Archives Fevereiro 2025

Google Chrome lança proteção com IA para tornar a navegação mais segura em tempo real

O Google anunciou uma atualização importante ao integrar inteligência artificial (IA) ao seu recurso de “Proteção Reforçada” do Google Chrome. A novidade, que já está disponível para todos os usuários, promete oferecer defesas em tempo real contra sites perigosos, downloads maliciosos e extensões suspeitas. A atualização foi lançada após três meses de testes na versão […]O Google anunciou uma atualização importante ao integrar inteligência artificial (IA) ao seu recurso de “Proteção Reforçada” do Google Chrome. A novidade, que já está disponível para todos os usuários, promete oferecer defesas em tempo real contra sites perigosos, downloads maliciosos e extensões suspeitas. A atualização foi lançada após três meses de testes na versão […]

O que o fenômeno China nos revela?

O país fornece pistas importantes para o desenvolvimento do Brasil hoje

Como é que a China conseguiu chegar em 2025 com mais de 30% da manufatura mundial, enquanto a participação brasileira na indústria global caiu abaixo de 2%?

Muito além das questões comerciais e econômicas, o que está ocorrendo na China e deverá seguir acontecendo, sabe-se lá até quando (o horizonte que está colocado é 2049, com metas para 2035), fornece pistas importantes para o desenvolvimento do Brasil hoje. Pistas normalmente relegadas a segundo plano nas conversas, pelo peso milionário dos negócios imediatos. Agora, com a queda prevista das exportações de milho para a China, mais as taxas impostas ao aço, alumínio e ferro exportados pelo Brasil para os Estados Unidos (EUA), e o cenário imprevisível das exportações de etanol, petróleo, carnes bovina e de frango e soja, em função das negociações com o governo Trump, surge a oportunidade de se olhar outros aspectos do futuro das relações Brasil-China.

Começando com vinho, para tornar mais agradável a leitura do artigo, e porque o vinho é um bom exemplo do “modus operandi” da China, sempre focado na autossuficiência – que em breve será alcançada na produção própria de qualidade, já que o país possui a terceira maior área plantada com vinhedos do planeta, e já é o maior produtor mundial de uvas de mesa, resultados de 20 anos de investimento no setor, utilizando principalmente terras semiáridas da região noroeste. Tratamos da lógica chinesa com o consumo de vinho em 2015 e novamente em 2018, quando começaram a mostrar resultados em qualidade.

Enquanto a China investia na produção e consumo de vinho (hoje é o oitavo maior consumidor mundial), vinícolas brasileiras se recusavam a tentar vender na China, apesar da presença de todos os países produtores nos grandes supermercados chineses. Pois bem, no ano passado a China passou a ser o 51º país na Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), e é só uma questão de tempo para encontrarmos vinhos “Grande Muralha” e de outras marcas nos supermercados em São Paulo, Rio etc., na lógica futebolística de que “quem não faz, leva”.

Fenômeno semelhante ocorreu na China com o consumo de leite de vaca, iogurte, queijos etc., igualmente pouco consumidos pela população do país até o início dos anos 2000. Em 2007, havia campanhas de propaganda na tevê, jornais e revistas, e reuniões nos condomínios residenciais em Beijing, Shanghai e em outras grandes cidades chinesas, para promover o consumo, focando nas propriedades nutritivas do alimento. Faziam parte de um “pacote” do governo da China de estímulo efetivo à produção e ao consumo de leite de vaca e derivados por toda a sua imensa população.

Conheci de perto esse trabalho – vivia em Beijing na época –, e em 2010 preparei e acompanhei comitiva do Polo de Excelência do Leite, de Minas Gerais, visitando granjas leiteiras, instituições de pesquisa, supermercados e as maiores indústrias de lácteos, nas principais regiões produtoras da China. Na época, os produtos brasileiros não tinham preços competitivos e ficaram de fora do mercado chinês. Hoje, a China produz e consome mais leite de vaca do que o Brasil. Logo haverá queijo “Grande Muralha” ou algo assim disputando espaço com os produtos de Minas Gerais e São Paulo nos supermercados, mercados e feiras livres no Brasil.

