Grupo Mabu nomeia novo presidente para o conselho de administração

O empresário Rui Rocha liderou o processo de governança corporativa da empresa paranaense de hotelaria

O grande desafio agora, antecipa Rocha, é promover novos investimentos e garantir o crescimento dos negócios

O Grupo Mabu, um dos maiores no segmento imobiliário e de turismo do Brasil, com forte atuação em hotelaria e entretenimento, anunciou mudanças em sua estrutura organizacional. O empresário Rui Rocha é o novo presidente do conselho de administração da empresa, um passo considerado importante para a consolidação do processo de governança corporativa iniciado há 12 anos. “Os ciclos de planejamento estratégico do Grupo Mabu sempre nortearam seu crescimento, ao longo destes 12 anos. O grupo se diversificou e cresceu de forma estruturada. Com isso o modelo de gestão passou por todos os estágios de uma empresa que busca de fato ter um processo robusto de governança”, explica Rocha. O grande desafio agora, antecipa ele, é promover novos investimentos e garantir o crescimento dos negócios.

A meta da gestão é colocar o Grupo Mabu no cenário nacional e internacional, como uma das melhores referências em hospedagem e entretenimento. “O setor de turismo foi fortemente impactado pela pandemia, e graças à solidez do grupo e a uma orientação estratégica clara, saímos fortalecidos. Hoje estamos obtendo desempenho extraordinário, com recordes em todos os indicadores-chave do negócio”, comenta. Em 2018, a empresa inaugurou em Foz do Iguaçu o Blue Park, maior parque aquático do sul do país e o único da região a ter uma praia termal, num investimento de R$ 60 milhões. Dois anos depois, foi a vez do hotel My Mabu, também em Foz, no modelo de multipropriedade. A rede paranaense foi criada há 50 anos e atua nas categorias resort e business, com hotéis em Curitiba e em Foz do Iguaçu.

Rocha é empresário e sócio fundador das empresas Partner Global Business, Partner Consulting do Brasil e Upside Investment, com atuação nas áreas de governança corporativa, gestão estratégica e investimentos. Em 2022, assumiu também a presidência do conselho de administração do Grupo Santa Maria, cujo case de sucessão em empresa familiar foi destaque em veículos internacionais de comunicação. “Chegar ao conselho de uma empresa é um reconhecimento profissional, um passo que todos nós, executivos, desejamos. No entanto, são necessárias expertise, responsabilidade, confiança e uma visão estratégica aguçada”, ressalta.

O empresário Rui Rocha liderou o processo de governança corporativa da empresa paranaense de hotelaria

Mondelez anuncia investimento de R$ 1 bilhão nas fábricas do Paraná e de Pernambuco

Valor para ampliar capacidade produtiva é 70% maior que o total aplicado pela companhia no ano passado

O valor será direcionado, principalmente, para as linhas de biscoitos e de chocolate, responsável por 30,8% do market share da companhia no ano passado

A Mondelez Brasil investirá R$1 bilhão em 2023 na ampliação da capacidade produtiva de suas fábricas em Curitiba, no Paraná, e em Vitória de Santo Antão, em Pernambuco. O investimento também vai permitir a entrada em novas categorias de produtos e a adoção de novas práticas sustentáveis. O valor é 70% maior do que o que foi aplicado pela companhia em 2022, segundo o presidente no Brasil Liel Miranda. Dona de marcas populares como Lacta, Oreo, Club Social e Tang, a Mondelez Brasil é o motor de crescimento da companhia na América Latina e do cumprimento da Visão 2030, estratégia da empresa para crescer na casa dos dois dígitos no mercado global, nos próximos sete anos. “Nosso investimento contempla não só a expansão da capacidade das nossas operações, como também o nosso olhar estratégico para crescimento inorgânico, orgânico, com entrada em novas categorias. Tudo isso dentro do nosso propósito de fazer o snack certo, para o momento certo e feito da maneira certa”, destaca Liel Miranda, CEO da companhia no Brasil.

O valor será direcionado, principalmente, para as linhas de biscoitos e de chocolate, responsável por 30,8% do market share da companhia no ano passado. A fábrica localizada em Vitória de Santo Antão (PE) terá aumento de 50% na capacidade de produção do Bis, Sonho de Valsa e Ouro Branco. Já para a maior fábrica de chocolates da Mondelez International, em Curitiba, o aumento será de 20%. A companhia também segue focada em oferecer ao consumidor produtos em diferentes formatos e tamanhos, seja para consumo individual, em pequenas porções, ou em embalagens promocionais e tamanho família. “Estamos sempre atentos ao comportamento do mercado, buscando identificar novas ocasiões de consumo e de compra. Dessa forma, conseguimos desenvolver alternativas que vão desde o consumo imediato até o abastecimento da despensa”, sinaliza o executivo.

