Archives Julho 2025

Arrecadação em maio atinge R$ 230 bilhões, recorde para o mês

Acumulado do ano em R$ 1,2 trilhão também é o maior da série histórica

Em relação a abril, houve recuo de 7,3% na arrecadação

A arrecadação federal no mês de maio alcançou R$ 230,1 bilhões. Esse resultado representa aumento de 7,6% em relação a maio de 2024, já descontada a inflação do período. Com esse patamar, a entrada de tributos nos cofres federais em maio foi a maior para o mês desde 1995, quando se inicia a série histórica da Receita Federal do Brasil (RFB).

A arrecadação de R$ 230 bilhões é composta por R$ 223,8 bilhões administrados pela Receita e R$ 6,4 bilhões administrados por outros órgãos. No pacote administrado pela Receita são incluídos tributos como imposto de renda de pessoas físicas e empresas, receita previdenciária, imposto sobre importação, sobre produtos industriais (IPI), imposto sobre operações financeiras (IOF), PIS/Cofins, entre outros. As receitas administradas por outros órgãos incluem rubricas como royalties e depósitos judiciais. A arrecadação no acumulado até maio também foi recorde, atingindo R$ 1,1 trilhão, o que representa aumento de 3,9% ante o mesmo período de 2024, também descontada a inflação.

Em relação a abril, houve recuo de 7,3% na arrecadação. Mas as comparações costumam ser feitas com períodos iguais (mesmo intervalo do ano anterior), para que o resultado não seja afetado por questões sazonais. A divulgação dos dados marca a retomada da apresentação regular pela Receita, após o fim da greve de servidores do órgão, este mês, que durava desde novembro do ano passado.

Com ABR

Acumulado do ano em R$ 1,2 trilhão também é o maior da série histórica

Emprego com carteira bate recorde no trimestre encerrado em maio

Mercado de trabalho está aquecido, nota IBGE

Total de empregados com carteira assinada no setor privado foi recorde, chegando a 39,8 milhões de pessoas

A taxa de desocupação no Brasil para o trimestre de março a maio de 2025 foi de 6,2%, uma redução de 0,6 ponto percentual em relação ao trimestre de dezembro de 2024 a fevereiro de 2025 (6,8%) e queda de 1 ponto percentual frente ao mesmo trimestre do ano anterior (7,1%). Já o contingente de trabalhadores com carteira assinada no setor privado atingiu patamar recorde (39,8 milhões), registrando estabilidade (0,8%) em relação ao trimestre anterior e crescendo 3,7% ante igual trimestre do ano passado. Outro destaque foi a quantidade de desalentados, com fortes quedas, de 10,6% comparada ao trimestre encerrado em abril, e de 13,1% ante o mesmo período de 2024. Os dados são da PNAD Contínua mensal, divulgada pelo IBGE.

A taxa composta de subutilização da força de trabalho (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação à força de trabalho ampliada) ficou em 14,9%, caindo 0,8 ponto percentual na comparação com o trimestre anterior (15,7%). Frente ao mesmo trimestre de 2024 também houve queda, de 1,9 ponto percentual. De março a maio de 2025, cerca de 6,8 milhões de pessoas estavam desocupadas no país. No confronto com o trimestre móvel anterior (dezembro de 2024 a fevereiro de 2025), no qual 7,5 milhões de pessoas não tinham ocupação, esse indicador recuou 8,6%, equivalente a menos 644 mil pessoas. Por outro lado, comparado a igual trimestre do ano anterior, quando existiam 7,8 milhões de pessoas desocupadas, houve recuo de 12,3%, uma redução de 955 mil pessoas desocupadas na força de trabalho.

“Os principais responsáveis para a redução expressiva da taxa de desocupação foram o aumento do contingente de ocupados, que cresceu 1,2 milhão de pessoas, naturalmente reduzindo a desocupação, além de taxas de subutilização mais baixas. Assim, semelhante às divulgações anteriores, o mercado de trabalho se mostra aquecido, levando à redução da mão-de-obra mais qualificada disponível e ao aumento de vagas formais”, explica William Kratochwill, analista da pesquisa.

A quantidade de pessoas ocupadas no trimestre encerrado em maio deste ano era de aproximadamente 103,9 milhões, avanço de 1,2% em relação ao trimestre anterior. Na comparação anual, quando havia no Brasil 101,3 milhões de pessoas ocupadas, ocorreu alta de 2,5% (mais 2,5 milhões de pessoas). O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar), por sua vez, atingiu 58,5%, expansão de 0,6 ponto percentual ante o trimestre de dezembro de 2024 a fevereiro de 2025 (58%). Confrontado ao mesmo trimestre do ano anterior (57,6%), esse indicador teve variação positiva de 1 ponto percentual.

