Marcopolo apresenta Pablo Freitas Motta como novo CFO

Ele é graduado em ciências jurídicas pela UFRGS

O executivo iniciou sua trajetória na empresa como assessor tributário

A Marcopolo anuncia Pablo Freitas Motta como novo CFO da companhia. Profissional da encarroçadora desde 2013, o executivo iniciou sua trajetória na empresa como assessor tributário, com passagens pelos cargos de gerente de planejamento tributário, auditoria e riscos, gerente-executivo de controladoria e diretor de controladoria. Motta é graduado em ciências jurídicas pela UFRGS, especializado em gestão financeira pelo Insper e em direito tributário pelo Instituto Brasileiro de Estudos Tributários, além de possuir certificações internacionais.

A Marcopolo é a 48ª maior empresa da região e também a 20ª maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Ele é graduado em ciências jurídicas pela UFRGS

Fernando Lemos é indicado para ocupar a presidência do Banrisul

Ele já exerceu o cargo entre 2003 e 2010

A substituição tem como objetivo acelerar a aproximação do Banrisul da estratégia de desenvolvimento do Rio Grande do Sul

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, indicou nesta terça-feira (25) o nome do advogado Fernando Lemos para ocupar a presidência do Banrisul, em substituição ao economista Cláudio Coutinho. Lemos, que voltará à função depois de passar por um processo de avaliação na Assembleia Legislativa, já exerceu o cargo entre 2003 e 2010. Ao anunciar o nome do substituto, o governador destacou o papel cumprido por Coutinho desde 2019 à frente da instituição financeira. “O Claudio Coutinho trouxe para o banco uma larga experiência nos setores público e privado e cumpriu com dedicação e qualidade técnica a missão, garantindo que o banco consolidasse a sua trajetória de solidez. Foi um período em que o Banrisul se colocou ao lado das necessidades do povo gaúcho”, declarou Leite, por meio de nota.

Conforme o governador, a substituição, além de manter a trajetória recente de melhoria na prestação de serviços, tem como objetivo acelerar a aproximação do Banrisul da estratégia de desenvolvimento do Rio Grande do Sul. Lemos formou-se em Direito pela Universidade de Brasília (UnB) em 1986. Foi presidente da extinta Caixa Econômica Estadual entre 1990 e 1991 e diretor do próprio Banrisul entre 1996 e 1999, antes de assumir a presidência da instituição nos governos Germano Rigotto e Yeda Crusius. Atualmente, ocupa o cargo de desembargador do Tribunal de Justiça Militar do Rio Grande do Sul.

Ele já exerceu o cargo entre 2003 e 2010

Killing amplia área de logística no Sul

Aporte de R$ 3 milhões abre espaço para futura expansão da capacidade produtiva

A previsão é de que a operação inicie no segundo semestre deste ano

A Killing Tintas e Adesivos anuncia que sua estrutura logística vai dobrar de tamanho com um novo centro de distribuição. Trata-se de uma nova área de 5 mil metros quadrados, no Condomínio Ecoparque Empresarial Lourenço & Souza, em Sapucaia do Sul (RS). A previsão é de que a operação inicie no segundo semestre deste ano. Todas os demais setores, de produção e administração, permanecem na matriz da empresa, em Novo Hamburgo, também no Rio Grande do Sul. O novo centro de distribuição representa o dobro da área atual utilizada para a expedição de produtos, localizada junto da sede, e tem o objetivo de otimizar o fluxo e o transporte de produtos. “Estávamos há mais de um ano buscando um novo local para a nossa expedição, uma vez que nossas necessidades logísticas acompanham o crescimento da indústria como um todo”, destaca o CEO da Killing, Milton Killing.

O investimento no espaço e nos equipamentos necessários, além da acomodação do fluxo de expedição, é de R$ 3 milhões, incluindo a realocação de cerca de 60 funcionários que atuam nessa área na matriz. “Estamos nos preparando para crescer e sustentar nossa posição de líderes na América Latina em adesivos para a indústria calçadista e líderes nacionais em adesivos para colchões, além de ser uma das dez maiores fábricas de tintas do Brasil”, comenta o CEO. As novidades na operação logística da Killing não alteram a produção de tintas e adesivos, que continua em Novo Hamburgo, cidade onde a empresa foi fundada. Hoje, a fábrica e suas filiais na Bahia, na Argentina e no México produzem, em média, 48 milhões de litros de produtos anualmente. A empresa é responsável por soluções em tintas e adesivos para diversos segmentos, do mercado calçadista ao automotivo, da indústria ao varejo.

Aporte de R$ 3 milhões abre espaço para futura expansão da capacidade produtiva

Brasileiros preferem cursos online para qualificação profissional

Conclusão está na pesquisa Skills Outlook Employee View

As seis habilidades consideradas mais importantes pelos brasileiros são trabalho em equipe, liderança, habilidades linguísticas, tomada de decisão, comunicação e agilidade

A pesquisa Skills Outlook Employee View, divulgada nesta segunda-feira (24) no Brasil, revela que cursos online são a melhor maneira de qualificação dos brasileiros para o mercado de trabalho. Mais de 80% dos entrevistados no país preferem cursos virtuais, de curta duração. Realizada pela Pearson em parceria com o Google, a pesquisa ouviu 4 mil trabalhadores do Brasil, da Índia, do Reino Unido e dos Estados Unidos, entre agosto e setembro do ano passado, sendo 1 mil de cada país. Embora a educação formal ainda seja valorizada pelos trabalhadores no Brasil, a pesquisa identificou que mais de 40% acreditam na possibilidade de se construir uma carreia de sucesso sem um curso universitário, contra 34% que preferem uma formação formal em uma universidade ou de um treinamento longo para aprender novas habilidades para suas carreiras. Do total, 22% optam por se capacitarem por meio de sites e aplicativos online.