Sustentabilidade
Parte dos recursos anunciados será direcionada à sustentabilidade, com ações capazes de transformar práticas ambientais e impulsionar o desenvolvimento social do ecossistema do negócio. Entre as iniciativas com este foco está o programa Investindo com propósito, que tem como objetivo fomentar a economia local e incentivar fornecedores diversos e inclusivos. Também receberá incentivo o programa Cocoa Life, lançado pela Mondelez para melhorar a produtividade, rentabilidade dos produtores, aprimorar o manejo do cultivo de cacau e exportar inovações e tecnologia para o setor do cacau. Outra dimensão do cronograma de investimentos serão os projetos de inovação para reduzir a emissão de carbono e cumprir o compromisso público de Net Zero até 2050. “A produção de 100% dos nossos snacks, em nossas duas fábricas no Brasil, é feita de maneira limpa, já que a fonte de energia vem de fontes eólicas e solares. Além disso, quando falamos de redução de carbono, posso dizer que encerramos 2022 com uma redução de 18,2% comparado ao mesmo período de 2018”, pontua Miranda.

Valor para ampliar capacidade produtiva é 70% maior que o total aplicado pela companhia no ano passado

Santa Catarina integra plano de crescimento da MRV

Construtora prevê lançar 2 mil apartamentos no estado em 2023

A expectativa nacional da MRV para este ano é de crescimento de 10% a 15%, com a venda de 40 mil unidades em todo o Brasil

O lançamento de dois mil apartamentos que será feito no terceiro trimestre deste ano sinaliza a forte retomada dos investimentos da MRV em Santa Catarina. Biguaçu, São José, Joinville e Blumenau são as cidades escolhidas para os novos empreendimentos. Estão em construção os residenciais Jardim di Tívoli, Jardim Arezzo e Jardim de Firenze (em Joinville), Bendorf, Baden e Torres de Bristol (em Blumenau), Violetas e Orquídeas (em Palhoça) e os empreendimentos Flores de Outono e Flores do Vale (em São José). As obras devem gerar em torno de 300 novos postos de trabalho diretos e indiretos. 

O diretor Comercial da MRV, Ítalo Pita, observa o aquecimento do mercado imobiliário catarinense com alta demanda e credita isso aos altos índices de empregabilidade. “A MRV opera de forma bastante diversificada em Santa Catarina com produtos que se enquadram nos programas habitacionais, produtos que atendem as necessidades de moradia de um grupo considerável da população catarinense, torres com padrão diferenciado e produtos de maior valor agregado na faixa em que a MRV opera”, avalia. 

Em relação à comercialização das unidades, o diretor explica que a expectativa nacional da MRV para este ano é de crescimento de 10% a 15%, com a venda de 40 mil unidades em todo o Brasil. Em 2022, foram vendidas 36 mil unidades. “O crescimento é pautado por lançamentos em praças onde a construtora não realizou lançamentos recentemente e também em cidades bem abastecidas que apresentam boa liquidez. Este é um ano de alinhamento entre os três pilares da operação, com expectativa de liquidez muito boa, melhor que o ano passado. Diferente de 2022, deve haver menor oscilação de custos. Isso foi um dos fatores que mais travou a liquidez comercial no ano passado”, relata o diretor.

Construtora prevê lançar 2 mil apartamentos no estado em 2023

CGT Eletrosul tem nova diretoria executiva

Subsidiárias da Eletrobras passam a contar com quatro diretorias

Da esquerda para a direita: Alceu Vieira Neto, Ildo Wilson Grüdtner, Cleicio Poleto Martins e Eduardo Cardeal Tomazzia

Está em vigor a nova estrutura organizacional de topo das subsidiárias integrais da Eletrobras: CGT Eletrosul, Chesf, Eletronorte e Furnas. As mudanças compõem o conjunto de iniciativas priorizadas pelo escritório de transformação da Eletrobras, que tem por objetivo acompanhar, de forma centralizada, todos os projetos relacionados à nova fase da companhia no momento pós-capitalização. Cada subsidiária tem agora uma estrutura composta por diretor-presidente; diretor de operação e manutenção; diretor de comercialização; e diretor administrativo-financeiro.

Na CGT Eletrosul, sediada em Florianópolis, Cleicio Poleto Martins foi nomeado diretor-presidente; Ildo Wilson Grüdtner responde pela diretoria de operação e manutenção; Eduardo Cardeal Tomazzia é o responsável pela diretoria administrativo-financeira; e Alceu Vieira Neto assume a diretoria de comercialização. Com a nova estrutura, cada subsidiária passou pela redução de duas diretorias. “Estamos buscando maior eficiência, agilidade e integração nas atividades, para acelerar ainda mais as iniciativas da transformação. Todo o processo é conduzido de forma a garantir a continuidade das atividades nas empresas, sem risco operacional”, afirma o presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Junior.

Também foram extintos os conselhos de administração na CGT Eletrosul, Eletronorte e Furnas. O conselho de administração da Chesf permanece em funcionamento, pois a empresa ainda está registrada como companhia de capital aberto.

Subsidiárias da Eletrobras passam a contar com quatro diretorias

Renner prevê abrir até 20 novas lojas no ano

De acordo com o planejamento da companhia, 75% delas ficarão em localidades que ainda não possuem unidades

O cenário macroeconômico ainda desafiador tem afetado o poder de compra e hábito dos consumidores, nota a Renner

A Lojas Renner viu suas vendas obterem leve alta no primeiro trimestre enquanto o lucro despencou 75,6% em relação ao mesmo período de 2022 (veja os principais indicadores da varejista ao final desta reportagem). Segundo a companhia, a performance do varejo entre janeiro e março apresentou leve melhora em comparação com o mesmo intervalo do ano passado. O cenário macroeconômico ainda desafiador [com pressão inflacionária acumulada, além do endividamento das famílias em patamares recordes] tem afetado o poder de compra e hábito dos consumidores, segundo a Renner.