Evidentemente, há muito mais exemplos do que pode conseguir o conjunto “decisão estratégica/ planejamento/investimento/acompanhamento rigoroso do investimento”, para desenvolver regiões e um país inteiro, mesmo gigantesco como a China (e o Brasil). No que diz respeito ao “agro”, mais cedo ou mais tarde a China mostrará os resultados do investimento que está fazendo para a sua autossuficiência em suco de laranja, mel e café – o que não a impedirá de continuar importando do Brasil, mas por ter alterado o limiar da necessidade, impondo preços e condições mais duras para comprar. Poderá inclusive deixar de comprar por algum tempo, como já faz de vez em quando.

A situação dos manufaturados, com mais e menos tecnologia, é radicalmente pior. Pensando no que a China pretende alcançar até 2035, ou o Brasil investe pesado em ferrovias, ou nós ficaremos a ver navios em todas as áreas. Com o agravante que, sem a competitividade que as ferrovias podem devolver à economia brasileira, aumentarão tanto as distâncias, entre a produção e o comércio internacional industrial da China e do Brasil, que até 2035 teremos perdido totalmente as condições de voltar a viabilizar a indústria nacional, tal o domínio do mercado brasileiro por produtos da China (e de outros países do Leste da Ásia).

Como é que a China, cuja economia (e indústria) nos anos 1980 era menor ou igual à do Brasil, conseguiu chegar em 2025 com mais de 30% da manufatura mundial e quase 20% das exportações totais, enquanto a participação brasileira na indústria global caiu abaixo de 2% e nas exportações é pouco mais do que isso, majoritariamente recursos naturais? Quanto desse crescimento industrial espantoso teve a ver com as taxas predatórias de juros no Brasil, e, na China, os investimentos pesados em educação, ciência e tecnologia e inovação, zonas de processamento de exportações, e em infraestrutura de transportes e telecomunicações?

Campeã mundial de robótica, para adiantar-se à redução de sua população economicamente ativa (PEA), a China está tentando escapar do colapso populacional previsto para o final desse século, situação parecida com a do Rio Grande do Sul, e um pouco pior que a de Santa Catarina e Paraná.

Colapso populacional que reduzirá o Japão e a Coreia do Sul à metade da quantidade de habitantes atual, e dobrará a quantidade de pessoas idosas, estrangulando sua PEA e os recursos para a Previdência. Por isso, os três países estão na frente em quantidade de robôs industriais no mundo. Até 2035, a China deverá atingir um total de 400 milhões de pessoas com 60 anos de idade ou mais, quase 30% da sua população total, o que deverá dificultar muito a sua Previdência, que então concorrerá diretamente por recursos com as políticas públicas implantadas visando aumentar a taxa de natalidade, hoje uma das maiores prioridades do Governo Central.

Precisamos conhecer a China, estudar a fundo o que fizeram nos últimos 50 anos, para entender como conseguiram chegar aonde chegaram, e onde estarão em 2035, e em 2050 – quando o país pretende atingir a condição de maior potência tecnológica mundial. O Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável pode ser a instância adequada do governo brasileiro para esse “esforço”, visando proporcionar ao país o máximo de compreensão a respeito do “fenômeno China”, de maneira a permitir que o Brasil defina estratégia para retomar o seu desenvolvimento no atual contexto de disputas EUA-China. 

O país fornece pistas importantes para o desenvolvimento do Brasil hoje

Google TV reduz número de canais gratuitos

O Google TV passou por uma nova atualização em seu serviço Freeplay, que oferece canais gratuitos aos usuários. A plataforma está ajustando seu catálogo, removendo alguns conteúdos sazonais e trazendo de volta canais populares. Entre as remoções, estão canais voltados para o período natalino, como Xumo Holiday Movie Channel, Xumo Holiday Classics e Xumo Christian […]O Google TV passou por uma nova atualização em seu serviço Freeplay, que oferece canais gratuitos aos usuários. A plataforma está ajustando seu catálogo, removendo alguns conteúdos sazonais e trazendo de volta canais populares. Entre as remoções, estão canais voltados para o período natalino, como Xumo Holiday Movie Channel, Xumo Holiday Classics e Xumo Christian […]

