Archives Dezembro 2024

Express Restaurantes Empresariais inaugura segunda unidade em Brusque

Operação fica na sede da empresa Willrich Têxtil, sexta do segmento têxtil a receber um restaurante Express

Atualmente, a empresa da Serra Gaúcha serve um montante de mais de 1 milhão de refeições mensais nos três estados

A Express Restaurantes Empresariais, com mais de 150 unidades operacionais localizadas dentro de importantes empresas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná e sede em Caxias do Sul (RS), inaugurou no dia 25 de novembro sua segunda unidade operacional na cidade de Brusque (SC), na sede da empresa Willrich Têxtil. Essa é a sexta empresa do segmento têxtil a receber um restaurante Express, uma operação robusta de entrega de refeições, já que atua na escala 24/7 – ou seja, 24 horas por dia e 7 dias por semana com almoço, jantar e ceia sendo servidos aos colaboradores.  

Atualmente, a empresa da Serra Gaúcha serve um montante de mais de 1 milhão de refeições mensais nos três estados. Dessas, mais de 330 mil apenas em Santa Catarina, atendendo diversos segmentos como indústrias de móveis, papéis e embalagens, metalmecânica, utilidades domésticas, plásticos, materiais eltricos, alimentos, componentes automotivos, calçados, têxteis, entre outras. “Estamos com uma atuação muito próspera em Santa Catarina, onde já temos clientes em cidades importantes como Itajaí, Navegantes, Jaraguá do Sul, São Miguel do Oeste, São José, Pomerode, Três Barras, Palhoça, Caçador, entre outras”, comenta o coordenador comercial e de marketing da Express, José Torres.

Operação fica na sede da empresa Willrich Têxtil, sexta do segmento têxtil a receber um restaurante Express

Schulz compra fábrica de peças da Wetzel

Negócio foi fechado por pouco mais de R$ 115 milhões

André Luís Wetzel da Silva, diretor de relações com investidores da Wetzel, e Rodrigo Moretti, diretor-presidente: a expectativa para 2025 é manter o faturamento muito próximo dos R$ 350 milhões previstos para este ano

A Wetzel, uma das mais tradicionais indústrias sediadas em Joinville (SC), consolidou um ciclo de crescimento com expectativas promissoras nos segmentos de componentes automotivos em alumínio e de produtos para instalação elétrica aparente. A concretização da venda da UPI Ferro por R$ 115,2 milhões para a Schulz, nesta semana, possibilita o encerramento dos pagamentos remanescentes da recuperação judicial, processo concluído em 2022, e ainda garante por um ano os empregos gerados na unidade vendida.

A UPI Ferro inclui uma fábrica de peças fundidas em ferro para o setor automotivo e dois imóveis não operacionais. O conjunto foi arrematado pela a Schulz na terça-feira (26), em processo coordenado pela Vara Regional de Falências, Recuperação Judicial e Extrajudicial da Comarca de Jaraguá do Sul. A venda dessa unidade estava prevista no plano de recuperação judicial da Wetzel. Para que o negócio se concretizasse, garantindo as proteções legais aos compradores, foi necessário a reabertura do processo, procedimento com raríssimos precedentes na justiça brasileira.

Com a nova formatação, a Wetzel passa a contar com cerca de 800 empregos diretos. “Com o crescimento que a Wetzel vem alcançando nas unidades de alumínio e eletrotécnica, a expectativa para 2025 é manter o faturamento muito próximo dos R$ 350 milhões previstos para este ano, mesmo sem contar com a fábrica vendida”, destaca Rodrigo Moretti, diretor-presidente da companhia. A Wetzel é um raro exemplo de negócio que superou a recuperação judicial. Segundo estudo da Serasa Experian, apenas uma a cada quatro empresas sobrevive a esse processo.

A Schulz é a 94ª maior empresa da região e também a 22ª maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. A Wetzel não consta na lista (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link).

