Celulares Android vão reiniciar sozinhos após 3 dias bloqueados

O Google começou a liberar uma atualização silenciosa nos Serviços do Google Play que traz uma mudança importante para quem usa Android: os celulares que ficarem bloqueados por três dias consecutivos passarão a reiniciar automaticamente. Mas por que isso está acontecendo? A resposta está na segurança dos seus dados. Quando um smartphone Android é reiniciado […]O Google começou a liberar uma atualização silenciosa nos Serviços do Google Play que traz uma mudança importante para quem usa Android: os celulares que ficarem bloqueados por três dias consecutivos passarão a reiniciar automaticamente. Mas por que isso está acontecendo? A resposta está na segurança dos seus dados. Quando um smartphone Android é reiniciado […]

Google testa IA que pode decifrar a linguagem dos golfinhos

cute dolphine underwaterUma parceria inusitada entre o Google e o Wild Dolphin Project (WDP) pode abrir caminho para um dos maiores sonhos da ciência e da ficção: conversar com golfinhos. A ideia, que parece saída de um filme futurista, está sendo colocada em prática com o apoio da inteligência artificial desenvolvida pelo Google, que está sendo treinada […]Uma parceria inusitada entre o Google e o Wild Dolphin Project (WDP) pode abrir caminho para um dos maiores sonhos da ciência e da ficção: conversar com golfinhos. A ideia, que parece saída de um filme futurista, está sendo colocada em prática com o apoio da inteligência artificial desenvolvida pelo Google, que está sendo treinada […]

Google bloqueou mais de 5 bilhões de anúncios em 2024 com uso de inteligência artificial

O Google divulgou nesta semana seu Relatório de Segurança de Anúncios de 2024, revelando um dado impressionante: mais de 5,1 bilhões de anúncios foram bloqueados ou removidos ao longo do último ano. A gigante de tecnologia também suspendeu mais de 39,2 milhões de contas de anunciantes, em um esforço crescente para proteger os usuários de […]O Google divulgou nesta semana seu Relatório de Segurança de Anúncios de 2024, revelando um dado impressionante: mais de 5,1 bilhões de anúncios foram bloqueados ou removidos ao longo do último ano. A gigante de tecnologia também suspendeu mais de 39,2 milhões de contas de anunciantes, em um esforço crescente para proteger os usuários de […]

OpenAI pode lançar rede social parecida com o X integrada ao ChatGPT

A OpenAI, criadora do ChatGPT, estaria desenvolvendo um novo projeto: uma rede social inspirada no X (antigo Twitter). De acordo com informações divulgadas pelo site The Verge, a empresa já criou um protótipo interno da plataforma, que estaria diretamente ligada ao seu novo gerador de imagens — uma das ferramentas mais populares da atualidade entre […]A OpenAI, criadora do ChatGPT, estaria desenvolvendo um novo projeto: uma rede social inspirada no X (antigo Twitter). De acordo com informações divulgadas pelo site The Verge, a empresa já criou um protótipo interno da plataforma, que estaria diretamente ligada ao seu novo gerador de imagens — uma das ferramentas mais populares da atualidade entre […]

Google lança programa gratuito para ajudar sites de notícias a usarem IA no Brasil

O Google anunciou o lançamento de um novo programa gratuito voltado para empresas jornalísticas no Brasil: a Jornada de IA para Negócios Jornalísticos. A iniciativa tem como foco apoiar até 100 veículos de comunicação brasileiros ao longo de 2025, ajudando-os a usar tecnologias como Inteligência Artificial (IA) e análise de dados para melhorar resultados como […]O Google anunciou o lançamento de um novo programa gratuito voltado para empresas jornalísticas no Brasil: a Jornada de IA para Negócios Jornalísticos. A iniciativa tem como foco apoiar até 100 veículos de comunicação brasileiros ao longo de 2025, ajudando-os a usar tecnologias como Inteligência Artificial (IA) e análise de dados para melhorar resultados como […]

Brasil ocupa último lugar no ranking de competitividade industrial

Pesquisa da CNI revela desempenho negativo em quase todos os setores

O Brasil ocupa o último lugar no fator relacionado ao desenvolvimento humano e trabalho