A Renner explica que as vendas foram impactadas por temperaturas médias ainda em patamares elevados e superiores ao esperado, especialmente no mês de março, período em que a coleção de outono-inverno já estava disponível nas lojas. “Neste mesmo período do ano passado, as temperaturas estavam baixas, que somadas à retomada de atividades sociais pós-pandemia, favoreceram as vendas, gerando uma base de comparação mais forte”, compara a empresa, que também é dona das marcas YouCom, Ashua e Camicado.

Ainda em função das menores vendas do quarto trimestre de 2022 e o receio de atrasos na cadeia de fornecimento, a companhia decidiu reduzir a coleção de transição com itens de meia estação e antecipar a entrada de itens de inverno, buscando um melhor equilíbrio de estoque. “Esse ajuste acabou afetando ainda mais as vendas, pela falta dos produtos de meia estação, que tiveram demanda maior no período, dada a extensão das temperaturas mais elevadas ao longo de todo o mês de março”, detalha a Renner. O lucro líquido até março foi inferior ao primeiro trimestre de 2022, em função da menor geração operacional dos segmentos de varejo e serviços financeiros. As despesas adicionais de baixa de ativos de R$ 16 milhões também impactaram esse resultado.

No ano, a companhia tem prevista a inauguração de cerca de 15 a 20 lojas Renner, sendo 75% em novas praças, 10 a 15 Youcom e cinco Ashua. Além disso, passado o período da pandemia, que impactou o fluxo e custos de algumas localidades, a empresa retomou de forma mais dinâmica o processo de avaliação da rentabilidade das suas operações e decidiu fechar algumas unidades, principalmente aquelas que poderiam ser absorvidas pelo parque de lojas, resultando em maior eficiência e redução de custos. Com isso, foram fechadas 20 unidades no trimestre, das quais 13 da Camicado, quatro da Renner e três da Youcom.

A Lojas Renner é a 12ª maior empresa da região e também a quarta maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

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De acordo com o planejamento da companhia, 75% delas ficarão em localidades que ainda não possuem unidades

2W Ecobank vê um oceano de possibilidades no Sul

Região tem cerca de 36 mil empresas que já poderiam migrar para o mercado livre de energia

“A região Sul é determinante para avançarmos na popularização da opção pelo mercado livre de energia”, projeta o CEO Claudio Ribeiro

Segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), a região Sul tem cerca de 36 mil empresas que já poderiam migrar para o mercado livre de energia, sendo que 75% delas possuem sede no Paraná ou no Rio Grande do Sul. O consumidor livre se diferencia do mercado cativo, onde não existe a opção de escolher seu próprio fornecedor e nem mesmo negociar o preço. Gráficas, faculdades, hospitais, clubes e pequenas indústrias são exemplos de setores para os quais a migração é bastante vantajosa. É de olho nessas empresas que a 2W Ecobank tem traçado estratégias para alcançar o middle market da região Sul.

A companhia tem uma carteira com mais de 123 clientes no Sul, sendo que a região conta com a maioria dos clientes da empresa no país, ficando atrás apenas de São Paulo. Entre os clientes estão a Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), o Banrisul e o Serviço Municipal de Água e Esgotos de São Leopoldo (Semae), por exemplo. “A região Sul é determinante para avançarmos na popularização da opção pelo mercado livre de energia. Com mais informação, as pequenas e médias empresas terão acesso a um modelo que promove maior economia e sustentabilidade e que até hoje só estava disponível para as grandes organizações”, projeta o CEO Claudio Ribeiro.

A informação, valiosa, aliás, que Ribeiro cita diz respeito à economia que uma empresa de qualquer porte possa ter migrando para o mercado livre. Segundo dados da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel), o mercado livre gerou economia de R$ 41 bilhões nos gastos com energia elétrica no ano passado. Esse montante de recursos economizados deve começar a crescer de forma mais acelerada a partir de 2024, pois a partir de 1º de janeiro todos os consumidores de energia em alta tensão estarão autorizados a escolher o próprio fornecedor. Esse grupo é formado por 106 mil consumidores, com faturas mensais acima de R$ 10 mil.

Antevendo esse cenário, a 2W Energia já projeta ter 5 mil consultores em todo o Brasil até o final do ano – hoje essa equipe é formada por 3 mil pessoas. Eles são responsáveis por negociarem como novos clientes, especialmente as MPEs. “Nosso foco principal são clientes de pequeno e médio porte, no que a companhia encara como uma oportunidade para democratizar a energia renovável comercializada no mercado livre. Estamos transformando o consumidor em cliente de fato, com oferta de valor”, sublinha. Também faz parte dessa estratégia oferecer comodidades para os consumidores, além da economia em si. Por essa razão a empresa anunciou em março um reposicionamento de seus negócios, ampliando a atuação com a oferta de serviços financeiros e de sustentabilidade. A companhia, que passou a se chamar 2W Ecobank, investiu mais de R$ 20 milhões nesse processo, visando se tornar uma facilitadora para pequenas, médias e grandes empresas, além de pessoas físicas, em soluções financeiras, de energia e de sustentabilidade. Uma das novidades é o banco digital, criado em uma parceria com um grande player do setor bancário, cujo nome não é revelado.