Negócio foi fechado por pouco mais de R$ 115 milhões

PIB avança 0,9% no terceiro trimestre

De janeiro a setembro, o PIB acumulou alta de 3,3%

No terceiro trimestre, atividade de informação e comunicação cresceu 2,1%. Frente ao terceiro trimestre de 2023, alta foi de 7,8%

O Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu (0,9%) na passagem do segundo trimestre para o terceiro. As altas nos serviços (0,9%) e na indústria (0,6%) contribuíram para essa taxa positiva, ainda que a agropecuária tenha recuado 0,9% no período. Em valores correntes, foram gerados R$ 3 trilhões. De janeiro a setembro, o PIB acumulou alta de 3,3%, enquanto nos últimos quatro trimestres, a alta foi de 3,1%. Frente ao 3º trimestre de 2023, o indicador cresceu 4%. Os dados são do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais, divulgado nesta terça-feira (3) pelo IBGE.

Na divulgação do terceiro trimestre das Contas Nacionais Trimestrais, o IBGE tem a rotina de realizar uma revisão mais abrangente que incorpora os novos pesos das contas nacionais anuais de dois anos antes. Porém, em virtude do projeto de mudança do ano base do Sistema de Contas de 2010 para 2021, houve um trabalho adicional levando à definição de um período de transição em que a divulgação da série anual é suspensa temporariamente. Sendo assim, os resultados apresentados trazem revisões referentes a 2023 e 2024, por conta das modificações nos dados primários.

Com isso, o resultado do PIB para o ano de 2023, anteriormente um crescimento de 2,9%, foi revisto para 3,2%, com revisões, sob a ótica da produção, em serviços (de 2,4% para 2,8%), na indústria (de 1,6% para 1,7%) e na agropecuária (de 15,1% para 16,3%). “Na agropecuária, a diferença entre o resultado revisto e o original pode ser explicada, em grande parte, pela incorporação de novas fontes estruturais anuais do IBGE que não estavam disponíveis na compilação anterior, como a Produção Agrícola Municipal, a Produção da Pecuária Municipal e a Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura. Essas pesquisas foram incorporadas em substituição aos dados de pesquisas conjunturais” explica a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis.

Nos resultados do terceiro trimestre de 2024 frente ao trimestre imediatamente anterior, dois dos três grandes setores econômicos sob a ótica da produção avançaram: serviços (0,9%) e indústria (0,6%). Já a agropecuária registrou queda de 0,9% no período. Nos serviços, cresceram: Informação e comunicação (2,1%); outras atividades de serviços (1,7%); atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (1,5%); atividades imobiliárias (1%); comércio (0,8%); transporte, armazenagem e correio (0,6%) e administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,5%). Na indústria, houve alta de 1,3% nas indústrias de transformação. por outro lado, caíram: construção (-1,7%); eletricidade e gás, água, esgoto e atividades de gestão de resíduos (-1,4%).

Pela ótica da demanda, o investimento (Formação Bruta de Capital Fixo) cresceu 2,1% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Na mesma comparação, a despesa de consumo das famílias aumentou 1,5% e a do governo cresceu 0,8%. No que se refere ao setor externo, houve queda nas exportações de bens e serviços (-0,6%) e alta nas importações de bens e serviços (1%) em relação ao segundo trimestre de 2024.

De janeiro a setembro, o PIB acumulou alta de 3,3%

Melhor começar a comprar Yuan

A China é a maior economia do Brics

Trump passou um recibo de todo tamanho para o receio de perder o lucro fácil que o dólar teve nos últimos 80 anos

Após a ameaça do próximo presidente dos Estados Unidos de punir com tarifas de 100% quem deixar de utilizar o dólar, substituindo-o por uma hipotética “moeda do Brics”, o melhor a se fazer é começar a comprar a moeda chinesa, já que a China é o país com a maior economia do Brics, movimenta mais de US$ 6 trilhões por ano em compras e vendas mundiais; e suas reservas cambiais passam de US$ 3 trilhões. Portanto, a ameaça de Trump é em relação à substituição do dólar pelo yuan, muito mais factível e imediato do que por uma “suposta” moeda do Brics. O fato de ser o maior parceiro comercial de 120 países, o maior exportador e o segundo maior importador do mundo, coloca a China – e não o Brics – na liderança do comércio mundial, muito à frente dos EUA, e essa vantagem comparativa lhe permite passar a pagar as suas compras com a sua própria moeda.

