Archives Julho 2023

Porque incluir o LinkedIn na estratégia de Marketing para expandir os negócios

Ao pensar em plataformas de mídia social para usar para o seu negócio, muitas pessoas costumam pensar primeiro em gerar leads no Facebook ou Instagram, e acabam se esquecendo da poderosa rede de negócios que é LinkedIn.

Claro, o LinkedIn, quando se olha para o número de usuários, não é a maior rede social que existe. Ele tem cerca de 310 milhões de usuários ativos mensais, contra 330 milhões no Twitter, 2,7 bilhões no Facebook ou 1 bilhão no Instagram, no mundo.

Mas a audiência é uma das mais lucrativas.

Facebook, Instagram e o resto estão lotados e barulhentos. E embora tenha havido um tempo em que era definitivamente muito mais silencioso no LinkedIn, o LinkedIn agora está começando a ficar mais cheio também.

Mas, ao contrário das outras redes, o LinkedIn é um destino para as pessoas se conectarem com outras pessoas afins em sua profissão, área de trabalho ou segmento de negócio e para aprenderem.

Portanto, se você está procurando um lugar para direcionar tráfego B2B qualitativo para seu site ou blog, esta é a plataforma ideal.

Ainda mais, os tomadores de decisão na maioria das empresas usam o LinkedIn mais do que qualquer outra rede social. 

A plataforma do LinkedIn dá à sua empresa acesso a uma série de pessoas instruídas, capacitadas, habilidosas e influentes, em diferentes níveis de cargo, e com uma alta intenção de pesquisa e busca de conhecimento.

Portanto, se você deseja alcançar essas pessoas que não são tão ativas em outras redes sociais, mas podem impactar significativamente as vendas da sua organização, é hora de começar a levar o LinkedIn a sério.

O que é LinkedIn Marketing

O LinkedIn é um pouco diferente da maioria das redes sociais, que está focada nas coisas “divertidas” que você faz no seu tempo livre. O foco do LinkedIn está na construção de relações profissionais e comerciais.

Como resultado, quando você deseja fazer marketing no LinkedIn, precisa pensar mais em fazer conexões com potenciais clientes, gerar leads, melhorar o conhecimento da marca, promover relacionamentos e parcerias comerciais, compartilhar conteúdo para desenvolver liderança de pensamento e direcionar tráfego para seu site.

Como qualquer rede social, o LinkedIn, também passa por mudanças e tem se tornando também um lugar divertido, mas o foco principal ainda está nos relacionamentos profissionais, nas empresas e no desenvolvimento dos negócios.

Por isso, para quem busca leads, relacionamentos e parcerias B2B, o LinkedIn deve ser uma parte essencial da estratégia de marketing para obter ter mais sucesso nesses objetivos.

Por que o LinkedIn deve ser uma parte importante da sua estratégia de marketing

LinkedIn é um lugar para aprender e promover o desenvolvimento de pessoas e negócios. O foco não é fazer vendas diretas através da plataforma. Se você deseja obter sucesso, deve criar uma estratégia sólida de marketing que envolva a oferta de conteúdos relevantes, matérias de blog, cases, trechos de webinar, dicas e experiências de negócios, divulgação de novas conquistas da empresa e postagens que reflitam a cultura organizacional. Quando usado adequadamente, o LinkedIn é uma ferramenta de marketing eficaz que pode levar sua empresa ao crescimento. Se você tem dúvidas sobre como implantar uma estratégia eficiente para o seu tipo de negócio, entre em contato com a MKWebb que podemos ajudá-lo a conquistar mais leads B2B utilizando o marketing no LinkedIn.

Ao pensar em plataformas de mídia social para usar para o seu negócio, muitas pessoas costumam pensar primeiro em gerar leads no Facebook ou Instagram, e acabam se esquecendo da poderosa rede de negócios que é LinkedIn. Claro, o LinkedIn, quando se olha para o número de usuários, não é a

Porque incluir o LinkedIn na estratégia de Marketing para expandir os negócios

Ao pensar em plataformas de mídia social para usar para o seu negócio, muitas pessoas costumam pensar primeiro em gerar leads no Facebook ou Instagram, e acabam se esquecendo da poderosa rede de negócios que é LinkedIn.

Claro, o LinkedIn, quando se olha para o número de usuários, não é a maior rede social que existe. Ele tem cerca de 310 milhões de usuários ativos mensais, contra 330 milhões no Twitter, 2,7 bilhões no Facebook ou 1 bilhão no Instagram, no mundo.

Mas a audiência é uma das mais lucrativas.

Facebook, Instagram e o resto estão lotados e barulhentos. E embora tenha havido um tempo em que era definitivamente muito mais silencioso no LinkedIn, o LinkedIn agora está começando a ficar mais cheio também.

Mas, ao contrário das outras redes, o LinkedIn é um destino para as pessoas se conectarem com outras pessoas afins em sua profissão, área de trabalho ou segmento de negócio e para aprenderem.

Portanto, se você está procurando um lugar para direcionar tráfego B2B qualitativo para seu site ou blog, esta é a plataforma ideal.

Ainda mais, os tomadores de decisão na maioria das empresas usam o LinkedIn mais do que qualquer outra rede social. 

A plataforma do LinkedIn dá à sua empresa acesso a uma série de pessoas instruídas, capacitadas, habilidosas e influentes, em diferentes níveis de cargo, e com uma alta intenção de pesquisa e busca de conhecimento.

Portanto, se você deseja alcançar essas pessoas que não são tão ativas em outras redes sociais, mas podem impactar significativamente as vendas da sua organização, é hora de começar a levar o LinkedIn a sério.

O que é LinkedIn Marketing

O LinkedIn é um pouco diferente da maioria das redes sociais, que está focada nas coisas “divertidas” que você faz no seu tempo livre. O foco do LinkedIn está na construção de relações profissionais e comerciais.

