Archives 2024

Adriana Donelian é a nova diretora comercial e trade marketing da Docile

Executiva consolidou sua trajetória em empresas como Mondelèz, Walmart e Carrefour

Adriana é graduada em engenharia de alimentos pelo Instituto Mauá de Tecnologia, de São Paulo, com mestrado na UFSC e doutorado na Universidade do Porto

A fabricante de doces Docile anuncia que Adriana Donelian será a nova diretora comercial e trade marketing da companhia. Com mais de 20 anos de carreira, ela consolidou sua trajetória em empresas como Mondelèz, Walmart e Carrefour, ocupando posições de liderança nas áreas comerciais e trade marketing das organizações.

Adriana é graduada em engenharia de alimentos pelo Instituto Mauá de Tecnologia, de São Paulo, com mestrado na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e doutorado na Universidade do Porto, em Portugal. Recentemente, como diretora senior de trade marketing na Mondelèz, liderou equipes multifuncionais e implementou estratégias para impulsionar as inovações e a experiência do shopper, incluindo a aplicação de inteligência artificial para elevar a qualidade dos materiais de ponto de venda.

“A Docile é uma marca que desperta a atenção por ter uma cultura forte, fundamentada no princípio da gentileza e da valorização das pessoas. Isso é um ativo importante e que queremos reforçar, cada vez mais, com o mercado e com nossos clientes”, destaca Adriana, por meio de nota. A Docile tem fábricas em Lajeado (RS) e Vitória de Santo Antão (PE).

Executiva consolidou sua trajetória em empresas como Mondelèz, Walmart e Carrefour

Resultados do Google estão mais personalizados?

google searchNos últimos dias, tem se falado muito sobre uma possível mudança nos resultados de pesquisa do Google, que estariam mais personalizados do que nunca. A discussão ganhou força entre especialistas da área de SEO, que perceberam uma diferença crescente entre os resultados mostrados quando estamos logados em uma conta do Google e quando estamos deslogados. […]Nos últimos dias, tem se falado muito sobre uma possível mudança nos resultados de pesquisa do Google, que estariam mais personalizados do que nunca. A discussão ganhou força entre especialistas da área de SEO, que perceberam uma diferença crescente entre os resultados mostrados quando estamos logados em uma conta do Google e quando estamos deslogados. […]

Black Friday: Samsung Galaxy S23 Ultra com 478 reais de desconto na Amazon

galaxy s23 ultra 2A Black Friday chegou e, se você está de olho em um smartphone premium, essa é a sua oportunidade. O Samsung Galaxy S23 Ultra 5G, um dos celulares mais avançados já lançados pela Samsung, está com R$ 478 de desconto na Amazon! Use o cupom de 10% SAMSUNG10 e leve essa máquina de R$ 4.299,00 por apenas […]A Black Friday chegou e, se você está de olho em um smartphone premium, essa é a sua oportunidade. O Samsung Galaxy S23 Ultra 5G, um dos celulares mais avançados já lançados pela Samsung, está com R$ 478 de desconto na Amazon! Use o cupom de 10% SAMSUNG10 e leve essa máquina de R$ 4.299,00 por apenas […]

Google celebra Lancelot Ribeiro com Doodle especial

lancelot ribeiro doodleO Google homenageou hoje o pintor expressionista indiano Lancelot Ribeiro com um Doodle especial, destacando sua trajetória artística única e contribuições inovadoras para o mundo da arte. Ribeiro, conhecido por suas técnicas experimentais e uso pioneiro de materiais, deixou um legado vibrante e transformador na pintura moderna. Sua abordagem ousada e seu uso de policloreto […]O Google homenageou hoje o pintor expressionista indiano Lancelot Ribeiro com um Doodle especial, destacando sua trajetória artística única e contribuições inovadoras para o mundo da arte. Ribeiro, conhecido por suas técnicas experimentais e uso pioneiro de materiais, deixou um legado vibrante e transformador na pintura moderna. Sua abordagem ousada e seu uso de policloreto […]

Google Chat lança ‘Huddles’, recurso de reuniões rápidas integrado ao Meet

google chat logo destaqueO Google Chat acaba de receber uma funcionalidade inovadora que promete facilitar ainda mais as reuniões online: os “Huddles”. Essa novidade, apresentada pela primeira vez em agosto de 2023, oferece uma experiência de reunião com foco em áudio, projetada para ser instantânea e prática. O recurso pode ser acessado diretamente no canto superior direito das […]O Google Chat acaba de receber uma funcionalidade inovadora que promete facilitar ainda mais as reuniões online: os “Huddles”. Essa novidade, apresentada pela primeira vez em agosto de 2023, oferece uma experiência de reunião com foco em áudio, projetada para ser instantânea e prática. O recurso pode ser acessado diretamente no canto superior direito das […]

