Maioria das indústrias buscou inovar na pandemia

Produzir com menos custos foi uma das metas

Dentre o total de empresas ouvidas, 80% registraram ganhos de produtividade, competitividade e lucratividade decorrentes de inovações

A pandemia de Covid-19 levou grandes e médias indústrias a investirem em processos de inovação para aumentar a competitividade. É o que aponta pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com o estudo, realizado pelo Instituto FSB Pesquisa, oito em cada dez indústrias inovaram e viram crescer a produtividade e os resultados financeiros.

O levantamento teve por objetivo mapear a percepção de executivos de empresas no Brasil sobre o atual cenário de inovação dentro e fora das principais companhias em atividade no país. Foram entrevistados executivos de 500 indústrias durante o mês de setembro e a amostragem foi controlada por porte das empresas (médias e grandes) e setor de atividade. Do total de empresas industriais de médio e grande porte, 88% promoveram alguma inovação durante a pandemia, como forma de buscar soluções para a crise imposta pelo contexto sanitário.

“Dentre o total de empresas ouvidas, 80% registraram ganhos de produtividade, competitividade e lucratividade decorrentes de inovações. Outras 5% tiveram dois desses ganhos e 2%, um ganho. Apenas 1% das indústrias brasileiras inovou e não viu nenhum incremento em seus resultados. Os dados mostram que somente 13% dos executivos entrevistados disseram que suas empresas não inovaram durante a pandemia”, informou a CNI.

O levantamento revela, também, que 51% das indústrias não possuem setor específico voltado para a inovação. Os dados apontam, ainda, que 63% das empresas pesquisadas não têm orçamento reservado para inovação e 65% não dispõem de profissionais exclusivamente dedicados a mudanças.

Dificuldades
De acordo com a pesquisa, as principais causas para dificuldade em mudar durante a pandemia são acessar recursos financeiros de fontes externas (19%), a instabilidade do cenário externo (8%), a contratação de profissionais (7%), falta de mão de obra qualificada (8%) e o orçamento (6%).

Os dados coletados mostram ainda que a pandemia trouxe alterações na produção das empresas, com 67% dos entrevistados afirmando que a Covid-19 evidenciou alterações na relação com os trabalhadores; 60% disseram que tiveram alterações nas vendas; 59%, nas relações com clientes; 58%, na gestão; 53%, nas linhas de produção; 51%, na utilização de tecnologias digitais e 44%, na logística.

Segundo a CNI, entre os entrevistados, 79% responderam que foram prejudicadas com a pandemia, com destaque para a região Nordeste, que concentrou 93% das respostas positivas. E 58% das indústrias disseram que a cadeia de fornecedores foi a mais prejudicada, seguida de vendas (40%) e linhas de produção (23%). Ao mesmo tempo, 20% dos executivos disseram que foram pouco ou nada prejudicados pela pandemia. No total, 55% das empresas afirmaram que tiveram aumento no faturamento bruto.

A pesquisa revelou ainda que, para os próximos três anos, as empresas consideram como prioridades ampliar o volume de vendas (49%), produzir com menos custos (49%), produzir com mais eficiência (41%), ampliar a produção (34%) e fabricar novos produtos (27%). Para isso, entre os setores que as indústrias consideram mais importante inovar estão o de relação com o consumidor (36%), setor de processos (35%) e de produção (31%).

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Produzir com menos custos foi uma das metas

Sindilojas Porto Alegre inaugura hub de inovação para o varejo

Co.nectar Hub estimula a busca por novas soluções tecnológicas para o desenvolvimento do setor

O Co.nectar Hub contará com salas de coworking em ambiente compartilhado ou privado

O Sindilojas Porto Alegre inaugurou nesta semana o Co.nectar Hub. A iniciativa representa o primeiro ambiente de inovação com foco no varejo criado por um sindicato no Brasil, com o objetivo de estimular a busca por novas soluções tecnológicas para o desenvolvimento do setor. Entre as ações, tanto on-line como presenciais, que serão realizadas dentro do Co.nectar Hub estão eventos para compartilhamento de conteúdo e de cocriação de soluções, além de estimular a criação de uma comunidade colaborativa. 

“O projeto visa o fortalecimento do setor, além de desenvolver, ao mesmo tempo, uma nova mentalidade nos empresários do comércio varejista frente à nova economia. Desta forma, iremos aproximá-los da tecnologia, aplicada aos negócios, e propor a construção conjunta de novas alternativas para os desafios apresentados pelo mercado”, ressalta o presidente do Sindilojas Porto Alegre e membro do Comitê Gestor do Co.nectar Hub, Paulo Kruse.

O Co.nectar Hub possui uma área total de 650 metros quadrados e contará com salas de coworking em ambiente compartilhado ou privado, espaço para eventos, estúdio para criação de conteúdo e área “maker”, para prototipagem de produtos e soluções, além de ser um hub Phygital. 

