Archives Outubro 2022

Tecnologia não é sinônimo de inovação

Entender o que seu público quer muitas vezes não passa por criar startups, digitalizar processos ou contratar consultorias

Empresas nascem e morrem cada vez mais rápido, o que leva ao tabuleiro um grande desafio: como trabalhar a inovação nos modelos de negócios tradicionais?

Na última quinzena de junho, Curitiba foi sede de um dos maiores eventos de gestão e inovação no Brasil, em que inúmeras marcas e empresas se reuniram para falar de desafios contemporâneos e da rápida mudança que o mercado exige de profissionais e corporações hoje em dia. Eventos desta natureza ajudam as pessoas a abrirem a mente e a terem a oportunidade de olhar para um mesmo assunto por outras perspectivas. Uma das falas que tenho percebido com frequência nas empresas é de que “necessitamos urgentemente inovar”. Sim, esse assunto está na pauta das organizações. Empresas nascem e morrem cada vez mais rápido, o que leva ao tabuleiro um grande desafio: como trabalhar a inovação nos modelos de negócios tradicionais?

Claro que não tenho essa resposta, contudo, posso afirmar que a questão não é um bicho-papão. Inovar sempre foi um desafio, desde que o mundo corporativo é mundo. Engana-se quem diz que, com a alta tecnologia, hoje tudo fica mais difícil. É preciso entender que inovação não é sinônimo de tecnologia. Ela até pode utilizar-se de muitas de suas ferramentas, mas não é e nunca foi a mesma coisa.

Inovação é, por si só, a maneira que empresas criativas encontram para dar formato e soluções para atender a determinadas necessidades das pessoas. Ou seja, entender o que seu público quer muitas vezes não passa por sair criando startups, digitalizando processos ou contratando consultorias. Às vezes o que seu cliente quer é somente maior agilidade na entrega e uma personalização maior no atendimento, apena para citar dois exemplos simples. Uma pequena sacada pode ser a inovação no processo, o qual sua empresa necessitava para fidelizar o público. Não é porque ela tem um modelo tradicional, é que agora ela está com os dias contados para existir.

Mas como agir, então, nesse mundo? Estimular o público interno a pensar diferente, a se colocar no lugar do cliente, buscar cursos, assistir a palestras, estudar sobre o negócio da companhia e a olhar mercados que não sejam somente os seus estimula a inovação. Se você somente se prender à tecnologia, vai achar que sua empresa sempre está atrasada – e isso não é bom. Afinal, você nunca vai acompanhar a velocidade de todo o processo tecnológico. Entender a inovação como uma solução para seu público pode ajudá-lo. O mundo não depende apenas de altos investimentos tecnológicos. Pense nisso!

Entender o que seu público quer muitas vezes não passa por criar startups, digitalizar processos ou contratar consultorias

Tecnologia não é sinônimo de inovação

Entender o que seu público quer muitas vezes não passa por criar startups, digitalizar processos ou contratar consultorias

Empresas nascem e morrem cada vez mais rápido, o que leva ao tabuleiro um grande desafio: como trabalhar a inovação nos modelos de negócios tradicionais?

Na última quinzena de junho, Curitiba foi sede de um dos maiores eventos de gestão e inovação no Brasil, em que inúmeras marcas e empresas se reuniram para falar de desafios contemporâneos e da rápida mudança que o mercado exige de profissionais e corporações hoje em dia. Eventos desta natureza ajudam as pessoas a abrirem a mente e a terem a oportunidade de olhar para um mesmo assunto por outras perspectivas. Uma das falas que tenho percebido com frequência nas empresas é de que “necessitamos urgentemente inovar”. Sim, esse assunto está na pauta das organizações. Empresas nascem e morrem cada vez mais rápido, o que leva ao tabuleiro um grande desafio: como trabalhar a inovação nos modelos de negócios tradicionais?

Claro que não tenho essa resposta, contudo, posso afirmar que a questão não é um bicho-papão. Inovar sempre foi um desafio, desde que o mundo corporativo é mundo. Engana-se quem diz que, com a alta tecnologia, hoje tudo fica mais difícil. É preciso entender que inovação não é sinônimo de tecnologia. Ela até pode utilizar-se de muitas de suas ferramentas, mas não é e nunca foi a mesma coisa.

Inovação é, por si só, a maneira que empresas criativas encontram para dar formato e soluções para atender a determinadas necessidades das pessoas. Ou seja, entender o que seu público quer muitas vezes não passa por sair criando startups, digitalizando processos ou contratando consultorias. Às vezes o que seu cliente quer é somente maior agilidade na entrega e uma personalização maior no atendimento, apena para citar dois exemplos simples. Uma pequena sacada pode ser a inovação no processo, o qual sua empresa necessitava para fidelizar o público. Não é porque ela tem um modelo tradicional, é que agora ela está com os dias contados para existir.

Mas como agir, então, nesse mundo? Estimular o público interno a pensar diferente, a se colocar no lugar do cliente, buscar cursos, assistir a palestras, estudar sobre o negócio da companhia e a olhar mercados que não sejam somente os seus estimula a inovação. Se você somente se prender à tecnologia, vai achar que sua empresa sempre está atrasada – e isso não é bom. Afinal, você nunca vai acompanhar a velocidade de todo o processo tecnológico. Entender a inovação como uma solução para seu público pode ajudá-lo. O mundo não depende apenas de altos investimentos tecnológicos. Pense nisso!

Entender o que seu público quer muitas vezes não passa por criar startups, digitalizar processos ou contratar consultorias

Tecnologia não é sinônimo de inovação

Entender o que seu público quer muitas vezes não passa por criar startups, digitalizar processos ou contratar consultorias

Empresas nascem e morrem cada vez mais rápido, o que leva ao tabuleiro um grande desafio: como trabalhar a inovação nos modelos de negócios tradicionais?

