Archives 2021

SuperBAC inaugura fábrica de R$ 100 milhões no Paraná

Empresa é especializada em soluções biotecnológicas para os segmentos de agricultura

O projeto da biofábrica iniciou em 2015 e contempla os laboratórios e a estrutura de P&D, onde atuam cerca de 60 pesquisadores

O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou nesta quinta-feira (21) em Mandaguari, na região Noroeste do Paraná, da inauguração da nova planta da SuperBAC, empresa especializada em soluções biotecnológicas de alta performance para os segmentos de agricultura, saneamento, óleo e gás e bens de consumo. O investimento total é de R$ 100 milhões e contou com o apoio do governo por meio dos programas de incentivo fiscal, viabilizados pela Invest Paraná e pela Secretaria da Fazenda.

Na empresa, ele entregou ao presidente do grupo, Luiz Chacon Filho, a licença que permite o início da operação da fábrica. O projeto da biofábrica foi iniciado em 2015 e contempla os laboratórios e toda a estrutura de P&D, onde atuam cerca de 60 pesquisadores, formando o novo SuperBAC Innovation Center. A empresa é especializada na produção de componentes para outras empresas, como proteínas, enzimas, microrganismos e outros ingredientes.

A SuperBAC também está apta a realizar a prestação de serviços em biotecnologia, desenvolvimento e escalonamento de processos de clientes e de parceiros, entre outras atividades, inclusive na produção de ativos em mercados de alto valor agregado como em fármacos e saúde, com potencial, por exemplo, de elaboração de probióticos, biodefensivos, enzimas, metabólicos de origem microbiana e o Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), matéria-prima para a produção de vacinas.

Produção que se estende ainda para as áreas de cosméticos, alimentação humana e animal e soluções ambientais, além da exportação de microrganismos. “É um momento muito importante para a nossa companhia. Passamos a não depender mais de tecnologia estrangeira. Essa planta é a mais moderna das Américas justamente para garantir o crescimento dos próximos 10 anos”, destacou Chacon Filho.

O grande diferencial da estrutura do SuperBAC Innovation Center, reforçou o presidente da companhia, é que ele fecha um ciclo completo, que vai da bioprospecção, ao processo de desenvolvimento, escalonamento em planta piloto e elaboração do produto final em escala industrial. “Representa uma mudança em nosso modelo de negócios e coloca o Brasil como uma das principais referências internacionais em biotecnologia”, afirmou.

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Empresa é especializada em soluções biotecnológicas para os segmentos de agricultura

A Ásia sob olhares acadêmicos

Um time de primeira debaterá virtualmente vários aspectos atuais dos países asiáticos

Convidado a contribuir no debate sobre as migrações, no dia 28 à tarde, apresentarei dados a respeito da alternativa que considero essencial para diminuir o drama populacional enfrentado principalmente pela China, Japão e Coreia: a “migração reversa”

Um time de primeira, com 28 pesquisadores e pesquisadoras de várias universidades brasileiras e estrangeiras (África do Sul, China, Dinamarca, Estados Unidos, Índia, Portugal, Rússia) debaterá virtualmente vários aspectos atuais dos países asiáticos, no 1º Seminário Internacional da Coordenadoria de Estudos da Ásia, da Universidade Federal de Pernambuco – UFPE, de 26 a 29 de outubro. A participação é gratuita e as inscrições se encerram dia 25. O evento será transmitido através do YouTube do Ceasia/UFPE.

Denominado “Nova ordem, velhos consensos: O sul global em perspectiva”, o evento terá oito mesas, nas quais serão abordados os temas “Crise e Conjuntura: dinâmicas internacionais contemporâneas”; “Reconfigurações hegemônicas e novos desafios” (geral e com foco no continente asiático); “Inovação e Revoluções Tecnológicas: o Sul Global em Perspectiva”; “Soberania Alimentar e Movimentos Sociais”; “Relações Sino-Africanas”; “Narrativas e Trajetórias Feministas do Sul Global”; e “O avanço das migrações sobre a ponte Ásia-América Latina”. No último dia, haverá apresentação de trabalhos selecionados.

A abertura dos trabalhos, nos três dias, ficará a cargo de conferencistas internacionais, cabendo a primeira ao professor Jason W. Moore, historiador ambiental e geógrafo histórico da Universidade de Binghamton, conhecido por contribuições sobre a crise ambiental. No dia 27 será o geógrafo Mick Dunford, economista e professor da Academia de Ciências Chinesa (CAS) e da Universidade de Sussex, especialista em planejamento urbano, desenvolvimento regional e economia política. E no dia 28 será a vez do historiador Vijay Prashad, jornalista e professor de relações internacionais.

Convidado a contribuir no debate sobre as migrações, no dia 28 à tarde, apresentarei dados a respeito da alternativa que considero essencial para diminuir o drama populacional enfrentado principalmente pela China, Japão e Coreia: a “migração reversa”, do Brasil para os três países citados. Esse fenômeno já ocorre naturalmente, por razões econômicas ou acadêmicas, mas deverá se intensificar bastante nos próximos anos, a partir de iniciativas legais estimulando a entrada de descendentes, graças a políticas públicas com oferta de recursos para quem se enquadrar nos critérios de cada país. Tudo indica que é só uma questão de tempo para o Japão, a Coreia e a China definirem políticas ativas de atração de brasileiras e brasileiros filhos, netos e bisnetos de quem migrou desses países para o Brasil no século passado.

