Archives 2024

Horário de verão tem apoio de mais da metade da população

Maior índice de aprovação é na região Sul

O estudo mostra também que as pessoas se sentem mais seguras durante os períodos em que o horário de verão é adotado

Levantamento feito pelo portal Reclame Aqui e pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) revela que o horário de verão é bem-visto pela maioria das pessoas. De acordo com a pesquisa, feita com três mil entrevistados, 54,9% dos entrevistados são favoráveis à mudança nos relógios ainda este ano. Deste total, 41,8% dizem ser totalmente favoráveis ao retorno do horário de verão, e 13,1% se revelam parcialmente favoráveis. Ainda segundo o estudo, 25,8% se mostraram totalmente contrários à implementação; 17% veem com indiferença a mudança; e 2,2% são parcialmente contrários.

Os maiores índices de apoio foram observados nas regiões onde o horário era adotado: Sul, Sudeste e Centro-Oeste. No Sudeste, 56,1% são a favor da mudança, sendo 43,1% favoráveis e 13% parcialmente favoráveis. No Sul, 60,6% são favoráveis, 52,3% totalmente favoráveis e 8,3% parcialmente favoráveis; e, no Centro-Oeste, 40,9% aprovariam a mudança – com 29,1% se dizendo totalmente favoráveis e 11,8% parcialmente a favor. Nas três regiões somadas, 55,74% são favoráveis ao adiantamento dos relógios em uma hora. Para 43,6% dos entrevistados, a mudança no horário ajuda a economizar energia elétrica e outros recursos. Para 39,9%, a medida não traz economia e 16,4% disseram que não sabem ou não têm certeza.

Segundo a pesquisa da Abrasel, a região Sul é a que apresenta maior parcela da população (47,7%) que acredita que o adiantamento do relógio resulta em economia de recursos. Para 51,8%, a mudança do horário é benéfica para o comércio e serviços, como lojas, bares e restaurantes. Já 32,7% dizem não ver vantagem; e 15,5% afirmam não ter opinião formada. A pesquisa mostra ainda que, para 41,7%, a cidade onde moram fica mais atrativa para o turismo quando o horário de verão está vigorando. “Apenas 9,4% disseram que fica [a cidade] menos atrativa, enquanto 43,6% não sentem diferença”, informa o levantamento.

O estudo mostra também que as pessoas se sentem mais seguras durante os períodos em que o horário de verão é adotado, em especial com relação ao horário de saída para o trabalho. Segundo a pesquisa, 35,2% se sentem mais seguros com a mudança, enquanto 19,5% se dizem menos seguros. Para 41,9% a mudança não traz influência. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou menos, considerando um nível de confiança de 95%.

Na última semana, o ministro de Minas e Energia (MME), Alexandre Silveira, afirmou que a volta do horário brasileiro de verão é uma possibilidade real para melhor aproveitamento da luz natural em relação à artificial e a consequente redução de consumo de energia elétrica no país. “O horário de verão é uma possibilidade real, mas não é um fato porque tem implicações, não só energética, tem implicações econômicas. É importante para diminuir o despacho de térmicas nos horários de ponta, mas é uma das medidas, porque ela impacta muito a vida das pessoas”, reconheceu o ministro.

Com ABR

Maior índice de aprovação é na região Sul

Economia verde gerou mais de R$ 67 bilhões em renda em SC

Governo estadual lançou estudo preliminar sobre a área

O estudo lançado marca o início de uma nova fase no planejamento e na ação estratégica do estado, consolidando o compromisso de Santa Catarina em se tornar um líder nacional em economia verde

O governo catarinense, por meio da Secretaria do Planejamento (Seplan), lançou oficialmente nesta quarta-feira (18) um estudo inédito sobre a economia verde no estado. Com a presença do governador Jorginho Mello, foram apresentados os dados disponibilizados pelas Secretarias do Meio Ambiente e Economia Verde, da Agricultura e Pecuária e pela Invest SCPar. “Temos 1% do território nacional, mas somos a sexta economia, porque nós produzimos e, também, preservamos. Temos 40% do nosso território completamente preservado. E a gente quer ter esse ativo a nosso favor pra daqui a pouco ter a capacidade de vender crédito de carbono, pois o nosso agro é verde”, pontuou Mello.