O Brasil ficou em último lugar no ranking de competitividade industrial que leva em consideração a performance de 18 países em oito fatores diretamente relacionados ao desempenho da indústria no âmbito internacional. O Ranking Competitividade Brasil (2023-2024), elaborado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), compara o país a economias que competem no mercado internacional em produtos industriais semelhantes: Coreia do Sul, Países Baixos, Canadá, Reino Unido, China, Alemanha, Itália, Espanha, Rússia, Estados Unidos, Turquia, Chile, Índia, Argentina, Peru, Colômbia, México. Os Países Baixos lideram esta edição do levantamento. Os três fatores que mais comprometeram o resultado do Brasil foram ambiente econômico; desenvolvimento humano e trabalho; e educação, indicadores em que o país ocupa o último lugar. Em nenhum dos macroindicadores o Brasil aparece na primeira metade do ranking. A melhor posição brasileira se dá na performance em baixo carbono e recursos naturais (12ª posição), com destaque para o uso de energias renováveis. Veja o estudo completo ao final desta reportagem.

Segundo o presidente da CNI, Ricardo Alban, a alta complexidade na tributação e os diversos gargalos na área da macroeconomia e de investimentos são alguns dos motivos que justificam a posição do Brasil no ranking. Para ele, reduzir o Custo Brasil e aumentar os investimentos nas áreas de transporte, energia e inovação são fundamentais para aumentar a competitividade do país. “Além disso, a baixa qualidade da educação impacta diretamente no mercado de trabalho e no desenvolvimento sustentável econômico. O caminho é desafiador e inclui a necessidade de recuperação de problemas trazidos pela pandemia e pela guerra, a redução do Custo Brasil, como também o aumento da produtividade e da inovação em todas as camadas da economia”, destaca.

A CNI publica o ranking desde 2010. Nesta edição, a entidade trouxe alterações metodológicas importantes, com a redefinição de países que competem com o Brasil. Anteriormente, a seleção de países era realizada pelo nível de desenvolvimento e/ou tamanho regional e inserção internacional similar à brasileira. O novo Ranking Competitividade Brasil (2023-2024) destaca as economias que possuem uma cesta de produção mais próximas à do Brasil e que estão presentes nos mesmos mercados, tanto em nível de importação quanto de exportação.

O ambiente econômico foi um dos fatores que puxou o Brasil para a última posição do ranking. Fechando os três com pontuações mais baixas, a Argentina está em 17º lugar; e a Itália em 16º. A liderança nesse quesito é da Coréia do Sul; seguida pela China, em 2º; e pelos Países Baixos. No fator relacionado ao desenvolvimento humano e trabalho, o Brasil também se encontra em último lugar. A Coreia do Sul também lidera nesse quesito. O resultado se dá pelo posicionamento nas três áreas do tema: relações de trabalho, que aponta o país em 16º; saúde e segurança, em 15º; diversidade, equidade e inclusão, onde o Brasil ocupa o penúltimo lugar, 17º.

Em outros cinco indicadores, o Brasil também esteve abaixo da média no ranking da competitividade industrial: ambiente de negócios; comércio e integração internacional; desenvolvimento produtivo, inovação e tecnologia; baixo carbono; e infraestrutura. Em ambiente de negócios, liderado pelos Países Baixos, a performance brasileira ficou em 13º lugar, à frente de Colômbia, México, Peru, Argentina e Rússia, respectivamente. Nesse índice, a pesquisa mensurou governança; desburocratização; segurança jurídica; ambiente regulatório e segurança pública; e defesa do estado. Na performance de comércio e integração Internacional, puxado pelos Estados Unidos, o Brasil registrou o 14º lugar, determinado por desafios como a integração da indústria ao comércio internacional; participação nas exportações da indústria de transformação; e exportação de média e alta tecnologia.

Evolução em inovação e tecnologia
O Brasil também ocupou a metade inferior do ranking em desenvolvimento produtivo, inovação e tecnologia, em 15º lugar. No entanto, esse desempenho foi dividido em vários subgrupos que mostram avanços. Por exemplo, o subfator que o Brasil está melhor colocado é o de ciência, tecnologia e inovação, ocupando o 12º lugar, em que se tem os indicadores de complexidade econômica associado à pesquisa e o de investimento em pesquisa e desenvolvimento, ocupando a 9ª e 11ª posição, respectivamente. No entanto, a produtividade e inovação nas empresas puxa o país para uma posição abaixo da média do ranking de competitividade industrial. O mesmo acontece com a performance de baixo carbono, onde o Brasil está na 12º posição. O país se destaca positivamente no subfator de descarbonização, ocupando o 2º lugar no ranking, resultado de bons resultados em intensidade de emissões de gases de efeito estufa e no uso de energia renovável. No entanto, ainda é necessário avançar em termos de economia circular, subfator em que o Brasil ocupa a faixa inferior do ranking, o que leva o país para a 12ª posição.