Quando isso ocorrer em grande escala, será a famosa solução de “cobrir um santo descobrindo outro”, porque o Brasil se aproxima rapidamente de uma crise demográfica semelhante à desses países asiáticos, a mesma enfrentada também pelos países europeus (principalmente Portugal, Espanha, Itália e Polônia), que abasteceram o país durante décadas com milhares de famílias para a agricultura, comércio e indústria. Agora, assombrados com o envelhecimento acentuado e a perspectiva de redução drástica do tamanho de suas populações até 2100, não têm outra alternativa a não ser “importar” gente – de preferência, descendentes da sua própria gente.

Um time de primeira debaterá virtualmente vários aspectos atuais dos países asiáticos

Getnet inicia negociação de ações B3

O início da negociação se dá após a conclusão da cisão da empresa de meios de pagamento do Santander

Executivos da Getnet celebram o toque de campainha na B3

A Getnet iniciou nesta segunda-feira (18) a negociação de suas ações na B3. A empresa oferece portfólio de produtos e serviços de meios de pagamentos com tecnologia de ponta que permite a integração com todos os meios de captura. O início da negociação das ações da Getnet na bolsa se dá após a conclusão da cisão da empresa de meios de pagamento do Santander Brasil. Os investidores podem optar por ações ordinárias (GETT3), preferenciais (GETT4) e units (GETT11). Com o início da negociação, a Getnet passa a fazer parte do segmento de listagem tradicional da B3.

A cerimônia de toque de campainha foi realizada na sede da B3, no centro de São Paulo, e contou com a presença de Gilson Finkelsztain, CEO da B3, executivos da Getnet e do Santander Brasil. “Nascemos em 2003 e essa trajetória de quase duas décadas foi marcada pela superação de grandes desafios e sempre impulsionando negócios e pessoas. Hoje chegamos ao maior momento da nossa história. Este passo estratégico permitirá que exploremos todo o potencial dos nossos negócios, dentro da PagoNxt, uma nova plataforma global de pagamentos focada em tecnologia, que reúne os negócios de pagamento mais disruptivos do Santander. Alcançamos um novo patamar, agora não só entre as maiores empresas do Brasil, como do Mundo, aprimorando a nossa expertise, produtos, serviços de valor agregado, tecnologia e arquitetura”, explica Pedro Coutinho, CEO da Getnet no Brasil.

Coutinho também lembrou que a companhia ajudou a quebrar o duopólio que existia entre as maquininhas de cartão, foi a primeira a aceitar todas as bandeiras, a estimular a portabilidade e cobrar taxa única. Na cisão da Getnet, para cada 1 ação ou unit do Santander, o acionista recebeu 0,25 ação da credenciadora. Considerando essa proporção e que a credenciadora representa 3,1422% do patrimônio líquido da corporação, a cotação da Getnet no leilão de abertura corresponderá a 12,5688% da cotação de encerramento das ações do Santander na sexta-feira (15), ou cerca de R$ 4,72.

O início da negociação se dá após a conclusão da cisão da empresa de meios de pagamento do Santander

BC: bancos estão preparados para enfrentar novos choques na economia

Cenário exige cautela diante de crise hídrica e variantes da Covid-19

Segundo o BC, a rentabilidade dos bancos já está no nível pré-pandemia

O Sistema Financeiro Nacional (SFN) está preparado para enfrentar todos os choques macroeconômicos e não há riscos relevantes para a estabilidade financeira do país, nem mesmo em relação à pandemia de Covid-19. A avaliação é do Banco Central (BC), em seu Relatório de Estabilidade Financeira, referente ao primeiro semestre do ano, divulgado nesta segunda-feira (18).

“No primeiro semestre de 2021, o SFN manteve as provisões elevadas, as perdas esperadas com crédito se reduziram, a capitalização do sistema bancário melhorou, e a liquidez manteve-se confortável. Esse desempenho está em linha com a evolução positiva da economia doméstica, em um período de recuperação parcial da confiança dos agentes econômicos e de avanço da campanha de vacinação”, informou o BC.

Ainda assim, a autarquia alerta para a incerteza sobre o ritmo de crescimento da economia, diante do risco de disseminação de novas variantes do coronavírus, da dificuldade para algumas cadeias produtivas obterem insumos, além de eventuais implicações no fornecimento de energia em razão da crise hídrica que o país vive. Segundo o BC, a rentabilidade dos bancos já está no nível pré-pandemia. O sistema registrou lucro líquido de R$ 62 bilhões no primeiro semestre, 53% acima do registrado em igual período do ano passado e 3% acima do observado no primeiro semestre de 2019.

A principal causa para a recuperação da rentabilidade é o menor volume de despesas com provisões [reservas para pagar dívida]. “A inadimplência sob controle e a materialização de perdas aquém do esperado sugerem que não haverá alteração significativa nas despesas com provisões no curto prazo. Melhoras consistentes nas receitas com serviços e despesas administrativas crescendo abaixo da inflação também têm beneficiado a rentabilidade”, informa o relatório.

Mas a incerteza segue acima do usual, diante da elevação da taxa básica de juros, a Selic, que deve pressionar o custo de captação de crédito, à medida que novas operações forem sendo concedidas. Uma eventual recuperação da atividade mais lenta que o esperado também pode prejudicar o cenário para a rentabilidade do sistema à frente. “A reforma tributária, se aprovada pelo Congresso, impactará a rentabilidade de diferentes formas. No primeiro momento, haverá reavaliação do crédito tributário, sem efeito no caixa dos bancos. No médio prazo, a alíquota menor reduzirá o dispêndio com tributos”, completou o BC.

