Archives Julho 2025

IA Multimodal e a nova era da automação empresarial

Tecnologia é capaz de processar múltiplos tipos de dados simultaneamente

A IA multimodal promete mudar radicalmente a maneira como automatizamos processos, tomamos decisões e interagimos com a tecnologia

Imagine uma Inteligência Artificial (IA) que não apenas lê textos, mas também interpreta imagens, sons e até vídeos. Parece ficção científica? Pois bem, essa é a proposta da IA multimodal — um avanço que está revolucionando a automação empresarial de maneira mais ágil, intuitiva e integrada. Se antes a automação era sobre robôs seguindo regras rígidas, hoje ela é sobre sistemas que “entendem” o contexto e tomam decisões mais humanas.

Essa tecnologia é capaz de processar múltiplos tipos de dados simultaneamente, como texto, imagem, vídeo e som. Em vez de lidar com uma entrada de dados isolada (como texto puro), ela cruza informações de diferentes formatos para gerar respostas mais completas e contextualmente relevantes. Essa capacidade traz um salto significativo para a automação, porque sistemas deixam de ser “cegos” a tudo que não é linguagem escrita e passam a interpretar o mundo de forma mais próxima ao raciocínio humano. Pense em um assistente que, além de entender o que você digita, reconhece o tom da sua voz e analisa a imagem do produto quebrado que você enviou. Isso muda tudo.

A IA multimodal não é um experimento de laboratório, pois já está em uso. Empresas de e-commerce usam IAs que interpretam mensagens de texto, áudios e imagens enviadas por clientes para entender problemas mais rapidamente. Se um cliente envia a foto de um produto danificado, o sistema analisa automaticamente a imagem, cruza com o histórico da compra e aciona o setor correto. Resultado: menos tempo de resposta e maior precisão no atendimento. Hospitais vêm integrando sistemas que fazem a leitura de prontuários médicos, exames de imagem e dados de sensores biomédicos em tempo real. Isso permite diagnósticos preditivos mais rápidos e assertivos. Em ambientes corporativos e industriais, IAs multimodais analisam simultaneamente imagens de câmeras, registros de áudio e logs de acesso para detectar comportamentos suspeitos, evitando incidentes de segurança.

Ou seja, automatizar com IA multimodal traz vantagens que vão além da eficiência. As decisões têm mais contexto, pois ao interpretar múltiplas fontes de dados, os sistemas entregam análises mais completas e decisões mais precisas, com menor necessidade de intervenção humana. Há redução de erros operacionais, afinal, existem menos falhas causadas por interpretações erradas, já que o sistema cruza dados diversos para verificar informações. Outro diferencial é a melhora na experiência do cliente: o atendimento torna-se mais natural e personalizado, pois o sistema entende melhor a dor do usuário, inclusive pelo tom de voz e imagens.

A IA multimodal já está em operação em diversos setores e promete mudar radicalmente a maneira como automatizamos processos, tomamos decisões e interagimos com a tecnologia. O segredo está em saber como aplicá-la com estratégia, segurança e suporte técnico adequado. Afinal, mais do que “ver” e “ouvir” dados, o que toda empresa precisa é entender o seu contexto de forma inteligente. E isso, convenhamos, muda o jogo.

Tecnologia é capaz de processar múltiplos tipos de dados simultaneamente

IA Multimodal e a nova era da automação empresarial

Tecnologia é capaz de processar múltiplos tipos de dados simultaneamente

A IA multimodal promete mudar radicalmente a maneira como automatizamos processos, tomamos decisões e interagimos com a tecnologia

Imagine uma Inteligência Artificial (IA) que não apenas lê textos, mas também interpreta imagens, sons e até vídeos. Parece ficção científica? Pois bem, essa é a proposta da IA multimodal — um avanço que está revolucionando a automação empresarial de maneira mais ágil, intuitiva e integrada. Se antes a automação era sobre robôs seguindo regras rígidas, hoje ela é sobre sistemas que “entendem” o contexto e tomam decisões mais humanas.

Essa tecnologia é capaz de processar múltiplos tipos de dados simultaneamente, como texto, imagem, vídeo e som. Em vez de lidar com uma entrada de dados isolada (como texto puro), ela cruza informações de diferentes formatos para gerar respostas mais completas e contextualmente relevantes. Essa capacidade traz um salto significativo para a automação, porque sistemas deixam de ser “cegos” a tudo que não é linguagem escrita e passam a interpretar o mundo de forma mais próxima ao raciocínio humano. Pense em um assistente que, além de entender o que você digita, reconhece o tom da sua voz e analisa a imagem do produto quebrado que você enviou. Isso muda tudo.

