Archives Fevereiro 2025

Elon Musk faz oferta bilionária para comprar a OpenAI

Nesta segunda-feira (10), um grupo de investidores liderado por Elon Musk apresentou uma proposta de US$ 97,4 bilhões para adquirir a OpenAI, empresa responsável pelo ChatGPT. A informação foi confirmada pelo advogado de Musk, Marc Toberoff, ao jornal The Wall Street Journal. A proposta não foi solicitada e representa mais um capítulo da disputa entre […]Nesta segunda-feira (10), um grupo de investidores liderado por Elon Musk apresentou uma proposta de US$ 97,4 bilhões para adquirir a OpenAI, empresa responsável pelo ChatGPT. A informação foi confirmada pelo advogado de Musk, Marc Toberoff, ao jornal The Wall Street Journal. A proposta não foi solicitada e representa mais um capítulo da disputa entre […]

Como ficarão China e Brasil em 2025?

O país, para variar, não tem um “Plano BR” – o que significa que iremos ao sabor dos acontecimentos, reagindo pontualmente às ações do novo presidente dos Estados Unidos

Quanto das declarações bombásticas de Trump se concretizarão em ações efetivas ainda é um mistério, mas ele não economiza em ameaças de retaliação

Perdoem-me os pessimistas, mas a realidade é que os fatos desse início de ano sinalizam cenário mundial muito difícil em 2025. O único país que deverá continuar em seu ritmo é a China, porque precisam, são hábeis negociadores e têm estratégia e planejamento. O Brasil, para variar, não tem um “Plano BR” – o que significa que iremos ao sabor dos acontecimentos, reagindo pontualmente às ações do novo presidente dos Estados Unidos (EUA), de impor tarifas abusivas em produtos importados, ou das empresas da China, de recusarem produtos importados, reduzirem as compras ou demorarem para pagar.

Produtos do Brasil, como frango e suco de laranja, sempre foram prejudicados pela lógica dos EUA de aumentarem com tarifas os preços dos produtos importados para serem menos competitivos do que os seus. A diferença agora é que “baterão de frente” com a China e a União Europeia, seus principais consumidores e fornecedores. Durante o primeiro governo Trump, os EUA jogaram para escanteio a Organização Mundial do Comércio (OMC), deixando claro não quererem se subordinar a decisões da entidade mundial de regulação do comércio internacional. Agora fizeram o mesmo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Usam sua imensa força econômica, comercial e bélica como bem entendem, sem mediação das Nações Unidas ou de qualquer foro mundial.

Quanto das declarações bombásticas de Trump se concretizarão em ações efetivas ainda é um mistério, mas ele não economiza em ameaças de retaliação, via tarifas (e sabe-se lá o que mais) para os países que substituírem o dólar por outra moeda, citando expressamente a do BRICs (e por tabela o Yuan). Mesmo sabendo que as relações entre nações soberanas não são mediadas por chantagens, Trump age assim porque não vê alternativa já que o dólar hoje é menos da metade do que foi até 2002, quando o euro começou a ser utilizado para valer. Há números diferentes, a respeito da utilização mundial das principais moedas – no sistema Swift, em 2024 o dólar dominava com 47%, e o Yuan é a quarta moeda mais importante, com quase 4% de participação, atrás apenas do dólar, euro e libra esterlina (ultrapassou o iene). É pouco, é verdade, mas há 15 anos o Yuan aparecia com 0,1%. Quando analisado pelo “Índice de utilização de moedas internacionais”, do Federal Reserve dos EUA, o comportamento das cinco principais moedas evidencia o domínio absoluto do dólar, com 65,5% do total em 2023. Por esse índice, a evolução do Yuan também deve preocupar o governo dos EUA, já que a moeda chinesa saiu de irrisórios 0,02% em 2008, para 2,5% em 2023 (veja o gráfico ao final deste post). Conhecendo a velocidade com que as coisas costumam acontecer na China, não será surpresa se até o final desse ano chegar nos 10%.

Há diferentes avaliações a respeito dos resultados a serem obtidos pelas iniciativas de Trump, de taxar produtos importados pelos EUA – no caso do Brasil, anunciou 25% sobre o aço, ferro e alumínio, que em 2024 resultaram em vendas de mais de US$ 6 bilhões. Ainda não se sabe se, e quanto, essas medidas beneficiarão ou prejudicarão consumidores dos EUA. O que se tem certeza é que, no caso brasileiro, a paulada será sentida de verdade se as ações de Trump resultarem em aumento das compras de grãos e carnes dos EUA por parte da China – algo que ocorreu no final do primeiro governo Trump –, em detrimento das compras chinesas desses produtos do Brasil. Isso porque não temos outra China a quem vender tantos grãos e carnes. Como o Agro do Brasil apostou muito em um único megacliente, uma redução de 20% das compras chinesas de soja e carne bovina resultará em um desastre no setor empresarial da agropecuária brasileira.

