Archives Outubro 2022

Google espera vender número recorde de unidades do Pixel 7

Antes do lançamento do novo Pixel 7, o Google teria feito um número recorde de pedidos de smartphones Pixel para seus parceiros de hardware. 

A informação vem de fontes da indústria publicado pelo Nikkei Asia .

Mais de 8 milhões de unidades estão a caminho, pois o Google teria uma perspectiva de dobrar suas vendas em 2023.

Ao que parece o Google estaria bastante otimista com seu crescimento em hardware para o próximo ano.

Além da principal série Pixel 7, a gigante das buscas supostamente encomendou cerca de 4 milhões de um telefone Pixel de menor custo, provavelmente chamado Pixel 7a que está programado para um lançamento no início de 2023.

Antes do lançamento do novo Pixel 7, o Google teria feito um número recorde de pedidos de smartphones Pixel…

Google vai destacar resultados do Reddit e outros fóruns

O Google quer tornar mais fácil encontrar resultados de pesquisa do Reddit e de outros sites de fórum.

A gigante de Mountain View está adicionando um novo módulo que destaca em fóruns da web para consultas que possam se beneficiar de respostas escritas pelo público.

O módulo “Discussões e Fóruns” exibirá postagens relevantes de sites como Reddit e Quora, além de resultados de pesquisa mais tradicionais.

Não está claro como o Google determina os melhores tipos de pesquisa para postagens no fórum.

A empresa disse que os novos resultados do “virão quando você estiver procurando por algo que possa se beneficiar da variedade de experiências pessoais encontradas em discussões online”.

O recurso foi lançado para pesquisa móvel nos EUA.

O Google quer tornar mais fácil encontrar resultados de pesquisa do Reddit e de outros sites de fórum.…

Boston Dynamics compromete-se a não construir robôs de guerra

A Boston Dynamics, empresa de robótica que já foi propriedade da Alphabet, lançou uma carta aberta comprometendo-se a não armar seus robôs.

Junto com a Boston Dynamics, outros cinco empresas do setor, anunciaram que não perseguirão ou permitirão a armação de seus robôs, de acordo com uma carta aberta não vinculativa que todos assinaram .

Agility Robotics, ANYbotics, Clearpath Robotics, Open Robotics e Unitree Robotics se juntaram à Boston Dynamics no acordo. 

“Acreditamos que adicionar armas a robôs operados remotamente ou de forma autônoma, amplamente disponíveis ao público e capazes de navegar para locais anteriormente inacessíveis onde as pessoas vivem e trabalham, aumenta novos riscos de danos e sérios problemas éticos”, escreveu o grupo. 

“Aplicações armadas desses robôs recém-capacitados também prejudicarão a confiança do público na tecnologia de maneiras que prejudicarão os tremendos benefícios que trarão à sociedade”. 

A declaração teria sido motivada depois de uma “crescente preocupação pública nos últimos meses causada por um pequeno número de pessoas que divulgaram visivelmente seus esforços improvisados ​​para armar robôs comercialmente disponíveis”.

“Não armar nossos robôs de uso geral de mobilidade avançada ou o software que desenvolvemos que permite a robótica avançada e não apoiaremos outros a fazê-lo”, fecha o anúncio.

A Boston Dynamics, empresa de robótica que já foi propriedade da Alphabet, lançou uma carta aberta comprometendo-se a…

Google Pixel Watch: o smartwatch do Google com Wear OS e integração Fitbit

Google Pixel Watch foi lançado no evento Made by Google 2022 em conjunto com a apresentação dos novos Pixel 7 Pro, Pixel 7 e Pixel Tablet.

Pixel Watch é o primeiro smartwatch do Google com a marca Google e traz um design circular e estará disponível nas opções LTE e Wi-Fi.

Google Pixel Watch

O Google Pixel Watch vem com um display 3D circular de 1,6 polegadas com bordas ​​ao redor da tela com resistência a arranhões.

O relógio é equipado com Wear OS e traz todas as vantagens do Google, como o Assistente, Mapas, Carteira, Serviços e Play Store. 

O WearOS no Pixel Watch foi otimizado especificamente para o design circular do relógio para oferecer uma experiência fluida.

O relógio vem com uma coroa rotativa e um botão na lateral para navegar pela interface do usuário e menus.

Pixel Watch também oferece customizações que permite iniciar um aplicativo ou atividade com um toque/deslize na tela. 

Essas opções podem ser personalizadas no aplicativo Google Pixel Watch.

Um dos principais destaques do relógio são seus recursos de fitness e saúde. O Pixel Watch vem com integração da Fitbit e oferece recursos de saúde e fitness. 