Como resultado, quando você deseja fazer marketing no LinkedIn, precisa pensar mais em fazer conexões com potenciais clientes, gerar leads, melhorar o conhecimento da marca, promover relacionamentos e parcerias comerciais, compartilhar conteúdo para desenvolver liderança de pensamento e direcionar tráfego para seu site.

Como qualquer rede social, o LinkedIn, também passa por mudanças e tem se tornando também um lugar divertido, mas o foco principal ainda está nos relacionamentos profissionais, nas empresas e no desenvolvimento dos negócios.

Por isso, para quem busca leads, relacionamentos e parcerias B2B, o LinkedIn deve ser uma parte essencial da estratégia de marketing para obter ter mais sucesso nesses objetivos.

Por que o LinkedIn deve ser uma parte importante da sua estratégia de marketing

LinkedIn é um lugar para aprender e promover o desenvolvimento de pessoas e negócios. O foco não é fazer vendas diretas através da plataforma. Se você deseja obter sucesso, deve criar uma estratégia sólida de marketing que envolva a oferta de conteúdos relevantes, matérias de blog, cases, trechos de webinar, dicas e experiências de negócios, divulgação de novas conquistas da empresa e postagens que reflitam a cultura organizacional. Quando usado adequadamente, o LinkedIn é uma ferramenta de marketing eficaz que pode levar sua empresa ao crescimento. Se você tem dúvidas sobre como implantar uma estratégia eficiente para o seu tipo de negócio, entre em contato com a MKWebb que podemos ajudá-lo a conquistar mais leads B2B utilizando o marketing no LinkedIn.

Ao pensar em plataformas de mídia social para usar para o seu negócio, muitas pessoas costumam pensar primeiro em gerar leads no Facebook ou Instagram, e acabam se esquecendo da poderosa rede de negócios que é LinkedIn. Claro, o LinkedIn, quando se olha para o número de usuários, não é a

Porque incluir o LinkedIn na estratégia de Marketing para expandir os negócios

Ao pensar em plataformas de mídia social para usar para o seu negócio, muitas pessoas costumam pensar primeiro em gerar leads no Facebook ou Instagram, e acabam se esquecendo da poderosa rede de negócios que é LinkedIn.

Claro, o LinkedIn, quando se olha para o número de usuários, não é a maior rede social que existe. Ele tem cerca de 310 milhões de usuários ativos mensais, contra 330 milhões no Twitter, 2,7 bilhões no Facebook ou 1 bilhão no Instagram, no mundo.

Mas a audiência é uma das mais lucrativas.

Facebook, Instagram e o resto estão lotados e barulhentos. E embora tenha havido um tempo em que era definitivamente muito mais silencioso no LinkedIn, o LinkedIn agora está começando a ficar mais cheio também.

Mas, ao contrário das outras redes, o LinkedIn é um destino para as pessoas se conectarem com outras pessoas afins em sua profissão, área de trabalho ou segmento de negócio e para aprenderem.

Portanto, se você está procurando um lugar para direcionar tráfego B2B qualitativo para seu site ou blog, esta é a plataforma ideal.

Ainda mais, os tomadores de decisão na maioria das empresas usam o LinkedIn mais do que qualquer outra rede social. 

A plataforma do LinkedIn dá à sua empresa acesso a uma série de pessoas instruídas, capacitadas, habilidosas e influentes, em diferentes níveis de cargo, e com uma alta intenção de pesquisa e busca de conhecimento.

Portanto, se você deseja alcançar essas pessoas que não são tão ativas em outras redes sociais, mas podem impactar significativamente as vendas da sua organização, é hora de começar a levar o LinkedIn a sério.

O que é LinkedIn Marketing

O LinkedIn é um pouco diferente da maioria das redes sociais, que está focada nas coisas “divertidas” que você faz no seu tempo livre. O foco do LinkedIn está na construção de relações profissionais e comerciais.

Como resultado, quando você deseja fazer marketing no LinkedIn, precisa pensar mais em fazer conexões com potenciais clientes, gerar leads, melhorar o conhecimento da marca, promover relacionamentos e parcerias comerciais, compartilhar conteúdo para desenvolver liderança de pensamento e direcionar tráfego para seu site.

Como qualquer rede social, o LinkedIn, também passa por mudanças e tem se tornando também um lugar divertido, mas o foco principal ainda está nos relacionamentos profissionais, nas empresas e no desenvolvimento dos negócios.

Por isso, para quem busca leads, relacionamentos e parcerias B2B, o LinkedIn deve ser uma parte essencial da estratégia de marketing para obter ter mais sucesso nesses objetivos.

Por que o LinkedIn deve ser uma parte importante da sua estratégia de marketing

LinkedIn é um lugar para aprender e promover o desenvolvimento de pessoas e negócios. O foco não é fazer vendas diretas através da plataforma. Se você deseja obter sucesso, deve criar uma estratégia sólida de marketing que envolva a oferta de conteúdos relevantes, matérias de blog, cases, trechos de webinar, dicas e experiências de negócios, divulgação de novas conquistas da empresa e postagens que reflitam a cultura organizacional. Quando usado adequadamente, o LinkedIn é uma ferramenta de marketing eficaz que pode levar sua empresa ao crescimento. Se você tem dúvidas sobre como implantar uma estratégia eficiente para o seu tipo de negócio, entre em contato com a MKWebb que podemos ajudá-lo a conquistar mais leads B2B utilizando o marketing no LinkedIn.

Ao pensar em plataformas de mídia social para usar para o seu negócio, muitas pessoas costumam pensar primeiro em gerar leads no Facebook ou Instagram, e acabam se esquecendo da poderosa rede de negócios que é LinkedIn. Claro, o LinkedIn, quando se olha para o número de usuários, não é a

Porque incluir o LinkedIn na estratégia de Marketing para expandir os negócios

Ao pensar em plataformas de mídia social para usar para o seu negócio, muitas pessoas costumam pensar primeiro em gerar leads no Facebook ou Instagram, e acabam se esquecendo da poderosa rede de negócios que é LinkedIn.