Daí a verdadeira importância, para o Brasil, das ações de Trump em relação à China, seu grande concorrente/adversário no mercado mundial. As importações da China beneficiam os EUA, apesar do montante (US$ 439 bilhões em 2024) impressionar, porque são produtos com preços mais acessíveis, e isso ajuda no controle da inflação. O que realmente incomoda o governo Trump é o déficit (de US$ 295 bilhões no ano passado), porque as vendas dos EUA para a China foram de US$ 143,5 bilhões no período. E os crescentes déficits na balança comercial dos EUA com a China é que ajudaram a reserva cambial chinesa a ser de mais de US$ 4 trilhões (hoje é menor, na faixa de US$ 3,5 trilhões), liquidez que lhe permite ousadias do porte da Iniciativa Cinturão e Rota (BRI, na sigla em inglês), a engenhosa articulação comercial e de logística mundial da China que incomoda bastante os EUA. Prova disso foi a ação imediata do governo Trump no Panamá, obrigando e conseguindo que o governo daquele país saísse do Cinturão e Rota.

Coerente com o que acabou de fazer no Panamá, prega para Gaza, e aspira fazer no Canadá e Groenlândia, Trump deverá pressionar o Brasil para o governo desistir da construção da ferrovia na região Oeste, a tão sonhada saída pelo Pacífico de produtos brasileiros para a Ásia, elevando a nossa competitividade internacional. Traduzindo, ainda que a prudência recomende não entrar em “briga de cachorro grande”, agora não tem mais jeito: o Brasil está no meio do rolo China e EUA, e é alvo das disputas de empresas e governos dos dois países nos setores do agronegócio, mineral, montadoras, energia…

Exemplo do tamanho e complexidade da encrenca são os segmentos dos combustíveis fósseis e etanol e dos veículos elétricos: carros, utilitários, caminhões leves e caminhões pesados. Com os elétricos crescendo ano após ano, pode-se estimar que daqui a alguns anos a maior parte das frotas no Brasil serão de veículos movidos a eletricidade. No caso dos caminhões pesados, haverá uma verdadeira revolução, não apenas por causa da substituição de um combustível por outro, mas pela entrada de montadoras e empresas de recarga chinesas, como ocorreu com carros e utilitários.

Outro setor no qual a China incomodará os EUA é o de máquinas, equipamentos e insumos para a agricultura familiar, os muitos milhões de pequenos e médios estabelecimentos agropecuários em todo o país que historicamente sofrem todo tipo de dificuldades, agravadas nos últimos anos pela redução populacional e o envelhecimento de quem atua diretamente na produção. A menos que haja muito interesse dos EUA por esse mercado capilarizado e tecnologicamente atrasado, teremos “made in China” do Rio Grande do Sul ao Amazonas, com os estados do Nordeste à frente.

O país, para variar, não tem um “Plano BR” – o que significa que iremos ao sabor dos acontecimentos, reagindo pontualmente às ações do novo presidente dos Estados Unidos

Cotrijal prepara edição histórica da Expodireto

Feira, que ocorre de 10 a 14 de março em Não-Me-Toque, celebra 25 anos de existência

O presidente da Cotrijal, Nei César Manica, destacou o papel da feira como fórum de reivindicações

A Expodireto Cotrijal deste ano chega a uma marca histórica ao celebrar suas 25 edições. Realizada desde 2000, em Não-Me-Toque (RS), a feira foi se desenvolvendo e atualmente é uma das maiores no agronegócio nacional e internacional. O lançamento do evento foi realizado nesta segunda-feira (10), em Porto Alegre. Neste ano, a Expodireto Cotrijal ocorre de 10 a 14 de março com mais de 550 expositores confirmados. Nesta edição comemorativa, a importância do evento para o agronegócio é contada pela visão dos seus associados. “Do campo para o campo” é o mote da campanha de divulgação que traz as histórias de agricultores que participam desde as primeiras edições da feira.

