ABB Woods e PCN devem ampliar investimentos em Santa Catarina

Aportes somarão mais de R$ 800 milhões

Expansões devem gerar mais de 1300 postos de trabalho

O governador Jorginho Mello assinou dois protocolos de intenção de empresas interessadas em aumentar os investimentos em Santa Catarina. A ABB Woods pretende ampliar o parque industrial na cidade de Santa Cecília. Já a PCN – Papel e Celulose pretende expandir as instalações em Lebon Régis. A ABB Woods, que faz parte do grupo Archimbaud, é especialista na transformação de cavacos, serragem e cascas em pellets de madeira. A empresa é uma das mais avançadas tecnologicamente, além de ser a maior serraria com foco em paletes serrados do país. O grupo quer investir R$ 250 milhões para aumentar o parque industrial da cidade de Santa Cecília no prazo de 24 meses. A previsão é de que sejam gerados 350 empregos diretos e 300 empregos indiretos e um incremento de arrecadação de ICMS de R$ 7 milhões em dois anos.

Recentemente a empresa firmou contrato para venda dos produtos para outra companhia da França e estar em Santa Catarina foi fundamental para o negócio ser viabilizado. “Se não tivesse o apoio do governo do estado para essa expansão não conseguiria fazer o contrato com a empresa francesa que vai comprar os paletes”, comentou o sócio-proprietário Karam Bakhshi. “Vamos financiar uma parte de uma linha de transmissão da Celesc com recursos do Estado de Santa Catarina e a Celesc vai fazer a obra. Assim, como também uma parceria com a prefeitura na ordem de R$ 5 milhões onde a prefeitura vai fazer uma obra de infraestrutura viária”, detalhou o secretário de Estado da Fazenda, Cleverson Siewert, lembrando que também haverá incentivos ficais como Prodec e Pro Emprego.

A PCN – Papel e Celulose é uma indústria catarinense especializada em caixas de papelão ondulado. A companhia abastece a indústria de alimentos e bebidas e o comércio em geral. O grupo quer ampliar o parque industrial no município de Lebon Régis e, para isso, pretende investir R$ 585 milhões ao longo de três anos. A estimativa é de que geração de 700 empregos diretos e 1 mil indiretos. Com isso é esperado um aumento na arrecadação do ICMS de aproximadamente R$ 40 milhões ao final de um ano de operação. “Já temos o mercado, vamos exportar uma quantidade desse papel, estamos fazendo uma parceria com uma empresa chinesa pra aumentar a tecnologia da reciclagem. Nós precisávamos dessa subestação para não deixarmos de operar em Santa Catarina”, afirmou o diretor-presidente da companhia Deoclides Comachio.

A empresa pede apoio do governo do estado por meio da Celesc para a construção e implantação de uma linha de distribuição, além de melhorias na subestação de Lebon Régis. “Vamos subsidiar uma linha de transmissão em parceira com a Celesc – dinheiro do governo, execução da Celesc – na ordem de R$ 40 milhões. Tenho certeza de que são investimentos super representativos, que vão trazer movimentação econômica, geração de emprego e renda e prosperidade para toda região”, concluiu Siewert.

Aportes somarão mais de R$ 800 milhões

Grupo Zonta, do Paraná, adquire Shopping Joinville

Operação faz parte do ciclo de investimentos do conglomerado

“A negociação reforça a nossa estratégia de continuar expandindo para outros segmentos além do varejo”, afirma Pedro Joanir Zonta, presidente do grupo

Seguindo seu plano de expansão e diversificação, o Grupo Zonta anuncia a aquisição do Shopping Joinville. O valor do negócio não foi revelado pelas empresas. A transação ainda depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A aquisição é mais uma forma de a empresa ampliar a sua atuação na cidade. “Já estamos presentes no mercado imobiliário, principalmente por meio de aluguéis das lojas de apoio nas nossas unidades, e essa nova negociação reforça a nossa estratégia de continuar expandindo para outros segmentos além do varejo”, afirma Pedro Joanir Zonta, presidente do grupo.

Quanto aos planos para o espaço do antigo Paseo Joinville, a empresa afirma que já está negociando com mais de uma âncora para fortalecer o espaço. O grupo também está fazendo estudos para revitalização do empreendimento e pesquisas para definir o perfil que o espaço seguirá de forma a aumentar o fluxo de clientes, levando comércio e serviços que atendam às necessidades da região e beneficiem os atuais inquilinos. O Zonta possui 67 lojas, entre supermercados, hipermercados, atacarejos e atacado em 20 cidades do Paraná e Santa Catarina, além de atuar no setor imobiliário, de postos de combustíveis, logística, administração de crédito, processamento de carnes e frios e no setor publicitário.