Crédito
O relatório revela ainda que a recuperação econômica permitiu que empresas de capital aberto melhorassem a situação econômico-financeira e que empresas de grande porte voltassem ao mercado de capitais. As empresas de menor porte, por sua vez, impulsionam o crédito bancário, com crescimento anual em torno de 35%. “O crescimento [do crédito bancário às micro, pequenas e médias empresas] foi expressivo, mesmo com o fim dos programas emergenciais. Espera-se nova expansão a partir do segundo semestre de 2021, com a retomada dos programas de incentivo”, destaca o relatório.

O mercado de crédito como um todo tem crescido na faixa de 18%. No caso do crédito às pessoas físicas, a expansão ocorre em praticamente todas as modalidades. De acordo com o BC, as contratações do financiamento imobiliário seguem estimuladas pelas taxas de juros baixas, mas a participação dessa modalidade de crédito no PIB continua baixa para padrões internacionais.

“O crédito consignado elevou-se devido ao aumento do limite de consignação, que foi prorrogado até dezembro de 2021. O forte aumento das modalidades voltadas ao consumo [como o não consignado e o cartão de crédito] indica mais apetite ao risco por parte das instituições financeiras, em um contexto de menos restrições à circulação da população”, informa o BC.

Riscos
Apesar do aumento das concessões de crédito, o endividamento e o comprometimento de renda, quando calculados somente para os indivíduos que regularmente possuem dívidas bancárias, apresentam, respectivamente, leve aumento e estabilidade. Segundo o BC, isso indica a manutenção da qualidade da carteira de crédito e mostra que, mesmo depois de uma crise como a ocorrida no ano passado, o comportamento da inadimplência tem se mantido de forma bastante satisfatória.

Há riscos, entretanto, no desempenho de algumas carteiras específicas, como o crédito imobiliário com recursos do FGTS, cuja inadimplência tem aumentado. De modo geral, as instituições pesquisadas reduziram a preocupação com inadimplência e atividade, mas há cautela em razão de riscos de cepas do coronavírus mais resistentes às vacinas, da retirada de estímulos econômicos e da persistência do desemprego.

Já os riscos fiscais e cenário internacional continuaram muito citados na pesquisa de estabilidade financeira. “O primeiro está mais associado a um aumento de preocupações com eventuais políticas favoráveis à expansão fiscal, que impactem a sustentabilidade das contas públicas. O segundo está associado a possíveis ajustes monetários nas economias avançadas, que podem alterar custos e fluxos dos recursos para economias emergentes”, revela o BC.

Para o diretor de fiscalização do BC, Paulo Souza, há ainda os riscos políticos, principalmente em período eleitoral, sempre citados pelas instituições. “Ao que tudo indica, teremos uma eleição bastante acirrada, polarizada. Acho que o complicador maior quando se fala em ano de eleição é que, nesse período, você tem uma maior aversão a risco por parte de famílias e empresas e isso prejudica um pouco a atividade econômica”, disse, durante evento virtual para comentar os dados do relatório.

Ainda assim, desde o início da pandemia de Covid-19, o mercado apresenta confiança na estabilidade financeira bem acima do que esteve durante a recessão de 2015/2016. No início de agosto de 2021, o nível de confiança aproximou-se do maior valor histórico observado, atingido em 2019.

Teste de estresse
No teste de estresse, o BC simula o quanto uma situação de severa inadimplência e de corrida aos bancos impacta o cumprimento dos limites regulatórios mínimos pelas instituições financeiras e quanto a autoridade monetária precisaria aportar ao sistema financeiro. Entre esses limites estão a manutenção de uma reserva em caixa para garantir que os bancos paguem todos os clientes que forem sacar dinheiro em momentos de crise. São testados também os riscos de crédito, juros, câmbio e desvalorização de imóveis.

O BC considerou dois cenários. O primeiro com uma queda conjunta na atividade econômica, na inflação e na taxa de juros. O segundo provocaria queda na atividade econômica, com aumento na inflação e na taxa de juros. Os resultados dos testes de estresse de capital seguem indicando resiliência do SFN para absorver os choques de todos os cenários simulados e os resultados indicam que não haveria “desenquadramentos relevantes”. Segundo o BC, os testes avaliaram também o efeito sobre o capital de uma eventual aprovação da reforma tributária em discussão no Congresso Nacional.

No início da crise no ano passado, o BC estimou em R$ 400 bilhões a necessidade de provisões adicionais por parte do sistema e um aporte de R$ 70 bilhões na simulação que considerou um choque severo da pandemia. Já no segundo semestre de 2020, houve redução bastante significativa na necessidade de provisão, para R$ 128 bilhões, e o impacto para um enquadramento de todo o sistema financeiro seria algo na faixa de R$ 1,5 bilhão.

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Com Agência Brasil

Cenário exige cautela diante de crise hídrica e variantes da Covid-19

Catarinense PagueVeloz é comprada pelo Serasa

O valor pago pela empresa de Blumenau não foi revelado

Empresa de Santa Catarina atua com pagamentos e recebimentos digitais

A Serasa Experian anunciou nesta segunda-feira que fechou um acordo para comprar a fintech catarinense PagueVeloz. O valor pago pela empresa de Blumenau não foi revelado. O foco é intensificar a atuação em mercados de alto valor e que alavanquem a combinação entre a expertise em dados e “analytics” da empresa com inovações específicas de cada setor.

Líder em renegociação de dívidas no Brasil, a Serasa oferece um ecossistema completo de soluções digitais voltadas para a melhoria da saúde financeira do brasileiro, como a plataforma de renegociação digital Serasa Limpa Nome. Hoje, após o pagamento da dívida, a empresa credora tem até cinco dias úteis para retirar o nome do consumidor do banco de dados da Serasa.