Na última quinzena de junho, Curitiba foi sede de um dos maiores eventos de gestão e inovação no Brasil, em que inúmeras marcas e empresas se reuniram para falar de desafios contemporâneos e da rápida mudança que o mercado exige de profissionais e corporações hoje em dia. Eventos desta natureza ajudam as pessoas a abrirem a mente e a terem a oportunidade de olhar para um mesmo assunto por outras perspectivas. Uma das falas que tenho percebido com frequência nas empresas é de que “necessitamos urgentemente inovar”. Sim, esse assunto está na pauta das organizações. Empresas nascem e morrem cada vez mais rápido, o que leva ao tabuleiro um grande desafio: como trabalhar a inovação nos modelos de negócios tradicionais?

Claro que não tenho essa resposta, contudo, posso afirmar que a questão não é um bicho-papão. Inovar sempre foi um desafio, desde que o mundo corporativo é mundo. Engana-se quem diz que, com a alta tecnologia, hoje tudo fica mais difícil. É preciso entender que inovação não é sinônimo de tecnologia. Ela até pode utilizar-se de muitas de suas ferramentas, mas não é e nunca foi a mesma coisa.

Inovação é, por si só, a maneira que empresas criativas encontram para dar formato e soluções para atender a determinadas necessidades das pessoas. Ou seja, entender o que seu público quer muitas vezes não passa por sair criando startups, digitalizando processos ou contratando consultorias. Às vezes o que seu cliente quer é somente maior agilidade na entrega e uma personalização maior no atendimento, apena para citar dois exemplos simples. Uma pequena sacada pode ser a inovação no processo, o qual sua empresa necessitava para fidelizar o público. Não é porque ela tem um modelo tradicional, é que agora ela está com os dias contados para existir.

Mas como agir, então, nesse mundo? Estimular o público interno a pensar diferente, a se colocar no lugar do cliente, buscar cursos, assistir a palestras, estudar sobre o negócio da companhia e a olhar mercados que não sejam somente os seus estimula a inovação. Se você somente se prender à tecnologia, vai achar que sua empresa sempre está atrasada – e isso não é bom. Afinal, você nunca vai acompanhar a velocidade de todo o processo tecnológico. Entender a inovação como uma solução para seu público pode ajudá-lo. O mundo não depende apenas de altos investimentos tecnológicos. Pense nisso!

Entender o que seu público quer muitas vezes não passa por criar startups, digitalizar processos ou contratar consultorias

Livro conta a história de sucesso de grandes marcas gaúchas

A história e os valores de marcas consagradas como ícones da identidade e da cultura empresarial do estado são destaques no livro 100 Marcas do Rio Grande – Volume 2

A partir de entrevistas com fundadores, presidentes, herdeiros, gestores e funcionários, a obra traz cases de 119 empresas e instituições de todas as regiões do estado, de diferentes setores, portes e raízes

A história e os valores de marcas consagradas como ícones da identidade e da cultura empresarial gaúcha são destaques no livro 100 Marcas do Rio Grande – A história da identidade empresarial dos gaúchos – Volume 2. O projeto do Instituto AMANHÃ foi lançado na quinta-feira (20), na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre. Na ocasião, os exemplares foram disponibilizados em primeira mão, e autografados pelas lideranças das companhias retratadas na obra de 482 páginas.

“É um prazer especial para a Fiergs receber todos vocês aqui. A marca de uma empresa, independentemente do porte dela, a faz crescer. É isso que pode levá-la onde quiser com reconhecida qualidade. Sou testemunha do trabalho feito pelo Grupo AMANHÃ que divulga as marcas do Rio Grande do Sul através de seus projetos editoriais sempre valorizando o que é nosso”, destacou Arildo Bennech Oliveira, presidente em exercício da Fiergs.

A partir de entrevistas com fundadores, presidentes, herdeiros, gestores e funcionários, a obra traz cases de 119 empresas e instituições de todas as regiões do estado, de diferentes setores, portes e raízes – desde companhias de origem imigrante até cooperativas e multinacionais que optaram por escreverem sua história de empreendedorismo no Rio Grande do Sul. Segundo o publisher do Grupo AMANHÃ, Jorge Polydoro, a publicação busca traçar um panorama do viés empreendedor que criou tantas empresas e instituições fortes em solo gaúcho. “O livro 100 Marcas do Rio Grande – Volume I foi nosso telescópio Hubble. O segundo volume que estamos lançando nesta noite é o nosso telescópio James Webb. Nesta versão, que inclui também conteúdo digital, o novo projeto traz uma visão ampliada e mais nítida da grande constelação empresarial gaúcha. Isso significa que, além das marcas que já participaram em 2014, agora conseguimos visualizar novas e importantes organizações”, explicou aos convidados.

“Esse livro deve ser uma ferramenta de divulgação positiva de nosso estado. Pensem que cada exemplar entregue para alguém está levando junto outras 118 histórias de outras companhias. Cada marca deve pensar na sua estratégia de divulgação, pois quanto mais estratégica for essa comunicação, mais vai estar fortalecendo o estado e, também, outras marcas. Também compartilhem a versão digital com todos os colaboradores”, conclamou Nilo Teixeira, vice-presidente de relações institucionais do Grupo AMANHÃ.

Todas as fotos do evento e a edição virtual da obra pode ser acessada aqui mediante pequeno cadastro.

Confira, a seguir, as 119 empresas e instituições presentes no livro.