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Pesquisa da CNI revela desempenho negativo em quase todos os setores

Intenção de consumo das famílias recua em abril

Este é o terceiro mês consecutivo com o índice em queda

CNC nota clara perda de fôlego do consumo, especialmente entre as famílias de maior renda

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) registrou nova retração em abril, com queda de 0,4% na comparação mensal e de 1,6% frente a abril do ano passado. O índice, calculado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), atingiu 101,6 pontos, com ajuste sazonal, mantendo-se ainda acima da linha de otimismo (100 pontos), mas demonstrando sinais claros de desaceleração no apetite do consumidor. Este é o terceiro mês consecutivo com o índice em queda. A principal causa apontada é a incerteza econômica, impulsionada por juros e inflação elevados que afetam diretamente o poder de compra e o acesso ao crédito.

A análise dos componentes da ICF revela que, apesar da retração geral, alguns subindicadores apresentaram variações positivas. O acesso ao crédito cresceu 0,6% em relação a março, sustentado por uma leve melhora da liquidez do mercado, ainda que permaneça 1,0% abaixo do patamar de abril de 2024. Já o item que mede o momento para compra de bens duráveis teve o pior desempenho no recorte anual, com queda de 7,2%, refletindo o peso da taxa Selic sobre os financiamentos. O relatório também destacou uma diferença de percepção entre faixas de renda e gêneros. As famílias com renda acima de 10 salários mínimos tiveram queda mais intensa no índice frente a abril do ano passado (-2,6%), ainda que mantenham nível mais elevado de otimismo (115,1 pontos) em relação às famílias com renda inferior (98,8 pontos), cujo índice foi 1,5% menor.

O estudo mostrou ainda mais cautela entre os homens, que demonstraram redução da intenção de consumo de 2,3% contra 0,8% das mulheres. O acesso ao crédito para o público masculino recuou 2,2%, ao passo que para as mulheres houve aumento de 0,8%, indicando maior seletividade do mercado em relação ao perfil de risco. “A pesquisa revela clara perda de fôlego do consumo, especialmente entre as famílias de maior renda, que tradicionalmente sustentam o consumo de bens duráveis. Apesar disso, observamos alguma resiliência nas faixas de menor renda, o que sinaliza a importância de políticas de estímulo e proteção ao consumo básico como ferramenta de sustentação da economia”, analisa o economista-chefe da CNC, Felipe Tavares.

Este é o terceiro mês consecutivo com o índice em queda

Com foco na reconstrução estadual, Banrisul lança o Impacta RS

O programa vai disponibilizar linhas de inovação da Finep para o desenvolvimento de negócios

O lançamento da parceria aconteceu no espaço de inovação do governo estadual no South Summit Brazil

Em parceria com a Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (SICT-RS), Coalizão pelo Impacto e o fundo filantrópico Regenera RS, o Banrisul lançou nesta quarta-feira (9), o Impacta RS. O programa vai disponibilizar linhas de inovação da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) para o desenvolvimento de negócios com foco na reconstrução estadual. A iniciativa foi apresentada no South Summit. Informações sobre inscrições serão divulgadas em breve.

Conforme a gerente de desenvolvimento do Banrisul, Gabriella Azeredo, o Impacta RS tem um modelo colaborativo, que busca viabilizar os projetos. “Desenvolvimento não se faz sozinho, inovação não se faz sozinho”, afirmou. A curadoria, seleção e apoio técnico para a concepção dos projetos ficará com a Coalizão pelo Impacto. A SICT-RS atuará com profissionais especializados e articulação nos demais programas estaduais e o Regenera RS financiará a metodologia por meio da contratação de uma consultoria especializada. O South Summit Brazil 2025 acontece até a próxima sexta-feira (11), em Porto Alegre. O governo gaúcho é correalizador e o Banrisul é um dos patrocinadores oficiais do evento desde a primeira edição.