Já com a aquisição, um dos principais objetivos é acelerar esse processo reduzindo o tempo na baixa da dívida e aumentar o Serasa Score de forma mais rápida, facilitando que os consumidores voltem a ter acesso ao crédito. Falando ao Valor Econômico, o vice-presidente da Serasa Consumidor, Silvio Frison destacou que “o grande diferencial da PagueVeloz é que ela desenvolveu um sistema, com integração via APIs, que realiza essa baixa da dívida [que estava no Serasa] imediatamente. Isso aumenta o score de crédito do cliente de forma mais rápida e facilita que ele volte a ter acesso ao crédito”.

A PagueVeloz tem grande experiência nos mercados de pequenas e médias empresas e consumidores, oferecendo serviços como a emissão de boleto bancário, cobrança via cartão de crédito e Pix, maquininhas, antecipação de recebíveis, carteira digital, entre outros. A companhia catarinense será uma unidade de negócio do Serasa, seguindo de forma independente, com marca e a estratégia mantida, mas com sinergia de produtos. Toda a equipe da PagueVeloz, de 380 pessoas, será integrada pela Serasa.

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O valor pago pela empresa de Blumenau não foi revelado

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Pesquisa de AMANHÃ em parceria com o IXL-Center termina em 3 de dezembro

O estudo dará origem a uma lista das 50 empresas mais inovadoras do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul

A 18ª edição da pesquisa Campeãs da Inovação está com as inscrições abertas. O prazo final se encerra no dia 3 de dezembro. Os questionários serão processados na Central do IXL-Center, nos Estados Unidos. Para participar, basta clicar aqui e ter acesso ao questionário em inglês (as respostas descritivas também devem seguir esse mesmo padrão, pois se as mesmas estiverem redigidas em português ou outra língua, o sistema automaticamente não valida).

O estudo dará origem a uma lista das 50 empresas mais inovadoras do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. Multinacionais brasileiras que tenham filiais no Sul podem inscrever suas unidades regionais. O levantamento também vai apresentar as campeãs nas categorias Startups, Estatais e Filantrópicas (para empresas públicas e entidades filantrópicas), Ensino & Pesquisa (voltada para universidades e centros de pesquisa), Micro e Pequenas Empresas (MPEs) e Entidades Empresariais.

Clique aqui para acessar o questionário e responder a pesquisa da 18ª edição de Campeãs da Inovação. O questionário leva um tempo aproximado de 45 minutos para ser respondido.

As companhias que participaram da pesquisa respondendo integralmente o questionário ganharão um código promocional que dá direito a um desconto de 10% nos programas EPIC publicados no site do IXL-Center e também nos cursos do Global Innovation Management Institute (Gimi). A iniciativa visa criar uma nova geração de líderes globais conectando-os ao principal centro de referência mundial nas áreas de inovação e educação, através de um programa personalizado e único que combina conhecimento, network, benchmarking e experiência cultural.

A pesquisa Campeãs da Inovação adota o Innovation Management Index, ferramenta da metodologia do Global Innovation Management Institute (Gimi) aplicada pelo IXL-Center, de Cambridge, região metropolitana de Boston (EUA). O Gimi é uma organização global sem fins lucrativos criada por um time de executivos, acadêmicos e consultores especializados em inovação. O grupo auxilia pessoas, empresas e regiões a desenvolver competências em gestão da inovação de nível mundial através de padrões, métricas, protocolos de teste e certificações globais.

Pesquisa de AMANHÃ em parceria com o IXL-Center termina em 3 de dezembro

Bolsa adquire Neoway por R$ 1,8 bilhão

Negócio está em linha com a estratégia da B3 de desenvolver produtos de dados e analytics para os mercados financeiro e de capitais

A B3 também tem entrado em negócios como energia, seguros, veículos, entre outros

A B3 anunciou nesta terça-feira (19) que adquiriu a catarinense Neoway, empresa de tecnologia especializada em big data analytics e inteligência artificial para negócios. O valor total da aquisição será de R$1,8 bilhão e os recursos serão provenientes do caixa livre da bolsa. O fechamento da operação está sujeito à implementação de determinadas condições precedentes usuais nesse tipo de transação, incluindo sua aprovação pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Fundada em 2002 pelo empresário Jaime de Paula, a Neoway é uma das maiores empresas de big data analytics e inteligência artificial para negócios da América Latina, oferecendo soluções que geram maior produtividade e precisão na tomada de decisão em vendas e marketing, crédito, prevenção à fraudes, compliance e inteligência jurídica, entre outros, em aproximadamente 20 grandes setores, incluindo financeiro, automotivo e transporte, bens de consumo, cobrança e recuperação, construção civil, óleo e gás, saúde e tecnologia. A Neoway possui mais de 450 funcionários em três escritórios, mais de 500 clientes, e tem receita líquida projetada de R$ 190 milhões para 2022.

A aquisição da Neoway está em linha com a estratégia da B3 de desenvolver produtos de dados e analytics para os mercados financeiro e de capitais, bem como de crédito e varejo, atendendo tanto clientes financeiros quanto clientes de outros mercados. A aquisição trará capabilities de ciência de dados e analíticas complementares às da B3, contribuindo para aumentar a capilaridade de produtos de dados existentes e time-to-market de lançamentos futuros, além do fortalecimento da engenharia e modelagem de dados via capital intelectual e uma plataforma bem estabelecida. A gestão da Neoway acontecerá com grande independência para preservar sua flexibilidade e forte cultura de inovação.