+A EDUCAÇÃO

AGI

ARTECOLA

ASUN SUPERMERCADOS

ATITUS EDUCAÇÃO

AUXILIADORA PREDIAL

BADESUL

BANRISUL

BAT BRASIL

BEM PROMOTORA

BETTANIN

BLUE VILLE

BR SUPPLY

BRASIL TECPAR

BSBIOS

BUFFON

CABERGS

CALÇADOS BEIRA RIO

CASA VALDUGA

CAVALETTI

CENTRO CLÍNICO GAÚCHO

CITYCAR

COLÉGIO ANCHIETA

COLÉGIO FARROUPILHA

CONSTRUTORA TEDESCO

COOPERATIVA SANTA CLARA

CWI SOFTWARE

DANA

DBC COMPANY

DELL

DIGICON

DUFRIO

ECOINOVE

EMPRESAS PROCESSOR

EMPRESAS RANDON

EPAVI

EXATRON

EXCELSIOR ALIMENTOS

FAMÍLIA PREVIDÊNCIA

FARMÁCIAS SÃO JOÃO

FARSUL

FECOMÉRCIO RS

FEEVALE

FIERGS

FLORESTAL ALIMENTOS

FRUKI

FUGA COUROS

GERDAU

GNU

GRUPO BERTOLINI

GRUPO CARHOUSE

GRUPO EXICON

GRUPO FERRARIN

GRUPO IESA

GRUPO K1

GRUPO SINOSSERRA

GUARIDA

HOSPITAL ERNESTO DORNELLES

HOSPITAL MOINHOS DE VENTO

IPIRANGA

ITALÍNEA

ITS GROUP

JOSAPAR

LAGHETTO

LINS FERRÃO

LOJAS LEBES

LOJAS RENNER

MARCOPOLO

MAXIFORJA

MAZER DISTRIBUIDORA

MELNICK

META

METALÚRGICA MOR

MIDEA CARRIER

MONTE BRAVO

MOTORMAC

MULTIMÓVEIS

NELOGICA

NEUGEBAUER

OCERGS

ODERICH

OPUS ENTRETENIMENTO

PANVEL

PEGADA

PICCADILLY

PRAWER CHOCOLATES

PUCRS

RASIP RAR

RENNER HERRMANN

SABEMI

SANTA CASA

SÃO PIETRO

SAQUE E PAGUE

SAUR EQUIPAMENTOS

SEMEATO

SIM REDE

SINDILOJAS POA

SLC

SOPRANO

STIHL

TACCHINI SISTEMA DE SAÚDE 

TAURUS

TDK BRASIL

TMSA

TRAMONTINA

TUMELERO

UNICRED RS

UNIDASUL

UNIMED RS

UNIRITTER

UNISINOS

UPF

VENAX

VIBRA

VOLPATO

WARREN

YARA

A história e os valores de marcas consagradas como ícones da identidade e da cultura empresarial do estado são destaques no livro 100 Marcas do Rio Grande – Volume 2

Confiança cai em 23 de 29 setores industriais em outubro

Pesquisa da CNI mostra queda disseminada do índice

De acordo com a pesquisa, a queda reflete, em maior medida, expectativas menos positivas para os próximos seis meses

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) – Resultados Setoriais caiu de forma disseminada na indústria na passagem de setembro para outubro de 2022. A confiança ficou menor em 23 de 29 setores pesquisados. A pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que as maiores quedas foram observadas nos setores de impressão e reprodução de gravações (-8,3 pontos), produtos de borracha (-6,6 pontos) e calçados e suas partes (-6,2 pontos). De acordo com a pesquisa, a queda reflete, em maior medida, expectativas menos positivas para os próximos seis meses e, em menor medida, uma avaliação menos positiva das condições atuais frente aos últimos seis meses. Apesar dessa queda, empresários de todas as segmentações do setor industrial seguem confiantes.

Nas regiões, o recuo mais elevado ocorre no Centro-Oeste, que passou de 64 para 60,8 pontos entre setembro e outubro. No mesmo período, o ICEI caiu de 61,9 pontos para 58,9 pontos no Sul, de 62 pontos para 60 pontos no Sudeste e 65,4 pontos para 62,7 pontos no Norte. A menor queda ocorreu na região Nordeste, onde a confiança recuou de 62,9 pontos para 61,2 pontos. O ICEI varia de 0 a 100, com linha de corte em 50 pontos. Valores acima de 50 pontos indicam confiança do empresário. Valores abaixo de 50 pontos indicam falta de confiança do empresário. A confiança caiu em todos os portes de empresa do setor industrial, especialmente nas pequenas empresas (-3,2 pontos), seguidas das grandes (-2,2 pontos) e médias (-2 pontos).

Pesquisa da CNI mostra queda disseminada do índice

Após dois meses de deflação, IPCA-15 fica em 0,16% em outubro

O índice acumula alta de 4,8% no ano e de 6,85% nos últimos 12 meses

A gasolina caiu 5,92% em outubro e foi o item de maior impacto negativo no mês

A prévia da inflação de outubro foi de 0,16%, após registrar dois meses consecutivos de deflação. Assim como nos últimos meses, o recuo no preço dos combustíveis (-6,14%) impactou o resultado, como aponta o Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) divulgado) pelo IBGE. O índice acumula alta de 4,8% no ano e de 6,85% nos últimos 12 meses.

Somente os grupos de transportes (-0,64%), comunicação (-0,42%) e artigos de residência (-0,35%) recuaram em outubro. Como ocorreu no mês anterior, a queda em transportes (-0,64%) está ligada à retração nos preços dos quatro combustíveis pesquisados: etanol (-9,47%), gasolina (-5,92%), óleo diesel (-3,52%) e gás veicular (-1,33%). O maior impacto negativo entre os subitens do IPCA-15 veio da gasolina (0,29 ponto percentual).