Operação faz parte do ciclo de investimentos do conglomerado

Receita da SLC Agrícola apresenta estabilidade em 2023

Lucro, no entanto, caiu quase 30%

Níveis de produtividade da companhia foram recordes, acima da média nacional

A SLC Agrícola praticamente manteve estável sua receita anual, enquanto o lucro líquido apresentou retração de 29,8% (veja os principais resultados na tabela ao final desta reportagem). A companhia gerou um caixa livre R$ 429 milhões. O indicador foi impactado pelo atraso no embarque do algodão (do algodão safra 2022/23, 101 mil toneladas foram embarcadas em 2023 e resta um saldo de 226 mil toneladas a serem embarcadas em 2024) e pela compra de 12 mil hectares de terras da Fazenda Paysandu, cujo desembolso no ano foi de R$ 290 milhões. Mesmo assim, a alavancagem se manteve baixa em 1,06x.

A produção de soja ficou apenas 1,8% abaixo à verificada no ano anterior – que foi recorde -, com 3.904 quilos por hectare, em linha com o projetado. Ainda assim, a companhia se manteve 11,3% acima da média produzida no Brasil, de acordo com dados da Conab de fevereiro deste ano. “Na safra 2022/23 os níveis de produtividade da SLC foram excelentes, mesmo com redução de 20% na aplicação de fertilizantes. A soja teve uma excelente performance, próxima ao nosso recorde e o algodão e o milho tiverem produtividades recordes para a companhia!”, destaca o diretor presidente da SLC, Aurélio Pavinato, por meio de nota.

Os custos por hectare na safra 2022/23 tiveram redução média, em reais, de 0,9% na comparação ao que havia sido orçado. Isso ocorreu em função do impacto da queda do preço da saca da soja nos arrendamentos e da redução da aplicação de insumos – possibilitada pelo incremento de novas tecnologias de aplicações localizadas. A SLC é a 20ª maior empresa da região e também a sexta maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. Acesse o ranking completo clicando neste link e aqui você pode conferir o anuário impresso no formato digital mediante pequeno cadastro.

Lucro, no entanto, caiu quase 30%

Stihl inaugura expansão do centro de distribuição no Sul

A nova estrutura de São Leopoldo é fruto de um investimento de R$ 85 milhões

“O novo centro de distribuição permite atender o mercado interno, que significa mais da metade do faturamento da organização, de forma mais completa e com mais agilidade”, pontua o presidente da Stihl Brasil, Cláudio Guenther

A Stihl Brasil realizou, na quarta-feira (6), a cerimônia oficial de inauguração da expansão do centro logístico da fábrica de São Leopoldo da empresa. O valor total do investimento é de R$ 85 milhões. A estrutura passou de 7.069 para 16.700 posições de pallets, resultando em um acréscimo de 137% na capacidade de armazenagem, embora a área construída aumente em apenas 57%. Isso se fez possível devido à verticalização da armazenagem, em estantes de até 16 metros de altura, utilização de corredores estreitos e da tecnologia de empilhadeiras semiautônomas. Com a ampliação, a empresa possui área suficiente para armazenar internamente todos os produtos acabados, matérias-primas e componentes, reduzindo significativamente o custo da operação logística.

“A empresa entende que a capacidade de inovar e modernizar os processos produtivos é fundamental para manter a competitividade no cenário cada vez mais globalizado, tendo em vista as relações internacionais da Stihl Brasil, que exporta para mais de 70 países a cada ano. Além disso, a medida permite atender o mercado interno, que significa mais da metade do faturamento da organização, de forma mais completa e com mais agilidade. O projeto conecta todas as pontas estratégicas da gestão sob o conceito de visar uma produção cada vez mais limpa e sustentável”, afirma o presidente da Stihl Brasil, Cláudio Guenther.

A nova estrutura de São Leopoldo é fruto de um investimento de R$ 85 milhões

Tintas Killing anuncia aquisição da Superlack

O valor do negócio não foi informado pelas empresas

“Estamos com sede de crescimento”, assegura Milton Killing

A Killing Tintas e Adesivos informou que concluiu o processo de aquisição da Superlack, de Caxias do Sul (RS). O valor do negócio não foi informado pelas empresas. Com a incorporação da Superlack, o portfólio da área de tintas industriais da Killing se amplia, passando a deter tecnologias complementares, como as tintas líquidas e, agora, as tintas em pó, que são a especialidade da Superlack. Este produto atende o segmento metalmecânico em seus processos mais modernos de revestimento. A intenção da Killing é incorporar a marca ao branding da companhia. “É com muita satisfação que concluímos a aquisição da Superlack. Agregamos uma tecnologia que não tínhamos em portfólio e em nível altíssimo de qualidade, a tinta em pó. Por outro lado, nossa estrutura de atendimento técnico especializado, comercial e logístico, bem como de pesquisa e inovação vai ter ganhos consequentes dessa complementação de produtos e sinergia de produção. Ou seja, nossos clientes terão ainda mais opções para suas necessidades”, comenta o CEO da Killing, Milton Killing, por meio de nota.

