Archives Abril 2025

Estados podem aderir a nova renegociação de dívidas até 31 de dezembro

Propag oferece descontos em juros e financiamento em até 30 anos

O Propag permitirá aos estados ampliar o investimento em cerca de R$ 20 bilhões por ano

A partir desta terça-feira (15), os estados e o Distrito Federal podem aderir ao Programa de Pleno Pagamento da Dívida dos Estados (Propag), que prevê descontos em juros e financiamento do saldo das dívidas estaduais em até 30 anos.Em troca, os estados que aderirem vão aportar recursos para o Fundo de Equalização Federativa (FEF), que distribuirá dinheiro mesmo aos que não tiverem débitos com a União, para investimento em educação, segurança pública, saneamento, habitação, transportes e outras áreas.

Administrado pelo Banco do Brasil, o FEF terá 20% dos recursos partilhados conforme o inverso da dívida estadual (quem deve menos recebe mais), com os 80% restantes distribuídos conforme os critérios do Fundo de Participação dos Estados (FPE), usado para repartir os recursos do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados. Segundo Ceron, ainda não há estimativas de quanto o FEF arrecadará porque o montante dependerá de quantas unidades da Federação aderirem ao Propag. A ideia é que os estados pouco endividados e bons pagadores sejam recompensados com mais investimentos em educação, segurança e infraestrutura.

O Propag também permite que os estados amortizem até 20% do saldo devedor oferecendo ativos à União, como empresas estatais locais, royalties de petróleo, imóveis, créditos a receber e dívida ativa estadual ou distrital, entre outras. Em troca, os estados terão menos contrapartidas em investimentos diretos e poderão reduzir os aportes ao FEF. Sancionado no início do ano, o Propag foi regulamentado nesta-terça. Na ocasião, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou pontos que trariam impacto sobre o resultado primário (resultado das contas do governo sem os juros da dívida pública).

Em entrevista coletiva na segunda-feira (14), o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, disse que o Propag permitirá aos estados ampliar o investimento em cerca de R$ 20 bilhões por ano (em valores atuais). Assim como no caso da União, esses investimentos não devem impactar o resultado primário dos estados. Pelas regras do programa, explicou Ceron, em troca do valor que os estados poderão investir a mais, serão reduzidos os limites de crédito que os governos estaduais poderão pegar emprestados no sistema financeiro. Dessa forma, o impacto final do programa sobre os cofres estaduais será neutralizado. Todos os anos, o Conselho Monetário Nacional (CMN) estipula o limite de crédito que os estados e os municípios podem pegar emprestado. A redução dos limites de crédito precisa ser aprovada pelo conselho.

A União, informou Ceron, deixará de receber de R$ 20 bilhões a R$ 25 bilhões por ano (em valores atuais) em juros da dívida dos estados. O secretário, no entanto, esclareceu que o impacto sobre os cofres federais não afetará o resultado primário, resultado das contas do governo sem os juros da dívida pública e usado para apurar o cumprimento das metas fiscais. Segundo Ceron, o dinheiro que o governo federal não receber afetará operações financeiras que impactam a dívida pública líquida (diferença entre o que a União deve e tem a receber), sem ser contabilizado no resultado primário da União.

Apenas em alguns casos, em que estados oferecerem à União participação em ações de estatais locais para amortizar a dívida, haverá um impacto residual sobre o resultado primário. Isso porque o governo federal herdará lucros e prejuízos dessas empresas, aumentando ou reduzindo o déficit. Em janeiro, o Tesouro tinha informado que o Propag aumentaria a dívida pública federal em até R$ 105,9 bilhões de 2025 a 2029 no pior cenário, em que os estados não oferecerem ativos à União e não amortizarem os débitos. No melhor cenário, a União arrecadará até R$ 5,5 bilhões no mesmo período, caso os estados transfiram R$ 160 bilhões em ativos à União e amortizem a dívida nos primeiros cinco anos.

Com ABR

Propag oferece descontos em juros e financiamento em até 30 anos

Google vai redirecionar versões locais da Busca para o Google.com

O Google anunciou que, a partir de hoje, vai começar a redirecionar gradualmente os acessos feitos por seus domínios locais — como google.com.br, google.fr, google.ng, entre outros — diretamente para o endereço global: google.com. A mudança será feita aos poucos ao longo dos próximos meses e faz parte de uma atualização na forma como a […]O Google anunciou que, a partir de hoje, vai começar a redirecionar gradualmente os acessos feitos por seus domínios locais — como google.com.br, google.fr, google.ng, entre outros — diretamente para o endereço global: google.com. A mudança será feita aos poucos ao longo dos próximos meses e faz parte de uma atualização na forma como a […]