A bolsa tem investido em novos negócios. Recentemente a B3 anunciou uma sociedade com a Totvs. Ambas criaram a Dimensa, uma empresa que oferece soluções tecnológicas para o mercado financeiro. A B3 também tem entrado em negócios como energia, seguros, veículos, entre outros.

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Negócio está em linha com a estratégia da B3 de desenvolver produtos de dados e analytics para os mercados financeiro e de capitais

Maioria das indústrias buscou inovar na pandemia

Produzir com menos custos foi uma das metas

Dentre o total de empresas ouvidas, 80% registraram ganhos de produtividade, competitividade e lucratividade decorrentes de inovações

A pandemia de Covid-19 levou grandes e médias indústrias a investirem em processos de inovação para aumentar a competitividade. É o que aponta pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com o estudo, realizado pelo Instituto FSB Pesquisa, oito em cada dez indústrias inovaram e viram crescer a produtividade e os resultados financeiros.

O levantamento teve por objetivo mapear a percepção de executivos de empresas no Brasil sobre o atual cenário de inovação dentro e fora das principais companhias em atividade no país. Foram entrevistados executivos de 500 indústrias durante o mês de setembro e a amostragem foi controlada por porte das empresas (médias e grandes) e setor de atividade. Do total de empresas industriais de médio e grande porte, 88% promoveram alguma inovação durante a pandemia, como forma de buscar soluções para a crise imposta pelo contexto sanitário.

“Dentre o total de empresas ouvidas, 80% registraram ganhos de produtividade, competitividade e lucratividade decorrentes de inovações. Outras 5% tiveram dois desses ganhos e 2%, um ganho. Apenas 1% das indústrias brasileiras inovou e não viu nenhum incremento em seus resultados. Os dados mostram que somente 13% dos executivos entrevistados disseram que suas empresas não inovaram durante a pandemia”, informou a CNI.

O levantamento revela, também, que 51% das indústrias não possuem setor específico voltado para a inovação. Os dados apontam, ainda, que 63% das empresas pesquisadas não têm orçamento reservado para inovação e 65% não dispõem de profissionais exclusivamente dedicados a mudanças.

Dificuldades
De acordo com a pesquisa, as principais causas para dificuldade em mudar durante a pandemia são acessar recursos financeiros de fontes externas (19%), a instabilidade do cenário externo (8%), a contratação de profissionais (7%), falta de mão de obra qualificada (8%) e o orçamento (6%).

Os dados coletados mostram ainda que a pandemia trouxe alterações na produção das empresas, com 67% dos entrevistados afirmando que a Covid-19 evidenciou alterações na relação com os trabalhadores; 60% disseram que tiveram alterações nas vendas; 59%, nas relações com clientes; 58%, na gestão; 53%, nas linhas de produção; 51%, na utilização de tecnologias digitais e 44%, na logística.

Segundo a CNI, entre os entrevistados, 79% responderam que foram prejudicadas com a pandemia, com destaque para a região Nordeste, que concentrou 93% das respostas positivas. E 58% das indústrias disseram que a cadeia de fornecedores foi a mais prejudicada, seguida de vendas (40%) e linhas de produção (23%). Ao mesmo tempo, 20% dos executivos disseram que foram pouco ou nada prejudicados pela pandemia. No total, 55% das empresas afirmaram que tiveram aumento no faturamento bruto.

A pesquisa revelou ainda que, para os próximos três anos, as empresas consideram como prioridades ampliar o volume de vendas (49%), produzir com menos custos (49%), produzir com mais eficiência (41%), ampliar a produção (34%) e fabricar novos produtos (27%). Para isso, entre os setores que as indústrias consideram mais importante inovar estão o de relação com o consumidor (36%), setor de processos (35%) e de produção (31%).

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Produzir com menos custos foi uma das metas

Sindilojas Porto Alegre inaugura hub de inovação para o varejo

Co.nectar Hub estimula a busca por novas soluções tecnológicas para o desenvolvimento do setor

O Co.nectar Hub contará com salas de coworking em ambiente compartilhado ou privado

O Sindilojas Porto Alegre inaugurou nesta semana o Co.nectar Hub. A iniciativa representa o primeiro ambiente de inovação com foco no varejo criado por um sindicato no Brasil, com o objetivo de estimular a busca por novas soluções tecnológicas para o desenvolvimento do setor. Entre as ações, tanto on-line como presenciais, que serão realizadas dentro do Co.nectar Hub estão eventos para compartilhamento de conteúdo e de cocriação de soluções, além de estimular a criação de uma comunidade colaborativa. 

“O projeto visa o fortalecimento do setor, além de desenvolver, ao mesmo tempo, uma nova mentalidade nos empresários do comércio varejista frente à nova economia. Desta forma, iremos aproximá-los da tecnologia, aplicada aos negócios, e propor a construção conjunta de novas alternativas para os desafios apresentados pelo mercado”, ressalta o presidente do Sindilojas Porto Alegre e membro do Comitê Gestor do Co.nectar Hub, Paulo Kruse.

O Co.nectar Hub possui uma área total de 650 metros quadrados e contará com salas de coworking em ambiente compartilhado ou privado, espaço para eventos, estúdio para criação de conteúdo e área “maker”, para prototipagem de produtos e soluções, além de ser um hub Phygital. 