Setor de tecnologia poderá representar 10% do PIB catarinense até 2030

Desenvolvimento do interior impulsiona crescimento do setor em todas as regiões do estado

Esse movimento reflete um ecossistema cada vez mais integrado e distribuído pelo estado

O setor de tecnologia de Santa Catarina vive um momento de expansão para além da capital, consolidando o estado como um dos principais polos tecnológicos do Brasil. Florianópolis, reconhecida como a capital nacional das startups, continua liderando o setor, mas outras regiões do estado também ganham força. Municípios polos em diferentes mesorregiões vem registrando um crescimento expressivo — Joinville, maior município do estado, viu sua arrecadação quase dobrar entre 2019 e 2023. Em Itajaí, o aumento foi ainda mais significativo, chegando a 135,6% no período. Já Blumenau teve um salto impressionante, passando de R$ 4 milhões para R$ 45 milhões, um crescimento de mais de 1000%. Rio do Sul também registrou uma alta expressiva, com um aumento de 460%, enquanto Criciúma mais que dobrou sua arrecadação, atingindo R$ 28,1 milhões. Lages teve um avanço de 165%, e Chapecó, no Oeste do estado, cresceu cerca de 56%. Por fim, Florianópolis, que concentra 42,5% do faturamento do setor no estado, passou de R$ 53,3 milhões para R$ 98,8 milhões, um crescimento de 85% no período. Com essa expansão, Santa Catarina se posiciona como o sexto maior estado em faturamento no setor de tecnologia no Brasil, que já representa 7,5% do PIB estadual. A expectativa é que essa participação cresça para 10% até 2030, impulsionada pelo fortalecimento do ecossistema de inovação, conforme aponta o Observatório da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE). 

Esse movimento reflete um ecossistema cada vez mais integrado e distribuído pelo estado. “A inserção de um modelo econômico baseado em tecnologia vem crescendo há pelo menos 30 anos. A presença de universidades e instituições de pesquisa trouxe um olhar voltado para ciência, dados e inovação, resultando na estruturação de um ecossistema sólido”, explica Diego Ramos, presidente da ACATE. Hoje, o setor representa 7,5% do PIB estadual, com projeção de alcançar 10% até 2030. Florianópolis concentra 42,5% do faturamento total, seguida pelo Vale do Itajaí (23,9%), Norte (17,1%), Oeste (8,1%), Sul (6%) e região Serrana (2,4%). Esse avanço acompanha o crescimento de setores estratégicos como Indústria 4.0, agronegócio, saúde e energia sustentável, demonstrando o impacto da inovação na economia local e nacional. 

Com a consolidação do setor, empresas catarinenses também expandem sua atuação para fora do estado e do país. A fintech Versi, por exemplo, surgiu em Joinville e hoje atua no mercado nacional de funding para construção civil, com mais de R$ 200 milhões investidos em empreendimentos de Norte a Sul do Brasil. No cenário internacional, iniciativas como o Startup Summit têm atraído comitivas estrangeiras para conhecer o ecossistema catarinense, enquanto empresas locais ampliam presença global. A WTM, sediada em Balneário Camboriú, possui operações em países como EUA, Canadá, Portugal e Emirados Árabes, conectando negócios brasileiros a mercados internacionais. Outra multinacional de destaque no estado é a italiana Zucchetti, que investiu mais de R$ 100 milhões desde 2020 na aquisição de empresas catarinenses de tecnologia. Segundo Alessio Mainardi, CEO da Zucchetti no Brasil, a escolha pela região reflete seu potencial estratégico. “Santa Catarina tem um mercado dinâmico e um ecossistema colaborativo que favorece o crescimento da inovação”, destaca.