Catarinense Altenburg inaugura nova loja em Londrina

Operação é a terceira no modelo de franquia

Companhia prevê cinco novas lojas até o final do próximo mês

Com uma trajetória que ultrapassa quatro gerações, a Altenburg, fabricante de artigos para cama, banho e decoração para o lar, abriu as portas de sua nova loja, na cidade de Londrina, no Paraná, na terça-feira (8). A operação no Catuaí Shopping é a de número 21 da marca no Brasil, sendo a terceira franquia da empresa, que iniciou a implementação deste modelo de negócio no último ano e, desde então, vivencia um momento de forte expansão, com mais cinco novas lojas previstas para até o final do próximo mês. A Altenburg de Londrina tem à frente a empresária londrinense Inês Chimentão, já franqueada da marca em Maringá.

“Estamos animados para a abertura da nossa terceira loja no Paraná, a primeira nesta cidade de economia pujante, que tem o comércio como um dos principais pilares, para onde já olhávamos há algum tempo”, ressalta o presidente da empresa, Tiago Altenburg. A empresa familiar catarinense tem 103 ano e é considerada uma das maiores indústrias têxteis do país. É responsável pela geração de cerca de dois mil empregos diretos, a partir de suas quatro plantas, sendo três no Brasil e uma no Paraguai, dos mais de dez mil pontos de venda.

Operação é a terceira no modelo de franquia

Marcas que não marcam

Incorporadoras começam, finalmente, a assinar seus empreendimentos

Responda rápido: quem construiu o prédio em que você mora? Se você, assim como eu, reside em um apartamento relativamente antigo, provavelmente não saberá. Primeiro, porque até meados da década de 1990 o mercado imobiliário era bem mais fragmentado e contava com muitas companhias pequenas e pouco conhecidas. Segundo, porque é bastante plausível que você tenha adquirido o imóvel do proprietário anterior, sem nunca ter tido contato com a empresa que o ergueu. E, terceiro e mais importante, porque historicamente incorporadoras não costumavam assinar seus empreendimentos – até agora, pelo menos.

Grassa pela capital e pelo litoral gaúchos edifícios com a logomarca das companhias que os conceberam e os tiraram do chão. A identificação consta geralmente no alto das construções, sob a forma de placas, luminosos ou letreiros, de modo a fazer saber, àqueles que contemplam a cidade de cima, quem fez o quê e onde. Arquitetos e urbanistas podem considerar uma novidade de mau gosto, mas marqueteiros, jamais. Afinal, prédios eram até agora uns dos poucos produtos que não vinham com a marca de quem os “fabricou”.

Mas não os únicos. Itens de casa, como móveis e objetos de decoração, continuam assim. Até porque seria um contrassenso estético exibir símbolos em sofás, mesas, abajures e tantos outros artigos cuja missão é embelezar um local, e não transformá-lo em vitrine. Outros, como eletrônicos ou elétricos, ficam num meio-termo: ventiladores de teto e ares-condicionados apresentam a logode maneira discreta.

Por quê? Bem, móveis e imóveis costumam ser avaliados conforme suas qualidades de procura, isto é, localização, espaço, preço, dimensões e aparência, e não tanto credenciais (a empresa que os produziu). Claro que deter uma reputação é importante, pois experiências são julgadas no decorrer da utilização e podem fomentar o boca-a-boca positivo e, com alguma sorte, inclinar à fidelização. Mas nada além disso: ninguém vai morar num bairro de que não gosta por simpatia pela construtora, nem escolher um sofá que mal cabe na sala por lealdade ao moveleiro. Vale mais o investimento em produto do que em branding institucional, embora este nunca deva ser negligenciado, evidentemente.

Paisagem urbana à parte, quem tem orgulho do que faz, carimba a sua obra. E se as incorporadoras pioneiras dos prédios assinados depararem com queixas de concorrentes a respeito dessa prática, podem se inspirar numa historinha do mercado publicitário dos anos 1990 para respondê-las.

Foi nesta década que a W/Brasil começou a assinar os comerciais de TV de seus clientes, exibindo seu nome nos primeiros dois segundos da peça. Mimetizava, assim, um costume dos anúncios de mídia impressa, em que a indicação da criadora do reclame costuma(va) constar na lateral direita, perpendicular à página. Roberto Duailibi, da DPZ, reprovou a ideia e disse que não a adotaria. Washington Olivetto não perdeu a oportunidade: “se eu fizesse as campanhas que a DPZ anda fazendo, também não as assinaria…”.