A IA multimodal não é um experimento de laboratório, pois já está em uso. Empresas de e-commerce usam IAs que interpretam mensagens de texto, áudios e imagens enviadas por clientes para entender problemas mais rapidamente. Se um cliente envia a foto de um produto danificado, o sistema analisa automaticamente a imagem, cruza com o histórico da compra e aciona o setor correto. Resultado: menos tempo de resposta e maior precisão no atendimento. Hospitais vêm integrando sistemas que fazem a leitura de prontuários médicos, exames de imagem e dados de sensores biomédicos em tempo real. Isso permite diagnósticos preditivos mais rápidos e assertivos. Em ambientes corporativos e industriais, IAs multimodais analisam simultaneamente imagens de câmeras, registros de áudio e logs de acesso para detectar comportamentos suspeitos, evitando incidentes de segurança.

Ou seja, automatizar com IA multimodal traz vantagens que vão além da eficiência. As decisões têm mais contexto, pois ao interpretar múltiplas fontes de dados, os sistemas entregam análises mais completas e decisões mais precisas, com menor necessidade de intervenção humana. Há redução de erros operacionais, afinal, existem menos falhas causadas por interpretações erradas, já que o sistema cruza dados diversos para verificar informações. Outro diferencial é a melhora na experiência do cliente: o atendimento torna-se mais natural e personalizado, pois o sistema entende melhor a dor do usuário, inclusive pelo tom de voz e imagens.

A IA multimodal já está em operação em diversos setores e promete mudar radicalmente a maneira como automatizamos processos, tomamos decisões e interagimos com a tecnologia. O segredo está em saber como aplicá-la com estratégia, segurança e suporte técnico adequado. Afinal, mais do que “ver” e “ouvir” dados, o que toda empresa precisa é entender o seu contexto de forma inteligente. E isso, convenhamos, muda o jogo.

Tecnologia é capaz de processar múltiplos tipos de dados simultaneamente

Catarinense Audaces anuncia novas unidades no México e Colômbia

Plano de expansão internacional inclui ainda inauguração de um canal de distribuição na Índia

“A combinação de presença física, integração de talentos e parcerias estratégicas reforça nosso objetivo de liderar a transformação digital da indústria da moda nesses países”, destaca Matheus Fagundes, CEO da Audaces

A multinacional ítalo-brasileira Audaces, que oferece soluções tecnológicas para a indústria da moda, anuncia a expansão de suas operações no México e na Colômbia. Em um investimento total de R$ 8 milhões, a iniciativa prevê a aquisição de novas unidades comerciais e centros de serviço técnico especializados, com previsão de avanços importantes já nos próximos meses. Além disso, o projeto integra a estratégia da empresa de ampliar sua receita global entre 30% e 40% ao ano até 2028, com o faturamento internacional representando mais da metade do total da companhia nos próximos cinco anos.

A presença da fashiontech no México e na Colômbia contempla diferentes frentes de atuação, seguindo a lógica do hub de inovação implementado na nova sede da empresa em Florianópolis (SC). “Nosso modelo será híbrido. Além da frente comercial, haverá áreas dedicadas à capacitação técnica, co-criação com clientes e desenvolvimento de soluções adaptadas à realidade local”, explica Jorimar Lorenzi, diretor comercial da Audaces. Os dois países foram escolhidos por sua relevância e potencial de crescimento: o México é o segundo maior exportador têxtil da América Latina, com forte integração ao mercado norte-americano via Acordo Estados Unidos-México-Canadá (USMCA, na sigla em inglês). A Colômbia é considerada um hub regional da moda e abriga uma das cadeias têxteis mais completas da região, com presença crescente de marcas independentes e investimentos em digitalização.

A Audaces tem ampliado parcerias com instituições de ensino técnico e hubs de inovação, contribuindo com a formação de mão de obra qualificada para o uso das tecnologias oferecidas pela empresa. “A combinação de presença física, integração de talentos e parcerias estratégicas reforça nosso objetivo de liderar a transformação digital da indústria da moda nesses países”, destaca Matheus Fagundes, CEO da empresa. O plano de expansão da fashiontech na América Latina prevê ainda para os próximos meses concentração de esforços em operações no Peru e regiões da América Central, além do fortalecimento da atuação da empresa na Argentina, com foco em digitalização do atendimento, capacitação técnica e integração.

A Audaces anunciou recentemente a inauguração de um novo canal de distribuição na Índia, previsto para 2026. A operação, que receberá um investimento estimado entre R$ 5 milhões e 7 milhões nos primeiros dois anos, incluirá instalação de áreas comerciais, apoio técnico e treinamento profissional. “A Índia é hoje um dos maiores polos têxteis do mundo e oferece uma combinação única de verticalização da cadeia produtiva, incentivos governamentais e um mercado interno em franca expansão”, explica Magner Steffens, CEO da Audaces para os mercados da Ásia, África e Europa. A empresa também avalia oportunidades na África, Leste Europeu e Sudeste Asiático, e planeja a entrada no mercado norte-americano por meio de parcerias estratégicas e expansão digital.