A queda nos transportes foi menor do que a do mês anterior (-2,35%). Em outubro, as passagens aéreas subiram 28,17%, uma aceleração frente a setembro (8,2%), e colaboraram com o maior impacto positivo individual (0,18 ponto percentual). Também houve aumento em ônibus intermunicipal (0,42%), após os reajustes de 12% em Fortaleza e de 5% em Porto Alegre, além das altas de emplacamento e licença (1,72%) e conserto de automóvel (0,64%), dois subitens de grande peso no grupo.

O índice acumula alta de 4,8% no ano e de 6,85% nos últimos 12 meses

Prepare-se para a morte do Wi-Fi

Continue usando, mas esteja pronto para a hora de dizer adeus

Muitas empresas, principalmente pequenas e médias, não terão motivo para seguir utilizando redes Wi-Fi, sobretudo quando têm necessidade de alto desempenho

A história é conhecida: com a chegada de novas e revolucionárias tecnologias, outras que antes eram usuais começam a desaparecer. Foi assim com o disquete, superado pelos CD-ROMs e, depois, pelos pen drives, HDs e pelo armazenamento de dados na nuvem. Se os DVDs já tinham suplantado o VHS, hoje eles se tornaram artigo raro diante dos streamings.

Não foi diferente na transmissão de dados: a banda larga acabou com as conexões discadas, tornando nosso acesso à internet muito mais rápido. Agora, é hora de nos prepararmos para outra morte anunciada: o Wi-Fi, que se tornará obsoleto com a chegada do 5G. Claro que uma mudança dessas não acontece de uma hora para outra. Ainda temos desafios a superar com a própria cobertura de redes 4G. Mas o futuro é das conexões de altíssima velocidade como o 5G, que enfim chegou ao país, trazendo consigo enormes oportunidades em conectividade.

O 5G tem velocidades de até 20Gbps, enquanto redes de 4G chegam a 200Mbps. Já a latência — ou seja, tempo em que um pacote de informação percorre o caminho entre o servidor e seu dispositivo — pode ser de até 1 milissegundo, dezenas de vezes menos que o 4G. Agora, imagine ter acesso a uma velocidade dessas. Muitas empresas, principalmente pequenas e médias, não terão motivo para seguir utilizando redes Wi-Fi, sobretudo quando têm necessidade de alto desempenho. Além dos próprios computadores, dispositivos de IoT (Internet das Coisas), como TVs, eletrônicos e carros contarão com uma rede muito mais eficiente.

Abrem-se oportunidades para diversos ramos que dependem de uma conexão estável e rápida, como a telemedicina e produção audiovisual. Novidades como o Metaverso, Blockchain e aplicações de realidade virtual também serão beneficiadas. Um futuro para o qual as empresas devem estar preparadas. Se hoje o 5G ainda começa a chegar, quando ele estiver a pleno, aqueles que acompanharam essa evolução terão enormes vantagens competitivas. Para tanto, é necessário capacitar a estrutura e profissionais, com dispositivos e qualificações mais avançadas. Igualmente, cresce a importância de investir em infraestrutura de edge computing, para facilitar o processamento dessa imensa quantidade de dados.

Continue usando o Wi-Fi, mas esteja pronto para a hora de dizer adeus. Quando isso acontecer, seu negócio sairá na frente e terá maiores condições de inovar e se destacar no mercado. O 5G aponta para um novo futuro — que você deve começar a escrever agora mesmo.

*CEO da Razor Computadores

Continue usando, mas esteja pronto para a hora de dizer adeus

Da serra gaúcha para todo o Brasil

A SIM Rede de Postos se consolida como uma das maiores do país e mira avanços nas áreas de sustentabilidade e inovação

A eletrificação no país ganha força com a nova rede de eletropostos com carregadores rápidos Rota Sul, que ligará nove cidades gaúchas e catarinenses

Era 1985 quando a então pequena Flores da Cunha, localizada na Serra Gaúcha, serviu como o berço inicial de toda a trajetória da SIM Rede de Postos até os dias de hoje. Foi lá onde o espírito empreendedor e o foco no trabalho dos irmãos Deunir e Itacir Neco Argenta construíram uma trajetória de grande sucesso que, hoje, se consolida numa das maiores redes de postos de todo o Brasil. A dedicação e o comprometimento com os resultados foram e têm sido uma das vertentes mais importantes da empresa. Com cerca de 4.000 funcionários e 156 postos em 62 cidades do Rio Grande do Sul, Santa Cataria e Paraná, além de uma solidez conquistada através de muito esforço, a SIM Rede de Postos consolida uma trajetória de sucesso – e, cada vez mais, vira referência de sustentabilidade e inovação.

Prova disso são as recentes ações das empresas, que incluem desde o lançamento do app da SIM em 2020, que garante descontos no abastecimento e já alcançou mais de 600 mil usuários; até a renovação da frota da empresa, com veículos mais silenciosos e limpos e rodando com redução de 8% no consumo de diesel. Um aprimoramento nos injetores e câmaras de combustão da frota também ajudou a reduzir em 80% as emissões de partículas que poluem o ar. 

Rede de eletropostos 

A eletrificação no país ganha força com a nova rede de eletropostos com carregadores rápidos Rota Sul, que ligará nove cidades gaúchas e catarinenses. O projeto é uma parceria da SIM Rede de Postos com a Nissan, Movida e Zletric, que investirão R$ 2,4 milhões em uma primeira fase. Os equipamentos de recarga ficarão nos postos de combustíveis da SIM, em São Sebastião do Caí, Gravataí, Gramado e Três Cachoeiras, no Rio Grande do Sul, e em Laguna, em Santa Catarina. Outras quatro operarão até outubro em Caxias do Sul (RS), Bento Gonçalves (RS), Itajaí (SC) e Araquari (SC).A ideia é que, até o final do ano, a Rota Sul atenda os três estados da Região Sul.

