Archives Outubro 2022

Grupo Muffato avança no Paraná

Rede investiu R$ 50 milhões na inauguração do segundo Max Atacadista em Ponta Grossa

O novo layout e posicionamento da marca valorizam a diversidade de consumidores que passaram a frequentar o atacarejo como forma de economizar no orçamento doméstico ou agregar renda

Depois de inaugurar atacarejos em Cascavel, Apucarana e Cianorte no mês de setembro, o Grupo Muffato segue avançando no Paraná, entregando agora a segunda unidade do Max Atacadista de Ponta Grossa. O Max Jardim Carvalho é quinta unidade do Grupo Muffato na cidade núcleo dos Campos Gerais paranaenses. Para esta loja, foram contratados mais de 200 colaboradores diretos, e a estimativa é de que os investimentos mobilizem mais 200 trabalhadores indiretos. Além disso, a obra já impactou a economia local, fortalecendo o comércio, o setor imobiliário e mobilizando fornecedores, com um investimento total de R$ 50 milhões. O estabelecimento tem área total de 20 mil m², com 12 mil m² de área construída e 350 vagas de estacionamento. 

Dentro do conceito de atacarejo completo, o Max Jardim Carvalho também terá padaria com produtos frescos, açougue com atendimento no balcão, além dos cortes especiais, e setor de frios com variedade de fatiados somados a um mix de aproximadamente 15 mil itens. Os novos layout e posicionamento da marca valorizam a diversidade de consumidores que passaram a frequentar o atacarejo como forma de economizar no orçamento doméstico ou agregar renda, sem perder de vista os comerciantes. Queremos contribuir para o desenvolvimento da cidade, gerando empregos e entregando uma loja moderna, com variedade, qualidade e bons preços”, avalia Eduardo Muffato, diretor do Grupo. O Grupo Muffato atua desde 1999 em Ponta Grossa, primeiro com lojas de varejo e agora escalando o setor de atacarejo, que possibilita ao consumidor final comprar produtos com preço de atacado.  

Rede investiu R$ 50 milhões na inauguração do segundo Max Atacadista em Ponta Grossa

Grupo Muffato avança no Paraná

Rede investiu R$ 50 milhões na inauguração do segundo Max Atacadista em Ponta Grossa

O novo layout e posicionamento da marca valorizam a diversidade de consumidores que passaram a frequentar o atacarejo como forma de economizar no orçamento doméstico ou agregar renda

Depois de inaugurar atacarejos em Cascavel, Apucarana e Cianorte no mês de setembro, o Grupo Muffato segue avançando no Paraná, entregando agora a segunda unidade do Max Atacadista de Ponta Grossa. O Max Jardim Carvalho é quinta unidade do Grupo Muffato na cidade núcleo dos Campos Gerais paranaenses. Para esta loja, foram contratados mais de 200 colaboradores diretos, e a estimativa é de que os investimentos mobilizem mais 200 trabalhadores indiretos. Além disso, a obra já impactou a economia local, fortalecendo o comércio, o setor imobiliário e mobilizando fornecedores, com um investimento total de R$ 50 milhões. O estabelecimento tem área total de 20 mil m², com 12 mil m² de área construída e 350 vagas de estacionamento. 

Dentro do conceito de atacarejo completo, o Max Jardim Carvalho também terá padaria com produtos frescos, açougue com atendimento no balcão, além dos cortes especiais, e setor de frios com variedade de fatiados somados a um mix de aproximadamente 15 mil itens. Os novos layout e posicionamento da marca valorizam a diversidade de consumidores que passaram a frequentar o atacarejo como forma de economizar no orçamento doméstico ou agregar renda, sem perder de vista os comerciantes. Queremos contribuir para o desenvolvimento da cidade, gerando empregos e entregando uma loja moderna, com variedade, qualidade e bons preços”, avalia Eduardo Muffato, diretor do Grupo. O Grupo Muffato atua desde 1999 em Ponta Grossa, primeiro com lojas de varejo e agora escalando o setor de atacarejo, que possibilita ao consumidor final comprar produtos com preço de atacado.  