Mercado de trabalho está aquecido, nota IBGE

Emprego com carteira bate recorde no trimestre encerrado em maio

Mercado de trabalho está aquecido, nota IBGE

Total de empregados com carteira assinada no setor privado foi recorde, chegando a 39,8 milhões de pessoas

A taxa de desocupação no Brasil para o trimestre de março a maio de 2025 foi de 6,2%, uma redução de 0,6 ponto percentual em relação ao trimestre de dezembro de 2024 a fevereiro de 2025 (6,8%) e queda de 1 ponto percentual frente ao mesmo trimestre do ano anterior (7,1%). Já o contingente de trabalhadores com carteira assinada no setor privado atingiu patamar recorde (39,8 milhões), registrando estabilidade (0,8%) em relação ao trimestre anterior e crescendo 3,7% ante igual trimestre do ano passado. Outro destaque foi a quantidade de desalentados, com fortes quedas, de 10,6% comparada ao trimestre encerrado em abril, e de 13,1% ante o mesmo período de 2024. Os dados são da PNAD Contínua mensal, divulgada pelo IBGE.

A taxa composta de subutilização da força de trabalho (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação à força de trabalho ampliada) ficou em 14,9%, caindo 0,8 ponto percentual na comparação com o trimestre anterior (15,7%). Frente ao mesmo trimestre de 2024 também houve queda, de 1,9 ponto percentual. De março a maio de 2025, cerca de 6,8 milhões de pessoas estavam desocupadas no país. No confronto com o trimestre móvel anterior (dezembro de 2024 a fevereiro de 2025), no qual 7,5 milhões de pessoas não tinham ocupação, esse indicador recuou 8,6%, equivalente a menos 644 mil pessoas. Por outro lado, comparado a igual trimestre do ano anterior, quando existiam 7,8 milhões de pessoas desocupadas, houve recuo de 12,3%, uma redução de 955 mil pessoas desocupadas na força de trabalho.

“Os principais responsáveis para a redução expressiva da taxa de desocupação foram o aumento do contingente de ocupados, que cresceu 1,2 milhão de pessoas, naturalmente reduzindo a desocupação, além de taxas de subutilização mais baixas. Assim, semelhante às divulgações anteriores, o mercado de trabalho se mostra aquecido, levando à redução da mão-de-obra mais qualificada disponível e ao aumento de vagas formais”, explica William Kratochwill, analista da pesquisa.

A quantidade de pessoas ocupadas no trimestre encerrado em maio deste ano era de aproximadamente 103,9 milhões, avanço de 1,2% em relação ao trimestre anterior. Na comparação anual, quando havia no Brasil 101,3 milhões de pessoas ocupadas, ocorreu alta de 2,5% (mais 2,5 milhões de pessoas). O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar), por sua vez, atingiu 58,5%, expansão de 0,6 ponto percentual ante o trimestre de dezembro de 2024 a fevereiro de 2025 (58%). Confrontado ao mesmo trimestre do ano anterior (57,6%), esse indicador teve variação positiva de 1 ponto percentual.

Mercado de trabalho está aquecido, nota IBGE

Gilberto Seleme é eleito presidente da Fiesc

Eleição confirmou unidade do setor industrial catarinense

Aguiar, Seleme e Odebrecht celebram a coesão do setor em torno da próxima gestão

O industrial Gilberto Seleme será o próximo presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc). Na eleição, realizada na sexta-feira (27), a chapa única, liderada pelo empresário, foi eleita com aprovação de 100% dos sindicatos de indústria que votaram. O primeiro vice-presidente será o industrial André Odebrecht. A mesa diretora da entidade será composta ainda pelos empresários Edvaldo Ângelo, Nivaldo Pinheiro, Marco Aurélio Alberton e Evair Oenning. A posse da nova diretoria será no dia 22 de agosto, em Florianópolis.

“Tivemos chapa única, construída por consenso de todos os sindicatos filiados à Fiesc. Isso mostra uma entidade unida e focada num só objetivo, que é o desenvolvimento de Santa Catarina, porque onde tem indústria tem desenvolvimento”, afirmou Seleme, após a divulgação do resultado. O presidente da Fiesc, Mario Cezar de Aguiar, também celebrou a coesão do setor. “O resultado da eleição mostra a nossa indústria unida e reconhece o trabalho da gestão que se encerra em agosto, da qual Gilberto fez parte como primeiro vice-presidente. Ficamos muito satisfeitos com o apoio dos sindicatos. Com uma indústria unida, Santa Catarina vai avançar cada vez mais”, afirmou Aguiar.

