Archives Abril 2024

Edio Schreiner é o novo CEO da C.Vale

Ele é funcionário da cooperativa há 48 anos

Schreiner foi auxiliar administrativo, passou pela supervisão comercial, gerência de máquinas, peças e acessórios, divisão de abastecimento e, por último, ocupava a gerência da divisão de comercialização

O diretor-presidente da C.Vale, Alfredo Lang, anunciou, nesta quarta-feira (3) o nome do economista Edio José Schreiner como novo presidente-executivo (CEO) da cooperativa. Ele tem 69 anos e é natural de Santo Cristo (RS). Schreiner é funcionário da C.Vale há 48 anos e, ao longo desse período, foi auxiliar administrativo, passou pela supervisão comercial, gerência de máquinas, peças e acessórios, divisão de abastecimento e, por último, ocupava a gerência da divisão de comercialização.

A C.Vale conseguiu ampliar seu faturamento em 7,6% e distribuiu sobras aos associados, apesar das dificuldades causadas por quebras de safra e pela queda dos preços dos grãos e carnes no ano passado. A cooperativa faturou R$ 24,4 bilhões e repassou R$ 120 milhões aos associados, entre sobras, devolução de capital social e, pela primeira vez, retorno de ICMS relacionado à esmagadora de soja no valor de R$ 8,3 milhões. O valor dos repasses é 7% maior que o de 2022. A C.Vale é a 12ª maior empresa da região e também a sexta maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. No ranking exclusivo das cooperativas de produção, a C.Vale ocupa a terceira colocação.

Ele é funcionário da cooperativa há 48 anos

Indústria catarinense usa IA em planos de eficiência operacional

Tecnologia permite o uso de maior número de variáveis nas análises gerenciais

Fórum Radar com painel sobre performance nos negócios, com participação das empresas Duas Rodas, Lunelli, Grupo H. Carlos Schneider e FM Pneus

A inteligência artificial (IA) permite o uso de maior número de variáveis nas análises gerenciais e elaboração de estratégias de gestão. A opinião é de Leonardo Fausto Zipf, CEO da Duas Rodas, de Jaraguá do Sul, empresa que faz uso de IA na melhoria da eficiência operacional e na elaboração de estratégias de mercado, entre outras atividades. Zipf participou na quarta (3) do Fórum Radar, promovido pela Fiesc. “Visões diferentes e contextos diferentes permitem criar regras de algoritmos que possibilitem uma visão clara em relação a determinada pesquisa. Não conseguiremos um olhar diferente se não ampliarmos a nossa visão”, afirmou Zipf. Por estar no Japão, ele participou por meio de vídeo do painel “Referências – Performance nos Negócios”, juntamente com Viviane Lunelli, da Lunelli Indústria do Vestuário, também de Jaraguá do Sul; Hugo Schneider, do Grupo H. Carlos Schneider, de Joinville, e dos moderadores Alex Marson (Neoliderança) e Caroline Maldaner (F.M. Pneus, de Maravilha).

“A inteligência artificial tem conseguido fazer com que tenhamos em nossos processos internos um ganho muito maior de eficiência, mesmo numa simples análise de uma pesquisa de mercado, que tradicionalmente seria um processo complexo, que envolveria muitas pessoas. Hoje a gente consegue, por algoritmos muito bem definidos pelas nossas equipes, identificar ganhos, perceber possibilidades de crescimento em múltiplos mercados com muito mais eficiência”, explicou Zipf. “Quando todos estiverem olhando para o A, devemos olhar para o B e talvez o B seja a nossa oportunidade de crescimento”, acrescentou. Zipf enfatizou a relevância da inovação e do atendimento das tendências. Segundo ele, a meta da empresa é que 20% a 30% do faturamento seja oriundo de tecnologias disruptivas.

