Archives 2025

Google apresenta controle por gestos faciais em Chromebooks

O Google anunciou uma nova funcionalidade para os Chromebooks: um recurso de acessibilidade que permite controlar o dispositivo usando gestos faciais. Essa tecnologia foi desenvolvida pensando em estudantes com mobilidade reduzida, oferecendo mais autonomia e inclusão no ambiente digital. A ferramenta, chamada Face Control, permite movimentar o cursor na tela e realizar ações como digitar […]O Google anunciou uma nova funcionalidade para os Chromebooks: um recurso de acessibilidade que permite controlar o dispositivo usando gestos faciais. Essa tecnologia foi desenvolvida pensando em estudantes com mobilidade reduzida, oferecendo mais autonomia e inclusão no ambiente digital. A ferramenta, chamada Face Control, permite movimentar o cursor na tela e realizar ações como digitar […]

Gemini agora conecta apps, responde a imagens e até guia você com a câmera

Durante o evento Galaxy Unpacked, o Google revelou novidades para o Gemini, sua plataforma de inteligência artificial, que prometem ajudar na forma como interagimos com nossos dispositivos. As atualizações acompanham o lançamento da nova linha Samsung S25, mas também beneficiam modelos anteriores, como o Samsung S24 e o Pixel 9. Um dos destaques é a […]Durante o evento Galaxy Unpacked, o Google revelou novidades para o Gemini, sua plataforma de inteligência artificial, que prometem ajudar na forma como interagimos com nossos dispositivos. As atualizações acompanham o lançamento da nova linha Samsung S25, mas também beneficiam modelos anteriores, como o Samsung S24 e o Pixel 9. Um dos destaques é a […]

Google lança Project Astra com recursos de IA no Galaxy S25 e Pixel

O Google anunciou uma grande novidade durante o Google I/O 2024: o Project Astra, um avançado agente de inteligência artificial multimodal, está prestes a ser lançado ao público. Essa tecnologia, que até agora estava em fase de testes com usuários selecionados, promete transformar a forma como interagimos com o mundo ao nosso redor e com […]O Google anunciou uma grande novidade durante o Google I/O 2024: o Project Astra, um avançado agente de inteligência artificial multimodal, está prestes a ser lançado ao público. Essa tecnologia, que até agora estava em fase de testes com usuários selecionados, promete transformar a forma como interagimos com o mundo ao nosso redor e com […]

Efeito Trump pode favorecer regulação de criptomoedas

Durante campanha, republicano prometeu que seria o primeiro crypto president

A aprovação nos EUA dos ETFs de bitcoin à vista conseguiu atrair interesse e o capital de investidores institucionais

A eleição de Donald Trump marcou o setor de criptomoedas. Durante a campanha, o republicano prometeu impulsionar uma regulação mais favorável para os criptoativos e defendeu que seria o primeiro crypto president. Graças a isso, as expectativas estão altas para as primeiras decisões e ações de Trump, e o que acontecer nos Estados Unidos nas próximas semanas, meses e anos pode ditar o tom do que deve acontecer na regulação de outros países. “Nos últimos 4 anos, os Estados Unidos foram um ambiente hostil para as criptomoedas. Com a nova administração, há expectativa de uma nova regulação, mais favorável para o setor”, afirmou Brian Armstrong, cofundador e CEO da Coinbase, uma das principais empresas do setor no mundo.

“O efeito Trump não pode ser ignorado. Temos o presidente do país com o maior PIB do mundo falando que quer ser o primeiro crypto president”, disse Armstrong. “O recorde alcançado pelo bitcoin ontem foi em grande parte devido à posse”. Ele ainda destacou o potencial de os EUA liderarem uma regulação que seja mais uniforme entre diferentes países. Anthony Scaramucci, fundador da SkyBridge Capital, concordou. “Em seu discurso na Bitcoin Conference 2024 [o maior evento do setor do mundo], ficou claro que se ele ganhasse, as coisas iriam mudar na indústria de cripto. Essa é uma indústria que chegou para ficar, e existem empresas nesse setor que vão trazer inovação em pagamentos e transferências”.

