Archives Dezembro 2021

Empresas Randon anunciam mudanças na governança

Companhia separou a posição de presidente e CEO

Daniel Randon fortalece posição de presidente e Sérgio Carvalho assume como CEO

Em um novo passo na evolução de sua governança, as Empresas Randon anunciaram a separação da posição de Presidente e CEO, exercida atualmente por Daniel Randon. Na nova configuração, como presidente, o empresário reforça sua atuação institucional e estabelece como principal missão assegurar velocidade à internacionalização e às agendas ESG e de inovação, consideradas centrais na estratégia do grupo, frente às grandes mudanças no ambiente de negócios no Brasil e em seus mercados estratégicos. O atual vice-presidente executivo e COO, Sérgio Carvalho, assume como CEO das Empresas Randon, a partir de 1º de janeiro de 2022.

A mudança faz parte do plano de profissionalização da companhia e estava prevista desde 2019, quando Daniel sucedeu o irmão, David Randon, que na ocasião assumiu a presidência do conselho de administração. Mesmo com as novas demandas que surgiram em decorrência da pandemia de Covid-19, as Empresas Randon mantiveram o processo de preparação de lideranças e de fortalecimento das estruturas de governança, para promover as mudanças em sua estrutura organizacional, numa perspectiva de consolidação da liderança em seus mercados, expansão e perenidade do negócio.

Na nova estrutura (veja ilustração abaixo), Daniel reporta ao conselho de administração e segue apoiando o novo CEO e o comitê executivo do grupo, além de liderar os comitês operacionais internos dedicados à implementação da agenda ESG, às estratégias para fortalecimento de marca e reputação e às questões relacionadas a ética e compliance. As áreas de relações institucionais e comunicação corporativa seguem reportando diretamente ao presidente.

Na posição de CEO, Carvalho passa a liderar o comitê executivo das Empresas Randon e estará à frente das quatro divisões de negócio do grupo, incluindo a divisão de serviços financeiros e digitais, que não estava sob sua responsabilidade na posição anterior. Com isso, Carvalho passa a liderar a Divisão Montadora, que inclui todas as operações da Randon Implementos; a Divisão Fras-le, que inclui a empresa e as suas unidades controladas. Na Fras-le, Sérgio mantém a posição de presidente e CEO; a Divisão Autopeças, que inclui as unidades Castertech, Suspensys, Master e Jost Brasil; e a Divisão Serviços Financeiros e Digitais, que inclui as empresas de consórcio e seguros, o Banco Randon e R4 Digital, fintech criada com a 4all.

Além das áreas matriciais, as corporativas também passam a reportar para o novo CEO, reconhecido pelo profundo conhecimento do setor e pela bem-sucedida trajetória em posições de alta gestão, boa parte dela nos Estados Unidos. O mesmo acontece com as unidades dedicadas à inovação e tecnologia: Centro Tecnológico Randon (CTR), Nione, Randon Tech Solutions – RTS Industry, Randon Ventures e Conexo.

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Companhia separou a posição de presidente e CEO

Campanha marca os 30 anos das Tintas Verginia

As ações contemplam um filme com o novo manifesto da marca

Desde agosto, a cada R$ 250 em compras em qualquer loja ou no e-commerce, o cliente ganha um cupom para participar dos quatro sorteios e concorrer a prêmios que somam R$ 50 mil

A marca curitibana Tintas Verginia completa 30 anos e comemora a data com uma série de ações de marketing, publicidade e comunicação voltadas para clientes, fornecedores, colaboradores e parceiros. Uma das primeiras ações lançadas pela marca foi a campanha “Verginia 30 anos – Pinte a vida com Prêmios Incríveis”, que termina no dia 17 de dezembro e é destinada aos consumidores. Desde agosto, a cada R$ 250 em compras em qualquer loja ou no e-commerce, o cliente ganha um cupom para participar dos quatro sorteios e concorrer a prêmios que somam R$ 50 mil.

Institucionalmente, a marca trabalhou o sentimento de pertencimento dos colaboradores, com um book que traz os pilares, valores e objetivos da marca chamado “Nosso Tom”, inserindo a história dos colaboradores na própria história da marca. “O book surgiu da necessidade de alinhar todos os processos e valores da marca e também mostrar para os colaboradores que eles fazem toda a diferença nesses anos de história. Temos funcionários que estão com a gente desde o início e queremos que eles continuem”, diz Eduardo Bathke, diretor de estratégia e projetos da Tintas Verginia.

Para finalizar o ano, a marca lança nesta semana o filme “Há 30 anos a nossa vida é colorida pela sua” que traz um manifesto de agradecimento e boas novas para 2022. O filme, lançado nas redes sociais da marca junto com uma campanha publicitária feita pela agência curitibana CandyShop, desdobrou-se em spots para veiculação nas TVs e rádios de Curitiba e região metropolitana.

A marca, com a estratégia e assessoria da agência NQM Comunicação, enviou um press kit para um time de influenciadores e jornalistas que apoiaram a Tintas Verginia nos últimos anos. O press kit incluía, além do flyer da campanha, livros de colorir e uma caixa de lápis de cor, destacando novamente a ideia de colorir a vida junto com a marca – estreitando o relacionamento com os veículos e apresentando o posicionamento para um público estratégico.

As ações contemplam um filme com o novo manifesto da marca

Produção industrial gaúcha avança 2,7% em outubro

Crescimento se dá pelo bom desempenho dos setores de veículos

No acumulado do ano, houve alta em dez dos 15 locais pesquisados, com destaque para Santa Catarina (13,8%) e Paraná (11,2%)

A produção industrial registrou queda em cinco dos 15 locais investigados pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM Regional), na passagem de setembro para outubro. Os principais recuos foram no Santa Catarina (-4,7%), Pará (-4,2%) e Minas Gerais (-3,9). São Paulo (-3,1%) e Espírito Santo (-1,0%) completaram o conjunto de locais com resultados negativos. Já Nordeste (5,1%), Mato Grosso (4,8%) e Ceará (4,1%) tiveram as expansões mais elevadas.Os resultados da PIM Regional foram divulgados pelo IBGE.