Incorporadoras começam, finalmente, a assinar seus empreendimentos

South Summit une universidades e empresas

Programa Doutor Empreendedor foi uma das iniciativas do South Summit

O Doutor Empreendedor conecta pesquisadores e doutores ao universo da inovação e do empreendedorismo

O programa Doutor Empreendedor foi uma das iniciativas lançadas durante o South Summit em Porto Alegre. A iniciativa é da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs) e do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do RS (Sebrae/RS). O programa oferecerá até R$ 246,5 mil por projeto. A proposta busca fomentar o desenvolvimento de produtos ou processos inovadores por doutores.

O Doutor Empreendedor conecta pesquisadores e doutores ao universo da inovação e do empreendedorismo. Em sua terceira edição, o programa expande seu alcance e impacto, fortalecendo o ecossistema de ciência, tecnologia e inovação, com o propósito de transformar pesquisas em soluções concretas para os desafios do mercado. O anúncio do Doutor Empreendedor foi realizado em um painel que contou com a participação do diretor-presidente da Fapergs, Odir Dellagostin, do especialista em projetos de inovação do Sebrae/RS, Gustavo Moreira, e da doutora empreendedora Lídia Fiuza, CEO da Prospectabio e participante da segunda edição do programa.

Dellagostin mencionou que esta edição é a mais expressiva de todas em volume de recursos, com futuros resultados em benefício da sociedade. “O Doutor Empreendedor reforça nosso compromisso com a transformação do conhecimento científico em soluções inovadoras para a sociedade. Queremos que nossos doutores levem a pesquisa além da academia, gerando impacto real no mercado e no desenvolvimento do Rio Grande do Sul”, destacou. Para Moreira, o programa permite o aprimoramento de uma visão de negócios. “É muito importante que o projeto possa demonstrar que é viável tecnicamente, economicamente e, principalmente, gerar inovação e resultados”, ressaltou. A empreendedora Lídia relatou a sua experiência com o programa. “Tirar a ideia do papel e trazer para o mercado é um desafio para o doutor. Daí a importância de se estudar o edital e pensar sempre na aplicação do conhecimento gerado”, salientou.

O investimento total será de R$ 12,6 milhões, sendo R$ 12,3 milhões provenientes do orçamento da Fapergs e R$ 323 mil aportados pelo Sebrae/RS na forma de serviços prestados. O programa terá duração máxima de 24 meses. Cada projeto de pesquisa poderá receber até R$ 246,5 mil. Mais informações podem ser obtidas através do e-mail: dec@fapergs.rs.gov.br. As inscrições vão até 27 de junho. 

Programa Doutor Empreendedor foi uma das iniciativas do South Summit

Dipesul Volvo inaugura nova concessionária em Passo Fundo

Operação recebeu investimento de aproximadamente R$ 13 milhões

A unidade de Passo Fundo integra a rede de oito concessionárias da Dipesul no Rio Grande do Sul

A Dipesul, concessionária Volvo Caminhões e Ônibus, inaugurou na terça-feira (8) a sua nova concessionária em Passo Fundo. Localizada estrategicamente na BR-285, a nova casa ocupa um terreno de mais de 14 mil metros quadrados, com uma área construída de 3.607 metros quadrados. A Dipesul investiu aproximadamente R$ 13 milhões na nova unidade, que foi projetada para receber a concessionária especializada no mercado de caminhões pesados, semipesados e vocacionais (veículos off-road, madeireiros, mineração e canavieiros) para atender os clientes de Passo Fundo e da região com toda a linha de produtos e serviços da marca. A unidade de Passo Fundo integra a rede de oito concessionárias da Dipesul no Rio Grande do Sul. “Estamos muito felizes em entregar esse novo espaço, amplo, moderno e com localização estratégica, para os nossos clientes e parceiros da região de Passo Fundo”, afirma Fabiano Todeschini, diretor-executivo da Dipesul.

A cidade de Passo Fundo se destaca como um importante polo econômico no Rio Grande do Sul, sendo a terceira maior exportadora do estado. A região possui uma economia diversificada, com forte participação dos setores industrial, comercial e de agronegócio. A nova concessionária Dipesul Passo Fundo faz parte da estratégia de expansão e fortalecimento da rede Volvo no Brasil, que atualmente conta com 107 unidades distribuídas pelo país. Diversas casas estão sendo reformadas, ampliadas e realocadas para locais de fácil acesso. “Em 2025, serão R$ 56 milhões de investimentos na rede”, antecipa Alcides Cavalcanti, diretor-executivo da Volvo Caminhões.