Rede investiu R$ 50 milhões na inauguração do segundo Max Atacadista em Ponta Grossa

Grupo Muffato avança no Paraná

Rede investiu R$ 50 milhões na inauguração do segundo Max Atacadista em Ponta Grossa

O novo layout e posicionamento da marca valorizam a diversidade de consumidores que passaram a frequentar o atacarejo como forma de economizar no orçamento doméstico ou agregar renda

Depois de inaugurar atacarejos em Cascavel, Apucarana e Cianorte no mês de setembro, o Grupo Muffato segue avançando no Paraná, entregando agora a segunda unidade do Max Atacadista de Ponta Grossa. O Max Jardim Carvalho é quinta unidade do Grupo Muffato na cidade núcleo dos Campos Gerais paranaenses. Para esta loja, foram contratados mais de 200 colaboradores diretos, e a estimativa é de que os investimentos mobilizem mais 200 trabalhadores indiretos. Além disso, a obra já impactou a economia local, fortalecendo o comércio, o setor imobiliário e mobilizando fornecedores, com um investimento total de R$ 50 milhões. O estabelecimento tem área total de 20 mil m², com 12 mil m² de área construída e 350 vagas de estacionamento. 

Dentro do conceito de atacarejo completo, o Max Jardim Carvalho também terá padaria com produtos frescos, açougue com atendimento no balcão, além dos cortes especiais, e setor de frios com variedade de fatiados somados a um mix de aproximadamente 15 mil itens. Os novos layout e posicionamento da marca valorizam a diversidade de consumidores que passaram a frequentar o atacarejo como forma de economizar no orçamento doméstico ou agregar renda, sem perder de vista os comerciantes. Queremos contribuir para o desenvolvimento da cidade, gerando empregos e entregando uma loja moderna, com variedade, qualidade e bons preços”, avalia Eduardo Muffato, diretor do Grupo. O Grupo Muffato atua desde 1999 em Ponta Grossa, primeiro com lojas de varejo e agora escalando o setor de atacarejo, que possibilita ao consumidor final comprar produtos com preço de atacado.  

Rede investiu R$ 50 milhões na inauguração do segundo Max Atacadista em Ponta Grossa

Grupo Muffato avança no Paraná

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O novo layout e posicionamento da marca valorizam a diversidade de consumidores que passaram a frequentar o atacarejo como forma de economizar no orçamento doméstico ou agregar renda

Depois de inaugurar atacarejos em Cascavel, Apucarana e Cianorte no mês de setembro, o Grupo Muffato segue avançando no Paraná, entregando agora a segunda unidade do Max Atacadista de Ponta Grossa. O Max Jardim Carvalho é quinta unidade do Grupo Muffato na cidade núcleo dos Campos Gerais paranaenses. Para esta loja, foram contratados mais de 200 colaboradores diretos, e a estimativa é de que os investimentos mobilizem mais 200 trabalhadores indiretos. Além disso, a obra já impactou a economia local, fortalecendo o comércio, o setor imobiliário e mobilizando fornecedores, com um investimento total de R$ 50 milhões. O estabelecimento tem área total de 20 mil m², com 12 mil m² de área construída e 350 vagas de estacionamento. 

Dentro do conceito de atacarejo completo, o Max Jardim Carvalho também terá padaria com produtos frescos, açougue com atendimento no balcão, além dos cortes especiais, e setor de frios com variedade de fatiados somados a um mix de aproximadamente 15 mil itens. Os novos layout e posicionamento da marca valorizam a diversidade de consumidores que passaram a frequentar o atacarejo como forma de economizar no orçamento doméstico ou agregar renda, sem perder de vista os comerciantes. Queremos contribuir para o desenvolvimento da cidade, gerando empregos e entregando uma loja moderna, com variedade, qualidade e bons preços”, avalia Eduardo Muffato, diretor do Grupo. O Grupo Muffato atua desde 1999 em Ponta Grossa, primeiro com lojas de varejo e agora escalando o setor de atacarejo, que possibilita ao consumidor final comprar produtos com preço de atacado.  

