Archives 2023

O futuro verde já começou na Yara

Em 2023 a companhia estará ainda mais próxima das pautas verdes, trabalhando pela descarbonização da atividade industrial

A companhia acredita que 2023 será marcado pela consolidação da jornada ESG na cadeia de produção de alimentos

Depois dos desafios impostos pela pandemia, a Yara esperava que 2022 fosse um ano repleto de momentos de esperança e retomada, mas o que ele mostrou foi a certeza de que os desafios sempre podem ser maiores. A guerra entre Rússia e Ucrânia impactou diretamente a disponibilidade de soluções nutricionais em todo o mundo. Os impactos da indisponibilidade de insumos foram sentidos por toda a cadeia, graças ao grande volume de matérias-primas e de fertilizantes movimentados, tanto do exterior para o Brasil como dentro do país.

“No Brasil, a Yara conta com uma rede de mais de 30 unidades próprias ou terceiras, idealmente espalhadas pelas principais regiões agrícolas e polos logísticos do país”, explica Lucas Elizade, diretor da regional sul da Yara Brasil. Graças a essa característica, a Yara se apoiou em uma robusta operação global e em sua capilaridade logística para movimentar fertilizantes, evitando atrasos na safra e garantindo a chegada de insumos ao produtor na janela adequada. Atualmente, segundo Elizade, os efeitos diretos da guerra para o mercado de fertilizantes já ficaram, em sua maioria, para trás.

O Brasil conta, atualmente, com um estoque abastecido e a garantia de insumos suficientes para esta safra. Desta forma, se houve um primeiro semestre atípico por conta das questões globais, o segundo semestre beirou a normalidade. A companhia acredita que 2023 será marcado pela consolidação da jornada ESG na cadeia de produção de alimentos, com os consumidores cada vez mais buscando produtos que tenham sido concebidos de forma sustentável. Isto se conecta-se diretamente à missão da Yara, que está buscando a neutralidade climática por meio de fertilizantes com baixa pegada de carbono e iniciativas de produção com matrizes energéticas limpas. A Yara seguirá com suas pautas verdes, trabalhando pela descarbonização e avançando no cumprimento em direção à meta de ser neutra para o clima até 2050.

A Yara é a décima maior empresa da região e também a terceira maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Em 2023 a companhia estará ainda mais próxima das pautas verdes, trabalhando pela descarbonização da atividade industrial

Suspensys inaugura unidade de produção para tecnologias de eletromobilidade

Investimento insere a empresa em um segmento de atuação inédito na América Latina

A Suspensys E-Mobility é uma fábrica estruturada que insere a empresa em um novo segmento: de montagem e produção de baterias

A Suspensys, fabricante de sistemas de eixos e suspensões para veículos comerciais, inaugura uma nova fase em sua trajetória de evolução e crescimento. Com a presença de autoridades, lideranças das Empresas Randon e de parceiros, foi apresentada nesta quarta-feira, 12 de abril, a unidade de produção dedicada para tecnologias de eletromobilidade, instalada na sede da empresa, em Caxias do Sul (RS). Empreendimento inédito na América Latina para o segmento de produtos eletrificados voltados ao transporte, a Suspensys E-Mobility é uma fábrica estruturada que insere a empresa em um novo segmento: de montagem e produção de baterias. Por meio de projetos próprios, a unidade é capacitada para atender veículos leves, comerciais, implementos agrícolas, além de outras aplicações industriais, com possibilidades diversas de manufatura e destinação adequada dos componentes produzidos. A planta também recebe toda estrutura de fabricação do e-Sys, inovador sistema de tração auxiliar elétrico desenvolvido e comercializado pela empresa.

Com investimento total de R$ 60 milhões, a nova fábrica conta com tecnologia de ponta na linha de produção, automação no processo fabril e dispositivos de alta segurança especiais, como um sistema de prevenção de incêndios que utiliza uma substância à base de sal básico ao invés da água no combate ao fogo. A e-plant funciona em área isolada do restante da fábrica da Suspensys, que mantém as linhas dos demais produtos em eixos e suspensões do portfólio da empresa. “Da forma como estruturamos essa planta, poderemos atender todos os estilos de clientes, como montadoras e fabricantes de veículos, inclusive com projetos customizados de eletrônica e gestão do funcionamento das baterias”, explica o diretor de suspensões e eletromobilidade das Empresas Randon e diretor da Suspensys, Eduardo Dalla Nora.

A inauguração concretiza a estruturação da planta, que já vinha funcionando em etapas experimentais no decorrer do segundo semestre do ano passado, com o início da fabricação e comercialização do sistema e-Sys. Na Suspensys E-Mobility também há uma área preparada para a instalação do sistema auxiliar nos implementos rodoviários do modelo Hybrid R da Randon que saem de fábrica com o componente, e ainda para adaptação de implementos e ônibus que recebem o conjunto depois de fabricados. Como sinal da aceitação do mercado pela tecnologia inovadora, a projeção da empresa é acelerar a produção do e-Sys, atingindo até quatro sistemas por dia.