Ainda que pela paridade cambial (do dólar…) os EUA continuem a maior economia mundial, com US$ 28,8 trilhões esperados de PIB em 2024, e por essa régua a China ainda esteja em um distante segundo lugar, com seus US$ 18,3 trilhões, a realidade é bem outra quando o parâmetro é o da Paridade do Poder de Compra (PPP), critério pelo qual a economia chinesa ultrapassou a dos EUA em 2017, e desde então se mantém a maior do mundo. Segundo dados do Fundo Monetário Mundial, de 2024, o PIB da China esse ano (pela PPP) é de US$ 37 trilhões, bem superior aos US$ 28,8 trilhões dos EUA. Pela PPP, a China responde por 19,05% do PIB mundial, e os EUA 14,99%, e a renda per capita chinesa atinge US$ 26.310 – maior do que a brasileira (PPP), de US$ 22.709 em 2024.

Seguindo a lógica de que a melhor defesa é o ataque, Trump passou um recibo de todo tamanho para o receio de perder o lucro fácil que o dólar teve nos últimos 80 anos, desde que foi definido como a moeda mundial em Bretton Woods, beneficiando-se da triangulação diária de trilhões de dólares em transações comerciais e financeiras. Por isso, ainda que a sua ameaça aos países do Brics possa ser apenas estratégia de quem está com medo de perder o jogo, ela tem total razão de ser – quanto lucro os EUA deixaram de realizar, após a criação do euro, há 25 anos?

Talvez a tal “moeda do Brics” ainda demore (a gestação do euro levou dez anos…), mas é evidente que ela já assusta o bilionário próximo presidente dos EUA – afinal, o bloco dos países do Brics concentra 37% da economia mundial (pela PPP), mais do que as economias dos EUA e União Europeia juntas. E até a liderança dos EUA em bilionários está em risco – segundo a revista Forbes, de abril de 2024, a quantidade deles nas duas maiores economias é de 813 nos EUA e 406 na China – ou 524, se agregar os bilionários chineses de Hong Kong (67) e de Taiwan (51).

Temos então para 2025 um cenário de enfrentamento inédito na história mundial, entre o país que comandou a economia e a geopolítica do planeta de 1945 até 2008 – quando seu sistema financeiro colapsou, levando junto para o buraco dezenas de países –, e a China, que nesse mesmo ano sediou a realização das Olimpíadas e conseguiu passar ao largo da crise e consolidar-se como segunda maior potência econômica, muito distante hoje das demais, tanto pela paridade cambial, como pela PPP: Índia US$ 16 trilhões; Rússia 6,9; Japão 6,6; Alemanha 6,0; Brasil 4,7; Indonésia 4,7; França 4,4; Reino Unido 4,3.

No caso brasileiro, a viabilidade de utilizar o yuan tem a ver diretamente com o volume de vendas (US$ 105,8 bilhões) para a China – equivalente a três vezes os US$ 36,9 bilhões para os EUA – e o de importações (US$ 53 bilhões) de lá. Ou seja, se as empresas brasileiras receberem em yuan por metade do que vendem para a China, haverá yuan suficiente para pagar o que é importado de lá.