O estudo revela resultados animadores sobre o impacto da economia verde em Santa Catarina. Segundo os dados apresentados, o setor gerou mais de R$ 67 bilhões em renda e quase 775 mil empregos. “Esses números destacam a relevância das atividades voltadas para a mitigação das mudanças climáticas na economia do estado. Acompanhar esses indicadores nos permitirá monitorar e expandir os impactos dessas atividades, integrando-as com as políticas públicas estaduais”, explicou o secretário do planejamento, Edgard Usuy.

O conceito de economia verde, amplamente discutido em fóruns internacionais e nacionais, está alinhado com as diretrizes da Pnuma-ONU. Ele abrange atividades econômicas que melhoram o bem-estar humano e a igualdade social, reduzindo significativamente os impactos ambientais e a escassez ecológica. Os pilares principais incluem baixa emissão de carbono, eficiência no uso de recursos e inclusão social. O estudo lançado marca o início de uma nova fase no planejamento e na ação estratégica do estado, consolidando o compromisso de Santa Catarina em se tornar um líder nacional em economia verde.

“O que a gente quis deixar muito claro é que a economia verde vai muito além. Hoje o que a gente pode ver é que muitos empreendimentos que se dizem sustentáveis na verdade, não são. Então a partir do momento em que eles realmente começarem a trabalhar pra ter uma cadeia de produção livre de CO2 ou como uma mínima emissão de gases de efeito estufa, descartar os rejeitos das construções, jogarem o plástico de um modo correto, tudo isso vai tornar o empreendimento dele mais eficaz na parte sustentável, vai cuidar mais do meio ambiente e vai ter um valor de mercado ainda maior do que hoje a gente vê em Santa Catarina, a gente vai conseguir observar, inclusive, uma valorização no mercado imobiliário de Santa Catarina”, esclareceu a presidente do Instituto do Meio Ambiente (IMA), Sheila Meirelles.

Governo estadual lançou estudo preliminar sobre a área

Banco Central dos EUA reduz juros em 0,5%

Esta é a primeira redução desde 2020

Fed relata que indicadores recentes sugerem que a atividade econômica continuou a se expandir em um ritmo sólido

O Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) anunciou nesta quarta-feira (18) um corte de 0,5 ponto percentual nos juros. Assim, a faixa ficou estabelecida entre 4,75% e 5%, ante 5,25% e 5,5% anteriormente. Foi a primeira redução dos juros norte-americanos desde 2020. De acordo com o comunicado emitido após a decisão, indicadores recentes sugerem que a atividade econômica continuou a se expandir em um ritmo sólido. “Os ganhos de emprego desaceleraram e a taxa de desemprego subiu, mas continua baixa. A inflação fez mais progressos em direção ao objetivo de 2%, porém continua um tanto elevada”, avalia o Fed.

“O Comitê ganhou maior confiança de que a inflação está se movendo de forma sustentável em direção a 2%. Também julga que os riscos para atingir suas metas de emprego e inflação estão aproximadamente em equilíbrio. A perspectiva econômica é incerta e o Comitê está atento aos riscos para ambos os lados de seu mandato duplo”, destacam os membros do Fed. A autoridade monetária também informou que continuará reduzindo suas participaçes em títulos do Tesouro e títulos lastreados em dívidas de agências e hipotecas de agências.