“Obviamente que os 70% [restantes] trazem, de forma muito mais rápida, o retorno sobre capital investido do que os 30%. Porém, os 30% de produtos disruptivos são importantíssimos para que a gente possa ir construindo cenários futuros em relação a tendências no setor alimentício”, explicou. Para ele, o comprometimento da força de trabalho é fundamental para a melhoria do desempenho da empresa. “O primeiro ponto para se conseguir a excelência operacional é termos uma equipe motivada e preparada para o enfrentamento dos desafios e encontrar nesses desafios oportunidades relevantes que possam levar a empresa a outro patamar”, explicou.

Grupo H. Carlos Schneider
“Antes de estabelecer os indicadores, a empresa precisa ter uma missão muito clara e uma estratégia alinhada à missão e, por fim, identificar os indicadores que reflitam a performance das estratégias”, afirmou Hugo Schneider, do Grupo H. Carlos Schneider. Segundo o executivo, o grupo prioriza os indicadores de gestão de longo prazo, com visão de longevidade da empresa. Além disso, como o grupo tem uma grande diversificação de negócios, os indicadores gerais para o grupo são específicos para cada negócio. “A bandeira de ESJ é muito latente nos últimos tempos, mas sustentabilidade é um tema presente na empresa há mais de meio século. Temos, por exemplo, mais de 200 milhões de metros quadrados de Mata Atlântica preservada”, disse.

Lunelli
Clientes e colaboradores estão no centro da estratégia do grupo Lunelli, conforme afirmou Viviane Lunelli. Segundo ela, o grupo detém nove marcas e a cada três ou quatro meses produtos e coleções são recriados, o que caracteriza a empresa como inovadora. Em seu planejamento estratégico, o Lunelli estabeleceu a visão de ser o mais respeitado grupo têxtil de moda do país. A empresária falou sobre a jornada ESG e os indicadores relacionados à sustentabilidade, às ações sociais e ao gerenciamento. No aspecto da sustentabilidade, ela destacou que o grupo é o maior produtor nacional em estamparia digital e que utiliza algodão responsável e viscose orgânicos ou originários de florestas certificadas. Caroline Maldaner, da F.M. Pneus, observou que “não tem como falar de performance sem falar de pessoas”. Desta forma, ela salientou que as empresas participantes do painel possuem diversos indicadores relacionados à força de trabalho. Ela também destacou a ação da sua empresa como atividade sustentável, que é a recuperação de pneus.

Radar de Competitividade
Durante o painel, Alex Marson, anunciou o Radar Competitividade, serviço baseado em inteligência artificial que será lançado neste ano pelo Observatório Fiesc. O serviço contará com indicadores que vão comparar o desempenho de cada empresa em relação ao setor de negócios, à região onde está instalada e ao seu porte. Com completo sigilo em relação aos dados individuais de cada empresa participante, por meio de criptografia e auditagem. A ferramenta terá indicadores de competitividade, com análises comparativas que podem proporcionar insights para o planejamento das empresas e subsídios para os processos de inovação e transformação. Segundo Marson, até 3 de abril será apresentado o primeiro protótipo e, no Fórum Radar programado para outubro, o serviço deverá ter sua versão final concluída. A apresentação do novo serviço foi feita com a participação da Ciana, robô de atendimento do Observatório Fiesc.

Tecnologia permite o uso de maior número de variáveis nas análises gerenciais

Google adiciona filtro de vídeos curtos à Pesquisa

O Google está expandindo seus recursos de pesquisa para incluir um novo filtro específico para vídeos curtos. Com o filtro “Vídeos Curtos”, os usuários podem encontrar facilmente conteúdo de formato curto de plataformas como YouTube Shorts e TikTok. O formato de vídeo curto ganhou popularidade nos últimos anos, com plataformas como Snapchat, TikTok e Instagram […]O Google está expandindo seus recursos de pesquisa para incluir um novo filtro específico para vídeos curtos. Com o filtro “Vídeos Curtos”, os usuários podem encontrar facilmente conteúdo de formato curto de plataformas como YouTube Shorts e TikTok. O formato de vídeo curto ganhou popularidade nos últimos anos, com plataformas como Snapchat, TikTok e Instagram […]