Perfil
Engenheiro civil, formado na PUC do Paraná e bacharel em Administração pela UnC-Caçador, Gilberto Seleme é empresário dos setores de madeira, couro, construção civil e do agronegócio. É o atual primeiro vice-presidente da Fiesc e tem destacada atuação na área social, empresarial e educacional. Também é diretor e delegado da Confederação Nacional da Indústria (CNI), membro do Conselho Estratégico da Fiesc; integrante da diretoria da Associação Empresarial de Caçador (Acic); membro do Sindicato da Indústria da Madeira de Caçador, do qual foi fundador e primeiro presidente; além de integrar o Conselho Consultivo do Hospital Maicé, de Caçador. Ao longo de sua trajetória, também foi membro da diretoria da Associação de Serviços Sociais Voluntários de Caçador (Bombeiros Voluntários); vice-presidente para a região Centro-Norte da Fiesc; integrante da diretoria da UnC-Caçador; e presidente da Fundação Universidade Alto Vale do Rio do Peixe – Funiarp, além de presidir seu conselho consultivo e ser membro do conselho curador da instituição.

Eleição confirmou unidade do setor industrial catarinense

Gilberto Seleme é eleito presidente da Fiesc

Eleição confirmou unidade do setor industrial catarinense

Aguiar, Seleme e Odebrecht celebram a coesão do setor em torno da próxima gestão

O industrial Gilberto Seleme será o próximo presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc). Na eleição, realizada na sexta-feira (27), a chapa única, liderada pelo empresário, foi eleita com aprovação de 100% dos sindicatos de indústria que votaram. O primeiro vice-presidente será o industrial André Odebrecht. A mesa diretora da entidade será composta ainda pelos empresários Edvaldo Ângelo, Nivaldo Pinheiro, Marco Aurélio Alberton e Evair Oenning. A posse da nova diretoria será no dia 22 de agosto, em Florianópolis.

“Tivemos chapa única, construída por consenso de todos os sindicatos filiados à Fiesc. Isso mostra uma entidade unida e focada num só objetivo, que é o desenvolvimento de Santa Catarina, porque onde tem indústria tem desenvolvimento”, afirmou Seleme, após a divulgação do resultado. O presidente da Fiesc, Mario Cezar de Aguiar, também celebrou a coesão do setor. “O resultado da eleição mostra a nossa indústria unida e reconhece o trabalho da gestão que se encerra em agosto, da qual Gilberto fez parte como primeiro vice-presidente. Ficamos muito satisfeitos com o apoio dos sindicatos. Com uma indústria unida, Santa Catarina vai avançar cada vez mais”, afirmou Aguiar.

Perfil
Engenheiro civil, formado na PUC do Paraná e bacharel em Administração pela UnC-Caçador, Gilberto Seleme é empresário dos setores de madeira, couro, construção civil e do agronegócio. É o atual primeiro vice-presidente da Fiesc e tem destacada atuação na área social, empresarial e educacional. Também é diretor e delegado da Confederação Nacional da Indústria (CNI), membro do Conselho Estratégico da Fiesc; integrante da diretoria da Associação Empresarial de Caçador (Acic); membro do Sindicato da Indústria da Madeira de Caçador, do qual foi fundador e primeiro presidente; além de integrar o Conselho Consultivo do Hospital Maicé, de Caçador. Ao longo de sua trajetória, também foi membro da diretoria da Associação de Serviços Sociais Voluntários de Caçador (Bombeiros Voluntários); vice-presidente para a região Centro-Norte da Fiesc; integrante da diretoria da UnC-Caçador; e presidente da Fundação Universidade Alto Vale do Rio do Peixe – Funiarp, além de presidir seu conselho consultivo e ser membro do conselho curador da instituição.

Eleição confirmou unidade do setor industrial catarinense

Industriais catarinenses recebem Ordem do Mérito

Fiesc destacou capacidade dos homenageados para vencer adversidades

“No Brasil, empreender é um ato de resistência.” Esse foi o tom do discurso feito pelo presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), Mario Cezar de Aguiar, durante a cerimônia de entrega da Ordem do Mérito Industrial na sexta-feira (27). Ao valorizar a trajetória dos seis homenageados, Aguiar destacou, além das vitórias e dos desafios enfrentados por cada um, as adversidades comuns entre todos que fazem negócios no Brasil: um ambiente hostil, com uma das maiores cargas tributárias do mundo, excesso de burocracia, insegurança jurídica e infraestrutura deficiente.”O empresário industrial não gera apenas resultados — ele cria condições para que milhares também possam trabalhar. Cada nova fábrica, cada novo produto, cada novo mercado aberto representa um ciclo de oportunidades para centenas de pessoas”, afirmou.

Aguiar lembrou dois dos principais entraves à competitividade: a infraestrutura e a qualificação profissional. “O baixo retorno de recursos federais tem efeito imediato sobre nossa infraestrutura. O estado não pode mais aceitar obras de baixa qualidade ou improvisos em projetos. Queremos rodovias de primeiro mundo, ferrovias modernas e logística compatível com nossa contribuição ao país”, salientou. Aguiar afirmou ainda que o Senai tem sido fundamental para enfrentar a falta de força de trabalho qualificada. Ele lembrou que três dos seis homenageados passaram pela instituição, onde potencializaram também sua capacidade empreendedora. Na cerimônia, foram homenageados Claudimar Bortolin, diretor da Torfresma Industrial; Gunter Knolseisen, fundador da Automatic Electric; Mirian Maria Bonissoni Giombelli Canfield, diretora-presidente do Grupo Ipumirim; Roberto Zagonel, CEO da Zagonel, e Viviane Cecilia Lunelli, presidente da Lunelli. Na ocasião, o presidente da Aurora Coop, Neivor Canton, recebeu a Ordem do Mérito Industrial da CNI, a comenda máxima da indústria nacional.