Desenvolvimento do interior impulsiona crescimento do setor em todas as regiões do estado

Google Contacts agora permite personalizar fotos de contato com emojis e monogramas

O Google Contacts recebeu uma nova atualização que promete trazer mais personalização para a lista de contatos dos usuários. Com a versão 4.48.27.720364420, agora é possível substituir a foto de perfil de um contato por um emoji ou um monograma, tornando a identificação dos contatos mais visual e divertida. Essa nova opção permite que os […]O Google Contacts recebeu uma nova atualização que promete trazer mais personalização para a lista de contatos dos usuários. Com a versão 4.48.27.720364420, agora é possível substituir a foto de perfil de um contato por um emoji ou um monograma, tornando a identificação dos contatos mais visual e divertida. Essa nova opção permite que os […]

Gemini Live ganhará legendas em tempo real para tornar conversas mais acessíveis

O Google está preparando uma atualização importante para o modo conversacional do Gemini, tornando-o mais prático em ambientes barulhentos e acessível para pessoas com deficiência auditiva. A novidade adicionará um botão de legendas em tempo real às respostas do Gemini Live, um recurso que promete melhorar significativamente a experiência dos usuários. Na versão beta mais […]O Google está preparando uma atualização importante para o modo conversacional do Gemini, tornando-o mais prático em ambientes barulhentos e acessível para pessoas com deficiência auditiva. A novidade adicionará um botão de legendas em tempo real às respostas do Gemini Live, um recurso que promete melhorar significativamente a experiência dos usuários. Na versão beta mais […]

Rússia multa Google por vídeos no YouTube que ensinam soldados a se renderem

A Rússia impôs uma multa de 3,8 milhões de rublos (aproximadamente US$ 41.530) ao Google, empresa controlada pela Alphabet, devido à presença de vídeos no YouTube que ensinam soldados russos a se renderem. A informação foi divulgada pela agência de notícias estatal TASS nesta segunda-feira (17). A decisão do tribunal reforça a crescente tensão entre […]A Rússia impôs uma multa de 3,8 milhões de rublos (aproximadamente US$ 41.530) ao Google, empresa controlada pela Alphabet, devido à presença de vídeos no YouTube que ensinam soldados russos a se renderem. A informação foi divulgada pela agência de notícias estatal TASS nesta segunda-feira (17). A decisão do tribunal reforça a crescente tensão entre […]

Atividade econômica fecha 2024 com alta de 3,8%

O índice recuou 0,7% em dezembro

No trimestre encerrado em dezembro, o IBC-Br acusou alta de 4,4% em relação ao mesmo trimestre do ano passado

A atividade da economia brasileira em dezembro de 2024 apresentou recuo de 0,7% na comparação com novembro, segundo o Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br) divulgado pelo Banco Central. O IBC-Br é considerado uma espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB). Mesmo com a desaceleração, o indicador anota um crescimento de 3,8% da economia do país no ano passado. O resultado de dezembro veio após uma alta de 0,1% em novembro.

Ainda de acordo com o BC, na comparação com dezembro de 2023, os dados mostram que o IBC-Br cresceu 2,4%. No acumulado em 12 meses o índice também teve um avanço de 3,8%. Já no trimestre encerrado em dezembro, o IBC-Br acusou alta de 4,4% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. O IBC-Br é visto como uma prévia do PIB, calculado oficialmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice acompanha mês a mês a atividade econômica e antecipa possíveis pressões inflacionárias.

Com ABR

O índice recuou 0,7% em dezembro

Receita da Aurora Coop cresce 13,5% em ano de dificuldades

Cooperativa de Chapecó prevê investir R$ 1 bilhão em 2025 e prepara a abertura da primeira unidade fora do Brasil

“Crescer no mercado mundial é prioridade de nossa planificação estratégica”, enfatiza o presidente Neivor Canton

A Cooperativa Central Aurora Alimentos (Aurora Coop) anunciou nesta semana os resultados de 2024, ano em que obteve um consistente crescimento. A receita líquida fechou em R$ 22,8 bilhões, um avanço de 13,5%. A cooperativa de Chapecó (SC) também contabilizou sobras de R$ 880,5 milhões no ano passado, o que equivale a 3,9% do seu faturamento líquido. O crescimento percentual do lucro de 2024 em relação ao prejuízo de 2023 foi de 738,6%. “Os desafios climáticos, econômicos, mercadológicos e políticos nas esferas nacional e internacional não impediram a Aurora Coop de seguir firme na sua jornada para consolidar-se como a terceira maior fornecedora de alimentos do Brasil”, salienta Neivor Canton, presidente da Aurora Coop.