A aquisição contempla 100%, também, o quadro de funcionários da Superlack, bem como a estrutura fabril, que continuará na Serra Gaúcha e o atendimento dos clientes em todo o Brasil. “O planejamento estratégico da Killing vem sendo executado de forma segura, cada passo ao seu tempo. Ampliar o portfólio de tintas industriais pelas vias da aquisição foi uma decisão firme dentro da perspectiva de aceleração de nosso crescimento”, explica o CEO. “Daqui para frente fica ainda mais clara a nossa intenção de crescimento, inclusive, na capacidade produtiva da Superlack, não apenas de nossa matriz, no caso da área de tintas, ou em outras unidades, como a da Bahia, da Argentina e do México, para a área de adesivos. Em outras palavras, estamos com sede de crescimento”, destaca Killing. A Killing faturou R$ 789,9 milhões no ano passado. Com a incorporação da Superlack, cerca de R$ 15 milhões devem ser agregados e a perspectiva é ultrapassar a casa dos R$ 800 milhões ainda em 2024.

O valor do negócio não foi informado pelas empresas

Copel apresenta investimento recorde de R$ 2,1 bilhões em distribuição de energia

O plano prevê a construção de 18 novas subestações, 12 linhas de distribuição, ampliação e modernização de outras 80 subestações

“A Copel tem de dar vazão a todo esse crescimento que temos visto no Paraná, principalmente no interior”, afirmou o presidente da Copel, Daniel Slaviero

A Companhia Paranaense de Energia (Copel) anunciou nesta terça-feira (5) o plano de investimentos para 2024, com o valor recorde de R$ 2,1 bilhões, o maior para um ano. Os recursos serão aplicados em obras de melhoria na rede de distribuição de energia em todas as regiões do Paraná. O plano prevê a construção de 18 novas subestações, 12 linhas de distribuição, ampliação e modernização de outras 80 subestações, além da instalação e substituição de transformadores, novas redes e o aporte nos principais programas da companhia, como o Paraná Trifásico e o Rede Elétrica Inteligente. O presidente da Copel, Daniel Slaviero, aponta que o pacote de R$ 2,1 bilhões em investimentos vai ajudar a fortalecer a rede e, assim, oferecer melhores serviços ao consumidor. “A Copel tem de dar vazão a todo esse crescimento que temos visto no Paraná, principalmente no interior”, afirmou. “Estes investimentos dão continuidade à modernização dos ativos da companhia iniciada em 2019 e garantem a prestação de serviço a mais de 11 milhões de paranaenses”. De 2019 ao começo de 2024, o montante de investimentos da companhia já totaliza R$ 12,7 bilhões.

Um dos principais destaques do investimento é a construção de novas subestações em todo o Estado. Das 18 unidades cuja construção está em andamento, três – todas de 138 mil volts – devem entrar em operação ainda em 2024. São elas as subestações Petrópolis, em Francisco Beltrão, Morangueira, em Maringá, e São Miguel do Iguaçu, no município homônimo do Oeste. Dentre as 15 restantes, sete unidades são de 138 mil volts e estão sendo construídas em Capanema, Capitão Leônidas Marques, Cianorte, Campo Mourão, Apucarana, Paiçandu e Piraí do Sul. As outras oito subestações em construção, que vão operar em 34,5 mil volts, beneficiam diretamente Mallet, Santa Mônica, Brasilândia do Sul, Balsa Nova, Vitorino, Almirante Tamandaré, Ponta Grossa e Paula Freitas.

Além das novas estruturas, 80 subestações estão sendo ampliadas e modernizadas em todas as regiões do Paraná. Em 26 delas (nove unidades de 138 mil volts e 17 de 34,5 mil volts), as melhorias serão concluídas ainda em 2024. Nas 54 unidades restantes, as obras serão concluídas a partir de 2025 (são 25 subestações de 138 mil volts, três de 69 mil volts e 26 de 34,5 mil volts). A companhia também está construindo 12 novas linhas de alta tensão para conectar subestações e reforçar a redundância da rede. Dessas, três ficarão prontas ainda em 2024: duas para conectar a nova subestação Lea Martins, em Ponta Grossa, às unidades Sabará e Ponta Grossa Sul, e uma terceira para inserir a subestação Morangueira no sistema. Outro destaque é o programa Paraná Trifásico, que está substituindo a rede rural existente por uma rede mais moderna, trifaseada, com cabos protegidos e capacidade de comunicação remota. Em 2023, o programa concluiu a implantação de mais de 15 mil quilômetros de redes. Até o final de 2024, chegará à marca de 20 mil km de redes, 80% do total de 25 mil km previstos para o programa. Com a iniciativa, a Copel melhora a qualidade no fornecimento de energia para o campo, renova seus ativos e contribui para o desenvolvimento do setor agrário paranaense, um dos mais competitivos do país. Ao todo, serão R$ 2,7 bilhões em obras no programa.