Claro, o LinkedIn, quando se olha para o número de usuários, não é a maior rede social que existe. Ele tem cerca de 310 milhões de usuários ativos mensais, contra 330 milhões no Twitter, 2,7 bilhões no Facebook ou 1 bilhão no Instagram, no mundo.

Mas a audiência é uma das mais lucrativas.

Facebook, Instagram e o resto estão lotados e barulhentos. E embora tenha havido um tempo em que era definitivamente muito mais silencioso no LinkedIn, o LinkedIn agora está começando a ficar mais cheio também.

Mas, ao contrário das outras redes, o LinkedIn é um destino para as pessoas se conectarem com outras pessoas afins em sua profissão, área de trabalho ou segmento de negócio e para aprenderem.

Portanto, se você está procurando um lugar para direcionar tráfego B2B qualitativo para seu site ou blog, esta é a plataforma ideal.

Ainda mais, os tomadores de decisão na maioria das empresas usam o LinkedIn mais do que qualquer outra rede social. 

A plataforma do LinkedIn dá à sua empresa acesso a uma série de pessoas instruídas, capacitadas, habilidosas e influentes, em diferentes níveis de cargo, e com uma alta intenção de pesquisa e busca de conhecimento.

Portanto, se você deseja alcançar essas pessoas que não são tão ativas em outras redes sociais, mas podem impactar significativamente as vendas da sua organização, é hora de começar a levar o LinkedIn a sério.

O que é LinkedIn Marketing

O LinkedIn é um pouco diferente da maioria das redes sociais, que está focada nas coisas “divertidas” que você faz no seu tempo livre. O foco do LinkedIn está na construção de relações profissionais e comerciais.

Como resultado, quando você deseja fazer marketing no LinkedIn, precisa pensar mais em fazer conexões com potenciais clientes, gerar leads, melhorar o conhecimento da marca, promover relacionamentos e parcerias comerciais, compartilhar conteúdo para desenvolver liderança de pensamento e direcionar tráfego para seu site.

Como qualquer rede social, o LinkedIn, também passa por mudanças e tem se tornando também um lugar divertido, mas o foco principal ainda está nos relacionamentos profissionais, nas empresas e no desenvolvimento dos negócios.

Por isso, para quem busca leads, relacionamentos e parcerias B2B, o LinkedIn deve ser uma parte essencial da estratégia de marketing para obter ter mais sucesso nesses objetivos.

Por que o LinkedIn deve ser uma parte importante da sua estratégia de marketing

LinkedIn é um lugar para aprender e promover o desenvolvimento de pessoas e negócios. O foco não é fazer vendas diretas através da plataforma. Se você deseja obter sucesso, deve criar uma estratégia sólida de marketing que envolva a oferta de conteúdos relevantes, matérias de blog, cases, trechos de webinar, dicas e experiências de negócios, divulgação de novas conquistas da empresa e postagens que reflitam a cultura organizacional. Quando usado adequadamente, o LinkedIn é uma ferramenta de marketing eficaz que pode levar sua empresa ao crescimento. Se você tem dúvidas sobre como implantar uma estratégia eficiente para o seu tipo de negócio, entre em contato com a MKWebb que podemos ajudá-lo a conquistar mais leads B2B utilizando o marketing no LinkedIn.

Ao pensar em plataformas de mídia social para usar para o seu negócio, muitas pessoas costumam pensar primeiro em gerar leads no Facebook ou Instagram, e acabam se esquecendo da poderosa rede de negócios que é LinkedIn. Claro, o LinkedIn, quando se olha para o número de usuários, não é a

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Ao pensar em plataformas de mídia social para usar para o seu negócio, muitas pessoas costumam pensar primeiro em gerar leads no Facebook ou Instagram, e acabam se esquecendo da poderosa rede de negócios que é LinkedIn.

Claro, o LinkedIn, quando se olha para o número de usuários, não é a maior rede social que existe. Ele tem cerca de 310 milhões de usuários ativos mensais, contra 330 milhões no Twitter, 2,7 bilhões no Facebook ou 1 bilhão no Instagram, no mundo.

Mas a audiência é uma das mais lucrativas.

Facebook, Instagram e o resto estão lotados e barulhentos. E embora tenha havido um tempo em que era definitivamente muito mais silencioso no LinkedIn, o LinkedIn agora está começando a ficar mais cheio também.

Mas, ao contrário das outras redes, o LinkedIn é um destino para as pessoas se conectarem com outras pessoas afins em sua profissão, área de trabalho ou segmento de negócio e para aprenderem.

Portanto, se você está procurando um lugar para direcionar tráfego B2B qualitativo para seu site ou blog, esta é a plataforma ideal.

Ainda mais, os tomadores de decisão na maioria das empresas usam o LinkedIn mais do que qualquer outra rede social. 

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Portanto, se você deseja alcançar essas pessoas que não são tão ativas em outras redes sociais, mas podem impactar significativamente as vendas da sua organização, é hora de começar a levar o LinkedIn a sério.

O que é LinkedIn Marketing

O LinkedIn é um pouco diferente da maioria das redes sociais, que está focada nas coisas “divertidas” que você faz no seu tempo livre. O foco do LinkedIn está na construção de relações profissionais e comerciais.

Como resultado, quando você deseja fazer marketing no LinkedIn, precisa pensar mais em fazer conexões com potenciais clientes, gerar leads, melhorar o conhecimento da marca, promover relacionamentos e parcerias comerciais, compartilhar conteúdo para desenvolver liderança de pensamento e direcionar tráfego para seu site.

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LinkedIn é um lugar para aprender e promover o desenvolvimento de pessoas e negócios. O foco não é fazer vendas diretas através da plataforma. Se você deseja obter sucesso, deve criar uma estratégia sólida de marketing que envolva a oferta de conteúdos relevantes, matérias de blog, cases, trechos de webinar, dicas e experiências de negócios, divulgação de novas conquistas da empresa e postagens que reflitam a cultura organizacional. Quando usado adequadamente, o LinkedIn é uma ferramenta de marketing eficaz que pode levar sua empresa ao crescimento. Se você tem dúvidas sobre como implantar uma estratégia eficiente para o seu tipo de negócio, entre em contato com a MKWebb que podemos ajudá-lo a conquistar mais leads B2B utilizando o marketing no LinkedIn.