A Aurora Coop ampliou sua presença no comércio mundial. A receita operacional bruta no mercado externo cresceu 23,7% totalizando R$ 9,1 bilhões, enquanto as receitas obtidas no mercado brasileiro totalizaram R$ 15,7 bilhões, um crescimento de 10%. Ou seja: 63,6% do faturamento originou-se no mercado interno e 36,4% no mercado externo. A expressão mercadológica nacional da Aurora Coop fica mais uma vez evidenciada: em 2024 a empresa respondeu por 21,6% das exportações brasileiras de carne suína e por 8,4% das exportações de carne de frango. “Crescer no mercado mundial é prioridade de nossa planificação estratégica”, enfatiza o presidente. Por esse motivo, inaugurou no ano passado a unidade corporativa comercial de exportação, na cidade portuária de Itajaí. Para avançar no projeto de internacionalização, a Aurora Coop abrirá a primeira unidade no exterior em Shanghai, na China até junho deste ano.

Canton aponta que os gargalos operacionais, especialmente em portos e rodovias, além de condições climáticas adversas como as enchentes no Rio Grande do Sul e a seca severa na região norte, impactaram as operações de mercado interno, externo e de cabotagem, dificultando o fluxo logístico. No mercado externo uma série de dificuldades, como instabilidades econômicas, políticas e sanitárias, oscilações cambiais e o impacto de conflitos geopolíticos foram obstáculos a serem superados. Outro desafio foi o surto de Newcastle no Rio Grande do Sul, que resultou na suspensão temporária das exportações brasileiras para mercados estratégicos.

Visando manter a posição de terceiro maior grupo agroindustrial brasileiro do segmento da proteína animal, a Aurora Coop investiu cerca de R$ 580 milhões para a modernização e ampliação das unidades fabris. Para 2025 estão previstos cerca de R$ 1 bilhão em várias frentes de investimentos, especialmente na unidade de suínos de São Gabriel do Oeste (MS) e na unidade de aves de Tapejara (RS). “Esses investimentos refletem a estratégia de diversificação do portfólio para fortalecer a posição da Aurora Coop no mercado brasileiro e, ao mesmo tempo, fortalecer sua presença como player global em ascensão”, explica Canton.

A Aurora Coop é a 13ª maior empresa da região e também a quarta maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. A cooperativa de Chapecó também ocupa a quarta posição no ranking exclusivo que revela quem são as maiores do cooperativismo do Sul (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link).

Cooperativa de Chapecó prevê investir R$ 1 bilhão em 2025 e prepara a abertura da primeira unidade fora do Brasil

Crescimento da demanda doméstica puxa alta na produção de calçados

A produção cresceu 3,5% no comparativo com 2023

No total, foram produzidos 896,8 milhões de pares de calçados, dos quais 97,4 milhões destinados à exportação

O crescimento da demanda doméstica por calçados impulsionou a produção da indústria do setor em 2024. Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), com base nos índices do IBGE, apontam que, no ano passado, a produção cresceu 3,5% no comparativo com 2023. No total, foram produzidos 896,8 milhões de pares de calçados, dos quais 97,4 milhões destinados à exportação.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, explica que o crescimento na produção poderia ter sido ainda maior, caso não fosse a “invasão” de calçados importados, especialmente da Ásia. No ano passado, as importações cresceram 26% em relação a 2023. Cerca de 90% das importações são de calçados produzidos na Ásia, com destaque para Vietnã, China e Indonésia. “Hoje, mais de 85% da nossa produção é absorvida pelo mercado interno, que estava aquecido ao longo de 2024, com um crescimento no consumo aparente de 7,7%. No entanto, boa parte desse bom momento doméstico foi abocanhado pelos importados”, comenta Ferreira.

Os 896,8 milhões de pares quase bateram o volume registrado na pré-pandemia de Covid, em 2019. Naquele ano, foram produzidos 898,8 milhões de pares, 0,2% mais do que em 2024. Para 2025, mesmo diante de um cenário ainda nebuloso, especialmente no mercado externo, possivelmente o setor recupere as perdas ocasionados pela crise internacional da pandemia. “Em 2025, temos um ano desafiador, mas estamos otimistas”, avalia Ferreira.