Plano de expansão internacional inclui ainda inauguração de um canal de distribuição na Índia

Catarinense Audaces anuncia novas unidades no México e Colômbia

Plano de expansão internacional inclui ainda inauguração de um canal de distribuição na Índia

“A combinação de presença física, integração de talentos e parcerias estratégicas reforça nosso objetivo de liderar a transformação digital da indústria da moda nesses países”, destaca Matheus Fagundes, CEO da Audaces

A multinacional ítalo-brasileira Audaces, que oferece soluções tecnológicas para a indústria da moda, anuncia a expansão de suas operações no México e na Colômbia. Em um investimento total de R$ 8 milhões, a iniciativa prevê a aquisição de novas unidades comerciais e centros de serviço técnico especializados, com previsão de avanços importantes já nos próximos meses. Além disso, o projeto integra a estratégia da empresa de ampliar sua receita global entre 30% e 40% ao ano até 2028, com o faturamento internacional representando mais da metade do total da companhia nos próximos cinco anos.

A presença da fashiontech no México e na Colômbia contempla diferentes frentes de atuação, seguindo a lógica do hub de inovação implementado na nova sede da empresa em Florianópolis (SC). “Nosso modelo será híbrido. Além da frente comercial, haverá áreas dedicadas à capacitação técnica, co-criação com clientes e desenvolvimento de soluções adaptadas à realidade local”, explica Jorimar Lorenzi, diretor comercial da Audaces. Os dois países foram escolhidos por sua relevância e potencial de crescimento: o México é o segundo maior exportador têxtil da América Latina, com forte integração ao mercado norte-americano via Acordo Estados Unidos-México-Canadá (USMCA, na sigla em inglês). A Colômbia é considerada um hub regional da moda e abriga uma das cadeias têxteis mais completas da região, com presença crescente de marcas independentes e investimentos em digitalização.

A Audaces tem ampliado parcerias com instituições de ensino técnico e hubs de inovação, contribuindo com a formação de mão de obra qualificada para o uso das tecnologias oferecidas pela empresa. “A combinação de presença física, integração de talentos e parcerias estratégicas reforça nosso objetivo de liderar a transformação digital da indústria da moda nesses países”, destaca Matheus Fagundes, CEO da empresa. O plano de expansão da fashiontech na América Latina prevê ainda para os próximos meses concentração de esforços em operações no Peru e regiões da América Central, além do fortalecimento da atuação da empresa na Argentina, com foco em digitalização do atendimento, capacitação técnica e integração.

A Audaces anunciou recentemente a inauguração de um novo canal de distribuição na Índia, previsto para 2026. A operação, que receberá um investimento estimado entre R$ 5 milhões e 7 milhões nos primeiros dois anos, incluirá instalação de áreas comerciais, apoio técnico e treinamento profissional. “A Índia é hoje um dos maiores polos têxteis do mundo e oferece uma combinação única de verticalização da cadeia produtiva, incentivos governamentais e um mercado interno em franca expansão”, explica Magner Steffens, CEO da Audaces para os mercados da Ásia, África e Europa. A empresa também avalia oportunidades na África, Leste Europeu e Sudeste Asiático, e planeja a entrada no mercado norte-americano por meio de parcerias estratégicas e expansão digital.

Plano de expansão internacional inclui ainda inauguração de um canal de distribuição na Índia

Cooperativas gaúchas faturam R$ 93,2 bilhões em 2024

Expressão do Cooperativismo Gaúcho aponta crescimento de 8,4% em relação a 2023

As cooperativas gaúchas registraram, no último ano, mais um desempenho recorde, com aumento nos números gerais do cooperativismo no Rio Grande do Sul, superiores ao crescimento do PIB gaúcho. Os dados da Expressão do Cooperativismo Gaúcho 2025 (ano-base 2024) foram apresentados durante nesta terça-feira, 1º de julho, pelo Sistema Ocergs. 

“A comunidade abraça o cooperativismo e é por isso que temos esses números”, salienta o presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann. O presidente enfatizou que o Rio Grande do Sul é o berço do cooperativismo nacional, e que este modelo de negócio representa 14% do PIB do estado. Além disso, as cooperativas reúnem 4,2 milhões de associados, o que corresponde a um terço da população gaúcha, e fecharam o ano com 78,5 mil postos de trabalho.

A expectativa para o ano de 2025, declarado pela Organização Mundial das Nações Unidas (ONU) o Ano Internacional das Cooperativas, é ambiciosa: Hartman projeta  crescimento percentual de dois dígitos, seguindo a escalada de crescimento recorde dos últimos anos. Para além do panorama macro, serão detalhadas as informações de faturamento, sobras, patrimônio e ativos referentes a cada um dos ramos de atuação das 372 cooperativas do estado. 

Destaques do cooperativismo
O agro é o maior ramo do cooperativismo no estado, com R$ 49,9 bilhões em faturamento e 40 mil pessoas empregadas, e teve um crescimento de 30,78% nas sobras, que registraram R$ 1,2 bilhões. Apesar dos resultados positivos, o presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), Paulo Pires, enfatizou que fatores como estiagens e queda de preço dos commodities nos últimos anos são um fator de alerta, pois aumentaram o endividamento dos produtores.

