Archives Dezembro 2022

Google Keep ganha nova interface em tablets Android

O Google Keep foi redesenhado para tablets Android para facilitar a criação e o gerenciamento de notas no serviço.

Por exemplo, uma das grandes mudanças nesse redesenho é que agora ele tem uma exibição de painel duplo.

Dito isso, ao abrir o aplicativo Google Keep em seu tablet, você encontrará duas colunas onde poderá visualizar uma lista de suas anotações à esquerda e o conteúdo de uma nota selecionada à direita.

Assim, você pode clicar em cada nota para visualizar seu conteúdo sem alterar constantemente a interface.

Claro, você pode alterar essa visualização a qualquer momento. Basta clicar na opção mostrada na barra de pesquisa e você pode alternar de tela cheia para tela dupla e vice-versa.

Isso permitirá que você use a exibição de duas colunas quando quiser encontrar notas ou fazer edições rápidas e alternar para a exibição completa quando quiser se concentrar na criação ou visualização de uma nota específica.

Imagem: 9to5Google

O Google Keep foi redesenhado para tablets Android para facilitar a criação e o gerenciamento de notas no…

Como ativar o Modo de Leitura no Android

Como parte de sua iniciativa para tornar o Android cada vez mais acessível, o Google está lançando um novo aplicativo chamado “Modo de Leitura” que torna a experiência de ler e ouvir conteúdos longos mais agradáveis.

“O Modo de Leitura melhora a acessibilidade com contraste personalizável, tamanho do texto, conversão de texto em fala e tipos de fonte em páginas da web e aplicativos”, publicou o Google.

via GIPHY

Como ativar o Modo de Leitura

1. Instale o aplicativo por meio da Google Play Store.

2. Abra o aplicativo “Modo de Leitura”.

3. Na primeira tela, com o título “Este é o modo de leitura”, toque no botão “Continuar”.

4. Agora, em “Configurar um atalho para o modo de leitura”, toque em “Configurações”. Nesta etapa, um alerta: o caminho pode mudar em aparelhos específicos.

5. Na tela de “Acessibilidade”, selecione “Aplicativos Instalados”.

6. Por fim, toque na opção “Modo de Leitura” e ative a opção “Atalho de Modo de Leitura”.

7. No aviso popup, escolha “Permitir” para dar ao Modo de Leitura o controle total do aparelho.

Sempre que o “Modo de Leitura” identificar a possibilidade de exibir um conteúdo em modo de leitura, um ícone de acessibilidade irá aparecer na tela.

O novo app é compatível com o leitor de tela Google Talkback e funciona em sites e aplicativos nativos do Android como o Chrome.

Como parte de sua iniciativa para tornar o Android cada vez mais acessível, o Google está lançando um…

Jerry Lawson, criador do cartucho de videogame, é destaque no Google

Embora não esteja visível para o Brasil, o Google está promovendo um Doodle jogável para celebrar os 82º aniversário do engenheiro eletrônico Gerald “Jerry” Lawson, conhecido como o criador do cartucho de videogame.

“O jogo interativo Doodle de hoje celebra o 82º aniversário de Gerald “Jerry” Lawson, um dos pais dos jogos modernos que liderou a equipe que desenvolveu o primeiro sistema de videogame doméstico com cartuchos de jogos intercambiáveis”, publicou o Google. 

“O Doodle apresenta jogos projetados por três artistas convidados e designers de jogos americanos: Davionne Gooden , Lauren Brown e Momo Pixel“.

Neste link você consegue acessar o Doodle e jogar alguns jogos no estilo quebra-cabeça, plataforma e estilo Breakout. Também é possível editar os jogos para personalizar seu desafio.

Gerald “Jerry” Lawson

Lawson nasceu no Brooklyn, Nova York, neste dia de 1940.

Ele mexeu com eletrônicos desde cedo, consertando televisões em seu bairro e criando sua própria estação de rádio usando peças recicladas. 

Ele frequentou o Queens College e o City College de Nova York antes de partir cedo para iniciar sua carreira em Palo Alto, Califórnia. 

Na época, a cidade e seus arredores eram conhecidos como “Vale do Silício” devido à explosão de novas e inovadoras empresas de tecnologia surgindo na área.