Google toma medidas para combater spam no RCS

O Google está implementando uma nova medida para reduzir o spam e os golpes no RCS (Rich Communication Services), o protocolo de mensagens de texto aprimorado que deve substituir o SMS. A partir de agora, o aplicativo Mensagens do Google exibirá um aviso pop-up quando os usuários tocarem em um link de uma mensagem RCS […]O Google está implementando uma nova medida para reduzir o spam e os golpes no RCS (Rich Communication Services), o protocolo de mensagens de texto aprimorado que deve substituir o SMS. A partir de agora, o aplicativo Mensagens do Google exibirá um aviso pop-up quando os usuários tocarem em um link de uma mensagem RCS […]

Hora de comprar? Busca por compra de imóvel supera aluguel

Para especialistas, a elevada taxa de juros ainda demanda cautela de quem precisa financiar um imóvel.

Em 2023, as vendas de novos imóveis tiveram alta de 32,6% no país, de acordo com a Abrainc

As buscas pela compra de imóveis têm crescido no Brasil. De acordo com um levantamento feito pelo Google, as pesquisas por compra e venda cresceram 12,2% no início de 2024. As buscas por aluguel cresceram menos – 8,3% no período. Além do aumento de buscas na internet, a economia real também tem mostrado o movimento. Em 2023, as vendas de novos imóveis tiveram alta de 32,6% no país, segundo a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). Com mais de 163 mil unidades comercializadas, o ano marcou o maior volume de vendas desde o início da série histórica, há dez anos.

“Apesar das altas taxas de juros nos últimos anos, houve certa recuperação econômica, com a redução do desemprego e aumento da renda média, que pesam tanto quanto [os juros] e explicam essa maior demanda”, diz Bruno Milech, planejador financeiro pela Planejar (Associação Brasileira de Planejamento Financeiro). Para Luiz França, presidente da Abrainc, parte do impulso do ano passado veio de programas do governo. “Frente a um desafiador início de ano no contexto macroeconômico, com repercussões em diversos setores, os ajustes nos indicadores econômicos e as melhorias substanciais no programa Minha Casa, Minha Vida desempenharam papéis determinantes no bom desempenho do setor no último ano”, afirmou.

Ana Maria Castelo, coordenadora de projetos de construção do FGV IBRE, também cita o Minha Casa, Minha Vida como um fator que impulsionou as vendas no ano passado. “O resultado do último ano reflete uma reação que aconteceu principalmente no último trimestre, e foi muito puxado pelo mercado econômico”, recorda. O aumento do limite do valor dos imóveis elegíveis ao MCMV para R$ 350 mil atraiu novamente o interesse das incorporadoras. “Com esses recursos, o financiamento do FGTS e o interesse das incorporadoras, esse se tornou um mercado muito atrativo, com taxas de juros bem inferiores ao restante do mercado, mesmo comparando com as linhas que usam recursos da poupança”, reitera ela.

Para segmento de imóveis para média renda, cenário ainda é desafiador
Por outro lado, para as famílias que não se enquadram no programa do governo, as taxas de juros para financiamento imobiliário no mercado ainda são altas, lembra a coordenadora do FGV IBRE. “Se você vai comprar um imóvel usado, em que já busca o financiamento com o banco, ainda vai encontrar taxas elevadas”, diz ela. “O funding da poupança vem sofrendo com os saques. Existe uma regra que determina que parte dos recursos da poupança sejam direcionados ao mercado imobiliário, mas a maioria dos bancos já tem volumes de financiamento imobiliário superiores”, completa.