Investimento insere a empresa em um segmento de atuação inédito na América Latina

Horsch inaugura fábrica de máquinas agrícolas no Paraná

Em todo o projeto já foram investidos cerca de R$ 350 milhões

Unidade localizada em Curitiba vai atender a todo o mercado latino-americano

Fundada na Alemanha em 1984 e atuando no Brasil desde 2014, a Horsch inaugurou sua fábrica de máquinas agrícolas em Curitiba. Segundo Rodrigo Duck, CEO da unidade brasileira, em todo o projeto já foram investidos cerca de R$ 350 milhões, gerando até o momento 300 empregos diretos e mais de mil indiretos. A nova planta ocupa 16 hectares sendo que já foram adquiridos mais 24 hectares em área vizinha.

Nela serão fabricadas todas as linhas de plantio, manejo de solo e tratos culturais. Num breve futuro serão fabricadas semeadoras e, por ser uma estrutura dinâmica, fabricar tudo o que o produtor latino-americano necessite. “É o maior investimento feito pela empresa em uma única fábrica em tão curto espaço de tempo”, assinala Duck. A planta brasileira está projetada para atender, além da América Latina, parte da África e demandas pontuais de outros países, até mesmo europeus. “Não iremos limitar a área de atuação desta fábrica. Claro, o mercado brasileiro deve absorver a maior parte dos produtos porque a demanda ainda é forte por produtos com alta tecnologia e que garantem performance e produtividade maior na lavoura”, conclui o CEO brasileiro.

Em todo o projeto já foram investidos cerca de R$ 350 milhões

Diretoria da Languiru apresenta renúncia coletiva

Assembleia geral foi convocada para o dia 29 de abril

A superintendência administrativa, comercial e financeira, como também a superintendência industrial e de fomento agropecuário passam a responder temporariamente pela cooperativa

Por meio de um comunicado oficial publicado na terça-feira (18) o presidente Dirceu Bayer e demais membros da diretoria da Languiru renunciaram aos seus mandatos. Desse modo, a superintendência administrativa, comercial e financeira, como também a superintendência industrial e de fomento agropecuário passam a responder temporariamente pela cooperativa. Também foi publicado o edital convocando uma assembleia geral para o dia 29 de abril para eleição do novo conselho de administração. Procurada pelo Portal AMANHÃ, a Languiru informou que essa seria sua manifestação no momento. 

Em crise, a Languiru estava em processo de reestruturação, que incluiu acordo para a área de leite, com a francesa Lactalis, e protocolo de intenções com duas empresas chinesas para os segmentos de aves, suínos, bovinos e de ração. No ano passado, a cooperativa teve um faturamento de R$ 2,7 bilhões. O prejuízo foi de R$ 123 milhões. A dívida da cooperativa sediada em Teutônia é de R$ 724 milhões.

Assembleia geral foi convocada para o dia 29 de abril

Prodec retoma com a aprovação de R$ 743 milhões para a Irani

Companhia vai ampliar a capacidade de produção e a suficiência energética

A Irani é uma das três empresas que vai se beneficiar com o programa de postergação de impostos

Com uma previsão de R$ 776 milhões em investimentos privados no estado e mais de 77 empregos diretos, a Secretaria de Estado da Indústria, do Comércio e do Serviço (Sicos) aprovou, por meio do Programa de Desenvolvimento da Empresa Catarinense (Prodec), a expansão e modernização de três empresas em Santa Catarina. Os projetos foram autorizados no ano passado e com a assinatura do secretário da Sicos, o Prodec está sendo retomado. A indústria de papel e embalagem Irani é uma das empresas que vai se beneficiar com o programa de postergação de impostos e investirá aproximadamente R$ 743 milhões para ampliar a capacidade de produção e a suficiência energética. A Guimarães e Produtos Químicos de Limpeza vai investir R$ 7 milhões e a JJ Instalações Comerciais mais R$ 26 milhões.

“O Prodec é um programa fundamental para o desenvolvimento econômico de Santa Catarina. É um incentivo à ampliação e expansão de indústrias por meio da postergação de impostos para que o empreendedor possa investir e trazer para o Estado mais empregos. A prerrogativa é para projetos inovadores e sustentáveis. É uma parceria de incentivo onde todos ganham e traz mais oportunidades para Santa Catarina”, esclarece o secretário da Sicos, Silvio Dreveck. O gerente de novos negócios da diretoria de indústria da Sicos, Adílio Anísio, explica que para ser habilitado, ou seja, enquadrado no programa, a indústria precisa apresentar documentos ao comitê técnico, além de cumprir requisitos. Após análise, o incentivo é aprovado pelo conselho deliberativo. tanto o comitê como o conselho ainda estão sendo formados na nova gestão. “Ao invés de emprestar dinheiro, o estado permite que a indústria postergue parte do ICMS, valor que será devolvido aos cofres públicos com juros entre 0% a 4% ao ano, sendo benéfico para os empreendimentos”, comenta Anísio.

Companhia vai ampliar a capacidade de produção e a suficiência energética

SCGás prevê redução da tarifa para 2024 e 2025

A projeção atual da companhia indica queda de 12,5% em 2024 e de 12,6% para 2025

Houve uma sucessão de acontecimentos nos últimos anos que resultaram na alta das tarifas de gás, situação que impactou os custos da indústria

Em reunião da Câmara de Energia da Federação das Indústrias (Fiesc) a direção da SCGás informou que a perspectiva é de redução gradativa na tarifa de gás: 12,5% em 2024 e 12,6% em 2025. “Os preços em Santa Catarina têm projeção decrescente e temos feito um esforço de divulgação disso para que a indústria possa se planejar. Sabemos que as decisões são tomadas com antecedência e saber os custos é uma variável importante. Temos tentado antecipar o máximo essa visibilidade por conta do portfólio de suprimento que temos e nos permite passar um certo horizonte”, explicou o diretor-presidente da distribuidora, Willian Anderson Lehmkuhl, ressaltando que essa projeção depende da manutenção do atual cenário de câmbio e petróleo.