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Claro, o LinkedIn, quando se olha para o número de usuários, não é a maior rede social que existe. Ele tem cerca de 310 milhões de usuários ativos mensais, contra 330 milhões no Twitter, 2,7 bilhões no Facebook ou 1 bilhão no Instagram, no mundo.

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Portanto, se você deseja alcançar essas pessoas que não são tão ativas em outras redes sociais, mas podem impactar significativamente as vendas da sua organização, é hora de começar a levar o LinkedIn a sério.

O que é LinkedIn Marketing

O LinkedIn é um pouco diferente da maioria das redes sociais, que está focada nas coisas “divertidas” que você faz no seu tempo livre. O foco do LinkedIn está na construção de relações profissionais e comerciais.

Como resultado, quando você deseja fazer marketing no LinkedIn, precisa pensar mais em fazer conexões com potenciais clientes, gerar leads, melhorar o conhecimento da marca, promover relacionamentos e parcerias comerciais, compartilhar conteúdo para desenvolver liderança de pensamento e direcionar tráfego para seu site.

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LinkedIn é um lugar para aprender e promover o desenvolvimento de pessoas e negócios. O foco não é fazer vendas diretas através da plataforma. Se você deseja obter sucesso, deve criar uma estratégia sólida de marketing que envolva a oferta de conteúdos relevantes, matérias de blog, cases, trechos de webinar, dicas e experiências de negócios, divulgação de novas conquistas da empresa e postagens que reflitam a cultura organizacional. Quando usado adequadamente, o LinkedIn é uma ferramenta de marketing eficaz que pode levar sua empresa ao crescimento. Se você tem dúvidas sobre como implantar uma estratégia eficiente para o seu tipo de negócio, entre em contato com a MKWebb que podemos ajudá-lo a conquistar mais leads B2B utilizando o marketing no LinkedIn.

Ao pensar em plataformas de mídia social para usar para o seu negócio, muitas pessoas costumam pensar primeiro em gerar leads no Facebook ou Instagram, e acabam se esquecendo da poderosa rede de negócios que é LinkedIn. Claro, o LinkedIn, quando se olha para o número de usuários, não é a

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Ao pensar em plataformas de mídia social para usar para o seu negócio, muitas pessoas costumam pensar primeiro em gerar leads no Facebook ou Instagram, e acabam se esquecendo da poderosa rede de negócios que é LinkedIn.

Claro, o LinkedIn, quando se olha para o número de usuários, não é a maior rede social que existe. Ele tem cerca de 310 milhões de usuários ativos mensais, contra 330 milhões no Twitter, 2,7 bilhões no Facebook ou 1 bilhão no Instagram, no mundo.

Mas a audiência é uma das mais lucrativas.

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Mas, ao contrário das outras redes, o LinkedIn é um destino para as pessoas se conectarem com outras pessoas afins em sua profissão, área de trabalho ou segmento de negócio e para aprenderem.

Portanto, se você está procurando um lugar para direcionar tráfego B2B qualitativo para seu site ou blog, esta é a plataforma ideal.

Ainda mais, os tomadores de decisão na maioria das empresas usam o LinkedIn mais do que qualquer outra rede social. 

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Portanto, se você deseja alcançar essas pessoas que não são tão ativas em outras redes sociais, mas podem impactar significativamente as vendas da sua organização, é hora de começar a levar o LinkedIn a sério.

O que é LinkedIn Marketing

O LinkedIn é um pouco diferente da maioria das redes sociais, que está focada nas coisas “divertidas” que você faz no seu tempo livre. O foco do LinkedIn está na construção de relações profissionais e comerciais.

Como resultado, quando você deseja fazer marketing no LinkedIn, precisa pensar mais em fazer conexões com potenciais clientes, gerar leads, melhorar o conhecimento da marca, promover relacionamentos e parcerias comerciais, compartilhar conteúdo para desenvolver liderança de pensamento e direcionar tráfego para seu site.

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LinkedIn é um lugar para aprender e promover o desenvolvimento de pessoas e negócios. O foco não é fazer vendas diretas através da plataforma. Se você deseja obter sucesso, deve criar uma estratégia sólida de marketing que envolva a oferta de conteúdos relevantes, matérias de blog, cases, trechos de webinar, dicas e experiências de negócios, divulgação de novas conquistas da empresa e postagens que reflitam a cultura organizacional. Quando usado adequadamente, o LinkedIn é uma ferramenta de marketing eficaz que pode levar sua empresa ao crescimento. Se você tem dúvidas sobre como implantar uma estratégia eficiente para o seu tipo de negócio, entre em contato com a MKWebb que podemos ajudá-lo a conquistar mais leads B2B utilizando o marketing no LinkedIn.

Ao pensar em plataformas de mídia social para usar para o seu negócio, muitas pessoas costumam pensar primeiro em gerar leads no Facebook ou Instagram, e acabam se esquecendo da poderosa rede de negócios que é LinkedIn. Claro, o LinkedIn, quando se olha para o número de usuários, não é a

GovTech Summit fortalece ecossistema de inovação no setor público com foco em atender ao cidadão

Ao longo de dois dias, mais de 1 mil pessoas acompanharam o que há de mais inovador na transformação digital de governos

Com uma programação diversificada, o evento proporcionou 15 horas de conteúdo de alta qualidade, com participações como o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite

Mais de 1 mil pessoas acompanharam as atividades do GovTech Summit nos dias 15 e 16 de junho. A edição de Porto Alegre foi pioneira em solo gaúcho na discussão dos avanços em tecnologia e inovação para governos. O evento colocou o cidadão no centro da implantação de soluções tecnológicas pelo poder público. “Ouvir e entender o cidadão. Quais suas dores, necessidades e visão do que o governo precisa entregar. Essa foi a principal mensagem do GovTech Summit que promoveu uma conexão entre as pessoas que se sentem desafiadas a levar adiante a implementação de inovações”, apontou Gabriel M. Fuscaldo, head do GovTech Summit e CEO da Agência Moove, promotora do encontro. Clique aqui para conferir as palestras do evento.