Nesse pilar de finanças, a 2W Ecobank oferece um pacote de serviços gratuitos, como conta digital para pessoas físicas e jurídicas, e produtos voltados a empresas “sustentáveis”, que geralmente apresentam melhores condições de contratação. A companhia continuará oferecendo soluções do setor elétrico, como migração de consumidores para o mercado livre, mas também terá no portfólio produtos de sustentabilidade, como créditos de carbono e inventário de emissões de gases de efeito estufa. Para clientes que migraram para o mercado livre de energia com a 2W será possível pagar a fatura de energia pela plataforma, acompanhar economia em relação ao mercado cativo e também adquirir produtos relacionados à sustentabilidade, como totem de carregamento para veículo elétrico, jornada ESG e inventário de carbono, entre outros.

Região tem cerca de 36 mil empresas que já poderiam migrar para o mercado livre de energia

Reajuste faz receita da Klabin aumentar no primeiro trimestre

Companhia somou R$ 4,8 bilhões em vendas até março

Os desembolsos para o Projeto Puma II totalizaram R$ 521 milhões, acumulando, até agora, um aporte de R$ 11,6 bilhões

Ainda que o volume de vendas da Klabin tenha diminuído 2% em relação ao primeiro trimestre de 2022, a companhia viu a receita líquida avançar 9% entre janeiro e março. “A flexibilidade do modelo integrado de negócios da Klabin beneficiou a conversão de papéis em embalagens, minimizando a exposição da companhia ao mercado externo de Kraftliner”, explica a empresa em seu relatório trimestral. Dessa forma, a receita líquida alcançou R$ 4,8 bilhões no primeiro trimestre de 2023. O resultado reflete os reajustes de preços realizados ao longo dos últimos meses (veja os principais indicadores da Klabin na tabela ao final desta reportagem).

A Klabin aportou R$ 1,1 bilhão em suas operações e projetos de expansão no primeiro trimestre. Do total, R$ 260 milhões foram destinados às operações florestais. Já os desembolsos para o Projeto Puma II totalizaram R$ 521 milhões, acumulando, até agora, um aporte de R$ 11,6 bilhões. As obras da Máquina de Papel 28 (MP28) seguem dentro do cronograma previsto e alcançaram 92% de conclusão, de acordo com medição realizada no último 23 de abril. O início da operação da MP28 está previsto para junho deste ano.

O trimestre também foi marcado pelo início da nova linha de sacos na unidade de Lages (SC), conforme os projetos especiais e expansões aprovados e comunicado ao mercado no dia 29 de junho de 2021. “Este investimento contribui para a melhoria do mix de vendas, ampliando a participação de sacos para novos usos, tais como, saco de ração animal, farinha e café, que possuem maior valor agregado”, explica a empresa. A Klabin é a oitava maior empresa da região e também a quarta maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Companhia somou R$ 4,8 bilhões em vendas até março

Marcopolo tem receita líquida de R$ 1,6 bilhão até março

Receita aumentou 72,5% ante o mesmo período do ano passado

A Marcopolo é a 48ª maior empresa da região e também a 20ª maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL

A Marcopolo finalizou o primeiro trimestre com receita líquida de R$ 1,6 bilhão, incremento de 72,5% ante o mesmo período de 2022. O lucro líquido consolidado foi de R$ 236,3 milhões entre janeiro e março, com margem de 14,3%, contra o resultado de R$ 98 milhões e margem de 10,2% na comparação anual. A produção no intervalo foi de 3.465 unidades, 12,4% superior ao primeiro trimestre do ano passado (veja os principais indicadores na tabela ao final desta reportagem). “O período foi positivo, principalmente pelas vendas do G8, que representaram mais de 70% dos rodoviários pesados da companhia. Além disso, o setor de fretamento continuou com bom desempenho. Nos urbanos, tivemos um ambiente crescente no volume de vendas, impulsionados pelo retorno ao trabalho presencial, bem como a aplicação de subsídios e investimentos diretos dos munícipios”, afirma André Armaganijan, CEO da Marcopolo.

O desempenho no segmento de micros também se destacou no período, com vendas ao poder público e entregas ao programa federal Caminho da Escola. A companhia entregou 601 ônibus urbanos, 489 micros e 170 Volare (totalizando 1.260 unidades) para o programa, referentes à licitação de 2022. “O resultado demonstra um ambiente de mercado melhor, com evolução de volumes e do mix de vendas, margens positivas a partir da maior diluição de despesas e recuperação de resultados das operações localizadas no exterior”, comenta o executivo, por meio de nota. De acordo com a companhia sediada em Caxias do Sul (RS), apesar da transição da motorização do padrão Euro 5 para Euro 6, com aumento no preço dos chassis, no mercado interno, clientes seguem indicando interesse na renovação de suas frotas, optando por veículos de maior valor agregado na retomada das viagens de longa distância e na revitalização dos sistemas públicos de transporte coletivo.