Operação recebeu investimento de aproximadamente R$ 13 milhões

Google corrige falhas graves no Android que já estavam sendo usadas por hackers

O Google liberou uma atualização de emergência para dispositivos Android que corrige duas falhas de segurança extremamente graves, já utilizadas por cibercriminosos em ataques reais. As brechas, identificadas como CVE-2024-53197 e CVE-2024-53150, permitem que hackers assumam o controle do aparelho sem que o usuário precise clicar em nada. Segundo o Google, uma dessas falhas já […]O Google liberou uma atualização de emergência para dispositivos Android que corrige duas falhas de segurança extremamente graves, já utilizadas por cibercriminosos em ataques reais. As brechas, identificadas como CVE-2024-53197 e CVE-2024-53150, permitem que hackers assumam o controle do aparelho sem que o usuário precise clicar em nada. Segundo o Google, uma dessas falhas já […]

Adeus, don Mario

Meu último post sobre Mario Vargas Llosa, falecido neste domingo

Tanto quanto o escritor, o pensador que é Mario nos aproxima ainda mais

Madrid, Natal de 2024

1 – Uns dizem que ele já se foi para o Peru e que não pretende mais morar aqui em Madrid. Outros dizem que isso se deve a problemas com o Fisco espanhol, que arranja encrenca com todo mundo que faz algum sucesso. Seja como for, eu gostaria de ter uma hora de conversa com Vargas Llosa antes que isso se torne impossível. Perdi umas chances; não queria perder a derradeira.

2 – Há mais de meio século que leio tudo o que ele escreve. Em certa medida, o tenho como maior do que Garcia Márquez. Percebi o quanto ele havia me marcado quando fui ao Peru pela primeira vez, em 1982. Quando cheguei a Lima, como por encanto, eu estava em casa: Miraflores, San Isidro e a Avenida Colmena eram uma extensão do meu mundo.

3 – Tanto quanto o escritor, o pensador que é Mario nos aproxima ainda mais. Desde sua malograda candidatura a Presidente do Peru, acompanho com fascínio como sua trajetória me influenciou e, em certa medida, se aproxima à minha na defesa de um credo marcadamente liberal na economia. À esquerda da direita e à direita da esquerda, estamos longe de ser neutros. 

4 – Acho ultrajante que a morte vá levá-lo qualquer hora dessas, se é que não me levará antes dele. Como pode um homem de tanto gabarito, um pensador tão lucido e um escritor de tantos recursos se despedir da vida como o mais comum dos mortais? Por vivo que permaneça em nossas memórias, a velhice de um sujeito que se cuidou muito desfere o recado inexorável da finitude.

5 – Nesta Madrid domingueira, de “puchero” e charuto, de vinho e recolhimento, penso nele e me acomete uma vontade irrefreável de reler alguns dos seus livros todos uma espécie de clássicos. Vida longa a Don Mario, ao Marito de “Tia Julia e o Escrevinhador”. Tentei falar com Álvaro, filho dele, um homem culto, divertido e irreverente, mas não tive sucesso. Se quem me lê é amigo dele, avise. É bem verdade que gente do quilate dele, não morre nunca. 

6 – Adeus, don Mario.

Meu último post sobre Mario Vargas Llosa, falecido neste domingo

Superposição quântica: Fenômeno que o Google celebra em seu Doodle hoje

Nesta quarta-feira, 14 de abril, o Google homenageia o Dia Mundial Quântico com um Doodle animado que explica um dos princípios mais fascinantes da física moderna: a Superposição Quântica. A data não foi escolhida por acaso – ela representa os três primeiros dígitos da constante de Planck (4,14), um valor fundamental na mecânica quântica que […]Nesta quarta-feira, 14 de abril, o Google homenageia o Dia Mundial Quântico com um Doodle animado que explica um dos princípios mais fascinantes da física moderna: a Superposição Quântica. A data não foi escolhida por acaso – ela representa os três primeiros dígitos da constante de Planck (4,14), um valor fundamental na mecânica quântica que […]

Syrah do DF possui até quatro vezes mais resveratrol que vinhos franceses

Essa foi uma das conclusões de um estudo inédito que contou com a participação de pesquisadoras da região Sul

A Vinícola Brasília, criada em 2019, já comercializa rótulos reconhecidos e, no ano passado, inaugurou seu complexo vitivinícola

Vinhos produzidos no Cerrado de Altitude, no Distrito Federal, têm surpreendido especialistas do setor ao apresentarem concentração excepcional de compostos fenólicos, quando comparados com rótulos consagrados da França, Itália, Espanha, Austrália, Argentina e África do Sul. A constatação vem de uma pesquisa recente e inédita coordenada por Rafael Lavrador Sant Anna, do Instituto Federal de Brasília (IFB), em parceria com as pesquisadoras Caroline Dani e Fernanda Spinelli. A pesquisa avaliou as safras de 2022 e 2023 da variedade Syrah, uva símbolo da produção local. Os vinhos brasilienses demonstraram concentração excepcional de compostos fenólicos e antioxidantes, fatores determinantes para a estrutura, longevidade e complexidade aromática da bebida. Os dados foram comparados com padrões internacionais, utilizando protocolos reconhecidos pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), sediada em Dijon, na França, responsável por estabelecer e manter padrões para a indústria vinícola no mundo inteiro.