O diretor de produto da Pearson, Eduardo Leite, evidencia que, embora esteja se tornando mais parecido com os outros países, o Brasil apresenta algumas peculiaridades. “Os brasileiros têm uma urgência maior no entendimento de que precisam de qualificações constantes. O país entende que precisa se qualificar mais para se manter relevante no mercado de trabalho e conseguir alçar melhores posições dentro das suas carreiras.” Esse nível de urgência é comparado somente com o da Índia. O Brasil é também um país onde se vê crescimento maior de pessoas que entendem que conseguem ter uma boa carreira sem educação formal. “Essa é uma mudança bastante grande que se vê nos últimos anos”, salientou Leite.

Habilidades
A sondagem revela que o trabalhador brasileiro continua muito focado em soft skills (habilidades comportamentais). “Eu diria que o Brasil é um dos países que mais têm interesse em desenvolver essas soft skills e não apenas hard skills [habilidades técnicas]”. A sondagem aponta que as seis habilidades consideradas mais importantes pelos brasileiros são trabalho em equipe, liderança, habilidades linguísticas, tomada de decisão, comunicação e agilidade. Sugere, porém, que, no período de cinco a dez anos, as hard skills focadas em tecnologia serão consideradas as mais necessárias. Outro ponto que é bastante forte no Brasil em comparação aos Estados Unidos Reino Unido, e mesmo aos países que não são de língua inglesa, é que há aqui interesse e necessidade grandes em desenvolver um novo idioma. “A habilidade que as pessoas têm mais interesse em procurar se desenvolver para o futuro é em idiomas, principalmente inglês, pois elas entendem que isso vai ampliar as possibilidades de empregabilidade, especialmente em carreiras de tecnologia em que as pessoas estão conseguindo trabalho fora, ou em multinacionais, inclusive com remuneração em moeda estrangeira. Essa é uma diferença quando se compara com países que tem o inglês como língua nativa”, destacou o diretor.

Outro destaque percebido no Brasil é que os trabalhadores procuram flexibilidade, por questões de mobilidade, pois é preciso investir muito tempo gasto no transporte. Por isso, optam por formas de aprender que ofereçam flexibilidade para a pessoa poder estudar no seu próprio ritmo ou em momentos diversos. Essa é uma tendência em expansão no Brasil. Aplicativos e plataformas online estão entre as formas preferidas de aprendizagem. Mas os cursos rápidos e treinamentos intensivos online aparecem, ao lado do diploma universitário, entre as melhores formas para se avançar na carreira. Leite acentuou que, na pré-pandemia da Covid-19, o Brasil mantinha certo preconceito, até mesmo uma rejeição maior, em relação à aprendizagem online. Hoje, entretanto, no pós-pandemia, o brasileiro já aceita a aprendizagem virtual como uma forma de impulsionar a carreira. Nisso o Brasil já está muito parecido com os demais países. “Hoje, existe maior abertura para formatos online remoto ou híbrido. Atualmente, tem mais aceitação para os dois modelos. O Brasil vem se aproximando cada vez mais de outras nações que já têm o modelo online mais maduro”, avalia Leite.

Nada menos que 85% dos trabalhadores brasileiros têm expectativa de continuar aprendendo ao longo da carreira e, para 83%, certificações, cursos de curta duração e bootcamps (ensino imersivo e intensivo) estão entre os preferidos para seu desenvolvimento profissional. Mais de 80% dos consultados defendem que as universidades devem se envolver mais na oferta de programas não formais para trabalhadores. Outra especificidade apontada pela pesquisa no Brasil é o interesse cada vez maior por microcredenciais, uma constante forma de aprendizagem. Há interesse grande no Brasil de as pessoas terem as próximas formações vinculadas com a empresa ou local onde estão trabalhando. Muitas vezes, quando a organização ou instituição oferece para o colaborador essa formação, em geral ela é bem específica e condiz com uma nova posição ou cargo dentro da empresa.

Há um interesse mútuo. A empresa tem um benefício, pois seu funcionário vai desenvolver uma habilidade, e o trabalhador também satisfaz uma necessidade que a empresa mapeou para ele progredir na carreira. Para Leite, outra informação que chama a atenção é que a liderança aparece como algo que as pessoas estão desenvolvendo agora e têm interesse em desenvolver progressivamente. Ele destacou que as pessoas buscam ser um líder melhor, ainda mais agora, com novas tecnologias, e cada vez mais as pessoas entendendo a importância das relações humanas e, também, a colaboração entre os próprios trabalhadores.