A produção cresceu 3,5% no comparativo com 2023

Kopstein planeja investir mais de meio bilhão no Sul

Dois grandes lançamentos em bairros nobres de Porto Alegre estão previstos para este ano

As operações da Kopstein em São Paulo começaram em 2021

A Kopstein inicia 2025 em um dos seus melhores momentos, resultado dos empreendimentos Varanda e Parreiras 153 – entregues em 2023 e 2025, respectivamente – e da bem-sucedida expansão para São Paulo, ainda no ano passado. A empresa planeja investir mais de R$ 550 milhões na capital gaúcha ao longo de 2025, em empreendimentos com apartamentos acima de 300 metros quadrados.

Até o fim de março será lançado o empreendimento Artigas, em parceria com a Woss Incorporadora, de VGV superior a R$ 200 milhões, com apartamentos de mais de 450 metros quadrados — os maiores já desenvolvidos pela empresa em Porto Alegre. No segundo semestre será a vez de um novo edifício onde o VGV será acima de R$ 300 milhões. Este será o segundo empreendimento na cidade em parceria com o arquiteto Isay Weinfeld, dando continuidade ao êxito do Edifício Varanda. “Por sermos uma empresa de nicho, a expansão para São Paulo foi um movimento natural e após o sucesso do edifício Serena, manteremos nosso plano de expansão. No entanto, nossas raízes estão em Porto Alegre, onde continuaremos a atuar em projetos qualificados”, explica o diretor Pedro Kosptein.

As operações da Kopstein em São Paulo começaram em 2021, como uma joint-venture junto à Liv Incorporadora (Liv Inc). Em 2024 foi lançado o primeiro empreendimento, o Edifício Serena, um projeto com o arquiteto Isay Weinfeld, no Jardins, em um dos bairros mais nobres da capital paulista. “Nossa estreia no mercado paulistano foi um enorme sucesso, com 90% das unidades vendidas no lançamento do empreendimento. Esse desempenho nos motiva a seguir com dois grandes projetos em São Paulo programados para este ano, já com alta demanda”, afirma Kopstein. A empresa foi fundada pelo avô de Pedro, David Kopstein, nascido em 1918, em uma colônia judaica em Santa Maria. Em 1941, ele deu início à construção de casas em Pelotas e, posteriormente, expandiu a atuação para Porto Alegre, onde a família se estabeleceu em 1958.

Dois grandes lançamentos em bairros nobres de Porto Alegre estão previstos para este ano

Keko comemora saída da recuperação judicial com crescimento de 170% no período

A previsão agora é faturar R$ 360 milhões neste ano e concluir, no biênio 2024/2025, um investimento de R$ 30 milhões em tecnologias e na expansão fabril

Leandro Scheer Mantovani, presidente executivo, e Lucas Bertuol, gerente administrativo-financeiro, conduziram o processo de recuperação da Keko Acessórios junto com a equipe que hoje soma quase 500 funcionários

Se 2018 ficou marcado como o ano da maior e mais desafiadora crise já enfrentada pela líder brasileira em personalização automotiva Keko Acessórios nas suas quase quatro décadas de existência, 2025 entra para a história da companhia como o ano de celebrar um dos seus maiores feitos: a saída do processo de recuperação judicial deflagrado em setembro de 2018, quando precisou recorrer à medida para renegociar dívidas que alcançavam R$ 75,5 milhões. Com sede em Flores da Cunha (RS), a Keko nasceu em 1986, fruto do empreendedor Leandro Scheer Mantovani e seu pai Henri Mantovani, que enxergaram potencial para o mercado de personalização de picapes e veículos leves no Brasil. Atualmente, a marca é reconhecida em mais de 45 países nos cinco continentes e fornece para 12 montadoras.