“Com foco em incentivar os varejistas a inovarem, ofereceremos espaços e consultoria especializada para a realização das ações. Caso o lojista queira utilizar o estúdio para criação de conteúdo – seja realização de fotos ou live commerce – para efetivar digitalização do negócio, também estará disponível o acompanhamento de profissionais de marketing digital para acompanharem o processo, capacitando os empresários. Ou, no caso da Sala Maker, profissionais da área de design thinking. Mas também, iremos oferecer, além do espaço físico, uma plataforma digital, que permitirá o compartilhamento de informações e a realização de ações online”, detalha Kruse.

Co.nectar Hub estimula a busca por novas soluções tecnológicas para o desenvolvimento do setor

Vibra Agroindustrial anuncia novo diretor financeiro

Diogo Dockhorn assume a posição para apoiar expansão do grupo

Ele acumula passagens por grandes empresas como Gerdau, Unipar Carbocloro e startups de tecnologia

A Vibra Agroindustrial anunciou a contratação de Diogo Espellet Dockhorn para a posição de diretor financeiro. Ele será o responsável pela gestão das áreas financeira, controladoria, contábil/fiscal, TI, jurídico e projetos. Dockhorn tem mais de 20 anos de mercado e nesse período, passagens por grandes empresas como Gerdau, Unipar Carbocloro e startups de tecnologia.

Ele chega para apoiar a expansão e consolidação dos negócios da empresa. Nas últimas décadas, Dockhorn acumulou experiências em finanças, contabilidade/tributos, controladoria, planejamento estratégico, TI e inovação. Como expatriado, viveu em diversos países da América Latina e também nos Estados Unidos.

Dockhorn é graduado em administração de empresas pela PUCRS e tem cursos de extensão em finanças corporativas pela New York University e gestão pela University of Tampa, ambas nos Estados Unidos.

Diogo Dockhorn assume a posição para apoiar expansão do grupo

Paraná será maior destino da Azul no Brasil

Com retomada de quatro linhas e voos para outras 11 cidades, companhia atingirá 20 localidades

O plano da empresa é fortalecer sua malha em Curitiba, criando um hub regional com mais de 50 movimentos diários

O Paraná será o Estado brasileiro com maior número de destinos cobertos pela Azul a partir de 2022. Onze cidades terão novas linhas operadas pela companhia e outras quatro terão suas operações retomadas após terem sido paralisadas durante a pandemia. O anúncio foi realizado nesta terça-feira (19) em um encontro de representantes da companhia com o governador Carlos Massa Ratinho Junior em Campinas (SP), na universidade corporativa da empresa, a Uniazul.

As cidades que voltam a receber voos da companhia são Ponta Grossa, Toledo, Pato Branco e Guarapuava. As linhas serão reativadas em dezembro com voos nas segundas, quartas e sextas. As passagens serão comercializadas a partir desta terça em todos os canais oficiais da empresa.

Já as novas linhas serão inauguradas ao longo de 2022. As onze cidades que passam a integrar a malha da companhia aérea são Guaíra, Paranavaí, Francisco Beltrão, Cornélio Procópio, União da Vitória, Cianorte, Campo Mourão, Telêmaco Borba, Arapongas e Apucarana, todas com aviões Cessna da sub-regional Azul Conecta, além de Umuarama, com aviões ATR.

Marcelo Bento Ribeiro, diretor de relações institucionais da Azul, destacou que a empresa ansiava por retomar as operações interrompidas, bem como a expansão no Paraná. “Apresentamos ao Estado nossa intenção de ampliar os destinos, principalmente com a nossa empresa sub-regional Azul Conecta, ao longo de 2022. Se concretizado, este plano deixará o Estado extremamente conectado, reforçará a vocação regional da Azul e consolidará Curitiba como um importante centro de conexões”, afirmou.

Com o anúncio, os novos voos se somam a outros cinco municípios já realizados pela empresa: Curitiba, Foz do Iguaçu, Cascavel, Londrina e Maringá – totalizando vinte cidades contempladas, um recorde da companhia. O plano da empresa é fortalecer sua malha em Curitiba, criando um hub regional com mais de 50 movimentos diários.

As rotas retomadas em dezembro contarão com aeronaves do modelo ATR 72-600, com capacidade para 70 passageiros. A expectativa da empresa é manter voos três vezes na semana até fevereiro, aumentando para uma frequência diária em março de 2022. Das quatro linhas, três são conectadas ao aeroporto de Viracopos (VCP), em Campinas: Ponta Grossa, Guarapuava e Toledo. Nesta última, foi realizada uma alteração da rota prévia, que conectava a cidade do Oeste paranaense a Curitiba. Já Pato Branco terá conexão com a capital.