O diretor da Fundação Getulio Vargas Social (FGV Social), Marcelo Néri, destacou que, apesar de ter havido uma evolução, a média de anos de estudo do brasileiro ainda é baixa. Em 1980, por exemplo, esse período compreendia cerca de três anos. “Hoje, estamos em dez anos, o que ainda é pouco, em média, por adulto, e, apesar desse salto de educação, a inclusão produtiva, ou seja, a produtividade do trabalhador brasileiro, ficou parada nesse período”, observou. Néri disse que a expectativa de vida do brasileiro aumentou bastante, e estudos mostram que a educação pode ter ajudado para isso, mas não impactou na produtividade do trabalho, que é alguma coisa mais direta. O diretor da FGV Social ponderou que até a maior expectativa de vida cria essa necessidade de aprendizados durante toda a vida, onde esse tipo de cursos online se insere.

As pessoas percebem que precisam de algo mais para se inserir melhor no mercado de trabalho. O ensino formal no Brasil, pelo menos em nível de ensino médio, que é uma etapa importante, era muito desfocado, ou seja, o aluno aprendia várias disciplinas, mas nenhuma delas especializava, com pouco impacto sobre o mercado de trabalho. Quando se pergunta para os adolescentes que deveriam estar no ensino médio o motivo da evasão, 42% disseram que era por falta de interesse, 27% por falta de renda, pois era necessário trabalhar. “De fato, existe um grande potencial para você fornecer cursos que atendam demandas específicas dos trabalhadores, em diferentes momentos de sua carreira e, de outro, que impactem mais no mercado de trabalho”, resume Néri. Ele lembrou que a pandemia trouxe mudança no sentido levar as atividades também para o mundo digital, desde o ensino ao mercado de trabalho. “Então, é natural que aumentem o grau de interesse e a demanda e a oferta também de cursos online”. Ele observou, no entanto, que o fato de haver uma demanda não significa que você está de fato empoderando as pessoas no mercado de trabalho.

Cursos profissionalizantes
Segundo Néri, por outro lado, não há no Brasil uma tradição de cursos profissionalizantes. Segundo ele, existem algumas instituições de excelência, como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), mas não atendem na escala do problema. Pesquisas realizadas pela FGV Social sobre cursos profissionalizantes em geral evidenciaram que, quanto mais alto o nível do curso tecnológico, por exemplo, curso universitário de curta duração, o impacto é maior. “O ganho que a pessoa tem com a feitura do curso é maior do que, por exemplo, para quem fez ensino médio profissionalizante ou curso de qualificação profissional mais básico. Quanto maior a escala na hierarquia de cursos, maior tende a ser o efeito”, explica Néri.

Ele aponta ainda os ganhos decorrentes dos cursos profissionalizantes. “A ocupação sobe 8% e o salário tende a subir 15% [em média] quando a pessoa faz esses cursos em relação a não fazer. A gente não achou um grande efeito em relação a cursos diurnos ou noturnos, presenciais ou digitais. Hoje em dia, a pandemia gerou uma grande mudança em vários aspectos da vida das pessoas”, contextualizou. Cursos online têm uma vantagem em termos de se adequar mais ao tempo das pessoas, embora um curso presencial, a interação com os colegas e professores ao vivo, tenha as suas vantagens. “Eu diria que um curso híbrido talvez seja uma solução a esses cursos puramente digitais, embora reconheça que sejam mais complexos e caros esses cursos que têm um lado presencial”, afirmou o diretor da FGV Social.

Com Agência Brasil

Conclusão está na pesquisa Skills Outlook Employee View

Com que roupa eu vou?

Com qualquer uma que a firma autorize, ora

Vestir-se bem tem lá sua utilidade mesmo para o trabalho sem interface com o público

Semana passada vazou uma cartilha de aparência e higiene pessoal do Banco Inter distribuída a seus funcionários. O manual inclui prescrições quanto a vestuário, acessórios, objetos pessoais e cuidados corporais, tornando-se tema de piada e polêmica nas redes. Estava em Marte e não ficou sabendo? Leia aqui. O que mais chama a atenção no episódio é o fato de o Inter ser um banco 100% digital. Não conta com agências físicas e, portanto, não trata com correntistas pessoalmente. Guias de como se vestir e se portar são comuns quando voltados ao pessoal de linha de frente, que representa a companhia diante do cliente, mas bem menos frequentes quando funcionários passam o dia lidando apenas com colegas.

Nesses casos, a praxe é o colaborador de baixo e médio escalão observar o que o do topo da pirâmide faz e copiar. Ele é que dá o tom. O ex-VP da Disney, Lee Cockerell aconselha: “[s]e não souber ao certo quais são os padrões de aparência pessoal no seu trabalho (…) atente às pessoas mais bem-sucedidas da sua área ou posição. Como elas se vestem? Como se apresentam?” (“A magia do atendimento”; ed. Saraiva, 2013, p.44 -45). Será que a galera do Banco Inter não tem bons exemplos nos quais se espelhar?

A despeito disso, a recomendação do banco não é despropositada. Vestir-se bem tem lá sua utilidade mesmo para o trabalho sem interface com o público. Pesquisa já demonstrou que a roupa influencia comportamento, pensamento e performance do usuário. Voluntários que vestiram jalecos brancos demonstraram, em testes, maior atenção e capacidade de flagrar erros, possivelmente em decorrência do significado da peça, comumente utilizada por médicos e cientistas (outros detalhes aqui).