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O novo layout e posicionamento da marca valorizam a diversidade de consumidores que passaram a frequentar o atacarejo como forma de economizar no orçamento doméstico ou agregar renda

Depois de inaugurar atacarejos em Cascavel, Apucarana e Cianorte no mês de setembro, o Grupo Muffato segue avançando no Paraná, entregando agora a segunda unidade do Max Atacadista de Ponta Grossa. O Max Jardim Carvalho é quinta unidade do Grupo Muffato na cidade núcleo dos Campos Gerais paranaenses. Para esta loja, foram contratados mais de 200 colaboradores diretos, e a estimativa é de que os investimentos mobilizem mais 200 trabalhadores indiretos. Além disso, a obra já impactou a economia local, fortalecendo o comércio, o setor imobiliário e mobilizando fornecedores, com um investimento total de R$ 50 milhões. O estabelecimento tem área total de 20 mil m², com 12 mil m² de área construída e 350 vagas de estacionamento. 

Dentro do conceito de atacarejo completo, o Max Jardim Carvalho também terá padaria com produtos frescos, açougue com atendimento no balcão, além dos cortes especiais, e setor de frios com variedade de fatiados somados a um mix de aproximadamente 15 mil itens. Os novos layout e posicionamento da marca valorizam a diversidade de consumidores que passaram a frequentar o atacarejo como forma de economizar no orçamento doméstico ou agregar renda, sem perder de vista os comerciantes. Queremos contribuir para o desenvolvimento da cidade, gerando empregos e entregando uma loja moderna, com variedade, qualidade e bons preços”, avalia Eduardo Muffato, diretor do Grupo. O Grupo Muffato atua desde 1999 em Ponta Grossa, primeiro com lojas de varejo e agora escalando o setor de atacarejo, que possibilita ao consumidor final comprar produtos com preço de atacado.  

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Depois de inaugurar atacarejos em Cascavel, Apucarana e Cianorte no mês de setembro, o Grupo Muffato segue avançando no Paraná, entregando agora a segunda unidade do Max Atacadista de Ponta Grossa. O Max Jardim Carvalho é quinta unidade do Grupo Muffato na cidade núcleo dos Campos Gerais paranaenses. Para esta loja, foram contratados mais de 200 colaboradores diretos, e a estimativa é de que os investimentos mobilizem mais 200 trabalhadores indiretos. Além disso, a obra já impactou a economia local, fortalecendo o comércio, o setor imobiliário e mobilizando fornecedores, com um investimento total de R$ 50 milhões. O estabelecimento tem área total de 20 mil m², com 12 mil m² de área construída e 350 vagas de estacionamento. 

Dentro do conceito de atacarejo completo, o Max Jardim Carvalho também terá padaria com produtos frescos, açougue com atendimento no balcão, além dos cortes especiais, e setor de frios com variedade de fatiados somados a um mix de aproximadamente 15 mil itens. Os novos layout e posicionamento da marca valorizam a diversidade de consumidores que passaram a frequentar o atacarejo como forma de economizar no orçamento doméstico ou agregar renda, sem perder de vista os comerciantes. Queremos contribuir para o desenvolvimento da cidade, gerando empregos e entregando uma loja moderna, com variedade, qualidade e bons preços”, avalia Eduardo Muffato, diretor do Grupo. O Grupo Muffato atua desde 1999 em Ponta Grossa, primeiro com lojas de varejo e agora escalando o setor de atacarejo, que possibilita ao consumidor final comprar produtos com preço de atacado.  

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O novo layout e posicionamento da marca valorizam a diversidade de consumidores que passaram a frequentar o atacarejo como forma de economizar no orçamento doméstico ou agregar renda

Depois de inaugurar atacarejos em Cascavel, Apucarana e Cianorte no mês de setembro, o Grupo Muffato segue avançando no Paraná, entregando agora a segunda unidade do Max Atacadista de Ponta Grossa. O Max Jardim Carvalho é quinta unidade do Grupo Muffato na cidade núcleo dos Campos Gerais paranaenses. Para esta loja, foram contratados mais de 200 colaboradores diretos, e a estimativa é de que os investimentos mobilizem mais 200 trabalhadores indiretos. Além disso, a obra já impactou a economia local, fortalecendo o comércio, o setor imobiliário e mobilizando fornecedores, com um investimento total de R$ 50 milhões. O estabelecimento tem área total de 20 mil m², com 12 mil m² de área construída e 350 vagas de estacionamento. 