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Com retomada de quatro linhas e voos para outras 11 cidades, companhia atingirá 20 localidades

Petrobras tem demanda para novembro acima da capacidade de produção

Estatal afirma que teve pedidos de gasolina e diesel muito acima da média

A ANP descarta, por enquanto, qualquer possibilidade de desabastecimento de combustíveis

A Petrobras informou que recebeu para o mês de novembro pedidos de fornecimento de diesel e gasolina muito acima dos meses anteriores e de sua capacidade de produção. O comunicado da empresa foi publicado após texto divulgado pela Associação das Distribuidoras de Combustíveis (Brasilcom). O texto dizia que o setor comercial da estatal informou “uma série de cortes unilaterais” nos pedidos feitos para compra de gasolina e óleo diesel para novembro.

Segundo a estatal, nos últimos anos, o mercado brasileiro de diesel foi abastecido tanto por sua produção, quanto por importações realizadas por distribuidoras, terceiros e pela companhia, que garantiram o atendimento integral da demanda doméstica. Porém, para novembro a demanda está acima da capacidade da estatal.

“Apenas com muita antecedência, a Petrobras conseguiria se programar para atender essa demanda atípica. Na comparação com novembro de 2019, a demanda dos distribuidores por diesel aumentou 20% e a demanda por gasolina, 10%, representando mais de 100% do mercado brasileiro”, esclareceu a estatal.

A Petrobras também informou que, segundo divulgado no relatório de produção e vendas do segundo trimestre, a companhia operou seu parque de refino, no primeiro semestre, com um fator de utilização (FUT) de 79%, em linha com a média de 2020 e superior ao registrado em 2019 (77%) e 2018 (76%), mesmo considerando as paradas programadas nas refinarias em seis refinarias (Reduc, RPBC, Regap, RLAM, Repar e Revap), que foram postergadas de 2020 para 2021 em função da pandemia. No acumulado até outubro, a companhia está operando com FUT de 90%.

Distribuidores
A Brasilcom sustentou em nota que houve maior demanda pelo diesel no mercado interno, com maiores pedidos para a Petrobras, pois o combustível no mercado externo está mais caro do que o valor praticado no Brasil.

“As reduções promovidas pela Petrobras, em alguns casos chegando a mais de 50% do volume solicitado para compra, colocam o país em situação de potencial desabastecimento, haja vista a impossibilidade de compensar essas reduções de fornecimento por meio de contratos de importação, considerando a diferença atual entre os preços do mercado internacional, que estão em patamares bem superiores aos praticados no Brasil”, alegou a associação.

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), emitiu nota descartando, por enquanto, qualquer possibilidade de desabastecimento de combustíveis no mercado nacional. “Não há indicação de desabastecimento no mercado nacional de combustíveis, nesse momento. A ANP segue realizando o monitoramento da cadeia de abastecimento e adotará, caso necessário, as providências cabíveis para mitigar desvios e reduzir riscos.”

Com Agência Brasil

Estatal afirma que teve pedidos de gasolina e diesel muito acima da média

Indústria de embalagens: protagonista na luta pelo equilíbrio ambiental

As embalagens de papel e papelão ondulado são consideradas sustentáveis

O Brasil figura entre os principais países recicladores do mundo em embalagens de papel e papelão ondulado

As embalagens de papel e papelão ondulado são sustentáveis em sua essência. Sua matéria-prima é renovável, proveniente de árvores cultivadas exclusivamente para esse fim ou de embalagens pós-consumo. Depois de utilizadas, através da logística reversa, são recicladas ou retornam à natureza por serem biodegradáveis.

O setor de produção de papéis para embalagens, além de cultivar as árvores para a produção do insumo e reciclar, preserva extensas áreas de florestas naturais, ajudando a combater o avanço das alterações climáticas. Ao todo são 5,9 milhões de hectares conservados em Áreas de Preservação Permanente (APP), Reserva Legal (RL) e Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN), de acordo com relatório da Ibá de 2020.

Nunca se falou tanto em meio ambiente, quanto nos tempos atuais. Quando a pandemia passar, o tema deve retomar a pauta diária com ainda mais força. Apesar das inúmeras dificuldades impostas diariamente à sociedade, muitos avanços têm sido feitos para o desenvolvimento ambiental. E as embalagens de papel e papelão ondulado estão no centro dessa eficiência sustentável por serem uma solução sustentável, biodegradável, renovável e reciclável.

Outros destaques importantes no Brasil: a matriz elétrica do setor de papel e celulose é de 90% com origem de fontes renováveis, e a taxa de recuperação do papelão ondulado, cartão de embalagens de líquidos e sacos produzido no Brasil para o mercado interno é de 86,3%. 


Além disso, 4,9 milhões de toneladas retornam para os processos produtivos e 67% das embalagens de papelão ondulado brasileiras são produzidas com fibras recicladas. O resultado é que o Brasil figura entre os principais países recicladores do mundo em embalagens de papel e papelão ondulado.

O aumento da busca por embalagens mais sustentáveis, produzidas a partir de fontes renováveis, vem crescendo e caminha na direção de uma sociedade mais consciente e alinhada com a economia circular – conceito que promove novas maneiras de produzir e consumir, gerando recursos a longo prazo.

