Archives 2025

Santa Catarina exporta 70% da sua produção agropecuária

Mapa do Agronegócio Catarinense, lançado pela Facisc, revela a força do setor no estado

A diversidade produtiva das mesorregiões de Santa Catarina projeta o estado na produção brasileira do agronegócio: todas contam com pelo menos quatro destaques nacionais em diferentes produtos

A Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc) lançou na terça-feira (25) o Mapa do Agronegócio Catarinense, um estudo inédito que evidencia a força e a diversidade do setor agropecuário no estado. Com R$ 87,3 bilhões de produção em 2023 e R$ 62,8 bilhões em exportações em 2024 (equivalente a 70% das exportações totais do estado), o agronegócio catarinense é um dos mais competitivos do país. O setor empregava formalmente 553 mil pessoas em 2023. A soma chega a mais de 1 milhão de trabalhadores com os informais, o que representa 20% da mão de obra em Santa Catarina. O levantamento reúne dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), oferecendo um panorama detalhado da produção agrícola, do rebanho, das exportações e dos principais polos do estado. Acesse o estudo completo ao final desta reportagem.

O presidente da Facisc, Elson Otto, destacou a importância de dar visibilidade ao setor. “Nosso objetivo é quantificar e demonstrar a relevância do agronegócio catarinense na geração de empregos, renda e competitividade global. O estudo fortalece a posição do estado no mercado nacional e internacional”, declarou. Otto também explicou que o Mapa do Agro foi feito baseado em dados e que a partir dele mudanças podem ser feitas para gerar investimentos significativos para o estado. “A transformação depende de cada um de nós. Precisamos acreditar que que mobilização e a participação de cada um faz a diferença. Fizemos o mapa do agronegócio porque acreditamos que podemos lutar pelo nosso desenvolvimento”, completou.

O diretor de ferrovias e agronegócio da Facisc, Lenoir Broch, detalhou que o estudo reúne dados sobre os principais produtos de cada região, destacando a importância do setor primário), do setor secundário (indústria de alimentos, bebidas e insumos agrícolas) e do setor terciário (comércio e distribuição). “Vemos o quanto nosso estado é privilegiado com a sua diversificação de produtos produzidos e ressalta a necessidade de investimentos. Apesar da competitividade, o setor enfrenta desafios logísticos. Com o estudo, podemos identificar gargalos e direcionar esforços para fortalecer nossa infraestrutura”, avaliou.

Principais destaques
Com o estudo a Facisc identificou que o investimento em tecnologia e equipamentos de ponta são essenciais para a evolução do agronegócio e para garantir a posição do estado em tantos segmentos. Segundo a economista da Facisc, Mariana Guedes, apesar da alta concorrência, principalmente com a Europa, o estado já mostra destaques na produção de maquinário tanto para o setor primário quanto para o setor secundário. “Investimentos na produção e na tecnologia desses maquinários são necessários para consolidar esta indústria em Santa Catarina. Como exemplo, as máquinas extratoras agrícolas no Sul, máquinas de têxtil e confecção no Vale e máquinas para fabricar alimentos no Oeste”, enumerou.

A diversidade produtiva das mesorregiões de Santa Catarina projeta o estado na produção brasileira do agronegócio: todas contam com pelo menos quatro destaques nacionais em diferentes produtos. O Oeste catarinense é a região com a maior quantidade de destaques na produção nacional, principalmente na pecuária. Em seguida, estão as regiões Serrana e Vale do Itajaí, com produtos da aquicultura, silvicultura e agricultura. Já na região Norte é a agricultura, enquanto no Sul e na Grande Florianópolis, os produtos da pecuária. Cada mesorregião catarinense se sobressai em diferentes segmentos do agronegócio, e contribui para a diversidade produtiva do estado. Confira abaixo o que cada região mais se destaca. No Mapa é também é possível encontrar mais detalhes de cada região.

Oeste Catarinense
O Oeste de Santa Catarina é protagonista em diversos produtos do agronegócio brasileiro, com destaque para os de origem animal e seus encadeamentos produtivos na indústria de maior valor agregado, como laticínios, máquinas para fabricar alimentos e bebidas e aparelhos de refrigeração industrial. Além disso, a manufatura da silvicultura, principalmente os produtos de madeira, torna a região líder nacional na quantidade de empregos formais. Isso garante mais arrecadação e qualidade de vida à população.