“A queda de 0,6% na indústria nacional e os resultados negativos nesses cinco locais se dá devido à conjuntura atual. Pelo lado da produção, temos o encarecimento dos custos de produção; desabastecimento de insumos e de matérias-primas, além de um cenário de incertezas que dificultam as tomadas de decisões por parte dos produtores. Do lado da demanda, temos inflação alta e acelerada, desemprego em patamar elevado e isso tudo diminui o poder de compra e o consumo das famílias, o que impacta diretamente a cadeia produtiva”, analisa Bernardo Almeida, analista da pesquisa.

De todos os estados, a maior influência veio de São Paulo, que responde por cerca de 34% da produção industrial do país. A queda de 3,1% frente a setembro foi puxada pelo baixo desempenho do setor de alimentos, com uma influência negativa da entressafra e de efeitos climáticos negativos sobre o processamento da cana de açúcar; e em segundo lugar pelo setor de máquinas e equipamentos.

No campo positivo, na passagem de setembro para outubro, Rio Grande do Sul foi a principal influência, com crescimento de 2,7%. Esse crescimento se dá pelo bom desempenho dos setores de veículos e de outros produtos químicos. Bahia é a segunda principal influência positiva também com alta de 2,7%, a segunda taxa positiva consecutiva. O crescimento sofre influência positiva dos setores de derivados de petróleo e de outros produtos químicos.

No acumulado do ano, houve alta em dez dos 15 locais pesquisados, com destaque para Santa Catarina (13,8%), Minas Gerais (12,0%) e Paraná (11,2%). Já no acumulado dos últimos 12 meses, dez dos 15 locais pesquisados também assinalaram taxas positivas em outubro de 2021. “Os dois indicadores têm ainda a maior parte dos resultados positivos, porque acumulam resultados que foram significativos no primeiro semestre de 2021”, explica Almeida.

Na comparação com outubro do ano passado, as quedas mais intensas ocorreram no Pará (-14,2%), Santa Catarina (-12,5%), São Paulo (-12,3%) e Amazonas (-11,9%). Santa Catarina foi afetada por quedas nos setores de máquinas, aparelhos e materiais elétricos, confecção de artigos do vestuário e acessórios e produtos alimentícios. São Paulo recuou devido à queda nos setores de produtos alimentícios, veículos automotores, reboques e carrocerias, e produtos farmoquímicos e farmacêutico; e Amazonas, por recuo na produção de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos, e bebidas.

Também houve quedas na Bahia (-10,3%), Ceará (-9,8%) e Região Nordeste (-9,0%), com taxas mais intensas que a média nacional (-7,8%), enquanto Pernambuco (-6,9%), Goiás (-6,6%), Mato Grosso (-5,3%), Paraná (-4,9%), Minas Gerais (-4,5%) e Rio Grande do Sul (-2,2%) completaram o conjunto de locais com índices negativos nesse mês. Já Rio de Janeiro (6,6%) e Espírito Santo (6,1%) apontaram os avanços em outubro de 2021.

Mais sobre a pesquisa
A Pesquisa Industrial Mensal Produção Física – Regional produz, desde a década de 1970, indicadores de curto prazo relativos ao comportamento do produto real das indústrias extrativa e de transformação. Traz, mensalmente, índices para 14 unidades da federação cuja participação é de, no mínimo, 1% no total do valor da transformação industrial nacional e, também para o Nordeste como um todo: Amazonas, Pará, Ceará, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Goiás e região Nordeste.

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Crescimento se dá pelo bom desempenho dos setores de veículos

As Franquias do Futuro alcançam R$ 8 milhões em faturamento

Com mercado brasileiro em alta, receita de franquias cresce 7,8% no terceiro trimestre

“A meta é fechar 2021 com cerca de 750 unidades vendidas”, afirma Dhyenny Leal, coordenadora de marketing da empresa

Provedora de soluções em tecnologias da informação para franqueados on-line – com foco em franquias de marcas de suplementos alimentares, cosméticos naturais e semijoias, entre outros artigos – a empresa As Franquias do Futuro ganhou impulso com o mercado brasileiro de franchising em alta, e comemora um crescimento de quase 80% no faturamento de janeiro a outubro, em relação a igual período do ano passado. A estimativa é encerrar 2021 alcançando R$ 8 milhões.

“Nesse período vendemos mais de 500 unidades de franquias on-line, em todos os segmentos em que atuamos. A meta é fechar 2021 com cerca de 750 unidades vendidas”, afirma Dhyenny Leal, coordenadora de marketing da empresa paranaense.

Os ventos estão a favor do mercado de franquias no Brasil, que encerrou o terceiro trimestre deste ano com crescimento de 7,8% nas receitas, em comparação com o mesmo período de 2020. Entre os segmentos que têm se destacado está o de saúde, beleza e bem-estar, que se manteve na liderança de faturamento em valores absolutos: R$ 9,7 bilhões no acumulado julho a setembro, respondendo por 20% dos R$ 47,4 bilhões de todo o mercado.

Os dados são da mais recente pesquisa trimestral de desempenho do setor de franquias, elaborada pela Associação Brasileira de Franchising (ABF). O levantamento foi apresentado no último dia 11, durante a Expo Franchising ABF Rio 2021. De acordo com a entidade, o mercado de franquias confirma a trajetória de recuperação rumo aos indicadores do período pré-pandemia de Covid-19.

O faturamento do segmento de saúde, beleza e bem-estar registrado no terceiro trimestre deste ano subiu 9% em relação ao período idêntico do ano passado. Não foi, proporcionalmente, o que mais aumentou – este posto coube ao de franquias de hotelaria e turismo (alta de 53%), puxadas pela flexibilização das restrições da pandemia.