Quanto aos pedidos para que funcionários atentassem a cheiro de corpo, hálito e chulé, fica aqui o registro de uma recente coluna do médico Dráuzio Varella: “Nos presídios em que atendo uma vez por semana há 34 anos, nunca soube de um homem ou mulher que ficasse um dia sequer sem banho. O número médio é de quatro por dia, no mínimo três. Muito raro atender um detento que tome apenas um ou dois. Os inimigos da água e os recalcitrantes são prontamente convencidos pelos companheiros com palavras delicadas” (texto completo aqui). Se na cadeia não é preciso cartilha, por que numa empresa seria?

O professor Harold Leavitt conta que, certa vez, um experimentado executivo palestrou a seus alunos de MBA. E não foi nem um pouco sutil: “Toda organização é uma prisão. Só que em algumas se come melhor que em outras” (Harvard Business Review Brasil, março 2003, p. 72).

E, pelo visto, se exalam melhores odores, também.

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Stihl completa meio século de Brasil com faturamento recorde

A empresa registrou receita de R$ 3,2 bilhões em 2022, a maior da história

A Stihl investirá R$ 210 milhões na expansão do centro de pesquisa, desenvolvimento e inovação e do centro logístico, localizados na sede em São Leopoldo

Em 2023, a Stihl comemora 50 anos de produção no Brasil. Em 1973, deu-se início a operação fabril da empresa alemã no país, em instalações ainda provisórias no centro de São Leopoldo (RS), cidade escolhida em razão da colonização e forte presença germânica na região, bem como dos esforços da administração municipal responsável na época. A organização registrou, no ano passado, o maior faturamento da história cinquentenária: R$ 3,2 bilhões, o que representa um crescimento de 12,3% em relação ao exercício de 2021. Além disso, também teve um avanço de vendas de 4,5%, no mesmo período comparativo.

Líder do mercado nacional de ferramentas motorizadas portáteis, a companhia emprega, atualmente, mais de 3,7 mil colaboradores e possui mais de 4,9 mil pontos de vendas em todo o território brasileiro. A fábrica localizada em São Leopoldo (RS) produz ferramentas que abastecem o território brasileiro e são exportadas para mais de 70 países no mundo todo. Além dos produtos de fabricação nacional, comercializa também diversos itens importados de outras unidades do grupo, distribuídos através de três Centros de Distribuição, o primeiro localizado na própria sede gaúcha; o segundo em Jundiaí, em São Paulo, inaugurado em 2020; e o terceiro e mais recente em Benevides, no Pará. Para 2023, a organização prevê 18 novos lançamentos de produtos e investirá mais de R$ 210 milhões para ampliação da capacidade produtiva.

“A matriz alemã possui plena confiança no trabalho realizado no Brasil e os resultados ilustram essa relação. Pensamos os nossos movimentos a longo prazo, desta forma, estruturando os movimentos necessários para o futuro da companhia no Brasil e na América Latina”, relata o presidente da empresa, Cláudio Guenther. Para buscar o crescimento futuro, visando novos negócios e a adequação da empresa para a transformação digital alinhados com as expectativas dos consumidores, a estrutura organizacional foi revisada. “Qualificar pessoas sempre foi um dos compromissos da marca, tanto com público interno quanto com nossos revendedores e seguimos nessa orientação, oportunizando inclusive experiências internacionais por meio do programa de job rotation e também transferências de alguns profissionais para assumir novas posições dentro do grupo”, destaca Guenther.

Dando sequência no pacote de investimentos para desenvolvimento da estrutura com foco no bem-estar dos colaboradores, de equipamentos, da capacidade produtiva e de novas tecnologias para inovação, a Stihl investirá R$ 210 milhões na expansão do centro de pesquisa, desenvolvimento e inovação e do centro logístico, localizados na sede em São Leopoldo (RS). A expectativa de conclusão da expansão é para o final de 2023. A ampliação irá aumentar a quantidade de cabines de testes para validação e criação de sistemas, para motores a combustão, para motores a bateria, inclusive, com salas específicas para prototipagem e inovação, que contarão com modernos equipamentos de impressão 3D de metal, areia e polímeros. “Também serão instalados laboratórios para pesquisas de materiais e tribologia [ciência do desgaste, atrito e lubrificação] para sempre aumentar a qualidade dos produtos”, explica Guenther.

A empresa registrou receita de R$ 3,2 bilhões em 2022, a maior da história

O futuro verde já começou na Yara

Em 2023 a companhia estará ainda mais próxima das pautas verdes, trabalhando pela descarbonização da atividade industrial

A companhia acredita que 2023 será marcado pela consolidação da jornada ESG na cadeia de produção de alimentos

Depois dos desafios impostos pela pandemia, a Yara esperava que 2022 fosse um ano repleto de momentos de esperança e retomada, mas o que ele mostrou foi a certeza de que os desafios sempre podem ser maiores. A guerra entre Rússia e Ucrânia impactou diretamente a disponibilidade de soluções nutricionais em todo o mundo. Os impactos da indisponibilidade de insumos foram sentidos por toda a cadeia, graças ao grande volume de matérias-primas e de fertilizantes movimentados, tanto do exterior para o Brasil como dentro do país.