O relógio oferece um monitor cardíaco, rastreamento do sono e suporta vários treinos e modos esportivos. Além disso, o relógio também vem com GPS integrado para rastrear atividades ao ar livre, mesmo sem telefone.

A bateria do Pixel Watch tem capacidade para durar um dia inteiro, conta com microfone e alto-falante integrados, permitindo que os usuários recebam e façam chamadas do próprio relógio. 

Outros recursos incluem vários mostradores de relógio, Gorilla Glass 5, resistência à água de até 5 ATM, espelhamento de notificação móvel, temas de cores, e muito mais.

O Google Pixel Watch chega em três cores – preto, prata e dourado, e pulseiras variadas para todos os gostos: borracha, tecido, metal e couro.

Google Pixel Watch foi lançado no evento Made by Google 2022 em conjunto com a apresentação dos novos…

Google lança Pixel 7 Pro e Pixel 7 com processador Tensor G2

Durante o evento “Made by Google 2022”, o Google anunciou os novos smartphones Google Pixel 7 Pro e Pixel 7 que são equipados com o novo processador Tensor G2, a segunda geração do processador móvel do Google. 

Enquanto o Pixel 7 Pro apresenta uma configuração de câmera aprimorada, o Pixel 7 mantém o mesmo sensor do Pixel 6. Conheça melhor os dispositivos abaixo:

Pixel 7

O Pixel 7 vem com uma tela AMOLED Full HD+ de 6,3 polegadas com taxa de atualização de tela de 90Hz. Isso também é alimentado pelo Tensor G2 SoC com 8 GB de RAM e até 256 GB de armazenamento interno. 

O modelo vem com um sensor primário grande angular de 50MP e uma lente ultra grande angular de 12MP semelhante ao Pixel 6 do ano passado. Ele também vem com um sensor de selfie de 10,8MP.

O Pixel 7 é apoiado por uma bateria de 4.355mAh e suporta carregamento rápido com fio Tipo C de 30W e carregamento sem fio. 

Pixel 7 Pro

O Google Pixel 7 Pro é o telefone principal do ano do Google com recursos e especificações de primeira linha. 

O telefone possui uma grande tela Quad HD+ AMOLED de 6,7 polegadas com uma taxa de atualização de 120Hz. 

Sob o capô, o dispositivo é alimentado pelo novo Google Tensor G2. O 7 Pro vem com 12 GB de RAM e até 256 GB de armazenamento interno.

O modelo possui ainda uma configuração de câmera traseira tripla liderada por uma lente grande angular principal de 50MP, uma lente telefoto de 48MP e uma câmera ultra grande angular de 12MP. 

Há um snapper selfie de 10,8 MP na frente para selfies e videochamadas. A câmera oferece recursos como zoom híbrido 30x, foco macro, OIS, tom real, desfoque de movimento e muito mais. 

O telefone é apoiado por uma bateria de 5.000mAh e suporta carregamento rápido com fio Tipo C de 30W , também há suporte para carregamento sem fio.

O telefone é executado o novo Android 13. Outros recursos incluem 5G, 4G LTE, chip Titan M2 para segurança, scanner de impressão digital na tela, desbloqueio facial, classificação IP68, Bluetooth e Wi-Fi de banda dupla.

Ambos os telefones também vêm com recursos como um desfoque de vídeo cinematográfico, vídeo 4K 60fps, gravação de vídeo HDR de 10 bits, borracha mágica e desfoque de foto 一 sendo o último exclusivo apenas da série Pixel 7.

Google Pixel 7 Pro vs Pixel 7

Aqui estão as diferenças e semelhanças entre o Google Pixel 7 Pro e o Pixel 7.

EspecificaçõesPixel 7 ProPixel 7ExibiçãoQHD+ AMOLED de 6,7 polegadasFHD+ AMOLED de 6,3 polegadasTaxa de atualização120Hz90hZProcessadorTensor G2Tensor G2BATER12 GB8 GBArmazenar128/256 GB128/256 GBBateria5.000mAh4.355mAhtCarregamento30W com e sem fio30W com e sem fioPoeira e à prova d’águaIP68IP68SegurançaChip Titan M2Chip Titan M2Bloqueio de telaImpressão digital na tela e desbloqueio facialImpressão digital na tela e desbloqueio facialDurante o evento “Made by Google 2022”, o Google anunciou os novos smartphones Google Pixel 7 Pro e Pixel 7 que…

Conheça o Google Pixel Tablet que será lançado em 2023

Juntamente com os novos Pixel 7 e Pixel 7 Pro, o Google também revelou o primeiro Pixel Tablet. 

O novo dispositivo oferece o que o Google chama de uma “experiência de tela grande perfeita” para um tablet Android. 