No Brasil, existem cerca de 1,8 mil estações de recarga particulares e públicas. Os postos existentes junto com os novos Rota Sul permitirão viajar de São Paulo para Punta del Este, no Uruguai, com a segurança de pontos de recarga rápida a cada 200 quilômetros.

Aquisição da Charrua 

Outra recente conquista foi a aquisição da distribuidora Charrua pela SIM, ação que a ajudou a incrementar seu faturamento anual em R$ 2,5 bi para 2022. Agora, o faturamento total esperado é de R$ 12 bi. A negociação, intermediada pela consultoria Bateleur, compreende a compra da Charrua Distribuidora e dos dois TRRs da empresa, Charrua Diesel e Arco Diesel.

A distribuidora Charrua, com atuação no sul do país desde 1996, está presente em 188 cidades do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, com um total de 250 postos. A empresa tem sede em Lajeado, onde possui uma base de armazenamento, presente também em Esteio, Rio Grande e Coronel Barros.

Neco Argenta, presidente das empresas SIM assegura que a companhia dá um importante passo na estratégia de expansão da SIM. “Com a aquisição da Charrua, uma empresa muito bem administrada e respeitada no mercado, passamos a nos relacionar diretamente com 250 parceiros do segmento que conhecemos de perto atuando há mais de 30 anos. Entendemos as necessidades do revendedor e do consumidor e a frente da Charrua trabalharemos para qualificar ainda mais a operação da revenda em postos de combustível no sul do país.”

É mais um passo das Empresas SIM em direção à constante atualização e descobrimento de novas maneiras de inovar – motivos pelos quais é consolidada, hoje, como a maior rede de postos de combustíveis e lojas de conveniência do Brasil. 

A SIM Rede de Postos se consolida como uma das maiores do país e mira avanços nas áreas de sustentabilidade e inovação

Contas externas têm saldo negativo de US$ 5,7 bilhões em setembro

Investimentos diretos no país somaram US$ 9,2 bilhões

As exportações de bens totalizaram US$ 30,6 bilhões em setembro, aumento de 24,5% em relação a igual mês de 2021

As contas externas tiveram saldo negativo de US$ 5,7 bilhões em setembro, informou o Banco Central (BC). É o maior valor da série para setembro, desde 2014, quando o déficit foi de US$ 8 bilhões nas transações correntes, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda com outros países. No mesmo mês de 2021, o déficit havia sido de US$ 1,9 bilhão. De acordo com o chefe do departamento de estatísticas do BC, Fernando Rocha, desde abril os resultados mensais das transações correntes vêm sendo maiores do que dos mesmos meses de 2021. Isso aponta que os resultados já se mostram comparáveis com os demais períodos da economia, superando os períodos de crise causados pela pandemia da Covid-19.

“Isso decorre de dois fatores, o primeiro é a plena reabertura da economia. Em abril de 2021 estávamos saindo daquela segunda onda da pandemia, da Ômicron, ainda tínhamos muitas restrições. Agora em 2022 já temos uma integral reabertura da economia. O outro ponto é o crescimento acima do esperado que tem acontecido esse ano, às previsões que têm sido revisadas para cima”, disse Rocha. A diferença na comparação interanual se deve ao superávit da balança comercial, que reduziu US$ 196 milhões, enquanto os déficits em serviços e renda primária (lucros e dividendos) aumentaram US$ 536 milhões e US$ 3,1 bilhões, respectivamente. Rocha destaca o crescimento no déficit de lucros e dividendos, resultado do aumento dos investimentos diretos no país e da maior lucratividade das empresas. “É um resultado esperado com a melhora da economia”, explicou.

Em 12 meses, encerrados em setembro, o déficit em transações correntes é de US$ 46,1 bilhões, 2,5% do PIB, ante o saldo negativo de US$ 42,3 bilhões (2,3% do PIB) em agosto de 2022 e déficit de US$ 23,4 bilhões (1,5% do PIB) no período equivalente terminado em setembro de 2021. Já no acumulado do ano, o déficit é de US$ 29,5 bilhões, contra saldo negativo de US$ 11,3 bilhões de janeiro a setembro de 2021.

Balança comercial e serviços
As exportações de bens totalizaram US$ 30,6 bilhões em setembro, aumento de 24,5% em relação a igual mês de 2021. As importações somaram US$ 28,2 bilhões, incremento de 28,2% na comparação com setembro do ano passado. Com esses resultados, a balança comercial fechou com superávit de US$ 2,3 bilhões no mês passado, ante saldo positivo de US$ 2,551 bilhões em setembro de 2021. O déficit na conta de serviços (viagens internacionais, transporte, aluguel de equipamentos e seguros, entre outros) somou US$ 1,8 bilhão em setembro, aumento de 39,6% ante os US$ 1,3 bilhão em igual mês de 2021.

Em linha com a expansão do volume de comércio exterior, as despesas líquidas de transporte tiveram aumento expressivo de 101,1%, na comparação interanual, passando de US$ 372 milhões em setembro de 2021 para US$ 748 milhões em setembro deste ano. No caso das viagens internacionais, seguindo a tendência dos meses recentes, as receitas de estrangeiros em viagem ao Brasil cresceram na comparação interanual e chegaram a US$ 416 milhões em setembro, contra US$ 236 milhões no mesmo mês de 2021. As despesas de brasileiros no exterior passaram de US$ 474 milhões em setembro do ano passado para em US$ 907 milhões no mesmo mês de 2022.