E segundo ela, mesmo com a expectativa de que a Selic encerre o ano entre 8,5% e 9%, isso ainda pode trazer dificuldade para as famílias. “Ainda vejo cenário mais desafiador para essa parcela da população que precisa financiar o imóvel”, destaca. França, da Abrainc, por outro lado, é mais otimista. “O mercado de médio padrão começa a ganhar força quando a Selic cai abaixo de dois dígitos”, diz. Ele afirma também que existe um grande potencial de valorização dos imóveis, ainda que haja dependência do crescimento da economia brasileira a do aumento da massa salarial.

Quais cuidados tomar ao comprar um imóvel?
O planejador financeiro Bruno Milech lembra que é necessário tomar alguns cuidados na hora de fazer uma aquisição de um bem de valor importante como um imóvel. O primeiro passo, diz ele, é confirmar se o vendedor é confiável. “Se você está comprando um imóvel novo, precisa entender de quem está comprando, qual a solidez da construtora”, aconselha. Além disso, Milech afirma que é preciso avaliar todos os custos, não apenas o valor da prestação. Os gastos, lembra ele, não se resumem ao valor do imóvel, mas do mobiliário e dos gastos que a pessoa terá de arcar como proprietária, como o IPTU. E é preciso se preparar com cautela, afinal, ele lembra que “durante algum tempo, pode ser que a pessoa conviva com uma situação em que é inquilina e pagadora de um financiamento”. Sobre o valor da parcela do financiamento, o planejador sugere que não deve superar 25% da renda líquida mensal.

Com Redação da B3

Para especialistas, a elevada taxa de juros ainda demanda cautela de quem precisa financiar um imóvel.

Google celebra o Eclipse Solar de 2024 com um Doodle animado

A espera pelo tão aguardado eclipse solar de 2024 está chegando ao fim, e o Google está se juntando à empolgação com um Doodle animado especial. Este evento celestial, que será principalmente visível na América do Norte e Central, é uma ocorrência rara que chama a atenção de observadores do céu em todo o mundo. […]A espera pelo tão aguardado eclipse solar de 2024 está chegando ao fim, e o Google está se juntando à empolgação com um Doodle animado especial. Este evento celestial, que será principalmente visível na América do Norte e Central, é uma ocorrência rara que chama a atenção de observadores do céu em todo o mundo. […]

Gmail para Android ganhará resumos inteligentes para e-mails longos

O Gmail para Android está prestes a receber uma atualização inteligente que vai facilitar a leitura de e-mails longos. A nova funcionalidade, alimentada por inteligência artificial (IA), fornecerá resumos dos e-mails mais extensos, economizando tempo e esforço para os usuários. O recurso “Resumir este e-mail” foi descoberto pelo usuário AssembleDebug no X em uma versão […]O Gmail para Android está prestes a receber uma atualização inteligente que vai facilitar a leitura de e-mails longos. A nova funcionalidade, alimentada por inteligência artificial (IA), fornecerá resumos dos e-mails mais extensos, economizando tempo e esforço para os usuários. O recurso “Resumir este e-mail” foi descoberto pelo usuário AssembleDebug no X em uma versão […]

Poupança tem entrada líquida de R$ 1,3 bilhão em março

Rendimentos creditados nas contas somam R$ 4,9 bilhões

O saldo da aplicação na caderneta de poupança subiu pela primeira vez no ano, com o registro de mais depósitos do que saques em março

O saldo da aplicação na caderneta de poupança subiu pela primeira vez no ano, com o registro de mais depósitos do que saques em março. As entradas superaram as saídas em R$ 1,3 bilhão, de acordo com relatório divulgado pelo Banco Central (BC). No mês passado, foram aplicados R$ 324,7 bilhões, contra saques de R$ 323,4 bilhões. Os rendimentos creditados nas contas de poupança somaram R$ 4,9 bilhões. Com isso, o saldo da poupança é de R$ 975,8 bilhões. No mês anterior houve saída líquida [mais saques que depósitos] de R$ 3,8 bilhões, assim como em janeiro (R$ 20,1 bilhões). O resultado positivo do mês de março passado também contrasta com o verificado em março de 2023, quando os brasileiros sacaram R$ 6,1 bilhões a mais do que depositaram na poupança. Diante do alto endividamento da população, em 2023 a caderneta de poupança teve saída líquida de R$ 87,8 bilhões. O resultado foi menor do que o registrado em 2022, quando a fuga líquida foi recorde, de R$ 103,2 bilhões, em um cenário de inflação e endividamento altos.