Google convoca OpenAI, Perplexity e Microsoft em batalha judicial sobre IA

google office 1A batalha judicial entre o Google e o Departamento de Justiça dos EUA ganhou um novo capítulo. Durante o processo de antitruste, que examina o domínio do Google no mercado de buscas, a gigante das pesquisas agora está mirando em três dos maiores concorrentes de inteligência artificial (IA): OpenAI, Perplexity AI e Microsoft. O Google […]A batalha judicial entre o Google e o Departamento de Justiça dos EUA ganhou um novo capítulo. Durante o processo de antitruste, que examina o domínio do Google no mercado de buscas, a gigante das pesquisas agora está mirando em três dos maiores concorrentes de inteligência artificial (IA): OpenAI, Perplexity AI e Microsoft. O Google […]

Weg anuncia aquisição da Reivax

Companhia catarinense não divulgou o valor da transação da empresa de soluções de controle de geração de energia

A Weg é a quarta maior empresa da região e também a terceira maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL

A Weg, de Jaraguá do Sul (SC), comunicou que adquiriu a Reivax e suas subsidiárias. A companhia sediada em Florianópolis atua no setor de sistemas de controle para geração de energia. A Weg não informou o valor do negócio. A conclusão da transação está sujeita ao cumprimento de determinadas condições precedentes, dentre as quais as aprovações regulatórias.

Fundada em 1987, a Reivax é uma empresa consolidada no mercado de sistemas de controle em geração de energia, com atuação nos segmentos hidrelétrico, fotovoltaico, eólico, termelétrico, subestações e industrial. Além do Brasil, a Reivax tem atuação global, sendo referência na América Latina e com sólida presença na América do Norte, bem como vendas consistentes em locais como Índia, Europa e sudeste asiático. A empresa ainda tem filiais na Suíça e no Canadá e conta com uma equipe de aproximadamente 220 funcionários. Em 2023, a Reivax apresentou uma receita operacional líquida de R$ 131 milhões, com uma margem Ebitda de 22,6%, sendo que mais da metade dessa receita foi fruto de vendas realizadas fora do Brasil.

A Weg é a quarta maior empresa da região e também a terceira maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. Já a Reivax é a 648ª companhia da região, de acordo com o mesmo ranking. A empresa sediada em Florianópolis avançou 84 posições em relação à edição anterior de 500 MAIORES DO SUL (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link).

Companhia catarinense não divulgou o valor da transação da empresa de soluções de controle de geração de energia

RDL e Planaterra vencem disputa pela concessão do aeroporto de Jaguaruna

Consórcio ofereceu desconto de 80% na contraprestação mensal prevista por Santa Catarina ao longo dos 30 anos de PPP

A disputa da primeira PPP de Santa Catarina foi realizada nesta quinta-feira na sede da B3, em São Paulo

O Consórcio Aeroportuário Regional Sul, formado pelas empresas RDL e Planaterra, foi o vencedor da disputa pela concessão, via parceria público-privada (PPP), do aeroporto de Jaguaruna. Pela proposta, o grupo abre mão de 80% da contraprestação prevista mensalmente para Santa Catarina. A outra participante da disputa foi a Duane do Brasil S/A, que ofereceu desconto de 8,3% na obrigação mensal. O consórcio vencedor ficará responsável por investir R$ 38 milhões em melhorias operacionais e de infraestrutura ao longo dos 30 anos de concessão. Estão previstas obras de adequação das pistas, ampliação e reforma do terminal de passageiros.

Como se trata de uma modalidade de PPP patrocinada, caberá ao estado de Santa Catarina fazer o aporte de R$ 2 milhões, que serão liberados medida que os investimentos forem realizados, além de contraprestação mensal de R$ 13.250 (valor com o deságio de 80%). A disputa da primeira PPP de Santa Catarina foi realizada nesta quinta-feira (28) na sede da B3, em São Paulo. “A região Sul vai poder contar com um ótimo aeroporto. Vamos ter mais opções de voo, conforto e segurança. Que seja a primeira de muitas”, afirmou o governador Jorginho Mello sobre a PPP. O aeroporto de Jaguaruna movimenta atualmente cerca de 11 mil passageiros por mês, chegando a 133 mil em 2023. O pico das operações ocorreu em 2017, quando foram registrados 143 mil passageiros. Com a concessão, estima-se que o aeroporto movimentará, em média, 188 mil passageiros por ano.