O presidente da Câmara, Otmar Müller, lembrou que houve uma sucessão de acontecimentos nos últimos anos que resultaram na alta das tarifas de gás, situação que impactou os custos da indústria. “Vivemos um momento muito tumultuado e complexo, com a finalização do contrato de gás natural entre Brasil e Bolívia, a expectativa do novo mercado do gás, crise hídrica, guerra na Ucrânia e as novas tabelas de preços da Petrobras”, citou ele, salientando que isso tudo acabou criando um desequilíbrio nos preços regionais no Brasil prejudicando a competitividade das indústrias de Santa Catarina.

No encontro, a especialista da Abrace, Juliana Rodrigues, apresentou os principais resultados de um estudo que mostra os caminhos para a efetiva liberalização do mercado do gás natural tornando-o mais competitivo no Brasil, no contexto do novo mercado de gás, que ganhou novas perspectivas a partir da aprovação da lei do gás em 2020. A Abrace é a associação que representa os grandes consumidores de energia, responsáveis por quase 40% do consumo industrial de eletricidade do Brasil e 42% do consumo industrial de gás natural. A análise mostra que, para o país chegar num nível adequado de competição e atratividade de investimentos no setor de gás natural, é preciso que a Petrobras deixe de ter os 90% de participação que tem hoje no mercado e chegue a algo em torno de 25%, nos próximos cinco anos. O trabalho foi feito pela consultoria internacional Brattle Group, e contratado por grupo de entidades, entre as quais a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Fiesc e outras associações brasileiras, com o intuito de entender melhor o comportamento nacional do setor e as direções que o país deve tomar nos próximos anos para um mercado mais aberto e competitivo.

Outro tema abordado na reunião foi o potencial catarinense para construir PCHs (pequenas centrais hidrelétricas) e CGHs (centrais de geração hidrelétricas). Nelson Dornelas, da Estelar Engenheiros Associados, informou que, atualmente, estão em construção 20 usinas no estado que totalizam R$ 1,2 bilhão em investimentos. Santa Catarina tem a cadeia produtiva completa nessa área, com empresas projetistas, fabricantes de todos os tipos de equipamentos e empreiteiras de obra civil, por exemplo. No entanto, ressaltou que há um potencial muito superior, porém é dificultado pela lentidão na obtenção dos licenciamentos ambientais, além das altas taxas de juros.

A projeção atual da companhia indica queda de 12,5% em 2024 e de 12,6% para 2025

Marcopolo G8 alcança a marca de 1.000 unidades vendidas

O milésimo G8 da linha de produção da Marcopolo é da paranaense Viação Garcia

A milésima unidade é um Double Decker e foi destinada ao Grupo Viação Garcia Brasil Sul, que tem sede em Londrina

Lançado no mercado há 18 meses, o ônibus Marcopolo G8 chega à marca de 1.000 unidades vendidas. A milésima unidade é um Double Decker (modelo de dois andares) e foi destinada ao Grupo Viação Garcia Brasil Sul, que tem sede em Londrina, no Paraná. A entrega faz parte de um lote de 53 ônibus que serão direcionados para o serviço de transporte rodoviário e para o fretamento. “As empresas Viação Garcia e Brasil Sul são parceiras de muitos anos. A entrega da nossa unidade 1.000 para um dos maiores compradores do G8 é um marco nas vendas. O veículo comemorativo faz parte do terceiro lote consecutivo de G8 que comercializamos para a empresa, que está em um processo de renovação de sua frota de ônibus rodoviários”, explica Ricardo Portolan, diretor de operações comerciais mercado interno e marketing da Marcopolo.

A Geração 8 representa um crescimento no segmento rodoviário. Em 2022, a companhia registrou um aumento de 6,3% da produção de rodoviários em relação a 2021, impulsionado pelas vendas do modelo. O desempenho ajudou a companhia a seguir na liderança mercadológica, com 53,3% de participação. “A excelente aceitação que o G8 tem no mercado, especialmente os veículos de dois andares, ampliam o conforto e a segurança dos passageiros e motoristas nas estradas, além de ser uma referência para os resultados positivos que alcançamos em 2022. É importante ressaltar que os ônibus G8 DDs do Grupo Viação Garcia Brasil Sul atendem rotas que passam pela cidade de Caxias do Sul, o que permite que a comunidade caxiense viaje para diversos destinos a bordo do G8”, finaliza Portolan.

O milésimo G8 da linha de produção da Marcopolo é da paranaense Viação Garcia

Construtora do Paraná chega ao mercado gaúcho mirando quem quer sair do aluguel

Lyx lança seis empreendimentos e Minha Casa Minha Vida em Porto Alegre e região

O Condomínio Clube Avalon, com 340 apartamentos, está localizado no bairro Chapéu do Sol, em Porto Alegre

A Lyx Participações e Empreendimentos, construtora especializada em oferecer imóveis residenciais em condomínios clube, está lançando os primeiros empreendimentos imobiliários no mercado gaúcho, para o público do programa Minha Casa Minha Vida. Até o final de 2023, a empresa vai colocar à venda 2,2 mil unidades em seis condomínios localizados na Grande Porto Alegre. O diferencial dos lançamentos da empresa é o complexo de lazer que segue o conceito de beach club, a exemplo do que já acontece em alguns resorts, com espaços de uso comum que contam com praia artificial e quadra de beach tennis.