A China é a maior economia do Brics

OpenAI pode colocar anúncios no ChatGPT

chatgpt upscaledA OpenAI está explorando a possibilidade de implementar anúncios no ChatGPT, segundo reportagem do Financial Times. A diretora financeira da empresa, Sarah Friar, afirmou que a ideia está sendo analisada com cuidado, destacando que não há planos ativos para seguir adiante no momento. Apesar disso, a recente contratação de Shivakumar Venkataraman, ex-executivo de anúncios do Google, […]A OpenAI está explorando a possibilidade de implementar anúncios no ChatGPT, segundo reportagem do Financial Times. A diretora financeira da empresa, Sarah Friar, afirmou que a ideia está sendo analisada com cuidado, destacando que não há planos ativos para seguir adiante no momento. Apesar disso, a recente contratação de Shivakumar Venkataraman, ex-executivo de anúncios do Google, […]

RandonCorp inaugura unidade da Castertech em Mogi Guaçu

A empresa alcança capacidade anual de produzir 105 mil toneladas de peças fundidas e usinadas com a nova planta

A companhia inicia operações de fundição e tecnologia com aumento de capacidade e modelo fabril sustentável

A RandonCorp inaugurou as operações da Castertech Fundição e Tecnologia em Mogi Guaçu (SP) na quarta-feira (27). A nova unidade da empresa, que integra a vertical de autopeças da companhia, fica localizada na Rodovia SP-340 que, futuramente, poderá reunir também outras iniciativas da empresa de Caxias do Sul (RS). A Castertech unidade Mogi Guaçu conta com uma estrutura construída de 10 mil metros quadrados e um processo de fabricação altamente automatizado, com destaque para a conectividade e capacidade de fundição de mais de 22 mil toneladas ao ano e fabricação de mais de 350 mil unidades anuais de tambores de freio. A operação paulista será a sexta unidade da Castertech, que já possui unidades em Caxias do Sul, Schroeder (SC) e Indaiatuba (SP). Com a nova unidade, a empresa alcança capacidade anual de produzir 105 mil toneladas de peças fundidas e usinadas.

O complexo fabril de Mogi Guaçu foi adquirido em novembro de 2022 por meio de leilão das instalações industriais da Fundição Balancins. O investimento inicial foi de cerca de R$ 130 milhões. Além de possibilitar o aumento da capacidade de produção da Castertech, o novo parque industrial ficará dedicado para as unidades da vertical de autopeças da RandonCorp. Seguindo o modelo da companhia, a unidade da Castertech em Mogi Guaçu terá destaque para o desenvolvimento de novas tecnologias de ligas fundidas por meio de nanopartículas de nióbio. A planta, modelo em conectividade, utiliza Inteligência Artificial para otimização de resultados, aumentando em até 20% a produtividade da unidade e em até 70% a otimização do tempo de programação, além de contar práticas limpas e sustentáveis nos seus processos de fundição, como reutilização da areia e controle máximo na liberação de poluentes.

A companhia anunciou, no início do ano, investimentos no mesmo parque fabril para a abertura de fábrica da Suspensys em Mogi Guaçu, em localização conjunta à unidade da Castertech. A Suspensys, que também integra a vertical Autopeças da companhia, tem acordo com a Mercedes-Benz do Brasil para o fornecimento exclusivo de componentes à frota de ônibus e caminhões produzidos pela montadora global no Brasil. A previsão de início das operações é o primeiro trimestre de 2025. A RandonCorp é a 21ª maior empresa da região e também a oitava maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link).

A empresa alcança capacidade anual de produzir 105 mil toneladas de peças fundidas e usinadas com a nova planta

Corredor Elétrico Catarinense será ampliado para 100 municípios

Marca será atingida já no ano que vem, mediante um aporte de R$ 5,3 milhões

Atualmente, a Celesc conta com 35 eletropostos em trajetos que cruzam Santa Catarina de Norte a Sul e de Leste a Oeste