Com isso, a conta de viagens fechou o mês com aumento de 106,9% no déficit, chegando a US$ 491 milhões, ante déficit de US$ 237 milhões em setembro de 2021, contribuindo para elevar o saldo negativo em serviços. De acordo com Rocha, diferente do resultado geral das transações correntes, a conta de viagens ainda não pode ser comparada com períodos pré-pandemia e a recuperação é muito mais gradual. No acumulado do ano, o déficit na conta quadriplicou, passando de US$ 1,3 bilhão de janeiro a setembro de 2021 para US$ 5,3 bilhões de janeiro a setembro deste ano. “Mas se olharmos os últimos 12 meses até setembro de 2022, as despesas líquidas com viagens somaram US$ 6,3 bilhões, enquanto os últimos 12 meses até setembro de 2019, antes da pandemia, o déficit era de US$ 11,8 bilhões”, destacou Rocha.

Em setembro de 2022, o déficit em renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários) chegou a US$ 6,5 bilhões, 92,7% superior aos US$ 3,3 bilhões no mesmo mês de 2021. Normalmente, essa conta é deficitária, já que há mais investimentos de estrangeiros no Brasil, que remetem os lucros para fora do país, do que de brasileiros no exterior. E, mais uma vez, Rocha destacou que qualquer dos valores da conta já são os maiores da série histórica. “Aqui não estamos mais tratando de comparar com período pandêmico”, disse.

No caso dos lucros e dividendos associadas aos investimentos direto e em carteira, houve déficit de US$ 5,3 bilhões no mês de setembro deste ano, frente ao observado em setembro de 2021, de US$ 2,5 bilhões, com destaque para as despesas brutas de lucros de investimento em carteira, que aumentou de US$ 724 milhões em setembro de 2021 para US$ 3 bilhões em setembro de 2022. “A explicação é o próprio crescimento do estoque do investimento direto, na faixa de US$ 73 bilhões nos últimos 12 meses, que vai sendo remunerado. O crescimento de estoque, mesmo com taxa de lucratividade, contribui para o aumento na conta; se a lucratividade crescer ela magnifica esse processo”, explicou.

Investimentos
Os ingressos líquidos em investimentos diretos no país (IDP) somaram US$ 9,1 bilhões no mês passado, ante US$ 4,6 bilhões em setembro de 2021. É o maior ingresso líquido para setembro desde 2017, quando foi de US$ 9,3 bilhões. No mês passado, houve ingressos líquidos em participação no capital de US$ 3,448 bilhões, como com compra de novas empresas e reinvestimentos de lucros. Enquanto isso, as operações intercompanhia (como os empréstimos da matriz no exterior para a filial no Brasil) tiveram superávit de US$ 5,7 bilhões. Nos 12 meses encerrados em setembro de 2022, o IDP totalizou US$ 73,8 bilhões, correspondendo a 4,1% do PIB.

Quando o país registra saldo negativo em transações correntes, precisa cobrir o déficit com investimentos ou empréstimos no exterior. A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o IDP, porque os recursos são aplicados no setor produtivo e costumam ser investimentos de longo prazo. Para o mês de outubro de 2022, a estimativa do Banco Central para o IDP é de ingressos líquidos de US$ 3,9 bilhões.

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Com Agência Brasil

Investimentos diretos no país somaram US$ 9,2 bilhões

Inovação muito além dos produtos

A Whirlpool analisa os hábitos dos consumidores a fim de entender suas reais necessidades

Mude ou não o cenário, algo não se altera na Whirlpool: a disposição para investir de 3% a 4% da receita anual em pesquisa, desenvolvimento e inovação

Nos últimos dois anos, com a pandemia, a Whirlpool notou a mudança no perfil do consumidor, que passou a valorizar mais sua casa por passar mais tempo em home office. Entre outras atividades, investiu na troca ou compra de eletrodomésticos, contribuindo para aumentar a demanda das indústrias do setor. A Whirlpool se manteve atenta às necessidades e preferências de um consumidor mais ativo. “Isso tem conexão com colocarmos o consumidor no centro das nossas decisões para inovarmos com propósito e qualidade, entregando soluções que impactem de forma positiva toda a sua jornada”, explica Eduardo Vasconcelos, diretor de relações institucionais da Whirlpool.

A companhia anunciou, no ano passado, o investimento de R$ 240 milhões no Brasil como parte de sua estratégia de reafirmar a liderança do mercado local, fortalecendo a atuação da empresa na região latino-americana. Esse investimento tem sido utilizado, majoritariamente, na ampliação e modernização das fábricas de Rio Claro (SP) e Joinville (SC) e na inauguração de dois novos centros de distribuição física nas regiões nordeste e sudeste do país. Tudo feito com sentido de ampliar sua malha logística e para que os consumidores brasileiros recebam os produtos no menor tempo possível.

Mude ou não o cenário, algo não se altera na Whirlpool: a disposição para investir de 3% a 4% da receita anual em pesquisa, desenvolvimento e inovação. São mais de 800 profissionais dedicados a PD&I, 23 laboratórios e quatro centros de tecnologia no mundo. Para além desta estrutura interna, há ainda um ativo processo de inovação aberta trabalhando com diferentes parceiros como startups e centros de inovação. Hoje, a empresa interage com startups em diversas iniciativas para implementação de melhorias em diferentes áreas, e há mais de 25 anos conta com parcerias com universidades e centros de pesquisas. Com o Sistema S, por exemplo, mantém um projeto com o objetivo de buscar soluções inovadoras para questões de segurança dos colaboradores dentro de suas fábricas.