Esta é a primeira redução desde 2020

Copom eleva a Selic para 10,75% ao ano

A última alta ocorreu em agosto de 2022

O cenário demanda uma política monetária mais contracionista na visão do Banco Central

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu nesta quarta-feira (18), por unanimidade, elevar a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, para 10,75% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro. A última alta da Selic ocorreu em agosto de 2022, quando a taxa subiu de 13,25% para 13,75% ao ano. Após passar um ano nesse nível, a taxa teve seis cortes de 0,5 ponto e um corte de 0,25 ponto, entre agosto do ano passado e maio deste ano. Nas reuniões de junho e julho, o Copom decidiu manter a taxa em 10,5% ao ano.

“O cenário, marcado por resiliência na atividade, pressões no mercado de trabalho, hiato do produto positivo, elevação das projeções de inflação e expectativas desancoradas, demanda uma política monetária mais contracionista”, explica o Copom. “O ritmo de ajustes futuros na taxa de juros e a magnitude total do ciclo ora iniciado serão ditados pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta e dependerão da evolução da dinâmica da inflação, em especial dos componentes mais sensíveis à atividade econmica e à política monetária, das projeções de inflação, das expectativas de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos”, antecipam os membros do colegiado.

Em outro trecho do comunicado, o Comitê reafirma, como fez em reuniões anteriores, que monitora com atenção a política fiscal e seus impactos sobre a política monetária e os ativos financeiros. “A percepção dos agentes econômicos sobre o cenário fiscal, junto com outros fatores, tem impactado os preços de ativos e as expectativas dos agentes. O Comitê reafirma que uma política fiscal crível e comprometida com a sustentabilidade da dívida contribui para a ancoragem das expectativas de inflação e para a redução dos prêmios de risco dos ativos financeiros, consequentemente impactando a política monetária”, alerta o BC.

Ainda em relação ao cenário doméstico, o Copom diz que o conjunto dos indicadores de atividade econômica e do mercado de trabalho tem apresentado dinamismo maior do que o esperado, o que levou a uma reavaliação do hiato para o campo positivo. “A inflação medida pelo IPCA cheio, assim como medidas de inflação subjacente se situaram acima da meta para a inflação nas divulgações mais recentes”, informa o Comitê. Para o BC, o ambiente externo permanece desafiador, em função do momento de inflexão do ciclo econômico nos Estados Unidos, o que suscita maiores dúvidas sobre os ritmos da desaceleração, da queda da inflação e, consequentemente, sobre a postura do Fed. “Os bancos centrais das principais economias permanecem determinados em promover a convergência das taxas de inflação para suas metas em um ambiente marcado por pressões nos mercados de trabalho. O Comitê avalia que o cenário externo, também marcado por menor sincronia nos ciclos de política monetária entre os países, segue exigindo cautela por parte de países emergentes”, destaca o BC.

A última alta ocorreu em agosto de 2022

Salton lança seu primeiro vinho com selo IP Campanha Gaúcha

A novidade é apresentada de forma emblemática em meio à celebração dos tradicionais festejos da Semana Farroupilha

O Salton IP Campanha Gaúcha Cabernet Sauvignon tem edição limitada, com apenas 13.470 garrafas

A Salton lança em meio aos festejos da Semana Farroupilha seu primeiro vinho que levará o selo da Indicação de Procedência (IP) Campanha Gaúcha. O Salton IP Campanha Gaúcha Cabernet Sauvignon é um vinho da safra de 2022, elaborado com uvas provenientes de um único vinhedo – o Vinhedo da Lebre – localizado na Azienda Domenico, em Santana do Livramento, no sul do Rio Grande do Sul, onde a vinícola possui seus vinhedos próprios.

Este rótulo expressa a essência do seu local de origem, em uma combinação perfeita entre natureza e arte, viticultura e enologia. O Salton IP Campanha Gaúcha Cabernet Sauvignon é amadurecido por nove meses em barricas de carvalho francês e americano, e integra a categoria Gran Família de rótulos premium da Salton. Além disso, ele tem edição limitada, com apenas 13.470 garrafas.