Com uma programação diversificada, o evento proporcionou 15 horas de conteúdo de alta qualidade, com participações como o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite; Guilherme Dominguez, CEO do BrazilLAB; Luís Felipe Monteiro, CEO da Cateno; Wesley Vaz, auditor-chefe de Governança e Inovação do TCU; Cássio Brandão, head de Negócios Governamentais no Google; Rafael Figueiredo, CTO de Tecnologia do Recife (PE); Paola Santana, CEO da Glass; Maria Carolina Faria, líder GovTech para a Oracle América Latina; e Cláudio Leite Gastal, presidente do Badesul, entre outros. Mais de 60 municípios gaúchos foram representados no GovTech Summit, mas outros seis estados se fizeram presentes: Paraná, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Alagoas e Pernambuco, além do Distrito Federal. O encontro também proporcionou espaço para que 23 startups apresentassem suas soluções de produtos e serviços que levam benefícios para as pessoas, por meio de parceria com a gestão pública. O painel do Fórum Inova Cidades também foi destaque, contando com a participação de 20 gestores estaduais representando secretarias de inovação de diferentes estados brasileiros.

Zero Carbono
O GovTech Summit recebeu certificado de neutralização para as emissões de carbono geradas durante o evento. Foram compensadas 68 tCo2 (toneladas de carbono), por meio da aquisição de créditos. O cálculo foi desenvolvido pela AKVO ESG e a neutralização de carbono considerou três pilares: deslocamentos, geração de resíduos e consumo de energia elétrica. O GovTech Summit teve o apoio da Prefeitura de Porto Alegre, da Famurs, do BrazilLAB, do Pacto Alegre, da AnaMid, da Associação Riograndense de Propaganda (ARP) e da Associação Gaúcha de Municípios (AGM). O patrocínio é do Governo do Estado, do Banrisul, do Badesul e do BRDE. Também tem apoio de Sebrae, Sesi, Senai, IEL e Fundação Getúlio Vargas (FGV). Os expositores são Oracle, Dataprom, HT4 Tecnologia, AKVO, Smart Tecnologia, Digitvs e Meta4Gov. A promoção é da Agência Moove e a organização é da Storia – Eventos e Projetos.

Ao longo de dois dias, mais de 1 mil pessoas acompanharam o que há de mais inovador na transformação digital de governos

ABF Developments anuncia novo empreendimento em Porto Alegre

Hola Sunset Lofts tem VGV estimado em R$ 80 milhões

Empreendimento utiliza o conceito de estadia curta, conhecido internacionalmente como short stay

A ABF Developments apresenta ao mercado imobiliário gaúcho um novo empreendimento sob o conceito de estadia curta, conhecido internacionalmente como short stay. Com Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 80 milhões, o Hola Sunset Lofts ficará localizado em Porto Alegre. O prédio terá 20 andares com o rooftop e contará com 230 unidades de lofts premium, inclusive com opções garden, com sacada e com vista para o Guaíba. O modelo, considerado tendência e adotado em grandes cidades, visa construções extremamente eficientes e para locações de períodos curtos. Os contratos podem ser feitos a partir de uma diária ou conforme a necessidade do cliente.

“As tendências da construção estão diretamente ligadas à evolução do comportamento das pessoas. O novo jeito de viver oportunizou a criação do Hola Sunset Lofts, um projeto voltado para a funcionalidade e conveniência com conforto e bem-estar, oferecendo serviços exclusivos de hotelaria boutique e gestão especializada”, explica Eduardo Fonseca, CEO da ABF Developments. Os apartamentos apresentam quatro opções de plantas, todas estruturadas com o objetivo de priorizar a qualidade acima da quantidade. O loft Garden possui apenas seis unidades, com plantas de 34 metros quadrados a 45 metros quadrados e possibilidade de área externa, localizadas no terceiro pavimento. O loft Sunrise conta com 144 unidades, todas com sacadas. O loft Sunset apresenta vista para o Guaíba nas 64 unidades com o perfil com área de 17 metros quadrados. E, por fim, o loft One, 16 unidades com um dormitório, living, sacada e também vista para a orla, com 37 metros quadrados de espaço. O investimento possui valores a partir de R$ 298 mil.

Hola Sunset Lofts tem VGV estimado em R$ 80 milhões

Demanda fraca e juros altos desafiam indústria no segundo trimestre

Por outro lado, a sondagem da CNI sinaliza otimismo para a segunda metade do ano

A queda do emprego foi mais branda e menos disseminada para o mês do que nos anos anteriores

Os empresários industriais consideraram que a demanda interna insuficiente, a elevada carga tributária e as taxas de juros elevadas foram os principais problemas enfrentados no segundo trimestre deste ano. De acordo com a sondagem industrial, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a demanda interna insuficiente e as taxas de juros elevadas receberam mais assinalações do que no primeiro trimestre. Foram ouvidos 1.599 empresários entre 1º e 11 de julho. De acordo com a economista Paula Verlangeiro, esses problemas explicam o fato de a indústria ter tido um desempenho pior em junho de 2023, na comparação com o mês anterior. Em junho, o emprego industrial caiu pelo nono mês consecutivo e a produção recuou 5,3 pontos. Ao sair de 51,6 pontos em maio para 46,3 pontos em junho, a produção cruzou a linha, que separa a queda da alta na produção. O índice varia de 0 a 100 pontos, com uma linha de corte em 50 pontos. Valores abaixo deste ponto representam queda.

