Archives Outubro 2022

Mercado de eventos ganha primeiro hub de inovação e tecnologia do Brasil com o lançamento da EvenTech

A ideia surgiu após análise do impacto da tecnologia na recuperação e ressignificação de eventos durante a pandemia

Márcio Spagnolo, CEO da PSA; Liliane Basso (no meio), CEO da Eventech; e Camila Surian, com quase 10 anos de experiência em growth marketing — tendo passado por grandes startups como 4all e Triider. EvenTech/Divulgação

A EvenTech chega ao mercado para conectar e desenvolver soluções inovadoras para o setor de eventos ao proporcionar experiências que impactam positivamente o futuro do ecossistema. O setor de eventos registrou queda de 95% no faturamento de 2020. Porém, encontrou uma maneira de se recuperar na modalidade online, levando empresas de tecnologia a crescerem até 400%. É um mercado que movimenta anualmente R$ 75,4 bilhões em consumo e R$ 4,65 bilhões em impostos federais — impactando uma cadeia de serviços que inclui mais de 50 setores e movimenta um total de R$ 1 trilhão, de acordo com a Agência Brasil.

A ideia do hub nasceu a partir da análise do impacto da tecnologia na recuperação e ressignificação de eventos durante a pandemia. O uso de recursos tecnológicos ampliou imensamente as possibilidades de inovação e a entrega de novas experiências nos mais diversos perfis de eventos. No entanto, não chegou perto da experiência que a tecnologia pode proporcionar ao segmento — por isso a relevância de um hub que desenvolva logísticas facilitadoras que promovam soluções efetivas.

“Eventech” é uma expressão proprietária criada para designar as startups com soluções para a área de eventos, abrindo inúmeras oportunidades de investimento e negócios — uma vez que traz soluções das mais diversas áreas. A proposta é ampliar toda a operação, criando arenas experimentais para testar soluções e fazer com que a experiência seja replicada em âmbito nacional. Um ambiente inventivo e aberto a testes permite o surgimento de tecnologias disruptivas e quebras de barreiras.

Entre as estratégias para impactar o setor estão: o EvenMatch, que busca conectar o ecossistema e impulsionar a troca de conhecimento, a fusão entre áreas e a possibilidade de negócios; o EvenTalk, com momentos de fala e exposição a fim de compartilhar informações; o EvenJourney, o desenho de uma jornada completa e contínua que visa estruturar experiências transformadoras ao conectar ideias e pessoas de diferentes áreas; e o EvenUp, focado no desenvolvimento e escala de novos negócios, entendendo o investimento como ponto crucial na virada de momento das startups.

Além de conectar e desenvolver soluções, a EvenTech — pioneira do segmento no Brasil — chega para transformar a forma como as pessoas irão experienciar os eventos no futuro. “Na pandemia, a experiência de quase tudo mudou. Foi preciso adaptar, criar novas formas e modelos de presença. Foi fundamental ressignificar as palavras acesso, segurança, interação e entretenimento”, explica Liliane Basso, CEO da Eventech. “O progresso do setor depende da exponencialização da transformação que a tecnologia nos oferece, colocando a experiência em um patamar jamais imaginável. Nesse cenário, quem vai brilhar serão as eventechs. O futuro dos eventos começa aqui”, complementa Liliane.

Quem está à frente do hub?

A Eventech traz a experiência dos empresários Márcio Spagnolo, CEO da PSA — empresa líder no mercado em eventos corporativos; Liliane Basso, CEO da Eventech e mestre em design e tecnologia com ênfase em desenvolver laboratórios e consultorias de inovação para multinacionais; e Camila Surian, com quase 10 anos de experiência em growth marketing — tendo passado por grandes startups do mercado, como 4all e Triider.

A ideia surgiu após análise do impacto da tecnologia na recuperação e ressignificação de eventos durante a pandemia

Mercado de eventos ganha primeiro hub de inovação e tecnologia do Brasil com o lançamento da EvenTech

A ideia surgiu após análise do impacto da tecnologia na recuperação e ressignificação de eventos durante a pandemia

Márcio Spagnolo, CEO da PSA; Liliane Basso (no meio), CEO da Eventech; e Camila Surian, com quase 10 anos de experiência em growth marketing — tendo passado por grandes startups como 4all e Triider. EvenTech/Divulgação

A EvenTech chega ao mercado para conectar e desenvolver soluções inovadoras para o setor de eventos ao proporcionar experiências que impactam positivamente o futuro do ecossistema. O setor de eventos registrou queda de 95% no faturamento de 2020. Porém, encontrou uma maneira de se recuperar na modalidade online, levando empresas de tecnologia a crescerem até 400%. É um mercado que movimenta anualmente R$ 75,4 bilhões em consumo e R$ 4,65 bilhões em impostos federais — impactando uma cadeia de serviços que inclui mais de 50 setores e movimenta um total de R$ 1 trilhão, de acordo com a Agência Brasil.