Neivor Canton, presidente da Aurora Coop e homenageado com a Ordem do Mérito da CNI, ressaltou a relevância da infraestrutura para o estado. “Para assegurar nossa competitividade, os alertas da Fiesc precisam ser ouvidos, especialmente no que toca à precariedade da nossa infraestrutura. Crescem as dificuldades para empreender, produzir e trabalhar no Brasil. A carga tributária só cresce, o excesso de normas e regulamentação engessa atividades e as deficiências de infraestrutura aumentam o custo Brasil”, destacou. O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), Cláudio Bier, representando o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, evidenciou a necessidade de ajuste nas contas públicas e redução da taxa de juros. “Os juros altos, as deficiências na infraestrutura, a falta de trabalhadores qualificados e a insegurança jurídica são apenas alguns dos entraves. Para reverter essa situação, a sociedade deve se unir em torno de ações que reduzam o Custo Brasil”, afirmou.

A industrial Viviane Lunelli, que discursou representando os homenageados, salientou que, apesar de as histórias dos agraciados serem únicas, todos compartilham a convicção de que investir na indústria é investir em pessoas e em um futuro mais transformador. “Uma das maiores formas de gerarmos inclusão é por meio da educação e da geração de emprego e renda”, afirmou. Neivor Canton, compartilhou o prêmio com os milhares de produtores rurais filiados e colaboradores da Aurora Coop, destacando a importância do espírito cooperativista e associativista para o desenvolvimento do estado. “Somos resultado da vocação coletiva para o trabalho, da formação humanista, do apego às tradições, do amor à terra, da ousadia em buscar soluções sem buscar pela mão protetora do estado”, disse.

Fiesc destacou capacidade dos homenageados para vencer adversidades

Industriais catarinenses recebem Ordem do Mérito

Fiesc destacou capacidade dos homenageados para vencer adversidades

“No Brasil, empreender é um ato de resistência.” Esse foi o tom do discurso feito pelo presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), Mario Cezar de Aguiar, durante a cerimônia de entrega da Ordem do Mérito Industrial na sexta-feira (27). Ao valorizar a trajetória dos seis homenageados, Aguiar destacou, além das vitórias e dos desafios enfrentados por cada um, as adversidades comuns entre todos que fazem negócios no Brasil: um ambiente hostil, com uma das maiores cargas tributárias do mundo, excesso de burocracia, insegurança jurídica e infraestrutura deficiente.”O empresário industrial não gera apenas resultados — ele cria condições para que milhares também possam trabalhar. Cada nova fábrica, cada novo produto, cada novo mercado aberto representa um ciclo de oportunidades para centenas de pessoas”, afirmou.

Aguiar lembrou dois dos principais entraves à competitividade: a infraestrutura e a qualificação profissional. “O baixo retorno de recursos federais tem efeito imediato sobre nossa infraestrutura. O estado não pode mais aceitar obras de baixa qualidade ou improvisos em projetos. Queremos rodovias de primeiro mundo, ferrovias modernas e logística compatível com nossa contribuição ao país”, salientou. Aguiar afirmou ainda que o Senai tem sido fundamental para enfrentar a falta de força de trabalho qualificada. Ele lembrou que três dos seis homenageados passaram pela instituição, onde potencializaram também sua capacidade empreendedora. Na cerimônia, foram homenageados Claudimar Bortolin, diretor da Torfresma Industrial; Gunter Knolseisen, fundador da Automatic Electric; Mirian Maria Bonissoni Giombelli Canfield, diretora-presidente do Grupo Ipumirim; Roberto Zagonel, CEO da Zagonel, e Viviane Cecilia Lunelli, presidente da Lunelli. Na ocasião, o presidente da Aurora Coop, Neivor Canton, recebeu a Ordem do Mérito Industrial da CNI, a comenda máxima da indústria nacional.

Neivor Canton, presidente da Aurora Coop e homenageado com a Ordem do Mérito da CNI, ressaltou a relevância da infraestrutura para o estado. “Para assegurar nossa competitividade, os alertas da Fiesc precisam ser ouvidos, especialmente no que toca à precariedade da nossa infraestrutura. Crescem as dificuldades para empreender, produzir e trabalhar no Brasil. A carga tributária só cresce, o excesso de normas e regulamentação engessa atividades e as deficiências de infraestrutura aumentam o custo Brasil”, destacou. O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), Cláudio Bier, representando o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, evidenciou a necessidade de ajuste nas contas públicas e redução da taxa de juros. “Os juros altos, as deficiências na infraestrutura, a falta de trabalhadores qualificados e a insegurança jurídica são apenas alguns dos entraves. Para reverter essa situação, a sociedade deve se unir em torno de ações que reduzam o Custo Brasil”, afirmou.