Uma regulação clara e transparente é demanda antiga de grande parte das empresas que atua no setor de cripto. A alegação é que ter regras reduz os riscos e a insegurança para que mais investidores e participantes comecem a atuar no segmento. Mas mesmo os defensores da necessidade de uma regulação são vocais em defender que a regra deve ser flexível e adaptável. “Quem perde quando não há clareza regulatória é a tecnologia. E o que queremos é que a tecnologia floresça e cresça”, afirmou Denelle Dixon, CEO da Stellar Development Foundation. “Temos que fazer com que a regulação faça sentido para o setor e para a inovação”, destacou. Lesetja Kganyago, dirigente do South African Reserve Bank (SARB), foi na mesma linha. “Não importa se a regulação é para cripto, para bancos, para trade. A regulação precisa ser clara, limpa e transparente, de forma que qualquer um possa entender”, disse. “É importante que a sociedade e a regulação construam um ambiente propício para a inovação”.

Mas adaptar a regulação existente é um desafio, lembrou Jennifer Johnson, presidente e CEO da Franklin Templeton. “É importante lembrar que grande parte da regulação de ativos que temos hoje foi criada pós Grande Depressão, com o objetivo de proteger os consumidores”, disse. Segundo ela, entretanto, as regras desenhadas no passado não funcionam mais para o mundo de hoje. “É preciso mudar. Temos de lembrar do propósito com o qual as regras foram criadas e adaptá-las. O desafio da regulação é que existe muita inovação, então é difícil para a legislação acompanhar essa inovação”, afirmou. Lesetja Kganyago, entretanto, ressaltou a necessidade de a conversa sobre cripto não ficar focada apenas nos Estados Unidos, mas também no que está acontecendo em outros países e o que está sendo articulado para criar um framework global de regulação. “É preciso que existam regras fundamentais, que não serão violadas, porque há um padrão global”.

O que falta para a adoção em massa das criptomoedas?
A aprovação nos EUA dos ETFs de bitcoin à vista conseguiu atrair interesse e o capital de investidores institucionais, que antes não tinham veículos adequados para a alocação em criptoativos. Não à toa, os ETFs de bitcoin quebraram quase todos os recordes anteriores de crescimento de fundos de índice. Mas ainda há muito a avançar para uma adoção em massa das criptomoedas no mundo. “A curva de adoção está se parecendo com o começo da internet, mas ainda há desafios para a adoção em massa. A aprovação dos ETFs trouxe muito dinheiro de investidores institucionais, mas um próximo passo talvez seja uma adoção maior em países em desenvolvimento. A clareza regulatória também vai ajudar a ampliar a adoção das criptomoedas, mas temos que facilitar o uso dessa tecnologia. Eventualmente, acho que as pessoas usarão cripto sem nem saber que estão usando cripto, só estarão usando as soluções. A maioria das pessoas não sabe como a energia elétrica funciona, mas ainda assim consegue ligar o interruptor”, disse Brian Armstrong.

Denelle Dixon, da Stellar Development Foundation, defendeu que é preciso adotar também outras métricas para avaliar a adoção das criptomoedas, para conseguir uma visão além do volume de negociações. “O ponto dessa tecnologia é que você pode mover ativos extremamente rápido, de pessoa a pessoa, em qualquer lugar do mundo. É sobre velocidade e uso, não volume”, disse. Ela deu como exemplo empresas que usam o blockchain para fazer pagamentos entre fronteiras para funcionários remotos. “Nesse caso, o dinheiro sai rápido da blockchain e vai para a economia local”, ressaltou. Jennifer Johnson lembrou do potencial disruptivo da tecnologia por trás das criptomoedas, o blockchain, e destacou que as empresas precisam se adaptar. “[A criptomoeda] é um contrato programável e uma forma de pagamento. Isso é uma ameaça para os bancos tradicionais, que muitas vezes têm esse papel de intermediários para validar as informações. Mas há instituições, e espero que a Franklin Templeton seja uma delas, quem olham para a tecnologia e tentam entender como integrá-la a seu modelo de negócios, num futuro em que os smart contracts acabam com a necessidade desse intermediário para validar as transações”.