Consórcio ofereceu desconto de 80% na contraprestação mensal prevista por Santa Catarina ao longo dos 30 anos de PPP

Microsoft trava batalha para lançar loja de jogos do Xbox no Android

xbox arteA Microsoft está pronta para lançar sua loja dedicada de jogos no Android, mas um obstáculo jurídico está atrasando os planos. Sarah Bond, executiva da companhia, havia prometido que, em novembro, seria possível comprar e jogar títulos do Xbox diretamente no aplicativo Xbox para Android. Contudo, ao fim do mês, a funcionalidade ainda não está […]A Microsoft está pronta para lançar sua loja dedicada de jogos no Android, mas um obstáculo jurídico está atrasando os planos. Sarah Bond, executiva da companhia, havia prometido que, em novembro, seria possível comprar e jogar títulos do Xbox diretamente no aplicativo Xbox para Android. Contudo, ao fim do mês, a funcionalidade ainda não está […]

Curitiba ganha rota cervejeira

Objetivo é transformar o Paraná no estado brasileiro da cerveja artesanal

A rota foi lançada no domingo passado, durante a sexta edição do Festival da Cultura Cervejeira

Amantes da boa cerveja artesanal de todo o Brasil agora terão um motivo a mais para visitar a capital paranaense: a cidade ganhou esta semana a Rota Cervejeira de Curitiba, um mapa com 20 microcervejarias artesanais que são abertos à visitação ou promovem degustações (você pode baixar o mapa ao final deste post). A iniciativa é da Associação das Microcervejarias do Paraná (Procerva), com apoio da Secretaria do Turismo e do Viaje Paraná, órgão de promoção comercial do turismo no estado. A ideia de criar a rota surgiu da percepção de que um número cada vez maior de visitantes de outros estados têm vindo a Curitiba para visitar as microcervejarias, muitas delas premiadas e já com renome nacional.

Curitiba também é sempre indicada pelos especialistas como um dos principais polos cervejeiros do país, apresentando um crescimento consistente no segmento nos últimos cinco anos, diferente do consumo geral de bebidas alcoólicas, que teve uma queda de 9% no mesmo período. Mas é recomendada, especialmente, pela qualidade da bebida produzida no estado. “Esse setor da economia representa uma grande movimentação cultural e popular do Paraná, basta ver a quantidade de cervejarias e microcervejarias que temos por aqui. Por isso a importância de divulgar a nova rota, que irá fomentar também o turismo como um todo”, destaca Everton Delfino, diretor-presidente da Procerva. Fazem parte da rota as microcervejarias Alright Brewing Co, DUM Cervejaria, Gauden Bier, Moondri, Bencke Bier, Bastards Brewery, GastBier Brewpub, Old Car Brewpub, Hops Brew, Fumaçônica, Bier Hoff, Gruit Beers, FrohenFeld, EH Brewing, Cervejaria Bonato, Joy Project, Xamã, Swamp, Bodebrown e Yule Brevery – todas localizadas em território curitibano.

A rota cervejeira de Curitiba foi lançada no último domingo, durante a sexta edição do Festival da Cultura Cervejeira (foto), realizada na Praça Afonso Botelho, na capital paranaense. Mais de seis mil pessoas passaram pela feira, onde puderam degustar mais de 200 rótulos. Na ocasião, o governo paranaense anunciou também a realização do festival em mais três municípios ainda este ano: Foz do Iguaçu, Guarapuava e Maringá. “Nosso sonho é, junto com o apoio do governo, transformar o Paraná no estado brasileiro da cerveja artesanal. E estamos no rumo certo e a passos largos”, comemora Delfino. Nos últimos anos, o Paraná viu o segmento crescer e o estado se posicionou como um dos maiores detentores de empresas do nicho. Em 2024, são mais de 170 cervejarias registradas e uma produção estimada em 7,8 milhões de litros por ano.

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Objetivo é transformar o Paraná no estado brasileiro da cerveja artesanal

Quando e como o 6G chegará ao mercado?