Ao chegar na Califórnia, Lawson ingressou na Fairchild Semiconductor como consultor de engenharia. 

Alguns anos depois, Lawson foi promovido a Diretor de Engenharia e Marketing do departamento de videogames da Fairchild, onde liderou o desenvolvimento do sistema Fairchild Channel F (o “F” significava diversão!). 

Este foi o primeiro console de videogame doméstico que apresentava cartuchos de jogos intercambiáveis, um joystick digital de 8 direções e um menu de pausa. 

O Channel F abriu caminho para futuros sistemas de jogos como Atari, SNES, Dreamcast e muito mais.

Em 1980, Lawson deixou a Fairchild para abrir sua própria empresa, a VideoSoft – uma das primeiras empresas de desenvolvimento de videogames de propriedade de negros. 

A empresa criou um software para o Atari 2600, que popularizou o cartucho desenvolvido por Lawson e sua equipe. 

Embora tenham fechado cinco anos depois, Lawson se solidificou como pioneiro no setor e continuou a consultar várias empresas de engenharia e videogames pelo resto de sua carreira.

Em 2011, a International Game Developers Association reconheceu Lawson como um pioneiro da indústria por suas contribuições aos jogos. 

A University of Southern California também criou o Fundo Gerald A. Lawson para apoiar estudantes sub-representados que desejam cursar graduação ou pós-graduação em design de jogos ou ciência da computação. 

As conquistas de Lawson são homenageadas no World Video Game Hall of Fame em Rochester, Nova York.

Embora não esteja visível para o Brasil, o Google está promovendo um Doodle jogável para celebrar os 82º…

Vendas de máquinas e equipamentos têm queda de 9,4% em outubro

Em comparação com setembro, também houve diminuição

No acumulado do ano, as vendas somaram R$ 262,6 bilhões, 5,1% abaixo do registrado no mesmo período de 2021

As vendas da indústria brasileira de máquinas e equipamentos totalizaram em outubro R$ 26,2 bilhões, uma queda de 9,4% em relação ao mesmo mês do ano passado. Em comparação com setembro, também houve diminuição, de 10,4%. No acumulado do ano, de janeiro a outubro, as vendas somaram R$ 262,6 bilhões, 5,1% abaixo do registrado no mesmo período de 2021. Os dados são da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

O setor vendeu ao exterior, no mês de outubro, US$ 1,1 bilhão em equipamentos, montante 24,2% superior ao registrado no mesmo mês de 2021. Em relação a setembro, as exportações foram 6,4% maiores. No acumulado do ano, de janeiro a outubro, as vendas ao exterior somaram US$ 10 bilhões, 25,1% acima do registrado no mesmo período do ano passado. “Este é o sexto mês consecutivo em que as vendas externas apresentam resultado superior a US$ 1 bilhão. Isso mostra um ritmo forte no desempenho. Esses dados não foram observados nesta magnitude desde meados de 2012”, destacou a Abimaq, no balanço divulgado.

As importações totalizaram US$ 2,1 bilhões em outubro, 3,5% inferior ao registrado em setembro, e 10,9% superior em relação ao mesmo mês do ano anterior. No acumulado do ano até outubro, as compras do exterior chegaram a US$ 20,3 bilhões, 13% acima do registrado no mesmo período de 2021.

Com Agência Brasil

Em comparação com setembro, também houve diminuição

Dívida bruta do Brasil fica perto do nível antes da pandemia

Indicador fechou em 76,8% do PIB

A queda no endividamento público ao longo do ano é explicada por três fatores combinados, como o crescimento do PIB, resgates líquidos da dívida e valorização cambial

A dívida bruta do Brasil caiu novamente em outubro e fechou em 76,8% do PIB, correspondendo a R$ 7,3 trilhões. Os dados são do Banco Central (BC). Trata-se do menor patamar desde fevereiro de 2020, antes do início da pandemia, quando a dívida era de 75,3% do PIB. No mês passado, em setembro, o indicador somava 77,1% do PIB. “Com a pandemia, a dívida bruta subiu em decorrência dos gastos necessários para o seu enfrentamento, mas tem decrescido”, avalia Fernando Rocha, chefe do Departamento de Estatísticas do BC, em entrevista. A dívida bruta do governo geral compreende o governo federal, Previdência Social (INSS) e governos municipais e estaduais.