Serra Catarinense
A Serra conta com pelo menos cinco destaques na agropecuária brasileira. A região é líder nacional na produção de maçãs, inclusive a região de São Joaquim tem selo de Indicação Geográfica (IG) pelo INPI, devido à qualidade da maçã produzida. Outro destaque é a plantação de pinus: a região tem a maior área plantada do país, o que mostra alto nível de sustentabilidade na produção de madeira e de móveis do estado.

Norte Catarinense
A qualidade na produção de bananas faz a região Norte se destacar nacionalmente, sendo eleita uma das bananas mais doces do Brasil. Além disso, sobressai em culturas que não têm grande representatividade no país, mas que apresentam potencial de consumo, como é o caso da pera. A região também é importante no cenário nacional da indústria têxtil e de confecção.

Vale do Itajaí
Em relação à produção da agropecuária brasileira, a região se destaca pelo menos em seis produtos, com ênfase para a produção de cebolas, segunda maior do país e hortaliça indispensável na comida das famílias brasileiras. Também é a segunda região do estado com a maior quantidade de destaques nacionais na indústria. O Vale do Itajaí se diferencia, ainda, na produção de várias máquinas e equipamentos importantes para a agroindústria.

Sul Catarinense
A região vem cada vez mais investindo em produtos que remetem maior valor agregado, como é o caso da tilápia e dos ovos de codorna, que são produções mais recentes, mas que já se destacam no cenário nacional. O Sul também vem mantendo sua participação nacional em culturas já consolidadas e com poucos produtores nacionais, como é o caso do arroz.

Grande Florianópolis
Os investimentos nos últimos anos vêm mantendo a região como líder nacional absoluta na produção de ostras, vieiras e mexilhões, cuja produção possui vários cuidados e acompanhamentos de diversos indicadores para manter alta a qualidade do produto. Além disso, está em andamento o processo para obtenção do Selo de Indicação Geográfica da Ostra de Florianópolis.

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Mapa do Agronegócio Catarinense, lançado pela Facisc, revela a força do setor no estado

IPCA-15 atinge 0,64% em março

Alimentos e transportes pressionam o índice

Com altas em ovo de galinha, tomate e café moído, alimentação no domicílio acelera para 1,25% em março (Foto: Pedro Vidal/Acervo Agência IBGE Notícias)

A prévia da inflação ficou em 0,64% em março, 0,59 ponto percentual abaixo de fevereiro, quando variou 1,23%. O resultado foi influenciado, principalmente, pelos grupos de alimentação e bebidas, com alta de 1,09%, e transportes, que subiu 0,92%. O acumulado em 12 meses ficou em 5,26%. Em março de 2024, o IPCA-15 havia registrado alta de 0,36%. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) foi divulgado pelo IBGE.

A alimentação no domicílio acelerou de 0,63% em fevereiro para 1,25% em março. Contribuíram para esse resultado as altas do ovo de galinha (19,44%), do tomate (12,57%), do café moído (8,53%) e das frutas (1,96%). A alimentação fora do domicílio (0,66%) também acelerou em relação ao mês de fevereiro (0,56%), em virtude da alta da refeição (0,43% em fevereiro para 0,62% em março). Já o lanche (0,68%) desacelerou em relação ao mês anterior (0,77%).

O grupo dos transportes também exerceu forte influência no índice geral. Juntos, os dois grupos respondem por cerca de dois terços do resultado de março. O destaque veio dos combustíveis (1,88%), com alta nos preços do óleo diesel (2,77%), do etanol (2,17%), da gasolina (1,83%) e do gás veicular (0,08%). O subitem trem apresentou alta de 1,9% devido ao reajuste de 7,04% nas tarifas no Rio de Janeiro (4,25%), a partir de 2 de fevereiro.

O grupo de habitação desacelerou de 4,34% em fevereiro – quando havia sofrido impacto do fim dos descontos nas contas de luz relativos ao bônus de Itaipu – para 0,37% em março. Neste mês, o resultado da energia elétrica residencial (0,43%) contempla o reajuste de 1,37% em uma das concessionárias do Rio de Janeiro (-0,12%), a partir de 15 de março, sendo a queda registrada devido à redução na alíquota do PIS/Cofins. Regionalmente, todas as áreas tiveram alta em março. A maior variação foi registrada em Curitiba (1,12%), por conta das altas da gasolina (7,06%) e do etanol (6,16%). Já o menor resultado ocorreu em Fortaleza (0,34%), que apresentou queda nos preços da energia elétrica residencial (-1,69%) e da gasolina (-0,9%).