Os saques na poupança se dão, também, porque a manutenção da taxa básica de juros em alta estimula a aplicação em investimentos com melhor desempenho. De março de 2021 a agosto de 2022, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano [de agosto de 2022 a agosto de 2023] a taxa foi mantida em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas para segurar a inflação. De lá para cá, entretanto, o comportamento dos preços fez o BC cortar os juros por seis vez consecutivas, chegando a 10,75% ao ano. Em 2021, a retirada líquida da poupança chegou a R$ 35,4 bilhões. Já em 2020, a caderneta tinha registrado captação líquida [mais depósitos que saques] recorde de R$ 166,3 bilhões. Contribuíram para o resultado a instabilidade no mercado de títulos públicos no início da pandemia de Covid-19 e o pagamento do auxílio emergencial, depositado em contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal.

Com Agência Brasil

Rendimentos creditados nas contas somam R$ 4,9 bilhões

É refresco?

Um jargão em marketing e seu significado

Assumir o foco do cliente pressupõe incorporá-lo em algum momento à concepção, ao desenvolvimento ou ao teste de um produto

Toda linguagem especializada é um complô contra a laicidade, já disse alguém, mas neste, especificamente, os marqueteiros se puxaram: foco no cliente e foco do cliente. A diferença entre os artigos pode parecer mero capricho aos não iniciados, mas saber manejá-los é fonte de orgulho para alguns CEOs, que fazem questão de enquadrar sua empresa como adepta do segundo, e não do primeiro. Por quê? A expressão foco no cliente descreve uma empresa preocupada com seu consumidor. Quando Steve Jobs orientava seus engenheiros a tornarem a utilização dos equipamentos eletrônicos o mais fácil possível, estava pensando no sujeito comum, nada versado em informática, diante de um computador, tocador de MP3 ou celular – e concebia gadgets voltados ao que imaginava ser suas necessidades, habilidades e interesses. Focado no cliente, portanto.

Porém, o mesmo Jobs sabia que, em tecnologia, as possibilidades de exploração e avanços escapam à compreensão do usuário final, cabendo apenas a especialistas. Repelia, por consequência, o foco do cliente, ou seja, a adoção da perspectiva do consumidor na criação de novidades radicais, simbolizada pela famosa frase: “como perguntar às pessoas se elas queriam um sistema gráfico interativo se elas nem sabiam o que era isso?”. Assumir o foco do cliente pressupõe incorporá-lo em algum momento à concepção, ao desenvolvimento ou ao teste de um produto, quase como um cocriador, coisa que o fundador da Apple abominava.

É com essa intenção, a de obter o foco do cliente, que empresas por vezes criam espaços para uso de seus produtos, como foi o caso recente da Bombril e, mais antigo, da Hypermarcas (hoje, Hyper Pharma). Ou quando simplesmente convocam usuários a participar do aprimoramento de um item do portfólio, como neste lançamento da Mercur. A intenção é captar insights a partir do consumidor, e não apenas presumir suas carências e desejos (nem somente assumi-los como default baseado em critérios consagrados, como facilidade de utilização, preço acessível ou estética apurada, a que todos os produtos almejam).

Como se pode depreender, tanto o foco no quanto o do cliente costumam ser questão de gradação, e não binárias, do tipo “tem ou não tem”. É possível transitar de um extremo ao outro de um continuum, conforme a orientação estratégica da companhia, sua cultura organizacional ou a disponibilidade de tempo e de recursos. No ou do, não importa; quando praticados separadamente sempre são sinais de boa saúde empresarial. O problema é quando os dois artigos se juntam marotamente para dar origem àquelas empresas com foco no do cliente. Destas, estamos cheios por aí.