A cada safra, a expressão da Campanha vem sendo reforçada e percebida através de seus espumantes e vinhos. Por isso, para conquistar o selo “Indicação de Procedência Campanha Gaúcha”, é necessário que o produtor cumpra uma série de especificações técnicas que vão desde o cultivo das variedades estabelecidas na região delimitada até o acompanhamento sensorial do produto.

“Nosso trabalho na região da Campanha se iniciou na década de 1990, com produtores parceiros. Desde 2010, com a experiência somada até então, decidimos plantar e cultivar ali nossos próprios vinhedos. Buscamos aplicar as mais modernas práticas vitícolas aprimorando sempre o manejo”, explica Gregório Salton, enólogo e diretor técnico da vinícola.

Foi a partir do mapeamento de solo e relevo da propriedade que foram divididas as quadras que guiam, desde então, ano a ano, o plantio dos vinhedos da Salton na Azienda Domenico.

“A região da Campanha se destaca, safra a safra, com espumantes e vinhos que expressam características únicas no nosso país. Hoje, contamos com diversos rótulos elaborados com as uvas da região, porém este é o primeiro vinho em que utilizamos exclusivamente uvas dos nossos vinhedos e, ainda, a partir da seleção de parcelas de um único vinhedo. Este tinto vem coroar o trabalho de muitos anos e de muitas mãos!”, completa Gregório.

Vinhedo da lebre: fruto da sustentabilidade no campo
Com 10,6 hectares, o chamado “Vinhedo da Lebre”, que ilustra o primeiro rótulo da Salton com o selo da “IP Campanha Gaúcha”, fica localizado nas quadras 16 e 17 da Azienda Domenico. Seu nome surgiu no dia a dia, durante as atividades em meio aos vinhedos. “O vinhedo acabou sendo chamado assim pela própria equipe. Durante as atividades de poda, entre junho e setembro, e durante o verão, na safra, são avistadas muitas lebres correndo em meio a essas quadras”, afirma Junior Marques, administrador da Azienda Domenico.

E não são apenas lebres que são vistas nessas terras do Pampa Gaúcho. Em um levantamento pedagógico recente, uma equipe de biologia registrou fotograficamente 15 espécies de animais típicos do Bioma Pampa que habitam ou transitam livremente por toda a extensão de 636 hectares da Azienda Domenico, reforçando a preocupação da Salton com biodiversidade, através das práticas sustentáveis aplicadas em seus vinhedos próprios.

A novidade é apresentada de forma emblemática em meio à celebração dos tradicionais festejos da Semana Farroupilha

Rio Grande do Sul vai receber 100 casas de madeira doadas pelo Paraná

O projeto ainda está em fase de prova de conceito para que os modelos sejam validados

A decisão dos locais e das pessoas que receberão esse primeiro lote de casas será definida pelo governo do Rio Grande do Sul

O governo do Paraná anunciou a doação de 100 casas de madeira para o Rio Grande do Sul. A declaração foi feita pelo governador paranaense Carlos Massa Ratinho Junior, durante evento em comemoração aos 80 anos da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), em Curitiba, e assinatura de um protocolo de intenções para a elaboração de um programa no Paraná de construção de casas sustentáveis para pessoas em vulnerabilidade no meio rural. A madeira usada nas casas será oriunda de áreas da Seab que são usadas para reflorestamento, mas que estavam subutilizadas. O material será processado para transformação em madeira engenheirada, que é própria para construções civis de manejo sustentável e baixa emissão de carbono.

O projeto ainda está em fase de prova de conceito para que os modelos sejam validados. Depois disso, serão definidos, por exemplo, os tamanhos das casas, os parâmetros do programa e os critérios de destinação das residências. No entanto, uma das primeiras definições é que as 100 primeiras casas sejam destinadas ao Rio Grande do Sul, para atender pessoas de comunidades rurais que foram afetadas pelas fortes chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul este ano. “Temos uma gratidão muito grande aos gaúchos, que foram muito importantes na colonização de parte do Paraná e que têm laços muito fortes conosco. Por isso, queremos seguir ajudando na reconstrução que o Rio Grande do Sul vem passando”, disse Ratinho Junior.