A industrial Viviane Lunelli, que discursou representando os homenageados, salientou que, apesar de as histórias dos agraciados serem únicas, todos compartilham a convicção de que investir na indústria é investir em pessoas e em um futuro mais transformador. “Uma das maiores formas de gerarmos inclusão é por meio da educação e da geração de emprego e renda”, afirmou. Neivor Canton, compartilhou o prêmio com os milhares de produtores rurais filiados e colaboradores da Aurora Coop, destacando a importância do espírito cooperativista e associativista para o desenvolvimento do estado. “Somos resultado da vocação coletiva para o trabalho, da formação humanista, do apego às tradições, do amor à terra, da ousadia em buscar soluções sem buscar pela mão protetora do estado”, disse.

Fiesc destacou capacidade dos homenageados para vencer adversidades

Contas de luz permanecem com bandeira tarifária vermelha em julho

Adicional é de R$ 4,46 a cada 100 kW/h consumidos

Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica

A bandeira tarifária para o mês de julho permanece vermelha patamar 1, a mesma sinalização que ocorreu em junho. Com isso, as contas de energia elétrica continuarão recebendo adicional de R$ 4,46 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a continuidade do cenário de chuvas abaixo da média em todo o país reduz a geração de energia por hidrelétricas. “Esse quadro tende a elevar os custos de geração de energia, devido à necessidade de acionamento de fontes mais onerosas para geração, como as usinas termelétricas”, explicou a Agência, em nota.

Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. “Com o acionamento da bandeira vermelha patamar 1, a Aneel reforça a importância da conscientização e do uso responsável da energia elétrica. A economia de energia também contribui para a preservação dos recursos naturais e para a sustentabilidade do setor elétrico como um todo”, sugere a Aneel.

Com ABR

Adicional é de R$ 4,46 a cada 100 kW/h consumidos

Contas de luz permanecem com bandeira tarifária vermelha em julho

Adicional é de R$ 4,46 a cada 100 kW/h consumidos

Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica

A bandeira tarifária para o mês de julho permanece vermelha patamar 1, a mesma sinalização que ocorreu em junho. Com isso, as contas de energia elétrica continuarão recebendo adicional de R$ 4,46 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a continuidade do cenário de chuvas abaixo da média em todo o país reduz a geração de energia por hidrelétricas. “Esse quadro tende a elevar os custos de geração de energia, devido à necessidade de acionamento de fontes mais onerosas para geração, como as usinas termelétricas”, explicou a Agência, em nota.

Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. “Com o acionamento da bandeira vermelha patamar 1, a Aneel reforça a importância da conscientização e do uso responsável da energia elétrica. A economia de energia também contribui para a preservação dos recursos naturais e para a sustentabilidade do setor elétrico como um todo”, sugere a Aneel.

Com ABR

Adicional é de R$ 4,46 a cada 100 kW/h consumidos

Pesquisa revela maiores salários nas médias empresas da região Sul

Levantamento realizado no primeiro semestre mostra que as remunerações mais elevadas concentram-se em áreas de tecnologia, engenharia e liderança comercial

Pesquisa considerou remuneração em médias empresas da região Sul

Os maiores salários nas médias empresas da região Sul estão concentrados em cargos nas áreas de tecnologia, engenharia e liderança comercial. Head de tecnologia (com salário médio de R$ 32 mil) lidera o ranking, seguido por gerente de operações comerciais, com R$ 26 mil, e gerente de projetos de TI, na terceira colocação, com R$ 22 mil. Os dados são de uma pesquisa da Icon Talent, empresa de recrutamento e inteligência em RH, referentes ao primeiro semestre de 2025.

A pesquisa foi realizada com base em processos seletivos da Icon Talent e pesquisas salariais especializadas em cidades como Curitiba, Joinville, Florianópolis e Porto Alegre. O levantamento considera empresas de médio porte (com faturamento entre R$ 50 milhões e R$ 200 milhões, e entre 100 e 500 colaboradores), abrangendo regimes CLT e PJ.

Christina Curcio, CEO da Icon Talent, explica que o cenário da remuneração está em transformação. “Algumas funções vêm se destacando com aumentos acima da média, impulsionadas pela escassez de talentos e pela alta demanda em setores estratégicos”, afirma a especialista. As funções na área de tecnologia, por exemplo, são o grande destaque. Entre os cinco cargos mais bem pagos, três pertencem ao segmento. O ranking completo ainda abrange os cargos de especialista em dados (IA), gerente de RH, engenheiro de software sênior, engenheiro de automação, executivo de contas enterprise (TI), analista financeiro sênior e coordenador de logística (confira a tabela abaixo).