“Com foco em incentivar os varejistas a inovarem, ofereceremos espaços e consultoria especializada para a realização das ações. Caso o lojista queira utilizar o estúdio para criação de conteúdo – seja realização de fotos ou live commerce – para efetivar digitalização do negócio, também estará disponível o acompanhamento de profissionais de marketing digital para acompanharem o processo, capacitando os empresários. Ou, no caso da Sala Maker, profissionais da área de design thinking. Mas também, iremos oferecer, além do espaço físico, uma plataforma digital, que permitirá o compartilhamento de informações e a realização de ações online”, detalha Kruse.

Co.nectar Hub estimula a busca por novas soluções tecnológicas para o desenvolvimento do setor

Vibra Agroindustrial anuncia novo diretor financeiro

Diogo Dockhorn assume a posição para apoiar expansão do grupo

Ele acumula passagens por grandes empresas como Gerdau, Unipar Carbocloro e startups de tecnologia

A Vibra Agroindustrial anunciou a contratação de Diogo Espellet Dockhorn para a posição de diretor financeiro. Ele será o responsável pela gestão das áreas financeira, controladoria, contábil/fiscal, TI, jurídico e projetos. Dockhorn tem mais de 20 anos de mercado e nesse período, passagens por grandes empresas como Gerdau, Unipar Carbocloro e startups de tecnologia.

Ele chega para apoiar a expansão e consolidação dos negócios da empresa. Nas últimas décadas, Dockhorn acumulou experiências em finanças, contabilidade/tributos, controladoria, planejamento estratégico, TI e inovação. Como expatriado, viveu em diversos países da América Latina e também nos Estados Unidos.

Dockhorn é graduado em administração de empresas pela PUCRS e tem cursos de extensão em finanças corporativas pela New York University e gestão pela University of Tampa, ambas nos Estados Unidos.

Diogo Dockhorn assume a posição para apoiar expansão do grupo

Paraná será maior destino da Azul no Brasil

Com retomada de quatro linhas e voos para outras 11 cidades, companhia atingirá 20 localidades

O plano da empresa é fortalecer sua malha em Curitiba, criando um hub regional com mais de 50 movimentos diários

O Paraná será o Estado brasileiro com maior número de destinos cobertos pela Azul a partir de 2022. Onze cidades terão novas linhas operadas pela companhia e outras quatro terão suas operações retomadas após terem sido paralisadas durante a pandemia. O anúncio foi realizado nesta terça-feira (19) em um encontro de representantes da companhia com o governador Carlos Massa Ratinho Junior em Campinas (SP), na universidade corporativa da empresa, a Uniazul.

As cidades que voltam a receber voos da companhia são Ponta Grossa, Toledo, Pato Branco e Guarapuava. As linhas serão reativadas em dezembro com voos nas segundas, quartas e sextas. As passagens serão comercializadas a partir desta terça em todos os canais oficiais da empresa.

Já as novas linhas serão inauguradas ao longo de 2022. As onze cidades que passam a integrar a malha da companhia aérea são Guaíra, Paranavaí, Francisco Beltrão, Cornélio Procópio, União da Vitória, Cianorte, Campo Mourão, Telêmaco Borba, Arapongas e Apucarana, todas com aviões Cessna da sub-regional Azul Conecta, além de Umuarama, com aviões ATR.

Marcelo Bento Ribeiro, diretor de relações institucionais da Azul, destacou que a empresa ansiava por retomar as operações interrompidas, bem como a expansão no Paraná. “Apresentamos ao Estado nossa intenção de ampliar os destinos, principalmente com a nossa empresa sub-regional Azul Conecta, ao longo de 2022. Se concretizado, este plano deixará o Estado extremamente conectado, reforçará a vocação regional da Azul e consolidará Curitiba como um importante centro de conexões”, afirmou.

Com o anúncio, os novos voos se somam a outros cinco municípios já realizados pela empresa: Curitiba, Foz do Iguaçu, Cascavel, Londrina e Maringá – totalizando vinte cidades contempladas, um recorde da companhia. O plano da empresa é fortalecer sua malha em Curitiba, criando um hub regional com mais de 50 movimentos diários.

As rotas retomadas em dezembro contarão com aeronaves do modelo ATR 72-600, com capacidade para 70 passageiros. A expectativa da empresa é manter voos três vezes na semana até fevereiro, aumentando para uma frequência diária em março de 2022. Das quatro linhas, três são conectadas ao aeroporto de Viracopos (VCP), em Campinas: Ponta Grossa, Guarapuava e Toledo. Nesta última, foi realizada uma alteração da rota prévia, que conectava a cidade do Oeste paranaense a Curitiba. Já Pato Branco terá conexão com a capital.

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Petrobras tem demanda para novembro acima da capacidade de produção

Estatal afirma que teve pedidos de gasolina e diesel muito acima da média

A ANP descarta, por enquanto, qualquer possibilidade de desabastecimento de combustíveis

A Petrobras informou que recebeu para o mês de novembro pedidos de fornecimento de diesel e gasolina muito acima dos meses anteriores e de sua capacidade de produção. O comunicado da empresa foi publicado após texto divulgado pela Associação das Distribuidoras de Combustíveis (Brasilcom). O texto dizia que o setor comercial da estatal informou “uma série de cortes unilaterais” nos pedidos feitos para compra de gasolina e óleo diesel para novembro.

Segundo a estatal, nos últimos anos, o mercado brasileiro de diesel foi abastecido tanto por sua produção, quanto por importações realizadas por distribuidoras, terceiros e pela companhia, que garantiram o atendimento integral da demanda doméstica. Porém, para novembro a demanda está acima da capacidade da estatal.