“Os resultados foram tão expressivos que refizemos os testes. Os índices de resveratrol e outros compostos estavam acima do esperado, superando vinhos de regiões tradicionais”, conta Sant Anna, coordenador do estudo. Os compostos fenólicos presentes em maior quantidade nos vinhos brasilienses também oferecem benefícios à saúde. O resveratrol atua na prevenção de doenças cardiovasculares e neurodegenerativas, enquanto as antocianinas fortalecem o sistema imunológico e a microbiota intestinal. As catequinas, por sua vez, têm ação antioxidante e anti-inflamatória, ajudando a retardar o envelhecimento celular.

As análises foram realizadas em laboratório especializado de Caxias do Sul (RS), único no país capaz de aplicar os rigorosos padrões internacionais. Os pesquisadores também destacam a importância da adaptação da Syrah ao solo do Distrito Federal, principalmente com o uso da técnica da dupla poda, que favorece o amadurecimento ideal da uva no inverno. Com essas concentrações, os vinhos do Cerrado garantem não apenas uma cor marcante e identidade varietal autêntica, mas também alta qualidade técnico-científica, com potencial para reconhecimento internacional e futura Indicação Geográficas (IG). O presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal, Marco Antônio Costa Júnior, destaca a conclusão do estudo. “Essa pesquisa comprova que Brasília não apenas entrou no mapa da vitivinicultura nacional — ela já pode ser considerada referência internacional. O Cerrado brasileiro tem mostrado um potencial surpreendente”, afirma.

Primeira IG técnica do Brasil
A equipe de pesquisadores já pensa na construção da primeira Indicação Geográfica (IG) brasileira com base em critérios laboratoriais e não apenas sensoriais. A ideia é utilizar os compostos fenólicos como elementos técnicos para garantir a autenticidade e rastreabilidade da produção. “Queremos que Brasília seja pioneira no país ao adotar uma IG que considere dados bioquímicos. Isso traria mais segurança ao consumidor e agregaria valor ao produto local”, defende Sant Anna. A proposta já foi apresentada à Vinícola Brasília, uma das principais produtoras da região, e pode ser viabilizada com novos editais de fomento. O resultado atual é fruto de uma trajetória iniciada há mais de 20 anos. Pesquisadores mineiros identificaram no Cerrado um ambiente favorável à vitivinicultura de qualidade, especialmente com o uso da técnica da dupla poda, trazida pelo pesquisador Murilo Albuquerque Regina, da Epamig. Essa técnica permite colher uvas no inverno, em condições ideais de maturação. No ano seguinte, a FAPDF investiu no projeto Desenvolvimento de tecnologias para o fomento da vitivinicultura no DF e Ride, conhecido como Vinhas Brasília, coordenado pela professora Márcia Terezinha Longen Zindel, da Universidade de Brasília (UnB). O projeto estruturou a cadeia produtiva local e impulsionou o enoturismo, consolidando Brasília como nova fronteira do vinho nacional. A Vinícola Brasília, criada em 2019, já comercializa rótulos reconhecidos e, em 2024, inaugurou seu complexo vitivinícola. A Syrah, uva rústica e de alta produtividade, mostrou ser a mais adaptada ao Cerrado.

Destaques técnicos dos resultados
A pesquisa revelou dados surpreendentes. Com maior concentração de antocianinas, os vinhos do Cerrado garantem cor intensa e identidade varietal única, superando Syrahs de grandes regiões da França e Alemanha. O Syrah do Distrito Federal possui até quatro vezes mais resveratrol que vinhos franceses e italianos renomados, por exemplo. O estudo também comprovou que os taninos do Distrito Federal são mais concentrados que em vinhos clássicos do Vale do Rhône e Rioja, garantindo maior estrutura e intensidade. Confira.