Alimentos e transportes pressionam o índice

Engie anuncia aquisição de duas usinas hidrelétricas

O valor total da transação será de aproximadamente R$ 2,9 bilhões

A Engie é a 15ª maior empresa da região e também a sétima maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL

A Engie Brasil Energia anunciou a compra de duas usinas hidrelétricas. A aquisição da Usina Hidrelétrica Santo Antônio do Jari (foto), localizada nos estados do Amapá e do Pará, e da Usina Hidrelétrica Cachoeira Caldeirão, no Amapá, adiciona 612 MW de capacidade instalada ao parque gerador da companhia catarinense. O valor total da transação, contemplando o endividamento dos ativos, será de aproximadamente R$ 2,9 bilhões. As duas unidades serão integradas a um parque gerador que hoje conta com 11,3 GWé composto de 115 usinas, sendo 11 hidrelétricas e 104 complementares — centrais a biomassa, PCHs, eólicas e solares. “A operação criará valor aos acionistas ao nos permitir alocar capital em ativos já operacionais e com receitas seguras e de longo prazo, com bom equilíbrio entre riscos e retornos, onde poderemos aplicar também toda a nossa reconhecida expertise em operação de hidrelétricas”, avalia o diretor financeiro e de relações com investidores, Eduardo Takamori.

A Usina Hidrelétrica Santo Antônio do Jari, localizada no Rio Jari, entre os municípios de Laranjal do Jari (Amapá) e Almeirim (Pará), conta com 393 MW de capacidade instalada e 211 MW médios de capacidade comercial. A usina iniciou sua operação comercial em 2014 e a concessão vence em outubro de 2045. A Usina Hidrelétrica Cachoeira Caldeirão, localizada no Rio Araguari, no município de Ferreira Gomes (Amapá), possui capacidade instalada de 219 MW e capacidade comercial de 123 MW médios. A Engie é a 15ª maior empresa da região e também a sétima maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link).

O valor total da transação será de aproximadamente R$ 2,9 bilhões

Gemini pode substituir Google Assistente no Android Auto 14.0

O Android Auto 14.0 começou a ser distribuído para os usuários por meio de uma atualização na Google Play Store. Apesar de não apresentar mudanças visíveis, uma análise do código revelou indícios de que o Google está preparando a substituição do Google Assistente pelo Gemini, sua nova inteligência artificial. Essa mudança já era esperada, uma […]O Android Auto 14.0 começou a ser distribuído para os usuários por meio de uma atualização na Google Play Store. Apesar de não apresentar mudanças visíveis, uma análise do código revelou indícios de que o Google está preparando a substituição do Google Assistente pelo Gemini, sua nova inteligência artificial. Essa mudança já era esperada, uma […]

Google prevê avanço na computação quântica nos próximos cinco anos

O Google está otimista sobre o futuro da computação quântica que pode estar prestes a dar um salto importante. De acordo com Julian Kelly, diretor de hardware do Google Quantum AI, essa tecnologia revolucionária pode estar a apenas cinco anos de alcançar aplicações práticas que os computadores atuais não conseguem resolver. A declaração foi feita […]O Google está otimista sobre o futuro da computação quântica que pode estar prestes a dar um salto importante. De acordo com Julian Kelly, diretor de hardware do Google Quantum AI, essa tecnologia revolucionária pode estar a apenas cinco anos de alcançar aplicações práticas que os computadores atuais não conseguem resolver. A declaração foi feita […]

Google Gemini pode ganhar suporte para múltiplas imagens em breve

O Google Gemini, assistente de IA do Google, está prestes a ganhar uma função muito útil: a capacidade de analisar múltiplas imagens simultaneamente. Atualmente, quando um usuário envia uma foto para o Gemini, ele só consegue processar um arquivo por vez. Se tentar adicionar outro, a ferramenta pede para substituir o anterior. Mas isso pode […]O Google Gemini, assistente de IA do Google, está prestes a ganhar uma função muito útil: a capacidade de analisar múltiplas imagens simultaneamente. Atualmente, quando um usuário envia uma foto para o Gemini, ele só consegue processar um arquivo por vez. Se tentar adicionar outro, a ferramenta pede para substituir o anterior. Mas isso pode […]