Ainda assim, entre 12 segmentos listados pela ABF, saúde, beleza e bem-estar segue no topo como o que mais gera receitas no mercado de franquias. A gestora de marketing de As Franquias do Futuro diz que a maior preocupação com a qualidade de vida, despertada durante a pandemia, segue contribuindo para o desempenho das vendas de artigos desse segmento.

Modelo exige pequeno investimento
No modelo de negócios de As Franquias do Futuro, baseado em franquias digitais, o franqueado não precisa dispor de grande infraestrutura física e material para realizar seu trabalho. Basta um dispositivo com acesso à internet. Estoque, logística para entrega e até o desenvolvimento do site para as vendas ficam a cargo dos franqueadores.

Com isso, o investimento inicial é reduzido, em comparação com franquias de lojas físicas, variando de R$ 9 mil a R$ 16,9 mil, dependendo do pacote de serviço adquirido. No período da pandemia, As Franquias do Futuro ultrapassou o número de 1,5 mil franqueados em todo o Brasil – tanto pessoas físicas, como jurídicas.

“Quem compra a franquia on-line tem um custo fixo de apenas R$ 39 por mês, referente à hospedagem do seu site. Além disso, sempre orientamos que, para atingir bons resultados, é preciso investir em divulgação – esta é feita pelo franqueado, utilizando o nome do seu site (não da marca, como a maioria das franquias), e ele tem à disposição uma equipe de consultores que pode auxiliar na formatação dessas campanhas”, explica Dhyenny.

O faturamento médio mensal do franqueado fica entre R$ 5 mil e R$ 10 mil e a margem de lucro na faixa de 15% a 50%. “Entre um e dois anos, tem-se o retorno do investimento”, garante a coordenadora.

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Com mercado brasileiro em alta, receita de franquias cresce 7,8% no terceiro trimestre

Banco Central eleva taxa de juros para 9,25% ao ano

O movimento já era aguardado pelos agentes de mercado

O atual ciclo de alta da Selic começou em março deste ano

O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, decidiu, por unanimidade, elevar a taxa básica de juros em 1,5 ponto percentual, para 9,25% ao ano. O movimento já era aguardado pelos agentes de mercado. Para a próxima reunião, o Comitê antevê outro ajuste da mesma magnitude. O atual ciclo de alta da Selic começou em março deste ano, quando a taxa subiu de 2% para 2,75% ao ano.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. É o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima ao valor definido na reunião.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Entretanto, as taxas de juros do crédito não variam na mesma proporção da Selic, pois a Selic é apenas uma parte do custo do crédito. Os bancos também consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas

Inflação
Para 2021, a meta de inflação (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA), que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior é 5,25%. Segundo os últimos dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA ficou em 10,67%, no resultado acumulado de 12 meses encerrados em outubro deste ano.

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Com Agência Brasil 

O movimento já era aguardado pelos agentes de mercado

Terminal Gás Sul começa a operar em abril

Santa Catarina poderá vender o excedente a outros estados

A ampliação da oferta do insumo no estado é uma reivindicação antiga da Fiesc

O Terminal Gás Sul deve entrar em operação em abril, disse o secretário de Desenvolvimento Econômico, Luciano Buligon, durante reunião da Câmara de Assuntos de Energia da Federação das Indústrias (Fiesc), nesta quarta-feira (8). “Ontem ultrapassamos um importante desafio que era o desafio burocrático e agora podemos dizer que, a partir de abril do ano que vem, teremos uma verdadeira usina de gás natural despejando 15 milhões m³ de gás natural em Santa Catarina por dia”, afirmou. O TGS está localizado na Baía da Babitonga, no norte catarinense.

A ampliação da oferta do insumo no estado é uma reivindicação antiga da Fiesc. Atualmente, não há gás suficiente para atender o setor industrial e ainda tem o agravante da limitação de capacidade física do Gasoduto Bolívia-Brasil (Gasbol) que abastece o estado. “O terminal vai ser um marco para Santa Catarina porque além de superar os desafios que temos no suprimento de gás, vai propiciar a expansão da oferta do insumo, atendendo também outras regiões”, ressaltou o presidente da Câmara, Otmar Müller.

Ele observa que o gás poderá ser transportado por caminhão até a indústria. “Inclusive é uma solução econômica e viável em relação à construção de novos gasodutos. Outro fator muito importante é a abertura do mercado de gás, com um outro fornecedor do insumo, além da Petrobras. Com o terminal, haverá concorrência e competição”, observa ele. Santa Catarina também ganha do ponto de vista tributário porque o ICMS da venda do gás para outros estados vai para os cofres catarinenses.

O secretário informou que cerca de 80 municípios catarinenses recebem gás natural hoje e o consumo médio diário é de 2,5 milhões de m³. Segundo ele, quando o terminal começar a operar, o excedente da produção do insumo será enviado para outros estados, como Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo. “Esse é um grande passo que Santa Catarina está dando para construir uma solução energética. A partir do Gás Sul teremos muitas oportunidades de geração de energia e teremos gás em abundância”, declarou.

No encontro também foram discutidos os temas energias renováveis e eficiência energética. Buligon informou que o governo enviou à Assembleia Legislativa (Alesc) uma proposta de plano de transição energética para o estado, iniciativa que traça os rumos da política governamental na área. “Hoje 80% das fontes energéticas de Santa Catarina são renováveis. Temos um dos melhores índices do Brasil, mas não estamos acomodados. Fomos buscar exemplos internacionais e construímos um plano que está na Assembleia”, destacou.