Um jargão em marketing e seu significado

Especialistas mostram por que edifícios sustentáveis devem ser saudáveis para o ambiente

Iniciativa do WTC Ric Business e da Petinelli, Fórum de Real Estate recebeu os cases da Vila da Mônica Gramado e Zah Empreendimentos

Evento foi realizado na Galeria Laguna, em Curitiba

A qualidade dos ambientes que habitamos tem um profundo impacto na nossa saúde e bem-estar. Esses aspectos são parte importante dos projetos de edifícios ambientalmente sustentáveis, que precisam levar em conta também o conforto de seus futuros usuários. A temática foi abordada na última quarta-feira (3) durante o Fórum de Real Estate CWB, pelos especialistas Manoela Moschem, CEO da Vila da Mônica Gramado (RS), Ricardo Zanella e Rivael dos Santos, respectivamente CEO e diretor de marketing da Zah Empreendimentos, de Itapema (SC). O evento reuniu investidores e empresários do setor imobiliário na Galeria Laguna, realizado pelo WTC | Ric Business e a Petinelli, empresa de engenharia líder no Brasil em desempenho e bem-estar em edificações, com 52% de todos os edifícios certificados LEED Platinum no país, incluindo o de maior pontuação do mundo (103 pontos).

“Quando falamos do bem-estar das pessoas, estamos cuidando da nossa família e de nós mesmos. E o que isso significa no mercado da construção civil? É um tema que os projetos não costumam privilegiar quando consideram questões como eficiência energética e produtividade. Nós passamos 90% do nosso tempo em ambientes internos. Mas a dependência entre os dois aspectos é profunda. Nada impacta mais a nossa saúde e o nosso bem-estar do que a qualidade do ar que a gente respira e da qualidade da água que bebemos”, explica Guido Petinelli, CEO da Petinelli.

Os cases
Pioneiras da certificação WELL Building Standard, as empresas convidadas para o WTC | Ric Business, plataforma de conteúdo para o ambiente de negócios do Paraná, elevaram o padrão de qualidade de seus edifícios colocando o conforto, bem-estar e saúde das pessoas em primeiro lugar. A Vila da Mônica Gramado, na Serra Gaúcha, é um parque indoor com uma área de 11 mil metros quadrados e capacidade para receber 1.200 pessoas. Toda a ambientação remete ao bairro do Limoeiro, onde a Turma da Mônica criada pelo cartunista Maurício de Souza vive suas aventuras.

“93% dos brasileiros conhecem a Turma da Mônica, uma marca com 68 anos de história e faturamento de mais de R$ 4 milhões, só em licenciamento de produtos. E tudo isso surgiu da cabeça de um artista! Para criar o encantamento na nossa Vila, temos cinco pilares: propósito, sonho, detalhes, paixão e pessoas. Nosso grande propósito é construir oportunidades para as pessoas através do empreendedorismo, liderança e encantamento, honrando o legado desse gênio que é o Maurício, o Walt Disney brasileiro”, detalhou Manoela Moschem.

Já os empreendimentos da catarinense Zah Empreendimentos se preocupam com o público que busca equilíbrio entre a vida urbana contemporânea e a integração com a natureza. “O maior mercado imobiliário do Brasil atualmente está localizado na nossa região: somente em Itapema, são mais de 430 construtoras. Em Porto Belo, passa de 280. Entre Balneário Camboriú e Itajaí, num raio de 50 quilômetros, são mais de mil construtoras. Como seres humanos, a gente busca sempre ser melhor em nossas vidas, evoluindo. Esse propósito também faz parte de nossa evolução como empresa, do jeito Zah de construir, com integração com a natureza, arquitetura e design pensados para o bem-estar, um trabalho que começou há cinco anos”, explica o diretor Ricardo Zanella.