Todos esses esforços e resultados são consequências de um constante trabalho que, na outra ponta, agregaram aliados importantes: os próprios consumidores. Segundo a Trade Tracker Survey, pesquisa realizada pela Two Sides, em 2021, 57% dos consumidores preferem que produtos de e-commerce sejam entregues em embalagens de papel e papelão ondulado. Os que preferem que sejam entregues em tamanho adequado, evitando o desperdício, é ainda maior: 70%.

O consumidor comum está preocupado com o avanço da degradação ambiental e climática e com os problemas enfrentados pelo planeta. Sentem-se atores vitais nessa luta. A discussão ambiental é uma questão de todos nós. O setor de embalagens de papel e papelão ondulado percebeu isso no início da jornada e não mediu esforços para mostrar que é possível aliar crescimento econômico com preservação ambiental e avanços sociais.

Mesmo sabendo que os números já são expressivos, é possível fazer bem mais, e os investimentos em inovações (seja em novas embalagens ou em reformulações no processo produtivo) seguirão como um princípio básico de uma indústria que entende seu protagonismo na luta pelo equilíbrio ambiental.

A Empapel atua em toda a cadeia produtiva que envolve o papel para embalagem e as embalagens de papel e tem a importante missão de trabalhar todo o potencial do papel, como insumo para produção de embalagens. A proposta é representar o segmento de maneira estratégica e trabalhar para a valorização das embalagens em papel e de todas as vantagens sustentáveis que ela agrega.

*Presidente do Conselho da Associação Brasileira de Embalagens em Papel (Empapel), a antiga ABPO (Associação Brasileira do Papelão Ondulado), que desde 1974 representava o setor.

As embalagens de papel e papelão ondulado são consideradas sustentáveis

PwC Brasil abre inscrições para programa de desenvolvimento de jovens em todo o país

Inscrições para o Access Your Potential podem ser feitas até 24 de outubro

Ao longo de dois meses, os jovens selecionados terão a oportunidade de participar de mentorias individuais realizadas pelos próprios profissionais da PwC Brasil

A PwC Brasil está com as inscrições abertas para mais uma edição do Access Your Potential (AYP), programa focado no desenvolvimento pessoal, profissional e acadêmico de jovens talentos.

A iniciativa, que conta com as metodologias do Instituto Joule e do centro de excelência em tecnologia FIAP, vai impulsionar a carreira de 200 jovens com renda per capita de até R$ 1.500, e que tenham entre 16 e 26 anos. As inscrições ficam abertas até o dia 24 de outubro neste site.

Ao longo de dois meses, os jovens selecionados terão a oportunidade de participar de mentorias individuais realizadas pelos próprios profissionais da PwC Brasil. No programa, estão orientações sobre temas como: guia de carreira, marketing pessoal, preparação para entrevistas e inteligência financeira.

Os participantes terão, ainda, capacitações on-line com cursos da FIAP sobre soluções tecnológicas, liderança e desenvolvimento de competências, design thinking e análise de dados.

Webinars exclusivos e um hackathon imersivo, com objetivo de colocar em prática o que foi aprendido ao longo da jornada, também fazem parte da proposta. Ao final do programa, os jovens que forem selecionados poderão concorrer a vagas para atuar na PwC Brasil, além de bolsas de estudos oferecidas por empresas parceiras.

A iniciativa faz parte do compromisso da firma com a inclusão digital e requalificação da próxima geração de talentos que entrará em um mercado de trabalho dinâmico e tecnológico.

“Nosso objetivo é contribuir para a transformação dos líderes do Brasil, garantindo que, no futuro, esses jovens assumam um papel proativo, colaborando para um mercado de trabalho cada vez mais diverso e inclusivo. Procuramos estimular o desenvolvimento profissional e a inclusão social desses jovens”, afirma Leandro Ardito, sócio da PwC Brasil e líder de responsabilidade corporativa.

A PwC Brasil é parceira técnica do Grupo AMANHÃ na geração de 500 MAIORES DO SUL, maior ranking regional de empresas do Brasil.

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Inscrições para o Access Your Potential podem ser feitas até 24 de outubro

Intenção de consumo das famílias estabiliza em outubro

Indicador apresenta maior nível desde março

Famílias estão mais seguras em relação aos seus empregos

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) se estabilizou em outubro. Após quatro meses consecutivos de alta, o indicador apurado mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apresentou crescimento mensal nulo, atingindo 73,2 pontos. Apesar da falta de variação, o índice apresentou o maior nível desde março, quando registrou 73,8 pontos, e superou os 68,7 pontos de outubro de 2020. Ainda assim, permaneceu abaixo do nível de satisfação (100 pontos), fato que vem ocorrendo desde abril de 2015.