“Com o Pixel Tablet, estamos pegando tudo o que aprendemos ao longo de anos fazendo Pixel e produtos para o lar e combinando-os em um ótimo dispositivo”, disse a empresa. 

No entanto, diferente dos dispositivos móveis, o tablet Pixel do Google estará disponível para compra somente em 2023

Google Pixel Tablet 

O Google apresentou alguns recursos do Pixel Tablet e mostrou seu design no evento de lançamento do Pixel 7 realizado em 6 de outubro.

A tablet Pixel possui um único sensor de câmera na parte traseira. O painel traseiro é feito de alumínio 100% reciclado e possui um revestimento de pequenas partículas de cerâmica para um visual fosco macio e uma sensação texturizada.

O Google não revelou o tamanho da tela ou quaisquer outros detalhes, mas é possível observar pelas fotos de imprensa que o tablet possui bordas finas, mas não tão finas que podem ajudar a segurar sem tocar na tela.

A Pixel Tablet pode ser conectada magneticamente a um dock de alto-falante para que possa ser usado como um dispositivo “Home”. 

Existem pinos pogo e ímãs no dock, que ajudam a prender o tablet a ele facilmente. O dock do alto-falante também carregará o tablet. 

O Google também afirmou que, quando conectado ao dock, o tablet pode ser usado para apresentações de slides de fotos do Google Fotos ou assistir a vídeos.

Por fim, o Tablet Pixel executa o Android e não o Fuchsia do Google, que alimenta a linha de dispositivos Nest.

Juntamente com os novos Pixel 7 e Pixel 7 Pro, o Google também revelou o primeiro Pixel Tablet.  O…

Adesão à Aliança Solar Internacional pode ampliar protagonismo brasileiro no cenário mundial da fonte fotovoltaica

Para a ABSOLAR, país poderá se beneficiar de ações multilaterais nas áreas de financiamento, programas de incentivo, políticas públicas e P&D na área 

O Brasil possui um dos melhores recursos solares do planeta, mas está atrasado frente aos demais países no uso da energia solar fotovoltaica

A aprovação nesta quinta-feira (06) do Projeto de Decreto Legislativo 271/2021 sobre a adesão do Brasil à Aliança Solar Internacional (ASI), coalisão intergovernamental que reúne as nações com os melhores recursos solares do planeta, é uma medida estratégica para ampliar o protagonismo brasileiro no uso e desenvolvimento da tecnologia fotovoltaica no cenário mundial. A afirmação é do CEO da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), Rodrigo Sauaia. Para o executivo, a medida insere o país de forma mais direta no debate para o desenvolvimento da fonte solar no mundo. “A adesão à ASI abre portas para que o Brasil se beneficie de programas e ações multilaterais nas áreas de financiamento, programas de incentivo, políticas públicas, regulação, modelos de negócio, tecnologia e pesquisa e desenvolvimento, entre outras”, comenta.

“O Brasil possui um dos melhores recursos solares do planeta, mas está atrasado frente aos demais países no uso da energia solar fotovoltaica. Fechamos 2021 na 13ª posição no ranking mundial da energia solar, muito aquém do nosso potencial imenso. Nas outras fontes renováveis, como hídrica, biomassa e eólica, o Brasil já é uma liderança global. Assim, precisamos recuperar o tempo perdido e nossa participação plena na ASI contribuirá para que possamos incorporar as melhores práticas internacionais, acelerar o desenvolvimento da fonte solar fotovoltaica em nosso País e nos posicionar como um ator relevante neste setor, cada vez mais estratégico no cenário internacional”, ressalta Sauaia.

Para Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, a energia solar tem papel essencial na transição para um futuro com baixas emissões de e missões de efeito estufa. “A fonte solar já é a mais competitiva do Brasil e ocupa atualmente a terceira posição na matriz elétrica nacional. A adesão à ASI reflete a pujança e o papel cada vez mais relevante do mercado brasileiro de energia fotovoltaica na geopolítica internacional”, aponta. 

A ASI foi lançada durante a Conferência do Clima em Paris (COP 21), em 2015, e posteriormente formalizada em Nova Delhi, Índia, em 15 de novembro de 2016, com os objetivos de: reduzir o custo da energia solar; mobilizar mais de US$ 1 trilhão em investimentos para a implementação maciça de energia solar até 2030; e preparar o caminho para novas tecnologias usando o Sol como recurso primário.