“A queda do emprego foi mais branda e menos disseminada para o mês do que nos anos anteriores. No caso da produção, foi diferente. O recuo foi mais intenso do que o esperado para o mês de junho. A queda desses indicadores vem em linha com a perda do ritmo de crescimento devido à política monetária”, explica Paula. Além disso, o percentual de empresários que reclamam da falta ou do alto custo da mão de obra qualificada e da competição desleal aumentou. No primeiro caso passou de 13,9% para 15,6% e no segundo de 14,8% para 15,5% entre o 1º e o 2º trimestre deste ano. O indicador de evolução do preço de matérias-primas sofreu uma queda expressiva de 6,4 pontos, passando para 49,5 pontos. Essa é a primeira vez que esse indicador ficou abaixo da linha divisória dos 50 pontos na série histórica, o que indica preços de matérias-primas em queda. 

Esse resultado ocorre após sucessivos recuos do indicador, que vinham ocorrendo gradualmente desde o primeiro trimestre de 2022. O índice mostra, portanto, que a questão das matérias-primas deixou de ser crítica. A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) ficou estável na passagem de maio para junho, mantendo-se em 69%. Avaliando a UCI nos últimos anos para o mês de junho, em 2021, o percentual foi de 71% e, em 2022, foi de 70%. É o menor percentual para o mês nos últimos três anos. O índice de evolução do nível de estoques manteve-se em 51,3 pontos na passagem de maio para junho. O resultado acima da linha divisória de 50 pontos indica crescimento dos estoques frente ao mês anterior. Desde fevereiro, o índice encontra-se acima dos 50 pontos, mostrando acúmulo de estoques. O índice do nível de estoque efetivo em relação ao planejado aumentou 1,3 ponto, registrando 52,6 pontos em junho. Com a alta, o índice se afastou da linha divisória de 50 pontos, o significa que o excesso de estoques se ampliou na passagem de maio para junho.

Em julho, todos os índices de expectativas subiram e ficaram acima dos 50 pontos, o que sinaliza maior otimismo dos empresários para os próximos seis meses. O índice de expectativa de demanda registrou 55,6 pontos, o que representa aumento de 1 ponto frente a junho. O índice de expectativa de quantidade exportada apresentou aumento de 1,4 ponto, registrando 52,2 pontos. O índice de expectativa de compras de matérias-primas foi de 53,5 pontos, resultado 0,8 ponto maior do que o do mês anterior. Já o índice de expectativa de número de empregados foi de 51,1 pontos, 0,4 ponto acima do mapeado em junho.

Por outro lado, a sondagem da CNI sinaliza otimismo para a segunda metade do ano

Busca por crédito cai 3,5% no semestre

Retração é explicada pelo elevado patamar da taxa básica de juros

Selic atual faz com que as condições de obtenção de crédito não sejam atraentes para os empreendedores

A busca por crédito pelas empresas no primeiro semestre deste ano teve queda de 3,5% na comparação com igual período do ano passado, aponta levantamento da empresa de consultoria Serasa Experian. É a primeira vez que o indicador de demanda das empresas por crédito tem retração entre janeiro e junho desde 2020, meses iniciais da pandemia da Covid-19. Para Luiz Rabi, economista da Serasa Experian, a atual taxa básica de juros em 13,75% ao ano, definida pelo Banco Central, faz com que as condições de obtenção de crédito não sejam atraentes para os empreendedores. Isso leva os empresários a “adiar, por enquanto, a busca por recursos financeiros”. Ele avalia que “à medida em que a melhora na economia se tornar mais evidente e as taxas de juros começarem a diminuir, será possível enxergar uma retomada no indicador”. A taxa de juros está no maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava nesse patamar. A próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) está marcada para o início de agosto. Para o mercado financeiro, a expectativa é que haja uma diminuição na taxa.

A categoria que engloba financeiras, setor primário e terceiro setor registrou o maior crescimento na busca por crédito, com alta de 10,3%. Em seguida, está o setor de comércio, com alta de 0,8% no acumulado dos últimos seis meses. A indústria, por sua vez, teve queda de 2%. Já o setor de serviços teve queda expressiva de 7,2% no indicador. O recorte por porte das empresas mostrou que as grandes e médias tiveram alta nas buscas pela demanda de crédito, com 15,7% e 3,3%, respectivamente. As pequenas empresas, por outro lado, registraram um percentual negativo de 3,8% em comparação com o primeiro semestre de 2022. Na análise por estado, o Mato Grosso foi o que teve maior alta na busca por crédito, com 7,4%, seguido por Santa Catarina (6,3%), Mato Grosso do Sul (6%) e Tocantins (4,2%), e o Distrito Federal (5,5%). Na outra ponta, está o Rio de Janeiro, com retração de 13,1%, Amapá (11,9%), Alagoas (11,7%), Minas Gerais (8,9%) e Sergipe (7,7%), os estados com maiores quedas.

Com Agência Brasil

Retração é explicada pelo elevado patamar da taxa básica de juros

Projeção da AEB prevê alta de 3% nas exportações no ano

Balança comercial deve ter superávit recorde de US$ 86,4 bilhões

A soja deverá manter a liderança das exportações brasileiras, ultrapassando, pela primeira vez, a casa de US$ 50 bilhões, graças à safra recorde colhida

Revisão da balança comercial brasileira divulgada na quarta-feira (19) pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) projeta exportações de US$ 323,9 bilhões este ano, com redução de 3% em relação aos US$ 334,1 bilhões efetivados em 2022; e importações de US$ 237,4 bilhões, queda de 12,9% em relação aos US$ 272,6 bilhões realizados no ano passado. De acordo com o presidente-executivo da AEB, José Augusto de Castro, as importações deverão cair mais que as exportações e será gerado um superávit recorde de US$ 86,4 bilhões em 2023, com aumento de 40,5% em relação aos US$ 61,5 bilhões apurados em 2022. Entretanto, esse será um superávit negativo, “porque será gerado por fatores negativos e não por fatores positivos. E não gera atividade econômica, nem empregos”, explicou Castro.