Google Drive agora é compatível com Windows 11 em dispositivos ARM

O Google anunciou que o Google Drive para desktop agora está disponível de forma nativa para dispositivos com Windows 11 rodando em processadores ARM. O que significa que usuários de PCs equipados com chips da linha Snapdragon, da Qualcomm, poderão acessar seus arquivos na nuvem com mais desempenho e eficiência, sem depender de emulação. A […]O Google anunciou que o Google Drive para desktop agora está disponível de forma nativa para dispositivos com Windows 11 rodando em processadores ARM. O que significa que usuários de PCs equipados com chips da linha Snapdragon, da Qualcomm, poderão acessar seus arquivos na nuvem com mais desempenho e eficiência, sem depender de emulação. A […]

Google muda estratégia e passará a desenvolver Android em sigilo

O Google está implementando uma grande mudança na forma como desenvolve o Android. A partir das próximas semanas, todo o processo de desenvolvimento do sistema operacional ocorrerá de forma privada, dentro dos servidores internos da empresa. No entanto, a gigante de Mountain View garante que continuará liberando o código-fonte do Android após cada grande atualização. […]O Google está implementando uma grande mudança na forma como desenvolve o Android. A partir das próximas semanas, todo o processo de desenvolvimento do sistema operacional ocorrerá de forma privada, dentro dos servidores internos da empresa. No entanto, a gigante de Mountain View garante que continuará liberando o código-fonte do Android após cada grande atualização. […]

O que aconteceu com a Pixie? A assistente secreta do Google que virou outro recurso

Ao longo dos anos, o Google desenvolveu diversos projetos inovadores que, por diferentes razões, nunca chegaram ao público como originalmente planejado. Um desses casos foi o Pixie, um assistente digital pensado exclusivamente para os celulares Pixel. No entanto, o que deveria ser uma revolução na assistência por IA acabou se transformando em outro produto: o […]Ao longo dos anos, o Google desenvolveu diversos projetos inovadores que, por diferentes razões, nunca chegaram ao público como originalmente planejado. Um desses casos foi o Pixie, um assistente digital pensado exclusivamente para os celulares Pixel. No entanto, o que deveria ser uma revolução na assistência por IA acabou se transformando em outro produto: o […]

Viacredi fecha 2024 com sobras R$ 385 milhões para os cooperados

Os resultados superaram o orçado em 9,5%

“Somente no ano passado, segundo os cálculos da Viacredi, os cooperados tiveram uma economia de mais de R$ 2 bilhões”, ressalta Vanildo Leoni, diretor executivo da cooperativa de crédito catarinense

Maior cooperativa brasileira de crédito em número de participantes, a catarinense Viacredi chega a 1 milhão de cooperados nos próximos dias. A marca foi anunciada num momento especialmente importante: os resultados de 2024 mostram que finalmente foi paga a conta da pandemia da Covid-19, após anos de dificuldades para se recuperar do esforço empregado no atendimento aos clientes com crédito farto e barato. Nas dezenas de assembleias de prestação de contas que está realizando, a Viacredi está informando que o volume de sobras foi 9,5% maior do que o orçado, chegando a R$ 385 milhões.

Outros números também são motivo de comemoração para a Viacredi, que integra o sistema Ailos. A cooperativa atingiu R$ 14,5 bilhões em ativos, registrando um crescimento de 13% em relação ao mesmo período de 2023. Os depósitos totalizaram R$ 10,5 bilhões, enquanto os créditos concedidos somaram R$ 5,2 bilhões, e a carteira de crédito chegou a R$ 8,9 bilhões, com avanço de 8,6%. Além disso, a cooperativa encerrou o ano com mais de 2 mil funcionários e 110 postos de atendimento em Santa Catarina e Paraná, além dos canais digitais. Foram registradas 819 mil participações em iniciativas de integração, educação e desenvolvimento dos cooperados, apoiadas por um investimento de R$ 26 milhões do Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (Fates).