Para a ABSOLAR, país poderá se beneficiar de ações multilaterais nas áreas de financiamento, programas de incentivo, políticas públicas e P&D na área 

Frísia inicia atuação com bovinocultura de corte

Nova atividade permitirá diversificação aos cooperados

Nova atividade da cooperativa paranaense permitirá engorda de machos da raça holandesa

Quando o conselho de administração da Frísia aprovou em julho deste ano a atividade de bovinocultura de corte, abriu-se uma promissora possibilidade dos cooperados otimizarem suas áreas, aumentarem a rentabilidade e continuarem sendo sustentáveis, um dos valores da cooperativa. No Paraná, a cooperativa de Carambeí irá trabalhar das duas formas: pecuária de corte tradicional e engorda de machos da raça holandesa.

Tradicionalmente, os machos holandeses são comercializados com baixo valor agregado ou até mesmo doados. Mas o holandês é um animal que, dependendo do sistema de produção, é capaz de produzir cortes cárneos de alta qualidade, destaca o zootecnista. O animal com 18 meses já tem 20 arrobas de peso e bom índice de marmoreio (gordura intramuscular da carne). O gado seria criado de forma intensiva e sendo totalmente confinado.

Felipe da Costa Maciel, especialista em zootecnia em bovinos de corte da Frísia, destaca que a raça holandesa tem algumas peculiaridades para o corte, já que não foi desenvolvida para esse segmento. “Dentro de uma fazenda leiteira, o animal de interesse é a fêmea, e o macho é um coproduto. Mas temos modelos de engorda, principalmente no México e nos Estados Unidos, onde 25% a 30% da carne premium do mercado vem de bovinos holandeses. Na Califórnia, esse número chega a 70%. O estado tem um polo de produção de bovinos de leite muito grande e fazendas especializadas nesse animal”.

O trabalho da Frísia será na assistência técnica, com auxílio ao cooperado para o planejamento nutricional, formação de lote, alimentação, entre outras ações. A cooperativa também realizará a cotação dos valores junto aos frigoríficos para o melhor momento de venda. “A decisão final de comercialização é do cooperado”, conclui Maciel.

Nova atividade permitirá diversificação aos cooperados

Estados do Sul discutem incentivo às exportações de produtos do leite

Em reunião da Aliança Láctea Sul Brasileira, representantes discutiram a criação de um Programa de Incentivo às Exportações de Lácteos

Juntos, os três estados do Sul produzem 12 bilhões de litros de leite por ano

O Paraná é o segundo maior produtor de leite do País, com 12 milhões de litros por dia – são 4,4 bilhões de litros/ano –, e almeja ampliar a comercialização para o mercado internacional. Entre as estratégias para consolidar a venda externa está a proposta de criação de um Programa de Incentivo às Exportações de Lácteos, envolvendo os três estados do Sul, que começou a ser discutida nesta quinta-feira (06), em reunião da Aliança Láctea Sul Brasileira. A aliança reúne representantes dos governos e de entidades dos produtores e de indústrias do leite dos três estados do Sul que, juntos, produzem 12 bilhões de litros por ano. O encontro ocorreu de forma presencial, em Curitiba, e foi transmitido online, com a participação de pelo menos 60 pessoas.

“Precisamos potencializar cada vez mais a cadeia do leite com suporte de pesquisa, com avanço nos mecanismos de redução de custos, com uma infraestrutura mais barata e com o desenvolvimento de produtos mais elaborados, agregando valor, pois nosso desafio é produzir para vender”, disse o secretário da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, Norberto Ortigara. Ele reconheceu as dificuldades, em razão de crise hídrica, questões sanitárias e custos elevados, mas salientou que, ainda assim, há investimentos no setor.

No Paraná, a Piracanjuba constrói uma fábrica em São Jorge d’Oeste, com capacidade de processar até 2 milhões de litros por dia, enquanto a Unium – formada pelas cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal – implanta entre Ponta Grossa e Carambeí, com previsão inicial de beneficiar até 800 mil litros por dia. O leite é o quarto produto em Valor Bruto de Produção (VBP) do Estado, com movimentação de R$ 9 bilhões em 2021. São mais de 100 mil produtores envolvidos com essa atividade, espalhados pelos 399 municípios.

O secretário adjunto da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul, Rodrigo Ramos Rizzo, destacou que a exportação é o caminho possível e viável para reduzir as dificuldades do setor leiteiro. “Os três estados subiram a régua e estão com a mesma condição sanitária em relação à febre aftosa, e tratamos com seriedade o problema da brucelose e da tuberculose”, disse. “Com esse trabalho, nós temos condições de competir e entregar um produto de altíssima qualidade para o mundo”.

A coordenadora da Comissão do Leite da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul, Márcia Mueller, acentuou que o setor vive um momento delicado. “Ao longo do tempo lutamos por uma melhoria de preços, mas fomos surpreendidos por uma redução, o que tem feito muitos produtores migrarem para outras atividades”, afirmou. “A grande alternativa é a exportação do leite e somos incansáveis na busca acelerada desse caminho”. No mesmo sentido, observou o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina, José Zeferino Pedroso. Em Santa Catarina, somente 50% da produção é consumida no Estado. “É complicado se não tiver condições de dar uma demanda melhor”, afirmou.  