A queda no endividamento público ao longo do ano é explicada por três fatores combinados, como o crescimento do PIB, resgates líquidos da dívida e valorização cambial. “No acumulado no ano, a redução de 3,5 pontos percentuais (pp) refletiu o impacto do crescimento do PIB nominal (-7,0 pp), dos resgates líquidos de dívida (-2,5 p.p), do efeito da valorização cambial acumulada (-0,3 pp) e dos juros nominais apropriados (+6,3 pp)”, informou o BC. A estimativa do governo federal é que a dívida pública do país feche o ano menor do que os níveis pré-pandemia. Já a dívida líquida do setor público (balanço entre o total de créditos e débitos dos governos federal, estaduais e municipais) ficou estável em 58,3% do PIB no mês passado, mesmo percentual apurado em setembro.

Superávit primário
Já as contas públicas fecharam outubro com saldo positivo de R$ 27,1 bilhões. O valor é inferior ao saldo positivo de R$ 35,4 bilhões obtido em outubro de 2021. O governo central e as empresas estatais apresentaram superávits de R$ 30,2 bilhões e de R$ 711 milhões, respectivamente, enquanto os governos regionais tiveram déficit de R$ 3,9 bilhões. Nos 12 meses encerrados em outubro, o superávit primário do setor público consolidado atingiu R$ 173,1 bilhões, equivalente a 1,8% do PIB. Em 2021, as contas públicas fecharam o ano com superávit primário de R$ 64,7 bilhões, 0,7% do PIB. Foi o primeiro ano de resultados positivos nas contas do setor público, após sete anos de déficit. Em 2020, as contas públicas tiveram déficit primário recorde de R$ 702,9 bilhões, 9,4% do PIB, em razão de gastos com a pandemia da Covid-19.

Déficit
O desempenho dos governos estaduais, que registraram déficit em outubro último, foi bem inferior ao superávit de R$ 6,6 bilhões obtido em outubro de 2021. A explicação, segundo Fernando Rocha, é a queda na arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo exclusivo dos estados, e que sofreu uma redução de alíquota para alguns setores essenciais, como combustíveis, energia e telecomunicações por força de uma lei complementar aprovada em julho desse ano. “Um aspecto importante para explicar o resultado é a redução de receitas, dado que a arrecadação do ICMS, ajustada pela inflação, ou seja, em termos reais, caiu 12,1% na comparação de outubro de 2021 com outubro de 2022”, detalha.

Com Agência Brasil

Indicador fechou em 76,8% do PIB

Pavimentando o caminho das tecnologias limpas

Posicionada entre os maiores players do mundo, Marcopolo avança com iniciativas focadas em sustentabilidade, além dos eletrificados, com os motores movidos a hidrogênio

No exterior, a inovação liderada pela Marcopolo chegou com os ônibus movidos a hidrogênio que já circulam na Austrália

A Marcopolo, de Caxias do Sul (RS), vem pavimentando o caminho para que mais tecnologias limpas e sustentáveis sejam implementadas no futuro, de acordo com as metas estabelecidas até 2025 e alinhadas à agenda ESG que fazem parte do plano estratégico da companhia. A multinacional brasileira, por exemplo, lançou produtos de reforço à biossegurança ao longo da proliferação da pandemia. Em 2021, a companhia homologou o Attivi, primeiro ônibus elétrico integralmente brasileiro, além da nova geração de rodoviários, o G8. Nos últimos anos, a encarroçadora, por meio da divisão Marcopolo Rail lançou o Prosper, direcionado ao transporte sobre trilhos.

Os motores movidos a hidrogênio são fundamentais para alcançar as metas de emissão zero de poluentes dos veículos automotores em todo o planeta. No exterior, a inovação chegou estes veículos já em circulação na Austrália.