A tecnologia vai proporcionar eficiência operacional sem precedentes no mundo empresarial

Fábricas inteiras poderão ser automatizadas, onde máquinas se comunicam entre si e tomam decisões em tempo real, sem intervenção humana – tudo graças ao 6G

Lembra de quando o 4G era a grande revolução e todos ficavam impressionados com a rapidez de baixar um vídeo no celular? Pois bem, o 5G chegou para elevar isso a outro nível, permitindo velocidades incríveis e a promessa de um mundo ultra conectado. No entanto, a nova grande evolução, o 6G, já está por chegar. Antes de falar sobre o futuro, precisamos entender de onde viemos. Tudo começou com as redes 1G, no final dos anos 1970 e início dos anos 1980. Essa tecnologia trouxe algo que na época parecia mágico: voz sem fio. Claro, a qualidade era péssima, e a segurança, quase inexistente, mas quem se importava? Era a primeira vez que podíamos fazer uma ligação fora de casa!

Então veio o 2G, nos anos 1990, introduzindo o envio de mensagens de texto e, finalmente, uma qualidade de voz mais nítida. As coisas começaram a ficar mais interessantes com o 3G, quando a internet no celular se tornou uma realidade. Lembra de navegar na web, mas tendo que esperar uma eternidade para carregar uma página? Foi aí que o 4G entrou e revolucionou, permitindo o streaming de vídeos e uma conexão bem mais rápida e estável. Agora, estamos na era do 5G, que já trouxe benefícios enormes em termos de conectividade, latência e velocidade. Mas com o 6G, o que esperar? O próximo passo é muito mais ambicioso do que parece.

O estado atual do 5G
O 5G ainda está se estabelecendo globalmente, com uma adoção em andamento que varia de região para região. Em áreas metropolitanas, especialmente nas grandes cidades, o 5G já está em pleno funcionamento, permitindo velocidades de download impressionantes e melhorias de latência que estão pavimentando o caminho para novas inovações, como carros autônomos e cidades inteligentes. Porém, nem tudo é um mar de rosas. Implementar redes 5G em áreas rurais e mais afastadas ainda é um desafio. Isso sem mencionar a infraestrutura necessária, que requer um investimento robusto em novas antenas e equipamentos para que o 5G funcione plenamente. Em outras palavras, estamos no meio do caminho, e o 5G ainda tem muito para entregar antes que o 6G venha roubar os holofotes.

De acordo com especialistas da indústria, o 6G não estará disponível ao público antes de 2030. Isso parece uma eternidade, certo? Mas o desenvolvimento já começou. Países como Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos estão investindo pesado em pesquisas e testes para essa nova tecnologia. E claro, antes de vermos o 6G em nossos dispositivos, ele passará por uma série de fases de testes e melhorias, assim como foi com o 5G. Inicialmente, o 6G será testado em ambientes controlados, depois em pequenas cidades, até que se expanda globalmente.

O 6G é uma versão muito mais rápida e inteligente do 5G. Mas, obviamente, não para por aí. O 6G promete uma revolução completa na forma como nos conectamos e interagimos com o mundo digital. A velocidade será 100 vezes maior do que a do 5G, e a latência, praticamente inexistente. Imagine baixar um filme em segundos ou ter videoconferências em 16K, sem nenhum atraso. Outro grande diferencial do 6G será a inteligência artificial integrada à rede, permitindo que dispositivos se comuniquem entre si de forma muito mais eficaz. Isso levará a um novo nível de automação e realidade estendida, onde o mundo físico e digital se fundem ainda mais.

O 5G já trouxe uma conectividade robusta, com velocidades de até 10 Gbps, o que é mais que suficiente para a maioria dos usuários e empresas hoje. Mas o 6G promete ir além, com velocidades de 1 Tbps. Para colocar em perspectiva, isso significa baixar mil filmes em alta definição em menos de um minuto. Além da velocidade, a latência no 6G será quase nula. Isso é crucial para tecnologias como realidade virtual e aumentada, onde qualquer atraso pode prejudicar a experiência do usuário. Também permitirá que dispositivos autônomos — pense em drones de entrega ou carros autônomos — operem com uma precisão muito maior.

Agora, a grande questão: o que isso significa para nós, simples mortais? No nível do consumidor, o 6G vai transformar a forma como trabalhamos, nos divertimos e nos conectamos. Com a integração entre o físico e o digital, podemos esperar um crescimento exponencial de tecnologias como metaverso, realidade aumentada e até hologramas. No ambiente empresarial, o 6G terá impactos ainda mais profundos. Ele permitirá o crescimento de fábricas inteligentes, onde máquinas e sistemas estarão totalmente conectados, operando de forma autônoma e eficiente. Também será um divisor de águas para áreas como saúde, onde cirurgias remotas poderão ser realizadas com mais precisão do que nunca, e educação, com salas de aula virtuais completamente imersivas.