A empresa sempre foi operacionalmente saudável e vinha em um ritmo de crescimento médio de 20% ao ano. Em 2009, iniciou o projeto de um grande investimento em uma planta fabril modelo em Flores da Cunha. O investimento chegou a R$ 100 milhões ao longo dos seis anos seguintes – a maior parte financiado. Esse aporte de recursos estava planejado para acompanhar o modelo de crescimento do negócio, no entanto o custo do endividamento teve um salto com o avanço da taxa Selic de 7,5% para 14,5% no período. De 2015 a 2018, a Keko fez diversas tentativas de negociações coletivas com os bancos tendo auxílio de renomadas consultorias Big Four como a KPMG, sem êxito. Com isso, a empresa foi ficando bastante pressionada. A greve dos caminhoneiros, em 2018, agravou ainda mais os problemas. A gota d´água foi o cancelamento de um projeto com uma montadora, que resultou em uma redução de receita de R$ 20 milhões.

“Esse fato culminou na decisão estratégica de entrar com a medida jurídica de recuperação”, recorda o presidente executivo Leandro Scheer Mantovani. O empresário destaca a conduta que a Keko tomou a partir desta decisão, utilizando transparência com todos os stakeholders. “Nossa preocupação foi conversar primeiro com todos os 420 funcionários que estavam conosco na época, para reforçar nosso compromisso com o cumprimento das obrigações, o pagamento de salários e a preservação dos empregos. Também visitamos e conversamos pessoalmente com clientes e fornecedores estratégicos. Isso foi primordial para restabelecer os acordos e, apesar de termos entrado em recuperação judicial, não perdemos a credibilidade e a confiança do mercado”, recorda.

Como a Keko saiu da crise
Desde 2015, a empresa opera com a “sala de crise” e ela foi essencial durante o processo de recuperação. Apoiada por outros mecanismos, não só ajudou a buscar soluções para os problemas críticos e superar os desafios, como também auxiliou para que a Keko chegasse bem e fortalecida em períodos conturbados como a pandemia do Covid-19, deflagrada em 2020, e a enchente no Rio Grande do Sul, em maio do ano passado. Uma das primeiras medidas adotadas na recuperação foi implantar uma gestão mais horizontalizada. A retirada de camadas de gestão aproximou o comando da empresa, o que deu agilidade e velocidade nas decisões e nos processos. A gestão começou a participar do ‘guemba’, ferramenta do Lean Manufacturing que significa ‘onde as coisas acontecem na empresa’. Paralelo a essa medida, foram implementadas melhorias internas com a reestruturação e o enxugamento dos projetos e processos internos, o que também contribuiu para dar mais agilidade e velocidade à produção e a todo negócio.

Outra frente de trabalho foi a inovação, área em que a Keko fez um movimento grande para restabelecer projetos e promover a qualificação do mix de produtos. O foco passou a ser lançamentos de acessórios diferenciados e com alto valor agregado, que ajudaram a alavancar o crescimento. Nos últimos dois anos, houve inúmeros lançamentos expressivos no segmento de picapes e a Keko conseguiu acompanhar esse processo de renovação do mercado e ganhar vários desses projetos junto às montadoras. Investimentos em automações e tecnologias, reorganização mercadológica com a reestruturação da força de vendas potencializando os diversos canais (montadoras, varejo e exportações) e a retomada mais recente dos investimentos em marketing fazem parte das ações da companhia para arrumar a casa. Outra medida austera foi a implantação de um planejamento financeiro e tributário, o que possibilitou transformar 80% da dívida de curto prazo para o longo prazo. “Todas essas iniciativas foram determinantes para tornar a empresa mais competitiva e mais saudável. Conseguimos atingir mais volume e, com isso, os custos fixos foram diluídos e, assim, alcançamos o ponto de equilíbrio financeiro. Aprendemos a operar com sustentabilidade financeira nos últimos cinco anos”, afirma Lucas Bertuol, gerente administrativo-financeiro.