Do resultado de R$ 385 milhões, R$ 298 milhões são destinados aos cooperados, por meio dos juros ao capital e do retorno das sobras. Já no início deste ano, R$ 158 milhões foram destinados aos cooperados em juros ao capital, um rendimento de 8,5%, superando a caderneta de poupança em 2024, com um retorno de aproximadamente 1,5 ponto percentual acima da aplicação mais popular dos brasileiros. Já a destinação dos R$ 140 milhões, referente às sobras do exercício, será votada pelos cooperados, com crédito em conta, de acordo com a movimentação de cada sócio, após a assembleia geral ordinária, que acontece dia 24 de abril. Duas propostas serão apresentadas e votadas pelos cooperados durante as assembleias, que começaram em 18 de fevereiro.

Para Vanildo Leoni, diretor executivo da Viacredi, o crescimento da cooperativa reflete a confiança dos cooperados, a solidez do modelo cooperativista e a força da economia da cooperação. “A economia da cooperação traduz a essência do cooperativismo. Somente no ano passado, segundo os cálculos da Viacredi, os cooperados tiveram uma economia de mais de R$ 2 bilhões”, ressalta. A Viacredi ainda prevê um aumento de 15% no volume de ativos e um resultado de R$ 477,5 milhões, representando um crescimento de 23,9% em relação ao ano anterior. A cooperativa também reforça seu compromisso com o impacto social, destinando R$ 25 milhões ao Fates. Os recursos serão direcionados para governança, educação e relacionamento cooperativista, pilares fundamentais para o desenvolvimento sustentável do cooperativismo.

A Viacredi planeja ampliar sua presença em eventos e iniciativas que promovam o cooperativismo, garantindo que o crescimento seja sustentável. Também deve dar início a uma nova etapa de seu planejamento que cobrirá os anos de 2026 até 2030. Os investimentos estratégicos para o período incluem melhorias tecnológicas, fortalecimento do atendimento digital e avanços na segurança da informação. “Isso consolida nossa missão de levar o cooperativismo ainda mais longe”, conclui Vanildo.

Os resultados superaram o orçado em 9,5%

Indústria do Sul pede empenho do governo contra tarifas à madeira

Aguiar, Bier e Vasconcelos foram recebidos pela secretária de Comércio Exterior, Tatiana Prazeres

Em reunião no MDIC, presidentes das federações industriais do Sul alertaram para o impacto da taxação sobre o setor e suas exportações aos Estados Unidos

A Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) e as Federações do Paraná (Fiep) e Rio Grande do Sul (Fiergs) entregaram na terça-feira (25) à secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Tatiana Prazeres, ofício em que pedem o comprometimento do governo federal com as negociações sobre as taxas de 25% impostas pelos Estados Unidos sobre todos os produtos de base florestal. A medida preocupa o setor de madeira e móveis de Santa Catarina, que exportou US$ 1,5 bilhão em 2024, sendo US$ 765,7 milhões para os Estados Unidos. Juntos, os três estados do Sul exportaram US$ 1,3 bilhão em produtos de madeira para os Estados Unidos. O ofício foi entregue pelos presidentes Mario Cezar de Aguiar, Edson Vasconcelos e Claudio Bier. O presidente da Federação das Indústrias do Mato Grosso, Silvio Pereira Rangel, também participou da reunião no ministério.

O presidente da Fiesc, Mario Cezar de Aguiar, destaca que o segmento é o segundo maior exportador do estado. “Estamos interagindo com os clientes buscando o melhor encaminhamento possível, mas o apoio do ministério nas negociações é fundamental pela importância do setor, que é composto por 6 mil indústrias que geram 72 mil empregos em Santa Catarina. Os Estados Unidos são o principal destino de nossos embarques de produtos de madeira”, explica. As federações industriais também solicitam que o governo brasileiro interceda junto ao norte-americano para descaracterizar as exportações de madeira do Brasil como risco de ameaça à segurança nacional dos Estados Unidos.