Dois subíndices também apresentaram as primeiras quedas após quatro meses seguidos de altas e comportamentos bem semelhantes: o nível de consumo atual e a perspectiva de consumo. O primeiro contou com retração mensal de 0,4% e variação anual positiva de 12,1%. Com isso, o indicador alcançou o nível de 58,0 pontos, o maior patamar desde maio de 2020 (62,1 pontos).

Já a perspectiva de consumo apresentou queda de 1,8%, na comparação com o mês anterior, e avanço de 19,6% em relação a outubro de 2020. Esse resultado foi o mais positivo entre as comparações anuais do estudo, e o indicador alcançou 75,3 pontos, também o maior nível desde maio de 2020 (75,6 pontos).

Para o presidente da CNC, José Roberto Tadros, é possível identificar uma perspectiva mais favorável em relação ao consumo nos próximos meses. Mas, ainda assim, chamam a atenção as quedas observadas, que são resultados da incerteza gerada pelo momento econômico. “As incertezas econômicas, com a inflação e a alta dos juros, reduzem o poder de compra. No entanto, apesar dessas dificuldades, o consumo segue avançando em relação ao ano passado”, avalia.

Melhor percepção do mercado de trabalho
Mas se a preocupação com a instabilidade econômica ainda abala o consumo, por outro lado, o estudo aponta uma melhor percepção do mercado de trabalho. O indicador de emprego atual contou com crescimento anual de 6,4% e mensal de 1,7%, a maior taxa do mês. Acompanhando essa recuperação, o patamar atingido (91,4 pontos) o manteve como o maior indicador da pesquisa em outubro, sendo também o maior nível desde maio de 2020 (101,7 pontos).

Reforçando o cenário, o segundo resultado mais positivo do mês foi o item envolvendo a perspectiva profissional, que apresentou variação mensal positiva de 1,3% e aumento de 6,9% na comparação com outubro do ano anterior. Com a sequência de variações positivas, o indicador atingiu 84,1 pontos, a maior pontuação desde abril (84,4 pontos).

Para a economista da CNC, responsável pela pesquisa, Catarina Carneiro da Silva, os dados revelam continuação para os próximos seis meses da confiança das famílias em relação ao mercado de trabalho. “Em ambos os casos, houve melhora no perfil de respostas das famílias, elas estão mais seguras em relação aos seus empregos em curto prazo e menos negativas quanto aos seus empregos em longo prazo”, afirma Catarina.

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Indicador apresenta maior nível desde março

RS emite aviso para a região Covid de Pelotas

Regional apresentou piora em alguns indicadores

Com o percentual de 52,1%, a região de Pelotas ainda apresenta a quarta menor proporção da população com esquema vacinal completo no Rio Grande do Sul

O governo do Rio Grande do Sul divulgou, após reunião do gabinete de crise nesta quarta-feira (20), a emissão de um aviso para a região Covid de Pelotas. As outras 20 regiões não receberam avisos ou alertas, incluindo Capão da Canoa, que havia recebido Aviso por três semanas consecutivas e não recebeu nenhuma notificação.

O aviso é o primeiro passo do Sistema 3As de Monitoramento, com o qual o governo estadual gerencia a pandemia no Rio Grande do Sul. Conforme os técnicos do Grupo de Trabalho Saúde, Pelotas apresentou piora em alguns indicadores em relação à semana anterior, por isso recebeu a notificação para que possa controlar a propagação do vírus na região.

Entre os dados, a região Covid de Pelotas apresentou incidência de novos casos de 112,5 casos confirmados por 100 mil habitantes na última semana, representando aumento de 20% frente à semana anterior. Essa incidência representa a segunda maior do Estado entre as 21 regiões Covid na última semana, sendo 67,1% superior à média estadual.

Ao longo da última semana, Pelotas também apresentou aumento de 24,1% de internações em leitos clínicos, entre suspeitos e confirmados. Se considerado um período mais longo, do dia 25 de setembro ao dia 17 de outubro, o número de internados confirmados e suspeitos em leitos clínicos na região passou de 25 para 70 – elevação de 180%.

Contudo, a região teve redução de 25,8% nas hospitalizações por Covid em UTI. Se considerado um prazo mais longo, desde o dia 5 de outubro, o número de internados confirmados com Covid-19 em leitos intensivos quase dobrou, chegando a 13 pacientes. Com o percentual de 52,1%, a região de Pelotas ainda apresenta a quarta menor proporção da população com esquema vacinal completo no Rio Grande do Sul entre as 21 regiões Covid.

Além disso, o gabinete de crise debateu alguns pedidos e demandas setoriais em relação a protocolos vigentes. Entre os quais, o pedido da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para que libere a presença de torcedores de equipes visitantes nos jogos organizados pela entidade no Rio Grande do Sul. Conforme o grupo, já estão definidas as regras gerais obrigatórias para competições esportivas e não cabe ao Estado regrar as questões internas dos clubes, desde que cumpram os protocolos em vigor a partir de segunda (18), se podem aceitar ou não público visitante.