O governo de Santa Catarina e a Celesc anunciaram na terça-feira (26) a expansão do Corredor Elétrico Catarinense, com a meta de atingir 100 municípios com eletropostos e deixar todas as regiões do estado com infraestrutura confiável para circulação de veículos elétricos e híbridos. O evento contou com a presença do governador Jorginho Mello, do presidente da Celesc, Tarcísio Rosa, demais diretores da companhia, secretários de Estado, entre outras autoridades. O planejamento prevê que a marca seja alcançada ainda ao longo de 2025, mediante investimento de R$ 5,3 milhões para a instalação de novas unidades de recarga. Atualmente, a Celesc conta com 35 eletropostos em trajetos que cruzam Santa Catarina de Norte a Sul e de Leste a Oeste, formando uma das maiores malhas viárias com eletropostos do país. Joinville, no Norte catarinense, contará com uma estação ultrarrápida, capaz de carregar um carro em apenas 15 minutos.

O próximo passo é o lançamento de uma chamada pública, que deve ocorrer nos primeiros dias de dezembro e que irá buscar parceiros que farão a cessão dos locais que receberão os novos eletropostos. Para o presidente da Celesc, Tarcísio Rosa, a ampliação do projeto é motivo de muito orgulho. “A Celesc é pioneira e grande incentivadora da mobilidade elétrica. Nos últimos dois anos focamos na instalação de novas unidades dos nossos eletropostos e também no desenvolvimento de um modelo de negócio para viabilizar a manutenção desta rede. Agora, vamos além: ao expandi-la para outros municípios até alcançar a marca de 100 cidades com eletropostos, oportunizamos a infraestrutura necessária para que catarinenses e turistas circulem, com segurança, por todas as regiões do estado”, comemorou ele, que também convidou prefeituras, empresas e instituições em geral a participarem da chamada pública.

“Prevemos a implantação de estações rápidas em locais estratégicos e de maior circulação, e de estações semirrápidas de forma a pulverizar o acesso a estações por todo o estado, com alocações, em média, a cada 50 quilômetros de distância. Estamos comprometidos em criar uma rede robusta que suporte o crescimento do número de veículos elétricos, que são essenciais à transição para um modal de transporte mais sustentável”, destacou o diretor de geração, transmissão e novos negócios da Celesc, Elói Hoffelder. Desde 2015, a Celesc tem sido pioneira para fomentar o mercado de veículos elétricos a partir da criação da infraestrutura de carregamento de veículos elétricos em Santa Catarina. Desenvolvido em parceria com a Fundação CERTI, o projeto parte de uma iniciativa de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&DI), da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Contudo, os eletropostos que forem instalados a partir do ano que vem deixam de integrar o Programa de P&DI para fazer parte do plano de negócios da Companhia.

Marca será atingida já no ano que vem, mediante um aporte de R$ 5,3 milhões

Mercado financeiro eleva previsão da inflação para 4,71%

Projeção de expansão da economia está em 3,22% este ano

Em outubro, puxada principalmente pelos gastos com habitação e com alimentos, a inflação no país foi de 0,56%, após o IPCA ter registrado 0,44% em setembro

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 4,63% para 4,71% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (2), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

A estimativa para 2024 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%. A partir de 2025, entrará em vigor o sistema de meta contínua e, assim, o CMN não precisará mais definir uma meta de inflação a cada ano. O colegiado fixou o centro da meta contínua em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Em outubro, puxada principalmente pelos gastos com habitação e com alimentos, a inflação no país foi de 0,56%, após o IPCA ter registrado 0,44% em setembro. De acordo com o IBGE, em 12 meses o IPCA acumula 4,76%. A inflação de novembro será divulgada pelo instituto no próximo dia 10.