Em reunião da Aliança Láctea Sul Brasileira, representantes discutiram a criação de um Programa de Incentivo às Exportações de Lácteos

Setor automotivo fecha trimestre com alta na produção e nas vendas

Média diária de 9,2 mil emplacamentos em setembro foi a melhor do ano

Na soma dos meses de julho, agosto e setembro, a produção de autoveículos foi de 665 mil unidades, 11,6% a mais que no trimestre anterior

O fechamento do trimestre representou mais um importante degrau na recuperação do mercado automotivo brasileiro neste ano, após um primeiro trimestre tímido em função da falta de componentes eletrônicos e de um segundo trimestre de início de melhora. Na soma dos meses de julho, agosto e setembro, a produção de autoveículos foi de 665 mil unidades, 11,6% a mais que no trimestre anterior. Sob o mesmo ângulo de comparação, as vendas cresceram 14,3% e as exportações recuaram 15,2%.


O levantamento mensal feito pela ANFAVEA (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) registrou em setembro números inferiores aos recordes de agosto, muito em função do mês com dois dias úteis a menos. “Historicamente, setembro não repete os bons números de agosto, um mês mais longo e sem feriados, mas gostaria de destacar a contínua evolução da média diária de vendas desde janeiro, atingindo 9,2 mil emplacamentos por dia útil, melhor resultado do ano, indicando que as projeções da ANFAVEA serão atingidas”, afirmou Márcio de Lima Leite, presidente da associação. 

Na comparação de setembro com agosto, a produção de 207,8 mil autoveículos foi 12,7% menor, os emplacamentos de 194 mil recuaram 7% e as exportações de 28,5 mil caíram 39%, em função das recentes restrições impostas pela Argentina, do esgotamento da cota de isenção para a Colômbia e de problemas logísticos. Porém, quando comparados a setembro de 2021, todos os índices melhoraram: 19,3% de alta na produção, 25,1% nas vendas e 19,3% nas exportações. 

Quando o parâmetro é o acumulado do ano, houve ganhos na produção (6,3%) e nas exportações (31,2%), além de leve recuo nos emplacamentos (4,7%). O segmento com recuperação mais consistente é o de ônibus, com alta acumulada no ano de 63,6% na produção, 8,8% nos licenciamentos e 39% nos embarques para outros países. O setor de caminhões, em contrapartida, mantém patamares muito similares aos do ano passado, quando teve robusto crescimento em função do agronegócio e da onda do delivery. 

As máquinas autopropulsadas continuam a apresentar excelente desempenho. As rodoviárias tiveram no acumulado até agosto (há defasagem de um mês nos números) crescimento de 33% nas vendas e de 19% na exportação. Já as agrícolas registraram alta de 24% nas vendas no atacado e 11% nos embarques a outros países. A disponibilidade de recursos para financiamentos poderá melhorar esses resultados.

Média diária de 9,2 mil emplacamentos em setembro foi a melhor do ano

BSBIOS e Cotribá estabelecem parceria para desenvolver a cultura do trigo visando à produção de etanol

Termo de Cooperação Técnico foi assinado durante o Fórum Nacional do Trigo, em Cruz Alta (RS)

A Cooperação Técnico Comercial visa estabelecer ações de forma conjunta para a multiplicação de sementes e para fomento da cultura do trigo

Nesta sexta-feira (07/10), durante a realização do 8º Fórum Nacional do Trigo, que está inserido na programação da Fenatrigo 2022, em Cruz Alta (RS), a BSBIOS e a Cooperativa Cotribá formalizaram documento buscando estabelecer ações que contribuirão diretamente com a cadeia produtiva do trigo como fornecedora de matérias-primas para projeto de produção de etanol a partir de cereais de inverno. A Cooperação Técnico Comercial visa estabelecer ações de forma conjunta para a multiplicação de sementes, na Safra de 2023, e para fomento da cultura do trigo a partir de variedades comerciais da BSBIOS, a partir da Safra de 2024.

O presidente da BSBIOS, Erasmo Carlos Battistella, destaca a importância de parcerias para o desenvolvimento deste novo mercado que está sendo aberto aos produtores de trigo e triticale. “É uma oportunidade viável de renda para a cultura de cereais de inverno e os resultados desta parceria trarão benefícios diretos a cadeia produtiva do trigo, permitindo agregação de valor aos cereais de inverno para fins de produção de biocombustíveis, bem como para fortalecer o mercado tritícola e subprodutos destes,” salientou o empresário. A Cotribá é parceira da BSBIOS em fornecimento de matéria-prima desde o início do projeto da empresa.