“Apenas com muita antecedência, a Petrobras conseguiria se programar para atender essa demanda atípica. Na comparação com novembro de 2019, a demanda dos distribuidores por diesel aumentou 20% e a demanda por gasolina, 10%, representando mais de 100% do mercado brasileiro”, esclareceu a estatal.

A Petrobras também informou que, segundo divulgado no relatório de produção e vendas do segundo trimestre, a companhia operou seu parque de refino, no primeiro semestre, com um fator de utilização (FUT) de 79%, em linha com a média de 2020 e superior ao registrado em 2019 (77%) e 2018 (76%), mesmo considerando as paradas programadas nas refinarias em seis refinarias (Reduc, RPBC, Regap, RLAM, Repar e Revap), que foram postergadas de 2020 para 2021 em função da pandemia. No acumulado até outubro, a companhia está operando com FUT de 90%.

Distribuidores
A Brasilcom sustentou em nota que houve maior demanda pelo diesel no mercado interno, com maiores pedidos para a Petrobras, pois o combustível no mercado externo está mais caro do que o valor praticado no Brasil.

“As reduções promovidas pela Petrobras, em alguns casos chegando a mais de 50% do volume solicitado para compra, colocam o país em situação de potencial desabastecimento, haja vista a impossibilidade de compensar essas reduções de fornecimento por meio de contratos de importação, considerando a diferença atual entre os preços do mercado internacional, que estão em patamares bem superiores aos praticados no Brasil”, alegou a associação.

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), emitiu nota descartando, por enquanto, qualquer possibilidade de desabastecimento de combustíveis no mercado nacional. “Não há indicação de desabastecimento no mercado nacional de combustíveis, nesse momento. A ANP segue realizando o monitoramento da cadeia de abastecimento e adotará, caso necessário, as providências cabíveis para mitigar desvios e reduzir riscos.”

Com Agência Brasil

Estatal afirma que teve pedidos de gasolina e diesel muito acima da média

Indústria de embalagens: protagonista na luta pelo equilíbrio ambiental

As embalagens de papel e papelão ondulado são consideradas sustentáveis

O Brasil figura entre os principais países recicladores do mundo em embalagens de papel e papelão ondulado

As embalagens de papel e papelão ondulado são sustentáveis em sua essência. Sua matéria-prima é renovável, proveniente de árvores cultivadas exclusivamente para esse fim ou de embalagens pós-consumo. Depois de utilizadas, através da logística reversa, são recicladas ou retornam à natureza por serem biodegradáveis.

O setor de produção de papéis para embalagens, além de cultivar as árvores para a produção do insumo e reciclar, preserva extensas áreas de florestas naturais, ajudando a combater o avanço das alterações climáticas. Ao todo são 5,9 milhões de hectares conservados em Áreas de Preservação Permanente (APP), Reserva Legal (RL) e Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN), de acordo com relatório da Ibá de 2020.

Nunca se falou tanto em meio ambiente, quanto nos tempos atuais. Quando a pandemia passar, o tema deve retomar a pauta diária com ainda mais força. Apesar das inúmeras dificuldades impostas diariamente à sociedade, muitos avanços têm sido feitos para o desenvolvimento ambiental. E as embalagens de papel e papelão ondulado estão no centro dessa eficiência sustentável por serem uma solução sustentável, biodegradável, renovável e reciclável.

Outros destaques importantes no Brasil: a matriz elétrica do setor de papel e celulose é de 90% com origem de fontes renováveis, e a taxa de recuperação do papelão ondulado, cartão de embalagens de líquidos e sacos produzido no Brasil para o mercado interno é de 86,3%. 


Além disso, 4,9 milhões de toneladas retornam para os processos produtivos e 67% das embalagens de papelão ondulado brasileiras são produzidas com fibras recicladas. O resultado é que o Brasil figura entre os principais países recicladores do mundo em embalagens de papel e papelão ondulado.

O aumento da busca por embalagens mais sustentáveis, produzidas a partir de fontes renováveis, vem crescendo e caminha na direção de uma sociedade mais consciente e alinhada com a economia circular – conceito que promove novas maneiras de produzir e consumir, gerando recursos a longo prazo.

Todos esses esforços e resultados são consequências de um constante trabalho que, na outra ponta, agregaram aliados importantes: os próprios consumidores. Segundo a Trade Tracker Survey, pesquisa realizada pela Two Sides, em 2021, 57% dos consumidores preferem que produtos de e-commerce sejam entregues em embalagens de papel e papelão ondulado. Os que preferem que sejam entregues em tamanho adequado, evitando o desperdício, é ainda maior: 70%.

O consumidor comum está preocupado com o avanço da degradação ambiental e climática e com os problemas enfrentados pelo planeta. Sentem-se atores vitais nessa luta. A discussão ambiental é uma questão de todos nós. O setor de embalagens de papel e papelão ondulado percebeu isso no início da jornada e não mediu esforços para mostrar que é possível aliar crescimento econômico com preservação ambiental e avanços sociais.

Mesmo sabendo que os números já são expressivos, é possível fazer bem mais, e os investimentos em inovações (seja em novas embalagens ou em reformulações no processo produtivo) seguirão como um princípio básico de uma indústria que entende seu protagonismo na luta pelo equilíbrio ambiental.

A Empapel atua em toda a cadeia produtiva que envolve o papel para embalagem e as embalagens de papel e tem a importante missão de trabalhar todo o potencial do papel, como insumo para produção de embalagens. A proposta é representar o segmento de maneira estratégica e trabalhar para a valorização das embalagens em papel e de todas as vantagens sustentáveis que ela agrega.