A Copel é a quinta maior empresa da região e também a maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. Acesse o ranking completo clicando neste link e aqui você pode conferir o anuário impresso no formato digital mediante pequeno cadastro.

O plano prevê a construção de 18 novas subestações, 12 linhas de distribuição, ampliação e modernização de outras 80 subestações

Autopista Planalto Sul capta R$ 650 milhões via BNDES

Recursos são destinados a investimentos na rodovia BR-116

O projeto de investimentos da concessionária soma cerca de R$ 2 bilhões e abrange a duplicação de vias e a implantação de faixas adicionais, ruas laterais e passarelas

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) foi um dos coordenadores da emissão de debêntures realizada pela Autopista Planalto Sul, que resultou na captação de R$ 650 milhões para investimentos na rodovia. Na primeira série da emissão, com valor de R$ 300 milhões em debêntures incentivadas, o BNDES deu garantia firme para a totalidade do valor, que acabou sendo integralmente distribuído a investidores privados. Os recursos captados no mercado por meio da série incentivada são destinados a investimentos na rodovia BR-116, em trecho de 413 quilômetros que liga as cidades de Capão Alto (SC) e Curitiba (PR). A operação da via está concedida desde 2008 à Autopista Planalto Sul, empresa do grupo Arteris.

O projeto de investimentos da concessionária soma cerca de R$ 2 bilhões e abrange a duplicação de vias e a implantação de faixas adicionais, ruas laterais e passarelas. A rodovia funciona como um corredor importante de escoamento de matérias primas e de alimentos na região, passando por 17 municípios. “O BNDES viabilizou o negócio ao fazer um financiamento anterior quando a concessão estava em estágio inicial e havia maiores riscos. Agora, com o projeto em fase de menor incerteza e o mercado de capitais mais aquecido, os investidores privados bastaram para financiar os investimentos”, detalha Luciana Costa, diretora de infraestrutura, transição energética e mudança climática do BNDES.

Recursos são destinados a investimentos na rodovia BR-116

Soprano mira o primeiro bilhão

Investimentos seguem planejamento de expansão que vai até 2030

Segundo Paulo Roberto Sachett, vice-presidente da Soprano, o faturamento da companhia deve chegar próximo ao R$ 1 bilhão, com projeção de crescimento de 12%

Prestes a completar 70 anos, a Soprano, especializada em soluções para casa e construção, mantém a preocupação em se reinventar, diversificar e investir no futuro. Um exemplo recente foi a unificação de duas unidades da marca, de fechaduras e ferragens e de materiais elétricos que, desde 2023, formam a MatCon. Voltada para a área de materiais de construção, a fusão que compõe essa unidade marca a sinergia no mercado em que atuam. Os investimentos, girando em torno dos R$ 2 milhões, não serão somente em produção, mas também em mudanças internas, com reestruturação de equipes comerciais e de distribuição, construindo um realinhamento operacional para atender ao mercado de forma diferenciada. Em termos de adequação fabril, com remodelação de fábricas e maquinário novo, o investimento total é de aproximadamente R$ 25 milhões.

Já na unidade de utilidades térmicas, o foco é para a ampliação do portfólio, que conta com produtos como caixas e garrafas térmicas, entre outros. Só nas caixas térmicas é apontado um acréscimo de 15% a 20% na produção para esse ano. Até agora, os valores giram em torno dos R$ 8 milhões, voltados para novas máquinas, como injetoras e moldes. A unidade fotovoltaica é outro exemplo do poder de inovação da Soprano para se manter atualizada e na liderança do mercado, atuando em segmentos diferentes, mas sempre interligados. O setor, que vem crescendo exponencialmente no país nos últimos anos, ainda tem muito potencial: “Como tínhamos a unidade de materiais elétricos, vendendo tomadas, interruptores e disjuntores, surgiu a lógica de também trabalharmos com algo que gera energia”, explica Paulo Roberto Sachett, vice-presidente da Soprano.