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Santa Catarina poderá vender o excedente a outros estados

Trecho da Malha Sul terá R$ 10 bilhões de investimento privado

O contrato atual de concessão da Malha Sul possui 30 anos

Comitiva do Ministério da Infraestrutura esteve na Fiergs

O secretário nacional de Transporte Terrestre do Ministério da Infraestrutura, Marcello Costa, afirmou nessa quarta-feira (8), em reunião-almoço com empresários na Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), que até o final de 2022 ou início de 2023 um novo operador ou a renovação antecipada estará aprovado para a Rumo Malha Sul.

O trecho ferroviário atravessa Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo e possui uma extensão total de 7.223 quilômetros, com um investimento total de R$ 10 bilhões, todo da iniciativa privada. “O projeto que o governo federal vem implementando para o país prevê uma grande transformação no modal ferroviário. O papel do governo não é investir, é regular o setor”, garantiu Costa.

O presidente da Fiergs, Gilberto Porcello Petry, observou que a indústria gaúcha acompanha com expectativa a modernização brasileira, que possibilite avançar na área logística. O presidente citou a concessão da hidrovia da Lagoa Mirim à iniciativa privada, o projeto do porto em Arroio do Sal e o Programa de Estímulo ao Transporte de Cabotagem como notícias de grande relevância ao setor industrial. “Nas ferrovias, também observamos com atenção as iniciativas do Ministério da Infraestrutura e o programa Pro Trilhos, com previsão inicial de R$ 100 bilhões em investimentos privados neste modal”, ressaltou, reiterando a crença da entidade no desenvolvimento do Brasil tendo como base o desempenho do setor produtivo apoiado por uma infraestrutura moderna e logística adequada à competitividade mundial.

O contrato atual de concessão da Malha Sul possui 30 anos de duração e teve início em 1º de março de 1997. Uma cláusula prevê que o mesmo poderá ser prorrogado uma vez por até 30 anos. Marcello Costa observou que 61% de tudo que é transportado no Brasil é feito por via rodoviária, mas que este modal não será abandonado. “Mas no meio deste caminho há a ferrovia e a cabotagem que precisam ser destravadas”, comentou. O secretário lembrou que o Brasil possui apenas 29 mil quilômetros de malha ferroviária, enquanto nos Estados Unidos, por exemplo, são 280 mil quilômetros.

O senador Luis Carlos Heinze disse que a antecipação da renovação da concessão da Malha Sul, que vai até 2027, interessa ao Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, melhorando o investimento em ferrovias. Ele chamou a atenção para as vantagens econômicas do transporte ferroviário e para o fato de o Rio Grande do Sul ter 3 mil quilômetros de ferrovias, sendo 1,5 mil desativados.

Além do secretário Marcello Costa, a comitiva do Ministério da Infraestrutura contou ainda com o secretário nacional de Portos e Transportes Aquaviários, Diego Piloni; a diretora de Infraestrutura Aquaviária do DNIT, Karoline Lemos; e o superintendente regionaldo DNIT, Hiratan Pinheiro. Pelo governo do Estado do Rio Grande do Sul, os secretários de Desenvolvimento Econômico, Edson Brum, e adjunto de Meio Ambiente e Infraestrutura, Guilherme de Souza. O diretor de Assuntos Estratégicos da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), João Arthur Mohr, representou o presidente Carlos Valter Martins Pedro.

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O contrato atual de concessão da Malha Sul possui 30 anos

AEB projeta retração das exportações em 2022

O câmbio não terá efeito algum sobre a balança comercial

O aumento das importações e a queda das exportações provocarão contribuição negativa do comércio exterior no cálculo do PIB de 2022

As exportações brasileiras deverão atingir no próximo ano US$ 262,3 bilhões, o que representará queda de 4,7% em relação aos US$ 275,3 bilhões estimados para 2021. As importações, porém, poderão crescer 4,5% ante os US$ 218 bilhões projetados para este ano, atingindo US$ 227,8 bilhões. A previsão, divulgada pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) para a balança comercial no próximo ano, indica que o superávit poderá alcançar US$ 34,5 bilhões, com queda de 39,7% em relação aos US$ 57,2 bilhões estimados para 2021.

De acordo com a AEB, o aumento das importações e a queda das exportações provocarão contribuição negativa do comércio exterior no cálculo do PIB de 2022. Além do cenário interno de indefinição com a proximidade das eleições, o principal fator a afetar a balança comercial brasileira serão as commodities (produtos primários com cotação internacional), cujos preços estão muito elevados, mas sem sustentação para isso, disse o presidente executivo da AEB, José Augusto de Castro. “Os preços das commodities devem cair em 2022”, afirmou.

Os preços do petróleo e do minério de ferro, por exemplo, já estão caindo, e a projeção é que, no próximo ano, tenham redução de 18,5% e 34,1%, respectivamente. Quanto à soja em grão, cuja previsão é de expansão do preço em torno de 11,8% em 2022, Castro alertou que “a tendência é que caia alguma coisa”. Juntos, soja, petróleo e minério de ferro deverão responder por 37,5% das exportações totais, o que significa retração se comparado ao estimado para 2021 (40,7%). Segundo a AEB, a soja deverá ser o produto líder nacional da pauta de exportação, com US$ 45 bilhões, o que representará novo recorde.

Importações
Já as importações continuam crescendo, devido à falta de componentes, contêineres e navios, o que obriga as empresas a comprar no exterior. Com isso, muitos produtos têm tido aumento de preços e quantum (quantidade) significativo nas importações. Um deles é o gás natural, que aumentou 98% em quantidade e 88% em preço. Também tiveram altas expressivas adubos (22% em volume e 48% em preço) e medicamentos (15% em quantidade e 52% em preço).

Para Castro, o câmbio não terá efeito algum sobre a balança comercial, porque o país já se acostumou com ele em patamar elevado. “Teoricamente, teria algum efeito sobre a exportação de manufaturados, mas, na prática, a gente vê que o custo Brasil é muito elevado, e o câmbio não é suficiente para compensar esse fator”.