“No Brasil, a Yara conta com uma rede de mais de 30 unidades próprias ou terceiras, idealmente espalhadas pelas principais regiões agrícolas e polos logísticos do país”, explica Lucas Elizade, diretor da regional sul da Yara Brasil. Graças a essa característica, a Yara se apoiou em uma robusta operação global e em sua capilaridade logística para movimentar fertilizantes, evitando atrasos na safra e garantindo a chegada de insumos ao produtor na janela adequada. Atualmente, segundo Elizade, os efeitos diretos da guerra para o mercado de fertilizantes já ficaram, em sua maioria, para trás.

O Brasil conta, atualmente, com um estoque abastecido e a garantia de insumos suficientes para esta safra. Desta forma, se houve um primeiro semestre atípico por conta das questões globais, o segundo semestre beirou a normalidade. A companhia acredita que 2023 será marcado pela consolidação da jornada ESG na cadeia de produção de alimentos, com os consumidores cada vez mais buscando produtos que tenham sido concebidos de forma sustentável. Isto se conecta-se diretamente à missão da Yara, que está buscando a neutralidade climática por meio de fertilizantes com baixa pegada de carbono e iniciativas de produção com matrizes energéticas limpas. A Yara seguirá com suas pautas verdes, trabalhando pela descarbonização e avançando no cumprimento em direção à meta de ser neutra para o clima até 2050.

A Yara é a décima maior empresa da região e também a terceira maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Em 2023 a companhia estará ainda mais próxima das pautas verdes, trabalhando pela descarbonização da atividade industrial

Suspensys inaugura unidade de produção para tecnologias de eletromobilidade

Investimento insere a empresa em um segmento de atuação inédito na América Latina

A Suspensys E-Mobility é uma fábrica estruturada que insere a empresa em um novo segmento: de montagem e produção de baterias

A Suspensys, fabricante de sistemas de eixos e suspensões para veículos comerciais, inaugura uma nova fase em sua trajetória de evolução e crescimento. Com a presença de autoridades, lideranças das Empresas Randon e de parceiros, foi apresentada nesta quarta-feira, 12 de abril, a unidade de produção dedicada para tecnologias de eletromobilidade, instalada na sede da empresa, em Caxias do Sul (RS). Empreendimento inédito na América Latina para o segmento de produtos eletrificados voltados ao transporte, a Suspensys E-Mobility é uma fábrica estruturada que insere a empresa em um novo segmento: de montagem e produção de baterias. Por meio de projetos próprios, a unidade é capacitada para atender veículos leves, comerciais, implementos agrícolas, além de outras aplicações industriais, com possibilidades diversas de manufatura e destinação adequada dos componentes produzidos. A planta também recebe toda estrutura de fabricação do e-Sys, inovador sistema de tração auxiliar elétrico desenvolvido e comercializado pela empresa.

Com investimento total de R$ 60 milhões, a nova fábrica conta com tecnologia de ponta na linha de produção, automação no processo fabril e dispositivos de alta segurança especiais, como um sistema de prevenção de incêndios que utiliza uma substância à base de sal básico ao invés da água no combate ao fogo. A e-plant funciona em área isolada do restante da fábrica da Suspensys, que mantém as linhas dos demais produtos em eixos e suspensões do portfólio da empresa. “Da forma como estruturamos essa planta, poderemos atender todos os estilos de clientes, como montadoras e fabricantes de veículos, inclusive com projetos customizados de eletrônica e gestão do funcionamento das baterias”, explica o diretor de suspensões e eletromobilidade das Empresas Randon e diretor da Suspensys, Eduardo Dalla Nora.

A inauguração concretiza a estruturação da planta, que já vinha funcionando em etapas experimentais no decorrer do segundo semestre do ano passado, com o início da fabricação e comercialização do sistema e-Sys. Na Suspensys E-Mobility também há uma área preparada para a instalação do sistema auxiliar nos implementos rodoviários do modelo Hybrid R da Randon que saem de fábrica com o componente, e ainda para adaptação de implementos e ônibus que recebem o conjunto depois de fabricados. Como sinal da aceitação do mercado pela tecnologia inovadora, a projeção da empresa é acelerar a produção do e-Sys, atingindo até quatro sistemas por dia.

Investimento insere a empresa em um segmento de atuação inédito na América Latina

Horsch inaugura fábrica de máquinas agrícolas no Paraná

Em todo o projeto já foram investidos cerca de R$ 350 milhões

Unidade localizada em Curitiba vai atender a todo o mercado latino-americano

Fundada na Alemanha em 1984 e atuando no Brasil desde 2014, a Horsch inaugurou sua fábrica de máquinas agrícolas em Curitiba. Segundo Rodrigo Duck, CEO da unidade brasileira, em todo o projeto já foram investidos cerca de R$ 350 milhões, gerando até o momento 300 empregos diretos e mais de mil indiretos. A nova planta ocupa 16 hectares sendo que já foram adquiridos mais 24 hectares em área vizinha.