Dentro do conceito de atacarejo completo, o Max Jardim Carvalho também terá padaria com produtos frescos, açougue com atendimento no balcão, além dos cortes especiais, e setor de frios com variedade de fatiados somados a um mix de aproximadamente 15 mil itens. Os novos layout e posicionamento da marca valorizam a diversidade de consumidores que passaram a frequentar o atacarejo como forma de economizar no orçamento doméstico ou agregar renda, sem perder de vista os comerciantes. Queremos contribuir para o desenvolvimento da cidade, gerando empregos e entregando uma loja moderna, com variedade, qualidade e bons preços”, avalia Eduardo Muffato, diretor do Grupo. O Grupo Muffato atua desde 1999 em Ponta Grossa, primeiro com lojas de varejo e agora escalando o setor de atacarejo, que possibilita ao consumidor final comprar produtos com preço de atacado.  

Rede investiu R$ 50 milhões na inauguração do segundo Max Atacadista em Ponta Grossa

C.Vale inaugura terceiro supermercado em Mato Grosso do Sul

Esse é o terceiro supermercado da rede no estado

As instalações têm 2.724 metros de área de vendas, onde serão comercializados 15 mil diferentes produtos

A C.Vale inaugurou em Rio Brilhante (MS) a décima loja de sua rede de supermercados. Esse é o terceiro supermercado da rede em Mato Grosso do Sul, que já conta com outros dois em Naviraí e Caarapó. A cooperativa paranaense começou a operar no estado em 2001, com a abertura de uma unidade de grãos em Rio Brilhante. Atualmente, são 18 unidades na área de grãos em 13 municípios sul-matogrossenses. As instalações têm 2.724 metros de área de vendas, onde serão comercializados 15 mil diferentes produtos. Em uma área anexa ao supermercado vai funcionar um restaurante com capacidade para atender 200 pessoas e também uma choperia.


Durante a cerimônia de inauguração, o presidente da C.Vale, Alfredo Lang, justificou a decisão de abrir o supermercado no município. “Acreditamos na força impulsionadora do agronegócio local e regional, e viemos para ampliar a circulação de riquezas através de geração de empregos e da prestação de serviços. Queremos ajudar o município a crescer, mas também crescer junto com ele”, comentou. O novo empreendimento vai representar a abertura de 140 novas vagas de trabalho.

Esse é o terceiro supermercado da rede no estado

Cresce o número de fraudes virtuais com cartões no Brasil

No primeiro semestre de 2022, em relação ao primeiro semestre de 2021, a procura pelo termo ou menção à “tela falsa” subiu 67%

Para poder entender o cenário de crimes financeiros virtuais no País, a Apura utilizou dados do BTTng, ferramenta de cyber threat intelligence da empresa

Houve um aumento significativo no número de ameaças de fraudes financeiras no Brasil no primeiro semestre de 2022. É o que mostra o recém-lançado relatório semestral da Apura Cyber Intelligence, que traz o panorama sobre crimes cibernéticos e cibersegurança no país em 2022. As fraudes financeiras via internet têm como maior objetivo extrair dados que permitam aos criminosos adquirirem credenciais e, desta maneira, subtrair dinheiro das vítimas, que pode ser em valores pequenos ou até mesmo quantias maiores. 

Para poder entender o cenário de crimes financeiros virtuais no País, a Apura utilizou dados do BTTng, ferramenta de cyber threat intelligence da empresa que avalia bilhões de informações na busca por padrões que possam indicar algum tipo de ameaça e alertar quando atividades mal-intencionadas forem detectadas. Assim, é possível, através de termos, por exemplo, identificar padrões e emitir alertas de segurança. Um dos termos identificados pelo BTTng foi tela falsa, que está associado principalmente à comercialização de páginas web falsas idênticas a de organizações e entidades das quais os golpistas desejam atrair vítimas.