Em jogos com mais de 2,5 mil pessoas, é obrigatória a apresentação do comprovante de vacinação, público exclusivamente sentado e ocupação somente de espaços com cadeiras, com máximo de 30% do espaço, garantia de distanciamento mínimo de 1 metro em todas as direções entre grupos de até três pessoas, entre outras.

Regional apresentou piora em alguns indicadores

Auxiliadora Predial prevê mais de 20 unidades em Santa Catarina em 2022

Com duas novas lojas já inauguradas, a imobiliária gaúcha inicia a expansão de sua rede pelo estado catarinense

O Paraná, pelo menos por enquanto, não está no radar da Auxiliadora Predial

A Auxiliadora Predial deu início ao seu projeto de expansão por Santa Catarina, com a inauguração de duas novas agências, em Florianópolis e Balneário Camboriú. A franqueadora e os franqueados totalizam um investimento inicial de cerca de R$ 1,5 milhão, além da geração de empregos diretos e indiretos, e mais de 30 corretores licenciados.

Localizada no bairro de Santa Mônica, um dos mais prestigiados de Florianópolis, a primeira loja franqueada da marca no estado iniciou a sua operação em julho, com atendimento nas áreas de aluguéis e vendas. “A região vem atraindo compradores e inquilinos de imóveis não só de Santa Catarina, mas de outros lugares, que aproveitaram a oportunidade do home office para se instalar em locais com melhor qualidade de vida”, relata o empresário Carlos Freitas, gestor da unidade.

Já a segunda franquia da Auxiliadora Predial em território catarinense, inaugurada em setembro, está em um dos mais importantes polos imobiliários e turísticos do litoral norte do estado, a cidade de Balneário Camboriú, e tem foco exclusivo no segmento de vendas. As duas aberturas marcam mais uma etapa importante do projeto de ampliação da rede de franquias da imobiliária gaúcha, que já conta com 38 agências em atividade.

“Temos hoje um time de 700 corretores e fechamos o ano passado com o recorde de R$ 1 bilhão em VGV (Valor Geral de Vendas). A meta agora é expandir ainda mais os nossos negócios e aumentar ainda mais a nossa participação no mercado de compra, venda e locação de imóveis”, antecipa Érico Ribeiro, gerente de operação e expansão de franquias. Ainda este ano, serão inauguradas mais três franquias em Santa Catarina, duas unidades na capital Florianópolis e uma em Garopaba, prevista para novembro.

“Com apenas seis meses de operação em Santa Catarina, já estamos com cinco agências e vamos acelerar nosso crescimento para, no próximo ano, chegarmos a mais de 20 unidades, a exemplo da expansão no Rio Grande do Sul, onde somos a maior empresa de venda de imóveis, aluguel e condomínios”, comemora Érico Homem, head de operações e expansão de franquias da Auxiliadora Predial.

A companhia gaúcha também planeja desembarcar em outras regiões de Santa Catarina. “Com certeza temos interesse em expandir a rede de franquias em outras cidades no estado de Santa Catarina. Estamos prospectando franqueados em diversas regiões do estado, de norte a sul até o meio-oeste catarinense”, detalha. O Paraná, pelo menos por enquanto, não está no radar da Auxiliadora Predial. “No momento, nosso foco está 100% em Santa Catarina”, relata Homem.

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Com duas novas lojas já inauguradas, a imobiliária gaúcha inicia a expansão de sua rede pelo estado catarinense

Atividade econômica catarinense tem retração em agosto

O índice acumula alta superior à média nacional no ano

O setor de comércio e serviços voltados para o turismo e atenção às famílias deverão orientar a expansão da atividade econômica no restante do ano

O Índice de Atividade Econômica (IBC) apresentou retração de 0,47% em agosto, na comparação com julho, na série sem os efeitos sazonais, rompendo uma sequência de quatro expansões consecutivas. No entanto, em relação ao mesmo mês de 2020, Santa Catarina apresentou alta de 6,93%. Conforme análise do Observatório Fiesc, esse foi o segundo melhor desempenho entre os estados do país – atrás apenas do Espírito Santo.

No Brasil, o IBC teve uma variação de 4,74% no mesmo período. No acumulado de janeiro a agosto, o IBC de Santa Catarina apresentou alta de 8,89%. O resultado é superior à média brasileira no período, de 6,41%. Na contramão do cenário nacional, a indústria catarinense teve um desempenho positivo em agosto na comparação com julho, com crescimento de 1,90% no volume da produção industrial. Os destaques ficaram para os setores de metalurgia, têxtil e confecções. Por outro lado, o Brasil apresentou queda de 0,7% no mesmo período.

“O industrial catarinense está confiante com a atividade econômica e com perspectivas de investimentos para os próximos anos. Santa Catarina tem apresentado um desempenho acima da média nacional e acreditamos que isso deve se manter pelo próximo período”, avalia o presidente da Fiesc, Mario Cezar de Aguiar, em nota.