A ideia do hub nasceu a partir da análise do impacto da tecnologia na recuperação e ressignificação de eventos durante a pandemia. O uso de recursos tecnológicos ampliou imensamente as possibilidades de inovação e a entrega de novas experiências nos mais diversos perfis de eventos. No entanto, não chegou perto da experiência que a tecnologia pode proporcionar ao segmento — por isso a relevância de um hub que desenvolva logísticas facilitadoras que promovam soluções efetivas.

“Eventech” é uma expressão proprietária criada para designar as startups com soluções para a área de eventos, abrindo inúmeras oportunidades de investimento e negócios — uma vez que traz soluções das mais diversas áreas. A proposta é ampliar toda a operação, criando arenas experimentais para testar soluções e fazer com que a experiência seja replicada em âmbito nacional. Um ambiente inventivo e aberto a testes permite o surgimento de tecnologias disruptivas e quebras de barreiras.

Entre as estratégias para impactar o setor estão: o EvenMatch, que busca conectar o ecossistema e impulsionar a troca de conhecimento, a fusão entre áreas e a possibilidade de negócios; o EvenTalk, com momentos de fala e exposição a fim de compartilhar informações; o EvenJourney, o desenho de uma jornada completa e contínua que visa estruturar experiências transformadoras ao conectar ideias e pessoas de diferentes áreas; e o EvenUp, focado no desenvolvimento e escala de novos negócios, entendendo o investimento como ponto crucial na virada de momento das startups.

Além de conectar e desenvolver soluções, a EvenTech — pioneira do segmento no Brasil — chega para transformar a forma como as pessoas irão experienciar os eventos no futuro. “Na pandemia, a experiência de quase tudo mudou. Foi preciso adaptar, criar novas formas e modelos de presença. Foi fundamental ressignificar as palavras acesso, segurança, interação e entretenimento”, explica Liliane Basso, CEO da Eventech. “O progresso do setor depende da exponencialização da transformação que a tecnologia nos oferece, colocando a experiência em um patamar jamais imaginável. Nesse cenário, quem vai brilhar serão as eventechs. O futuro dos eventos começa aqui”, complementa Liliane.

Quem está à frente do hub?

A Eventech traz a experiência dos empresários Márcio Spagnolo, CEO da PSA — empresa líder no mercado em eventos corporativos; Liliane Basso, CEO da Eventech e mestre em design e tecnologia com ênfase em desenvolver laboratórios e consultorias de inovação para multinacionais; e Camila Surian, com quase 10 anos de experiência em growth marketing — tendo passado por grandes startups do mercado, como 4all e Triider.

A ideia surgiu após análise do impacto da tecnologia na recuperação e ressignificação de eventos durante a pandemia

Mercado de eventos ganha primeiro hub de inovação e tecnologia do Brasil com o lançamento da EvenTech

A ideia surgiu após análise do impacto da tecnologia na recuperação e ressignificação de eventos durante a pandemia

Márcio Spagnolo, CEO da PSA; Liliane Basso (no meio), CEO da Eventech; e Camila Surian, com quase 10 anos de experiência em growth marketing — tendo passado por grandes startups como 4all e Triider. EvenTech/Divulgação

A EvenTech chega ao mercado para conectar e desenvolver soluções inovadoras para o setor de eventos ao proporcionar experiências que impactam positivamente o futuro do ecossistema. O setor de eventos registrou queda de 95% no faturamento de 2020. Porém, encontrou uma maneira de se recuperar na modalidade online, levando empresas de tecnologia a crescerem até 400%. É um mercado que movimenta anualmente R$ 75,4 bilhões em consumo e R$ 4,65 bilhões em impostos federais — impactando uma cadeia de serviços que inclui mais de 50 setores e movimenta um total de R$ 1 trilhão, de acordo com a Agência Brasil.

A ideia do hub nasceu a partir da análise do impacto da tecnologia na recuperação e ressignificação de eventos durante a pandemia. O uso de recursos tecnológicos ampliou imensamente as possibilidades de inovação e a entrega de novas experiências nos mais diversos perfis de eventos. No entanto, não chegou perto da experiência que a tecnologia pode proporcionar ao segmento — por isso a relevância de um hub que desenvolva logísticas facilitadoras que promovam soluções efetivas.

“Eventech” é uma expressão proprietária criada para designar as startups com soluções para a área de eventos, abrindo inúmeras oportunidades de investimento e negócios — uma vez que traz soluções das mais diversas áreas. A proposta é ampliar toda a operação, criando arenas experimentais para testar soluções e fazer com que a experiência seja replicada em âmbito nacional. Um ambiente inventivo e aberto a testes permite o surgimento de tecnologias disruptivas e quebras de barreiras.

Entre as estratégias para impactar o setor estão: o EvenMatch, que busca conectar o ecossistema e impulsionar a troca de conhecimento, a fusão entre áreas e a possibilidade de negócios; o EvenTalk, com momentos de fala e exposição a fim de compartilhar informações; o EvenJourney, o desenho de uma jornada completa e contínua que visa estruturar experiências transformadoras ao conectar ideias e pessoas de diferentes áreas; e o EvenUp, focado no desenvolvimento e escala de novos negócios, entendendo o investimento como ponto crucial na virada de momento das startups.