Maiores aumentos salariais e tendências
A Icon Talent ainda elencou os seis cargos com maior aumento médio salarial no primeiro semestre de 2025 na região Sul. Em comparação com o mesmo período do ano anterior, as áreas de tecnologia, engenharia e vendas lideram novamente. O cargo de executivo de contas enterprise (TI) ocupa o topo, com aumento de 25% na média salarial. Na sequência aparecem gerente de projetos (TI), com 20% de aumento médio, e analista de segurança da informação, com 18%.

Neste ranking, três posições são ocupadas por cargos que também estão entre os mais bem pagos da região, e surgem três novidades: analista de segurança da informação (+18%), product manager (+16%) e coordenador de marketing digital (+15%). “Isso nos confirma que o cenário da remuneração tem áreas de destaque, que seguem crescendo, mas também que há uma transformação latente impulsionando outros segmentos”, opina Janaina Lima, COO da Icon Talent.

Com base nas pesquisas e processos seletivos da Icon Talent, as especialistas ainda apontam algumas tendências para o segundo semestre: Para elas, profissionais que se especializam em IA aplicada ao negócio devem ganhar bastante espaço no mercado de trabalho, assim como aqueles que buscam aperfeiçoamento em ESG e sustentabilidade corporativa, por exemplo. Já entre os setores que devem continuar impulsionando a busca por novos talentos estão: energia e utilities, agronegócio tech, cibersegurança e compliance digital.

Confira a tabela com os maiores aumentos salariais da região Sul no primeiro semestre:

Levantamento realizado no primeiro semestre mostra que as remunerações mais elevadas concentram-se em áreas de tecnologia, engenharia e liderança comercial

Pesquisa revela maiores salários nas médias empresas da região Sul

Levantamento realizado no primeiro semestre mostra que as remunerações mais elevadas concentram-se em áreas de tecnologia, engenharia e liderança comercial

Pesquisa considerou remuneração em médias empresas da região Sul

Os maiores salários nas médias empresas da região Sul estão concentrados em cargos nas áreas de tecnologia, engenharia e liderança comercial. Head de tecnologia (com salário médio de R$ 32 mil) lidera o ranking, seguido por gerente de operações comerciais, com R$ 26 mil, e gerente de projetos de TI, na terceira colocação, com R$ 22 mil. Os dados são de uma pesquisa da Icon Talent, empresa de recrutamento e inteligência em RH, referentes ao primeiro semestre de 2025.

A pesquisa foi realizada com base em processos seletivos da Icon Talent e pesquisas salariais especializadas em cidades como Curitiba, Joinville, Florianópolis e Porto Alegre. O levantamento considera empresas de médio porte (com faturamento entre R$ 50 milhões e R$ 200 milhões, e entre 100 e 500 colaboradores), abrangendo regimes CLT e PJ.

Christina Curcio, CEO da Icon Talent, explica que o cenário da remuneração está em transformação. “Algumas funções vêm se destacando com aumentos acima da média, impulsionadas pela escassez de talentos e pela alta demanda em setores estratégicos”, afirma a especialista. As funções na área de tecnologia, por exemplo, são o grande destaque. Entre os cinco cargos mais bem pagos, três pertencem ao segmento. O ranking completo ainda abrange os cargos de especialista em dados (IA), gerente de RH, engenheiro de software sênior, engenheiro de automação, executivo de contas enterprise (TI), analista financeiro sênior e coordenador de logística (confira a tabela abaixo).

Maiores aumentos salariais e tendências
A Icon Talent ainda elencou os seis cargos com maior aumento médio salarial no primeiro semestre de 2025 na região Sul. Em comparação com o mesmo período do ano anterior, as áreas de tecnologia, engenharia e vendas lideram novamente. O cargo de executivo de contas enterprise (TI) ocupa o topo, com aumento de 25% na média salarial. Na sequência aparecem gerente de projetos (TI), com 20% de aumento médio, e analista de segurança da informação, com 18%.

Neste ranking, três posições são ocupadas por cargos que também estão entre os mais bem pagos da região, e surgem três novidades: analista de segurança da informação (+18%), product manager (+16%) e coordenador de marketing digital (+15%). “Isso nos confirma que o cenário da remuneração tem áreas de destaque, que seguem crescendo, mas também que há uma transformação latente impulsionando outros segmentos”, opina Janaina Lima, COO da Icon Talent.

Com base nas pesquisas e processos seletivos da Icon Talent, as especialistas ainda apontam algumas tendências para o segundo semestre: Para elas, profissionais que se especializam em IA aplicada ao negócio devem ganhar bastante espaço no mercado de trabalho, assim como aqueles que buscam aperfeiçoamento em ESG e sustentabilidade corporativa, por exemplo. Já entre os setores que devem continuar impulsionando a busca por novos talentos estão: energia e utilities, agronegócio tech, cibersegurança e compliance digital.