*Presidente do Conselho da Associação Brasileira de Embalagens em Papel (Empapel), a antiga ABPO (Associação Brasileira do Papelão Ondulado), que desde 1974 representava o setor.

As embalagens de papel e papelão ondulado são consideradas sustentáveis

PwC Brasil abre inscrições para programa de desenvolvimento de jovens em todo o país

Inscrições para o Access Your Potential podem ser feitas até 24 de outubro

Ao longo de dois meses, os jovens selecionados terão a oportunidade de participar de mentorias individuais realizadas pelos próprios profissionais da PwC Brasil

A PwC Brasil está com as inscrições abertas para mais uma edição do Access Your Potential (AYP), programa focado no desenvolvimento pessoal, profissional e acadêmico de jovens talentos.

A iniciativa, que conta com as metodologias do Instituto Joule e do centro de excelência em tecnologia FIAP, vai impulsionar a carreira de 200 jovens com renda per capita de até R$ 1.500, e que tenham entre 16 e 26 anos. As inscrições ficam abertas até o dia 24 de outubro neste site.

Ao longo de dois meses, os jovens selecionados terão a oportunidade de participar de mentorias individuais realizadas pelos próprios profissionais da PwC Brasil. No programa, estão orientações sobre temas como: guia de carreira, marketing pessoal, preparação para entrevistas e inteligência financeira.

Os participantes terão, ainda, capacitações on-line com cursos da FIAP sobre soluções tecnológicas, liderança e desenvolvimento de competências, design thinking e análise de dados.

Webinars exclusivos e um hackathon imersivo, com objetivo de colocar em prática o que foi aprendido ao longo da jornada, também fazem parte da proposta. Ao final do programa, os jovens que forem selecionados poderão concorrer a vagas para atuar na PwC Brasil, além de bolsas de estudos oferecidas por empresas parceiras.

A iniciativa faz parte do compromisso da firma com a inclusão digital e requalificação da próxima geração de talentos que entrará em um mercado de trabalho dinâmico e tecnológico.

“Nosso objetivo é contribuir para a transformação dos líderes do Brasil, garantindo que, no futuro, esses jovens assumam um papel proativo, colaborando para um mercado de trabalho cada vez mais diverso e inclusivo. Procuramos estimular o desenvolvimento profissional e a inclusão social desses jovens”, afirma Leandro Ardito, sócio da PwC Brasil e líder de responsabilidade corporativa.

A PwC Brasil é parceira técnica do Grupo AMANHÃ na geração de 500 MAIORES DO SUL, maior ranking regional de empresas do Brasil.

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Intenção de consumo das famílias estabiliza em outubro

Indicador apresenta maior nível desde março

Famílias estão mais seguras em relação aos seus empregos

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) se estabilizou em outubro. Após quatro meses consecutivos de alta, o indicador apurado mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apresentou crescimento mensal nulo, atingindo 73,2 pontos. Apesar da falta de variação, o índice apresentou o maior nível desde março, quando registrou 73,8 pontos, e superou os 68,7 pontos de outubro de 2020. Ainda assim, permaneceu abaixo do nível de satisfação (100 pontos), fato que vem ocorrendo desde abril de 2015.

Dois subíndices também apresentaram as primeiras quedas após quatro meses seguidos de altas e comportamentos bem semelhantes: o nível de consumo atual e a perspectiva de consumo. O primeiro contou com retração mensal de 0,4% e variação anual positiva de 12,1%. Com isso, o indicador alcançou o nível de 58,0 pontos, o maior patamar desde maio de 2020 (62,1 pontos).

Já a perspectiva de consumo apresentou queda de 1,8%, na comparação com o mês anterior, e avanço de 19,6% em relação a outubro de 2020. Esse resultado foi o mais positivo entre as comparações anuais do estudo, e o indicador alcançou 75,3 pontos, também o maior nível desde maio de 2020 (75,6 pontos).

Para o presidente da CNC, José Roberto Tadros, é possível identificar uma perspectiva mais favorável em relação ao consumo nos próximos meses. Mas, ainda assim, chamam a atenção as quedas observadas, que são resultados da incerteza gerada pelo momento econômico. “As incertezas econômicas, com a inflação e a alta dos juros, reduzem o poder de compra. No entanto, apesar dessas dificuldades, o consumo segue avançando em relação ao ano passado”, avalia.

Melhor percepção do mercado de trabalho
Mas se a preocupação com a instabilidade econômica ainda abala o consumo, por outro lado, o estudo aponta uma melhor percepção do mercado de trabalho. O indicador de emprego atual contou com crescimento anual de 6,4% e mensal de 1,7%, a maior taxa do mês. Acompanhando essa recuperação, o patamar atingido (91,4 pontos) o manteve como o maior indicador da pesquisa em outubro, sendo também o maior nível desde maio de 2020 (101,7 pontos).

Reforçando o cenário, o segundo resultado mais positivo do mês foi o item envolvendo a perspectiva profissional, que apresentou variação mensal positiva de 1,3% e aumento de 6,9% na comparação com outubro do ano anterior. Com a sequência de variações positivas, o indicador atingiu 84,1 pontos, a maior pontuação desde abril (84,4 pontos).

Para a economista da CNC, responsável pela pesquisa, Catarina Carneiro da Silva, os dados revelam continuação para os próximos seis meses da confiança das famílias em relação ao mercado de trabalho. “Em ambos os casos, houve melhora no perfil de respostas das famílias, elas estão mais seguras em relação aos seus empregos em curto prazo e menos negativas quanto aos seus empregos em longo prazo”, afirma Catarina.

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