“Ao longo dessas 25 edições a feira foi ganhando cada vez mais espaço e credibilidade, virou uma referência e, principalmente, palco de importantes debates e reivindicações para o produtor rural. Sentimos muito orgulho da Expodireto Cotrijal e da contribuição que ela tem dado para a sociedade”, destaca Nei César Manica, presidente da Cotrijal. “A feira é um ponto alto do calendário econômico do RS e um espaço privilegiado para a troca de experiências e conhecimentos entre os participantes”, enfatiza Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul.

Com mais de 130 hectares, nesta semana o parque da Expodireto Cotrijal também começa a receber as empresas montadoras de estruturas e estandes. No total, o espaço deve receber mais de 3,5 mil pessoas trabalhando na pré-feira até o seu início. Os números evidenciam a evolução da feira. A área total do parque chegou, em 2023, a 130 hectares. Em 2024, todos os números atingiram recordes: foram mais de 377 mil visitantes, 577 expositores e R$ 7,9 bilhões em negócios. Já na sua primeira edição, realizada em 2000, a feira contava com espaço de 32 hectares, 41 mil visitantes, 114 expositores e R$ 21 milhões em negócios.

Feira, que ocorre de 10 a 14 de março em Não-Me-Toque, celebra 25 anos de existência

Produção de veículos aumenta 15,1% em janeiro

Exportação registrou crescimento de 52,3% no mês

A marca de 175,5 mil unidades produzidas é a maior desde janeiro de 2021

O início do ano apresentou boas notícias para o setor automotivo. A produção de veículos registrou crescimento de 15,1%. A marca de 175,5 mil unidades é a maior desde janeiro de 2021. “Essa movimentação representa uma elevação de vendas no mercado interno somada ao aumento das exportações, que estimulou as empresas a manter o ritmo elevado de produção. Além disso, essa melhora colabora com a tendência da alta de empregos”, afirmou Márcio de Lima Leite, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). As exportações mantiveram o ritmo elevado dos últimos seis meses e chegaram a um crescimento de 52,3% em comparação a janeiro de 2024. Esse aumento reflete o desempenho positivo dos mercados da América do Sul, em especial da Argentina.

Outro destaque importante para o setor está na alta dos emplacamentos, que teve crescimento de 6% em comparação ao mesmo período do ano passado. Esse número, alinhado com a projeção de 2025, representa o terceiro ano consecutivo com vendas em alta e atinge os níveis da indústria pré-pandemia. A participação dos eletrificados em janeiro foi de 10%, a maior da história. No segmento de pesados, o destaque foi para o emplacamento de ônibus, que atingiu 55,5% em relação a janeiro do ano passado. A produção de ônibus e caminhões também não ficou para trás, com altas de 1,3% e 13,2%. Este avanço no segmento de ônibus representa o maior janeiro dos últimos cinco anos.

Exportação registrou crescimento de 52,3% no mês

Sonho refrigerado

Gaúchos prestam tributo ao ar-condicionado

O ar-condicionado permitiu o funcionamento ininterrupto de lojas e escolas e a ocupação do sul dos Estados Unidos

Schiller escreveu a “Ode à Alegria”. Dilma Rousseff saudou a mandioca (e o milho). Paulinho da Viola homenageou Mangueira e Portela. E gaúchos e gaúchas de todas as querências estão desde a semana passada prestando tributo a Willis Carrier (1876-1950) e a sua notável invenção, o ar-condicionado.

E pensar que o equipamento foi concebido, no início do século 20, para preservar matérias-primas, e não a delicada saúde humana. A aplicação inicial da refrigeração estava nas gráficas de Nova Iorque, impedidas de funcionar a contento durante os meses de calor e umidade elevada. Logo a novidade se espalhou para indústrias de outros ramos. Percebendo que a satisfação e o desempenho dos operários aumentava com fábricas climatizadas, patrões passaram a instalar o ar-condicionado também nos escritórios onde ocorria o trabalho burocrático, ainda realizado sob as pesadas vestes formais daqueles tempos.

Provado seu valor para a labuta, foi o momento de viabilizar a principal forma de lazer da época, o cinema, até então inviável nos verões. As salas climatizadas tornaram-se chamariz publicitário. O aumento da clientela levou Hollywood a programar filmes para estrear justamente na estação mais quente, antes desprezada.

Não foi a única mudança que provocou. O ar-condicionado permitiu o funcionamento ininterrupto de lojas e escolas e a ocupação do sul dos Estados Unidos, região de altas temperaturas e baixa densidade populacional. Hoje, 90% dos domicílios norte-americanos contam com algum tipo de refrigeração.