Confira a tabela com os maiores aumentos salariais da região Sul no primeiro semestre:

Levantamento realizado no primeiro semestre mostra que as remunerações mais elevadas concentram-se em áreas de tecnologia, engenharia e liderança comercial

Lances de craque

Morre Ruy Carlos Ostermann, o mais polivalente dos comentaristas esportivos

“Pouca gente no esporte usa a faculdade de pensar com a lucidez e o equilíbrio de Ruy Carlos Ostermann”, escreveu Armando Nogueira (1927-2010). Morto na última sexta-feira 27, aos 90 anos, Ruy, de fato, distinguiu-se por conferir tratos elaborados à crônica de futebol, fazendo o jogo e seus bastidores parecerem maiores e mais interessantes do que à primeira vista. Diferentemente do próprio Armando, contudo, não era romântico nem saudosista; não estacionara na Copa de 1970, ápice da estética brasileira. Via mérito e beleza na disciplina tática, na estratégia e na imposição física, pois sabia que, em uma partida, confrontam-se múltiplas capacidades, e não só a habilidade técnica.

Foi, em retrospecto, o jornalista que marcou a transição da crônica esportiva literária, de Nelson Rodrigues e Armando Nogueira, para a estatístico-esquemática, de Paulo Vinícius Coelho . Da primeira, herdou o apreço pelo rebuscamento dado a elucubrações; à segunda, antecipou a capacidade analítica e o uso da informação como matéria-prima. Saía-se especialmente bem quando fazia do futebol um portal para reflexões e interesses diversos. Tanto que nunca pareceu um fanático pelo esporte, aquele que assiste a todos os jogos, memoriza datas, placares e personagens e, obtuso, faz da bola o seu planeta. Com Ruy, ao contrário, a bola conduzia ao planeta; era um caminho para observar a vida e compreendê-la. Não por acaso lecionou, ocupou cargos públicos e comandou em rádio e TV programas de assuntos variados: a polivalência do cérebro era o melhor recurso de que dispunha.

Seu estilo de falar e, especialmente, de escrever, são inapelavelmente datados – e aí vai uma constatação e um elogio. Ruy já não militava com regularidade no jornalismo há mais de uma década e, por isso, escapou da era de textos diminutos, locuções curtas e histrionismo influencer. Naquele que talvez tenha sido o melhor momento de sua carreira, lá pelos idos dos anos 1990, era conhecido e respeitado por colegas de Rio e São Paulo, mas praticamente desconhecido do grande público do centro do país – seu momento de maior destaque nacional, como debatedor de mesa-redonda da Globo na Copa de 1982, já distava no tempo. No fim de sua trajetória, foi participante fixo do programa de Galvão Bueno na TV a cabo. Mas jamais um comunicador popular fora daqui, como Galvão e outras figuras erigidas pelas emissoras paulistas e cariocas.

E nem como os atuais youtubers, dados a arroubos clubísticos, exageros verbais e encenações indignadas. Repare: os melhores comentaristas esportivos gaúchos são os mais sóbrios e ponderados, não revelam seus times de preferência e atuam nos veículos tradicionais; resistem bravamente à tentação caça-like e emprestam respeitabilidade ao ofício de falar e escrever sobre futebol.

Honram o legado de Ruy, portanto.

Morre Ruy Carlos Ostermann, o mais polivalente dos comentaristas esportivos

Lances de craque

Morre Ruy Carlos Ostermann, o mais polivalente dos comentaristas esportivos

“Pouca gente no esporte usa a faculdade de pensar com a lucidez e o equilíbrio de Ruy Carlos Ostermann”, escreveu Armando Nogueira (1927-2010). Morto na última sexta-feira 27, aos 90 anos, Ruy, de fato, distinguiu-se por conferir tratos elaborados à crônica de futebol, fazendo o jogo e seus bastidores parecerem maiores e mais interessantes do que à primeira vista. Diferentemente do próprio Armando, contudo, não era romântico nem saudosista; não estacionara na Copa de 1970, ápice da estética brasileira. Via mérito e beleza na disciplina tática, na estratégia e na imposição física, pois sabia que, em uma partida, confrontam-se múltiplas capacidades, e não só a habilidade técnica.

Foi, em retrospecto, o jornalista que marcou a transição da crônica esportiva literária, de Nelson Rodrigues e Armando Nogueira, para a estatístico-esquemática, de Paulo Vinícius Coelho . Da primeira, herdou o apreço pelo rebuscamento dado a elucubrações; à segunda, antecipou a capacidade analítica e o uso da informação como matéria-prima. Saía-se especialmente bem quando fazia do futebol um portal para reflexões e interesses diversos. Tanto que nunca pareceu um fanático pelo esporte, aquele que assiste a todos os jogos, memoriza datas, placares e personagens e, obtuso, faz da bola o seu planeta. Com Ruy, ao contrário, a bola conduzia ao planeta; era um caminho para observar a vida e compreendê-la. Não por acaso lecionou, ocupou cargos públicos e comandou em rádio e TV programas de assuntos variados: a polivalência do cérebro era o melhor recurso de que dispunha.