Com um planejamento que vai até 2030, dividido em duas fases de realização, duas das quatro unidades de negócio receberão investimentos mais fortes em um primeiro momento: MatCon e utilidades térmicas, com ampliação de produção, além de uma aguardada ampliação de pessoal. De acordo com Sachett, os produtos da Soprano consistem em 50% de produção própria e 50% vindos de fornecedores estratégicos do exterior e somente montados no Brasil. “Ressalto que é possível ampliar a capacidade instalada das nossas fábricas rapidamente, para atender às demandas do mercado, o que deve acontecer nos próximos meses, principalmente no setor de construção civil. Entendemos que está se formando uma retomada dos programas governamentais e uma queda de juros, acelerando esse setor”, afirma. Segundo o vice-presidente, o faturamento para 2024 da Soprano deve chegar próximo ao R$ 1 bilhão, com projeção de crescimento de 12%. Atualmente, a Soprano conta com cinco fábricas, sendo três delas em Farroupilha (RS), uma em Caxias do Sul (RS) e uma em Campo Grande (MS), além de três centros de distribuição, um em cada dessas cidades.

Investimentos seguem planejamento de expansão que vai até 2030

Atitus inaugura Campus do Agronegócio em Passo Fundo

Universidade pretende dobrar o número de alunos na Escola do Agronegócio até 2026

Novo campus contará com parceiros do setor do agronegócio como Be8, JBS, Ourofino Saúde Animal, Metasa e Rehagro

Um dos principais setores da economia brasileira, o agronegócio representa 25% do PIB e quase 50% das exportações do país, gerando uma a cada quatro vagas de trabalho no Brasil. Para acompanhar a crescente demanda por qualificação e atualização dos profissionais que atuam no setor, nasce, em Passo Fundo (RS), um novo ecossistema de educação superior, com modelo de Employer University e foco em tecnologia, mercado de trabalho e empreendedorismo. Campus da nova Escola, inspirado em uma Smart Farm (Fazenda Inteligente), será inaugurado nesta segunda-feira (4), às 19h30, como um ecossistema dedicado ao agronegócio e aproximando empresa, startups, profissionais do setor, professores e alunos, em um grande hub de inovação.

Segundo o CEO da Atitus Educação, Eduardo Capellari, o ecossistema de ensino para o agronegócio foi desenvolvido após estudos, pesquisas e proximidade com as reais necessidades do setor. “O que estamos apresentando é um verdadeiro hub de educação, que conectará estudantes, profissionais, empresas e entidades do segmento. Os ganhos serão para todos”, reforça. Atualmente, com mais de 400 alunos na Escola do Agronegócio, a Atitus espera crescer exponencialmente nesse campo. “Nosso objetivo é nos tornarmos referência no ensino e na formação voltados para o futuro do agronegócio e dobrar o número de alunos na Escola do Agronegócio até 2026”, projeta Capellari.

Durante a inauguração do campus agro, a Atitus Educação também anuncia as primeiras empresas parceiras que estarão presentes no espaço. Os parceiros estratégicos já confirmados são: Ourofino Saúde Animal, JBS, Be8 e Metasa. Na parte de inovação, Ventiur Smart Capital e Embrapa Trigo, enquanto para área acadêmica, as empresas são TOTVS, Frate Advogados, Academia Suína, Rehagro, Fertissystem, Bretanha, Digifarmz, Ibravag, Emater, Mapsul, Sultech e Millennium. O objetivo é que essas empresas possam desenvolver os estudantes e levar desafios reais para serem resolvidos em sala de aula. Os alunos ainda terão a oportunidade de conhecer de perto a realidade dos negócios voltados para o agro, além de ter momentos de trocas diretamente com os executivos das organizações. Na vanguarda do agronegócio no Brasil e no mundo, as empresas parceiras também vão aproximar os estudantes do que há mais inovador em tecnologia para o setor.

Em sala de aula e em atividades práticas, as disciplinas reunirão desde o uso de novos equipamentos aos conhecimentos necessários para gestão de propriedades, como o uso de big data para monitoramento digital de animais, máquinas e grãos. Os professores serão profissionais com destaques na área acadêmica e do mercado agrícola que vão propor aulas com desafios empresariais reais. Os alunos vão desfrutar ainda de mentorias com executivos. A Escola do Agronegócio também já conta com sua primeira parceria internacional. Na data da inauguração do novo campus será assinado acordo de intercâmbio com o governo de Honduras, em parceria com a empresa B8. Os quatro primeiros estudantes hondurenhos farão seu ingresso na instituição ainda em 2024, nos cursos de agronomia e medicina veterinária.