Para o mercado australiano, a Volgren, empresa local pertencente à Marcopolo, tem um acordo firmado com a irlandesa Wrightbus para desenvolver no mercado, os ônibus movidos a célula de combustível de hidrogênio. As primeiras unidades ficarão prontas no início do próximo ano. “Em todos os mercados nos quais temos operação desenvolvemos soluções focadas na mobilidade sustentável, redução de emissões e preservação ambiental”, destaca André Armaganijan, diretor de Negócios Internacionais, de Operações Comerciais e Mercado Externo da Marcopolo. O executivo também vê a eletrificação como processo inevitável e diz que a empresa está preparada para oferecer soluções, com os mais diferentes fornecedores de chassis, inclusive oferecendo soluções próprias. A Marcopolo já comercializa no país o primeiro ônibus elétrico integral homologado no Brasil, com as primeiras 30 unidades já em fase de produção.

Em direção ao futuro
Um dos fatores que contribui com a eficiência dos negócios da multinacional brasileira é o engajamento dos funcionários. A companhia conta com times que atuam diariamente na busca por soluções para aprimorar os sistemas de mobilidade e recentemente, lançou Marcopolo Venture Partners. O MVP, como ficou conhecido, é um programa que atrai voluntários de todos os setores para que pensem em iniciativas que contribuam para o desenvolvimento de novos negócios. A participação ultrapassou a marca de 500 colaboradores, um número recorde entre os programas da Marcopolo.

Outro modo de fazer com que a inovação ganhe vida é o GO GO GO, programa de intraempreendedorismo para o desenvolvimento de ideias dos colaboradores para transformá-las em novos negócios. Após um processo seletivo, as três ideias finalistas serão aceleradas em conjunto com a Marcopolo Next e a ACE Startups, maior aceleradora de startups da América Latina.

Os integrantes do grupo com a ideia finalista que mais gerar resultados positivos para a companhia serão premiados com uma viagem internacional para o Busworld Europe 2023, maior evento de ônibus do mundo, em Bruxelas, na Bélgica. “Aliado a esse processo, a empresa conta ainda com a qualificação das equipes na Universidade Marcopolo, com treinamento e a ampliação do conhecimento, sempre na expansão dos sistemas de mobilidade. Assim preparamos diferentes equipes para trilharem em direção ao futuro, tendo a inovação como espinha dorsal para o crescimento da companhia”, orgulha-se James Bellini, CEO da Marcopolo.

Posicionada entre os maiores players do mundo, Marcopolo avança com iniciativas focadas em sustentabilidade, além dos eletrificados, com os motores movidos a hidrogênio

PIB tem alta de 0,4% no terceiro trimestre

O setor de serviço, que responde por cerca de 70% da economia, ajudou no desempenho

Os serviços avançaram 1,1% no trimestre e impactaram a variação positiva do PIB

O Produto Interno Bruto (PIB) variou 0,4% na passagem do segundo para o terceiro trimestre, e, com esse resultado, chega ao maior patamar da série histórica, iniciada em 1996. Na comparação com o trimestre anterior, é a quinta taxa positiva do indicador. O PIB, soma dos bens e serviços finais produzidos no país, totalizou R$ 2,5 trilhões em valores correntes no terceiro trimestre. Os dados são do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais, divulgado nesta quinta-feira (1) pelo IBGE.

Além de atingir o maior nível da série, o PIB ficou 4,5% acima do patamar pré-pandemia, registrado no quarto trimestre de 2019. No terceiro trimestre, a variação positiva foi influenciada pelos resultados dos serviços (1,1%) e da indústria (0,8%), enquanto a agropecuária recuou 0,9%. Nos serviços, setor que responde por cerca de 70% da economia, os destaques foram informação e comunicação (3,6%), com a alta dos serviços de desenvolvimento de software e internet, atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (1,5%) e atividades imobiliárias (1,4%). O segmento de outras atividades de serviços (1,4%), que representa cerca de 23% do total de serviços e inclui, por exemplo, alojamento e alimentação, também cresceu.