O programa vai disponibilizar linhas de inovação da Finep para o desenvolvimento de negócios

Governo propõe salário mínimo de R$ 1.630 para o ano que vem

Reajuste segue previsão de 4,76% do INPC mais 2,5%

O projeto também apresentou previsões de R$ 1.724 para o salário mínimo em 2027, de R$ 1.823 para 2028 e de R$ 1.925 para 2029

O salário mínimo em 2026 deverá ser de R$ 1.630, com aumento nominal de 7,37%. O reajuste consta do Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2026, enviado ao Congresso Nacional. Atualmente, o salário mínimo está em R$ 1.518. O reajuste segue a projeção de 4,76% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) para os 12 meses terminados em novembro mais o teto de crescimento de gastos de 2,5% acima da inflação, determinado pelo arcabouço fiscal. A estimativa para o INPC também consta do PLDO.

O projeto também apresentou previsões de R$ 1.724 para o salário mínimo em 2027, de R$ 1.823 para 2028 e de R$ 1.925 para 2029. As projeções são preliminares e serão revistas no PLDO dos próximos anos. Em 2023, o salário mínimo voltou a ser corrigido pelo INPC do ano anterior mais o crescimento do PIB, soma das riquezas produzidas pelo país, de dois anos antes. Essa fórmula vigorou de 2006 a 2019. Por essa regra, o salário mínimo aumentaria 3,4% acima do INPC.

O pacote de corte de gastos no ano passado, no entanto, limitou o crescimento. Isso porque o salário mínimo entrou nos limites do arcabouço fiscal, que prevê crescimento real (acima da inflação) dos gastos entre 0,6% e 2,5%. Dessa forma, foi criada uma trava que reduziu o crescimento real de 3,4% para 2,5%. Segundo o Ministério do Planejamento e Orçamento, cada aumento de R$ 1 no salário mínimo tem impacto de aproximadamente R$ 400 milhões no Orçamento. Isso porque os benefícios da Previdência Social, o abono salarial, o seguro-desemprego, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e diversos gastos são atrelados à variação do mínimo. Na Previdência Social, a conta considera uma alta de R$ 115,3 bilhões nas despesas e ganhos de R$ 71,2 bilhões na arrecadação.

Com ABR

Reajuste segue previsão de 4,76% do INPC mais 2,5%

OIV constata quedas na produção e no consumo de vinhos no mundo

Além da mudança climática, fatores econômicos também explicam o movimento

O consumo per capita de vinhos no Brasil voltou ao patamar de menos de dois litros

A área global de vinhedos vem diminuindo nos últimos quatro anos. Essa foi uma das conclusões da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) nesta terça-feira (15) quando apresentou ao mundo as estatísticas da bebida em 2024. No ano passado, foram 7,1 milhões de hectares, uma contração de 0,6% em comparação com 2023. A tendência de queda é impulsionada pela remoção de vinhedos nas principais regiões vinícolas, mas alguns países estão mostrando uma dinâmica de expansão das videiras. A produção global de vinho em 2024 é estimada em 226 milhões de hectolitros, a menor em mais de 60 anos – uma queda de 5% em relação a 2023. “Isso se deve, em grande parte, a eventos climáticos extremos e imprevisíveis nos hemisférios Norte e Sul, causados pelas mudanças climáticas”, explica John Barker, diretor geral da OIV.

Ele afirmou ainda que esses impactos representam um desafio de adaptação para o setor vitivinícola, mas que uma adaptação bem-sucedida traria oportunidades. “Trabalhar juntos para desenvolver soluções para as mudanças climáticas e fazer do vinho um exemplo de sustentabilidade; investir em pesquisas com novos públicos para que possamos ver o vinho através de seus olhos; reforçar nosso compromisso com o multilateralismo e o comércio global: esses são os elementos que impulsionarão o setor vitivinícola”, sugeriu.

Em 2024, o consumo global de vinho é estimado em 214 milhões de hectolitros, uma retração de 3,3% em relação a 2023. Se confirmado, isso representaria o menor nível de consumo global desde 1961. “Isso se deve a uma interseção de fatores econômicos e geopolíticos que geram inflação e incerteza, bem como a um declínio em mercados maduros, moldados pela evolução das preferências de estilo de vida, mudanças nos hábitos sociais e mudanças geracionais no comportamento do consumidor”, explica o relatório anual da OIV. “No entanto, em 195 países, o vinho nunca foi tão amplamente consumido em todo o mundo. Várias nações combinam forte consumo geral com populações muito grandes e ainda oferecem um significativo potencial de crescimento”, completa a organização. Itália, França, Espanha, Estados Unidos e Argentina são, nesta ordem, os maiores produtores mundiais da bebida. Já os maiores consumidores são os Estados Unidos, França, Itália e Alemanha.