Universidade pretende dobrar o número de alunos na Escola do Agronegócio até 2026

GND Incorporadora investe R$ 50 milhões em empreendimento no Sul

Prédio com mais de 100 unidades será erguido em Porto Alegre

Antes mesmo do lançamento oficial do Ybá Orla Residences, 60% das unidades já estão reservadas

Local que concentra alguns dos principais prédios do Poder Judiciário e de órgãos do governo estadual, a região do polo jurídico e administrativo de Porto Alegre terá uma novidade. A GND Incorporadora lançará, na próxima semana, o Ybá Orla Residences — empreendimento com 104 unidades que ficará na Avenida Borges de Medeiros. O investimento é de R$ 50 milhões. O terreno é considerado raro, segundo o diretor da GND, Giovani Deboni, por ser uma das últimas áreas ainda disponíveis no corredor dos edifícios da avenida. “É uma região muito dinâmica, que se tornou ainda mais viva também nos fins de semana graças à revitalização da Orla do Guaíba. Só que a oferta de terrenos para novas construções é muito pequena. Essa é uma verdadeira joia rara”, reforça o executivo.

Antes mesmo do lançamento oficial, 60% das unidades já estão reservadas. Os apartamentos estúdio lideram a procura. Há, ainda, o formato de apartamento com dois dormitórios. Segundo Deboni, houve uma demanda muito grande de compradores do interior. “Mais da metade dos interessados é de fora de Porto Alegre”, conta. A entrega da obra será até o final de 2026. A localização central e a proximidade da orla são alguns dos principais atrativos do empreendimento, na avaliação do diretor da GND. Por isso, a proposta é que o prédio esteja bem integrado ao entorno, que recebe um grande número de pessoas. O térreo terá quatro lojas abertas para a rua e haverá integração com uma praça lateral, adotada pela incorporadora. “As chamadas fachadas ativas, com pessoas circulando, ampliam a segurança e a sensação de bem-estar”, avalia.

Para aproveitar a vista, o prédio terá áreas comuns no rooftop, com piscina e solário. Espaço gourmet, estar de contemplação e com lareira, redário, espaço relax com vista panorâmica 360° e mobiliário contemporâneo também fazem parte do local, que estará a cerca de 51 metros de altura. A área total da construção é de 7,3 mil metros quadrados. Também há uma preocupação com a sustentabilidade. O Ybá possui Certificação Diamante em Sustentabilidade Ambiental, selo concedido pela Prefeitura de Porto Alegre. Isso porque tem telhado verde, captação da água da chuva, redução do efeito de ilhas de calor e acessibilidade, entre outros fatores. O nome do empreendimento também guarda uma curiosidade. “Ybá” vem do Tupi-Guarani, e significa “o que se colhe da árvore”, ou “o fruto”. “Ybá é fruto de um novo jeito de viver a orla”, sintetiza Deboni.

Prédio com mais de 100 unidades será erguido em Porto Alegre

Lucro da Copel dobra em 2023

Resultado foi de R$ 2,3 bilhões no período

A Copel é a quinta maior empresa da região e também a maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL

A Companhia Paranaense de Energia (Copel) apresentou resultados vistosos em 2023 – a começar pelo lucro líquido. Considerando o acumulado anual, o lucro registrado, com operações descontinuadas, foi de R$ 2,3 bilhões ante R$ 1,1 bilhão em 2022. No quarto trimestre, o lucro somou R$ 942,8 milhões, avanço de 51,2% na comparação com o mesmo período de 2022, quando a empresa obteve R$ 623,5 milhões. A receita operacional líquida teve um aumento de 5,8% entre outubro e dezembro, totalizando R$ 5,5 bilhões. Já no ano de 2023, esse indicador totalizou R$ 21,4 bilhões, aumento de 4,6% em relação ao ano anterior.

“O ano de 2023 marcou o início de uma nova era na história da Copel. Nossas ações ordinárias valorizaram 43%, enquanto as preferenciais cresceram 36%, alçando a companhia a um valor de mercado de R$ 29,8 bilhões”, destaca Daniel Slaviero, presidente da Copel, no relatório trimestral da companhia. No ano passado, a empresa se tornou uma corporação de capital disperso e sem acionista controlador. No documento, Slaviero antecipa que a Cople está prestes a concluir o desinvestimento na Usina Elétrica a Gás de Araucária (UEGA) e consolidar um parque gerador praticamente 100% renovável. “Em linha com a estratégia de concentrar nossa atuação no setor elétrico, seguimos com o processo de alienação de nossa participação societária na Compagas”, afirma.

Em novembro, durante o Copel Day, a empresa informou que seu foco principal passaria a ser a Copel Distribuição, principal braço de negócios da companhia.  A Copel é a quinta maior empresa da região e também a maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. Acesse o ranking completo clicando neste link e aqui você pode conferir o anuário impresso no formato digital mediante pequeno cadastro.

