categoria vão combinar infraestrutura exclusiva, altíssimo padrão construtivo, projetos desenvolvidos pelos principais escritórios de arquitetura e forte relação com o meio ambiente. “Nesta linha de produtos o foco está na qualidade de vida, proximidade com a natureza e valorização ou rentabilidade acima da média. Os clientes da Beach House terão mais do que uma localização privilegiada e lazer o ano inteiro. Ao escolher um apartamento nesses empreendimentos diferenciados, eles vão desfrutar de uma experiência única”, promete Silva.

O início das obras do Belvedere Beach House, em Balneário Piçarras, está previsto para novembro de 2023, com entrega em novembro de 2026

A China em sua nova jornada

O principal desafio é o acelerado envelhecimento e acentuada diminuição de sua população

Todos teremos de aprender como conviver com tanta gente idosa – quase metade das populações

Promovido pelo Grupo de Mídia da China (GMC), dia 9 de novembro, com especialistas em China do Brasil, Portugal, Guiné Bissau e São Tomé e Príncipe, o diálogo online “A China na nova jornada e o mundo” tratou do papel do país no mundo nos próximos anos, a partir das definições do 20º Congresso do Partido Comunista, ocorrido em outubro, e das opiniões dos participantes sobre os temas propostos: “Desenvolvimento da China aos meus olhos”, “Relações entre China e Países de Língua Portuguesa” e “Comunidade de Futuro Compartilhado para a Humanidade”.

Esse foi o segundo evento do gênero em 2022, organizado pelo Departamento de Português, do Centro de Programação em Línguas Europeias e Latino-americanas do GMC. Em setembro, foi entre mídias da China e de países de língua portuguesa, com o tema “Responsabilidade Social em prol da Conectividade”.

O CMG é uma estrutura estatal de mídia, que reúne a agência de notícias Xinhua, a rádio China Internacional e a rede de televisão CCTV – as três com filiais no Brasil. A rádio, por exemplo, tem textos em 53 idiomas e informa em seu site apresentar programas em 61 línguas, mais cinco serviços domésticos (“CRI Notícias”, “EASY FM”, “HIT FM”, “Rádio Sala de Aula para Ensino de Línguas” e “Rádio Olímpica CRI”) em nove idiomas, em Beijing, Shanghai, Guangzhou (Guangdong), Lhasa (Tibet), Xianmen (Fujian) e Yantai (Shandong).

Procurei destacar, em minha intervenção no evento do CMG, os aspectos que considero mais relevantes do desenvolvimento chinês: a redução da pobreza, a segurança alimentar da população, o aumento da cobertura florestal e a elevação do nível de escolaridade. A expectativa média de vida da China praticamente dobrou, desde a proclamação da República Popular, em 1949, quando era de 40,8 anos, para os 78 anos em 2021. E a mortalidade infantil caiu de 128 por mil, para os atuais 5,4 por mil.

Tais avanços são confirmados pelas Nações Unidas, através do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): em 1980, a China obteve 0,407 pontos, bem abaixo da média mundial (0,561); em 2021, alcançou 0,768 pontos, acima da média mundial (0,737), ficando em 79º lugar no ranking – à frente do Brasil (84º). Causa e efeito desses avanços, o espantoso aumento do poder aquisitivo da população chinesa, entre 1990 e 2019, pela paridade do poder de compra.

Pode-se imaginar as dimensões dos desafios atuais enfrentados pela China, dos quais talvez o principal seja o acelerado envelhecimento e acentuada diminuição de sua população – a previsão para 2100 é de voltar a ter um bilhão de pessoas, a mesma quantidade que havia em 1981. Será um mundo de gente para ser cuidada e sustentada, por menos pessoas ativas economicamente. A humanidade desconhece como lidar com situação desse tipo e em tão grande escala. Todos teremos de aprender como conviver com tanta gente idosa – quase metade das populações. Há também o desafio ambiental, resultante do modelo de sociedade construído nos últimos 50 anos, com gigantesca concentração populacional nas áreas urbanas, principalmente da região litorânea; mais de 250 milhões de veículos; e a matriz energética ainda dominada pelo carvão, apesar dos crescentes investimentos em fontes renováveis de energia e em várias importantes ações para reduzir as emissões de poluentes.

A atividade do CMG dia 9 coincidiu com o final da 5ª Feira de Importação e Exportação da China, em Shanghai, megaevento receptivo que expressa a nova política chinesa de abertura comercial – é uma feira na qual o mundo vai lá vender. Nessa edição agora participaram 2.800 empresas, de 127 países e regiões, negociando um total de US$ 73,5 bilhões. Acabada a 5ª edição, já estão chamando para a 6ª, em 2023. Pode parecer distante, mas em se tratando de ir à China (ainda mais se o interesse for participar com estande e não apenas visitar), é bom começar a pesquisar logo.