O governador Eduardo Leite agradeceu a parceria e o apoio do governador paranaense com o povo gaúcho. A decisão dos locais e das pessoas que receberão esse primeiro lote de casas será definida pelo governo do Rio Grande do Sul, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi). “O desastre que atingiu o Rio Grande do Sul foi de proporções gigantescas e afetou, sobretudo, as áreas de produção agrícola do Estado. Essa atividade é a mola propulsora da economia local, assim como acontece no Paraná. Por isso, agradecemos imensamente ao governo do Paraná por esta iniciativa”, afirmou o chefe de gabinete da Seapi, Joel Maraschin.

O projeto ainda está em fase de prova de conceito para que os modelos sejam validados

Paraná terá a primeira central de saneamento rural do Brasil

A usina de Toledo receberá, em sua primeira etapa, cerca de R$ 77,5 milhões em recursos

Segundo estimativas da Mele, o tratamento correto dos dejetos nas usinas tem o potencial de evitar 2 milhões de toneladas de CO2 por ano

Toledo, no Oeste do Paraná, vai sediar uma nova usina de biogás que também será a primeira central de saneamento rural do Brasil, um empreendimento da Mele, empresa alemã que promete potencializar a transformação de dejetos da suinocultura em energia, biocombustível e fertilizantes. A pedra fundamental do empreendimento foi lançada nesta quinta-feira (19) em um encontro entre o vice-governador Darci Piana e a presidente do Conselho Federal Alemão, Manuela Schwesig, em Curitiba, e que foi acompanhada por vídeo por representantes da empresa e agricultores de Toledo.

A usina receberá, em sua primeira etapa, cerca de R$ 77,5 milhões em recursos de investidores e financiamento do Banco Mundial, além de ser acompanhado pela Organização das Nações Unidas (ONU) devido às suas características inovadoras e ambientalmente sustentáveis. A planta de Toledo, que servirá de modelo para as próximas que serão instaladas na região, ficará em uma área de 43 mil metros quadrados. Segundo estimativas da empresa, o tratamento correto dos dejetos nas usinas tem o potencial de evitar 2 milhões de toneladas de CO2 por ano, o equivalente a 2,7% as emissões do Paraná e 0,5% de tudo que é emitido pelo Brasil anualmente.

Somente a usina de Toledo, que é a primeira de 45 usinas previstas para serem implantadas na região Oeste até 2031, evitará a emissão de 52 mil toneladas de CO2 por ano. A empresa também já possui todas as licenças ambientais para a construção da planta e também firmou um acordo com a Verra, organização sem fins lucrativos responsável pelo controle da maior carteira de créditos de carbono do mundo. Mesmo antes do início da obra de construção, o projeto chamou a atenção de grandes empresas nacionais, como a Petrobras, e também de empresários de outros países interessados nas oportunidades de compra de créditos de carbono para compensação de suas próprias emissões.

Feita com base em uma tecnologia desenvolvida no estado alemão de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, onde Manuela Schwesig também é governadora, a estrutura resolverá um grande passivo ambiental dos produtores da região, com a redução das emissões de dióxido de carbono (CO2). Ele também garantirá a manutenção dos recursos hídricos pela economia de água e o fim da contaminação do solo e lençóis freáticos por dejetos da suinocultura. “Com este projeto conseguimos demonstrar que a agricultura também pode contribuir com a eficiência energética ao trabalhar com um material que ninguém quer, transformando-o em um ativo econômico”, declarou a presidente do Conselho Federal Alemão. “Em Toledo, iniciamos uma experiência que pode ser ampliada para outras regiões do Paraná com o uso de uma tecnologia que foi desenvolvida em nosso estado”, acrescentou Manuela.