Diferentemente do Brasil, segundo maior produtor mundial dos aparelhos, mas onde só um quarto das casas tem condicionador de ar. O que obriga muita gente a buscar nos centros comerciais um alívio. Nisso, os shoppings têm uma vantagem sobre as lojas de rua: além de fresquinhos, não sofrem com a incidência do astro-rei, que faz consumidores mudarem de calçada, preferindo a sombra – e tornando a posição solar um curioso inibidor de vendas.

Depois de décadas na Europa, o escritor norte-americano Henry Miller (1891-1980) voltou ao país natal quando da eclosão da Segunda Guerra. Lá, impressionou-se em como a urbanização e o desenvolvimento tecnológico haviam remodelado as cidades, em nítido contraste com a tradição atemporal das capitais do Velho Mundo. Contrariado, chamou os Estados Unidos de um “pesadelo refrigerado”.

O queixume de Miller podia fazer algum sentido 90 anos atrás. Atualmente, não. O último mês de janeiro foi o mais quente da série histórica no planeta, e os primeiros dias de fevereiro têm sido especialmente calorentos no sul do Brasil. Foram-se os tempos da SAPA, a simpática e fictícia Sociedade Amigos de Porto Alegre, entidade que “reunia” os moradores da capital impedidos ou desinteressados em rumar para o litoral entre janeiro e fevereiro, oferecendo-lhes de bandeja uma cidade agradavelmente vazia. Hoje, predomina a hashtag #FornoAlegre; quem pode, foge.

“Pesadelo refrigerado”? Ao contrário: o sonho é climatizado. Pesadelo é a realidade. 

Gaúchos prestam tributo ao ar-condicionado

Hackers estão usando IA para aplicar golpes no Gmail

Os usuários do Gmail precisam redobrar a atenção. Especialistas em segurança digital e até o FBI estão alertando que golpes de phishing nunca foram tão avançados como agora. A grande novidade – e preocupação – é o uso da inteligência artificial para tornar essas fraudes ainda mais convincentes, dificultando a detecção tanto por usuários quanto […]Os usuários do Gmail precisam redobrar a atenção. Especialistas em segurança digital e até o FBI estão alertando que golpes de phishing nunca foram tão avançados como agora. A grande novidade – e preocupação – é o uso da inteligência artificial para tornar essas fraudes ainda mais convincentes, dificultando a detecção tanto por usuários quanto […]

Google e outras bigtechs podem ser taxadas pelo Brasil em resposta a tarifas de Trump

O governo brasileiro está considerando taxar plataformas digitais norte-americanas, como o Google, em resposta a possíveis tarifas impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, sobre o aço e o alumínio exportados pelo Brasil. A medida, conhecida como “digital tax”, já está em estudo há meses e pode ser acelerada caso Trump oficialize o aumento das […]O governo brasileiro está considerando taxar plataformas digitais norte-americanas, como o Google, em resposta a possíveis tarifas impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, sobre o aço e o alumínio exportados pelo Brasil. A medida, conhecida como “digital tax”, já está em estudo há meses e pode ser acelerada caso Trump oficialize o aumento das […]

Google e OpenAI se unem para criar internet mais segura para crianças

selective focus photo of young girl in glasses sitting in bed while using a laptopEm um esforço global para proteger crianças online, grandes nomes da tecnologia, como Google, OpenAI e a plataforma de jogos Roblox, estão apoiando uma nova iniciativa chamada Robust Open Online Safety Tools (Roost). O projeto oferecerá ferramentas gratuitas de segurança digital para empresas e organizações que não têm recursos para desenvolver suas próprias soluções. O […]Em um esforço global para proteger crianças online, grandes nomes da tecnologia, como Google, OpenAI e a plataforma de jogos Roblox, estão apoiando uma nova iniciativa chamada Robust Open Online Safety Tools (Roost). O projeto oferecerá ferramentas gratuitas de segurança digital para empresas e organizações que não têm recursos para desenvolver suas próprias soluções. O […]

Google Chrome testa IA para trocar suas senhas automaticamente

Você já imaginou ter uma ferramenta que troca suas senhas comprometidas automaticamente, sem precisar se preocupar? Pois é exatamente isso que o Google está testando no Chrome. A novidade, chamada “Troca Automática de Senha”, usa inteligência artificial para gerar e atualizar senhas quando elas são consideradas inseguras. A funcionalidade ainda está em fase experimental, mas […]Você já imaginou ter uma ferramenta que troca suas senhas comprometidas automaticamente, sem precisar se preocupar? Pois é exatamente isso que o Google está testando no Chrome. A novidade, chamada “Troca Automática de Senha”, usa inteligência artificial para gerar e atualizar senhas quando elas são consideradas inseguras. A funcionalidade ainda está em fase experimental, mas […]