Cenário Internacional
No exterior, a produção da Marcopolo foi de 490 unidades, 32,8% superior ao mesmo período do ano anterior. “Depois de um difícil ano de 2022, as operações internacionais demostraram recuperação de resultados, com crescimento de vendas em todas as unidades”, comemora Armaganijan. O principal destaque do primeiro trimestre foi o desempenho da Marcopolo México, com vendas de produtos de maior valor agregado, revertendo prejuízo de R$ 2,4 milhões no mesmo período de 2022 para resultado positivo de R$ 11,4 milhões. A Marcopolo é a 48ª maior empresa da região e também a 20ª maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Receita aumentou 72,5% ante o mesmo período do ano passado

Electrolux anuncia investimento de R$ 700 milhões no Paraná

Fábrica de São José dos Pinhais será 100% sustentável

O presidente da Electrolux América Latina, Leandro Jasiocha, e o governador Carlos Massa Ratinho Junior, assinaram o protocolo de intenções que inclui o projeto no programa de incentivos fiscais do estado

A Electrolux anunciou nesta terça-feira (2) um investimento de R$ 700 milhões para a instalação de uma fábrica totalmente sustentável em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. O governador Carlos Massa Ratinho Junior e o presidente da Electrolux América Latina, Leandro Jasiocha, assinaram o protocolo de intenções que inclui o projeto no programa de incentivos fiscais do estado. A previsão é gerar 500 empregos diretos e 1,4 mil indiretos. Operando no Paraná desde 1996, a Electrolux possui três fábricas na Região Metropolitana de Curitiba, além de dois dos três centros de pesquisa e desenvolvimento de produtos da empresa no mundo. Essas unidades são responsáveis pela produção de 67 modelos diferentes de produtos e geram cerca de 15 mil empregos, entre diretos, indiretos e terceirizados.

A nova unidade será utilizada para expansão da capacidade produtiva das linhas atuais de refrigeração e para a produção local de modelos que são atualmente importados. Quando entrar em funcionamento, ela será a primeira na América Latina com zero emissões de carbono e que vai operar utilizando 100% de energia renovável. Além disso, o local contará ainda com uma área de preservação permanente, que vai ocupar 20% dos mais de 1,5 milhão de metros quadrados do terreno. O projeto será implantado em duas fases. A primeira deve ser concluída em outubro de 2024 e, em outubro do no ano seguinte, acontece a entrega da segunda fase. Além dos 1,9 mil empregos diretos e indiretos previstos para quando entrar em operação, cerca de mil profissionais estarão envolvidos na construção da fábrica, que terá 46 mil metros quadrados de área construída nesta primeira etapa. “Temos uma relação de longo prazo com o Paraná, e a construção de uma nova unidade fabril busca expandir a capacidade produtiva das fábricas já presentes no estado”, explicou Jasiocha. “Até o quarto trimestre do ano que vem já deveremos estar com a fábrica operando, com a expectativa de produzir mais de 1 milhão de produtos. E na segunda fase, que viria um ano mais tarde, deve haver uma adição de novos produtos e linhas de produção”, completou.

Além do mercado interno, a nova unidade deve atender outros países da América Latina e do Caribe, como Argentina, Uruguai, Chile, Costa Rica e o Equador, com a exportação sendo feita pelo Porto de Paranaguá. “Além do incentivo fiscal do governo estadual, toda a parte logística foi primordial para fazer o investimento em São José dos Pinhais, porque 100% das nossas exportações a partir do Brasil são feitas pelo Porto de Paranaguá”, afirmou o diretor de operações da Electrolux América Latina, Ramez Chamma Junior. A nova unidade seguirá todas as diretrizes de sustentabilidade do Electrolux Group, sendo construída para atender, desde o princípio, a meta de zero carbono – a meta global da multinacional é zerar as emissões de suas fábricas até 2030. A fábrica contará com a gestão inteligente de água e energia, reaproveitamento e tratamento dos efluentes industriais e sanitários e um sistema dedicado de coleta de água da chuva.

Toda a energia elétrica será de fontes renováveis, incluindo o uso de placas solares. A unidade de São José dos Pinhais também contará com diversas certificações, dentre elas a de Zero Aterro (ausência da destinação de resíduos para aterro), assim como buscará a certificação Leed (Leadership in Energy and Environmental Design), que significa ser sustentável em todas as suas fases, da construção até a operação.

Fábrica de São José dos Pinhais será 100% sustentável

Empresas Randon passam a se chamar Randoncorp

Nova identidade reforça foco no desenvolvimento de soluções sustentáveis para mobilidade

A evolução vem no momento que a companhia sediada em Caxias do Sul (RS) registra recordes em seus 74 anos de história

As Empresas Randon adotam uma nova identidade: Randoncorp. A nova marca direciona investimentos, estratégias e esforços de inovação para um caminho de crescimento sustentável – para o negócio, para a comunidade e para o planeta. A evolução vem no momento que a companhia sediada em Caxias do Sul (RS) registra recordes em seus 74 anos de história, alcançando mais de R$ 11,2 bilhões de receita líquida consolidada no ano passado. A apresentação deste novo momento ocorreu nesta sexta-feira (28) na presença da gestão da companhia, acionistas, autoridades e parceiros, em um evento híbrido. Na oportunidade, foram divulgados os relatórios de sustentabilidade 2022 da Randoncorp e da Frasle Mobility, com a evolução percorrida nos últimos dois anos, desde a apresentação da Ambição ESG da empresa. Clique aqui para assistir a live.