Comércio tem desempenho negativo
Em agosto, o destaque fica para a queda da atividade econômica catarinense no comércio, que registrou recuo de 10,14% em relação a julho. No país, a queda foi de 3,13%. De acordo com Thiago Rodrigues Lemos, economista do Observatório Fiesc, esse desempenho foi puxado principalmente pela queda nas vendas de outros artigos de uso pessoal e doméstico, que inclui a venda de artigos para habitação, e do comércio varejista de tecidos, vestuários e calçados.

A avaliação do economista é que a perspectiva segue positiva para a atividade econômica em 2021. “O setor de comércio e serviços voltados para o turismo e atenção às famílias deverão orientar a expansão da atividade econômica no restante do ano”, complementa.

O índice acumula alta superior à média nacional no ano

Hospital Moinhos de Vento lança programa de trainee

Iniciativa está com inscrições abertas

Para concorrer a uma vaga, é necessário estar cursando o último ano de graduação ou ter até um ano de formação

O Hospital Moinhos de Vento lançou o Talentos em Evolução, seu primeiro programa de trainee. A oportunidade oferece vagas para setores de desenvolvimento humano, TI, comercial, financeira, gestão estratégica e suprimentos. Com duração de 18 meses, a experiência permitirá aos profissionais ganhar e ampliar conhecimentos práticos em suas áreas de formação.

De acordo com a gerente de desenvolvimento humano do Hospital Moinhos de Vento, Katherine Saibel, a ideia é possibilitar a esses talentos uma jornada de desenvolvimento, com inúmeras oportunidades, pois irão vivenciar a rotina e os desafios de uma organização hospitalar. “O objetivo do Talentos em Evolução é atrair, desenvolver e reter os profissionais que se destacarem.Eles terão momentos de troca com o time do Moinhos e, com suas habilidades poderão contribuir com áreas essenciais e com a estratégia da instituição”, explica.

Katherine reforça que o setor saúde é um dos segmentos que mais vem se transformando e crescendo nos últimos anos. “Queremos buscar profissionais que acreditam que desafios são oportunidades, que desejam ser protagonistas, que têm capacidade de análise crítica e transformação, que são proativos e têm um bom relacionamento interpessoal”, conclui.

Para concorrer a uma vaga, é necessário estar cursando o último ano de graduação ou ter até um ano de formação. Para a área de TI, pode estar cursando os dois últimos anos da graduação. As inscrições vão até o dia 22 de outubro pelo site da instituição.

Iniciativa está com inscrições abertas

Sequestros virtuais: você precisa se proteger

Os danos causados somente por ransomwares devem ultrapassar os US$ 20 bilhões neste ano

Enquanto uma empresa pode absorver o prejuízo, uma pessoa pode perder todas as suas economias por um ataque

O sequestro de dados começou a tomar os noticiários. Os ransomwares, como são conhecidos, têm origem em 1989, quando o “AIDS Trojan” foi disparado através de Floppy Disks (disquetes). Ao executar o programa em seu computador, o usuário tinha seus arquivos travados e recebia mensagem exigindo que um pagamento de US$ 189 fosse enviado para uma caixa postal no Panamá para que os arquivos fossem liberados.

Os ransomwares nunca deixaram de evoluir ao longo dos anos, adquirindo formas e capacidades cada vez mais refinadas, porém, nunca se destacando na mídia como uma grande ameaça virtual. Isso acontecia, pois, apesar da sua capacidade de travar os dados do usuário e cobrar resgate pelos mesmos, os riscos e dificuldades eram problemáticos.

As transferências bancárias e remessas postais são facilmente rastreáveis. Outra barreira problemática era o conhecimento técnico necessário para desenvolver e utilizar ransomwares de forma eficaz e discreta. No entanto, esses problemas foram sendo resolvidos aos poucos.

Em 2008, com o surgimento das criptomoedas, realizar transações que não são rastreáveis virou tarefa trivial, o que reduziu os riscos e facilitou o recebimento do resgate. As redes sociais e aplicativos de comunicação mudaram o alcance e eficiência dos ataques que passaram a ser globais e massificados. E por fim, disponibilizaram os ramsonwares para os leigos.

Ransomware on demand
Algo que exigia hackers habilidosos, agora requer apenas vontade e dinheiro. Os ataques virtuais modernos podem ser feitos a partir de qualquer fonte, seja do programador experiente, seja de pessoas que nunca digitaram uma linha de código na vida. Esse fato, sozinho, pode ser um dos grandes responsáveis pela epidemia de ataques virtuais dos últimos anos.

Uma grande parte das vítimas são usuários comuns, que acabam com suas fotos, dados bancários, documentos e outros arquivos importantes bloqueados por alguém e com uma mensagem exigindo um valor de resgate na tela do computador.