Aguiar, Bier e Vasconcelos foram recebidos pela secretária de Comércio Exterior, Tatiana Prazeres

ESPM Day Curitiba debate inovação, gestão e futuro do marketing

Evento promoveu uma imersão de conhecimento com especialistas do mercado

O CEO da Academic Ventures e partner regional da ESPM, Zaki Akel, e o vice-presidente acadêmico da ESPM, Tatsuo Iwata celebraram o sucesso do ESPM Day Curitiba

A primeira edição do ESPM Day em Curitiba reuniu cerca de 200 profissionais interessados em acompanhar tendências e conhecer estratégias inovadoras em comunicação e marketing para se destacar no mercado e atuar em cargos de liderança. O evento foi promovido pela ESPM em parceria com a Academic Ventures, que planejam abrir novos polos no Paraná neste ano. O primeiro deles será em Ponta Grossa, onde já está previsto o curso Dynamics: Marketing para o Agronegócio, no mês de abril. Em 2025, ainda começarão a operar polos em Londrina e Maringá. A ESPM está no Paraná desde julho do ano passado, com programas de pós-graduação, MBA, cursos de extensão e in company.

Outra novidade dos parceiros é o curso de pós-graduação Master in Business, Marketing & Innovation. Inédito no Brasil, o curso terá a primeira turma em Curitiba. Com início confirmado para o dia 28 de março, o programa propõe uma abordagem prática e multidisciplinar na formação de líderes ao integrar gestão, marketing e inovação, desenvolvendo habilidades estratégicas por meio de estudos de caso, projetos aplicados e orientação de professores da ESPM, acadêmicos com ampla vivência de mercado.

O vice-presidente acadêmico da ESPM, Tatsuo Iwata, e o CEO da Academic Ventures e partner regional da ESPM, Zaki Akel, celebraram o sucesso do ESPM Day Curitiba. “O evento foi muito estimulante. Painéis com muito conteúdo e a participação de professores da ESPM articulando com profissionais de destaque do mercado paranaense. As inscrições esgotadas apontam um mercado ávido por atualização de conhecimentos e decorrente da reputação da marca ESPM, conhecida como a marketing powerhouse do Brasil”, contou Akel.

“Tivemos debates e reflexões sobre o ambiente de negócios e um olhar para um futuro muito promissor que ressalta a potencialidade do Paraná no desenvolvimento de projetos inovadores e de repensar modelos de negócio. A ESPM chega a Curitiba trazendo uma série de propostas e possibilidades de conexão entre a nossa visão de inovação e a visão que o Estado tem para o futuro”, explicou Iwata. A ESPM é referência brasileira como escola superior de negócios nas áreas de comunicação, marketing, consumo, administração, economia criativa e tecnologia. Seus 12 600 alunos dos cursos de graduação e de pós-graduação e mais de 1 100 funcionários estão distribuídos em quatro campi: dois em São Paulo, um no Rio de Janeiro e um em Porto Alegre. Possui cinco unidades regionais situadas em Florianópolis, Chapecó, Goiânia, Curitiba e Salvador.

Evento promoveu uma imersão de conhecimento com especialistas do mercado

Taxa de inovação da indústria cai pelo segundo ano consecutivo

As empresas também utilizaram menos apoio público

O setor de fabricação de produtos químicos liderou ranking de inovação entre as atividades industriais em 2023

Em 2023, a taxa de inovação das empresas industriais com 100 ou mais pessoas ocupadas no Brasil foi de 64,6%. Esse percentual se refere àquelas empresas que introduziram algum produto novo ou substancialmente aprimorado e/ou incorporaram algum processo de negócios novo ou sofisticado para uma ou mais de suas funções de negócios. O índice de 2023 é 3,5 pontos percentuais inferior ao verificado em 2022 (68,1%) e 5,9 pontos percentuais menor do que o de 2021 (70,5%). Os dados divulgados pelo IBGE são da Pesquisa de Inovação (PINTEC) Semestral 2023: Indicadores Básicos, levantamento de caráter experimental realizado em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Esta edição traz informações sobre aspectos da conduta inovativa das empresas, dificuldades e obstáculos para inovar, arranjos cooperativos estabelecidos, realização e montante de dispêndios em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), evolução e expectativas sobre realização de atividades e dispêndios em P&D, e apoio público à inovação.