Além de conectar e desenvolver soluções, a EvenTech — pioneira do segmento no Brasil — chega para transformar a forma como as pessoas irão experienciar os eventos no futuro. “Na pandemia, a experiência de quase tudo mudou. Foi preciso adaptar, criar novas formas e modelos de presença. Foi fundamental ressignificar as palavras acesso, segurança, interação e entretenimento”, explica Liliane Basso, CEO da Eventech. “O progresso do setor depende da exponencialização da transformação que a tecnologia nos oferece, colocando a experiência em um patamar jamais imaginável. Nesse cenário, quem vai brilhar serão as eventechs. O futuro dos eventos começa aqui”, complementa Liliane.

Quem está à frente do hub?

A Eventech traz a experiência dos empresários Márcio Spagnolo, CEO da PSA — empresa líder no mercado em eventos corporativos; Liliane Basso, CEO da Eventech e mestre em design e tecnologia com ênfase em desenvolver laboratórios e consultorias de inovação para multinacionais; e Camila Surian, com quase 10 anos de experiência em growth marketing — tendo passado por grandes startups do mercado, como 4all e Triider.

A ideia surgiu após análise do impacto da tecnologia na recuperação e ressignificação de eventos durante a pandemia

Mercado de eventos ganha primeiro hub de inovação e tecnologia do Brasil com o lançamento da EvenTech

A ideia surgiu após análise do impacto da tecnologia na recuperação e ressignificação de eventos durante a pandemia

Márcio Spagnolo, CEO da PSA; Liliane Basso (no meio), CEO da Eventech; e Camila Surian, com quase 10 anos de experiência em growth marketing — tendo passado por grandes startups como 4all e Triider. EvenTech/Divulgação

A EvenTech chega ao mercado para conectar e desenvolver soluções inovadoras para o setor de eventos ao proporcionar experiências que impactam positivamente o futuro do ecossistema. O setor de eventos registrou queda de 95% no faturamento de 2020. Porém, encontrou uma maneira de se recuperar na modalidade online, levando empresas de tecnologia a crescerem até 400%. É um mercado que movimenta anualmente R$ 75,4 bilhões em consumo e R$ 4,65 bilhões em impostos federais — impactando uma cadeia de serviços que inclui mais de 50 setores e movimenta um total de R$ 1 trilhão, de acordo com a Agência Brasil.

A ideia do hub nasceu a partir da análise do impacto da tecnologia na recuperação e ressignificação de eventos durante a pandemia. O uso de recursos tecnológicos ampliou imensamente as possibilidades de inovação e a entrega de novas experiências nos mais diversos perfis de eventos. No entanto, não chegou perto da experiência que a tecnologia pode proporcionar ao segmento — por isso a relevância de um hub que desenvolva logísticas facilitadoras que promovam soluções efetivas.

“Eventech” é uma expressão proprietária criada para designar as startups com soluções para a área de eventos, abrindo inúmeras oportunidades de investimento e negócios — uma vez que traz soluções das mais diversas áreas. A proposta é ampliar toda a operação, criando arenas experimentais para testar soluções e fazer com que a experiência seja replicada em âmbito nacional. Um ambiente inventivo e aberto a testes permite o surgimento de tecnologias disruptivas e quebras de barreiras.

Entre as estratégias para impactar o setor estão: o EvenMatch, que busca conectar o ecossistema e impulsionar a troca de conhecimento, a fusão entre áreas e a possibilidade de negócios; o EvenTalk, com momentos de fala e exposição a fim de compartilhar informações; o EvenJourney, o desenho de uma jornada completa e contínua que visa estruturar experiências transformadoras ao conectar ideias e pessoas de diferentes áreas; e o EvenUp, focado no desenvolvimento e escala de novos negócios, entendendo o investimento como ponto crucial na virada de momento das startups.

Além de conectar e desenvolver soluções, a EvenTech — pioneira do segmento no Brasil — chega para transformar a forma como as pessoas irão experienciar os eventos no futuro. “Na pandemia, a experiência de quase tudo mudou. Foi preciso adaptar, criar novas formas e modelos de presença. Foi fundamental ressignificar as palavras acesso, segurança, interação e entretenimento”, explica Liliane Basso, CEO da Eventech. “O progresso do setor depende da exponencialização da transformação que a tecnologia nos oferece, colocando a experiência em um patamar jamais imaginável. Nesse cenário, quem vai brilhar serão as eventechs. O futuro dos eventos começa aqui”, complementa Liliane.

Quem está à frente do hub?