O dano ao usuário doméstico pode parecer pequeno quando comparado com grandes corporações que precisam pagar valores milionários para ter seus arquivos de volta. A empresa, porém, tem diversos níveis de proteção e poderio financeiro, coisa que o usuário doméstico não tem.

Enquanto uma companhia pode absorver o prejuízo, uma pessoa pode perder todas as suas economias e ter sua vida duramente afetada por um ataque de ransomware. A Advoco Solutions estima que em 2021 os danos causados somente por ransomwares devem ultrapassar os US$ 20 bilhões e que os danos totais por crimes cibernéticos passem dos US$ 6 trilhões. Esses números mostram um aumento drástico em relação aos US$ 8 bilhões de prejuízo causados por ransomwares em 2018.

Como se proteger?
Com cibercrimes em plena ascensão, ficar desprotegido é uma decisão arriscada. Por isso, compilamos algumas medidas de segurança para empresas e usuários domésticos se protegerem.

Para empresas

Next Generation Firewalls: a principal linha de defesa de toda a infraestrutura de uma empresa é o firewall. Por isso, tecnologias como Fortinet são essenciais para a proteção de dados, evitando que as ameaças cheguem ao sistema;

VPNs: as redes virtuais privadas são excelentes para criar um ambiente com fluxo de dados seguros, garantindo a produtividade e minimizando riscos;

Treinamento: treinar e informar toda sua equipe sobre ameaças e riscos é essencial para reduzir as quebras de segurança causadas por erro humano;

Monitoramento de redes: identificar e reparar problemas antes mesmo que eles ocorram torna a sua rede muito mais robusta contra ataques e brechas de segurança;

Backups: uma política moderna de backups será a última linha de proteção contra ransomwares, afinal, não há a necessidade de pagar resgates se você continua tendo acesso aos seus dados.

Para usuários domésticos

Firewall e sistema operacional atualizados: você não precisa de proteções tão sofisticadas quanto às empresariais, porém, manter seu firewall atualizado é fundamental;

VPNs: diferentemente das VPNs criadas especificamente para empresas, você pode contratar um serviço de VPN on-line para mascarar sua conexão, evitando que alguém consiga rastrear seus acessos e invadir sua máquina;

Backups: se você tem backups de seus arquivos, ransomwares não têm poder de barganha sobre você. Faça backups constantes dos seus arquivos mais importantes;

Bom senso: tenha sempre cuidado ao clicar em quaisquer links desconhecidos. Se alguém enviou uma mensagem pedindo que você acesse uma página que não conhece, verifique se está falando de fato com alguém confiável e que a mensagem é verdadeira.

Os crimes virtuais, infelizmente não irão parar, por isso, é importante exercemos todos os cuidados e medidas de proteção possíveis.

Os danos causados somente por ransomwares devem ultrapassar os US$ 20 bilhões neste ano

Startups começam com um bom Business Plan

O podcast Pílulas de AMANHÃ inicia a série sobre empreendedorismo em startups com as etapas do plano de negócio

grama.
Profº Gustavo Oliveira, doutor em políticas públicas, docente e coordenador na Faculdade Santa Marcelina apresenta os prazeres e obstáculos desse universo. Ao longo de 4 episódios vamos tratar das estratégias, valores, ambiente de negócios e investimentos para se destacar nesse mercado. Confira o Ep.01 sobre Business Plan. 

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Mercado Pago – As maquininhas que estão revolucionando nas vendas!

O Mercado Pago disponibiliza quatro modelos de maquininhas de cartão. Um dos destaques oferecidos é a Point Pro 2, uma maquininha que imprime comprovantes e conta com um valor baixo. Ela ainda recebe pagamentos por aproximação (NFC), principais cartões e QR Code. Nesse artigo você recebeu um desconto de R$ 529 de TK para comprar sua maquininha Point. Válido só até 30 de novembro! Venda com cartão de crédito e débito e faça seus negócio crescer. https://mpago.li/1SkH551

Point Smart conta uma bateria que dura o dia todo. A recarga acontece de forma rápida e de longa duração. Esta maquininha conta com plano de dados 4G grátis. Ela aceita os principais meios de pagamento. Nesse artigo você recebeu um desconto de R$ 529 de TK para comprar sua maquininha Point. Válido só até 30 de novembro! Venda com cartão de crédito e débito e faça seus negócio crescer. https://mpago.li/1SkH551

Já a Point Mini Chip possui grande facilidade para levar para diversos lugares. Ela aceita cartão por aproximação. Ela aceita os principais cartões e pagamento com QR Code. Nesse artigo você recebeu um desconto de R$ 188,90 da TK Agência para comprar sua maquininha Point Mini Chip. Venda com cartão de crédito e débito e faça seus negócios com a Point crescer. https://mpago.li/2LTikxC

As maquininhas, para o crédito, apresentam taxa de 4,74% para ter o dinheiro disponível na hora. Para o débito, a taxa é de 1,99% para a liberação do dinheiro na hora. As taxas para oferecer pagamento parcelado variam conforme o caso.