Como consequência das quedas de exportação e importação, a corrente de comércio, projetada em US$ 561,4 bilhões para 2023, mostrará queda de 7,5% em relação aos US$ 606,7 bilhões apurados no ano anterior. A previsão anterior da AEB para o ano de 2023, divulgada em 20 de dezembro do ano passado, sinalizava exportações brasileiras de US$ 325,1 bilhões, importações de US$ 253,2 bilhões e superávit de US$ 71,9 bilhões. O presidente-executivo da AEB atribuiu a queda estimada das exportações em 2023 basicamente à questão de preço no mercado internacional. “Porque os preços, este ano, estão pouco a pouco diminuindo. Nas importações, houve um crescimento muito forte em 2022 e, agora, os preços estão se ajustando à nova realidade, pois o crescimento interno não justificava aquele aumento forte das importações”, avaliou. Também a guerra entre Rússia e Ucrânia provocou aumento de preços de uma série de produtos e, agora, esses preços estão sendo atualizados. Os preços de fertilizantes, por exemplo, subiram muito pouco depois da guerra e estão voltando à normalidade

Commodities
As exportações do Brasil seguirão baseadas em commodities (produtos agrícolas e minerais comercializados no exterior). Dos 15 principais produtos de exportação do Brasil, 14 são commodities. A exceção são os veículos. Castro diz acreditar, por outro lado, que o sonho de o país exportar mais produtos de valor agregado poderá se tornar realidade com a reforma tributária. “Mas até que ela seja aprovada, implementada, não é uma coisa imediata. Enquanto isso não acontecer, nós seguiremos exportando commodities como essas”. A crise na Argentina diminuirá também a exportação nacional de manufaturados, uma vez que o mercado argentino é grande importador de veículos. Por isso, Castro indicou que a tendência é que haja mais concentração de commodities e menos participação de manufaturados na exportação.

A soja em grão deverá manter a liderança das exportações brasileiras, ultrapassando, pela primeira vez, a casa de US$ 50 bilhões, graças à safra recorde colhida e apesar da queda de 12,7% nas cotações. Também em volume, a AEB projeta que as exportações de soja em grão deverão atingir, em 2023, o recorde de 98 milhões de toneladas, alta de 24% em relação aos 79 milhões de toneladas exportados em 2022. Em relação às importações, o presidente-executivo da AEB explica que 90% do que o Brasil compra de outros países são produtos manufaturados. “Nós não importamos commodities, a não ser carvão”, contextualiza. Ele avalia que se houver um crescimento industrial no Brasil, a tendência é que as importações aumentem. No caso de uma queda industrial, as importações cairão. “O que a gente está vendo hoje é que a indústria, pouco a pouco, está perdendo participação no PIB brasileiro. Quanto mais ela perde participação, significa menos importação”, analisou.A entidade estima ainda que apesar das quedas das exportações e importações, o comércio exterior brasileiro contribuirá de forma positiva no cálculo do PIB deste ano. Os dados projetados pela AEB apontam que o Brasil deverá permanecer na atual 26ª posição no ranking mundial de exportação e, também, de importação. A revisão feita pela AEB considera também que apesar de ter arrefecido seus efeitos negativos, a pandemia da Covid-19 continua impactando diretamente a economia e o comércio mundial e, em particular, seus níveis de desenvolvimento, empregos e investimento.

Com Agência Brasil

Balança comercial deve ter superávit recorde de US$ 86,4 bilhões

Fazenda aumenta previsão de crescimento do PIB para 2,5% este ano

Estimativa para inflação cai para 3,24%

As projeções melhoraram para todos os setores. Para a indústria, por exemplo, a estimativa avançou de 0,5% para 0,8%

A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda elevou de 1,9% para 2,5% a projeção de crescimento do PIB. A estimativa para a inflação caiu. As previsões estão no Boletim Macrofiscal divulgado na quarta-feira (19). Segundo o Ministério da Fazenda, a revisão no crescimento foi motivada pelo aumento de 1,9% do no primeiro trimestre e pela expectativa de queda dos juros no segundo semestre por causa da desaceleração da inflação. A estimativa de crescimento para 2024 foi mantida em 2,3%. As projeções de crescimento melhoraram para todos os setores. Para o agropecuário, a projeção passou de 11% para 13,2%. Para a indústria, a estimativa avançou de 0,5% para 0,8%, enquanto a estimativa para serviços passou de 1,3% para 1,7%. No início do mês, o secretário de Política Econômica, Guilherme Mello, anunciou que a projeção para o PIB deste ano ficaria entre 2,5% e 3%. Na ocasião, ele ressaltou que, no início do ano, o mercado financeiro previa expansão de apenas 1% para a economia brasileira neste ano.

A projeção de inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 5,58% para 4,85%. A estimativa está acima da meta de inflação para o ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em 3,25%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,75% e o superior é 4,75%. Para 2024, a estimativa caiu de 3,63% para 3,3%. Segundo a SPE, a expectativa de inflação para 2023 foi revisada para baixo com base na forte desaceleração do IPCA em abril e maio. Também contribuíram para a queda na projeção o reajuste autorizado para plano de saúde levemente inferior ao projetado; a redução nos preços da gasolina, diesel e gás de botijão nas refinarias; e as revisões nas tarifas de energia elétrica residencial e de ônibus urbano.

Para 2024, a projeção menor reflete a retração do dólar para abaixo de R$ 5, a queda no preço das commodities (bens primários com cotação internacional), além dos menores reajustes previstos para preços monitorados. De acordo com a SPE, a revisão para o próximo ano ocorreu tanto por causa da desinflação esperada para 2023 como por causa das condições projetadas para a demanda externa. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), utilizado para estabelecer o valor do salário mínimo e corrigir aposentadorias, deverá encerrar este ano com variação de 4,48%, segundo a previsão da SPE, contra 5,34% previstos no boletim anterior, divulgado em maio. A projeção para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que inclui o setor atacadista, o custo da construção civil e o consumidor final, caiu de inflação de 2,06% para deflação de 2,21%.