O crédito, em segundo lugar, apresentou faturamento de R$ 27,8 bilhões, mas o destaque vem para os três milhões de colaboradores do setor. Além disso, a relação com o público também foi enfatizada pelo presidente. “Em todos os municípios, quando não existe banco oficial, existe banco cooperativo. E além dessa visão da tecnologia da informação, o cooperativismo de crédito tem investido muito nas relações com as pessoas”, declarou Hartmann.

A saúde, que retomou um patamar normalizado de crescimento após o baque da suspensão de cirurgias e exames durante a pandemia, resultando em um faturamento de 10,6 bilhões, um aumento de 11,05% relativo ao ano anterior . Com 52 cooperativas, 56% dos planos de saúde do estado são ligados à Unimed.

Setores em crescimento
O setor de infraestrutura, que atua em serviços de energia e conectividade, faturamento de R$ 2 bilhões, com ampliação de 5,24%. As cooperativas gaúchas possuem mais de 500 mil cooperados, sobretudo em cidades pequenas, que não são cobertas por grandes empresas. Esse papel foi destacado por Hartmann na atuação diante dos eventos climáticos extremos que atingiram o estado em 2024. “Atuamos nos lugares onde os eventos climáticos são mais intensos e elas fazem uma cooperação transversal para resolver problemas imediatamente”, relatou.

A produção de bens e serviços, o transporte e o consumo, ramos menos expressivos do cooperativismo no estado, também apresentaram crescimento. Entre as dificuldades desses setores, Hartmann apontou a necessidade de acompanhamento e profissionalização, bem como limitações impostas pela legislação e a dificuldade de contratar e reter profissionais.

Expressão do Cooperativismo Gaúcho aponta crescimento de 8,4% em relação a 2023

Cooperativas gaúchas faturam R$ 93,2 bilhões em 2024

Expressão do Cooperativismo Gaúcho aponta crescimento de 8,4% em relação a 2023

As cooperativas gaúchas registraram, no último ano, mais um desempenho recorde, com aumento nos números gerais do cooperativismo no Rio Grande do Sul, superiores ao crescimento do PIB gaúcho. Os dados da Expressão do Cooperativismo Gaúcho 2025 (ano-base 2024) foram apresentados durante nesta terça-feira, 1º de julho, pelo Sistema Ocergs. 

“A comunidade abraça o cooperativismo e é por isso que temos esses números”, salienta o presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann. O presidente enfatizou que o Rio Grande do Sul é o berço do cooperativismo nacional, e que este modelo de negócio representa 14% do PIB do estado. Além disso, as cooperativas reúnem 4,2 milhões de associados, o que corresponde a um terço da população gaúcha, e fecharam o ano com 78,5 mil postos de trabalho.

A expectativa para o ano de 2025, declarado pela Organização Mundial das Nações Unidas (ONU) o Ano Internacional das Cooperativas, é ambiciosa: Hartman projeta  crescimento percentual de dois dígitos, seguindo a escalada de crescimento recorde dos últimos anos. Para além do panorama macro, serão detalhadas as informações de faturamento, sobras, patrimônio e ativos referentes a cada um dos ramos de atuação das 372 cooperativas do estado. 

Destaques do cooperativismo
O agro é o maior ramo do cooperativismo no estado, com R$ 49,9 bilhões em faturamento e 40 mil pessoas empregadas, e teve um crescimento de 30,78% nas sobras, que registraram R$ 1,2 bilhões. Apesar dos resultados positivos, o presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), Paulo Pires, enfatizou que fatores como estiagens e queda de preço dos commodities nos últimos anos são um fator de alerta, pois aumentaram o endividamento dos produtores.

O crédito, em segundo lugar, apresentou faturamento de R$ 27,8 bilhões, mas o destaque vem para os três milhões de colaboradores do setor. Além disso, a relação com o público também foi enfatizada pelo presidente. “Em todos os municípios, quando não existe banco oficial, existe banco cooperativo. E além dessa visão da tecnologia da informação, o cooperativismo de crédito tem investido muito nas relações com as pessoas”, declarou Hartmann.

A saúde, que retomou um patamar normalizado de crescimento após o baque da suspensão de cirurgias e exames durante a pandemia, resultando em um faturamento de 10,6 bilhões, um aumento de 11,05% relativo ao ano anterior . Com 52 cooperativas, 56% dos planos de saúde do estado são ligados à Unimed.

Setores em crescimento
O setor de infraestrutura, que atua em serviços de energia e conectividade, faturamento de R$ 2 bilhões, com ampliação de 5,24%. As cooperativas gaúchas possuem mais de 500 mil cooperados, sobretudo em cidades pequenas, que não são cobertas por grandes empresas. Esse papel foi destacado por Hartmann na atuação diante dos eventos climáticos extremos que atingiram o estado em 2024. “Atuamos nos lugares onde os eventos climáticos são mais intensos e elas fazem uma cooperação transversal para resolver problemas imediatamente”, relatou.