Seu estilo de falar e, especialmente, de escrever, são inapelavelmente datados – e aí vai uma constatação e um elogio. Ruy já não militava com regularidade no jornalismo há mais de uma década e, por isso, escapou da era de textos diminutos, locuções curtas e histrionismo influencer. Naquele que talvez tenha sido o melhor momento de sua carreira, lá pelos idos dos anos 1990, era conhecido e respeitado por colegas de Rio e São Paulo, mas praticamente desconhecido do grande público do centro do país – seu momento de maior destaque nacional, como debatedor de mesa-redonda da Globo na Copa de 1982, já distava no tempo. No fim de sua trajetória, foi participante fixo do programa de Galvão Bueno na TV a cabo. Mas jamais um comunicador popular fora daqui, como Galvão e outras figuras erigidas pelas emissoras paulistas e cariocas.

E nem como os atuais youtubers, dados a arroubos clubísticos, exageros verbais e encenações indignadas. Repare: os melhores comentaristas esportivos gaúchos são os mais sóbrios e ponderados, não revelam seus times de preferência e atuam nos veículos tradicionais; resistem bravamente à tentação caça-like e emprestam respeitabilidade ao ofício de falar e escrever sobre futebol.

Honram o legado de Ruy, portanto.

Morre Ruy Carlos Ostermann, o mais polivalente dos comentaristas esportivos

Sul abre mais de 230 mil postos formais até maio

O Paraná foi o terceiro estado que mais gerou empregos no Brasil no período

O Brasil superou a marca de um milhão de vagas de emprego com carteira assinada até maio

O Paraná foi o terceiro estado que mais gerou empregos no Brasil entre janeiro e maio, de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) na segunda-feira (30). No período, foram registrados 84.882 novos postos formais de trabalho, saldo de 921.638 admissões e de 836.756 desligamentos realizados ao longo dos cinco primeiros meses do ano. O saldo positivo de empregos registrado pelo Paraná só é menor do que o resultado de São Paulo, com 309.759 vagas criadas, e Minas Gerais, com 124.272 novos postos, que são os dois estados mais populosos do País. Após o Paraná, os estados com mais empregos criados foram Rio Grande do Sul (73.861), Santa Catarina (73.769) e Bahia (59.319). Entre janeiro e maio, a região Sul criou 232.512 novas vagas com carteira assinada.

O Brasil superou a marca de um milhão de vagas de emprego com carteira assinada até maio. São 1.051.244 de vagas geradas e saldo positivo nos cinco setores da economia avaliados. Nos últimos 12 meses, o acumulado é de 1,6 milhão de vagas. Só no mês de maio, foram quase 149 mil (148.992) postos de trabalho formais. O estoque, que representa o total de vínculos empregatícios formais ativos no país, superou o patamar de 48,2 milhões. É o maior da série histórica.

O Paraná foi o terceiro estado que mais gerou empregos no Brasil no período

Sul abre mais de 230 mil postos formais até maio

O Paraná foi o terceiro estado que mais gerou empregos no Brasil no período

O Brasil superou a marca de um milhão de vagas de emprego com carteira assinada até maio

O Paraná foi o terceiro estado que mais gerou empregos no Brasil entre janeiro e maio, de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) na segunda-feira (30). No período, foram registrados 84.882 novos postos formais de trabalho, saldo de 921.638 admissões e de 836.756 desligamentos realizados ao longo dos cinco primeiros meses do ano. O saldo positivo de empregos registrado pelo Paraná só é menor do que o resultado de São Paulo, com 309.759 vagas criadas, e Minas Gerais, com 124.272 novos postos, que são os dois estados mais populosos do País. Após o Paraná, os estados com mais empregos criados foram Rio Grande do Sul (73.861), Santa Catarina (73.769) e Bahia (59.319). Entre janeiro e maio, a região Sul criou 232.512 novas vagas com carteira assinada.

O Brasil superou a marca de um milhão de vagas de emprego com carteira assinada até maio. São 1.051.244 de vagas geradas e saldo positivo nos cinco setores da economia avaliados. Nos últimos 12 meses, o acumulado é de 1,6 milhão de vagas. Só no mês de maio, foram quase 149 mil (148.992) postos de trabalho formais. O estoque, que representa o total de vínculos empregatícios formais ativos no país, superou o patamar de 48,2 milhões. É o maior da série histórica.

O Paraná foi o terceiro estado que mais gerou empregos no Brasil no período