Microsoft Edge lança bloqueador de scareware com IA

A segurança na internet é um tema que preocupa cada vez mais usuários e empresas. Pensando nisso, a Microsoft anunciou uma novidade que promete reforçar a proteção dos usuários: um bloqueador de scareware com inteligência artificial (IA) integrado ao navegador Edge. Essa ferramenta é capaz de identificar e neutralizar golpes online em tempo real, oferecendo […]A segurança na internet é um tema que preocupa cada vez mais usuários e empresas. Pensando nisso, a Microsoft anunciou uma novidade que promete reforçar a proteção dos usuários: um bloqueador de scareware com inteligência artificial (IA) integrado ao navegador Edge. Essa ferramenta é capaz de identificar e neutralizar golpes online em tempo real, oferecendo […]

Superávit da balança comercial cai 65,1% em janeiro

Exportações superaram importações em US$ 2,1 bilhões

O resultado é o mais baixo para meses de janeiro desde 2022, quando a balança comercial tinha registrado déficit de US$ 59,1 milhões

O aumento das importações e a queda das exportações fizeram o superávit da balança comercial cair em janeiro. No primeiro mês do ano, o país exportou US$ 2,1 bilhões a mais do que importou, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). O resultado é o mais baixo para meses de janeiro desde 2022, quando a balança comercial tinha registrado déficit de US$ 59,1 milhões. Em relação a janeiro de 2024, o superávit caiu 65,1%.

Em janeiro, o país exportou US$ 25,1 bilhões, queda de 5,7% em relação ao registrado no mesmo mês do ano passado e o segundo melhor janeiro da série histórica, só perdendo para 2024. As importações somaram US$ 23 bilhões, alta de 12,2% na mesma comparação e atingindo volume recorde para o mês. Do lado das exportações, a redução no preço internacional da soja, do milho, do ferro, do petróleo e do açúcar foram os principais fatores que provocaram a queda no valor vendido. Paralelamente, a entressafra de milho e de soja piorou a situação. As vendas de alguns produtos, como café e celulose, subiram no mês passado, compensando a diminuição de preço dos demais produtos.

Do lado das importações, as aquisições de motores, máquinas, compostos orgânicos, componentes de veículos, adubos e fertilizantes químicos subiram. A maior alta ocorreu com as máquinas e motores, cujo valor comprado aumentou 56,7% em janeiro na comparação com janeiro do ano passado. No mês passado, o volume de mercadorias exportadas caiu 0,9%, puxado pela entressafra de diversos produtos e pela redução do preço do minério de ferro por causa da oscilação da demanda na China. Os preços caíram 5,2% em média na comparação com o mesmo mês do ano passado. Nas importações, a quantidade comprada subiu 19,5%, mas os preços médios recuaram 6,1%, indicando o aumento das compras externas decorrentes da recuperação da economia.

No setor agropecuário, a queda na quantidade pesou mais na redução das exportações. O volume de mercadorias embarcadas caiu 6,7% em janeiro na comparação com o mesmo mês de 2024, enquanto o preço médio caiu 4%. Na indústria de transformação, a quantidade caiu 2,7%, com o preço médio subindo 2,5%, refletindo a crise econômica na Argentina, o maior comprador de bens industrializados do Brasil. Na indústria extrativa, que engloba a exportação de minérios e de petróleo, a quantidade exportada subiu 6,1%, enquanto os preços médios recuaram 18,3%.

Com ABR

Exportações superaram importações em US$ 2,1 bilhões

Microsoft melhora privacidade do modo anônimo do Chrome no Windows 11

Se você é daqueles que usa o modo anônimo do Google Chrome para navegar com mais privacidade, temos uma boa notícia: a Microsoft deu um passo importante para garantir que essa funcionalidade seja ainda mais segura no Windows 11 (e também no Windows 10). As mudanças, que foram implementadas em uma atualização recente, corrigem brechas […]Se você é daqueles que usa o modo anônimo do Google Chrome para navegar com mais privacidade, temos uma boa notícia: a Microsoft deu um passo importante para garantir que essa funcionalidade seja ainda mais segura no Windows 11 (e também no Windows 10). As mudanças, que foram implementadas em uma atualização recente, corrigem brechas […]

Meta testa IA que converte pensamentos em texto

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Android 16 pode ganhar alerta de mudança de fuso horário

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Google é eleito o melhor lugar para se trabalhar

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