Atualmente, a incorporadora é a única no segmento MCMV que entrega esse tipo de estrutura de lazer. Os dois primeiros condomínios da Lyx no Rio Grande do Sul já estão em fase de comercialização dos apartamentos. O Condomínio Clube Avalon, com 340 apartamentos, está localizado no bairro Chapéu do Sol, em Porto Alegre. Já o Condomínio Clube Salt Lake, com 608 apartamentos, fica no município de Cachoeirinha, a 20 quilômetros da capital gaúcha. Estes e os futuros empreendimentos da incorporadora no estado vão seguir o novo conceito adotado pela Lyx. As piscinas tradicionais serão substituídas por um espaço similar a um beach club, com quadra de beach tennis, piscina que remete à entrada da praia, com água salgada e areia compactada. O vice-presidente comercial da Lyx Participações e Empreendimentos, Paulo Antonio Kucher, fala que a empresa está se instalando no Rio Grande do Sul por perceber a necessidade do mercado local para imóveis compactos e que ofereçam uma boa infraestrutura ao morador.

Déficit habitacional
Uma pesquisa da Secretaria Nacional de Habitação do Ministério do Desenvolvimento Regional, realizada pela Fundação João Pinheiro (FJP), apontou que, em 2019, o déficit habitacional no Brasil era de 5,877 milhões de moradias. Em Porto Alegre, essa marca era de aproximadamente 221 mil moradias, além de outras 90,5 mil na Região Metropolitana.”O foco da Lyx é oferecer imóveis para quem quer deixar as despesas com aluguel para comprar a casa própria”, afirma Kucher. Segundo ele, entre os atrativos dos imóveis oferecidos pela construtora estão os espaços de uso coletivo, com ampla infraestrutura e áreas de lazer com preços competitivos e diversas condições de financiamento.

Os apartamentos da Lyx Participações e Empreendimentos se enquadram no programa do Governo Federal com financiamento para famílias de renda mensal entre R$ 1,8 mil e R$ 8 mil. Além do conceito de beach club, os empreendimentos contam com mais de 30 áreas de lazer para uso comum, como salão de festas, sala de jogos, espaço kids, quadra de bocha, playground, entre outros espaços. “É o mesmo padrão de produto que já oferecemos no Paraná, onde a procura foi excelente graças aos diferenciais do projeto e as vantagens existentes que se encaixam no programa do Governo Federal”, comenta o vice-presidente comercial.A previsão, segundo Kucher, é de que até o final de 2023 a empresa coloque cerca de 2,2 mil unidades residenciais à venda em Porto Alegre e nos municípios vizinhos, num total de seis lançamentos imobiliários ainda este ano. “Isso já foi feito em Curitiba (PR) e Região Metropolitana. Hoje, são mais de 19 mil pessoas que trocaram o aluguel pelo financiamento de seu próprio imóvel”, destaca o vice-presidente, referindo-se aos nove residenciais já entregues. Além destes, no Paraná a construtora conta com outros sete empreendimentos em fase de construção.

Lyx lança seis empreendimentos e Minha Casa Minha Vida em Porto Alegre e região

Raimonds Tomsons é o melhor sommelier do mundo

Natural da Letônia, ele enfrentou na final os também sommeliers Nina Jensen e Reeze Choi

Tomsons espera que sua vitória seja uma inspiração para jovens sommeliers de outros pequenos países saberem que é possível vencer no mais alto nível

Paris foi o palco da final do concurso de melhor sommelier do mundo no domingo (12). O título foi conquistado por Raimonds Tomsons, que já havia sido eleito o melhor da categoria na Europa. Natural da Letônia, ele enfrentou na final os também sommeliers Nina Jensen (da Dinamarca, que ficou em segundo lugar) e Reeze Choi (da China, que obteve a terceira posição). Confira como foi a disputa clicando aqui. O concurso foi promovido pela Association de la Sommellerie Internationale (ASI), com sede na França.

O concurso apresentou vários testes que reproduziam a rotina de um restaurante. Os candidatos tiveram de servir dois cocktails e fazer o serviço do vinho tinto à mesa. Depois tiveram de identificar quatro vinhos brancos e relacionar dois tipos de rochas a dois vinhos que tinham acabado de provar. Uma das juradas pediu aos candidatos que combinassem os quatro vinhos que acabavam de provar com quatro pratos presentes na carta do restaurante e explicassem as razões da escolha. Foi então apresentada uma carta de vinhos, onde eles tiveram de identificar eventuais erros, como o preço de determinados rótulos, sua origem ou ano da colheita. Depois, ainda tiveram de provar um vinho tinto de duas safras diferentes, sendo um mais novo e outro mais antigo. Era nada mais, nada menos que um Château Petrus da safra 2012 e outro da safra 2003. No final, em uma espécie de jogo, tiveram de identificar cinco vinhos a partir de uma série de cinco imagens que eram mostradas no telão.