Na importação, onde o câmbio alto poderia funcionar como um fator de barreira, Castro explicou que, sem produção de diversas mercadorias no mercado doméstico, “as empresas são obrigadas a importar ou fechar”.

Refém de commodities
O Brasil continua refém das commodities, disse Castro, ao destacar que os 15 principais produtos de exportação do país são commodities. Para o presidente executivo da AEB, ainda vai demorar muito tempo para que os manufaturados assumam a liderança no comércio externo brasileiro. “Sem reformas, não tem condições de exportar manufaturados”, enfatizou. Ele ressaltou a necessidade da reforma tributária, dizendo que, sem ela, o país continuará a exportar custos tributários. “Isso inviabiliza as exportações. A curto prazo, não consigo enxergar nada para a exportação de manufaturados”.

Castro lembrou que, no ano 2000, 59% das exportações do Brasil eram produtos manufaturados, de maior valor agregado, e que hoje são apenas 26%. “Essa diferença significa empregos que deixaram de ser gerados internamente e aumento de importação. Porque quando a gente deixa de produzir aqui, passa a importar.”

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Com Agência Brasil 

O câmbio não terá efeito algum sobre a balança comercial

BRDE libera R$ 330 milhões em crédito a empresas e cooperativas paranaenses

Créditos vão financiar obras, além de compor o capital de giro dos empreendimentos

Em 2021, quando o BRDE completou seus 60 anos de fundação, o banco chegou à marca de R$ 3,3 bilhões em operações de crédito

A agência paranaense do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) assinou na terça-feira (7), em Curitiba, contratos de financiamento com quatro cooperativas e sete empresas do Estado. Os créditos somam R$ 330,7 milhões e vão financiar obras, maquinários e equipamentos, além de compor o capital de giro dos empreendimentos.

Em 2021, quando o BRDE completou seus 60 anos de fundação, o banco chegou à marca de R$ 3,3 bilhões em operações de crédito, sendo que R$ 1,2 bilhão foram contratados no Paraná. “Já superamos a meta para o ano, mas pretendemos fechar 2021 com R$ 3,5 bilhões em contratos. A agência paranaense responde por quase 40% desses recursos, o que mostra a pujança da nossa economia”, afirmou o presidente do BRDE, Wilson Bley Lipski.

“Os contratos assinados nesta terça são bastante diversificados, com a pulverização dos recursos para diferentes setores”, destacou Bley. “Assumimos o desafio de ajudar na manutenção e criação de empregos, principalmente durante a pandemia, e estamos cumprindo com nosso objetivo social. Tanto que recebemos o Prêmio Banking Transformation 2021 pelo Recupera Sul, um programa de crédito emergencial para a recuperação das empresas afetadas nesse período”.

O maior contrato assinado nesta terça é com a cooperativa de crédito Cresol, no valor de R$ 120 milhões. O recurso vai ajudar no financiamento de empreendimentos dos clientes e cooperados, como projetos para geração de energias limpas e renováveis, salões de beleza, panificadoras, oficinas mecânicas, marcenarias, pequenas costureiras, entre outros.

A Cooperativa Integrada financiou R$ 30 milhões, que serão investidos na melhoria das estruturas de recebimento e armazenamento de grãos, além de suporte aos cerca de 11,4 mil cooperados. A cooperativa conta com 15 unidades espalhadas no Estado, que vão receber esses investimentos, além de três indústrias e aproximadamente 2 mil funcionários.

“A modalidade de financiamento que contratamos com o BRDE, de Certificado dos Recebíveis do Agronegócio (CRA), tem um perfil de longo prazo, o que dá mais tranquilidade e solidez para a cooperativa negociar com os cooperados”, explicou o vice-presidente da Integrada, João Francisco Sanches Filho. “O banco é, provavelmente, nosso principal parceiro para fomentar os investimentos. A cooperativa tem 26 anos e, graças à parceria com o BRDE e o Governo do Estado, crescemos ano a ano”.

Ainda entre as cooperativas, a Copacol assinou um contrato no valor de R$ 15 milhões para ampliação da estrutura e aquisição de equipamentos. A C.Vale fez uma operação no valor de R$ 19,6 milhões para a compra de equipamentos. Já o contrato com o Sicoob, de R$ 50 milhões, vai atender os associados de todo o Estado da cooperativa de crédito.

Empresas
Entre as operações de crédito com as empresas está um contrato no valor de R$ 25,3 milhões com a empresa Cavernoso III Energia, para a construção da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Cavernoso III. O empreendimento, que está sendo instalado no Rio Cavernoso, em Virmond, no Centro Sul do Estado, terá 6,5 MW de potência instalada.

A distribuidora de insumos agrícolas Disan, que tem sede em São Miguel do Oeste e 27 unidades espalhadas na região Oeste, contratou um empréstimo de R$ 8 milhões para fomentar projetos do agronegócio, com investimentos na infraestrutura que seriam silos para a armazenamento de grãos. “São investimentos que trazem oportunidades de emprego e abre oportunidade para que mais pessoas participem do nosso negócio, que cresce junto com o agro”, afirmou a diretora da empresa, Leila Zorzetto.

O contrato da indústria de fertilizantes Agrocete foi de R$ 15 milhões. O recurso será usado para a ampliação da fábrica de inoculantes e construção de uma fábrica de fertilizantes e em um barracão armazenagem. A fabricante de tintas Alessi também fez um empréstimo no valor de R$ 15 milhões para a instalação de sua sede própria em Mandirituba, na Região Metropolitana de Curitiba.

Também foram assinados contratos com a empresa de transportes rodoviário Vale do Piquiri, que vai aplicar R$ 12,7 milhões em capital de giro, além de R$ 10 milhões para a ampliação das instalações e aquisição de equipamentos para a Metalkraft e R$ 10 milhões para investimento e capital de giro para a produtora de sementes Sojamil.