Memecoins
Nos últimos dias, a notícia de que Donald Trump e sua esposa, Melania, lançaram suas memecoins movimentou o mercado. As criptomoedas do casal presidencial registraram uma valorização importante já nas primeiras horas de negociação. Mas qual o efeito disso para o setor? Para Anthony Scaramucci, isso não é positivo. “Ainda há pessoas no poder que não estão ligadas às criptomoedas e que não entendem seu funcionamento. Quero que o primeiro contato seja com pessoas como quem está aqui no painel, discutindo o tema com seriedade, não uma memecoin”, disse. Brian Armstrong concordou com a preocupação, mas alertou que é preciso ter cuidado. “As inovações muitas vezes começam se parecendo com um brinquedo. Você pode olhar a memecoin como um colecionável, assim como as figurinhas de baseball, ou como arte. Ainda não sei exatamente como isso vai se desenrolar”, afirmou.

Reservas estratégicas em bitcoin
Mais uma expectativa quanto ao governo de Donald Trump é de que os Estados Unidos comecem a adotar o bitcoin para formar parte de suas reservas estratégicas de valor. “Outros países têm reservas em outras moedas, ou ouro, e acho que podem começar a usar bitcoin. É uma forma de manter o valor ao longo do tempo – apesar da volatilidade do preço, que está diminuindo. E acho que isso pode ser um gatilho para mais uma valorização da criptomoeda”, defendeu Brian Armstrong. Lesetja Kganyago, por outro lado, argumentou que a escolha dos ativos que devem compor as reservas de um país deve ser feita de forma estratégica. “Há um problema com o lobby para que os governos usem um ativo ou outro, sem um olhar estratégico e histórico. Por que bitcoin, não platina, não carvão ou ouro? É uma questão de política pública e eu questionaria que há uma indústria que tem um interesse em um ativo específico”. Em resposta, Armstrong defendeu que apesar de ser uma ideia nova, o bitcoin já se mostra mais fácil de transacionar e mais divisível do que ouro. “Como reserva de valor, acho que os países irão começar a usar. Pode começar com pouco, mas com o tempo acho que vai se igualar ao ouro ou mesmo superar”.

Com B3

Durante campanha, republicano prometeu que seria o primeiro crypto president

Aeroporto de Londrina expande capacidade com investimento de R$ 201 milhões

Mudanças impactam principalmente no fluxo de embarque e desembarque

As obras no aeroporto de Londrina incluem a expansão do terminal de passageiros

O governador Carlos Massa Ratinho Junior e o ministro dos Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho, participaram nesta quarta-feira (22) da inauguração das obras de ampliação e modernização do Aeroporto Governador José Richa, em Londrina, na região Norte do estado. O projeto recebeu investimento de R$ 201 milhões da CCR Aeroportos, que administra o terminal desde 2022, para dobrar sua capacidade, podendo receber até 3,5 milhões de passageiros por ano. Na terça-feira (21), Ratinho Junior acompanhou a entrega das obras do Aeroporto de Foz do Iguaçu, no Oeste, que teve investimento de R$ 396 milhões da concessionária.

O presidente da CCR Aeroportos, Fábio Gusso, ressaltou que o Paraná recebe o maior volume de investimentos da concessionária, que além de administrar quatro aeroportos paranaenses, também arrematou o lote 3 das concessões rodoviárias. “O Paraná é o lugar onde o nosso grupo mais está investindo atualmente. Na área de aeroportos, foi o estado onde mais fizemos investimentos, é o mais importante em termos de receitas, já que os aeroportos de Curitiba, Foz do Iguaçu, Londrina e Bacacheri somam o maior número de passageiros das nossas concessões”, afirmou.