O rebranding, assinado pela FutureBrand São Paulo, propõe ao mercado a proximidade necessária para criar relacionamentos sólidos, múltiplos e que provoquem uma atitude visionária a partir do investimento em inovação. As expressões adotadas, por sua vez, equilibram a força de ser uma marca humana, que coloca as pessoas no centro, ao olhar tecnológico, que direciona para o futuro e deixa Randoncorp ainda mais contemporânea. Essa composição se traduz em alguns dos elementos da nova identidade visual, como o tom de azul escolhido e criação de uma fonte gráfica exclusiva para a letra “R”, que simboliza uma companhia sempre em movimento e aberta às transformações.

Nova identidade destaca fonte gráfica exclusiva para a letra “R”, que simboliza uma companhia sempre em movimento e aberta às transformações

“Chegamos até aqui com reconhecimento internacional pela qualidade de nossas soluções em transporte e logística. Neste processo de evolução contínua, revisitamos práticas e processos, expandimos nossos negócios e portfólios de produtos e serviços, desenvolvemos novas tecnologias disruptivas e buscamos uma atuação ainda mais diversa em países de todos os continentes. Dessa forma, é fundamental construir uma identidade que traduza esse momento e a trilha que queremos construir daqui para frente”, resume o CEO da Randoncorp, Sérgio Carvalho.

Plataforma de soluções para a mobilidade
A Randoncorp tem presença global fundamentada na qualidade, na inovação e na ética nos negócios. A sede da companhia mantém unidades espalhadas por quatro continentes, alcançando mais de 120 países com a comercialização de soluções e reunindo um contingente de mais de 17 mil colaboradores. São mais de 50 operações ao redor do mundo, entre plantas industriais, escritórios comerciais, centros logísticos de distribuição de produtos e laboratórios de inovação e desenvolvimento de novas tecnologias. “Aceleramos ações focadas na sustentabilidade, com a execução de um plano de investimentos de R$ 100 milhões, desdobrado até 2030, para geração de energias renováveis, que vão abastecer as unidades industriais ao redor do mundo”, exemplifica Carvalho.

Entre os componentes fabricados pelas empresas Suspensys, Castertech e as joint-ventures Master e JOST Brasil – com as parceiras Cummins e JOST Werke, respectivamente -, estão suspensões, eixos, cubos, freios e sistemas de frenagem, rodagem e acoplamentos. Com um portfólio de peças para sistemas de frenagem, suspensão, transmissão e direção e materiais de fricção, a Frasle Mobility tem forte presença global e é líder no mercado de reposição de autopeças, por meio de marcas de referência como Fras-le, Fremax, Nakata e Controil. Recentemente, essa unidade controlada do grupo também passou por reposicionamento de marca, acompanhando a evolução e a expansão acelerada vivenciada na última década.

Comprometida com a transformação social das comunidades onde está presente, a Companhia fomenta iniciativas de formação pessoal e profissional para crianças e jovens e estimula o voluntariado e práticas de segurança no trânsito por meio do Instituto Elisabetha Randon e apoia e incentiva a pesquisa científica com o Instituto Hercílio Randon, referência em instituição de ciência e tecnologia mantida por recursos privados e em parceria com universidades e com o poder público. “O alcance do nosso trabalho também só é possível pela dedicação dos nossos milhares de colaboradores, protagonistas desta história, e que são fundamentais para seguirmos com o nosso propósito de conectar pessoas e riquezas, gerando prosperidade”, reforça o presidente da Randoncorp, Daniel Randon.

Nova identidade reforça foco no desenvolvimento de soluções sustentáveis para mobilidade

Receita líquida da Irani alcança R$ 406,9 milhões até março

Companhia mantém vendas em patamar semelhante ao registrado no mesmo período de 2022

A plataforma Gaia já recebeu R$ 767,5 milhões em investimentos

A Irani Papel e Embalagem registrou receita líquida de R$ 406,9 milhões no primeiro trimestre deste ano, com estabilidade em relação tanto ao quarto trimestre de 2022 (R$ 408,4 milhões) quanto ao primeiro trimestre do ano passado (R$ 407,9 milhões). “Com mais de R$ 1 bilhão em caixa, aliado à baixa alavancagem, de 1,5 vezes, o balanço deste primeiro trimestre de 2023 reafirma a robusta liquidez da companhia mesmo na reta final de um ciclo de investimento de mais de R$ 1 bilhão na Plataforma Gaia, dos quais quase 80% já foram desembolsados”, ressalta o diretor de administração, finanças e relações com investidores da Irani, Odivan Cargnin, por meio de nota. Veja os principais indicadores da empresa na tabela ao final desta reportagem.