Tomsons afirmou em coletiva de imprensa que seu sonho de disputar o campeonato havia começado em 2010, quando viu Gerard Basset ganhar o prêmio de melhor sommelier do mundo. Ele acrescentou que espera que sua vitória seja uma inspiração para jovens sommeliers de outros pequenos países saberem que é possível vencer no mais alto nível.

Natural da Letônia, ele enfrentou na final os também sommeliers Nina Jensen e Reeze Choi

Estão faltando desenvolvedores no Brasil?

O país forma apenas 53 mil profissionais por ano nesse segmento

O resultado é que com profissionais cada vez mais disputados, os salários tendem a subir e quem apostar na área tem tudo para ser muito bem recompensado

É bem possível que você já tenha ouvido falar que um dos mercados de trabalho mais promissores para quem procura uma vaga é o da Tecnologia da Informação. Mas você já parou para pensar as razões que fazem essa área ter tanto potencial para empregabilidade? A principal resposta para essa pergunta é muito simples: falta mão de obra qualificada. Esse é um “problema” para os empregadores e solução para quem busca uma oportunidade.

De acordo com informações da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais (BRASSCOM), entre 2021 e 2025 serão criados quase 800 mil postos de trabalho na área no país. Entretanto, o Brasil forma apenas 53 mil profissionais por ano nesse segmento, o que em pouco tempo vai resultar em um déficit de quase 540 mil trabalhadores. O resultado é que com profissionais cada vez mais disputados, os salários tendem a subir e quem apostar na área tem tudo para ser muito bem recompensado.

Uma das principais razões para que as pessoas evitem eleger ou migrar para a área é a resistência à tecnologia. O medo do novo, do diferente e da fama que a computação tem, acaba afastando pessoas que teriam o potencial para atuar na área. Isso também se relaciona com a falta de acesso que a grande maioria da população tem em relação à tecnologia e ao universo da computação.

Para se tornar um desenvolvedor, é preciso uma base razoável que permita avançar nos conhecimentos do setor. Para os desenvolvedores já estabelecidos, uma questão que pesa também é a concorrência do mercado internacional. Apesar da promessa de uma melhora no setor para os próximos anos, ainda está fora da realidade do país para as empresas, disputar com as ofertas de vagas que pagam em euros ou em dólares. De carona com a questão da atratividade financeira do setor no exterior, os desenvolvedores já estabelecidos enxergam o mercado de fora como sendo mais atraentes pelos projetos profissionais. Europa e Estados Unidos acabam tendo as empresas melhor posicionadas no mercado com oportunidades para trabalhar em ambientes mais dinâmicos, inovadores e estimulantes profissionalmente. Há aí um espaço tanto para os que almejam uma vaga no setor como para as empresas que buscam ganhar competitividade.

Atualmente no Brasil, as áreas que mais demandam desenvolvedores capacitados são o e-commerce, o desenvolvimento de Apps para celulares, tablets e outros dispositivos, a análise de dados e Big Data, e a segurança da informação.

O país forma apenas 53 mil profissionais por ano nesse segmento

Primeira mulher produtora de gim do país vive no Sul

Curitibana Thais Romfeld de Lima percebeu o potencial da bebida e decidiu desenvolver sua própria marca

Thais trocou uma carreira de sucesso na área de direito pelos desbravamentos no mundo do empreendedorismo

O gim, destilado à base de zimbro e de cereais, é a base de coquetéis com a cara do verão, como gim-tônica. Mas a bebida destilada ainda tem a produção incipiente no Brasil e, na maior parte dos casos, é feita por homens. A curitibana Thais Romfeld de Lima, 34 anos, quebrou esse tabu. Ela percebeu o potencial da bebida e decidiu desenvolver sua própria marca. Assim, tornou-se a primeira mulher produtora de gim do Brasil. Para chegar à produção do Route Gin, criado em 2019 e produzido no município de Colombo (PR), Thais trocou uma carreira de sucesso na área de direito pelos desbravamentos no mundo do empreendedorismo. Nessa jornada, contou com o apoio do programa Bom Negócio da prefeitura de Curitiba, realizado pelo Vale do Pinhão.

“Faço o gim até com o pé nas costas, mas eu precisava pensar no crescimento da empresa. O Bom Negócio foi essencial para eu projetar custos, precificar o produto e, principalmente, ampliar meus contatos comerciais. Três meses depois do programa, eu já tinha dobrado meu lucro”, revela Thais. Foram dois anos de preparação para entrar no mercado. Entre 2020 e 2021, cuidou da definição da receita autoral, na produção artesanal da bebida, na montagem da estrutura na área rural de Colombo para instalar o alambique de cobre, na regularização e aprovação técnica do produto. No ano passado, a Route Gin acelerou: com uma produção de 50 garrafas a cada lote, iniciou as vendas em feiras e via internet, diretamente ao consumidor. O gim produzido por Thais também está na carta de drinks de nove bares de Curitiba e da Ilha do Mel.