“Apesar dos declínios contínuos na produção e no consumo, espera-se que o equilíbrio do mercado global se mantenha em 2024, visto que é improvável que a produção exceda a demanda, continuando a tendência observada com a pequena safra de 2023. Dois anos consecutivos de baixa produção podem ajudar a estabilizar o mercado, embora os níveis de estoque provavelmente permaneçam desiguais entre as regiões”, aponta a OIV. O Brasil produziu 2,1 milhões de hectolitros em 2024, uma queda de 41% em relação ao ano de 2023. Os brasileiros consumiram 3,1 milhões de hectolitros, 10% a menos do que em 2023. O consumo per capita voltou a ser menor do que dois litros (1,9 litro). Em 2023, esse índice era de 2,4 litros.

Além da mudança climática, fatores econômicos também explicam o movimento

‘É melhor comprar do que competir’ – A frase de Zuckerberg que pode destruir a Meta

O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, está no centro de um julgamento histórico que questiona se a empresa criou um monopólio ao comprar rivais como Instagram e WhatsApp. A acusação? Que a Meta preferiu “comprar a concorrência” em vez de competir com ela. Mas será que essa estratégia é mesmo um problema? A FTC (agência […]O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, está no centro de um julgamento histórico que questiona se a empresa criou um monopólio ao comprar rivais como Instagram e WhatsApp. A acusação? Que a Meta preferiu “comprar a concorrência” em vez de competir com ela. Mas será que essa estratégia é mesmo um problema? A FTC (agência […]

Ofertas no mercado de capitais atingem volume recorde até março

Resultado foi impulsionado pelo desempenho de debêntures, FIDCs e notas comerciais

Apenas em março, as ofertas somaram R$ 62,1 bilhões

As empresas captaram R$ 152,3 bilhões no mercado de capitais no primeiro trimestre, o maior patamar para esse período na série histórica iniciada em 2012, com um crescimento de 12,1% na comparação com o mesmo intervalo no ano anterior, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Apenas em março, as ofertas somaram R$ 62,1 bilhões. Debêntures, notas comerciais e FIDCs puxaram a elevação no período, apresentando expansão nos respectivos volumes e contribuindo para a renda fixa chegar à marca inédita de R$ 142,6 bilhões. “A renda fixa continua se destacando em um ambiente doméstico com taxa de juros em um patamar elevado e incertezas no cenário global. Cada vez mais, as empresas buscam o mercado de capitais para o financiamento das suas estratégias de negócios e os investidores consideram os instrumentos na diversificação das suas carteiras”, afirma Cesar Mindof, diretor da Anbima.

As debêntures atingiram o volume recorde de R$ 103,1 bilhões entre janeiro e março, 43% acima do mesmo período em 2024, com os recursos captados sendo destinados principalmente para investimentos em infraestrutura (42%), pagamento de dívidas (21,4%) e gestão ordinária (17,2%). Considerando apenas os papéis incentivados pela lei 12.431, o montante também é o maior já registrado na série histórica: R$ 46 bilhões. No mercado secundário, o volume negociado de debêntures também atingiu uma nova marca: R$ 196,6 bilhões, com um crescimento de 34,2% no confronto com o mesmo trimestre do ano passado. Os papéis com incentivo fiscal responderam por R$ 77,6 bilhões desse montante.

“Além de atrair mais investidores ao oferecer maior flexibilidade na realocação de recursos com essa ‘porta de saída’, um secundário maduro e robusto também estimula novas emissões porque cria condições favoráveis de negociação dos títulos”, ressalta Guilherme Maranhão, presidente do fórum de estruturação de mercado de capitais da Anbima. Os FIDCs (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios) somaram R$ 14,6 bilhões no trimestre, com aumento de 2,3%, e as notas comerciais chegaram a R$ 6,8 bilhões, praticamente o dobro –alta de 98,5%– do registrado no mesmo período no ano anterior. “Esses números mostram como é importante ter uma variedade de instrumentos, oferecendo opções para empresas de menor porte acessarem o mercado de capitais com trâmites menos burocráticos. O tíquete médio dos FIDCs, por exemplo, foi de R$ 63,2 milhões nesse intervalo”, destaca Maranhão.