Resultado foi de R$ 2,3 bilhões no período

Kepler Weber comemora segundo melhor ano da companhia

Companhia faturou R$ 1,5 bilhão em 2023

No ano, a lucratividade foi de R$ 245,2 milhões

A Kepler Weber fechou o quarto trimestre de 2023 com R$ 502,2 milhões em receita líquida, permanecendo praticamente estável em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Importante ressaltar que foi o melhor resultado entre os trimestres do ano de 2023. Ao longo do não passado, a empresa atingiu receita de R$ 1,5 bilhão, o segundo melhor resultado já alcançado na história, ante R$ 1,8 bilhão e 2022, período marcado pela supervalorização de commodities e considerado excepcional (veja os principais resultados na tabela ao final desta reportagem). A empresa destaca, em mensagem ao mercado, que a trajetória de retomada de vendas foi solidificada no último trimestre, que fechou com o melhor desempenho do ano. “Mesmo diante de um cenário de queda nos custos de commodities, retração da renda do produtor rural e taxas de juros em patamares elevados, que arrefecem as vendas e a rentabilidade, a companhia conseguiu manter uma margem saudável, o que demonstra resiliência e o adequado posicionamento estratégico de 2023″, afirma o relatório.

O lucro líquido no quarto trimestre ficou em R$ 94 milhões, com margem de 18,7%. No ano, a lucratividade foi de R$ 245,2 milhões e margem de 16,2%. “Ao projetarmos 2024, vislumbramos um cenário favorável embora cientes dos desafios. O clima adverso em algumas regiões e os preços moderados das commodities agrícolas são fatores que demandarão nossa atenção”, afirma o comunicado, que destaca a pressão causada sobre o agronegócio pelo déficit de armazenagem e aponta oportunidades de negócios com a queda dos juros e financiamentos públicos. A Kepler Weber também reporta em seu repertório que constatou uma virada de carteira superior neste início de 2024 em comparação ao registrado no começo de 2023. “Adicionalmente, as agroindústrias, cooperativas e operadores portos e terminais continuarão investindo, sustentando o desenvolvimento do setor”, destaca o comunicado.

Companhia faturou R$ 1,5 bilhão em 2023

Engie apresenta lucro líquido de R$ 3,4 bilhões em 2023

Crescimento foi de 23,8% quando comparado a 2022

A Engie é a 16ª maior empresa da região e também a quinta maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL

A Engie, sediada em Florianópolis, registrou lucro líquido ajustado de R$ 3,4 bilhões no ano de 2023, crescimento de 23,8% quando comparado a 2022, em razão do maior resultado de participação societária na TAG, da maior participação do segmento de transmissão e pela recuperação de custos relativos à repactuação do risco hidrológico, atenuada pela menor contribuição do segmento de geração, devido à venda da UTE Pampa Sul, além da melhora no resultado financeiro líquido entre os períodos.

Os resultados refletem as conquistas de 2023, que marcará a história da companhia como o ano no qual foi concluída saída das operações a carvão. “Após investir mais de R$ 22 bilhões na expansão em renováveis e transmissão, nos últimos oito anos, fomos alçados à posição de maior gerador 100% renovável do país e não pretendemos parar. São números impressionantes: de 3,7 GW de capacidade de geração hidrotérmica, em 1998, para 8,3 GW de capacidade de instalada própria, 100% renovável e com ampla diversificação de fontes”, comenta Eduardo Sattamini, diretor-presidente da empresa catarinense.

A receita operacional líquida atingiu R$ 10,7 bilhões em 2023, 9,7% abaixo do montante apurado em 2022. Essa variação foi reflexo, principalmente, da redução na receita com contratos de venda de energia nos ambientes regulado e livre, resultado da combinação das variações de quantidade de energia vendida e do preço médio líquido de vendas. No acumulado do ano, os consumidores livres representaram 41,4% das vendas físicas. “A abertura do mercado livre de energia para empresas conectadas à rede de média e alta tensão reforçará nosso propósito, permitindo contribuir com a descarbonização de um número cada vez maior de clientes”, conclui.

A Engie é a 16ª maior empresa da região e também a quinta maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. Acesse o ranking completo clicando neste link e aqui você pode conferir o anuário impresso no formato digital mediante pequeno cadastro.

Crescimento foi de 23,8% quando comparado a 2022

AuroraCoop acumula receita bruta de R$ 21,7 bilhões em 2023

Cooperativa catarinense investiu R$ 2,7 bilhões no último triênio

Em outubro, a AuroraCoop assumiu as operações da unidade industrial de carnes da marca Alegra, localizada em Castro (PR)

A AuroraCoop fechou o ano de 2023 com receita operacional bruta de R$ 21,7 bilhões e investimentos de R$ 939,1 milhões. No período, a capacidade industrial de abate de suínos teve ampliação de 12%. Devido a um “quadro geral de dificuldades”, o saldo do ano ficou negativo em R$ 138 milhões, sendo absorvido pelo fundo de reservas. No ano passado, a cooperativa de Chapecó obteve no mercado interno 65,5% de suas receitas. O crescimento da presença da AuroraCoop no mercado mundial na última década foi superior a 700%. Há uma década, em 2013, as exportações representavam 18,6% da receita operacional bruta.