Outra providência rotineira na Whirlpool é puramente analisar os hábitos e comportamentos dos consumidores brasileiros por meio de pesquisas, a fim de entender suas reais necessidades. A partir dessas referências, os times multidisciplinares de desenvolvimento são formados e, juntos, designers, engenheiros e profissionais do marketing, finanças e manufatura iniciam uma série de testes e desenvolvimentos até a criação dos primeiros conceitos, que serão posteriormente testados e validados pelos consumidores. “A inovação também está conectada ao nosso compromisso com as temáticas ESG. A Whirlpool atua sob o conceito de inovação sustentável a partir do desenvolvimento contínuo de produtos e processos cada vez mais eficientes”, acrescenta Vasconcelos.

Hoje, a Whirlpool acumula mais de 8.130 patentes concedidas globalmente, mais de 500 delas somente no Brasil. A empresa tem o maior polo de produção e pesquisa de lavanderia doméstica na América Latina, e o maior de refrigeração doméstica no mundo, exportando tecnologias para mais de 45 países. “Temos um compromisso com a inovação aberta e nossa atuação está ligada ao desenvolvimento do ecossistema de inovação no país”, explica Vasconcelos. O programa Inova Talentos, por exemplo, trouxe desde 2013 mais de 160 mestres e doutores para atuar em projetos de inovação da Whirlpool. Outro case de sucesso é a parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), na qual são desenvolvidas tecnologias de ponta para refrigeração, permitindo que pesquisadores coloquem em prática projetos que atendam às necessidades reais da companhia.

Esse conteúdo integra a edição 340 da revista AMANHÃ, publicação do Grupo AMANHÃ, que trouxe os resultados da 18ª edição do ranking Campeãs da Inovação. Clique aqui para acessar a publicação online, mediante pequeno cadastro.

A Whirlpool analisa os hábitos dos consumidores a fim de entender suas reais necessidades

Mercado eleva projeção para crescimento do PIB no ano

Expectativa para avanço da economia sobe de 2,71% para 2,76%

A previsão para a inflação variou para baixo

A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira este ano subiu de 2,71% para 2,76%. A estimativa está no boletim Focus desta segunda-feira (24), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), em Brasília, com a projeção para os principais indicadores econômicos. Para o próximo ano, a expectativa para o PIB é de crescimento de 0,63%. A previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, também variou para baixo, de 5,62% para 5,6% neste ano. É a 17ª redução consecutiva na projeção.

A previsão para 2022 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,5% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2% e o superior 5%. Em setembro, puxada principalmente pela queda de preços de combustíveis, houve deflação de 0,29%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse foi o terceiro mês seguido de deflação e a menor variação para um mês de setembro desde o início da série histórica, que começou em 1994. Com isso, o IPCA acumula alta de 4,09% no ano e de 7,17%, nos últimos 12 meses.

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 13,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A taxa está no maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava nesse patamar. Na terça-feira (25) e quarta-feira (26), o Copom faz a penúltima reunião do ano para discutir possíveis mudanças na Selic, mas previsão do mercado é que ela seja mantida e encerre o ano nos mesmos 13,75%.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

Com Agência Brasil

Expectativa para avanço da economia sobe de 2,71% para 2,76%

SC pode ser protagonista em mobilidade elétrica no Brasil

O estado tem o Programa SC+Elétrica e um conjunto de iniciativas que pode torná-lo desenvolvedor, produtor e exportador dessa tecnologia

Mario Aguiar, da Fiesc, e Adriano Barros, da GM, em frente ao Bolt

Santa Catarina pode ser protagonista em mobilidade elétrica no Brasil. O estado lançou recentemente o Programa SC+Elétrica e um conjunto de iniciativas que pode torná-lo desenvolvedor, produtor e exportador dessa tecnologia. “Se tem alguém que pode liderar isso na América Latina é o Brasil e dentro do Brasil é Santa Catarina”, disse o presidente da Câmara de Smart Cities da Federação das Indústrias (FIESC), Jean Vogel, que abordou o tema em reunião de diretoria da entidade, na sexta-feira (21), junto com o diretor da GM, Adriano Barros, e com Daniel Godinho, da Weg. A GM expõe na FIESC o Bolt, carro 100% elétrico da montadora, com autonomia que supera os 400 quilômetros.

“O setor de eletrificação no Brasil precisa se desenvolver. É tendência no mundo e está em evolução. Temos que participar e ser um estado protagonista”, afirmou o presidente da federação, Mario Cezar de Aguiar, destacando que a Fiesc tem uma série de ações na área, inclusive um instituto, em Jaraguá do Sul, focado em mobilidade elétrica. Barros, diretor de relações públicas e governamentais da montadora, disse que a GM anunciou um investimento em eletrificação de US$ 35 bilhões no mundo até 2025. “Não quero que a gente seja mero importador dessa tecnologia. Acredito que podemos ser, de fato, desenvolvedor, produtor e exportador”, disse, ressaltando que o veículo elétrico ainda é caro, mas há pesquisas que mostram perspectiva de queda de 57% no custo das baterias até 2030. “Quando tivermos essa queda, o preço do veículo vai cair. Hoje, a bateria corresponde a cerca de 60% do custo do carro”, explicou, observando que esse é o momento de ingressar nesse mercado para aproveitar as oportunidades.

Quando se fala em carro elétrico, uma das principais dúvidas é o descarte das baterias. O diretor de relações institucionais e marketing da Weg, Daniel Godinho, explicou que a segunda vida da bateria já está equacionada. “Ela será utilizada em sistemas de armazenamento de energia de fontes intermitentes, como a eólica e a solar. “Como não é toda hora que tem sol ou vento, é necessário ter esse sistema de armazenamento com bateria para garantir a segurança na transmissão dessa energia. Então essa é uma solução que está crescendo muito no Brasil e no mundo”, informou.