Desde 2020 até 31 de março deste ano, a plataforma Gaia, que compreende um amplo projeto de modernização de unidades e de autossuficiência energética, já recebeu R$ 767,5 milhões em investimentos. Dentro do Projeto Gaia II, que se encaminha para o encerramento, por exemplo, em março deste ano foi realizado o upgrade da impressora Ward, assim como testes de performance na linha de paletização de caixas, completando 100% do escopo previsto do projeto. Decorrente de aumento dos juros e dos investimentos na Plataforma Gaia e já previsto pela companhia, o lucro líquido, de R$ 82,9 milhões, registrou retração de 26% em relação ao primeiro trimestre de 2022.

Além de seguir os cronogramas previstos, a Gaia vem alcançando ganhos e superando metas, dentro do previsto pela companhia, especialmente nas unidades de papel e embalagem no município catarinense de Vargem Bonita. O Gaia I, por exemplo, concluiu a expansão da recuperação de químicos e utilidades, assim como a engenharia dos equipamentos do pátio de madeiras e a realocação da rede existente de alta tensão para a caldeira de recuperação, com mais de 70% das atividades de montagem mecânica da obra concluídas. Do projeto Gaia II, a companhia passou a operar com a nova onduladeira Naomi e a impressora Falcon, equipamentos que permitem o desenvolvimento de projetos mais complexos, com melhor qualidade de acabamento do produto, seja na conversão de materiais mais resistentes, ondas duplas ou elevadas gramaturas.

Companhia mantém vendas em patamar semelhante ao registrado no mesmo período de 2022

Empresa italiana inaugura em Curitiba seu primeiro escritório no Brasil

Grupo Biesse produz sistemas e máquinas para as indústrias de móveis e de vidro

A proximidade com os polos moveleiros de Santa Catarina e Rio Grande do Sul foi decisiva para a companhia escolher a capital paranaense

O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou nesta quarta-feira (26), em Curitiba, da inauguração do escritório brasileiro do Grupo Biesse. A empresa italiana, que fabrica sistemas e máquinas para as indústrias de móveis e de vidro, está presente no Brasil desde 1987, mas somente agora inaugurou um escritório no país, escolhendo a capital paranaense como ponto de partida. O investimento na nova sede foi de € 2 milhões (R$ 11,1 milhões na cotação atual), empregando atualmente 20 pessoas. A expectativa é chegar a 50 empregados em até três anos, além de duplicar o volume de negócios atual. A presença no mercado brasileiro busca ampliar o fornecimento de maquinários para indústrias do Brasil e de países como Chile, Argentina, Uruguai e Colômbia.

O diretor Financeiro da Biesse no Brasil, Eduardo Toledo, colocou a estrutura da cidade e a proximidade com os polos moveleiros de Santa Catarina e Rio Grande do Sul entre os motivos para a escolha de Curitiba para a implantação de sua filial. “Foi uma escolha estratégica porque Curitiba é uma capital cosmopolita, com um ambiente de negócios muito bom, que vem crescendo muito nos últimos anos, além de estar muito próxima do polo moveleiro da região Sul”, disse. A unidade tem 600 metros quadrados e um showroom de 1.300 metros quadrados, o maior da América do Sul nesse segmento. O espaço é totalmente equipado e será utilizado para demonstrar aos clientes as aplicações das máquinas produzidas pela Biesse.

Operando em mais de 160 países, a Biesse possui 14 fábricas e 29 filiais, com presença direta nos principais mercados mundiais. A empresa conta com cerca de 4,4 mil funcionários e tem um volume de negócios avaliado em € 800 milhões (R$ 4,4 bilhões), com a produção de 7 mil máquinas por ano. Para o diretor regional da Biesse para as Américas, Federico Broccoli, a expectativa com a nova filial é atender o mercado da América do Sul com mais agilidade e competência. “A Biesse iniciou sua expansão no mercado internacional pela América, com a instalação de indústrias no Canadá e nos Estados Unidos, mas sempre houve a necessidade de ampliar os negócios nessa região do mundo, até porque foi ela que nos permitiu crescer e chegar onde estamos”, destacou.

Grupo Biesse produz sistemas e máquinas para as indústrias de móveis e de vidro

Cestto Atacadista, do Grupo Zaffari, é inaugurado no Sul

Com investimento de R$ 100 milhões, operação marca a entrada da empresa no segmento de atacado e varejo

Loja fica em Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre, e irá gerar 250 empregos diretos

A primeira loja da bandeira Cestto Atacadista abre as portas para o público nesta quinta-feira (27), em Gravataí, Região Metropolitana de Porto Alegre (RS). Estreia do Grupo Zaffari no segmento de atacado e varejo, também conhecido como cash and carry, a unidade recebeu investimentos de R$ 100 milhões e irá gerar 250 empregos diretos. Com aproximadamente 12 mil itens à venda, a primeira operação mista de varejo e atacado da empresa busca harmonizar o atendimento tradicional de um supermercado com a venda de maiores volumes para consumidores institucionais, varejistas e transformadores, como bares e restaurantes.

Localizada na Avenida Dorival Cândido Luz de Oliveira, a loja está situada em uma área privilegiada, na divisa entre os municípios de Gravataí e Cachoerinha, região que possui mais de meio milhão de habitantes num raio de oito quilômetros. O mix disponibilizado no Cestto Atacadista em Gravataí terá produtos de marcas tradicionais do mercado, assim como das marcas exclusivas e próprias do Grupo Zaffari, que passarão a disponibilizar novos tamanhos e formatos.