Juros básicos
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 11,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação e da economia global fizeram o colegiado aumentar o ritmo de alta dos juros na última reunião, no início deste mês. A alta consolida um ciclo de contração na política monetária. Após passar um ano em 13,75% ao ano, entre agosto de 2022 e agosto de 2023, a taxa teve seis cortes de 0,5 ponto e um corte de 0,25 ponto entre agosto do ano passado e maio deste ano. Nas reuniões de junho e julho, o Copom decidiu manter a taxa em 10,5% ao ano, começando a aumentar a Selic na reunião de setembro, quando a taxa subiu 0,25 ponto. A próxima reunião do Copom está marcada para 10 e 11 de dezembro, quando os analistas esperam novo aumento da taxa básica. Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 11,75% ao ano.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano está subiu de 3,17% para 3,22%. No segundo trimestre do ano, o PIB surpreendeu e subiu 1,4% em comparação com o primeiro trimestre. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com o segundo trimestre de 2023, a alta foi de 3,3%. A previsão de cotação do dólar está em R$ 5,70 para o fim deste ano.

Com ABR

Projeção de expansão da economia está em 3,22% este ano

Catarinense Librelato anuncia mudanças na diretoria comercial

João Librelato assume a posição em janeiro

Librelato é graduado em engenharia de produção pela Universidade do Extremo Sul Catarinense

A empresa catarinense de implementos rodoviários Librelato anunciou uma alteração em sua estrutura diretiva, nomeando João Librelato como novo diretor comercial a partir de janeiro de 2025. Ele assumirá o posto no lugar de Silvio Campos. A mudança tem como objetivo fortalecer e ampliar a estratégia da empresa sediada em Içara tanto no mercado interno quanto na expansão internacional. Librelato se reportará diretamente ao CEO Roberto Lopes Júnior.

Librelato vai liderar os setores de vendas para o mercado interno e exportações, além de coordenar o marketing de produtos, marketing estratégico, inteligência de mercado, desenvolvimento de rede e administração de vendas. A nova posição reflete a aposta da companhia em fortalecer sua presença no mercado nacional e ampliar oportunidades de negócios em mercados externos. Com formação acadêmica e experiências alinhadas às demandas do setor, Librelato possui especializações na Nova School of Business and Economics, na Saint Paul Escola de Negócios e no Insper, com foco em inovação, gestão estratégica e M&A (fusões e aquisições). Ele também é graduado em engenharia de produção pela Universidade do Extremo Sul Catarinense.

Librelato desempenhou funções estratégicas na Librelato nos últimos anos, como gerente de estratégia e serviços, coordenador de novos negócios e analista de planejamento estratégico. Essas experiências conferem a ele um entendimento abrangente dos desafios e oportunidades da implementadora, bem como das tendências do setor de implementos rodoviários. A Librelato é a 153ª maior empresa da região e também a 34ª maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link).

João Librelato assume a posição em janeiro

Cooperativa C.Vale passará a produzir sementes de soja em Goiás

Unidade abastecerá produtores da região Centro-Oeste

A cooperativa paranaense assumiu as operações da unidade beneficiamento de sementes da Corteva em Catalão

A C.Vale está expandindo sua atuação no Centro-Oeste do Brasil. A cooperativa assumiu as operações da unidade beneficiamento de sementes da Corteva em Catalão (GO), que ocupa 27 hectares às margens da BR-050. A cooperativa de Palotina não informou o valor do negócio. A estrutura será usada para o fornecimento de sementes de soja aos produtores de Mato Grosso e norte de Mato Grosso do Sul. A área industrial ocupa 40 mil metros quadrados, dos quais 30 mil metros quadrados são armazéns.

As instalações têm capacidade para produção de 2 milhões de sacas de semente de soja por ano, com 125 mil sementes cada. Os equipamentos podem beneficiar até 70 toneladas de soja por hora e a expedição será feita em docas para carregamento de até nove caminhões simultaneamente. A estrutura vai empregar entre 40 e 70 pessoas de maneira efetiva. A unidade fica situada numa região em que a altitude varia de 850 metros a 900 metros, o que favorece esse tipo de atividade. A cooperativa já produz sementes de soja em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.