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Créditos vão financiar obras, além de compor o capital de giro dos empreendimentos

Vendas no varejo ficam estáveis em outubro

O comércio encontra-se 6,4% abaixo do patamar recorde

O resultado de estabilidade no campo negativo foi disseminado por cinco das oito atividades investigadas pelo IBGE

Após dois meses consecutivos de queda, as vendas do comércio varejista ficaram estáveis (-0,1%) na passagem de setembro para outubro. Com esse resultado, o varejo encontra-se 6,4% abaixo do patamar recorde, alcançado em outubro de 2020. Tanto no ano quanto em 12 meses, o setor acumula ganho de 2,6%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada pelo IBGE.

O resultado de estabilidade no campo negativo foi disseminado por cinco das oito atividades investigadas pela pesquisa. Entre elas, as variações mais intensas foram registradas pelos setores de livros, jornais, revistas e papelaria (-1,1%), móveis e eletrodomésticos (-0,5%), combustíveis e lubrificantes (-0,3%) e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,3%).

“Essa variação negativa de 0,1% se compõe de muita estabilidade, inclusive em praticamente todas as atividades. Então não há protagonismo nessa composição para nenhuma delas. Já vimos há alguns meses o setor de hiper e supermercados, que tem um peso grande, puxando o índice para cima. Mas não foi o que aconteceu em outubro, mês em que tivemos um equilíbrio entre os setores”, explica o gerente da pesquisa, Cristiano Santos.

O segmento de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-0,1%) também ficou estável na passagem de setembro para outubro. Já os setores que cresceram no período foram tecidos, vestuário e calçados (0,6%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (1,4%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (5,6%). “A atividade de tecidos, vestuário e calçados foi uma das que mais caíram no início da pandemia porque o consumo dela é muito baseado no contato com o produto. Houve uma queda intensa de março para abril do ano passado e o padrão de consumo não voltou depois disso”, analisa Santos.

“Houve também uma readequação das empresas em sua estratégia de venda, ao aderir ao e-commerce. Grandes marcas no início do segundo trimestre deste ano também anunciaram outras plataformas e isso impulsionou as vendas em um momento, mas esse movimento foi refreado pelo rendimento das famílias que não tem aumentado”, completa.

No comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo, as atividades de veículos, motos, partes e peças e material de construção, o volume de vendas recuou 0,9% em relação a setembro. Nessa comparação, o segmento de veículos, motos, partes e peças caiu 0,5%, enquanto o de material de construção recuou 0,9%.

Varejo recua 7,1% frente a outubro do ano passado
O comércio varejista teve uma queda de 7,1% em outubro na comparação com o mesmo mês do ano anterior. É a terceira queda consecutiva desse indicador. Todas as oito atividades investigadas recuaram nessa comparação, com destaque para os setores de móveis e eletrodomésticos (-22,1%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-11%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-7,9%).

Os outros segmentos que tiveram queda na comparação com outubro do ano passado foram: combustíveis e lubrificantes (-7,7%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-7,2%), hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-5,6%), tecidos, vestuário e calçados (-2%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-0,2%).

“Em outubro e novembro do ano passado, tivemos o recorde da série histórica da PMC. Isso significa que a base de comparação estava bastante elevada. Essa queda foi bastante equilibrada entre todas as atividades, que ficaram no campo negativo”, diz o pesquisador. O comércio varejista ampliado, que também teve queda de 7,1% nessa comparação, registrou recuo de 4% no segmento de veículos e motos, partes e peças e de 13,7% no setor de material de construção.

PMC
A PMC produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do comércio varejista no país, investigando a receita bruta de revenda nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, e cuja atividade principal é o comércio varejista.

Iniciada em 1995, a PMC traz resultados mensais da variação do volume e receita nominal de vendas para o comércio varejista e comércio varejista ampliado (automóveis e materiais de construção) para o Brasil e Unidades da Federação. A técnica de coleta é o Questionário eletrônico autopreenchido (CASI) e a Entrevista pessoal com questionário em papel (PAPI). Os resultados podem ser consultados no Sidra.

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O comércio encontra-se 6,4% abaixo do patamar recorde

Plaenge encerra o ano com 22 lançamentos imobiliários no Sul do Brasil e no Chile

O resultado reflete o bom desempenho da empresa em um mercado favorecido por juros atraentes e uma tendência de valorização da casa

Signature é o mais recente lançamento da Plaenge em Curitiba

Maior empresa da região Sul no setor de Construção e Imobiliária pelo ranking 500 MAIORES DO SUL, do Grupo AMANHÃ, a paranaense Plaenge projeta encerrar 2021 com 22 lançamentos no Brasil e no Chile, que devem atingir um VGV (Valor Geral de Vendas) de R$ 2 bilhões. A classificação obedece ao critério da receita líquida: em 2020, a Plaenge atingiu R$ 1 bilhão, com crescimento de 29,8% em relação ao ano anterior.

“O destaque em 500 MAIORES DO SUL reflete o bom momento da Plaenge no mercado imobiliário que cresce em uma conjuntura de juros favoráveis aos financiamentos, baixos níveis de estoques e uma tendência de valorização da casa como espaço de conforto, bem-estar e segurança”, explica Fernando Fabian, diretor do Grupo Plaenge.

O Sul recebeu recentemente expansões da construtora, que está em Porto Alegre desde 2018 e, em 2021, anunciou a chegada da marca a Joinville (SC). No total, o grupo opera em nove cidades: Curitiba, Londrina e Maringá (PR), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), São Paulo e Campinas (SP), Joinville (SC) e Porto Alegre (RS), além de estar no Chile.

Com uma gestão baseada no constante investimento na inovação do design e dos processos construtivos ao mesmo tempo em que adota um modelo conservador nas finanças, a Plaenge ultrapassa cinco décadas de história reconhecida, também, como uma empresa que oferece tradição e segurança.