A Eventech traz a experiência dos empresários Márcio Spagnolo, CEO da PSA — empresa líder no mercado em eventos corporativos; Liliane Basso, CEO da Eventech e mestre em design e tecnologia com ênfase em desenvolver laboratórios e consultorias de inovação para multinacionais; e Camila Surian, com quase 10 anos de experiência em growth marketing — tendo passado por grandes startups do mercado, como 4all e Triider.

A ideia surgiu após análise do impacto da tecnologia na recuperação e ressignificação de eventos durante a pandemia

Mercado de eventos ganha primeiro hub de inovação e tecnologia do Brasil com o lançamento da EvenTech

A ideia surgiu após análise do impacto da tecnologia na recuperação e ressignificação de eventos durante a pandemia

Márcio Spagnolo, CEO da PSA; Liliane Basso (no meio), CEO da Eventech; e Camila Surian, com quase 10 anos de experiência em growth marketing — tendo passado por grandes startups como 4all e Triider. EvenTech/Divulgação

A EvenTech chega ao mercado para conectar e desenvolver soluções inovadoras para o setor de eventos ao proporcionar experiências que impactam positivamente o futuro do ecossistema. O setor de eventos registrou queda de 95% no faturamento de 2020. Porém, encontrou uma maneira de se recuperar na modalidade online, levando empresas de tecnologia a crescerem até 400%. É um mercado que movimenta anualmente R$ 75,4 bilhões em consumo e R$ 4,65 bilhões em impostos federais — impactando uma cadeia de serviços que inclui mais de 50 setores e movimenta um total de R$ 1 trilhão, de acordo com a Agência Brasil.

A ideia do hub nasceu a partir da análise do impacto da tecnologia na recuperação e ressignificação de eventos durante a pandemia. O uso de recursos tecnológicos ampliou imensamente as possibilidades de inovação e a entrega de novas experiências nos mais diversos perfis de eventos. No entanto, não chegou perto da experiência que a tecnologia pode proporcionar ao segmento — por isso a relevância de um hub que desenvolva logísticas facilitadoras que promovam soluções efetivas.

“Eventech” é uma expressão proprietária criada para designar as startups com soluções para a área de eventos, abrindo inúmeras oportunidades de investimento e negócios — uma vez que traz soluções das mais diversas áreas. A proposta é ampliar toda a operação, criando arenas experimentais para testar soluções e fazer com que a experiência seja replicada em âmbito nacional. Um ambiente inventivo e aberto a testes permite o surgimento de tecnologias disruptivas e quebras de barreiras.

Entre as estratégias para impactar o setor estão: o EvenMatch, que busca conectar o ecossistema e impulsionar a troca de conhecimento, a fusão entre áreas e a possibilidade de negócios; o EvenTalk, com momentos de fala e exposição a fim de compartilhar informações; o EvenJourney, o desenho de uma jornada completa e contínua que visa estruturar experiências transformadoras ao conectar ideias e pessoas de diferentes áreas; e o EvenUp, focado no desenvolvimento e escala de novos negócios, entendendo o investimento como ponto crucial na virada de momento das startups.

Além de conectar e desenvolver soluções, a EvenTech — pioneira do segmento no Brasil — chega para transformar a forma como as pessoas irão experienciar os eventos no futuro. “Na pandemia, a experiência de quase tudo mudou. Foi preciso adaptar, criar novas formas e modelos de presença. Foi fundamental ressignificar as palavras acesso, segurança, interação e entretenimento”, explica Liliane Basso, CEO da Eventech. “O progresso do setor depende da exponencialização da transformação que a tecnologia nos oferece, colocando a experiência em um patamar jamais imaginável. Nesse cenário, quem vai brilhar serão as eventechs. O futuro dos eventos começa aqui”, complementa Liliane.

Quem está à frente do hub?

A Eventech traz a experiência dos empresários Márcio Spagnolo, CEO da PSA — empresa líder no mercado em eventos corporativos; Liliane Basso, CEO da Eventech e mestre em design e tecnologia com ênfase em desenvolver laboratórios e consultorias de inovação para multinacionais; e Camila Surian, com quase 10 anos de experiência em growth marketing — tendo passado por grandes startups do mercado, como 4all e Triider.

A ideia surgiu após análise do impacto da tecnologia na recuperação e ressignificação de eventos durante a pandemia

Grupo Muffato avança no Paraná

Rede investiu R$ 50 milhões na inauguração do segundo Max Atacadista em Ponta Grossa

O novo layout e posicionamento da marca valorizam a diversidade de consumidores que passaram a frequentar o atacarejo como forma de economizar no orçamento doméstico ou agregar renda

Depois de inaugurar atacarejos em Cascavel, Apucarana e Cianorte no mês de setembro, o Grupo Muffato segue avançando no Paraná, entregando agora a segunda unidade do Max Atacadista de Ponta Grossa. O Max Jardim Carvalho é quinta unidade do Grupo Muffato na cidade núcleo dos Campos Gerais paranaenses. Para esta loja, foram contratados mais de 200 colaboradores diretos, e a estimativa é de que os investimentos mobilizem mais 200 trabalhadores indiretos. Além disso, a obra já impactou a economia local, fortalecendo o comércio, o setor imobiliário e mobilizando fornecedores, com um investimento total de R$ 50 milhões. O estabelecimento tem área total de 20 mil m², com 12 mil m² de área construída e 350 vagas de estacionamento. 