As obras no aeroporto de Londrina incluem a expansão do terminal de passageiros, que passou de 8,5 mil metros quadrados para 11,5 mil metros quadrados. Uma nova sala de embarques foi construída do zero e conta agora com fingers (pontes de embarque) para acesso direto às aeronaves, além de lojas, restaurantes e salas VIP. O gerente de engenharia da CCR Aeroportos, Paulo Lyra, explicou que as mudanças impactam principalmente no fluxo de embarque e desembarque. “Antes das intervenções, o fluxo era todo pelo pavimento interno, e o passageiro embarcava através de um equipamento chamado mamute, que necessitava subir escadas para entrar na aeronave. Agora, temos uma nova sala de embarque, com duas novas pontes que trazem mais conforto aos passageiros”, conta.

A pista de pouso e decolagens também foi ampliada, ganhando 150 metros a mais, além de uma nova área de escape para aumentar a segurança. O projeto incluiu ainda a modernização da estrutura de navegação, com a realocação de sistemas de navegação aérea, o PAPI (Precision Approach Path Indicator) e construção de infraestrutura para instalação futura do ILS (Instrument Landing System), sistema de pousos por instrumentos. O ILS possibilitará que o aeroporto continue operando mesmo em condições climáticas adversas, como em dias chuvosos, por exemplo, o que atualmente não é possível. Após a obra da CCR Aeroportos, a implementação da tecnologia é de responsabilidade do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), das Forças Aéreas. Segundo Costa Filho, as negociações com o Ministério da Defesa para a instalação do sistema começam de imediato, assim como o projeto para a implantação do taxiway para melhorar as manobras na pista. “O projeto do ILS está em licitação e esperamos que nos próximos três ou quatro meses seja concluído”, prev.

Mudanças impactam principalmente no fluxo de embarque e desembarque

Número de famílias endividadas cai e inadimplência aumenta em 2024

Brasileiros que não conseguem pagar dívidas atinge patamar mais alto da série histórica

A redução do endividamento pode ser atribuída à maior cautela dos brasileiros diante do cenário econômico com elevação da taxa Selic e da inflação

Pela segunda vez consecutiva, menos famílias brasileiras fecharam o ano endividadas. A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), teve queda de 0,9 ponto percentual em dezembro de 2024, na comparação com dezembro de 2023, saindo de 77,6% para 76,7%. O estudo revelou, no entanto, que a inadimplência aumentou no último mês de 2024, com 29,3% das famílias com dívidas em atraso ante os 28,8% do dezembro anterior. Aquelas que não conseguem quitar o que devem chegaram ao patamar de 13%, o maior da série histórica. 

A redução do endividamento pode ser atribuída à maior cautela dos brasileiros diante do cenário econômico com elevação da taxa Selic e da inflação, o que dificulta o acesso e aumenta o custo do crédito. “A inadimplência é um reflexo do impacto desproporcional desses fatores sobre as famílias de baixa renda, que enfrentam juros elevados e renda limitada para absorver o aumento dos preços. É fundamental promover um ambiente econômico estável e políticas que ampliem a capacidade de consumo”, avalia o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros. A pesquisa ainda registrou o menor nível de comprometimento médio da renda desde 2019: 29,8% do total dos ganhos familiares. Já o prazo médio para a quitação subiu para 7,4 meses, o que demonstra uma busca por melhores condições de pagamento. Em 2023, o tempo médio registrado foi de 6,9 meses.

As famílias com renda de até três salários mínimos são as mais afetadas pelo endividamento e pela inadimplência. Essa parcela da população sofre mais com o alto custo de vida. O estudo mostra que 80,5% apresentaram dívidas em 2024, sendo o grupo mais dependente do crédito para manter o padrão de consumo. Já a proporção dos núcleos familiares que destinam mais de 50% da renda ao pagamento de dívidas caiu para 20,6% (em 2023, era de 20,7%). “Os dados mostram que, embora o endividamento tenha se tornado mais sustentável em termos de renda comprometida e prazo, a alta dos juros e o encarecimento do crédito dificultaram a gestão financeira das famílias. É necessário reforçar a educação financeira e implementar políticas de renegociação de dívidas bem estruturadas”, explica Felipe Tavares, economista-chefe da CNC.