Nela serão fabricadas todas as linhas de plantio, manejo de solo e tratos culturais. Num breve futuro serão fabricadas semeadoras e, por ser uma estrutura dinâmica, fabricar tudo o que o produtor latino-americano necessite. “É o maior investimento feito pela empresa em uma única fábrica em tão curto espaço de tempo”, assinala Duck. A planta brasileira está projetada para atender, além da América Latina, parte da África e demandas pontuais de outros países, até mesmo europeus. “Não iremos limitar a área de atuação desta fábrica. Claro, o mercado brasileiro deve absorver a maior parte dos produtos porque a demanda ainda é forte por produtos com alta tecnologia e que garantem performance e produtividade maior na lavoura”, conclui o CEO brasileiro.

Em todo o projeto já foram investidos cerca de R$ 350 milhões

Diretoria da Languiru apresenta renúncia coletiva

Assembleia geral foi convocada para o dia 29 de abril

A superintendência administrativa, comercial e financeira, como também a superintendência industrial e de fomento agropecuário passam a responder temporariamente pela cooperativa

Por meio de um comunicado oficial publicado na terça-feira (18) o presidente Dirceu Bayer e demais membros da diretoria da Languiru renunciaram aos seus mandatos. Desse modo, a superintendência administrativa, comercial e financeira, como também a superintendência industrial e de fomento agropecuário passam a responder temporariamente pela cooperativa. Também foi publicado o edital convocando uma assembleia geral para o dia 29 de abril para eleição do novo conselho de administração. Procurada pelo Portal AMANHÃ, a Languiru informou que essa seria sua manifestação no momento. 

Em crise, a Languiru estava em processo de reestruturação, que incluiu acordo para a área de leite, com a francesa Lactalis, e protocolo de intenções com duas empresas chinesas para os segmentos de aves, suínos, bovinos e de ração. No ano passado, a cooperativa teve um faturamento de R$ 2,7 bilhões. O prejuízo foi de R$ 123 milhões. A dívida da cooperativa sediada em Teutônia é de R$ 724 milhões.

Assembleia geral foi convocada para o dia 29 de abril

Prodec retoma com a aprovação de R$ 743 milhões para a Irani

Companhia vai ampliar a capacidade de produção e a suficiência energética

A Irani é uma das três empresas que vai se beneficiar com o programa de postergação de impostos

Com uma previsão de R$ 776 milhões em investimentos privados no estado e mais de 77 empregos diretos, a Secretaria de Estado da Indústria, do Comércio e do Serviço (Sicos) aprovou, por meio do Programa de Desenvolvimento da Empresa Catarinense (Prodec), a expansão e modernização de três empresas em Santa Catarina. Os projetos foram autorizados no ano passado e com a assinatura do secretário da Sicos, o Prodec está sendo retomado. A indústria de papel e embalagem Irani é uma das empresas que vai se beneficiar com o programa de postergação de impostos e investirá aproximadamente R$ 743 milhões para ampliar a capacidade de produção e a suficiência energética. A Guimarães e Produtos Químicos de Limpeza vai investir R$ 7 milhões e a JJ Instalações Comerciais mais R$ 26 milhões.

“O Prodec é um programa fundamental para o desenvolvimento econômico de Santa Catarina. É um incentivo à ampliação e expansão de indústrias por meio da postergação de impostos para que o empreendedor possa investir e trazer para o Estado mais empregos. A prerrogativa é para projetos inovadores e sustentáveis. É uma parceria de incentivo onde todos ganham e traz mais oportunidades para Santa Catarina”, esclarece o secretário da Sicos, Silvio Dreveck. O gerente de novos negócios da diretoria de indústria da Sicos, Adílio Anísio, explica que para ser habilitado, ou seja, enquadrado no programa, a indústria precisa apresentar documentos ao comitê técnico, além de cumprir requisitos. Após análise, o incentivo é aprovado pelo conselho deliberativo. tanto o comitê como o conselho ainda estão sendo formados na nova gestão. “Ao invés de emprestar dinheiro, o estado permite que a indústria postergue parte do ICMS, valor que será devolvido aos cofres públicos com juros entre 0% a 4% ao ano, sendo benéfico para os empreendimentos”, comenta Anísio.

Companhia vai ampliar a capacidade de produção e a suficiência energética

SCGás prevê redução da tarifa para 2024 e 2025

A projeção atual da companhia indica queda de 12,5% em 2024 e de 12,6% para 2025

Houve uma sucessão de acontecimentos nos últimos anos que resultaram na alta das tarifas de gás, situação que impactou os custos da indústria

Em reunião da Câmara de Energia da Federação das Indústrias (Fiesc) a direção da SCGás informou que a perspectiva é de redução gradativa na tarifa de gás: 12,5% em 2024 e 12,6% em 2025. “Os preços em Santa Catarina têm projeção decrescente e temos feito um esforço de divulgação disso para que a indústria possa se planejar. Sabemos que as decisões são tomadas com antecedência e saber os custos é uma variável importante. Temos tentado antecipar o máximo essa visibilidade por conta do portfólio de suprimento que temos e nos permite passar um certo horizonte”, explicou o diretor-presidente da distribuidora, Willian Anderson Lehmkuhl, ressaltando que essa projeção depende da manutenção do atual cenário de câmbio e petróleo.