Uma das maiores inovações do 6G será sua integração direta com a inteligência artificial (IA). Diferente das redes anteriores, o 6G será capaz de processar grandes volumes de dados em tempo real e otimizar automaticamente sua própria performance com base nesses dados. Em termos simples, o 6G será uma rede “inteligente” que aprende e se adapta. Isso abrirá portas para novas aplicações, como computação de borda (edge computing), que permitirá que dados sejam processados mais perto de onde são gerados, em vez de em data centers centralizados. Isso vai reduzir a latência e aumentar a eficiência para dispositivos IoT e outras tecnologias emergentes.

Mesmo antes de o 6G se tornar realidade, já estamos vendo soluções práticas que indicam o caminho. Por exemplo, as smart cities que dependem de conectividade em tempo real para monitorar o tráfego, gerenciar recursos de energia e melhorar a segurança pública estão crescendo em todo o mundo. Com o 6G, essas cidades poderão se tornar ainda mais eficientes e autossuficientes. Outro exemplo são os carros autônomos, que já estão sendo testados em várias regiões. O 6G permitirá que esses veículos operem em tempo real, se comunicando entre si e com a infraestrutura ao redor, tornando as viagens mais seguras e rápidas.

No mundo empresarial, o 6G vai proporcionar uma eficiência operacional sem precedentes. Imagine fábricas inteiras automatizadas, onde máquinas se comunicam entre si e tomam decisões em tempo real, sem intervenção humana. Ou ainda, redes de logística onde pacotes são rastreados com precisão absoluta, permitindo entregas rápidas e sem falhas. Empresas de todos os setores precisarão se adaptar rapidamente ao 6G para permanecerem competitivas. Isso exigirá não apenas investimentos em infraestrutura, mas também a adoção de novas competências e tecnologias.

A tecnologia vai proporcionar eficiência operacional sem precedentes no mundo empresarial

RS gera mais de 14 mil vagas formais de trabalho em outubro

PR e SC tiveram um saldo de pouco mais de 10 mil novos postos de trabalho cada um

No acumulado anual, o Paraná marca o melhor desempenho da região Sul

O Sul teve um saldo de 34.372 novas vagas formais de trabalho em outubro. O saldo foi puxado, desta vez, pelo Rio Grande do Sul, que abriu 14.115 novos postos de trabalho. Os números indicam um crescimento de 0,5% em relação ao mês anterior, quando o estado criou 10,2 mil vagas. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O Paraná obteve um saldo de 10.132 no mês, sete a menos que Santa Catarina (10.125). Com o acréscimo mais recente, o Paraná soma agora um estoque de 3.254.607 vagas de emprego com carteira assinada, o maior volume do Sul do Brasil e o quarto maior em nível nacional, atrás apenas de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. O resultado paranaense também marca o melhor desempenho da região Sul. Santa Catarina teve um saldo positivo de 140.011 vagas criadas no ano, enquanto o Rio Grande do Sul, que se recupera dos impactos das enchentes de abril e maio, agora registra 79.925 empregos com carteira assinada a mais do que em relação ao período de janeiro a outubro do ano passado.

Em todo o Brasil, foram gerados 132.714 empregos formais em outubro. Ao fim do mês, ainda conforme os dados oficiais do MTE, o Brasil chegou a um saldo acumulado de 47,6 milhões de empregos com carteira assinada. Em outubro, o saldo foi positivo para mulheres (+89.917) e para homens (+42.797). O salário médio real de admissão em outubro foi de R$2.153,18, uma redução de 0,8% em comparação com setembro. Já em comparação com o mesmo mês do ano anterior, o que desconta mudanças decorrentes da sazonalidade do mês, o ganho real foi de 1,1%.

PR e SC tiveram um saldo de pouco mais de 10 mil novos postos de trabalho cada um

Pacote de corte de gastos prevê economia de R$ 327 bilhões em cinco anos

Proposta estima redução de gastos de R$ 71,9 bilhões em 2025 e 2026

O governo enviará proposta para elevar a faixa de isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil, em troca de uma alíquota efetiva de 10% para quem recebe mais de R$ 50 mil mensais

A economia estimada pelo pacote de corte de gastos obrigatórios está estimada em R$ 71,9 bilhões em 2025 e 2026 e em R$ 327 bilhões de 2025 a 2030, informou nesta quinta-feira (28) o Ministério da Fazenda. A pasta detalhou as medidas anunciadas na noite de quarta-feira (27) pelo ministro Fernando Haddad (veja os cálculos preliminares, ano a ano, ao final desta reportagem em “Estimativas”).