O estudo concluiu que a inadimplência deve ser observada com cautela em 2025, dado que o Brasil possui uma renda per capita baixa e os juros cobrados ao consumidor são elevados. A conjuntura econômica instável, marcada por juros altos e inflação persistente, exige atenção para a gestão das finanças pessoais.

Brasileiros que não conseguem pagar dívidas atinge patamar mais alto da série histórica

Claudia Woods é a nova presidente da BAT Brasil

Além do Brasil, Claudia será responsável também por Latam South, área que engloba países como Argentina, Chile, Paraguai e Peru

Claudia foi reconhecida como uma das mulheres mais poderosas do Brasil pela Forbes em 2020 e uma das 500 pessoas mais influentes da América Latina pela Bloomberg em 2021

A BAT Brasil anuncia Claudia Woods como sua nova CEO. Claudia chega para liderar a empresa em sua jornada de transformação estratégica, sucedendo Victor Loria, que anuncia sua aposentadoria após uma carreira de sucesso no grupo. Com uma sólida trajetória de liderança e inovação em empresas de tecnologia, Claudia é a primeira mulher a liderar a companhia no Brasil e assume com a missão de fortalecer a estratégia global de “Construir um Amanhã Melhor™”, focada na redução do impacto do negócio à saúde, o que envolve a regulamentação de novas categorias de produtos e a inovação tecnológica da companhia.

Com mais de 10 anos de experiência em cargos de alta gestão, a executiva liderou empresas como WeWork, Uber, Webmotors e Banco Original, destacando-se por sua capacidade de transformar mercados desafiadores. Economista formada pela Bowdoin College (EUA) e mestre em marketing pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Claudia foi reconhecida como uma das mulheres mais poderosas do Brasil pela Forbes em 2020 e uma das 500 pessoas mais influentes da América Latina pela Bloomberg em 2021. Além do Brasil, Claudia será responsável também por Latam South, área que engloba países como Argentina, Chile, Paraguai e Peru – e sua chegada reforça o papel estratégico da área para o grupo.  

A BAT Brasil é a subsidiária brasileira do grupo British American Tobacco (BAT), uma das maiores empresas de tabaco do mundo. Atua principalmente na fabricação, distribuição e comercialização de produtos de tabaco, incluindo cigarro, produtos de tabaco para fumar e dispositivos de vaporização, como os produtos de nicotina sem combustão. Maior operação em Latam South, recentemente completou 120 anos e está presente em todo o país, com cerca de 5 mil colaboradores. A companhia é também referência em pesquisa e desenvolvimento, com centros como o BAT Brazil Labs, no Rio Grande do Sul, e o AgriTech Centre, em Santa Catarina. No país, a empresa é certificada há 14 anos pelo Instituto Top Employers como uma das melhores empregadoras do Brasil, reforçando seu compromisso com a excelência em gestão de pessoas.

Além do Brasil, Claudia será responsável também por Latam South, área que engloba países como Argentina, Chile, Paraguai e Peru

YouTube Premium ganha novos recursos: áudio em alta qualidade, velocidade 4x e IA avançada

O YouTube anunciou uma série de novidades para seus assinantes Premium, trazendo recursos experimentais que prometem melhorar a experiência de assistir e ouvir na plataforma. Entre os destaques estão a reprodução de áudio em alta qualidade, opções de velocidade mais rápidas no celular e uma ferramenta para “pular” diretamente para os momentos mais interessantes dos […]O YouTube anunciou uma série de novidades para seus assinantes Premium, trazendo recursos experimentais que prometem melhorar a experiência de assistir e ouvir na plataforma. Entre os destaques estão a reprodução de áudio em alta qualidade, opções de velocidade mais rápidas no celular e uma ferramenta para “pular” diretamente para os momentos mais interessantes dos […]