“Estamos na vanguarda tecnológica do nosso segmento por meio de tecnologias como BIM, Lean Construction, Big Data e automatização. Nos últimos anos, trouxemos para o mercado imobiliário as práticas de gestão e de design do mercado automobilístico europeu, por meio da forte parceria com a Porsche Consulting, que nos permitiu ter um controle rigoroso e de alto nível de nossos processos de criação de produtos, gestão da produção e de relacionamento digital com nossos clientes”, aponta Fabian.

Fundada em 1970, a Plaenge atua nos segmentos de incorporação residencial, desenvolvimento urbano, construção civil, projetos e montagens industriais. A empresa já entregou mais de 400 empreendimentos que somam mais de 6 milhões de metros quadrados de área construída e onde vivem 100 mil pessoas. Na área industrial, a Plaenge é referência em construções sustentáveis e já executou mais de 370 obras para grandes companhias, como Coca-Cola, Sig Combibloc, Cargill e Cia. Cacique de Café Solúvel, entre muitas outras.

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O resultado reflete o bom desempenho da empresa em um mercado favorecido por juros atraentes e uma tendência de valorização da casa

Nione apresenta primeiro produto com nanopartículas de nióbio

A primeira parceira da unidade das Empresas Randon foi a Weg Tintas

Testes realizados em laboratório, com o revestimento à base de nióbio, confirmaram o incremento exponencial da resistência contra a ação de agentes corrosivos

A Nione, unidade das Empresas Randon e da Fras-le que atua no desenvolvimento, produção e aplicação de nanotecnologia, apresenta ao mercado seu primeiro produto: uma pré-mistura com nanopartículas de óxido de nióbio, que servirá como base para aplicação em revestimentos protetivos. A adição desse produto ao revestimento possibilita ganhos em resistência à corrosão, durabilidade de cor e brilho, além de permitir secagem ultrarrápida, com ganhos no processo de aplicação. A novidade foi apresentada juntamente com a inauguração da unidade fabril da empresa, localizada na cidade de Içara, região sul de Santa Catarina, na sexta-feira (3).

A primeira parceira da Nione no desenvolvimento deste produto foi a Weg Tintas, que terá como cliente a Fremax, também integrante das Empresas Randon. A Fremax contribuiu lançando o desafio de obter maior proteção contra corrosão de seus componentes, principalmente aqueles destinados aos mercados europeus e norte-americanos. As orientações e especificações técnicas guiaram a criação desta solução que será inicialmente aplicada em discos de freio, conferindo ainda mais qualidade aos itens oferecidos pela empresa, o que reforça a visão de inovação de produto da companhia. Já a companhia do Grupo Weg atuou de forma conjunta no trabalho de pesquisa e desenvolvimento da aplicação de nanopartículas de nióbio em sua nova linha de revestimentos protetivos.

Testes realizados em laboratório, com o revestimento à base de nióbio, confirmaram o incremento exponencial da resistência contra a ação de agentes corrosivos, evidenciando, em alguns casos, ganhos superiores a 400%. “O novo produto com nanopartículas de nióbio propicia ganhos de desempenho técnico, como maior resistência à corrosão, de cor e brilho, além da secagem ultrarrápida. Tais características reduzirão a demanda de energia, permitirão o uso de camadas mais finas com o aumento da vida útil do revestimento que, associadas à uma formulação à base d’água, contribuirão para um processo ainda mais sustentável”, explica o diretor da Nione, César Augusto Ferreira.

Nos próximos dias, o novo revestimento protetivo da Weg Tintas com tecnologia nanoestruturada da Nione estará em comercialização. A nova linha de discos de freio da Fremax, com a aplicação desse revestimento, chega ao mercado ao longo de 2022. Ainda, de acordo com Ferreira, o desenvolvimento de soluções com nanopartículas de nióbio não se limita apenas ao uso em revestimentos protetivos. “Seguimos no desenvolvimento de produtos nanoestruturados para as mais diversas aplicações, com destaque para metalurgia, eletroeletrônica e química”, elenca o diretor da Nione.

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A primeira parceira da unidade das Empresas Randon foi a Weg Tintas

Sicredi anuncia mais de 200 vagas em TI para todo o país

A expectativa é que as vagas sejam preenchidas até março

As vagas disponíveis são voltadas para profissionais de tecnologia de diversos níveis e áreas de conhecimento

O Sicredi anuncia a abertura de mais de 200 vagas para a área de Tecnologia da Informação (TI). As posições são para atuação no Centro Administrativo Sicredi, localizado em Porto Alegre (RS), com a possibilidade de escolha pelo formato remoto ou híbrido. As oportunidades estão alinhadas com a jornada de transformação digital da instituição, que passa pela adoção de métodos ágeis, equipes mais horizontais e diversas e pela evolução tecnológica das suas soluções. Os interessados devem se inscrever clicando aqui usando a plataforma Gupy.

O processo de transformação digital do Sicredi está em curso há alguns anos e já oportunizou a ampliação da cultura ágil e data driven, além de impulsionar a formação de times mais diversos e de possibilitar o modelo de atuação de forma remota ou híbrida. O processo seletivo reforçará ainda a plataforma inovadora e tecnológica da instituição, que acelera a atualização dos sistemas que processam seus produtos e serviços, e acompanha os avanços do Sistema Financeiro Nacional, como a entrada desde as primeiras fases no Open Finance, e os modernos meios de pagamento disponíveis hoje.

As vagas disponíveis são voltadas para profissionais de tecnologia de diversos níveis e áreas de conhecimento. Os cargos são: arquiteto(a) corporativo, analista de sistemas de negócios, agilista, UX designer, desenvolvedor(a) front-end, desenvolvedor(a) back-end, desenvolvedor(a) android, desenvolvedor(a) ios, analista de infraestrutura de TI, analista de qualidade (qa), analista de segurança da informação, product owner, cloud engineer, cientista de dados, engenheiro(a) de dados e analista de dados.