O presidente da Câmara, Otmar Müller, lembrou que houve uma sucessão de acontecimentos nos últimos anos que resultaram na alta das tarifas de gás, situação que impactou os custos da indústria. “Vivemos um momento muito tumultuado e complexo, com a finalização do contrato de gás natural entre Brasil e Bolívia, a expectativa do novo mercado do gás, crise hídrica, guerra na Ucrânia e as novas tabelas de preços da Petrobras”, citou ele, salientando que isso tudo acabou criando um desequilíbrio nos preços regionais no Brasil prejudicando a competitividade das indústrias de Santa Catarina.

No encontro, a especialista da Abrace, Juliana Rodrigues, apresentou os principais resultados de um estudo que mostra os caminhos para a efetiva liberalização do mercado do gás natural tornando-o mais competitivo no Brasil, no contexto do novo mercado de gás, que ganhou novas perspectivas a partir da aprovação da lei do gás em 2020. A Abrace é a associação que representa os grandes consumidores de energia, responsáveis por quase 40% do consumo industrial de eletricidade do Brasil e 42% do consumo industrial de gás natural. A análise mostra que, para o país chegar num nível adequado de competição e atratividade de investimentos no setor de gás natural, é preciso que a Petrobras deixe de ter os 90% de participação que tem hoje no mercado e chegue a algo em torno de 25%, nos próximos cinco anos. O trabalho foi feito pela consultoria internacional Brattle Group, e contratado por grupo de entidades, entre as quais a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Fiesc e outras associações brasileiras, com o intuito de entender melhor o comportamento nacional do setor e as direções que o país deve tomar nos próximos anos para um mercado mais aberto e competitivo.

Outro tema abordado na reunião foi o potencial catarinense para construir PCHs (pequenas centrais hidrelétricas) e CGHs (centrais de geração hidrelétricas). Nelson Dornelas, da Estelar Engenheiros Associados, informou que, atualmente, estão em construção 20 usinas no estado que totalizam R$ 1,2 bilhão em investimentos. Santa Catarina tem a cadeia produtiva completa nessa área, com empresas projetistas, fabricantes de todos os tipos de equipamentos e empreiteiras de obra civil, por exemplo. No entanto, ressaltou que há um potencial muito superior, porém é dificultado pela lentidão na obtenção dos licenciamentos ambientais, além das altas taxas de juros.

A projeção atual da companhia indica queda de 12,5% em 2024 e de 12,6% para 2025

Marcopolo G8 alcança a marca de 1.000 unidades vendidas

O milésimo G8 da linha de produção da Marcopolo é da paranaense Viação Garcia

A milésima unidade é um Double Decker e foi destinada ao Grupo Viação Garcia Brasil Sul, que tem sede em Londrina

Lançado no mercado há 18 meses, o ônibus Marcopolo G8 chega à marca de 1.000 unidades vendidas. A milésima unidade é um Double Decker (modelo de dois andares) e foi destinada ao Grupo Viação Garcia Brasil Sul, que tem sede em Londrina, no Paraná. A entrega faz parte de um lote de 53 ônibus que serão direcionados para o serviço de transporte rodoviário e para o fretamento. “As empresas Viação Garcia e Brasil Sul são parceiras de muitos anos. A entrega da nossa unidade 1.000 para um dos maiores compradores do G8 é um marco nas vendas. O veículo comemorativo faz parte do terceiro lote consecutivo de G8 que comercializamos para a empresa, que está em um processo de renovação de sua frota de ônibus rodoviários”, explica Ricardo Portolan, diretor de operações comerciais mercado interno e marketing da Marcopolo.

A Geração 8 representa um crescimento no segmento rodoviário. Em 2022, a companhia registrou um aumento de 6,3% da produção de rodoviários em relação a 2021, impulsionado pelas vendas do modelo. O desempenho ajudou a companhia a seguir na liderança mercadológica, com 53,3% de participação. “A excelente aceitação que o G8 tem no mercado, especialmente os veículos de dois andares, ampliam o conforto e a segurança dos passageiros e motoristas nas estradas, além de ser uma referência para os resultados positivos que alcançamos em 2022. É importante ressaltar que os ônibus G8 DDs do Grupo Viação Garcia Brasil Sul atendem rotas que passam pela cidade de Caxias do Sul, o que permite que a comunidade caxiense viaje para diversos destinos a bordo do G8”, finaliza Portolan.

O milésimo G8 da linha de produção da Marcopolo é da paranaense Viação Garcia

Construtora do Paraná chega ao mercado gaúcho mirando quem quer sair do aluguel

Lyx lança seis empreendimentos e Minha Casa Minha Vida em Porto Alegre e região

O Condomínio Clube Avalon, com 340 apartamentos, está localizado no bairro Chapéu do Sol, em Porto Alegre

A Lyx Participações e Empreendimentos, construtora especializada em oferecer imóveis residenciais em condomínios clube, está lançando os primeiros empreendimentos imobiliários no mercado gaúcho, para o público do programa Minha Casa Minha Vida. Até o final de 2023, a empresa vai colocar à venda 2,2 mil unidades em seis condomínios localizados na Grande Porto Alegre. O diferencial dos lançamentos da empresa é o complexo de lazer que segue o conceito de beach club, a exemplo do que já acontece em alguns resorts, com espaços de uso comum que contam com praia artificial e quadra de beach tennis.