A produção de bens e serviços, o transporte e o consumo, ramos menos expressivos do cooperativismo no estado, também apresentaram crescimento. Entre as dificuldades desses setores, Hartmann apontou a necessidade de acompanhamento e profissionalização, bem como limitações impostas pela legislação e a dificuldade de contratar e reter profissionais.

Expressão do Cooperativismo Gaúcho aponta crescimento de 8,4% em relação a 2023

Plano Safra 2025/2026 disponibilizará R$ 516,2 bilhões

Os programas Moderagro e Inovagro foram unificados para simplificar o acesso ao crédito

Plano contempla operações de custeio, comercialização e investimento

O Plano Safra 2025/2026, com recursos na ordem de R$ 516,2 bilhões destinados à agricultura empresarial, foi lançado nesta terça-feira (1). O valor representa um acréscimo de 1,6% em relação à safra anterior. Voltado a médios e grandes produtores, o Plano Safra da agricultura empresarial é coordenado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e contempla operações de custeio, comercialização e investimento.

A partir deste ano, o crédito rural de custeio agrícola passa a exigir a observância das recomendações do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc). Anteriormente restrita a operações de até R$ 200 mil contratadas por agricultores familiares do Pronaf com enquadramento obrigatório no Proagro, a exigência agora se estende a financiamentos acima desse valor e a contratos em que o Proagro não é exigido. O objetivo é evitar a liberação de crédito fora dos períodos indicados ou em áreas com restrições, contribuindo para maior segurança e sustentabilidade na produção. A exceção ocorre somente nos casos em que não houver zoneamento disponível para o município ou para a cultura financiada.

Outra novidade é a autorização para o financiamento de rações, suplementos e medicamentos adquiridos até 180 dias antes da formalização do crédito, o que flexibiliza o acesso aos insumos. O crédito de custeio também poderá ser destinado à produção de sementes e mudas de essências florestais, nativas ou exóticas, valorizando iniciativas voltadas à preservação ambiental. Os produtores que adotarem práticas sustentáveis terão acesso a condições diferenciadas, como juros reduzidos. O Plano Safra 2025/2026 também oferece crédito para produção de mudas, reflorestamento e culturas de cobertura, que ajudam a preservar o solo entre uma safra e outra. Além disso, o governo prorrogou para o período de 1º de julho de 2025 a 30 de junho de 2026 a aplicação do desconto de 0,5 ponto percentual na taxa de juros das operações de crédito rural de custeio. A medida vale para produtores enquadrados no Pronamp e também para os demais produtores que investirem em atividades sustentáveis, com recursos equalizados e respeitados os limites definidos por cada instituição financeira para o ano agrícola.

Os programas Moderagro e Inovagro foram unificados para simplificar o acesso ao crédito e, com isso, houve aumento do limite disponível para investimentos em granjas, possibilitando que essas estruturas se mantenham sempre atualizadas em relação à sanidade animal. O programa de armazenagem (PCA) também foi ampliado. O limite de capacidade por projeto passou de 6 mil toneladas para 12 mil toneladas, o que contribui para melhorar a infraestrutura de estocagem e escoamento da produção rural. Outra novidade é o aumento do limite de renda para enquadramento no Pronamp, que passou de R$ 3 milhões para R$ 3,5 milhões por ano, permitindo que mais produtores tenham acesso às condições diferenciadas oferecidas pelo programa.

Os programas Moderagro e Inovagro foram unificados para simplificar o acesso ao crédito

Plano Safra 2025/2026 disponibilizará R$ 516,2 bilhões

Os programas Moderagro e Inovagro foram unificados para simplificar o acesso ao crédito

Plano contempla operações de custeio, comercialização e investimento

O Plano Safra 2025/2026, com recursos na ordem de R$ 516,2 bilhões destinados à agricultura empresarial, foi lançado nesta terça-feira (1). O valor representa um acréscimo de 1,6% em relação à safra anterior. Voltado a médios e grandes produtores, o Plano Safra da agricultura empresarial é coordenado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e contempla operações de custeio, comercialização e investimento.

A partir deste ano, o crédito rural de custeio agrícola passa a exigir a observância das recomendações do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc). Anteriormente restrita a operações de até R$ 200 mil contratadas por agricultores familiares do Pronaf com enquadramento obrigatório no Proagro, a exigência agora se estende a financiamentos acima desse valor e a contratos em que o Proagro não é exigido. O objetivo é evitar a liberação de crédito fora dos períodos indicados ou em áreas com restrições, contribuindo para maior segurança e sustentabilidade na produção. A exceção ocorre somente nos casos em que não houver zoneamento disponível para o município ou para a cultura financiada.