No primeiro semestre de 2022, em relação ao primeiro semestre de 2021, a procura pelo termo ou menção à “tela falsa” subiu 67%. Essas telas são utilizadas para enganar as vítimas, levando-as a acreditar que estão acessando o site original, quando na verdade estão logando com suas credenciais, e até mesmo com números de cartões de créditos, em uma página falsa. Outro termo com muitos eventos relacionados foi “burlador”. Os burladores (mais especificamente “burlador de selfie“) buscam contornar a necessidade de envio de selfies para procedimentos como abertura de contas ou solicitações de cartões de crédito ou empréstimos on-line. Em relação ao primeiro semestre de 2021, o aumento foi de cerca de 659% na busca ou menção a este tipo de fraude.

Já tentativas de fraude financeira com cartões, como crédito, débito, pré-pago, que são bastante comuns, tiveram um aumento de aproximadamente 637% no número de ocorrências identificadas pelo BTTng em comparação ao primeiro semestre de 2021 – isto é, aumentaram em 7 vezes. No mundo, o sistema coletou informações de 2.284.797 cartões, sendo 283.031 com origem no Brasil, um aumento de mais de 46% em relação ao número de cartões nacionais identificados entre 2021 e 2022. “É importante ressaltar que isso não significa necessariamente que o número de fraudes relacionadas a esses esquemas cresceu na mesma proporção. Mas o crescimento nos números é um indicativo bastante forte do aumento de interesse neles por parte do bioma cibercriminoso”, reforça Sandro Süffert, CEO da Apura.

No primeiro semestre de 2022, em relação ao primeiro semestre de 2021, a procura pelo termo ou menção à “tela falsa” subiu 67%

Oktoberfest impulsiona a indústria da cerveja

Setor segue confiante com o retorno dos eventos presenciais e projeta crescimento de 8% nas vendas

Para este ano, as projeções apontam para um incremento de aproximadamente 8% em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo um volume de vendas em mais de 15,4 bilhões de litros de cerveja

Após quase três anos das restrições impostas pela pandemia da Covid-19, a Oktoberfest está de volta. Para celebrar a tradição germânica com muita música, dança e gastronomia, não pode faltar a cerveja. Afinal, assim como na Alemanha, a cerveja é paixão nacional e inspira cada vez mais eventos temáticos em diversas cidades do País. O Brasil é o terceiro maior produtor no mundo, atrás apenas da China e Estados Unidos. Só em 2021, foram produzidos 14,3 bilhões de litros no país.

“A indústria da cerveja está confiante para os próximos meses, com o retorno de festivais como a Oktoberfest e a Copa do Mundo, que reúnem algumas das paixões dos brasileiros com a música, a cerveja e o futebol”, afirma o superintendente do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (SINDICERV), Luiz Nicolaewsky. Para este ano, as projeções apontam para um incremento de aproximadamente 8% em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo um volume de vendas em mais de 15,4 bilhões de litros, segundo projeções da empresa de pesquisa de mercado Euromonitor International, encomendada pelo Sindicerv.

De acordo com Nicolaewsky, a indústria da cerveja é um dos setores mais importantes para garantir a retomada da economia brasileira. “Em especial no período pós-pandemia, em que o país se depara com uma série de desafios, o setor cervejeiro tem a capacidade de potencializar a geração de emprego e renda”, aponta o superintendente. Atualmente, a indústria da cerveja movimenta uma das mais extensas cadeias produtivas responsável por 2,02% do PIB, geração de mais de 2 milhões de empregos diretos, indiretos e induzidos e gera uma massa salarial de R$ 27 bilhões, sendo um multiplicador de empregos. 