“Sempre estivemos ao lado das entidades e de nossos produtores no movimento de incentivar o trigo”, destacou Celso Krug, presidente da Cotribá, a mais antiga cooperativa de produtores do cereal. “Nos meus 46 anos a frente da cooperativa sempre compramos toda a produção de trigo do produtor e queremos continuar e crescer nessa jornada. Nossos profissionais técnicos já estão conscientizados de que esta é mais uma opção e um caminho importante para a triticultura de nosso Estado.” O Rio Grande Sul tem, durante o período do inverno, uma área significativa de lavouras que permanecem em pousio, sem cultivos comerciais. Estas áreas compõem uma ótima oportunidade para o desenvolvimento de culturas, como o trigo e a triticale, gerando renda, diluindo custos fixos e permitindo a rotação de culturas nestas áreas.

Desenvolvimento de culturas 

A BSBIOS, em parceria com a Biotrigo Genética, licenciou duas variedades para a produção de etanol e DDGS, denominadas BS Etanol e BS Etanol 8. As variedades, por possuírem elevados níveis de amido, são ideais para a produção do biocombustível. As cultivares entrarão no mercado a partir de 2024. De acordo com o gerente comercial da Biotrigo para a América Latina, Fernando Michel Wagner, a cultura do trigo entra para o centro das discussões, pois oferece diversas vantagens aos agricultores. “Além de benefícios agronômicos e ao sistema de produção, o trigo ainda oferece uma melhor sustentabilidade e rentabilidade da propriedade por ampliar a produção em mais um período do ano”.

Termo de Cooperação Técnico foi assinado durante o Fórum Nacional do Trigo, em Cruz Alta (RS)

Nova Ferroeste é elegível para emissão de títulos verdes

Os critérios considerados são da Climate Bonds Initiative, uma das maiores referências no mundo

Baixo índice de emissão de gases poluentes foi o principal fator de avaliação

A Bureau Veritas, contratada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e o Governo do Estado, considerou o projeto da Nova Ferroeste, corredor ferroviário que ligará Maracaju (MS) a Paranaguá, elegível para emissão de títulos verdes, os Green Bonds. A avaliação foi realizada por uma equipe multidisciplinar que seguiu os critérios de Transporte Terrestre da Climate Bonds Initiative (CBI), uma das principais referências de títulos climáticos do mundo.

Proposto pelo governo paranaense, a linha interestadual com 1.567 quilômetros vai dar origem ao Corredor Oeste de Exportação, conectando os estados do Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina. Os estudos realizados para a elaboração do projeto para emissão de títulos verdes consideraram como fonte de energia das futuras locomotivas a eletricidade e o óleo diesel. Estas e outras informações técnicas contidas no Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) serviram como base para a análise. O índice de emissão de gases poluentes foi o principal fator considerado. O parecer final apontou a emissão de 16g CO2/TKU (tonelada/quilômetro útil), abaixo do limite das normas da CBI, que é de 24g CO2/TKU. A partir desse resultado, o projeto pode ser submetido a uma análise para certificação de títulos verdes.

O investimento no modal ferroviário permite melhor aproveitamento energético no transporte de cargas, principalmente em longas distâncias. De maneira geral, o caminhão emite quatro vezes mais CO2 que o trem para levar a mesma carga. O transporte é a segunda atividade que mais contribui para as emissões globais de gases do efeito estufa, atrás apenas da geração de eletricidade. A preocupação com a redução desses índices é crescente em todo o mundo. Prova disso é o interesse de investidores em projetos com potencial para obtenção de títulos verdes e climáticos para entregar produtos e serviços de qualidade com o menor impacto ao meio ambiente. As certificações elevam a confiança e a transparência diante dos investidores e clientes.

Títulos verdes
Esses títulos são fundos financeiros disponíveis destinados a empreendimentos verdes. São similares aos títulos de dívida comuns, com a diferença essencial de que só podem ser usados para financiar investimentos considerados sustentáveis. Bancos estrangeiros e o BNDES, maior banco nacional de desenvolvimento, oferecem opções de crédito voltadas a projetos verdes. São recursos disponíveis exclusivamente para empresas que atendem alguns critérios ambientais específicos definidos pelas certificadoras. O resultado dessa avaliação poderá ser utilizado pelo vendedor do leilão do projeto, previsto para 2023.