Em outubro, a AuroraCoop assumiu as operações da unidade industrial de carnes da marca Alegra, localizada em Castro (PR), que pertencia às cooperativas Frísia, Capal e Castrolanda. A transação fortaleceu o princípio da intercooperação, as três ingressaram no Sistema Aurora na condição de filiadas e a AuroraCoop ampliou em 12% sua capacidade industrial de abate. Agora, as oito plantas têm uma capacidade de abate e processamento de 32.092 suínos por dia, com elevado nível de otimização das unidades. Com o ingresso das três novas cooperativas paranaenses, em 2023, o Sistema Aurora Coop passa a contar com 14 filiadas: Cooperalfa, Caslo, Coopervil, Coolacer, Copérdia, Cooperitaipu, Cooasgo, Auriverde, Cooper A1, Copercampos, Cocari, Castrolanda, Capal e Frísia. O conjunto das 15 sociedades cooperativas – Aurora Coop e suas filiadas – representa uma receita operacional bruta de R$ 68,7 bilhões e um quadro associativo de 85.629 cooperados que sustentam 63.057 empregos diretos.

Visando manter a posição de terceiro maior grupo agroindustrial brasileiro do segmento da proteína animal, a Aurora Coop investiu R$ 2,7 bilhões no último triênio para a modernização e ampliação das unidades fabris e a aquisição de novas plantas industriais. Para 2024, estão previstos a ampliação do Frigorífico Aurora São Gabriel do Oeste (MS), o atendimento à rampa de crescimento de abate do Frigorífico Aurora Guatambu (SC), cuja ampliação foi concluída, a reavaliação do mix produzido em cada planta industrial, com foco em maximização de resultados, e a otimização das linhas do recém-adquirido Frigorífico Aurora Castro (PR). Simultaneamente, entrará em produção a Unidade Industrial Aurora Chapecó II para a produção de empanados, peito cozido e peito desfiado.A AuroraCoop é a 13ª maior empresa da região e também a quarta maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. Acesse o ranking completo clicando neste link e aqui você pode conferir o anuário impresso no formato digital mediante pequeno cadastro.

Cooperativa catarinense investiu R$ 2,7 bilhões no último triênio

Frísia fatura R$ 6,4 bilhões em 2023

Cooperativa produziu 334,7 milhões de litros de leite no ano passado

A Frísia é a 45ª maior empresa da região e também a 17ª maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL

A cooperativa Frísia apresentou faturamento de R$ 6,4 bilhões no ano de 2023. O número é resultado da produção de 1.084 cooperados em municípios dos estados do Paraná e do Tocantins. O investimento da cooperativa está presente tanto em marcas próprias como nas do sistema de intercooperação. O presidente da Frísia, Renato Greidanus, ressaltou que a fidelidade dos cooperados é fundamental para o sucesso da cooperativa. “O ano de 2023 foi bem desafiador no que se refere à captação de recursos e comercialização de safra. E, mesmo assim, chegamos ao fim do ano com números para nos orgulharmos. Apesar das dificuldades, a fidelidade dos cooperados e a estrutura do cooperativismo fez a gente chegar a bons resultados”, destacou.

Ano passado, a Frísia produziu 334,7 milhões de litros de leite, crescimento de quase 7% sobre o período anterior. A produtividade média diária dos cooperados saltou de 3.342 litros para 3.680 litros. Em relação a grãos, as unidades operacionais do Paraná e Tocantins receberam, em conjunto, mais de um milhão de toneladas, sendo 818.066 toneladas no Paraná e 186.143 toneladas no Tocantins. Atualmente, as 11 unidades de recebimento de grãos da Frísia têm uma capacidade total de armazenagem estática de 667 mil toneladas a granel e 28.650 toneladas ensacadas. Para o ano de 2024, está prevista uma ampliação dessa capacidade em 47 mil toneladas, com a conclusão de novos investimentos em silos de armazenagem nos entrepostos de Ponta Grossa I, Teixeira Soares e Tibagi, todos no Paraná.

A Frísia é a 45ª maior empresa da região e também a 17ª maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. No ranking exclusivo das cooperativas de produção, a Capal ocupa a 10ª colocação. Acesse o ranking completo clicando neste link e aqui você pode conferir o anuário impresso no formato digital mediante pequeno cadastro.

Cooperativa produziu 334,7 milhões de litros de leite no ano passado