Resveratrol (antioxidante ligado à saúde cardiovascular e longevidade):
Syrah do DF: até 12,08 mg/L
Barossa Valley (Austrália): 3,85 mg/L
Médoc/Bordeaux (França): 2,9 mg/L
Toscana (Itália): 3,2 mg/L

Catequinas e Epicatequinas (taninos que conferem estrutura e corpo ao vinho):
Syrah do DF: 49,70 mg/L
África do Sul: até 17,76 mg/L
Vale do Rhône (França): cerca de 20 mg/L
Espanha (Rioja, Priorat): entre 18 mg/L e 25 mg/L

Antocianinas (responsáveis pela cor intensa e identidade varietal):
Syrah do DF: Malvidina: 17,90 mg/L; Cianidina: 46,84 mg/L e Delfinidina: 14,92 mg/L
França (Hermitage e Côte Rôtie): Malvidina entre 8,5 mg/L e 11 mg/L
Argentina: Malvidina até 9,75 mg/L; Cianidina até 10,8 mg/L; Delfinidina até 22 mg/L

Essa foi uma das conclusões de um estudo inédito que contou com a participação de pesquisadoras da região Sul

Как вызвать девушку по вызову в отель: особенности, способы и риски

Интим досуг становится все более востребованным в современном обществе, и вызов девушки на дом или в отель – один из способов провести время с удовольствием. Но как правильно организовать такое свидание? Как избежать неприятных сюрпризов и обеспечить безопасность как для себя, так и для партнерши? Давайте более подробно рассмотрим особенности, способы и риски вызова девушки по вызову в отель.

Особенности вызова девушки по вызову

Вызов awesomewm.ru/out-girls девушки по вызову – это часто выбираемый способ для тех, кто хочет организовать приятный вечер без лишних хлопот. Основные особенности этого сервиса:

1. Анонимность. Чаще всего вам не нужно предоставлять свои личные данные для заказа услуги.

2. Разнообразие выбора. Существует множество агентств и индивидуалок, среди которых можно найти подходящую партнершу для вечера.

3. Гибкость. Вы можете выбрать удобное для вас время и место встречи.

Преимущества вызова девушки по вызову в отель

Встреча в отеле – это удобный вариант для тех, кто ценит приватность и комфорт. Преимущества вызова девушки в отель:

– Конфиденциальность. Встреча будет проходить в отдельной обстановке, где никто не потревожит вас.

– Уют. Отель обеспечивает комфортные условия для проведения вечера.

– Безопасность. Персонал отеля следит за безопасностью гостей.

Способы вызова девушки по вызову в отель

Существует несколько способов вызвать девушку по вызову в отель:

1. Через агентство. Многие агентства предлагают услуги по вызову девушек на дом или в отель.

2. Через платформы знакомств. Современные приложения и сайты знакомств также предоставляют возможность найти партнершу для вечера.

3. Самостоятельный поиск. Вы можете найти контакты индивидуалок в социальных сетях или специализированных сайтах.

Риски вызова девушки по вызову в отель

Как и в любом виде сервиса, существуют риски при вызове девушки в отель:

– Недобросовестные исполнительницы. Не всегда можно быть уверенным в честности и профессионализме партнерши.

– Скрытые камеры. Необходимо быть бдительным и проверять помещение на предмет скрытых камер.

– Нелегальное проституирование. В некоторых случаях услуги могут оказываться нелегальными.

Как обезопасить себя при вызове девушки в отель

Для того чтобы минимизировать риски и обеспечить безопасность во время встречи с девушкой в отеле, следует соблюдать несколько простых правил:

1. Проверьте репутацию. Перед заказом услуги изучите отзывы о партнерше.

2. Не передавайте личные данные. Не доверяйте свои личные данные и банковские реквизиты.

3. Будьте внимательны. В случае подозрений или недопониманий, лучше отказаться от встречи.

Где можно найти проверенные агентства для вызова девушки в отель

Для того чтобы избежать неприятных ситуаций, лучше обращаться к проверенным агентствам и сайтам:

– Окажется услуги сопровождения поездок.

– golden-lines.ru – интернет-агентство развлечений и отдыха.

Вывод

Вызов девушки по вызову в отель – это неплохой вариант для проведения интимного вечера. Однако необходимо помнить об особых особенностях данного сервиса, рисках и способах обезопасить себя. Правильный выбор агентства или исполнительницы поможет вам избежать неприятностей и насладиться временем в отеле на максимум.

China eleva tarifas sobre os EUA para 125%

Gigante asiático diz não temer desdobramentos da guerra comercial

“A imposição sucessiva de tarifas excessivamente altas à China pelos Estados Unidos tornou-se nada mais do que um jogo de números”, destacou o Ministério do Comércio chinês

O governo chinês anunciou nesta sexta-feira (10) que elevará as tarifas sobre todos os produtos dos Estados Unidos de 84% para 125% a partir de sábado (12). A China também afirmou que pretende ignorar quaisquer aumentos adicionais anunciados pelos Estados Unidos. O anúncio foi feito pelo Ministério das Finanças depois que Casa Branca disse que as tarifas sobre produtos chineses subiram para 145% este ano. “A imposição sucessiva de tarifas excessivamente altas à China pelos Estados Unidos tornou-se nada mais do que um jogo de números, sem real significado econômico. Isso apenas expõe ainda mais a prática americana de usar tarifas como arma para intimidação e coerção, transformando-se em uma piada”, destacou o Ministério do Comércio chinês.