Entre os benefícios oferecidos pelo Sicredi estão: 14º e 15º salários, participação nos lucros, plano de saúde, plano odontológico, seguro de vida, auxílio refeição e auxílio creche.

A expectativa é que as vagas sejam preenchidas até março

Como o uso dos algoritmos pode fazer a diferença nas vendas?

Modelo já representa um quarto das vendas das categorias principais de bens duráveis

Muito provavelmente que após a inserção em um marketplace e entender seu algoritmo, suas vendas aumentem

Com um cenário cada vez mais virtual, vender em formato online tornou- se uma realidade. Os e-commerces recebem milhares de acessos todo mês e diversas empresas utilizam desse serviço para anunciarem seus produtos diariamente. Todo esse universo já se tornou um fenômeno e que não para de crescer. Segundo Felipe Mendes, general manager Latin America da GfK, 84% das empresas entrevistadas por eles vendem por esse modelo.

O marketplace ganha força e já representa um quarto das vendas das categorias principais de bens duráveis. Sendo assim, o uso dos algoritmos pode fazer a diferença. Confira.

Cada marketplace trabalha com um algoritmo
Em primeiro lugar, é essencial aprender o funcionamento do local escolhido, mas precisa ser estudado cada passo a ser tomado, desde a descrição dos produtos que chamam mais a atenção do usuário, até as fotos que podem despertar mais interesse. Lembre-se que a sua vitrine compete com a de vários outros.

Mantenha uma gestão unificada
Mesmo associado a um marketplace, muito provavelmente utiliza-se um e-commerce ou até mesmo uma loja física para vender. Então, é essencial garantir a mesma consistência na qualidade do produto, atendimento e entrega em qualquer que seja o canal. Aqui é melhor apostar em uma gestão unificada em vez de segmentar o controle de cada um. E não se esqueça, ambos precisam trabalhar e oferecer o mesmo serviço, como o tempo de entrega, por exemplo.

Esteja preparado para a demanda
Muito provavelmente que após a inserção em um marketplace e entender seu algoritmo, suas vendas aumentem. Então se você não souber atender os clientes de maneira ágil e organizada, isso te dará uma avaliação negativa, as quais são públicas e farão com que você perca um grande número de alcance.

Conheça sua concorrência
É imprescindível que você saiba o que os outros lojistas do mesmo marketplace oferecem aos usuários.

Ofereça uma ótima estrutura logística
Por fim, a última dica é em relação ao frete, já que ele é um fator determinante para que o consumidor prossiga com sua compra. Desenvolva parceria com uma plataforma de cotação e geração de fretes, ofereça mais de uma opção de transportadora e trabalhe para garantir preços baixos ou serviços grátis, sempre que possível.

Quer saber mais sobre marketplaces?
Acesse a edição digital de AMANHÃ. A matéria de capa de AMANHÃ debate o futuro das marcas na era dos marketplaces. Afinal, como atrair a atenção dos consumidores num ambiente digital lotado de ofertas? Faça seu cadastro aqui, receba diariamente a newsletter de AMANHÃ e, ainda, acesse o acervo de publicações do Grupo AMANHÃ.

Modelo já representa um quarto das vendas das categorias principais de bens duráveis

Carros elétricos tiveram recorde de vendas em 2021

Infraestrutura de recarga é um dos entraves para que o modal deslanche

O Lactec viabilizou o desenvolvimento de um carregador rápido com tecnologia nacional e capacidade de fornecer 50 kW

De janeiro a outubro de 2021, foram vendidos 27.097 veículos elétricos no Brasil, número que deve chegar aos 30 mil até o fechamento do ano. Trata-se de um recorde de vendas desse tipo de carro no país, um aumento de 74% em relação a 2020. Os dados são da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE).

Para Carlos Gabriel Bianchin, pesquisador especialista do centro de ciência e tecnologia Lactec, a subida nos números era prevista. “Mesmo em um ano pandêmico, o mercado estava trabalhando com expectativas mais positivas. É uma tendência que deve se repetir nos próximos anos, com forte possibilidade que em 2025 tenhamos um aumento ainda maior”, pontua.

Isso porque as montadoras vivem uma corrida para baratear os custos de produção desses veículos e tornar o seu preço mais competitivo. O investimento inicial em um carro elétrico com autonomia de 300 km a 350 km se aproxima dos R$ 200 mil, enquanto um veículo movido a combustível fóssil com o mesmo rendimento pode custar a partir de R$ 40 mil. “O grande gargalo para o crescimento desse modal é o preço”, explica o pesquisador.

Brasil ainda carece de infraestrutura de recarga
Além do valor para o consumidor final, a popularização dos carros elétricos esbarra na infraestrutura de recarga disponível. É preciso garantir que os compradores que queiram viajar, por exemplo, possam contar com eletropostos por toda a extensão do caminho.

A recarga nos eletropostos existentes atualmente ainda não é regularizada, o que significa que não é taxada como o combustível disponível nos postos convencionais. O Lactec, que desenvolve soluções de eletrificação desde 2010, é pioneiro na bilhetagem deste tipo de serviço. “É fundamental que o mercado possa ter este negócio viabilizado e as empresas se interessem, o que o tornará mais atrativo para empresas e usuários”, esclarece Bianchin.

O centro de ciência e tecnologia também viabilizou o desenvolvimento de um carregador rápido com tecnologia nacional e capacidade de fornecer 50 kW. Com esse tipo de equipamento, a implantação de sistemas de carga de alta potência com menor custo e o deslocamento dos veículos elétricos entre cidades torna-se uma realidade.

O Lactec vem atuando em projetos de implantação de sistemas de recarga, eletrovias, sistemas de bilhetagem para recarga de veículos elétricos, em modelos de negócio para comercialização de energia em eletropostos, em sistemas inteligentes para gestão da demanda e no desenvolvimento de um caminhão elétrico para empresas distribuidoras de energia.

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