Quando decidiu que lugar de mulher também é na destilaria, Thais definiu que começaria do início: aprender como é feito o gim. No primeiro curso para destilar a bebida, era a única mulher. A maioria masculina, por vezes, intimida, ela diz, mas não o suficiente para desmotivá-la. “Senti algumas resistências por ser mulher neste meio. Nas negociações, quando meu marido vai junto negociar a distribuição dos lotes com outros homens, flui melhor, embora quem saiba tudo sobre o produto seja eu”, conta a microempreendedora. Para que outras não passem por isso, ela tem priorizado parcerias femininas: são mulheres as suas representantes comerciais e a responsável técnica do produto.

A marca paranaense de gim aposta na sustentabilidade ambiental e no uso de produtos locais para se sedimentar e expandir no mercado. A produtora incluiu a mexerica e o limão rosa na receita para ter um saber mais intimista e de qualidade e que identifique a região onde foi produzido. Seu gim também leva o obrigatório zimbro, coentro, angélica, alcaçuz, pimenta Jamaica, jasmim e cardamomo. A água usada vem do Aquífero Karst e tem baixo teor de impurezas, facilitando a filtragem, o que contribui para a qualidade do produto final.

A produção sustentável é outro diferencial. Thais e o marido, João Rafael Bernardelli Gouveia, 42 anos, criaram um sistema de resfriamento que reutiliza a água, evitando desperdícios. Os resíduos sólidos estão sendo testados como compostagem e os líquidos têm descarte correto. Os clientes também podem retornar as garrafas de vidro, que passam por um processo de higienização específico e podem ser reaproveitadas.

Gim, o favorito da rainha
O gim é famoso não só pela composição de drinques badalados como a gim-tônica, mas também era uma das bebidas favoritas da rainha britânica Elizabeth II – o que fez com que a Realeza produzisse o seu próprio rótulo, feito com 12 botânicos secretos colhidos nos jardins do palácio. Apesar de o mercado brasileiro ainda ser dominado por marcas estrangeiras, o potencial de expansão para rótulos nacionais é grande: o consumo de gim no mercado brasileiro saltou de 1,1 milhão de litros em 2016 para 13,1 milhões de litros em 2021, segundo levantamento da Euromonitor. A estimativa é que, até 2026, o volume triplique para 35,1 milhões de litros por ano. Criado na Holanda no século 17, o gim ganhou popularidade na Inglaterra, onde ganhou qualidade. O nome deriva de variantes do nome zimbro em diversos idiomas (genever, em holandês; genievre, em francês, e ginepro, em italiano).

Curitibana Thais Romfeld de Lima percebeu o potencial da bebida e decidiu desenvolver sua própria marca

Governo envia ao Congresso projeto sobre igualdade salarial

Lei estabelecerá multa para empresa que descumprir norma

O texto prevê a obrigação das empresas que têm mais de 20 empregados darem transparência às faixas salariais para dar capacidade de fiscalização ao Ministério do Trabalho

Empregadores que pagarem salários diferenciados a uma mulher que tem o mesmo tempo de casa, a mesma função e com escolaridade semelhante a um funcionário homem será multado em 10 vezes o valor do maior salário pago na empresa. É o que consta no projeto de lei sobre igualdade salarial assinado nesta quarta-feira (8) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e enviado para análise do Congresso Nacional. O texto prevê a obrigação das empresas que têm mais de 20 empregados darem transparência às faixas salariais para dar capacidade de fiscalização ao Ministério do Trabalho. A pasta também deverá elaborar um protocolo de fiscalização para esses casos.

A ministra do planejamento e orçamento, Simone Tebet, explicou que, “nos casos gritantes de discriminação”, um juiz competente poderá, em caráter liminar, determinar que a mulher receba o mesmo salário que o homem já no mês da denúncia de desigualdade. Sobre a possibilidade dessas medidas resultarem na redução de contratação de mulheres, Tebet afirmou que esse é um discurso misógino (de ódio ou aversão às mulheres) por parte de setores produtivos. “Se algum empregador estiver discriminando uma mulher, se isso for fator para que ele não contrate uma mulher, não vai faltar empresas sérias, responsáveis e compromissadas para isso”, disse.

Tebet ressaltou que a medida ainda será debatida pelos parlamentares, mas lembrou que texto semelhante já foi aprovado. Em 2021, na gestão de Jair Bolsonaro, o Palácio do Planalto chegou a devolver ao Congresso Nacional um projeto de lei, que estava pronto para sanção, e aumentava a multa no valor correspondente a cinco vezes a diferença salarial paga pelo empregador. O projeto, desde então, está parado na Câmara dos Deputados.

Com Agência Brasil

Lei estabelecerá multa para empresa que descumprir norma

Alcohol use: Weighing risks and benefits

ACV may serve as a helpful addition to a well-rounded approach, but cannot replace the fundamental principles of healthy living. Apple cider vinegar (ACV) has emerged as one of the most popular natural health remedies, particularly touted for its weight loss benefits. While social media and wellness influencers frequently promote ACV as a miracle fat-burning solution, the scientific reality is more nuanced. Research shows modest but measurable weight loss benefits, though ACV is far from a magic bullet for obesity. Earlier this year, the outgoing US surgeon general, Vivek Murthy, recommended a label on bottles of beer, wine, and liquor that would clearly outline the link between alcohol consumption and cancer. Learn more about the benefits of physical activity in the WHO/Europe factsheet linked on this webpage.