“As outras atividades de serviços já vêm se recuperando há algum tempo, com a retomada de serviços presenciais que tinham demanda represada durante a pandemia”, explica a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis. Único segmento dos serviços que ficou no campo negativo, o comércio recuou 0,1% no terceiro trimestre. “Esse é um cenário que já vínhamos observando na Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do IBGE. O resultado reflete a realocação do consumo das famílias dos bens para os serviços”, pontua Rebeca. A construção, que está entre as atividades industriais, avançou 1,1% no período. “Essa atividade já vinha crescendo há quatro trimestres e segue aumentando, inclusive em ocupação. Outro destaque do setor é eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (0,6%), atividade que foi beneficiada pela redução da energia termoelétrica”, afirma.

Após três trimestres com taxas positivas, a agropecuária recuou 0,9%. “A retração é explicada pelas culturas que têm safra relevante nesse trimestre e tiveram queda de produção, como é o caso da cana-de-açúcar e de mandioca. Já no ano, o desempenho do setor é ligado aos resultados da soja, nossa principal cultura, que teve a sua produção afetada por problemas climáticos”, diz Rebeca. No acumulado do ano, o setor agropecuário caiu 1,5%. Na ótica da despesa, os investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo) cresceram 2,8% frente ao segundo trimestre. O consumo das famílias aumentou 1%, enquanto o do governo cresceu 1,3%.

PIB avança 3,6% frente ao mesmo período do ano passado
Na comparação com o terceiro trimestre de 2021, o PIB cresceu 3,6%. A agropecuária cresceu 3,2%, e a indústria, 2,8%. O setor industrial foi impactado sobretudo pela atividade de eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (11,2%), que foi beneficiada pelas bandeiras tarifárias verdes. Outras atividades de destaque no setor foram Construção (6,6%) e Indústrias de transformação (1,7%). Nessa mesma comparação, os serviços avançaram 4,5%, com destaque para outras atividades de serviços (9,8%) e transporte, armazenagem e correio (8,8%) e Informação e comunicação (6,9%).

Consumo das famílias cresce 4,6% frente ao terceiro trimestre de 2021
O consumo das famílias cresceu pelo sexto trimestre consecutivo. Na comparação com o terceiro trimestre de 2021, o aumento foi de 4,6%. “Esse crescimento está relacionado aos resultados positivos do mercado de trabalho, em relação ao rendimento e à ocupação, aos auxílios governamentais, como o Auxílio Brasil, Auxílio Taxista e o Auxílio Caminhoneiro, às políticas de desoneração fiscal e a uma inflação mais recuada, mesmo que ainda esteja alta”, afirma Rebeca. No mesmo período, o Consumo do Governo avançou 1%. Também na ótica da demanda, os investimentos cresceram 5%, influenciados pela alta da construção, do desenvolvimento de softwares e também da produção e importação de bens de capital.

O setor de serviço, que responde por cerca de 70% da economia, ajudou no desempenho

Aprovado projeto que prevê regras para negociação de criptomoedas

Proposta pretende coibir crimes de estelionato e lavagem de dinheiro relacionados à transação de ativo virtual

O projeto considera ativo virtual a representação digital de valor que pode ser negociada ou transferida por meios eletrônicos

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (29) o projeto que estipula diretrizes para a regulamentação da prestação de serviços de ativos virtuais (criptomoedas). A proposta irá à sanção presidencial. O Plenário seguiu parecer do relator, deputado Expedito Netto (PSD-RO), que acatou a maior parte das mudanças feitas pelo Senado no Projeto de Lei 4401/21 (antigo PL 2303/15), de autoria do deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ).

De acordo com o texto, serão consideradas prestadoras de serviços de ativos virtuais as pessoas jurídicas que executam serviços como troca, em nome de terceiros, de moedas virtuais por moeda nacional ou estrangeira; troca entre um ou mais ativos virtuais; transferências deles; custódia ou administração, mesmo que de instrumentos de controle; e participação em serviços financeiros e prestação de serviços relacionados à oferta por um emissor ou venda de ativos virtuais.

O projeto considera ativo virtual a representação digital de valor que pode ser negociada ou transferida por meios eletrônicos e utilizada para realização de pagamentos ou com propósito de investimento. Ficam de fora desse enquadramento as moedas tradicionais (nacionais ou estrangeiras), as moedas estrangeiras (recursos em reais mantidos em meio eletrônico que permitem ao usuário realizar pagamentos por cartões ou telefone celular), pontos e recompensas de programas de fidelidade, e valores mobiliários e ativos financeiros sob regulamentação já existente.