A usina de Toledo receberá, em sua primeira etapa, cerca de R$ 77,5 milhões em recursos

ONS recomenda volta do horário de verão

Decisão final deve ser anunciada nos próximos dias

Instituído em 1931 no Brasil, o horário de verão funcionou continuamente de 1985 até 2019

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) recomendou a volta da adoção do horário de verão no país. No entanto, o governo federal ainda irá avaliar o cenário, antes de optar pela medida. De acordo com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, uma decisão deve ser tomada nos próximos dez dias. Se for adotada, a medida valeria ainda para 2024, não necessariamente em todo o verão. As declarações do ministro foram dadas após a reunião da ONS em que foi aprovado um indicativo de que é prudente adotar o horário de verão. “Temos hoje uma política de planejamento do setor elétrico muito alicerçada na ciência e na busca do equilíbrio entre segurança energética e melhor tarifa para a população. E com base nisso, vamos analisar a situação”, disse Silveira.

O encontro ocorreu no Rio de Janeiro, na sede do ONS, que é responsável por coordenar e controlar as operações de geração e transmissão de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional (SIN). Estiveram presentes técnicos do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O Cemaden vem medindo os índices de volume de chuva nacionais nos últimos 74 anos, desde 1950. De acordo com a série histórica, atualmente é o menor índice de todo o período.

Silveira apontou o horário de verão como uma medida que contribui para a sustentabilidade energética e citou o Canadá como exemplo de outro país que adota o mecanismo. Instituído em 1931 no Brasil, o horário de verão funcionou continuamente de 1985 até 2019, quando o governo passado decidiu revogá-lo, em abril de 2019, alegando pouca efetividade. Uma pesquisa recente apontou que a maioria dos brasileiros concorda com a adoção do horário de verão, sendo que os moradores da região Sul são os mais adeptos ao retorno da iniciativa.

Questões técnicas
Silveira destacou as questões técnicas que poderiam ser enfrentadas com a implementação do horário de verão. “Hoje não temos problema de geração de energia mesmo com essa grave crise de hídrica. Mas temos um momento do dia, entre 18h e 21h, em que precisamos despachar quase que na totalidade o nosso parque térmico. Isso custa mais e estressa mais o sistema. Temos de considerar a economia para o consumidor. E também levar em conta que o setor elétrico sempre tem de contar com eventuais fatos intervenientes. Tem de manter uma folga”, sublinhou. Segundo ele, é preciso levar em conta não só as demandas de transmissão, mas também o ritmo de geração. “Alguns técnicos vão dizer que o horário de ponta não é mais entre 18h e 21h e sim entre 14h e 16h. Realmente, entre 14h e 16h há maior exigência do ponto de vista da transmissão. Porém, nesse período, estamos no pico da geração das energias renováveis, como a energia solar”, ponderou.

Com ABR

Decisão final deve ser anunciada nos próximos dias

Arrecadação federal volta a bater recorde

Receitas somaram R$ 201,6 bilhões em agosto

Receita arrecadada de janeiro a agosto soma R$ 1,7 trilhão

O crescimento da economia e as medidas de tributação para super-ricos voltaram a melhorar a arrecadação federal. Em agosto, as receitas do governo federal somaram R$ 201,6 bilhões, alta de 11,9% acima da inflação sobre o mesmo mês do ano passado. Segundo a Receita Federal, o valor é o maior para o mês desde o início da série histórica, em 1995. De janeiro a agosto, a receita arrecadou R$ 1,7 trilhão, alta de 9,4% acima da inflação na comparação com os oito primeiros meses do ano passado. O montante também é recorde para o período.