A inauguração da primeira unidade da bandeira Cestto Atacadista traz importantes mudanças em seu entorno, com o objetivo de transformar a área em um novo polo de desenvolvimento comercial e residencial. Por isso foi implementado um sistema viário adequado, com a abertura da Avenida Águas Claras e a liberação de três acessos para a Avenida Marechal Rondon. O Grupo Zaffari também está doando uma área para a complementação do recém-criado Parque Ambiental Vereador Roberto Andrade, que está localizado em frente à loja, do outro lado da Avenida Águas Claras. Em uma outra etapa, a empresa também irá cercar uma área de 900 metros quadrados junto à Avenida Águas Claras, no prolongamento da Rua Abrahão Lincoln, que terá preservação permanente com o manejo de exemplares nativos da vegetação.

A escolha do nome Cestto foi determinada pelo atributo que a palavra tem de sintetizar o próprio negócio de atacado e varejo, visto que o objeto cesto está diretamente ligado ao ato de acondicionar, carregar e armazenar suprimentos, estando sempre presente nos ambientes de compras e de abastecimento. Também corroborou para a escolha do nome o fato de ser uma palavra de fácil assimilação, além de ter grande funcionalidade de aplicação gráfica e digital. A letra T dobrada tem a função de trazer personalidade à marca, torná-la única e inconfundível, o que também a conecta sutilmente à marca Zaffari por fazer alusão ao característico F dobrado de sua grafia.

O Grupo Zaffari é a 45ª maior empresa da região e também a 18ª maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Com investimento de R$ 100 milhões, operação marca a entrada da empresa no segmento de atacado e varejo

Grupo Vamos adquire lojas da DHL Tratores no Paraná

Negociação foi fechada por R$ 93 milhões

Fundada em 2004, a DHL Tratores registrou faturamento de R$ 230 milhões no ano passado

A DHL Tratores, que tem seis lojas localizadas no Paraná, foi adquirida pelo Grupo Vamos. A negociação, que foi fechada por R$ 93 milhões, terá de aguardar a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), como é comum nesses casos. Com a aquisição, a Vamos se consolida como a maior rede de concessionárias da marca finlandesa Valtra na América do Sul, chegando a 74 revendedoras de veículos pesados. As unidades da DHL ficam em Londrina, Ponta Grossa, Cornélio Procópio, Araucária, Cambará e Ivaiporã.

Fundada em 2004, a DHL Tratores registrou faturamento de R$ 230 milhões e lucro líquido de R$ 22 milhões no ano passado. “A operação está em linha com o planejamento estratégico da Vamos e preserva a sua sólida estrutura de capital, garantindo as condições para o contínuo desenvolvimento da companhia”, destaca o comunicado da Valtra. De acordo com a Vamos, as lojas da DHL Tratores terão independência e manterão o nome da marca e o modelo de gestão anterior à aquisição.

Negociação foi fechada por R$ 93 milhões

Lucro da Weg avança 38% no primeiro trimestre

Manutenção da demanda no Brasil e exterior garantem resultado

Até março, a Weg investiu R$ 343,4 milhões em modernização e expansão de capacidade produtiva

A Weg anunciou nesta quarta-feira (26) que reportou lucro 38% maior no primeiro trimestre (veja os principais resultados na tabela ao final desta reportagem). De acordo com a empresa catarinense, o desempenho entre janeiro e março mostrou-se positivo em grande parte dos negócios, marcado pela boa atividade no mercado externo e continuidade da boa demanda no Brasil, especialmente nos negócios de ciclo longo. No Brasil, o crescimento de receita foi suportado pela boa demanda dos produtos industriais nos principais segmentos de mercado, como óleo e gás, papel e celulose e mineração, tanto nos negócios de ciclo curto, com destaque para motores elétricos de baixa tensão e componentes de automação, como também nos negócios de ciclo longo, como motores de média tensão e painéis de automação.

“A exceção foi o negócio de geração solar distribuída que apresentou redução de receita nesse trimestre, influenciado principalmente pela mudança da regulação do setor que entrou em vigor em janeiro deste ano”, revela a companhia de Jaraguá do Sul. “No mercado externo apresentamos crescimento de receita nos principais segmentos de atuação. Além da boa demanda nos negócios de equipamentos eletroeletrônicos industriais, destacamos também o desempenho da área de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia (GTD), principalmente o crescimento consistente da receita em transmissão e distribuição (T&D) na América do Norte”, detalha a Weg.

Até março, a Weg investiu R$ 343,4 milhões em modernização e expansão de capacidade produtiva, máquinas e equipamentos e licenças de uso de softwares, sendo 49% destinados às unidades produtivas no Brasil e 51% direcionados aos parques industriais e demais instalações no exterior. No Brasil, a companhia destaca os aportes na expansão da capacidade de produção motores industriais, motores de tração elétrica e packs de baterias. No exterior, a empresa segue com o aumento da capacidade de produção das fábricas de motores e transformadores no México e expansão da fábrica na Índia para produção de aerogeradores.

A Weg é a quarta maior empresa da região e também a terceira maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Manutenção da demanda no Brasil e exterior garantem resultado