Uma novidade no texto substitutivo do Senado é a permissão para órgãos e entidades da administração pública manterem contas nessas empresas e realizarem operações com ativos virtuais e derivados conforme regulamento do Poder Executivo.

Banco Central
Por ser um projeto de iniciativa de parlamentar, não foi possível citar explicitamente que será o Banco Central o órgão regulamentador. Esse órgão regulador estabelecerá condições e prazos, não inferiores a seis meses, para a adequação às regras do projeto por parte das prestadoras de serviços de ativos virtuais que estiverem em atividade.

O projeto estabelece como diretrizes do mercado princípios como boas práticas de governança e abordagem baseada em riscos; segurança da informação e proteção de dados pessoais; e proteção e defesa de consumidores e usuários. A prevenção deve atuar também contra o financiamento do terrorismo e da proliferação de armas de destruição em massa, em alinhamento com os padrões internacionais. O texto determina que, no que couber, serão aplicadas as regras do Código de Defesa do Consumidor para as operações do mercado de ativos virtuais.

Com Agência Câmara de Notícias 

Proposta pretende coibir crimes de estelionato e lavagem de dinheiro relacionados à transação de ativo virtual

Aprovado projeto que prevê regras para negociação de criptomoedas

Proposta pretende coibir crimes de estelionato e lavagem de dinheiro relacionados à transação de ativo virtual

O projeto considera ativo virtual a representação digital de valor que pode ser negociada ou transferida por meios eletrônicos

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (29) o projeto que estipula diretrizes para a regulamentação da prestação de serviços de ativos virtuais (criptomoedas). A proposta irá à sanção presidencial. O Plenário seguiu parecer do relator, deputado Expedito Netto (PSD-RO), que acatou a maior parte das mudanças feitas pelo Senado no Projeto de Lei 4401/21 (antigo PL 2303/15), de autoria do deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ).

De acordo com o texto, serão consideradas prestadoras de serviços de ativos virtuais as pessoas jurídicas que executam serviços como troca, em nome de terceiros, de moedas virtuais por moeda nacional ou estrangeira; troca entre um ou mais ativos virtuais; transferências deles; custódia ou administração, mesmo que de instrumentos de controle; e participação em serviços financeiros e prestação de serviços relacionados à oferta por um emissor ou venda de ativos virtuais.

O projeto considera ativo virtual a representação digital de valor que pode ser negociada ou transferida por meios eletrônicos e utilizada para realização de pagamentos ou com propósito de investimento. Ficam de fora desse enquadramento as moedas tradicionais (nacionais ou estrangeiras), as moedas estrangeiras (recursos em reais mantidos em meio eletrônico que permitem ao usuário realizar pagamentos por cartões ou telefone celular), pontos e recompensas de programas de fidelidade, e valores mobiliários e ativos financeiros sob regulamentação já existente.

Uma novidade no texto substitutivo do Senado é a permissão para órgãos e entidades da administração pública manterem contas nessas empresas e realizarem operações com ativos virtuais e derivados conforme regulamento do Poder Executivo.

Banco Central
Por ser um projeto de iniciativa de parlamentar, não foi possível citar explicitamente que será o Banco Central o órgão regulamentador. Esse órgão regulador estabelecerá condições e prazos, não inferiores a seis meses, para a adequação às regras do projeto por parte das prestadoras de serviços de ativos virtuais que estiverem em atividade.

O projeto estabelece como diretrizes do mercado princípios como boas práticas de governança e abordagem baseada em riscos; segurança da informação e proteção de dados pessoais; e proteção e defesa de consumidores e usuários. A prevenção deve atuar também contra o financiamento do terrorismo e da proliferação de armas de destruição em massa, em alinhamento com os padrões internacionais. O texto determina que, no que couber, serão aplicadas as regras do Código de Defesa do Consumidor para as operações do mercado de ativos virtuais.

Com Agência Câmara de Notícias 

Proposta pretende coibir crimes de estelionato e lavagem de dinheiro relacionados à transação de ativo virtual