Setor segue confiante com o retorno dos eventos presenciais e projeta crescimento de 8% nas vendas

Região Sul inicia outubro com o menor preço do país para gasolina e diesel

Estados do Sul se destacaram em ranking nacional da Ticket Log com as médias mais baixas para os dois combustíveis

A gasolina, segundo o IPTL, é o combustível economicamente mais vantajoso para abastecimento em toda a região

De acordo com dados do último Índice de Preços Ticket Log (IPTL), o preço do litro da gasolina comercializado na Região Sul fechou setembro a R$ 5,05, valor 7,94% mais barato se comparado a agosto, menor preço médio de todo o país, além de estar abaixo da média nacional, que fechou em R$ 5,33. O valor do litro do diesel comum (R$ 6,72) e do tipo S-10 (R$ 6,77) também foram os mais baratos entre as demais regiões e apresentaram recuo de 3,86% e de 3,94%. Já o preço do etanol fechou a R$ 4,48, com recuo de 9,50%.

“Ainda nos destaques nacionais, entre os Estados, o Paraná apresentou o menor preço médio para o diesel comum e o S-10. O Rio Grande do Sul ocupou o lugar que era de Goiás no início de setembro e registrou o menor preço médio para a gasolina no fechamento do mês. A gasolina, segundo o IPTL, é o combustível economicamente mais vantajoso para abastecimento em toda a região”, aponta Douglas Pina, Diretor-Geral de Mainstream da Divisão de Frota e Mobilidade da Edenred Brasil. 

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Ticket Log, que administra 1 milhão de veículos ao todo. 

Confira tabelas com as médias de cada Estado da Região Sul:

Estados do Sul se destacaram em ranking nacional da Ticket Log com as médias mais baixas para os dois combustíveis

GM prevê aumento de produção e anuncia terceiro turno em Joinville

Serão mais de 130 contratações, com um aumento de 30% da capacidade produtiva para atender exportações e Nova Montana

A unidade catarinense foi inaugurada em 2013 e se mantém dedicada à fabricação de motores, cabeçotes e blocos

A partir do dia de 1º de novembro, a fábrica da General Motors em Joinville (SC), considerada uma das mais modernas e sustentáveis do mundo, passará a operar em três turnos. Está prevista a contratação de aproximadamente 130 pessoas, totalizando 762 funcionários na planta. Já a capacidade produtiva da fábrica crescerá mais de 30% com a adição do terceiro turno, passando de 312 mil unidades por ano para 410 mil unidades por ano. “A volta do terceiro turno em Joinville tem um significado muito relevante para a GM na América do Sul. Com o aumento de capacidade de produção em Joinville vamos exportar motores e atender ao lançamento da Nova Montana em 2023, cuja montagem será na nossa fábrica de São Caetano do Sul”, afirma Santiago Chamorro, presidente da GM América do Sul.

A unidade catarinense foi inaugurada em 2013 e se mantém dedicada à fabricação de motores, cabeçotes e blocos. Em 2017 passou por uma expansão importante que contou com a quadruplicação de sua área e, sobretudo, com a adoção de processos pioneiros de conservação ambiental e eficiência energética que a colocam entre as fábricas mais sustentáveis e modernas da GM em todo o mundo.

No Brasil e na América do Sul, todas as plantas são Zero Aterro desde 2018, o que significa que nenhum resíduo produzido é enviado para aterro sanitário, tudo é reciclado, reaproveitado ou coprocessado. Em Joinville, a fábrica também conta com um robusto sistema de eficiência energética, com o uso de energia fotovoltaica, além de reciclagem de água industrial por meio de osmose reversa e tratamento de efluentes e esgotos em jardins filtrantes. A fábrica de Joinville foi a primeira na indústria automotiva na América do Sul a receber a mais conceituada certificação internacional de construção sustentável, o LEED – Leadership in Energy and Environmental Design – na categoria Gold.