Em sua primeira manifestação pública sobre o tema, o presidente da China, Xi Jinping, declarou que o país “não teme” os desdobramentos da guerra comercial com os Estados Unidos. “Por mais de 70 anos, o desenvolvimento da China se baseou em autossuficiência e trabalho árduo. Nunca em esmolas de terceiros, e ela não teme nenhuma repressão injusta”, afirmou. Após anunciar uma ampla gama de tarifas “recíprocas” no dia 2 de abril, o presidente Donald Trump suspendeu no início desta semana a maioria dessas taxas por um período de 90 dias, mantendo apenas uma tarifa base de 10% sobre os países afetados. A China, porém, não foi beneficiada.

Gigante asiático diz não temer desdobramentos da guerra comercial

Confiança da indústria cai para o menor patamar em quase cinco anos

É o pior resultado desde julho de 2020

A falta de confiança dos industriais reflete a desaceleração da atividade econômica e a desvalorização do real

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) diminuiu 1,2 ponto entre março e abril, passando de 49,2 pontos para 48 pontos. Trata-se do patamar mais baixo para o indicador desde julho de 2020 – período em que o setor lidava com os efeitos da pandemia de Covid-19, informa levantamento divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta sexta-feira (11). Com isso, o pessimismo aumentou entre os empresários industriais. O ICEI caiu em cinco dos últimos sete meses, acumulando recuo de 5,2 pontos no período. Em 2025, os industriais brasileiros ainda não demonstraram confiança, aponta a CNI.

Claudia Perdigão, especialista em políticas e indústria da CNI, acredita que a falta de confiança dos industriais reflete a desaceleração da atividade econômica e a desvalorização do real.Ela pontua que a retomada do otimismo passa por fatores internos e externos. “Em um primeiro momento, precisa haver uma descompressão da política monetária, porque os juros altos pesam sobre a economia. Também é importante aguardar a estabilização do cenário internacional, que está mais conturbado. São temores que afetam a capacidade do industrial investir”, avalia.

Um dos dois subíndices do ICEI, o das condições atuais, que compara o cenário de momento com o observado há seis meses, caiu de 44 pontos para 42,7 pontos. O resultado se deve, principalmente, à piora da avaliação dos empresários sobre a economia do país, embora a percepção deles a respeito das próprias empresas também tenha piorado. Já o índice de expectativas, que contrasta o cenário de momento com o esperado daqui a seis meses, recuou de 51,8 pontos para 50,7 pontos, em abril. Isso significa que as perspectivas dos empresários continuam positivas, embora em menor patamar do que em março. O recuo do índice ocorre, sobretudo, por conta da deterioração das expectativas dos industriais para o futuro da economia, ao passo em que as perspectivas para os próprios negócios seguem otimistas.

É o pior resultado desde julho de 2020

Atividade econômica cresce 0,4% em fevereiro

Em 12 meses, indicador é positivo em 3,8%

Na comparação com fevereiro de 2024, houve crescimento de 4,1%

Pelo segundo mês seguido, a atividade econômica brasileira cresceu em fevereiro deste ano, de acordo com informações divulgadas nesta sexta-feira (11) pelo Banco Central (BC). O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) registrou alta de 0,4% em fevereiro em relação ao mês anterior, considerando os dados dessazonalizados (ajustados para o período). No mês, o IBC-Br atingiu 108,8 pontos. Na comparação com fevereiro de 2024, houve crescimento de 4,1% (sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais). No acumulado em 12 meses, o indicador também ficou positivo em 3,8%.

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica do país e ajuda o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,25% ao ano. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade de setores da economia – indústria, comércio e serviços e agropecuária –, além do volume de impostos. A Selic é o principal instrumento do BC para alcançar a meta de inflação. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas ajudam a redução da inflação, mas também podem dificultar a expansão da economia. Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

Em março, a inflação desacelerou, ficando abaixo da taxa de fevereiro, quando foi 1,31%. Puxado pela alta de preços de alimentos, no mês passado, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 0,56%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No acumulado em 12 meses, a inflação oficial medida pelo IPCA soma 5,48%, acima do teto da meta de 3%, que tem tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. A alta do preço dos alimentos e da energia e as incertezas em torno da economia global fizeram o BC aumentar mais uma vez os juros em um ponto percentual na última reunião, em março, o quinto aumento seguido da Selic em um ciclo de contração na política monetária.