Na pandemia a Keko também aprendeu outra importante lição: descobriu o mercado virtual e as vantagens de atuar neste canal. Ter presença forte no digital aumentou a proximidade da marca com os consumidores finais, fazendo com que eles buscassem, inclusive, os produtos Keko nas lojas físicas. Com isso, intensificou-se o pós-venda e o prolongamento da vida útil dos produtos, o que contribui e impacta na sustentabilidade do planeta. Esse movimento contribuiu para a retomada da marca própria, que hoje representa 25% da receita no mercado interno e nas exportações. O presidente executivo reforça que o processo de recuperação judicial teve o seu ponto positivo, que foi provocar e promover o amadurecimento de toda a empresa. “Foi uma jornada de valorização, transformação e crescimento da equipe. As pessoas aprenderam a trabalhar na escassez e a focar em resultados, o que foi muito positivo e uniu mais o grupo”, avalia.

Desde 2021, a Keko vem superando os resultados planejados. Somente no último ano, cresceu 25% e nos últimos quatro mais do que dobrou de tamanho. Durante o período de recuperação, que se estendeu por pouco mais de seis anos, a companhia cresceu 170%. O faturamento, que beirava os R$ 130 milhões em 2018, deve chegar a R$ 360 milhões em 2025 – um salto de 8% sobre o último exercício. O número de funcionários também aumentou, chegando hoje próximo a 500 empregos diretos. A empresa conseguiu renegociar o endividamento para o longo prazo e, com o crescimento e resultado, finalizou 2024 com uma relação dívida EBTDA de 2,4x. No biênio 2024/2025, estão previstos investimentos na ordem de R$ 30 milhões, alocados na ampliação da estrutura fabril, que ganhará mais 3,5 mil metros quadrados de área construída que se somarão aos atuais 25 mil metros quadrados, e na aquisição de novos equipamentos e tecnologias, como laser tubo, laser chapa, prensa, dobradoras e centro de usinagem, entre outros.

A previsão agora é faturar R$ 360 milhões neste ano e concluir, no biênio 2024/2025, um investimento de R$ 30 milhões em tecnologias e na expansão fabril

Google confirma que Android XR terá acesso à câmera passthrough para avanços na realidade mista

O Google confirmou que o Android XR, seu sistema operacional para dispositivos de realidade estendida (XR), permitirá que desenvolvedores tenham acesso às câmeras passthrough. Essa tecnologia é essencial para criar experiências mais imersivas em realidade mista (MR), combinando elementos virtuais com o mundo real. A novidade coloca o Android XR em vantagem frente a concorrentes […]O Google confirmou que o Android XR, seu sistema operacional para dispositivos de realidade estendida (XR), permitirá que desenvolvedores tenham acesso às câmeras passthrough. Essa tecnologia é essencial para criar experiências mais imersivas em realidade mista (MR), combinando elementos virtuais com o mundo real. A novidade coloca o Android XR em vantagem frente a concorrentes […]

Google Mensagens agora permite enviar mensagens para si mesmo via RCS

Uma nova atualização do Google Mensagens trouxe uma funcionalidade que pode facilitar bastante o dia a dia dos usuários. Agora, é possível enviar mensagens para o próprio número usando a tecnologia RCS, tornando o aplicativo uma alternativa prática para guardar lembretes, links e arquivos importantes. Antes, esse tipo de mensagem era limitado ao formato SMS, […]Uma nova atualização do Google Mensagens trouxe uma funcionalidade que pode facilitar bastante o dia a dia dos usuários. Agora, é possível enviar mensagens para o próprio número usando a tecnologia RCS, tornando o aplicativo uma alternativa prática para guardar lembretes, links e arquivos importantes. Antes, esse tipo de mensagem era limitado ao formato SMS, […]

Google Chrome para Android ganha busca em abas e sincronização de Grupos de Abas

O Google começou a liberar duas novidades importantes para usuários do Chrome no Android: a possibilidade de pesquisar abas abertas e a sincronização de Grupos de Abas entre diferentes dispositivos. Com a nova função de busca, os usuários podem localizar rapidamente uma aba aberta sem precisar percorrer manualmente toda a grade de guias. No alternador […]O Google começou a liberar duas novidades importantes para usuários do Chrome no Android: a possibilidade de pesquisar abas abertas e a sincronização de Grupos de Abas entre diferentes dispositivos. Com a nova função de busca, os usuários podem localizar rapidamente uma aba aberta sem precisar percorrer manualmente toda a grade de guias. No alternador […]