Mayo Clinic Press

  • Studies suggest that light drinking can temporarily reduce stress and anxiety levels.
  • When it comes to alcohol, if you don’t drink, don’t start for health reasons.
  • Apple cider vinegar offers modest weight loss benefits backed by emerging scientific evidence, with studies showing around 1 pound lost per week.
  • But relying on alcohol for social comfort can lead to dependency and cause negative behavioral changes, such as aggressiveness or impulsivity.

More studies now show that there aren’t health benefits of moderate drinking compared to not drinking. Drinking moderately if you’re otherwise healthy may be a risk you’re willing to take. Understanding the risks and any potential health benefits of alcohol often seems confusing; that’s understandable, because the evidence for moderate alcohol consumption in healthy adults is not certain. Drinking alcohol in any amount is a health risk that increases with each drink you have. The risk peaks with heavy drinking, including binge drinking, which carries serious health risks.

Publication types

Delicious kid friendly recipes, healthy desserts, snacks and side dishes. Being successful in the kitchen doesn’t mean you need to be a gourmet chef. Learn standard food preparation methods and cooking techniques for preparing a wide variety of tasty and healthy meals. “People need to be careful not to exceed that total dose, especially if they’re taking multiple products that include magnesium,” Dr. Millstine says. Watch out for additives like artificial colors or sweeteners, especially in flavored powders. Magnesium glycinate, on the other hand, may be a better choice for those who already have regular bowel movements or those with sensitive stomachs.

  • Now the scientific consensus has shifted, and several countries recently lowered their alcohol consumption recommendations.
  • This coincides with a growing belief among Americans that moderate alcohol consumption is bad for one’s health, now the majority view for the first time.
  • The new CNN poll finds a broad 74% majority of the US public would favor new alcoholic beverage labels warning about the risk of cancer like Murthy suggests.
  • If a new drug was being studied to reduce heart disease and the clinical trials revealed that it also raised the risk of developing cancer, that drug would never be approved, he said.
  • Interestingly, these differences in the ADH1C gene do not influence the risk of heart disease among people who don’t drink alcohol.

In fact, the latest dietary guidelines make it clear that no one should start drinking alcohol or drink more often on the basis of potential health benefits. For many people, the potential benefits do not outweigh the risks, and avoiding alcohol is the best option. On the other hand, if you’re a light to moderate drinker and healthy, you can probably continue to drink alcohol alcohol use: weighing risks and benefits as long as you do so responsibly. Alcohol has had a long and complicated role in human society and health. Excessive use of alcohol causes enormous morbidity and mortality worldwide, but the health effects of alcohol use within recommended guidelines are diverse and complex.

Who Should Avoid or Consult Healthcare Providers

Exclusive breastfeeding is recommended for the first 6 months of life to ensure optimal growth, development and health. From 6 months onwards, breastfeeding should continue alongside the introduction of safe, diverse and nutrient-dense complementary foods. Continued breastfeeding is encouraged up to 2 years of age and beyond, as it remains an important source of nutrition and immune protection.

It is important to have a diet that includes a variety of foods across all food groups. Opting for a balanced, adequate and varied diet is an important step towards a healthy lifestyle. Smoked tobacco products, including water pipes, contain over 7000 chemicals, including at least 250 chemicals known to be toxic or to cause cancer. Use of smokeless tobacco products can result in serious, sometimes fatal, health problems.

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This is down from 3.8 drinks a year ago and closer to 4.0 drinks over the seven years prior to that. The highest average number since Gallup has tracked this is 5.1 drinks per week, recorded in 2003. Additionally, women are more likely than men to view moderate drinking as unhealthy (60% vs. 47%, respectively), and Democrats (58%) and independents (55%) are more likely than Republicans (44%) to espouse this view. There are only slight differences by race/ethnicity, education and income. Young adults had already become less likely to report drinking alcohol a decade ago, but that trend has only accelerated, with the rate falling from 59% in 2023 to 50% today.

Appointments at Mayo Clinic

Interestingly, these differences in the ADH1C gene do not influence the risk of heart disease among people who don’t drink alcohol. This adds strong indirect evidence that alcohol itself reduces heart disease risk. There is also some evidence that genes influence how alcohol affects the cardiovascular system. One variant of this enzyme, called alcohol dehydrogenase type 1C (ADH1C), comes in two “flavors.” One quickly breaks down alcohol, the other does it more slowly. Moderate drinkers who have two copies of the gene for the slow-acting enzyme are at much lower risk for cardiovascular disease than moderate drinkers who have two genes for the fast-acting enzyme. 44 Those with one gene for the slow-acting enzyme and one for the faster enzyme fall in between.

After more analysis of the research, that doesn’t seem to be the case. In general, a healthy diet and physical activity have much greater health benefits than alcohol and have been more extensively studied. After more analysis of the research, that doesn’t seem to be the case. Any potential benefit from alcohol is relatively small and may not apply to all individuals.

alcohol use: weighing risks and benefits

How much magnesium do you need?

But there are less risky ways to achieve that same goal, Tawakol said, such as exercise that comes with multiple benefits. These guidelines are up for review this year, and two recent reports meant to inform that process came to seemingly competing conclusions – continuing a longstanding debate on how to weigh the potential risks and benefits of alcohol. For most adults with healthy kidney function, a daily dose of 250 to 500 milligrams (mg) of magnesium is considered safe. However, it’s important to count magnesium from all sources, including multivitamins or supplements for stress. Ultimately, cost, availability and tolerance can guide the choice that’s right for you.