“A taxa de 2021 foi relativamente alta nesse período pós-pandemia, o que é esperado, uma vez que você vem de um período de depressão. Os anos seguintes, então, podem ser anos de ajuste, dentro de um outro cenário macroeconômico. Cai, mas com certa estabilidade dentro do contexto. Outra explicação possível é a queda na taxa de investimento da economia, de 17,9% em 2021 para 17,8% em 2022 e 16,4% em 2023”, destaca Flavio Peixoto, gerente da pesquisa. O setor de fabricação de produtos químicos liderou ranking de inovação entre as atividades industriais em 2023 (veja mais detalhes na tabela a seguir). No detalhamento por tipo de inovação implementada, em 2023, 34,4% das empresas inovaram tanto em produto quanto em processo de negócios; 16,6% inovaram apenas em processo de negócios e 13,6% inovaram apenas em produto.

Em geral, as empresas foram mais inovadoras em processo de negócios (51%) do que em produto (48%). Os setores de máquinas e equipamentos (76,1%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (64,5%) e farmoquímicos e farmacêuticos (63%) foram os mais inovadores em processos, enquanto os setores mais inovadores em produtos foram fabricação de produtos químicos (81,5%), fabricação de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (80,9%) e fabricação de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (77,7%). “Observando as empresas dos setores mais inovadores, verifica-se que as proporções das inovações de produto foram maiores do que as de processo de negócios”, explica o gerente.

Os mecanismos de apoio público disponíveis foram menos usados pelas empresas inovadoras em 2023: 36,3% utilizaram algum instrumento de auxílio público para suas atividades de inovação, proporção menor do que a observada no ano anterior (39%). Assim como nos outros anos, o mecanismo de apoio público proporcionalmente mais utilizado em 2023 foi o Incentivo fiscal à pesquisa e desenvolvimento e inovação tecnológica, disposto na Lei do Bem (Lei nº 11.196/2005), contemplando 26,4% das empresas industriais inovadoras com 100 ou mais pessoas ocupadas.

Dentre as empresas que usufruíram desse instrumento, as de maior porte foram as maiores beneficiadas (utilizado por 48,6% das empresas inovadoras com 500 ou mais pessoas ocupadas, por 27,6% das empresas de 250 a 499 pessoas ocupadas e por 16,6% das empresas inovadoras de 100 a 249 pessoas ocupadas). Em 2023, 47,6% das empresas inovadoras enfrentaram obstáculos para inovar. Para a maior parte, a principal dificuldade foi a instabilidade econômica (44,2%), seguida pelo acirramento da concorrência (41,4%) e capacidade limitada de recursos internos (42,1%). Em 2025, 49,1% das empresas inovadoras pretendem expandir seus investimentos em P&D na comparação com 2024. Já 48,8% das empresas têm intenção de manter os dispêndios de 2024 em 2025, ao passo que 2,1% delas têm a intenção de diminuir os investimentos.

As empresas também utilizaram menos apoio público

Bots de IA estão sobrecarregando sites de open source — e o Brasil foi bloqueado por causa deles

Nos últimos meses, desenvolvedores e projetos de código aberto têm enfrentado um problema crescente: os crawlers (bots) de inteligência artificial estão sobrecarregando suas infraestruturas, causando instabilidade e aumentando custos. O Brasil se tornou um dos focos desse problema, com muitos sites e repositórios sendo atacados por crawlers que consomem dados sem dó, prejudicando o funcionamento […]Nos últimos meses, desenvolvedores e projetos de código aberto têm enfrentado um problema crescente: os crawlers (bots) de inteligência artificial estão sobrecarregando suas infraestruturas, causando instabilidade e aumentando custos. O Brasil se tornou um dos focos desse problema, com muitos sites e repositórios sendo atacados por crawlers que consomem dados sem dó, prejudicando o funcionamento […]

Google Chrome não instala no Windows 11 e 10 devido a erro no instalador

Usuários do Windows 11 e Windows 10 estão enfrentando dificuldades ao tentar instalar o Google Chrome. O arquivo de instalação ChromeSetup.exe simplesmente não abre e exibe a mensagem de erro: “Este aplicativo não pode ser executado no seu PC. Para encontrar uma versão compatível, consulte o fornecedor do software.” O problema foi identificado no dia […]Usuários do Windows 11 e Windows 10 estão enfrentando dificuldades ao tentar instalar o Google Chrome. O arquivo de instalação ChromeSetup.exe simplesmente não abre e exibe a mensagem de erro: “Este aplicativo não pode ser executado no seu PC. Para encontrar uma versão compatível, consulte o fornecedor do software.” O problema foi identificado no dia […]