Google pode lançar gesto para ativar o Gemini Live diretamente no Android

O Google está desenvolvendo uma nova maneira de facilitar o uso do Gemini Live, sua ferramenta de conversação por voz com inteligência artificial. Atualmente, esse recurso está disponível apenas dentro do aplicativo Gemini, mas, em breve, os usuários poderão ativá-lo com um simples gesto no Android. A ideia é tornar o acesso mais rápido e […]O Google está desenvolvendo uma nova maneira de facilitar o uso do Gemini Live, sua ferramenta de conversação por voz com inteligência artificial. Atualmente, esse recurso está disponível apenas dentro do aplicativo Gemini, mas, em breve, os usuários poderão ativá-lo com um simples gesto no Android. A ideia é tornar o acesso mais rápido e […]

Google lança ‘Class Tools’ para melhorar o ensino com Chromebooks

Durante a feira de tecnologia educacional BETT em Londres, o Google apresentou uma novidade que promete ajudar os professores a gerenciar suas salas de aula digitais. O novo recurso, chamado “Class Tools”, foi criado para oferecer mais controle e praticidade aos educadores que utilizam Chromebooks em ambientes de aprendizado. O Class Tools permite que os […]Durante a feira de tecnologia educacional BETT em Londres, o Google apresentou uma novidade que promete ajudar os professores a gerenciar suas salas de aula digitais. O novo recurso, chamado “Class Tools”, foi criado para oferecer mais controle e praticidade aos educadores que utilizam Chromebooks em ambientes de aprendizado. O Class Tools permite que os […]

Alerta: Google descobre falsas VPNs que espalham malware perigoso

a man sitting in the darkAs VPNs (Redes Privadas Virtuais) têm ganhado cada vez mais espaço entre os usuários que buscam mais segurança e privacidade online, além de recursos como acesso a conteúdos bloqueados por região. Mas um alerta recente do Google aponta que criminosos estão aproveitando a popularidade das VPNs para espalhar um malware chamado “PLAYFULGHOST”, que pode causar […]As VPNs (Redes Privadas Virtuais) têm ganhado cada vez mais espaço entre os usuários que buscam mais segurança e privacidade online, além de recursos como acesso a conteúdos bloqueados por região. Mas um alerta recente do Google aponta que criminosos estão aproveitando a popularidade das VPNs para espalhar um malware chamado “PLAYFULGHOST”, que pode causar […]

Google investe mais um bilhão de dólares na Anthropic

O Google ampliou seu compromisso com a Anthropic, uma startup focada em inteligência artificial, ao investir mais um bilhão de dólares na empresa. Com isso, o total de aportes da gigante da tecnologia na Anthropic chega a impressionantes três bilhões de dólares. Embora ambas as empresas tenham optado por não comentar o assunto, sabe-se que […]O Google ampliou seu compromisso com a Anthropic, uma startup focada em inteligência artificial, ao investir mais um bilhão de dólares na empresa. Com isso, o total de aportes da gigante da tecnologia na Anthropic chega a impressionantes três bilhões de dólares. Embora ambas as empresas tenham optado por não comentar o assunto, sabe-se que […]

Aeroporto internacional de Foz do Iguaçu duplica capacidade

Terminal recebeu aporte de R$ 396 milhões

Foram gerados cerca de 1,7 mil empregos diretos com as obras de melhoria no complexo aeroportuário, que duraram pouco mais de um ano

O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou na terça-feira (21) da entrega das obras de modernização e ampliação do aeroporto internacional de Foz do Iguaçu, na região Oeste. A CCR Aeroportos, empresa que administra o terminal desde 2022, investiu R$ 396 milhões em melhorias no terminal nas áreas interna e externa, ampliando o potencial turístico da região. Foram gerados cerca de 1,7 mil empregos diretos com as obras de melhoria no complexo aeroportuário, que duraram pouco mais de um ano.