Godinho disse ainda que a companhia entende que a mobilidade elétrica é, de fato, uma grande oportunidade tecnológica e de mercado para o Brasil. “Não podemos deixar de apoiar uma nova rota tecnológica e por que não ser um dos protagonistas nessa frente?”, indagou, observando que a empresa anunciou, recentemente, investimento de R$ 660 milhões para a ampliação de capacidade fabril em Santa Catarina, inclusive com a construção de uma fábrica para a produção de motores para a mobilidade elétrica. Na reunião, também foram apresentadas as linhas gerais de quatro projetos-pilotos que estão previstos para serem executados em Florianópolis, Balneário Camboriú, Joinville e Jaraguá do Sul para estimular a mobilidade elétrica.

O estado tem o Programa SC+Elétrica e um conjunto de iniciativas que pode torná-lo desenvolvedor, produtor e exportador dessa tecnologia

Lanterna na proa?

Estar preparado não é o mesmo que traçar planos

É preciso “construir colchões de segurança, como economias extras, planos de contingência”, além de “manter a disciplina em tempos bons”

Acadêmicos costumam dizer que diferentes obras “dialogam” quando tratam de assuntos semelhantes ou complementares, conduzindo a uma conclusão, ou, mesmo, abrindo novas vias de interpretação. Cavoucando meus arquivos, encontrei duas matérias antigas da Exame que, de alguma forma, conversam entre si – e cujos insights venceram o teste do tempo.

A primeira, de dezembro de 2011, fala de empresas que traçavam cenários para a década que se iniciava. “Como será seu negócio em 2020?”, perguntava a reportagem, para em seguida exemplificar: na fabricante de aviões Embraer, até o ano anterior “os planos de longo prazo contemplavam um horizonte de cinco anos”. Naquele momento, no entanto, havia um grupo de executivos “(…) responsável por definir a estratégia para os próximos 15 anos”.

Futurologia pura? Não exatamente, apressava-se em esclarecer a publicação: “[o] máximo que qualquer companhia pode fazer é desenhar cenários possíveis”, uma vez que “[o] ideal é definir ao mesmo tempo um plano para os próximos dois ou três anos, com medidas de curto prazo, e outro identificando tendências como novos negócios”. E, claro, submeter o material a revisões periódicas (Exame, 28/12/2011, p. 137-8).

Um ano depois, ao comemorar seus 45 anos (05/12/2012), a revista abria espaço para Jim Collins, guru dos negócios que, em entrevista, esclarecia:

“Existe uma grande diferença entre montar um plano e se preparar. Nas empresas que se dão melhor em meio ao caos, existe uma visão muito clara de que não dá para prever (…) e não dá para fazer planos detalhados. (…) Montar um plano quer dizer que você sabe exatamente o que vai acontecer e precisa determinar minuciosamente o que fazer a respeito. Preparar-se significa que você não sabe o que está por vir, mas estará pronto para o que vier” (p. 113 e 114).

O que significaria “estar preparado” para aquilo que, por definição, não se sabe o que é? Jim Collins soa meio óbvio, mas nem por isso infrutífero. É preciso “construir colchões de segurança, como economias extras, planos de contingência”, além de “manter a disciplina em tempos bons”, resistindo “à tentação de avançar demais quando o mercado está bom”. Afinal, “os melhores líderes” são “conservadores do ponto de vista financeiro. Pegos pelas crises, tinham reservas financeiras para resistir” (p.114).

Da publicação dessas matérias para cá, o Brasil mergulhou em crises políticas e econômicas, impichou uma presidente, realizou a maior operação anticorrupção de sua história e elegeu um candidato improvável ao seu cargo máximo, enquanto a China presenteava o mundo com uma pandemia e a Rússia, com uma guerra. Cenários que provavelmente sequer foram tangenciados por qualquer guru ou executivo da época, mas que impactaram todos os negócios a seu tempo. E só confirmaram as assertivas de ambos os textos, ao sugerir que prever é inútil, traçar planos contém limitações por natureza e o único antídoto é estar preparado – mesmo que isso signifique, ainda nas palavras de Collins, cultivar uma desconfortável “paranoia produtiva”.

Estar preparado não é o mesmo que traçar planos

Microsoft pode lançar loja de jogos do Xbox para Android

De acordo com o The Verge, a Microsoft teria planos de lançar uma loja de jogos do Xbox para os smartphones.

Em uma comunicação a Autoridade de Concorrência e Mercados do Reino Unido (CMA), a marca revelou planos para construir uma loja Xbox para dispositivos móveis, não apenas em consoles e PCs.

A loja traria o conteúdo adquirido da Activision Blizzard como o Call of Duty Mobile, Candy Crush e outros grandes títulos da produtora de jogos.

Como a Apple restringe a possibilidade de novas lojas no iPhone, o Android é quem receberia o maior ênfase e foco da gigante dos softwares.

Por enquanto, não há qualquer previsão para a loja do Xbox para ser lançada.

De acordo com o The Verge, a Microsoft teria planos de lançar uma loja de jogos do Xbox…

Motorola revela conceito de dispositivo com tela rolável

A Motorola, de propriedade da Lenovo, mostrou esta semana alguns conceitos impressionantes de dispositivos de tela rolável que podem se tornar produtos comerciais.

No vídeo que você pode assistir abaixo, a fabricante mostra um telefone compacto de 4 polegadas com um painel OLED que se expande para um tamanho de 6,5 polegadas. Com outro toque, o telefone volta ao tamanho normal.

Durante a rolagem da tela, o Android parece se adaptar automaticamente ajustando os ícones ou vídeo que está sendo reproduzido no player do YouTube.

A Lenovo também exibiu um laptop rolável que começa com uma tela de paisagem e depois rola para uma forma quadrada.

Atualmente, não há planos para vender smartphones e laptops com telas roláveis.

A Motorola, de propriedade da Lenovo, mostrou esta semana alguns conceitos impressionantes de dispositivos de tela rolável que…