Com o início das operações em Catalão, programada para fevereiro de 2025, a cooperativa passa a ter 198 unidades de negócios em seis estados e no Paraguai. Em 2023, a cooperativa faturou R$ 24,4 bilhões. A C.Vale é a 10ª maior empresa da região e também a sexta maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. A cooperativa de Palotina também ocupa a terceira posição no ranking exclusivo que revela quem são as maiores do cooperativismo do Sul (veja o ranking completo aqui e o anuário digital completo clicando neste link).

Unidade abastecerá produtores da região Centro-Oeste

Conta de energia não terá cobrança extra em dezembro

Bandeira tarifária verde substitui a amarela

Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica

A bandeira tarifária para o mês de dezembro será verde, sem cobrança extra na conta de luz. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a mudança foi possível graças à “expressiva melhora das condições de geração de energia” no país. “Nas últimas semanas, o período chuvoso mais intenso favoreceu a geração de energia hidrelétrica, com custo de geração inferior ao de fontes termelétricas, acionada mais frequentemente quando os níveis dos reservatórios estão baixos”, explica a Aneel. Neste ano, a falta de chuva fez com que a Aneel acionasse a bandeira tarifária vermelha patamar 1 em setembro e a vermelha patamar 2 em outubro. Em novembro, foi acionada a bandeira tarifária amarela, com cobrança adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.

Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias, considerando fatores como a disponibilidade de recursos hídricos, o avanço das fontes renováveis, bem como o acionamento de fontes de geração mais caras como as termelétricas. As cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração, sendo a bandeira vermelha a que tem custo maior, e a verde, sem custo extra.

Com ABR

Bandeira tarifária verde substitui a amarela

Medida preventiva

Elon Musk será consultor de eficiência governamental de Trump

Talvez a opção por fazer de Musk um consultor, e não funcionário efetivo, seja no fundo uma forma de conservar preconceitos e não colocar em xeque as simplificações mentais dele e de quem o nomeou

A promessa é tão ousada quanto repetitiva: reformar o serviço público. E veio da lavra de ninguém menos que Elon Musk, o empresário recém-nomeado por Donald Trump para a chefia do “Departamento de Eficiência Governamental” dos Estados Unidos. A intenção declarada é “desmontar a burocracia governamental, eliminar regulamentações excessivas, cortar gastos desnecessários” e, de quebra, publicar “uma tabela com os gastos mais insanamente idiotas”. Uau!

A rigor, não há departamento nenhum: Musk funcionará como um mero conselheiro cujas atribuições se encerram no simbólico 4 de julho de 2026. O que, convenhamos, é pior, pois mal terá tempo de entender como funciona a complexa máquina governamental – e, dado que nem se imiscuirá no cotidiano da burocracia norte-americana, seus julgamentos duvidosos tenderão a ser mais enviesados ainda.

Mas vale refletir por que a cada quatro ou oito anos eleitos ocupam cargos nos Executivos do mundo todo dispostos a tornar o serviço público “mais eficiente” e, geralmente, quebram a cara. Há duas boas razões para isso.

A primeira e mais óbvia é a diferença entre os setores público, para os quais partidos e candidatos são ungidos periodicamente, e privado, de onde vêm ou tiram suas inspirações. Regidos por objetivos e horizontes de tempos distintos, seus modi operandi diferem também na importância que conferem ao respeito a processos pré-definidos e a seu ritmo de execução. São lógicas e timings por vezes incompatíveis.

A segunda razão é mais complexa. Uma vez um grupo seja constituído, sob a forma de autarquia, empresa, departamento ou qualquer coisa do tipo, ganha vida própria e passa a se comportar de maneira particular. Esta reflete, em parte, a missão para o qual foi criado, mas também suas necessidades de subsistência – a manutenção dos empregos, em suma. Daí que qualquer decisão vista como ameaça a esses dois sustentáculos, missão e manutenção, seja repelida ou boicotada. Em alguns momentos, por motivos nobres, como a prestação de bons serviços públicos; em outros, nem tanto, como conservação de privilégios, baixo nível de cobrança e certa acomodação.