Capacitação profissional gratuita abre 2 mil vagas para jovens gaúchos

Inscrições iniciam nesta segunda e podem ser feitas pelo site do Instituto PROA

Além do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro disponibilizam cursos da Plataforma PROA

O Instituto PROA, um dos maiores programas de capacitação online gratuita para jovens do Brasil, reforça sua presença no Rio Grande do Sul em 2023. A ONG está abrindo inscrições para uma nova turma, que representa uma oportunidade de formação e encaminhamento para o emprego para jovens de 17 a 22 anos, que já tenham concluído ou estejam cursando o terceiro ano do Ensino Médio em escolas públicas de todo o Rio Grande do Sul. As inscrições começam nesta segunda-feira (23) e seguem até o dia 8 de maio e podem ser realizadas no site da entidade. As aulas iniciam no dia 15 de maio.

É a quarta turma de formação oferecida pelo PROA em solo gaúcho. O PROA completou 15 anos de atividades em 2022 e já impactou mais de 36 mil jovens. Além do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro disponibilizam cursos da Plataforma PROA. Neste ano, o PROA também vai chegar ao Paraná, alcançando toda a Região Sul do País, e a Minas Gerais.

No Rio Grande do Sul, o PROA conta com a parceria da Secretaria Estadual de Trabalho e Desenvolvimento Profissional, por meio da Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS), e da Secretaria Estadual da Educação (Seduc). Também são apoiadores o Instituto Cyrela e a Fundação Casas Bahia, que além de viabilizar a realização do curso no Estado oferecem vagas de emprego aos formados. Outros parceiros, como Coca-Cola FEMSA, Sabemi, Adtail e GetNet já garantiram oportunidades de trabalho para os estudantes gaúchos. “Com o PROA, mostramos aos jovens gaúchos que seus sonhos que pareciam impossíveis podem se tornar realidade. Estamos muito felizes por fortalecer nossa presença no Estado, que tem jovens motivados e cada vez mais preparados para o futuro”, ressalta Alini Dal’Magro, CEO do Instituto PROA.

Inscrições e formação gratuita
Para aproveitar a oportunidade de se capacitar gratuitamente e ser encaminhado para o emprego, basta que os jovens egressos de escolas públicas se inscrevam no site do PROA. Depois da inscrição, os candidatos passam por uma prova simples de português, matemática e análise de perfil. Durante três meses, os estudantes aprovados no PROA realizam a formação essencial gratuita que inclui aulas de autoconhecimento, projeto profissional, raciocínio lógico e comunicação. Após essa primeira etapa, eles podem optar por sete trilhas com capacitações mais específicas nas áreas de administração e logística (elaborada em parceria com a Procter & Gamble), análise de dados (com o iFood), promoção de marcas (com a BRF), UX Design (com a Accenture) e varejo (com a Fundação Casas Bahia).

Inscrições iniciam nesta segunda e podem ser feitas pelo site do Instituto PROA

Para seguir crescendo

De 2021 a 2023, a Évora aportará US$ 640 milhões em melhoria de processos para expansão do grupo

No valor estão inclusos diversos projetos de expansão em todas as empresas do grupo, entre eles a nova unidade produtiva da Crown em Uberaba (MG) e a expansão da capacidade produtiva da Fitesa no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa

O ano de 2022 foi altamente desafiador para a Évora. A crise logística foi muito mais intensa que o previsto, reflexo de uma turbulência que começou na pandemia e se intensificou com a guerra entre a Rússia e a Ucrânia, o que elevou a inflação nas economias desenvolvidas. “Nosso maior desafio tem sido explorar as capacidades recém-instaladas neste novo cenário de mercado sem desviar o foco nos esforços para garantir a longevidade do negócio”, adianta Silverio Baranzano, CEO da empresa.

E os desafios vêm de todos os lados: o principal insumo da indústria do plástico é a resina, um subproduto do petróleo. A matéria-prima segue o preço do mercado internacional, que foi valorizado como nunca. Com tanta demanda, as resinas tiveram um reajuste de 45% em 2021, aumento que se reflete no preço final para o consumidor e acaba reduzindo o poder de compra. Os diferentes segmentos em que as empresas do Grupo Évora atuam, dentro da cadeia de produção de bens de consumo, foram impactados de formas diferentes. A Fitesa passou por um crescimento significativo durante o período da pandemia, decorrente do aumento na procura global por itens de higiene. Já o mercado brasileiro de latas de alumínio, atendido pela Crown, e de tampas plásticas, atendido pela América Tampas, têm crescido de forma constante nos últimos anos.

Para manter o ritmo de crescimento, a companhia gaúcha aportará US$ 640 milhões em melhoria de processos de 2021 a 2023. No valor estão inclusos diversos projetos de expansão em todas as empresas do grupo, entre eles a nova unidade produtiva da Crown em Uberaba (MG) e a expansão da capacidade produtiva da Fitesa no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa. Em 2022, o faturamento da empresa deve alcançar R$ 7,3 bilhões. Para 2023, a empresa não prevê um crescimento significativo dessa receita, mas seguirá dando ênfase e andamento aos projetos já anunciados nos últimos anos.

A Évora é a 26ª maior empresa da região e também a 10ª maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

De 2021 a 2023, a Évora aportará US$ 640 milhões em melhoria de processos para expansão do grupo