Atualmente, a incorporadora é a única no segmento MCMV que entrega esse tipo de estrutura de lazer. Os dois primeiros condomínios da Lyx no Rio Grande do Sul já estão em fase de comercialização dos apartamentos. O Condomínio Clube Avalon, com 340 apartamentos, está localizado no bairro Chapéu do Sol, em Porto Alegre. Já o Condomínio Clube Salt Lake, com 608 apartamentos, fica no município de Cachoeirinha, a 20 quilômetros da capital gaúcha. Estes e os futuros empreendimentos da incorporadora no estado vão seguir o novo conceito adotado pela Lyx. As piscinas tradicionais serão substituídas por um espaço similar a um beach club, com quadra de beach tennis, piscina que remete à entrada da praia, com água salgada e areia compactada. O vice-presidente comercial da Lyx Participações e Empreendimentos, Paulo Antonio Kucher, fala que a empresa está se instalando no Rio Grande do Sul por perceber a necessidade do mercado local para imóveis compactos e que ofereçam uma boa infraestrutura ao morador.

Déficit habitacional
Uma pesquisa da Secretaria Nacional de Habitação do Ministério do Desenvolvimento Regional, realizada pela Fundação João Pinheiro (FJP), apontou que, em 2019, o déficit habitacional no Brasil era de 5,877 milhões de moradias. Em Porto Alegre, essa marca era de aproximadamente 221 mil moradias, além de outras 90,5 mil na Região Metropolitana.”O foco da Lyx é oferecer imóveis para quem quer deixar as despesas com aluguel para comprar a casa própria”, afirma Kucher. Segundo ele, entre os atrativos dos imóveis oferecidos pela construtora estão os espaços de uso coletivo, com ampla infraestrutura e áreas de lazer com preços competitivos e diversas condições de financiamento.

Os apartamentos da Lyx Participações e Empreendimentos se enquadram no programa do Governo Federal com financiamento para famílias de renda mensal entre R$ 1,8 mil e R$ 8 mil. Além do conceito de beach club, os empreendimentos contam com mais de 30 áreas de lazer para uso comum, como salão de festas, sala de jogos, espaço kids, quadra de bocha, playground, entre outros espaços. “É o mesmo padrão de produto que já oferecemos no Paraná, onde a procura foi excelente graças aos diferenciais do projeto e as vantagens existentes que se encaixam no programa do Governo Federal”, comenta o vice-presidente comercial.A previsão, segundo Kucher, é de que até o final de 2023 a empresa coloque cerca de 2,2 mil unidades residenciais à venda em Porto Alegre e nos municípios vizinhos, num total de seis lançamentos imobiliários ainda este ano. “Isso já foi feito em Curitiba (PR) e Região Metropolitana. Hoje, são mais de 19 mil pessoas que trocaram o aluguel pelo financiamento de seu próprio imóvel”, destaca o vice-presidente, referindo-se aos nove residenciais já entregues. Além destes, no Paraná a construtora conta com outros sete empreendimentos em fase de construção.

Lyx lança seis empreendimentos e Minha Casa Minha Vida em Porto Alegre e região

Raimonds Tomsons é o melhor sommelier do mundo

Natural da Letônia, ele enfrentou na final os também sommeliers Nina Jensen e Reeze Choi

Tomsons espera que sua vitória seja uma inspiração para jovens sommeliers de outros pequenos países saberem que é possível vencer no mais alto nível

Paris foi o palco da final do concurso de melhor sommelier do mundo no domingo (12). O título foi conquistado por Raimonds Tomsons, que já havia sido eleito o melhor da categoria na Europa. Natural da Letônia, ele enfrentou na final os também sommeliers Nina Jensen (da Dinamarca, que ficou em segundo lugar) e Reeze Choi (da China, que obteve a terceira posição). Confira como foi a disputa clicando aqui. O concurso foi promovido pela Association de la Sommellerie Internationale (ASI), com sede na França.

O concurso apresentou vários testes que reproduziam a rotina de um restaurante. Os candidatos tiveram de servir dois cocktails e fazer o serviço do vinho tinto à mesa. Depois tiveram de identificar quatro vinhos brancos e relacionar dois tipos de rochas a dois vinhos que tinham acabado de provar. Uma das juradas pediu aos candidatos que combinassem os quatro vinhos que acabavam de provar com quatro pratos presentes na carta do restaurante e explicassem as razões da escolha. Foi então apresentada uma carta de vinhos, onde eles tiveram de identificar eventuais erros, como o preço de determinados rótulos, sua origem ou ano da colheita. Depois, ainda tiveram de provar um vinho tinto de duas safras diferentes, sendo um mais novo e outro mais antigo. Era nada mais, nada menos que um Château Petrus da safra 2012 e outro da safra 2003. No final, em uma espécie de jogo, tiveram de identificar cinco vinhos a partir de uma série de cinco imagens que eram mostradas no telão.

Tomsons afirmou em coletiva de imprensa que seu sonho de disputar o campeonato havia começado em 2010, quando viu Gerard Basset ganhar o prêmio de melhor sommelier do mundo. Ele acrescentou que espera que sua vitória seja uma inspiração para jovens sommeliers de outros pequenos países saberem que é possível vencer no mais alto nível.

Natural da Letônia, ele enfrentou na final os também sommeliers Nina Jensen e Reeze Choi