Entre os principais pontos da proposta de contenção de gastos estão a redução a médio prazo do abono salarial e um teto no reajuste do salário mínimo. Para distribuir o impacto dos cortes aos mais ricos, o governo propõe acabar com brechas que burlam o teto dos supersalários no serviço público e reformar a previdência dos militares. O pacote também prevê a limitação na concessão de benefícios fiscais enquanto as contas do governo estiverem deficitárias e um teto no crescimento das emendas parlamentares. Para reduzir o impacto político dos cortes de gastos obrigatórios, o governo enviará proposta para elevar a faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil, em troca de uma alíquota efetiva de 10% para quem recebe mais de R$ 50 mil mensais. As mudanças no IR, informou o governo, terão impacto zero nas contas públicas e antecipam a segunda fase da reforma tributária, que trata da cobrança de Imposto de Renda. Confira algumas das principais medidas enviadas pelo governo ao Congresso Nacional a seguir.

Imposto de Renda
Elevação da faixa de isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil por mês. Atualmente, não paga IR quem ganha até R$ 2.259,20 mensais. Essa medida tem impacto de R$ 35 bilhões por ano na arrecadação federal. Com a tramitação da segunda fase da reforma tributária ao longo do próximo ano, a tendência é que a mudança só entre em vigor em 2026.

Aumento de imposto para ricos
Para financiar o aumento da faixa de isenção do IR, o governo pretende introduzir uma alíquota efetiva de 10% para quem ganha mais de R$ 50 mil por mês. A medida pretende fazer que pague mais tributos quem se aproveita da “pejotização”, conversão rendimentos de pessoas físicas em rendimentos de empresas. Nada muda para quem trabalha com carteira assinada e recebe mais de R$ 50 mil porque essas pessoas já pagam alíquota de 27,5%. Atualmente, segundo o governo, o 1% mais rico da população paga alíquota efetiva de 4,2% de IR. Para o 0,01% mais rico, a alíquota efetiva é 1,75%.

Isenção de IR por problemas de saúde
Isenção de IR por problemas de saúde valerá apenas para quem ganha até R$ 20 mil por mês. Dedução de 100% de gastos com saúde não mudará. Junto com aumento de imposto para ricos, medida garantirá os R$ 35 bilhões para bancar o aumento da isenção do IR.

Salário mínimo
Desde 2023, o salário mínimo é corrigido pela inflação do ano anterior, pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais o crescimento do PIB de dois anos anteriores. A proposta mantém a parcela de crescimento pelo PIB, mas a variação real estará nos limites do arcabouço fiscal, 2,5% acima da inflação do ano anterior. Para 2025, o salário mínimo subirá 2,9% acima da inflação, o equivalente ao crescimento da economia de 2023. Com a limitação, o salário mínimo ficará em R$ 1.515 em 2025, R$ 6 a menos que a atual regra. Nos anos em que o PIB encolher, o salário mínimo subirá pelo menos 0,6% acima da inflação, equivalente ao piso da variação de gastos do arcabouço fiscal.

Abono salarial
Benefício que equivale a um 14º salário para quem ganha até dois salários mínimos (atualmente em R$ 2.824) com carteira assinada, o abono salarial terá a correção mudada. O valor de até R$ 2.640 será corrigido pela inflação nos próximos anos, em vez de seguir a política de valorização do salário mínimo. Com o abono salarial subindo menos que o salário mínimo, o governo prevê que o benefício equivalerá a um salário e meio a partir de 2035. A mudança será discutida em proposta de emenda à Constituição.

Supersalários
Lista de exceções ao teto remuneratório nacional passará a ser definida por lei complementar. Medida vale para todos os poderes e todas as esferas (federal, estadual e municipal).

Novo pente-fino
Novo pente-fino no Bolsa Família e no Benefício de Prestação Continuada (BPC), salário mínimo pago a pessoas com deficiência e idosos de baixa renda. Medida também prevê endurecimento para acesso aos benefícios. No Bolsa Família, governo pretende combater irregularidades nos pagamentos para beneficiários que declaram que moram sozinhos, os chamados unipessoais.