WTC | Ric Business
O Grupo Ric e o WTC Curitiba assinam uma série de eventos que serão realizados em 2024, destinados a empresários e executivos locais, com a presença de palestrantes especialmente convidados. Eles abordam temas de alta relevância para o cenário econômico do país e do Paraná, com destaque para o networking e a internacionalização de negócios. As duas empresas atuam juntas em uma plataforma de negócios e comunicação para produzir conteúdo de muita densidade, aproximar investidores, dar visibilidade para as marcas e seus projetos, e movimentar o ambiente de negócios local.

Iniciativa do WTC Ric Business e da Petinelli, Fórum de Real Estate recebeu os cases da Vila da Mônica Gramado e Zah Empreendimentos

DNIT: R$ 1 bilhão por ano no próximo triênio transformaria situação das rodovias federais catarinenses

Orçamento do órgão vai priorizar recursos para concluir obras em andamento e focar na manutenção das rodovias federais

Rodrigues destacou que a previsibilidade e a continuidade são essenciais para o planejamento do DNIT, considerando que os investimentos são de longo prazo

O superintendente regional do DNIT em Santa Catarina, Alysson Rodrigues, avaliou que seriam necessários R$ 1 bilhão por ano no próximo triênio em investimentos nas rodovias federais sob a responsabilidade do órgão para melhorar significativamente a trafegabilidade e a qualidade das vias. A estimativa levou em conta investimentos em obras já em andamento, novos investimentos já em fase de projeto e também a recuperação e manutenção de rodovias por todo o estado. A afirmação de Rodrigues foi feita durante a reunião conjunta do conselho estratégico para infraestrutura de transporte e logística catarinense e da câmara de transporte e logística da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) que ocorreu na quinta-feira (4) durante a programação da Feira Internacional de Negócios (FIN), em Florianópolis.

Ele destacou que a previsibilidade e a continuidade são essenciais para o planejamento do DNIT, considerando que os investimentos são de longo prazo. “É muito importante que as entidades representativas se manifestem e chamem a atenção para os gargalos e problemas e para a necessidade de continuidade e finalização de obras, para que possamos ter essa previsibilidade de recursos”. O presidente da câmara de transportes e logística da Fiesc, Egídio Martorano corrobora a importância da previsibilidade e da boa gestão dos recursos. “A FIESC vem defendendo que a previsibilidade é essencial e para isto é importante haver uma articulação para garantir do Governo Federal recursos ao longo do tempo, dentro das possibilidades e restrição fiscal. Isto somado ao esforço dos nossos parlamentares no sentido de prover recursos via emendas coletivas e individuais. Com estes recursos garantidos cabe ao DNIT uma boa gestão das obras, abrindo frentes de trabalho, de maneira a se evitar as paralizações de obras estratégicas para o Estado Precisamos ser capazes de nos planejar, de saber quanto dinheiro teremos disponível para conseguir priorizar esses investimentos em infraestrutura”, afirmou.

“Reconhecemos que os investimentos federais estão chegando. Em 2023 foi um investimento recorde de R$ 1 bilhão dos R$ 1,4 bilhão previstos no Orçamento da União. Mas a demanda é por maior previsibilidade e melhor gestão desses recursos, para que se possa ter uma programação de obras”, destacou Martorano. Para o DNIT, 2023 foi um ano de muitos desafios para o órgão, com demandas decorrentes de eventos climáticos, por exemplo, que foram desafiadoras. “A manutenção foi um desafio imenso em SC no ano passado, com a necessidade de resposta rápida do DNIT. Na nossa avaliação periódica das rodovias sob nossa responsabilidade, identificamos que 22% estão classificadas como ruins ou péssimas. A meta para 2024 é reduzir esse número pela metade”, afirmou. A priorização da manutenção, em detrimento do início de novos projetos, foi comemorada pelos participantes da reunião. “Estamos com 11 emergências, R$ 450 milhões sendo investidos para reparar problemas ocasionados por desafios climáticos. Só na BR 470 são 30 pontos, com seis em execução”, salientou Rodrigues.