De acordo com a Receita Federal, a arrecadação recorde de 2024 deve-se principalmente aos seguintes fatores: crescimento real (acima da inflação) e 19,3% no Imposto de Renda Retido na Fonte sobre o Capital (IRRF-Capital); crescimento real de 19,3% nas receitas do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins); crescimento real de 17,9% no Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) e comportamento das variáveis macroeconômicas, que refletem o crescimento da economia. Em relação ao IRRF-Capital, o crescimento da arrecadação resulta da tributação dos fundos exclusivos, aprovada no fim do ano passado, que antecipou a cobrança de imposto. A alta da arrecadação do PIS/Cofins reflete o crescimento das vendas. Isso porque os dois tributos incidem sobre o faturamento e são diretamente ligados ao consumo.

Segundo a Receita, o aumento na arrecadação de IRPF decorre da atualização de bens e direitos no exterior determinado pela nova Lei das Offshores (empresas de investimentos no exterior). No início do ano, os contribuintes tiveram de atualizar os ativos e os investimentos em outros países. Em relação às variáveis macroeconômicas, a alta da arrecadação é reflexo do crescimento da economia brasileira em 2024. No início do mês, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o PIB cresceu 1,4% no segundo trimestre. Os números acima das expectativas fizeram a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda elevar para 3,2% a previsão de crescimento do PIB em 2024.

Meta fiscal
Apesar da arrecadação recorde, o governo enfrenta desafios para cumprir a meta fiscal de 2024. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) deste ano estabelece que o Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – deverá registrar déficit primário zero, com margem de tolerância de R$ 28,8 bilhões para mais ou para menos. O resultado primário representa o saldo positivo ou negativo nas contas do governo sem os juros da dívida pública. Para chegar ao centro da meta de resultado primário zero, o governo precisa de R$ 168 bilhões extras neste ano. Apesar do crescimento das receitas dos fundos exclusivos e das offshores, a equipe econômica enfrenta dificuldades em outras fontes de recursos que atrasaram, como os votos de desempate do governo nos julgamentos do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).

Com ABR

Receitas somaram R$ 201,6 bilhões em agosto

O Papel do Design UX/UI no Sucesso de um Site

No mundo digital de hoje, a primeira impressão é crucial. Quando um usuário visita um site, ele forma uma opinião em questão de segundos.

O sucesso de um site depende de vários fatores, sendo o design de experiência do usuário (UX) e a interface do usuário (UI) dois dos elementos cruciais.

Um bom design UX/UI pode ser a chave para atrair e reter visitantes, melhorar a usabilidade e, acima de tudo, garantir que os usuários tenham uma experiência satisfatória.

Mas qual é exatamente o papel desses elementos no sucesso de um site? Vamos explorar como essas duas áreas do design impactam diretamente a eficácia de um site e a satisfação dos usuários.

O Que é UX e UI?

Antes de mais nada, é importante entender a diferença entre UX e UI, embora esses dois termos frequentemente sejam usados juntos.

UX (User Experience) refere-se à experiência geral que um usuário tem ao interagir com um site. Isso inclui a facilidade de navegação, a eficiência em encontrar informações e a satisfação geral com a interação. Um bom design de UX é intuitivo, eficiente e agradável.

UI (User Interface), por outro lado, foca no layout visual do site. Isso elementos como botões, menus, cores, fontes e elementos visuais. Um bom design de UI é esteticamente agradável, coerente e complementa a funcionalidade do site.

A Importância de um bom design UX

Acessibilidade e Usabilidade
A usabilidade de um site está diretamente ligada ao design UX. Um site com boa experiência do usuário facilita a navegação e permite que as informações sejam encontradas de forma intuitiva. Quando um usuário não consegue encontrar o que procura ou enfrenta dificuldades para navegar, é provável que abandone o site e procure outra solução. Por isso, um design UX eficiente aumenta a retenção e o tempo de permanência no site.

Satisfação do Usuário
A experiência do usuário impacta diretamente a satisfação. Quando um site é bem projetado, com uma navegação clara, respostas rápidas e um fluxo lógico de informações, o usuário se sente mais confiante e satisfeito. Isso não só melhora a percepção da marca, mas também aumenta as chances de conversão, seja na forma de vendas, inscrições ou outras interações.