Emendas parlamentares
Projeto de lei complementar discutirá limitação do crescimento das emendas.

Isenções fiscais
Se houver déficit primário de 2025 em diante, no ano seguinte fica vedada a criação, majoração ou prorrogação de benefícios tributários. Em 2023, incentivos fiscais somaram R$ 519 bilhões. O mecanismo de vedação havia sido sugerido pelo ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Vital do Rêgo, no relatório sobre as contas do governo do ano passado.

Gastos com pessoal
A partir de 2027, gatilho de reenquadramento vedará aumento real (acima da inflação) acima de 0,6%, se as despesas discricionárias (não obrigatórias) do governo caírem de um ano para o outro.

Subsídios e subvenções
Autorização para ajuste orçamentário em cerca de R$ 18 bilhões em subsídios e subvenções. Atualmente, o Banco Central manda a conta de alguns subsídios, como o Proagro, ao governo, sem limitação orçamentária. Com a proposta, governo só poderá gastar em subsídios o que estiver autorizado no orçamento.

Criação de despesa
Novas despesas devem observar a variação da despesa anualizada limitada ao crescimento permitido pelo arcabouço.

Previdência dos militares
Fim da morte ficta, quando a família de um militar expulso das Forças Armadas recebe pensão como se ele tivesse morrido. A família receberá auxílio-reclusão, pago pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) a parentes de presos. Também será recomendada a padronização em 3,5% da remuneração a contribuição do militar para o Fundo de Saúde até janeiro de 2026. Hoje, os militares da Aeronáutica e da Marinha pagam menos. O governo vai sugerir a extinção da transferência cota de pensão, quando a parte de um dependente que morre migra para os demais membros da família, somando 100%. Também vai estabelecer progressivamente idade mínima para reserva remunerada, até chegar a 55 anos. A economia deverá ser de R$ 2 bilhões por ano.

Estimativas
Segundo os cálculos, a economia ano a ano está estimada da seguinte forma: R$ 30,6 bilhões em 2025; R$ 41,3 bilhões em 2026; R$ 49,2 bilhões em 2027; R$ 57,5 bilhões em 2028; R$ 68,6 bilhões em 2029; e R$ 79,9 bilhões em 2030, totalizando os cerca de R$ 327 bilhões. O Ministério da Fazenda ressaltou que as projeções são preliminares. O ministério também divulgou a estimativa de impacto fiscal positivo conforme o tipo de proposta a ser enviada ao Congresso. A proposta de emenda à Constituição (PEC), que poderá ser incluída em outra PEC que já tramita no Parlamento, permitirá economia de R$ 11,1 bilhões em 2025; R$ 13,4 bilhões em 2026; R$ 16,9 bilhões em 2027; R$ 20,7 bilhões em 2028; R$ 24,3 bilhões em 2029; e R$ 28,4 bilhões em 2030.

A PEC tratará dos seguintes pontos: abono salarial, Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), prorrogação da Desvinculação de Receitas da União (DRU), autorização para ajuste orçamentário em subsídios e subvenções e variação de recursos do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Serão tratados por meio de projetos de lei (complementar ou ordinário) os seguintes temas: teto para reajustes no salário mínimo, restrições na concessão do Bolsa Família e no Benefício de Prestação Continuada (BPC), repasses da Lei Aldir Blanc, biometria para a concessão de novos benefícios sociais e para atualizações cadastrais e correção de distorções na previdência dos militares. As propostas a serem tratadas por projetos de lei resultarão em economia de R$ 11,7 bilhões em 2025; R$ 19,2 bilhões em 2026; R$ 24 bilhões em 2027; R$ 30,1 bilhões em 2028; R$ 37,3 bilhões em 2029; e R$ 44,5 bilhões em 2030.

Com ABR

Proposta estima redução de gastos de R$ 71,9 bilhões em 2025 e 2026

RS gera mais de 14 mil vagas formais de trabalho em outubro

PR e SC tiveram um saldo de pouco mais de 10 mil novos postos de trabalho cada um

No acumulado anual, o Paraná marca o melhor desempenho da região Sul

O Sul teve um saldo de 34.372 novas vagas formais de trabalho em outubro. O saldo foi puxado, desta vez, pelo Rio Grande do Sul, que abriu 14.115 novos postos de trabalho. Os números indicam um crescimento de 0,5% em relação ao mês anterior, quando o estado criou 10,2 mil vagas. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O Paraná obteve um saldo de 10.132 no mês, sete a menos que Santa Catarina (10.125). Com o acréscimo mais recente, o Paraná soma agora um estoque de 3.254.607 vagas de emprego com carteira assinada, o maior volume do Sul do Brasil e o quarto maior em nível nacional, atrás apenas de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. O resultado paranaense também marca o melhor desempenho da região Sul. Santa Catarina teve um saldo positivo de 140.011 vagas criadas no ano, enquanto o Rio Grande do Sul, que se recupera dos impactos das enchentes de abril e maio, agora registra 79.925 empregos com carteira assinada a mais do que em relação ao período de janeiro a outubro do ano passado.