Entre as principais intervenções realizadas pela concessionária estão a ampliação do terminal de passageiros em 5 mil metros quadrados; nova área de check-in, com mais de 30 balcões, e esteira de bagagens automatizada; nova sala de embarque internacional conectada às aeronaves por pontes de embarque; ampliação da sala de embarque doméstico em 700 metros quadrados; e três novos pátios com capacidade para até 13 aeronaves categoria C, as principais utilizadas na aviação. Também foram adequadas as áreas de escape na pista (RESAs), seguindo a legislação vigente, que determina que elas devem ter, no mínimo, 90 x 90 metros de comprimento; além de construído um novo terminal de cargas. Novos espaços de alimentação e comércio foram inaugurados, oferecendo mais praticidade para os passageiros que utilizam o terminal.

A CCR Aeroportos ainda vai homologar a ampliação, de 600 metros, da pista de pouso e decolagem do aeroporto, que conta com uma extensão de 2.800 metros, a segunda maior do Sul do Brasil, atrás apenas do aeroporto internacional Salgado Filho, de Porto Alegre. O processo junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) deverá ser finalizado até março deste ano, com investimento de R$ 20 milhões.

Terminal recebeu aporte de R$ 396 milhões

Azul e Gol assinam acordo para avaliar fusão entre as aéreas

Conversas avançarão a partir de abril, após reestruturação da Gol

As marcas Gol e Azul continuarão existindo de forma independente, mas poderão compartilhar aeronaves

As companhias aéreas Azul e Gol assinaram nesta quarta-feira (15) um memorando de entendimento para iniciar as negociações para uma fusão. Caso a união se concretize, a nova empresa concentrará 60% do mercado aéreo no país. Pelo memorando, divulgado ao mercado financeiro na noite desta quarta, a fusão depende do fim da recuperação judicial da Gol nos Estados Unidos, prevista para abril. A nova empresa terá três conselheiros da Abra, holding que controla a Gol e a Avianca, três da Azul e três independentes.

O presidente do conselho da futura companhia (chairman em inglês) será indicado pela Abra e o diretor-executivo (CEO, na sigla em inglês) será indicado pela Azul. Dessa forma, o CEO da Azul, John Rodgerson, assumirá a presidência do novo grupo após o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovarem a fusão, o que está previsto para 2026. O memorando prevê que a nova companhia seguirá o modelo de “corporation“, empresa sem controlador definido, com a Abra sendo a maior acionista. No entanto, a definição dos percentuais exatos de participação de cada aérea depende do fim da renegociação de dívidas da Gol nos Estados Unidos.

As marcas Gol e Azul continuarão existindo de forma independente, mas poderão compartilhar aeronaves, com uma companhia fazendo voos da outra e aumentando a ligação entre grandes cidades e destinos regionais. Nenhuma das duas companhias fará novos investimentos financeiros para a fusão, que envolverá somente ativos já disponíveis. Conforme o memorando, a alavancagem das duas empresas somada não poderá ultrapassar a da Gol depois do fim da recuperação judicial. Se esse parâmetro não for alcançado, a fusão não se concretizará. A alavancagem representa o uso de recursos de terceiros para multiplicar a capacidade de investimento de uma empresa. No fim do terceiro trimestre, a Gol divulgou que a alavancagem estava em 5,5 vezes e, no comunicado desta quarta, informou que pretende chegar ao fim da recuperação judicial, em abril, com o indicador em torno de 4,5 vezes.

Conversas avançarão a partir de abril, após reestruturação da Gol

Google ajudou Israel com inteligência artificial durante o conflito em Gaza

Desde o início do conflito entre Israel e Gaza em 2023, o Google tem sido mencionado em documentos que revelam sua colaboração com o exército israelense por meio de tecnologias de inteligência artificial. Apesar de sua postura pública cuidadosa em relação ao uso de suas ferramentas em cenários militares, informações obtidas pelo The Washington Post […]Desde o início do conflito entre Israel e Gaza em 2023, o Google tem sido mencionado em documentos que revelam sua colaboração com o exército israelense por meio de tecnologias de inteligência artificial. Apesar de sua postura pública cuidadosa em relação ao uso de suas ferramentas em cenários militares, informações obtidas pelo The Washington Post […]