Outra novidade é a autorização para o financiamento de rações, suplementos e medicamentos adquiridos até 180 dias antes da formalização do crédito, o que flexibiliza o acesso aos insumos. O crédito de custeio também poderá ser destinado à produção de sementes e mudas de essências florestais, nativas ou exóticas, valorizando iniciativas voltadas à preservação ambiental. Os produtores que adotarem práticas sustentáveis terão acesso a condições diferenciadas, como juros reduzidos. O Plano Safra 2025/2026 também oferece crédito para produção de mudas, reflorestamento e culturas de cobertura, que ajudam a preservar o solo entre uma safra e outra. Além disso, o governo prorrogou para o período de 1º de julho de 2025 a 30 de junho de 2026 a aplicação do desconto de 0,5 ponto percentual na taxa de juros das operações de crédito rural de custeio. A medida vale para produtores enquadrados no Pronamp e também para os demais produtores que investirem em atividades sustentáveis, com recursos equalizados e respeitados os limites definidos por cada instituição financeira para o ano agrícola.

Os programas Moderagro e Inovagro foram unificados para simplificar o acesso ao crédito e, com isso, houve aumento do limite disponível para investimentos em granjas, possibilitando que essas estruturas se mantenham sempre atualizadas em relação à sanidade animal. O programa de armazenagem (PCA) também foi ampliado. O limite de capacidade por projeto passou de 6 mil toneladas para 12 mil toneladas, o que contribui para melhorar a infraestrutura de estocagem e escoamento da produção rural. Outra novidade é o aumento do limite de renda para enquadramento no Pronamp, que passou de R$ 3 milhões para R$ 3,5 milhões por ano, permitindo que mais produtores tenham acesso às condições diferenciadas oferecidas pelo programa.

Os programas Moderagro e Inovagro foram unificados para simplificar o acesso ao crédito

Desastres relacionados às chuvas triplicaram no país entre 1991 e 2023

Regime pluviométrico deve aumentar 30% na região Sul até o fim deste século

As causas apontadas para a mudança no regime de chuvas em algumas regiões no Brasil são decorrentes também da pressão do aquecimento global na região polar

Entre os anos de 2020 e 2023, o Brasil passou por 7.539 desastres climáticos causados por chuvas intensas. O número revela aumento de 222,8% em relação aos eventos ocorridos ao longo de toda a década de 1990, quando foram registrados 2.335 episódios dessa natureza. São enxurradas, inundações, temporais e deslizamentos de solo, que, desde 2020, ocorreram com mais frequência e intensidade. Os dados são do relatório Temporadas das Águas: O Desafio Crescente das Chuvas Extremas, segundo estudo da série Brasil em Transformação, produzido pela Aliança Brasileira pela Cultura Oceânica e coordenado pelo Programa Maré de Ciência da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). De acordo com o pesquisador Ronaldo Christofoletti, que lidera a equipe do estudo, a partir de dados consolidados de longo prazo, os resultados apresentados revelam o que já vem ocorrendo. “A gente está trazendo dados do passado onde se mostra que já aumentou o número desse tipo de desastres climáticos, principalmente nas regiões Sudeste e Sul, onde a ciência já prevê mais intensidade de chuva”, disse Christofoletti.

Segundo o pesquisador, os dados também corroboram as projeções do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC), que apontam tendência de mudança no regime pluviométrico brasileiro, com aumento de 30% de chuvas nas regiões Sul e Sudeste e redução de até 40%, no Norte e Nordeste, até o fim deste século, em 2100. “Então, a gente começa a ver essas alterações no tempo e no espaço, e em alguns lugares vai chover muito, a ponto de causar desastres, onde muitas vezes nem esperado é. Como a gente já viu, e está vendo de novo, no Rio Grande do Sul, com muita água em muito pouco tempo. E depois, nós vamos ter regiões que já recebiam pouca água, como o sertão, que vai passar a receber menos chuva ainda”, explica.

O relatório detalha dados do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2ID) do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional no período de 1991 a 2023. Ao longo desses 32 anos, quando é aplicado um recorte para desastres climáticos causados por chuvas intensas, o número total de tais eventos é de 26.767. No período, 64% desses desastres foram de natureza hidrológica, dos quais as enxurradas foram as mais frequentes, representando mais da metade desse percentual (55%), seguida de inundações, que foram 35%. Os desastres causados por chuvas que tiveram natureza meteorológica representaram 31% das mais de 26 mil ocorrências nesse período. Os temporais somaram 75% desse percentual. Menos frequentes, os desastres de natureza geológica foram apenas 5% do total, sendo que 91% dos registros desse grupo foram casos de deslizamentos de solo.

Segundo Christofoletti, as causas apontadas para a mudança no regime de chuvas em algumas regiões no Brasil são decorrentes também da pressão do aquecimento global na região polar. “A alteração desse ciclo de chuva se dá basicamente pelo aumento de temperatura do ar, em função dos gases do efeito estufa, somado à variação na chegada das frentes frias, que, principalmente no Sudeste, Sul e Centro-Oeste do Brasil, é o que regula os períodos de chuva”, detalha. Ele acrescenta que o estudo, além de reunir dados que servirão como balizadores para o desenvolvimento de cidades e economias mais resilientes, traz reflexões sobre a integração de todo o planeta por meio dos diferentes biomas existentes. “Não é só sobre o bioma onde moro, seja Mata Atlântica, Amazônia ou Pantanal. O estudo diz, efetivamente, qual a importância das regiões polares, no caso, da Antártica, para o Brasil”, alerta.