O superintendente do DNIT aproveitou a oportunidade para fazer um balanço das obras em rodovias federais em andamento no estado. De acordo com Rodrigues, no caso da BR 470, há recursos previstos suficientes para concluir as etapas previstas para a rodovia em 2024. Rodrigues informou que restam entre 100 e 110 desapropriações para concluir a duplicação, e que estão previstos para este ano dois mutirões com pouco mais de 60 processos, com recursos já destacados. Ainda de acordo com o DNIT, a BR 470 foi a obra que mais avançou em SC e mais despendeu recursos do DNIT no país. Rodrigues afirmou que o DNIT pretende entregar o viaduto sobre a BR 101 ainda em abril. Já no lote 2, que corresponde à maior extensão de obras, a previsão é de conclusão até o fim de 2024.

O presidente da câmara da Fiesc disse que se a previsão de investimentos na BR 470 se concretizar será uma excelente notícia para o estado, já que coloca o fim da duplicação mais próximo. “O edital da obra previa a sua conclusão para 2017, se garantidos e executados os recursos previstos para este ano, e períodos subsequentes podemos ter um bom desempenho não só na 470, como também para a BRs 280 e 282 e o que é mais importante para a conservação, restauração e manutenção de toda a malha federal – uma demanda da Fiesc ao longo dos anos”, afirmou. Em relação à BR 163, no extremo oeste, a expectativa do órgão é concluir a obra em 2025. Rodrigues reconheceu que o órgão está em dívida com as rodovias do oeste catarinense. Segundo ele, não havia contratos de manutenção ativos para as rodovias da região, mas a expectativa é que em 8 de abril a autarquia lance os editais para a contratação.

Orçamento do órgão vai priorizar recursos para concluir obras em andamento e focar na manutenção das rodovias federais

Anatel prepara operadoras para possível bloqueio do X

Em meio à polêmica envolvendo o X e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) está se preparando para tirar a plataforma do ar no Brasil, caso receba uma ordem judicial nesse sentido. De acordo com uma matéria do UOL, a Anatel já acionou as principais […]Em meio à polêmica envolvendo o X e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) está se preparando para tirar a plataforma do ar no Brasil, caso receba uma ordem judicial nesse sentido. De acordo com uma matéria do UOL, a Anatel já acionou as principais […]

Samsung pode lançar Galaxy Watch FE, versão acessível do Galaxy Watch 4

A Samsung está planejando lançar uma versão Fan Edition (FE) do Galaxy Watch pela primeira vez, oferecendo uma opção mais acessível de seu popular smartwatch. O Galaxy Watch FE será essencialmente uma nova versão do Galaxy Watch 4, com algumas atualizações e um preço mais baixo. Ele deve apresentar alguns dos recursos premium do Galaxy […]A Samsung está planejando lançar uma versão Fan Edition (FE) do Galaxy Watch pela primeira vez, oferecendo uma opção mais acessível de seu popular smartwatch. O Galaxy Watch FE será essencialmente uma nova versão do Galaxy Watch 4, com algumas atualizações e um preço mais baixo. Ele deve apresentar alguns dos recursos premium do Galaxy […]

Google homenageia artista mexicana Francis García com Doodle

No aniversário de 66 anos de Francis García, uma artista e performer mexicana, o Google presta uma homenagem emocionante à sua vida e legado por meio de um Doodle especial. Francis foi uma das primeiras artistas trans a se tornar uma figura pública nacional, deixando uma marca indelével no mundo do entretenimento e na luta […]No aniversário de 66 anos de Francis García, uma artista e performer mexicana, o Google presta uma homenagem emocionante à sua vida e legado por meio de um Doodle especial. Francis foi uma das primeiras artistas trans a se tornar uma figura pública nacional, deixando uma marca indelével no mundo do entretenimento e na luta […]