Serão mais de 130 contratações, com um aumento de 30% da capacidade produtiva para atender exportações e Nova Montana

Antes tarde do que muito tarde

A Josapar lança, enfim, o feijão Tio João

Pois enfim a profecia se cumpriu e a Josapar anunciou, por estes dias, o feijão com a marca Tio João

Doze anos atrás, aproximadamente, escrevi um post cujo título era: “Feijão Tio João, por que não?”. O motivo estava nos repetidos resultados da pesquisa “Marcas de Quem Decide”, do Jornal do Comércio (RS), que apontavam a tradicional marca de arroz como a preferida dos entrevistados quando o produto em questão era o…feijão. O misto de desconhecimento dos respondentes – na maioria, executivos de médio e alto escalão pouco afeitos às lides domésticas, suponho – com a associação intuitiva de dois alimentos que viam sempre juntos no prato constituíam o contexto perfeito, a meu ver, para que a Josapar aproveitasse a oportunidade de lançar um produto que já tinha entusiastas antes mesmo de existir.

Pois enfim a profecia se cumpriu e a Josapar anunciou, por estes dias, o feijão com a marca Tio João. As matérias a respeito do assunto não sugerem motivos por trás desse aparente “atraso” entre a identificação da oportunidade (que certamente remonta a muito antes do “Marcas de Quem Decide”) e a colocação da novidade no mercado. Há somente pistas, como a afirmação de um executivo da empresa de que a companhia optou por “um feijão de fato inovador, como fizemos no arroz quando criamos a marca Tio João” (Valor Econômico, 27/09/22). Fica a minha suspeita de que os óbices eram de natureza “pré-porteira” (produção, beneficiamento, estocagem), uma vez que as condições pós (comunicação, distribuição e branding) mostravam-se obviamente favoráveis.

Extensões de marca mais ousadas geralmente são conduzidas com consultas a consumidores, sob a forma de pesquisas que testam o match entre a nova categoria e a marca em análise. Às vezes, no entanto, respostas caem no colo das empresas sem que elas estivessem a buscá-las. Foi o caso das antigas barrinhas de cereal e do fermento com a marca do açúcar União, depois descontinuados, e dos relógios da fabricante de canivetes Victorinox, criados a partir de enganos semelhantes aos dos fiéis “comensais” do feijão da Josapar.

Além de inesperados, insights assim podem também ser gratuitos, pois disponíveis nas diversas pesquisas Top of Mind que existem por aí, a começar pela mais tradicional de todas, a de AMANHÃ. Nela, a Nokia já foi tratada como operadora de celular, a transportadora de valores Prosegur como seguradora e a Marcopolo, como fabricante de caminhões. Bolas quicando à espera de quem as chute para o gol.

Ou, dito de outra forma, soluções em busca de um problema.

A Josapar lança, enfim, o feijão Tio João

Google lança Chromebooks para jogos na nuvem

Após alguns meses de muitos boatos sobre o assunto, o Google e três grandes fabricantes de hardware estão anunciando a chegada de uma nova linha de Chromebooks que tem como foco os jogos na nuvem.

Embora os jogos por streaming funcionem na grande maioria dos dispositivos, os Chromebooks ganharam upgrades para melhor experiência.

Os modelos contam com telas com taxas de atualização de mais de 120 hz, telas de alta resolução (até 1600p), teclados com tecnologia anti-ghosting, teclados RBG, placas WiFi 6/6E e melhores especificações técnicas.

São três novos Chromebooks para jogos na nuvem que estão chegando ao mercado: o Acer Chromebook 516 GE, o Asus Chromebook Vibe CX55 Flip e o Lenovo Ideapad Gaming Chromebook. 

O Google também está trabalhando com fabricantes de periféricos como Acer , Corsair , HyperX , Lenovo e SteelSeries para criar um ecossistema de mouses, fones de ouvido e joysticks certificados.

John Maletis, vice-presidente de produtos, engenharia e experiência do usuário do ChromeOS no Google, disse durante a coletiva de imprensa que o Google vem trabalhando neste projeto há mais de dois anos.

“Então, há dois anos, nos propusemos a fazer a melhor experiência de jogo possível e torná-la acessível a mais e mais pessoas”, disse Maletis. “Queríamos reduzir o tempo necessário para jogar esses jogos incríveis e reduzir drasticamente o custo de admissão sem sacrificar o desempenho.”