O principal desafio é o acelerado envelhecimento e acentuada diminuição de sua população

Stihl anuncia novo investimento de R$ 210 milhões para fábrica do Sul

A expectativa de conclusão das expansões em São Leopoldo é para o final de 2023

A companhia realizou a “pazada”, tradicional ato simbólico alemão, que marcou o início das obras

Dando sequência no pacote de investimentos para desenvolvimento da estrutura, de equipamentos, da capacidade produtiva e de novas tecnologias para inovação, a Stihl investirá R$ 210 milhões na expansão do centro de pesquisa, desenvolvimento e inovação e do centro logístico, localizados na sede em São Leopoldo (RS). Os movimentos abrirão, incialmente, mais de 80 novas vagas de trabalho. A expectativa de conclusão das expansões é para o final de 2023. A companhia realizou a “pazada”, tradicional ato simbólico alemão, que marcou o início das obras.

A ampliação do centro de pesquisa, desenvolvimento e inovação da Stihl irá aumentar a quantidade de cabines de testes para validação e criação de sistemas, para motores a combustão, para motores a bateria, inclusive, com salas específicas para prototipagem e inovação, que contarão com modernos equipamentos de impressão 3D de metal, areia e polímeros. “Também serão instalados laboratórios para pesquisas de materiais e tribologia – que é a ciência do desgaste, atrito e lubrificação –, para aumentar a qualidade dos produtos”, explica o presidente da Stihl Brasil, Cláudio Guenther. Uma área administrativa também faz parte do novo espaço e aumentará as posições de trabalho no local, além de espaços para workshops e seminários, bem como um coworking, um rooftop do prédio e uma fachada verde com um jardim vertical também está prevista no projeto.

O centro logístico também receberá uma extensão, que aumentará significativamente a área de armazenamento. A estrutura passará das atuais 7.069 para 16.700 posições de pallets, um acréscimo de 137% na capacidade, mesmo com o crescimento de apenas 57% da área construída. Isto se dará por meio de tecnologias de armazenamento com corredores estreitos, estantes mais altas, de até 16 metros de altura, e empilhadeiras de alta eficiência com operação de armazenamento semiautônoma. “Com essa ampliação do edifício, teremos área suficiente para estocar internamente todos os nossos produtos acabados, matérias-primas e componentes, reduzindo, significativamente, o custo logístico”, ressalta Guenther.

A Stihl realizou, na quarta-feira (9), a cerimônia oficial de inauguração dos novos prédios da ferramentaria e do vestiário da empresa. O prédio da Ferramentaria possui 2.400 metros quadrados e será destinado exclusivamente para abrigar todos os equipamentos e recursos para projeto, fabricação e manutenção dos moldes de fundição e injeção de plástico.

A expectativa de conclusão das expansões em São Leopoldo é para o final de 2023

Brasil terá trajetória sustentável de crescimento, projeta Campos Neto

A expectativa é de que o cenário externo colabore para essa melhora

“Entendemos que, [mantendo] um plano coeso com responsabilidade fiscal vamos iniciar uma trajetória sustentável, com juros baixos”, opinou o presidente do BC

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, disse que a velocidade de resposta dada pelo Brasil, em meio ao contexto de crise mundial, associada ao “plano coeso com responsabilidade fiscal” levará ao início de uma trajetória sustentável de crescimento econômico, com juros baixos. A expectativa, acrescentou, é de que o cenário externo colabore para essa melhora. A afirmação foi feita durante o Lide Brazil Conference, em Nova York (EUA), evento que debate o cenário do país para os próximos anos.

Campos Neto iniciou o discurso falando sobre os efeitos da pandemia no cenário mundial e, especificamente, no Brasil. A chegada da pandemia, disse o presidente do BC, levou vários países a projetarem uma “grande depressão”. No entanto, graças ao “efeito coordenado” articulado entre diversos países, a depressão acabou ficando “moderada”. Em meio a esse processo, “as economias tiveram dificuldade de entender efeitos e implicações. Vimos que preços de bens subiram muito e não voltaram até hoje. E que [o setor de] serviços caiu muito, mas começou a voltar”. Campos Neto disse que, nesse contexto, “o BC atuou rápido e foi o primeiro a subir juros”.

“Provavelmente o mundo externo vai começar a ajudar. Entendemos que, [mantendo] um plano coeso com responsabilidade fiscal vamos iniciar uma trajetória sustentável, com juros baixos”, disse.

Com Agência Brasil

A expectativa é de que o cenário externo colabore para essa melhora