Em comunicado, o Copom informou que a economia brasileira está aquecida, apesar de sinais de moderação na expansão. Segundo o colegiado, a inflação cheia e os núcleos (medida que exclui preços mais voláteis, como alimentos e energia) continuam em alta. O órgão alertou que existe o risco de que a inflação de serviços permaneça alta e informou que continuará a monitorar a política econômica do governo. Em relação às próximas reuniões, o Copom informou que elevará a Selic “em menor magnitude” na reunião de maio e não deixou pistas sobre o que acontecerá depois disso.

Divulgado mensalmente, o IBC-Br emprega metodologia diferente da utilizada para medir o Produto Interno Bruto (PIB), que é o indicador oficial da economia brasileira divulgado pelo IBGE. Segundo o BC, o índice “contribui para a elaboração de estratégia da política monetária” do país, mas “não é exatamente uma prévia do PIB.” O PIB é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país. Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%.

Com ABR

Em 12 meses, indicador é positivo em 3,8%

BNDES fornecerá mais crédito para cooperativas

Faturamento das cooperativas deve alcançar R$ 1 trilhão até 2027

No ano passado, 73% dos contratos de crédito do BNDES foram direcionados para o sistema cooperativo, o que representa R$ 37 bilhões

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) quer mais cooperativas na sua carteira de crédito. A instituição, que desembolsou R$ 37 bilhões em financiamentos para esse tipo de organização produtiva em 2024, assinou na quinta-feira (10) um acordo de cooperação técnica para ampliar o acesso das cooperativas ao crédito no banco. O termo foi acertado pelos presidentes do BNDES, Aloizio Mercadante, e do Sistema Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), Márcio Freitas, na sede do banco, no Rio de Janeiro. Mercadante ressaltou que o país tem 4,5 mil cooperativas atualmente, número 50% a mais do que há 20 anos. A maior parte atuando na agropecuária. “Metade da produção de alimentos no Brasil hoje é feita pelo cooperativismo”, lembrou. Segundo ele, são 23,5 milhões de trabalhadores cooperados, o que representa 550 mil empregos formais. Esse sistema de produção fatura R$ 692 bilhões por ano.

No ano passado, 73% dos contratos de crédito do BNDES foram direcionados para o sistema cooperativo, o que representa R$ 37 bilhões. Desse montante, R$ 34,4 bilhões foram direcionados para pequenas e médias empresas. Mercadante apontou que as cooperativas de crédito têm a função de levar a oferta de crédito, inclusive, para pequenas cidades onde não há agências bancárias. “Mais de 1 mil cidades não têm agências bancárias, só cooperativa. É um instrumento capilar de acesso ao crédito. Chegam onde as agências não chegam mais”, disse Mercadante.

Ele também enfatizou a intenção de aumentar a presença dessa forma de organização nas regiões Norte e Nordeste. “Elas [cooperativas] são muito fortes no Sul, em função da colonização; no Sudeste, que é a colonização europeia e asiática, e agora estão avançando no Centro-Oeste. O nosso próximo capítulo é dar muito impulso ao cooperativismo no Norte e Nordeste”, defendeu. O presidente da OCB, Márcio Freitas, informou que a organização tem a meta de levar o faturamento total das cooperativas em até R$ 1 trilhão até 2027. “A meta está lançada, chegar a 30 milhões de brasileiros cooperados e, provavelmente, chegando a um milhão de empregos diretos, com carteira assinada”, avaliou.

Além da assinatura do acordo entre o banco público e a entidade de representação do cooperativismo no Brasil, foi realizado um seminário sobre impactos do cooperativismo no desenvolvimento do país. O pesquisador Alison Pablo de Oliveira, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), ligada à Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), apresentou dados sobre locais que têm presença de cooperativas de crédito. O estudo revela que foram gerados 25,3 empregos formais para cada grupo de 1 mil habitantes nessas localidades. Além disso, foi identificado incremento de R$ 115,50 na massa salarial por habitante. O levantamento aponta também que a presença das cooperativas de crédito retirou 12,3 famílias da extrema pobreza para cada grupo de 1 mil habitantes. Outro dado é a diminuição de 20,5 famílias no Cadastro Único (CadÚnico), direcionado a famílias mais pobres, a cada grupo de 1 mil habitantes. Segundo Oliveira, onde há agência de cooperativismo de crédito, as famílias passam a depender menos do governo estadual.

Com ABR

Faturamento das cooperativas deve alcançar R$ 1 trilhão até 2027