Dentro do conceito de atacarejo completo, o Max Jardim Carvalho também terá padaria com produtos frescos, açougue com atendimento no balcão, além dos cortes especiais, e setor de frios com variedade de fatiados somados a um mix de aproximadamente 15 mil itens. Os novos layout e posicionamento da marca valorizam a diversidade de consumidores que passaram a frequentar o atacarejo como forma de economizar no orçamento doméstico ou agregar renda, sem perder de vista os comerciantes. Queremos contribuir para o desenvolvimento da cidade, gerando empregos e entregando uma loja moderna, com variedade, qualidade e bons preços”, avalia Eduardo Muffato, diretor do Grupo. O Grupo Muffato atua desde 1999 em Ponta Grossa, primeiro com lojas de varejo e agora escalando o setor de atacarejo, que possibilita ao consumidor final comprar produtos com preço de atacado.  

Rede investiu R$ 50 milhões na inauguração do segundo Max Atacadista em Ponta Grossa

Rumo à COP 27

Empresa gaúcha confirma participação na COP 27

A Codex é uma das primeiras empresas brasileiras a confirmar participação na 27ª Conferência da ONU Sobre Mudanças Climáticas (COP-27), que acontece em novembro no Egito. Especializada em soluções de tecnologia e governança de dados, a Codex, com sede em Porto Alegre, foi convidada pelo 2º ano consecutivo a levar para o encontro sua experiência do uso de dados para políticas públicas sustentáveis, apresentando soluções data driven, data science e geotecnologia já implementadas no Brasil, como os sistemas de análise e monitoramento de áreas verdes para prevenir e combater crimes ambientais, especialmente na Floresta Amazônica, tema de interesse central do debate ambiental hoje. O mais importante encontro mundial de ações no combate às mudanças climáticas reúne um pequeno grupo de representantes da iniciativa privada para debater os avanços do acordo firmado no ano passado para combater efetivamente o aquecimento global.

“A COP 27 é o mais importante fórum de debate mundial sobre desenvolvimento sustentável e nosso objetivo é mostrar os avanços que a geotecnologia pode promover, auxiliando na maturidade de gestão de dados espaciais e ampliando as possibilidades de uso da informação, para gestores”, afirma Luiz Marchiori, diretor de Meio Ambiente e Governo da Codex.

Empresa gaúcha confirma participação na COP 27

Poupança deixa de perder para a inflação após dois anos

Aplicação rendeu 7,27% em 12 meses, contra IPCA de 7,17%

Nos próximos meses, a poupança continuará a ganhar da inflação

O recuo da inflação em setembro trouxe uma surpresa para os investidores da aplicação financeira mais tradicional do país. Pela primeira vez em dois anos, a caderneta de poupança deixou de perder da inflação. Em setembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou negativo em 0,29%, conforme divulgou na terça-feira (11) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 12 meses, a inflação oficial acumula 7,17%. De acordo com a Calculadora do Cidadão, disponível na página do Banco Central (BC), uma aplicação na caderneta de poupança rendeu 7,27% em 12 meses. O valor considera uma aplicação feita em 11 de outubro do ano passado e que não foi mexida até ontem. 


A última vez em que a poupança tinha superado a inflação ocorreu em agosto de 2020, quando a caderneta havia rendido 0,45% acima do IPCA em 12 meses. Desde então, a combinação entre inflação alta e juros baixos corroeu o rendimento da aplicação mais popular no país. O pior momento ocorreu em outubro de 2021, quando o aplicador perdeu 7,59% contra a inflação no acumulado de 12 meses. 
De março de 2021 a agosto deste ano, o BC elevou a taxa Selic (juros básicos da economia) de 2% para 13,75% ao ano. O IPCA, que até julho deste ano superava os dois dígitos no acumulado em 12 meses, recuou após três deflações consecutivas provocadas principalmente pelo corte de impostos em combustíveis, energia, telecomunicações e transporte coletivo. Esses dois fatores aos poucos reverteram a perda da poupança para a inflação.

Perspectivas 

Atualmente, a poupança rende 6,17% ao ano mais a Taxa Referencial (TR). Essa regra vale quando a taxa Selic está acima de 8,5% ao ano, o que ocorre desde dezembro do ano passado. Quando os juros básicos estão abaixo desse nível, a poupança rende 70% da Selic. Nos próximos meses, a poupança continuará a ganhar da inflação. Na última edição do boletim Focus, pesquisa semanal com investidores divulgada pelo Banco Central, os analistas de mercado previam que o IPCA deve fechar 2022 em 5,71%. Como o boletim Focus também prevê que a Selic encerrará 2022 em 13,75% ao ano, a caderneta continuará rendendo em torno de 7,5% no acumulado de 12 meses. 