Conversões
Um dos maiores benefícios de um bom design UX é o impacto nas taxas de conversão. Um site otimizado para a experiência do usuário remove barreiras e facilita a jornada do cliente, desde a descoberta até a compra. Isso é especialmente importante para e-commerces e sites de serviços, onde cada obstáculo pode representar uma venda perdida.

O Papel Fundamental do UI

Atração Visual
O design UI desempenha um papel fundamental na atração inicial de um usuário. A primeira impressão que alguém tem de um site é visual. Se o site for esteticamente agradável e profissional, as chances de o usuário continuar navegando aumentam. Um design UI coerente também ajuda a reforçar a identidade da marca, transmitindo confiança e credibilidade.

Consistência Visual
A consistência no design é essencial para criar uma experiência harmoniosa. Cores, fontes e estilos de botões devem ser utilizados de forma uniforme em todas as páginas do site. Isso evita confusão e dá ao usuário a sensação de estar no lugar certo, sabendo exatamente o que esperar de cada interação.

Feedback Visual
Um bom design UI também oferece feedback ao usuário. Por exemplo, quando um botão é clicado, ele pode mudar de cor ou dar algum sinal visual de que a ação foi realizada com sucesso. Esse tipo de interação cria uma sensação de controle e melhora a experiência geral do usuário.

A Sinergia entre UX e UI

O sucesso de um site depende de uma forte sinergia entre UX e UI. Um site visualmente atraente, mas que é difícil de navegar, não alcançará bons resultados. Da mesma forma, um site altamente funcional, mas com uma interface desinteressante, pode afastar potenciais usuários. Quando UX e UI trabalham juntos, o site não só se torna agradável de usar, mas também eficiente em alcançar seus objetivos.

O design de UX/UI não é apenas sobre estética, é sobre criar uma experiência que seja funcional, agradável e eficiente. Investir em um bom design de UX/UI pode transformar um site, aumentando sua eficácia e a satisfação do usuário. Em um mercado competitivo, essa pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso.

Se você está pensando em desenvolver ou reformular um site, considere a importância do design de UX/UI. Ele não só melhora a experiência do usuário, mas também pode impactar diretamente os resultados do seu negócio.

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No mundo digital de hoje, a primeira impressão é crucial. Quando um usuário visita um site, ele forma uma opinião em questão de segundos. O sucesso de um site depende de vários fatores, sendo o design de experiência do usuário (UX) e a interface do usuário (UI) dois dos elementos

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Durante uma reunião recente, o CEO Mark Zuckerberg anunciou que a empresa decidiu cancelar o desenvolvimento do La Jolla, um headset de realidade mista que estava sendo preparado para competir com o Vision Pro da Apple. O La Jolla tinha previsão de lançamento para 2027 e seria equipado com displays avançados de micro OLED. No […]Durante uma reunião recente, o CEO Mark Zuckerberg anunciou que a empresa decidiu cancelar o desenvolvimento do La Jolla, um headset de realidade mista que estava sendo preparado para competir com o Vision Pro da Apple. O La Jolla tinha previsão de lançamento para 2027 e seria equipado com displays avançados de micro OLED. No […]

Google celebra o doce S’mores com Doodle

Hoje, o Google está celebrando o famoso doce americano S’mores com um Doodle animado que destaca a simplicidade e o sabor dessa sobremesa típica de acampamentos. Para quem nunca ouviu falar, o S’mores é um lanche doce feito com apenas três ingredientes: marshmallow tostado, chocolate e bolacha de graham, que juntos formam um sanduíche irresistível. […]Hoje, o Google está celebrando o famoso doce americano S’mores com um Doodle animado que destaca a simplicidade e o sabor dessa sobremesa típica de acampamentos. Para quem nunca ouviu falar, o S’mores é um lanche doce feito com apenas três ingredientes: marshmallow tostado, chocolate e bolacha de graham, que juntos formam um sanduíche irresistível. […]