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Os critérios considerados são da Climate Bonds Initiative, uma das maiores referências no mundo

IBGE estima queda de 14,6% na safra da região Sul em 2022

Apesar disso, o resultado do Brasil representa um aumento de 3,4%, equivalente a 8,7 milhões de toneladas, em relação a 2021

O volume da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas foi de 65,1 milhões de toneladas, segundo o IBGE

A safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deve alcançar 261,9 milhões de toneladas em 2022, de acordo com a estimativa de setembro do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, divulgado hoje (6), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é um novo recorde na série histórica, iniciada em 1975, e representa aumento de 3,4% ou 8,7 milhões de toneladas em relação a 2021. A estimativa para a safra foi de crescimento em quatro grandes regiões: Centro-Oeste (11,4%), Norte (11%), Sudeste (10,8%) e Nordeste (10,3%). Já no Sul, a previsão é de queda de 14,6%.

O pesquisador avaliou como as condições climáticas exerceram impacto nos resultados divulgados. “A falta de chuvas, causada pelo fenômeno La Niña, impactou mais a região Sul e o Mato Grosso do Sul. Já Goiás e Mato Grosso não foram afetados por problemas climáticos. Com isso, temos a região Centro-Oeste, que é bastante representativa na produção de grãos, com um crescimento de 11,4%”, argumentou.

Segundo o gerente de agricultura do IBGE, Carlos Alfredo Guedes, o principal produto que está puxando o resultado recorde é o milho, principalmente o milho 2ª safra, com um crescimento de 35,5% frente ao ano anterior. “A produção está se recuperando de problemas climáticos em 2021, como a falta de chuvas. Essa recuperação ajuda a explicar a produção em 2022. Além disso, também houve crescimento de área do milho 2ª safra, incentivado pelos bons preços que os produtores têm conseguido nos últimos anos”, disse Guedes, em nota.

Entre as grandes regiões, o volume da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas teve a seguinte distribuição: Centro-Oeste, 129,8 milhões de toneladas (49,6%); Sul, 65,1 milhões de toneladas (24,8%); Sudeste, 27,6 milhões de toneladas (10,6%); Nordeste, 25,4 milhões de toneladas (9,7%) e Norte, 14 milhões de toneladas (5,3%).

Trigo 

A estimativa da produção de trigo foi de 9,6 milhões de toneladas, declínio de 0,9% em relação a agosto e aumento de 23% em relação a 2021. Segundo o gerente de agricultura, o trigo é um produto cuja produção não é autossuficiente.

“Consumimos em torno de 12 ou 13 milhões de toneladas, portanto, ainda teremos que importá-lo, mas bem menos do que em anos anteriores. Essa produção de 9,6 milhões de toneladas é um recorde para o Brasil. Ucrânia e Rússia são dois grandes exportadores de trigo e, com a guerra, os preços estão elevados. Os produtores, de olho nessa melhora dos preços, aumentaram as áreas aqui no país”, acrescentou.

Café 

Conforme o levantamento, a estimativa da produção brasileira de café para 2022, considerando-se as duas espécies – arábica e canéfora – foi de 3,1 milhões de toneladas, ou 52,3 milhões de sacas de 60 quilos, queda de 2,7% em relação a agosto e aumento de 6,6% em relação a 2021.

“A produção do café arábica deveria ter crescido mais neste ano em decorrência da bienalidade positiva da safra. Isso não aconteceu, pois ano passado tivemos um inverno muito frio, inclusive com ocorrência de geadas nas regiões mais frias de cultivo desse produto. Isso fez com que o potencial de produção da safra de 2022 fosse reduzido”, afirmou o gerente da pesquisa, Carlos Barradas.

Soja

Principal commodity do país, a produção de soja manteve-se em 119,5 milhões de toneladas, estimativa que representa aumento mensal de 0,6%, entretanto, retração de 11,4% em comparação à obtida no ano anterior, com queda de 15,6% no rendimento médio. “Embora a área colhida tenha crescido 4,9%, problemas climáticos derrubaram a produção de soja em 2022”, disse Barradas.

Com Agência Brasil 

Apesar disso, o resultado do Brasil representa um aumento de 3,4%, equivalente a 8,7 milhões de toneladas, em relação a 2021

IGP-DI tem queda de preços de 1,22% em setembro, diz FGV

Deflação em agosto foi de 0,55%

Com o resultado, o IGP-DI acumula inflação de 7,94% em 12 meses, abaixo dos 23,43% acumulados em setembro de 2021

O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) apresentou deflação (queda de preços) de 1,22% em setembro deste ano. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o recuo dos preços foi mais acentuado do que em agosto, quando a deflação ficou em 0,55%.

Com o resultado, o IGP-DI acumula inflação de 7,94% em 12 meses, abaixo dos 23,43% acumulados em setembro de 2021.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, teve deflação de 1,68% em setembro, mais intensa do que em agosto (-0,63%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede o varejo, teve inflação de 0,02% em setembro ante a deflação de 0,57% em agosto.

Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou em setembro, a mesma taxa do mês anterior (0,09%).

Com Agência Brasil

Deflação em agosto foi de 0,55%

Faturas de cartão com linguagem simples podem reduzir endividamento

O Banco Central investigou se diferentes layouts de faturas de cartão afetariam as decisões de pagamento da fatura total ou parcial

Segundo o órgão, além da desatenção, a complexidade do produto, o baixo nível de letramento financeiro dos usuários e as faturas confusas são alguns dos fatores que podem resultar na utilização indesejada do crédito rotativo ou parcelamento

A adoção de faturas de cartão de crédito que apresentam linguagem simplificada e destaque para informações relevantes sobre as opções de pagamento tem o potencial de melhorar o entendimento sobre esse produto, incentivar melhores decisões financeiras e reduzir o endividamento da população. Em estudo divulgado ontem (5) pelo Banco Central (BC), o órgão avalia que esses efeitos parecem ser ainda maiores para as pessoas com menor escolaridade.

O Banco Central realizou um experimento para investigar se diferentes layouts (forma que as informações são distribuídas) de faturas de cartão melhorariam o entendimento das condições de uso do produto e potencialmente afetariam as decisões de pagamento da fatura total ou parcial. O estudo foi conduzido pelo BC, em parceria com a Empresa de Consultoria e Pesquisa Plano CDE e com apoio financeiro da Fletcher School of Law and Diplomacy, escola da universidade norte-americana Tufts University.

O experimento submeteu grupos de participantes a diferentes layouts das faturas de cartão de crédito. Em seguida, eles preencheram um questionário que tratava do entendimento das faturas e de tomada de decisão. Os desenhos alternativos das faturas, em relação aos layouts de faturas de cartão de crédito existentes, permitiram testar soluções baseadas em ciências comportamentais.

De acordo com o BC, o resultado mostrou que os participantes que receberam as faturas com os novos layouts compreenderam melhor os dados apresentados e estavam mais bem informados para identificar as consequências de aceitar o crédito rotativo ou pagamento da fatura em parcelas, modalidades que tem juros maiores.

O cartão de crédito é bastante utilizado no Brasil. Segundo o BC, em 2021, aproximadamente 65 milhões de cidadãos, quase 40% da população adulta, realizaram mais de 200 milhões de operações mensalmente. Em média, as famílias têm cerca de 30% de suas dívidas com o Sistema Financeiro Nacional (SFN) relacionadas ao cartão de crédito.

“Apesar da conveniência do uso do cartão como meio de pagamento, sua utilização desatenta pode custar caro ao usuário – por exemplo, quando ele deixa de pagar o valor integral da fatura e, consequentemente, toma o crédito rotativo ou utiliza a opção de parcelamento. Com taxas de juros médias anuais superiores a 300%, essas modalidades de crédito são as mais caras do país e são utilizadas principalmente por pessoas com renda inferior a dois salários mínimos”, alertou o BC.

Simplificação 

Segundo o órgão, além da desatenção, a complexidade do produto, o baixo nível de letramento financeiro dos usuários e as faturas confusas são alguns dos fatores que podem resultar na utilização indesejada do crédito rotativo ou parcelamento. “Nesse sentido, a simplificação das faturas de cartão de crédito é vislumbrada como possível facilitador para melhorar o perfil de uso desse instrumento”, argumentou.

A hipótese principal do experimento é que as informações veiculadas pelas faturas dos cartões de crédito costumam ser apresentadas de forma técnica e confusa, o que limita o entendimento do cidadão e incentiva o pagamento de valores menores, aumentando o gasto com juros. Portanto, ao simplificar as faturas, espera-se que as pessoas entendam melhor o uso e os riscos desse produto financeiro. “Ao reorganizar as informações, espera-se fornecer incentivos adicionais para decisões de pagamento que resultem em valores [de pagamento] mais elevados, reduzindo custos de juros e taxas a que os consumidores geralmente incorrem”, diz o BC.

De acordo com o estudo divulgado pelo órgão, que integra o Relatório de Economia Bancária, também foi observada uma forte influência na decisão de pagamento ao inserir um valor pré-preenchido maior na tela de pagamento da fatura, em aplicativos online. “Isso demonstra que, por mecanismos de ancoragem ou escolha padrão, em geral, o valor que aparece nessa caixa de resposta no momento do pagamento influencia a decisão de pagamento do consumidor”, diz o BC.

Com Agência Brasil

O Banco Central investigou se diferentes layouts de faturas de cartão afetariam as decisões de pagamento da fatura total ou parcial