Com ABR

Regime pluviométrico deve aumentar 30% na região Sul até o fim deste século

Desastres relacionados às chuvas triplicaram no país entre 1991 e 2023

Regime pluviométrico deve aumentar 30% na região Sul até o fim deste século

As causas apontadas para a mudança no regime de chuvas em algumas regiões no Brasil são decorrentes também da pressão do aquecimento global na região polar

Entre os anos de 2020 e 2023, o Brasil passou por 7.539 desastres climáticos causados por chuvas intensas. O número revela aumento de 222,8% em relação aos eventos ocorridos ao longo de toda a década de 1990, quando foram registrados 2.335 episódios dessa natureza. São enxurradas, inundações, temporais e deslizamentos de solo, que, desde 2020, ocorreram com mais frequência e intensidade. Os dados são do relatório Temporadas das Águas: O Desafio Crescente das Chuvas Extremas, segundo estudo da série Brasil em Transformação, produzido pela Aliança Brasileira pela Cultura Oceânica e coordenado pelo Programa Maré de Ciência da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). De acordo com o pesquisador Ronaldo Christofoletti, que lidera a equipe do estudo, a partir de dados consolidados de longo prazo, os resultados apresentados revelam o que já vem ocorrendo. “A gente está trazendo dados do passado onde se mostra que já aumentou o número desse tipo de desastres climáticos, principalmente nas regiões Sudeste e Sul, onde a ciência já prevê mais intensidade de chuva”, disse Christofoletti.

Segundo o pesquisador, os dados também corroboram as projeções do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC), que apontam tendência de mudança no regime pluviométrico brasileiro, com aumento de 30% de chuvas nas regiões Sul e Sudeste e redução de até 40%, no Norte e Nordeste, até o fim deste século, em 2100. “Então, a gente começa a ver essas alterações no tempo e no espaço, e em alguns lugares vai chover muito, a ponto de causar desastres, onde muitas vezes nem esperado é. Como a gente já viu, e está vendo de novo, no Rio Grande do Sul, com muita água em muito pouco tempo. E depois, nós vamos ter regiões que já recebiam pouca água, como o sertão, que vai passar a receber menos chuva ainda”, explica.

O relatório detalha dados do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2ID) do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional no período de 1991 a 2023. Ao longo desses 32 anos, quando é aplicado um recorte para desastres climáticos causados por chuvas intensas, o número total de tais eventos é de 26.767. No período, 64% desses desastres foram de natureza hidrológica, dos quais as enxurradas foram as mais frequentes, representando mais da metade desse percentual (55%), seguida de inundações, que foram 35%. Os desastres causados por chuvas que tiveram natureza meteorológica representaram 31% das mais de 26 mil ocorrências nesse período. Os temporais somaram 75% desse percentual. Menos frequentes, os desastres de natureza geológica foram apenas 5% do total, sendo que 91% dos registros desse grupo foram casos de deslizamentos de solo.

Segundo Christofoletti, as causas apontadas para a mudança no regime de chuvas em algumas regiões no Brasil são decorrentes também da pressão do aquecimento global na região polar. “A alteração desse ciclo de chuva se dá basicamente pelo aumento de temperatura do ar, em função dos gases do efeito estufa, somado à variação na chegada das frentes frias, que, principalmente no Sudeste, Sul e Centro-Oeste do Brasil, é o que regula os períodos de chuva”, detalha. Ele acrescenta que o estudo, além de reunir dados que servirão como balizadores para o desenvolvimento de cidades e economias mais resilientes, traz reflexões sobre a integração de todo o planeta por meio dos diferentes biomas existentes. “Não é só sobre o bioma onde moro, seja Mata Atlântica, Amazônia ou Pantanal. O estudo diz, efetivamente, qual a importância das regiões polares, no caso, da Antártica, para o Brasil”, alerta.

Com ABR

Regime pluviométrico deve aumentar 30% na região Sul até o fim deste século

BRDE apresenta novo plano estratégico para o período 2025-2030

Banco renova compromissos em favor do desenvolvimento da região Sul

BRDE elevará sua participação na execução de políticas públicas e na modelagem de PPPs

Principal instituição de fomento do Sul do Brasil, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) apresentou, nesta terça-feira (1) o seu novo planejamento estratégico para o período 2025-2030, que irá orientar a atuação nos próximos anos com foco na inovação, impacto social e no compromisso em impulsionar uma economia resiliente. O lançamento do novo plano estratégico também teve a presença do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, que destacou o alinhamento do planejamento do BRDE com as prioridades da região Sul. O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, e o governador em exercício do Paraná, Darci Piana, tiveram participação on-line no evento, realizado no Teatro Unisinos, em Porto Alegre.