Já os CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) captaram R$ 11 bilhões e os CRAs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio) totalizaram R$ 5,9 bilhões, com redução de 32,9% e 50,2%, respectivamente, na comparação com o primeiro trimestre de 2024, período em que o Conselho Monetário Nacional (CMN) alterou as regras para lastros elegíveis para emissões desses certificados de recebíveis, mas as operações em andamento puderam ser concluídas seguindo os parâmetros anteriores.

Resultado foi impulsionado pelo desempenho de debêntures, FIDCs e notas comerciais

Venda de veículos financiados tem queda em março

Houve retração para veículos leves e pesados

Ao todo, foram fechadas vendas financiadas de 551 mil veículos neste ano, entre novos e usados

As vendas de veículos financiados no Brasil recuaram 2,3% no mês de março, na comparação com o fevereiro deste ano, segundo informações divulgadas nesta terça-feira (15) pela B3, a bolsa de valores de São Paulo. Em relação ao mesmo mês de 2024, a queda foi de 3,6%. Ao todo, foram fechadas vendas financiadas de 551 mil veículos neste ano, entre novos e usados. No segmento dos veículos leves, a redução foi de 4,4% na comparação com março do ano passado. Com relação a fevereiro, a diferença para menor foi de 3,8%. Já no setor de veículos pesados, o mês de março foi 6,7% menor que o mesmo mês de 2024, e 1,1% inferior ao fevereiro passado.

Os financiamentos de motocicletas destoaram da situação dos automóveis ou caminhões. As vendas financiadas do setor cresceram 4,8% diante dos números de março do ano passado. E foram 1,5% maiores em relação a fevereiro. “O resultado do primeiro trimestre revela que o setor continua aquecido, dando continuidade ao movimento visto no segundo semestre de 2024. Vale ressaltar que a queda em março na comparação com o mês anterior é justificada pela sazonalidade do carnaval, uma vez que a média de veículos financiados em março por dia útil é maior do que em fevereiro”, explica Daniel Takatohi, superintendente de produtos de financiamentos na B3.

Com ABR

Houve retração para veículos leves e pesados

Grupo Zaffari inaugura segundo Cestto em Porto Alegre

A operação recebeu investimento de R$ 147,3 milhões

A operação da nova loja está gerando 280 novos empregos diretos

O Cestto Protásio, terceira unidade da rede atacadista, bandeira de atacado e varejo do Grupo Zaffari, abrirá as portas nesta quinta-feira (10). O empreendimento será a segunda loja da marca em Porto Alegre. O investimento é de R$ 122 milhões. Somente nas obras públicas realizadas no local, com destaque para o sistema viário, são mais R$ 25,3 milhões investidos. A operação da nova loja está gerando 280 novos empregos diretos, além dos indiretos gerados através de fornecedores e prestadores de serviços de apoio. Serão também criados cerca de 80 novos empregos pelas operações comerciais dos lojistas. Aproximadamente 50 novos empregos serão criados por prestadores de serviços terceirizados para atender o empreendimento, num total direto de 410 novas vagas.

A edificação contará com 404 vagas de estacionamento cobertas distribuídas em dois pavimentos e mais 138 vagas externas. Para os veículos de maior porte, há a possibilidade de usar o estacionamento externo e, em casos especais, a própria doca central da operação. A loja também manterá em sua estrutura um serviço de atendimento de televendas específico para clientes pessoa jurídica que, em operações de atacado envolvendo maior volume, terão negociações diferenciadas que levarão em conta a logística e as quantidades.

A operação recebeu investimento de R$ 147,3 milhões

GEO e LEO: As ‘novas’ siglas que tentam reinventar o SEO

Nos últimos tempos, surgiram termos como GEO (Generative Engine Optimization) e LEO (Large Language Model Optimization), que prometem reinventar o SEO diante da ascensão da inteligência artificial. Mas, segundo Pedro Dias — ex-Google e especialista em SEO — essas siglas são, na verdade, tentativas de dar nome novo a algo que nunca foi totalmente compreendido. […]Nos últimos tempos, surgiram termos como GEO (Generative Engine Optimization) e LEO (Large Language Model Optimization), que prometem reinventar o SEO diante da ascensão da inteligência artificial. Mas, segundo Pedro Dias — ex-Google e especialista em SEO — essas siglas são, na verdade, tentativas de dar nome novo a algo que nunca foi totalmente compreendido. […]