Em todo o Brasil, foram gerados 132.714 empregos formais em outubro. Ao fim do mês, ainda conforme os dados oficiais do MTE, o Brasil chegou a um saldo acumulado de 47,6 milhões de empregos com carteira assinada. Em outubro, o saldo foi positivo para mulheres (+89.917) e para homens (+42.797). O salário médio real de admissão em outubro foi de R$2.153,18, uma redução de 0,8% em comparação com setembro. Já em comparação com o mesmo mês do ano anterior, o que desconta mudanças decorrentes da sazonalidade do mês, o ganho real foi de 1,1%.

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Indústria gaúcha apoia decisão da Agergs sobre revisão tarifária do gás natural

Fiergs repudia críticas recebidas pela agência por definir um reajuste menor do que o proposto pela concessionária

O setor de gás natural é estratégico para a infraestrutura e a competitividade do estado

No último processo de revisão tarifária ordinária da margem bruta média da Sulgás conduzido pela Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul (Agergs), a concessionária de gás havia solicitado um aumento de 75% em relação à margem aplicada em 2023. A decisão surpreendeu o setor industrial gaúcho, segundo a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), pelo impacto que o alto reajuste provocaria na competitividade e na atração de investimentos para o estado, ainda mais em um momento de recuperação após os prejuízos das enchentes. “Essa decisão traria ao Rio Grande do Sul, de uma só vez, uma das margens brutas mais elevadas do país. Para fins comparativos, tem-se, por exemplo, o caso do Paraná, em que a margem foi recentemente definida em cerca de R$ 0,50; e o da Bahia, com contrato semelhante ao da Sulgás, cuja margem média foi fixada em 2024 em R$ 0,40 por metro cúbico”, detalha Claudio Bier, presidente da entidade.

A Agergs, porém, determinou um reajuste de 7% e que a margem bruta da Sulgás fique em R$ 0,5014 por metro cúbico de gás natural, o que deve vigorar a partir de dezembro, ao contrário dos R$ 0,8207 propostos anteriormente na revisão tarifária deste ano. A Sulgás ainda pode recorrer da decisão. A Fiergs salienta que durante os 28 dias de consulta e audiência pública, usuários e entidades tiveram a oportunidade de analisar detidamente os dados postos para, ao final, apontar equívocos metodológicos muito graves que afetavam os cálculos apresentados pela concessionária. A Fiergs exigiu necessárias correções por parte da Agergs, o que ocorreu em sessão ordinária do conselho superior da agência. A definição da margem bruta para 2024 em R$ 0,5014 por metro cúbico determinada pela Agergs ainda não é a ideal, segundo a federação que reúne os industriais gaúchos, que propõe R$ 0,27, no entanto ao menos representa expressivo avanço em termos de previsibilidade.

Por meio de nota, a Fiergs considera correta a decisão da Agergs, e injustas algumas das críticas que a agência recebeu da Sulgás. O presidente Claudio Bier, porém, faz uma ressalva. “Embora as ações da Agergs tenham sido bem fundamentadas, é preciso observar que os ajustes realizados ainda não foram suficientes para alcançar uma margem plenamente adequada. Apesar de alguns dos maiores equívocos terem sido corrigidos pela agência, há outros que ainda permanecem e continuam a favorecer o monopólio em detrimento dos usuários. Mas essa correção da Agergs teve o flagrante propósito de direcionar os cálculos para os parâmetros contratuais e não para contrariá-los ou modificá-los”, contextualiza. A Fiergs lembra ainda que o setor de gás natural é estratégico para a infraestrutura e a competitividade do estado, e que cabe à Agergs regular as metodologias de parâmetros do contrato de concessão, recebendo contribuições da sociedade civil e da concessionária.

Fiergs repudia críticas recebidas pela agência por definir um reajuste menor do que o proposto pela concessionária