Após a melhora das projeções para este ano, a SPE espera leve desaceleração para 2024. Segundo o órgão, isso ocorrerá por causa da diminuição da demanda internacional, que fará o Brasil exportar um pouco menos, e pelo menor crescimento projetado para o setor agropecuário, que se acomodará no próximo ano após crescer mais de 10% este ano. Mesmo com a desaceleração, a SPF projeta que o crescimento do PIB será mais bem distribuído entre os setores da economia em 2024, com a indústria e os serviços melhorando em relação a este ano. “Esses setores devem se beneficiar com a melhoria no ambiente de negócios e redução de incertezas decorrentes da aprovação das reformas fiscal e tributária”, ressaltou o relatório.

Outro fator que impedirá uma desaceleração maior no próximo ano será a recuperação da demanda doméstica. O consumo será impulsionado pela queda nos juros e pela adoção de medidas de estímulo, como o novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e as políticas sociais. “O consumo e o investimento devem ganhar novo impulso com a redução dos juros e da inadimplência e com o novo PAC, focado na transformação energética. A redução da desigualdade, resultante de políticas de valorização do salário mínimo e igualdade salarial entre mulheres e homens, do novo Bolsa Família e do programa Minha Casa, Minha Vida também devem ajudar a elevar a absorção doméstica, garantindo crescimento sustentável e inclusivo”, concluiu a SPE.

Com Agência Brasil

Estimativa para inflação cai para 3,24%

Isenção de compras online causará 2,5 mi de demissões

CNI e IDV pediram retomada da taxação para produtos de até US$ 50

Segundo o levantamento, o varejo demitiria 2 milhões de trabalhadores até o fim do ano

Prevista para entrar em vigor em agosto, a isenção de tributos federais para compras online de até US$ 50 poderá causar até 2,5 milhões de demissões, disseram na quarta-feira (19) o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, e o presidente do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), Jorge Gonçalves Filho. Os dois reuniram-se com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para entregar um estudo com os possíveis efeitos da medida. Segundo o levantamento, o varejo demitiria 2 milhões de trabalhadores até o fim do ano; e a indústria, 500 mil. As entidades pediram a retomada da taxação dessa faixa de compra, para evitar prejuízos à economia.

“Para se ter uma ideia, são mais de 1 milhão de pacotes por dia que estão chegando com esse valor de até US$ 50. Eles estão chegando numa proporção que dará R$ 60 bilhões [em compras online] por ano. Só na indústria, fizemos uma estimativa que vamos perder 500 mil empregos, que representam R$ 20 bilhões da folha salarial”, declarou o presidente da CNI após o encontro. As entidades defendem a retomada da taxação para garantir isonomia entre os produtos importados com os produtos nacionais. “Se esses produtos não pagam imposto, a indústria brasileira está pagando um imposto que vai retirar empregos e salários dos brasileiros”, afirmou Andrade.

O presidente do IDV alertou para o risco de a isenção estimular a entrada de produtos falsificados no país. Isso porque, segundo Gonçalves, a Receita Federal não conseguirá fiscalizar a quantidade de pacotes. “A isenção com esse valor virou um absurdo de falsificação, produtos que não se sabe de onde vem, que antes eram por pessoas físicas, pessoas jurídicas, perdeu-se o controle”, criticou.

Com Agência Brasil

CNI e IDV pediram retomada da taxação para produtos de até US$ 50

Fiesc pede mudança em projeto de ponte da BR-101 sobre o rio Itajaí

Manifestação enviada à ANTT reforça celeridade na avaliação das obras de aumento da capacidade da rodovia entre Penha e Itajaí

Ponte sentido Norte tem pilares muito próximos e com alinhamento diferente dos da ponte sentido Sul

A Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) defendeu, junto à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), a necessidade de alteração no projeto de ampliação da capacidade da ponte da pista norte da BR-101 sobre o rio Itajaí, a fim de viabilizar a hidrovia do Rio Itajaí-Açu. Pelo projeto atual, seria construída uma estrutura paralela à atual, adicionando duas faixas de rolamento da via marginal. Porém, a solução representa um entrave à navegabilidade de embarcações maiores no rio Itajaí, que pode ser uma alternativa importante para ajudar a destravar a logística na região. Como aponta a federação, a ponte sentido Norte, mais antiga, tem pilares muito próximos e com alinhamento diferente dos da ponte sentido Sul, mais nova. Esse cenário limita o trânsito de embarcações na via fluvial, que tem potencial para ligar Blumenau ao mar. Por isso, a Fiesc defende a derrocada da ponte velha e a construção de uma nova no sentido Norte, já com maior capacidade e pilares alinhados corretamente. Isso permitiria, além de ampliar a capacidade da BR-101, viabilizar a hidrovia do Rio Itajaí-Açu.

De acordo com levantamentos técnicos, a hidrovia possui potencial de até 70 quilômetros de via navegável, desde Blumenau até a foz do rio, na altura dos portos de Navegantes e Itajaí. Nos 12 quilômetros finais poderia, inclusive, receber embarcações de maiores dimensões do que as barcaças. Por isso, sria uma alternativa para auxiliar no escoamento da produção de uma região de intensa atividade industrial, que não deve ser inviabilizado pelo projeto da ponte. O presidente da Fiesc, Mario Cezar de Aguiar, elenca três argumentos centrais para defender a nova ponte. Segundo ele, é um investimento estratégico, pela proximidade de um dos mais importantes complexos portuários da América do Sul.

A duplicação da BR-470 resultará em maior movimentação de um corredor que, em conjunto com a BR 282 (SC), permite o escoamento da produção do Oeste de Santa Catarina, do Alto e Médio Vale do Rio Itajaí com destino ao mercado internacional. Por fim, além da atividade industrial, vários armazéns e recintos alfandegados no entorno passariam a ter melhores condições logísticas. O documento enviado à ANTT pede ainda celeridade na avaliação da proposta enviada pela concessionária da BR-101 no mês passado. O projeto da Arteris Litoral Sul especifica uma série de obras para aumento da capacidade da rodovia entre os quilômetros 105,6 (Penha) e 129,3 (Itajaí), em ambos os sentidos.

Manifestação enviada à ANTT reforça celeridade na avaliação das obras de aumento da capacidade da rodovia entre Penha e Itajaí