Promessas de início de mandato como estas de Trump & Musk são comuns a todos os partidos e bradadas até por candidatos mais moderados, mesmos nos Estados Unidos. Um servidor de carreira já afirmou que “o grupo novo chega e acha que o governo anterior e o funcionalismo são preguiçosos ou estúpidos. Daí começam a conhecer de verdade o lugar que estão gerindo. E, quando vão embora, falam: ‘É um trabalho bem difícil mesmo, e essas são as melhores pessoas com quem já trabalhei” (p. 15).

Talvez a opção por fazer de Musk um consultor, e não funcionário efetivo, seja no fundo uma forma de conservar preconceitos e não colocar em xeque as simplificações mentais dele e de quem o nomeou. Vá que ele assuma o cargo e conclua, ao fim de seu mandato, coisa parecida com a de tantos antecessores?

Elon Musk será consultor de eficiência governamental de Trump

Condor abre segunda unidade em Fazenda Rio Grande

Investimento foi de R$ 40 milhões

Área de vendas foi projetada com base em pesquisas de mercado e nas necessidades específicas da população local

Em resposta ao crescente desenvolvimento urbano de Fazenda Rio Grande (PR), o Condor inaugura a sua segunda loja na cidade nesta quarta-feira (27). Com um investimento de R$ 40 milhões, a nova unidade abrange uma área total de 8.500 metros quadrados, sendo 3 mil metros de área de vendas, foi projetada com base em pesquisas de mercado e nas necessidades específicas da população local. O “Espaço Mundo Saudável”, por exemplo, reúne uma vasta gama de produtos voltados para a saúde e dietas especiais, enquanto o “Espaço Monte seu Bar” apresenta um amplo sortimento de bebidas, incluindo opções nacionais e importadas, bem como acessórios para coquetéis.

“A expectativa é que a nova loja não apenas atenda à demanda local, mas também contribua para o fortalecimento da economia da região, gerando empregos e promovendo o desenvolvimento sustentável em Fazenda Rio Grande”, destaca o presidente da rede, Pedro Joanir Zonta. A nova loja possui 16 checkouts, além de quatro caixas de autoatendimento, proporcionando rapidez e praticidade ao cliente. O estacionamento tem capacidade para 3 mil vagas rotativas por dia.

Investimento foi de R$ 40 milhões

Google Gemini agora reproduz músicas do Spotify

google gemini arte 3O Google expandiu as funcionalidades do Gemini, sua inteligência artificial, com uma nova extensão que permite a reprodução de músicas diretamente do Spotify. A novidade, chamada “Play & Search”, já está sendo liberada para usuários do Android, oferecendo comandos personalizados para explorar e ouvir faixas, playlists e álbuns de forma intuitiva. Com essa integração, usuários […]O Google expandiu as funcionalidades do Gemini, sua inteligência artificial, com uma nova extensão que permite a reprodução de músicas diretamente do Spotify. A novidade, chamada “Play & Search”, já está sendo liberada para usuários do Android, oferecendo comandos personalizados para explorar e ouvir faixas, playlists e álbuns de forma intuitiva. Com essa integração, usuários […]

Google está ensinando o Gemini a lidar com grandes volumes de código de uma vez só

gemini simboloO Google está prestes a lançar uma grande atualização para o Gemini, sua ferramenta de inteligência artificial voltada para desenvolvedores, com um novo recurso que promete agilizar a análise de código de forma revolucionária. Descoberto por meio de códigos não divulgados, essa funcionalidade permitirá que o Gemini analise pastas inteiras de código, ao invés de […]O Google está prestes a lançar uma grande atualização para o Gemini, sua ferramenta de inteligência artificial voltada para desenvolvedores, com um novo recurso que promete agilizar a análise de código de forma revolucionária. Descoberto por meio de códigos não divulgados, essa funcionalidade permitirá que o Gemini analise pastas inteiras de código, ao invés de […]