A melhoria do rendimento deve ajudar a conter a fuga recorde de recursos da poupança observada este ano. De janeiro a setembro, os brasileiros sacaram da aplicação financeira R$ 91,07 bilhões a mais do que depositaram. Somente no mês passado, a retirada líquida (diferença entre depósitos e saques) chegou a R$ 5,9 bilhões.

Com Agência Brasil 

Aplicação rendeu 7,27% em 12 meses, contra IPCA de 7,17%

ESG é ferramenta de perenidade das indústrias

Tema foi tratado em evento sobre financiamento verde, promovido pelos Institutos SENAI de Inovação e de Tecnologia

Para Fernando Macedo, da Eletrobras, falar de ESG é compreender o quanto as ações sociais ou ambientais adotadas são relevantes para o negócio (foto: Filipe Scotti)

Boas práticas ambientais ou sociais isoladas são insuficientes para assegurar que uma empresa esteja incorporada à matriz ESG (da sigla em inglês para sustentabilidade ambiental, social e de gestão) e tenha acesso aos chamados financiamentos verdes. É preciso que a organização comprove seu engajamento efetivo com questões ambientais, sociais e de governança mais sensíveis para cada setor econômico e, assim, demonstre sua perenidade, afirmou, nesta terça (11), na Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), o diretor-adjunto de Governança, Riscos e Conformidade da Eletrobras, Fernando Macedo. Ele participou do evento híbrido I-Link Matriz ESG: garantindo evidências para financiamentos verdes.

Macedo observa que agências internacionais já identificaram indicadores não-financeiros que ajudam na construção da perenidade de cada empresa. Um exemplo é o Mapa de Materialidade do Sustainability Accouting Standards Board (SASB), que levantou requisitos relevantes para 77 segmentos industriais. Por isso, o especialista defende que cada organização esteja alinhada ao conjunto de indicadores de seu ramo de negócio.

Esses indicadores podem ser ambientais (emissão de gases do efeito estufa ou impactos na biodiversidade, ciclo de vida da embalagem, por exemplo), capital social (direitos humanos, relações com as comunidades), capital humano (diversidade, práticas trabalhistas), modelos de negócios e inovação (informações corretas nas embalagens), liderança e governança (gestão da cadeia de suprimentos). “Falar de ESG não é falar de um propósito, de uma causa, mas de compreender o quanto aquelas ações são relevantes para os negócios”, enfatiza Macedo.

“ESG não é assistencialismo ou filantropia, precisa estar conectado à estratégia de negócios da empresa”, afirmou André Teixeira, consultor do Instituto SENAI de Tecnologia em Logística de Produção, de Itajaí. Ele defende que as empresas adotem iniciativas preventivas e não apenas depois que os problemas se instalam.

Tema foi tratado em evento sobre financiamento verde, promovido pelos Institutos SENAI de Inovação e de Tecnologia

Três pesquisadores vencem Nobel de Economia 2022

Ben Bernanke, Douglas Diamond e Philip Dybvig levaram o prêmio com pesquisa sobre bancos e sua relação com crises financeiras

Os laureados deste ano “melhoraram significativamente a compreensão do papel dos bancos na economia, particularmente durante as crises financeiras”, disse a academia em comunicado

O prêmio Nobel de Economia teve seus vencedores de 2022 anunciados nesta segunda-feira (10). Nesse ano, o reconhecimento foi direcionado a três pesquisadores, Ben Bernanke, Douglas Diamond e Philip Dybvig, que desenvolveram pesquisas sobre bancos e sua relação com crises financeiras. Os laureados deste ano “melhoraram significativamente a compreensão do papel dos bancos na economia, particularmente durante as crises financeiras”, disse a academia em comunicado. Além disso, o júri avaliou que a pesquisa evidencia como regular mercados financeiros e evitar o colapso de bancos é vital para a economia. 

Ben Bernanke foi presidente do Federal Reserve (FED) dos Estados Unidos de 2006 a 2014 e analisou a Grande Depressão da década de 30, mostrando como as corridas bancárias foram decisivas para que a crise se tornasse tão profunda e prolongada. Já Douglas Diamond (Universidade de Chicago, EUA) e Philip Dybvig (Universidade de Washington em St. Louis, EUA) desenvolveram modelos teóricos que explicam por que os bancos existem, como o seu papel na sociedade os torna vulneráveis a rumores sobre colapsos iminentes e como a sociedade pode diminuir essa vulnerabilidade. Eles ainda apresentaram uma solução para a vulnerabilidade bancária: um seguro de depósito do governo. Nesse modelo, já que os depositantes sabem que seu dinheiro está garantido pelo Estado, não precisam mais correr para o banco assim que começam os rumores sobre corrida bancária. 

O valor do prêmio é de 10 milhões de coroas suecas (cerca de US$ 900 mil) e será dividido igualmente entre os três.