Coube ao diretor-presidente do BRDE, Ranolfo Vieira Júnior, apresentar o novo conceito da missão do banco para os próximos cinco anos: Apoiar quem produz e transformar vidas. “Com base em valores que estão presentes na nossa instituição, a missão expressa o quanto acreditamos que o desenvolvimento econômico faz sentido se vier junto ao resultado social”, frisou Ranolfo. A partir do papel que desempenha em toda a região Sul, o BRDE definiu objetivos estratégicos em termos de fortalecimento e diversificação dos negócios e estabeleceu resultados que pretende alcançar ao longo dos próximos cinco anos. Além de fortalecer o agronegócio e ampliar a competitividade de diferentes cadeias produtivas, o banco vislumbra a região como polo de excelência em inovação e se compromete a impulsionar uma economia resiliente e ambientalmente sustentável. Neste sentido, entre os legados que se propõe, o novo plano destaca como importante avançar no desenvolvimento urbano e na resiliência das cidades.

Conforme o diretor de Planejamento, Leonardo Busatto, a atualização do plano estratégico mobilizou diferentes áreas do banco e traz um forte alinhamento com o projeto Visão Regional 2040. Financiado pelo próprio BRDE, o estudo estabelece ações de longo prazo para as políticas dos estados que integram o Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul), a partir de um diagnóstico que inclui o levantamento de investimentos previstos, o mapeamento de potencialidades e gargalos, além da definição de eixos prioritários de atuação, diretrizes, indicadores e metas para os próximos 15 anos. “O apoio a projetos de energias renováveis e a urgência de maior resiliência frente às mudanças climáticas são temas que se mostram vitais para toda a região e fazem parte das prioridades de atuação do BRDE”, pontuou Busatto.

Na apresentação que fez do novo mapa, ao lado de superintendentes das áreas técnicas do banco, Busatto salientou o compromisso em aumentar a participação do BRDE na execução de políticas públicas e na modelagem de parcerias público-privadas (PPPs). “Vamos avançar nas parcerias com o setor público, o que representa uma gestão eficiente, além de tornar nossas cidades mais resilientes”, ponderou. O novo planejamento fixou, igualmente, os compromissos em termos de excelência operacional e inovação, com foco na agilidade e qualidade dos processos. O banco também se comprometeu a progredir em termos da adoção de práticas ESG nas operações de crédito.

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Coube ao diretor-presidente do BRDE, Ranolfo Vieira Júnior, apresentar o novo conceito da missão do banco para os próximos cinco anos: Apoiar quem produz e transformar vidas. “Com base em valores que estão presentes na nossa instituição, a missão expressa o quanto acreditamos que o desenvolvimento econômico faz sentido se vier junto ao resultado social”, frisou Ranolfo. A partir do papel que desempenha em toda a região Sul, o BRDE definiu objetivos estratégicos em termos de fortalecimento e diversificação dos negócios e estabeleceu resultados que pretende alcançar ao longo dos próximos cinco anos. Além de fortalecer o agronegócio e ampliar a competitividade de diferentes cadeias produtivas, o banco vislumbra a região como polo de excelência em inovação e se compromete a impulsionar uma economia resiliente e ambientalmente sustentável. Neste sentido, entre os legados que se propõe, o novo plano destaca como importante avançar no desenvolvimento urbano e na resiliência das cidades.

Conforme o diretor de Planejamento, Leonardo Busatto, a atualização do plano estratégico mobilizou diferentes áreas do banco e traz um forte alinhamento com o projeto Visão Regional 2040. Financiado pelo próprio BRDE, o estudo estabelece ações de longo prazo para as políticas dos estados que integram o Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul), a partir de um diagnóstico que inclui o levantamento de investimentos previstos, o mapeamento de potencialidades e gargalos, além da definição de eixos prioritários de atuação, diretrizes, indicadores e metas para os próximos 15 anos. “O apoio a projetos de energias renováveis e a urgência de maior resiliência frente às mudanças climáticas são temas que se mostram vitais para toda a região e fazem parte das prioridades de atuação do BRDE”, pontuou Busatto.

Na apresentação que fez do novo mapa, ao lado de superintendentes das áreas técnicas do banco, Busatto salientou o compromisso em aumentar a participação do BRDE na execução de políticas públicas e na modelagem de parcerias público-privadas (PPPs). “Vamos avançar nas parcerias com o setor público, o que representa uma gestão eficiente, além de tornar nossas cidades mais resilientes”, ponderou. O novo planejamento fixou, igualmente, os compromissos em termos de excelência operacional e inovação, com foco na agilidade e qualidade dos processos. O banco também se comprometeu a progredir em termos da adoção de práticas ESG nas operações de crédito.

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Meta bate recorde na bolsa ao contratar especialistas em IA da OpenAI, Google e Anthropic

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