“É um projeto que envolve vários participantes diferentes em todo o ecossistema de laptops, desde fabricantes de chipsets até o sistema operacional, Chrome OS, desenvolvedores de aplicativos, fabricantes de periféricos e provedores de infraestrutura. Partimos em uma visão para entregar uma indústria em primeiro lugar. E estamos muito empolgados em revelá-lo hoje.”

O executivo do Google disse ainda que nos novos Chromebooks os jogos podem ser iniciados com um único clique e funcionam com parceiros como a NVIDIA, Amazon e Microsoft para acesso a GeForce Now, Luna e Xbox Game Pass respectivamente.

Sobre a decisão de descontinuar o Google Stadia, Maletis comentou que o Google está comprometido em rodar jogos nos Chromebooks e não importa em qual serviço os jogos estejam sendo oferecidos.

“Muitos de vocês viram as notícias de algumas semanas atrás sobre a decisão do Google de encerrar o Stadia, que era nossa plataforma de jogos na nuvem”, disse Maletis. 

“Eu realmente gostaria que eles tivessem tido sucesso. Mas eu quero enfatizar isso desde o início deste programa. Voltando dois anos atrás, tivemos uma abordagem muito baseada em princípios e dissemos que queremos ser agnósticos em jogos na nuvem. Queremos aparecer onde nossos usuários estão aparecendo e jogando seus jogos. Não queremos fixá-los em nenhum serviço em particular.”

Após alguns meses de muitos boatos sobre o assunto, o Google e três grandes fabricantes de hardware estão…

João do Vale é destaque no Google

O Google está promovendo uma homenagem em sua página inicial ao músico, cantor e compositor brasileiro João do Vale.

“João do Vale foi um cantor e compositor afro-brasileiro que introduziu os estilos musicais nordestinos nas comunidades de todo o Brasil”, publicou o Google.

“O Doodle de hoje celebra aquele que teria sido o 88º aniversário de João. Ele é lembrado como uma figura fundamental  para a história e cenário musical brasileiro”.

João do Vale

Nasceu em Pedreras, Maranhão, em 1934. Quando jovem, enfrentou o preconceito quando foi expulso da escola para dar lugar a um veterano – um evento que teve um impacto enorme na forma como ele via o mundo, e um impacto enorme no seu trabalho.

Então ele teve que vender laranjas no mercado para ajudar a sustentar sua família.

Aos 13 anos, João do Vale compôs músicas para grupos musicais brasileiros. Eles produziram uma peça chamada Bumba-Meu-Boi, retratando a cultura maranhense por meio de teatro, dança e letras.

Embora isso tenha ajudado a alimentar seu entusiasmo lírico, seu envolvimento com o grupo não forneceu dinheiro suficiente para aumentar as finanças de sua família.

Em busca de justiça e contra o preconceito, João viajou para o Rio de Janeiro para se dedicar a trabalhos braçais como mineração de carvão, pedreiro e construção civil.

Em seu tempo livre, ele viaja para outras grandes cidades para compartilhar suas melodias e poemas.

Influenciado por experiências pessoais e gêneros musicais nordestinos como o baião, Vale escreveu canções sobre pobreza e cultura popular.

No início da década de 1950, teve a oportunidade de apresentar os ritmos de dança que criou na Rádio Nacional, que influenciaram os gostos musicais de todo o Brasil.

Como não sabia escrever, João teve que recitar todas as obras para mostrar seu roteiro. Seus impressionantes baiões chamaram a atenção de apresentadores e produtores que ali trabalhavam, e sua carreira musical decolou!

Ele começou a trabalhar com artistas que estavam felizes em ajudá-lo a desenvolver habilidades de composição e composição.

Em 1964, João do Vale se apresentou em uma galeria mostrando o ritmo nordestino da classe trabalhadora do sul do Brasil.

Ele compôs várias composições musicais de sucesso, criou dois álbuns solo e compôs músicas que tornaram conhecidos muitos dos maiores nomes da indústria.

Há um teatro dedicado a ele no Centro Histórico de São Luís, e ele é homenageado com um memorial em sua cidade natal, Pedreiras.

O Google está promovendo uma homenagem em sua página inicial ao músico, cantor e compositor brasileiro João do…