Ben Bernanke, Douglas Diamond e Philip Dybvig levaram o prêmio com pesquisa sobre bancos e sua relação com crises financeiras

Três pesquisadores vencem Nobel de Economia 2022

Ben Bernanke, Douglas Diamond e Philip Dybvig levaram o prêmio com pesquisa sobre bancos e sua relação com crises financeiras

Os laureados deste ano “melhoraram significativamente a compreensão do papel dos bancos na economia, particularmente durante as crises financeiras”, disse a academia em comunicado

O prêmio Nobel de Economia teve seus vencedores de 2022 anunciados nesta segunda-feira (10). Nesse ano, o reconhecimento foi direcionado a três pesquisadores, Ben Bernanke, Douglas Diamond e Philip Dybvig, que desenvolveram pesquisas sobre bancos e sua relação com crises financeiras. Os laureados deste ano “melhoraram significativamente a compreensão do papel dos bancos na economia, particularmente durante as crises financeiras”, disse a academia em comunicado. Além disso, o júri avaliou que a pesquisa evidencia como regular mercados financeiros e evitar o colapso de bancos é vital para a economia. 

Ben Bernanke foi presidente do Federal Reserve (FED) dos Estados Unidos de 2006 a 2014 e analisou a Grande Depressão da década de 30, mostrando como as corridas bancárias foram decisivas para que a crise se tornasse tão profunda e prolongada. Já Douglas Diamond (Universidade de Chicago, EUA) e Philip Dybvig (Universidade de Washington em St. Louis, EUA) desenvolveram modelos teóricos que explicam por que os bancos existem, como o seu papel na sociedade os torna vulneráveis a rumores sobre colapsos iminentes e como a sociedade pode diminuir essa vulnerabilidade. Eles ainda apresentaram uma solução para a vulnerabilidade bancária: um seguro de depósito do governo. Nesse modelo, já que os depositantes sabem que seu dinheiro está garantido pelo Estado, não precisam mais correr para o banco assim que começam os rumores sobre corrida bancária. 

O valor do prêmio é de 10 milhões de coroas suecas (cerca de US$ 900 mil) e será dividido igualmente entre os três.

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Três pesquisadores vencem Nobel de Economia 2022

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Os laureados deste ano “melhoraram significativamente a compreensão do papel dos bancos na economia, particularmente durante as crises financeiras”, disse a academia em comunicado

O prêmio Nobel de Economia teve seus vencedores de 2022 anunciados nesta segunda-feira (10). Nesse ano, o reconhecimento foi direcionado a três pesquisadores, Ben Bernanke, Douglas Diamond e Philip Dybvig, que desenvolveram pesquisas sobre bancos e sua relação com crises financeiras. Os laureados deste ano “melhoraram significativamente a compreensão do papel dos bancos na economia, particularmente durante as crises financeiras”, disse a academia em comunicado. Além disso, o júri avaliou que a pesquisa evidencia como regular mercados financeiros e evitar o colapso de bancos é vital para a economia. 

Ben Bernanke foi presidente do Federal Reserve (FED) dos Estados Unidos de 2006 a 2014 e analisou a Grande Depressão da década de 30, mostrando como as corridas bancárias foram decisivas para que a crise se tornasse tão profunda e prolongada. Já Douglas Diamond (Universidade de Chicago, EUA) e Philip Dybvig (Universidade de Washington em St. Louis, EUA) desenvolveram modelos teóricos que explicam por que os bancos existem, como o seu papel na sociedade os torna vulneráveis a rumores sobre colapsos iminentes e como a sociedade pode diminuir essa vulnerabilidade. Eles ainda apresentaram uma solução para a vulnerabilidade bancária: um seguro de depósito do governo. Nesse modelo, já que os depositantes sabem que seu dinheiro está garantido pelo Estado, não precisam mais correr para o banco assim que começam os rumores sobre corrida bancária. 

O valor do prêmio é de 10 milhões de coroas suecas (cerca de US$ 900 mil) e será dividido igualmente entre os três.

Ben Bernanke, Douglas Diamond e Philip Dybvig levaram o prêmio com pesquisa sobre bancos e sua relação com crises financeiras

ESG é ferramenta de perenidade das indústrias

Tema foi tratado em evento sobre financiamento verde, promovido pelos Institutos SENAI de Inovação e de Tecnologia

Para Fernando Macedo, da Eletrobras, falar de ESG é compreender o quanto as ações sociais ou ambientais adotadas são relevantes para o negócio (foto: Filipe Scotti)

Boas práticas ambientais ou sociais isoladas são insuficientes para assegurar que uma empresa esteja incorporada à matriz ESG (da sigla em inglês para sustentabilidade ambiental, social e de gestão) e tenha acesso aos chamados financiamentos verdes. É preciso que a organização comprove seu engajamento efetivo com questões ambientais, sociais e de governança mais sensíveis para cada setor econômico e, assim, demonstre sua perenidade, afirmou, nesta terça (11), na Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), o diretor-adjunto de Governança, Riscos e Conformidade da Eletrobras, Fernando Macedo. Ele participou do evento híbrido I-Link Matriz ESG: garantindo evidências para financiamentos verdes.

Macedo observa que agências internacionais já identificaram indicadores não-financeiros que ajudam na construção da perenidade de cada empresa. Um exemplo é o Mapa de Materialidade do Sustainability Accouting Standards Board (SASB), que levantou requisitos relevantes para 77 segmentos industriais. Por isso, o especialista defende que cada organização esteja alinhada ao conjunto de indicadores de seu ramo de negócio.

Esses indicadores podem ser ambientais (emissão de gases do efeito estufa ou impactos na biodiversidade, ciclo de vida da embalagem, por exemplo), capital social (direitos humanos, relações com as comunidades), capital humano (diversidade, práticas trabalhistas), modelos de negócios e inovação (informações corretas nas embalagens), liderança e governança (gestão da cadeia de suprimentos). “Falar de ESG não é falar de um propósito, de uma causa, mas de compreender o quanto aquelas ações são relevantes para os negócios”, enfatiza Macedo.

“ESG não é assistencialismo ou filantropia, precisa estar conectado à estratégia de negócios da empresa”, afirmou André Teixeira, consultor do Instituto SENAI de Tecnologia em Logística de Produção, de Itajaí. Ele defende que as empresas adotem iniciativas preventivas e não apenas depois que os problemas se instalam.

Tema foi tratado em evento sobre financiamento verde, promovido pelos Institutos SENAI de Inovação e de Tecnologia

RUMO À COP 27

Empresa Porto Alegrense confirma participação na COP 27

A Codex é uma das primeiras empresas brasileiras a confirmar participação na 27ª Conferência da ONU Sobre Mudanças Climáticas (COP-27), que acontece em novembro no Egito. Especializada em soluções de tecnologia e governança de dados, a Codex, com sede em Porto Alegre, foi convidada pelo 2º ano consecutivo a levar para o encontro sua experiência do uso de dados para políticas públicas sustentáveis, apresentando soluções data driven, data science e geotecnologia já implementadas no Brasil, como os sistemas de análise e monitoramento de áreas verdes para prevenir e combater crimes ambientais, especialmente na Floresta Amazônica, tema de interesse central do debate ambiental hoje. O mais importante encontro mundial de ações no combate às mudanças climáticas reúne um pequeno grupo de representantes da iniciativa privada para debater os avanços do acordo firmado no ano passado para combater efetivamente o aquecimento global.

“A COP 27 é o mais importante fórum de debate mundial sobre desenvolvimento sustentável e nosso objetivo é mostrar os avanços que a geotecnologia pode promover, auxiliando na maturidade de gestão de dados espaciais e ampliando as possibilidades de uso da informação, para gestores”, afirma Luiz Marchiori, diretor de Meio Ambiente e Governo da Codex.

Empresa Porto Alegrense confirma participação na COP 27

Grupo Muffato avança no Paraná

Rede investiu R$ 50 milhões na inauguração do segundo Max Atacadista em Ponta Grossa

O novo layout e posicionamento da marca valorizam a diversidade de consumidores que passaram a frequentar o atacarejo como forma de economizar no orçamento doméstico ou agregar renda

Depois de inaugurar atacarejos em Cascavel, Apucarana e Cianorte no mês de setembro, o Grupo Muffato segue avançando no Paraná, entregando agora a segunda unidade do Max Atacadista de Ponta Grossa. O Max Jardim Carvalho é quinta unidade do Grupo Muffato na cidade núcleo dos Campos Gerais paranaenses. Para esta loja, foram contratados mais de 200 colaboradores diretos, e a estimativa é de que os investimentos mobilizem mais 200 trabalhadores indiretos. Além disso, a obra já impactou a economia local, fortalecendo o comércio, o setor imobiliário e mobilizando fornecedores, com um investimento total de R$ 50 milhões. O estabelecimento tem área total de 20 mil m², com 12 mil m² de área construída e 350 vagas de estacionamento. 

Dentro do conceito de atacarejo completo, o Max Jardim Carvalho também terá padaria com produtos frescos, açougue com atendimento no balcão, além dos cortes especiais, e setor de frios com variedade de fatiados somados a um mix de aproximadamente 15 mil itens. Os novos layout e posicionamento da marca valorizam a diversidade de consumidores que passaram a frequentar o atacarejo como forma de economizar no orçamento doméstico ou agregar renda, sem perder de vista os comerciantes. Queremos contribuir para o desenvolvimento da cidade, gerando empregos e entregando uma loja moderna, com variedade, qualidade e bons preços”, avalia Eduardo Muffato, diretor do Grupo. O Grupo Muffato atua desde 1999 em Ponta Grossa, primeiro com lojas de varejo e agora escalando o setor de atacarejo, que possibilita ao consumidor final comprar produtos com preço de atacado.  

Rede investiu R$ 50 milhões na inauguração do segundo Max Atacadista em Ponta Grossa