Archives Outubro 2022

Para mais de 50% das empresas no mundo, sonho de transformação digital se torna pesadelo

A Gartner descobriu que 56% das organizações se arrependem de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos

À medida em que a demanda por tecnologia cresce, aumentam também as opções de produtos e serviços; e, com tanta oferta, expandem-se os casos de arrependimento das compras

Possibilidades de manter relações a distância, fácil acesso e divulgação de informações, melhora de processos internos e relacionamento com clientes, aumento do desempenho de colaboradores e tomadas de decisões mais assertivas. Essas são somente algumas das qualidades do advento das tecnologias para as empresas, independentemente do porte ou do segmento. E, se elas já vinham se destacando, com a pandemia da Covid-19 se tornaram essenciais, fazendo com que alguns negócios sobrevivessem e outros crescessem mais – o e-commerce, por exemplo. Contudo, nem só de flores vive esse cenário. À medida em que a demanda por tecnologia cresce, aumentam também as opções de produtos e serviços; e, com tanta oferta, expandem-se os casos de arrependimento das compras. Tal realidade foi constatada pela Gartner, que descobriu que 56% das organizações se arrependeram de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos.

Para chegar a esse consenso, a empresa, especializada em pesquisa e consultoria de Tecnologia da Informação em nível global, ouviu 1,1 mil executivos na América do Norte, Europa e Ásia sobre o tema. Mesmo o levantamento não abrangendo os brasileiros, por aqui o resultado seria bem semelhante, já que o principal motivo para a frustração esteve relacionado à mudança no perfil dos compradores de projetos de tecnologia, dos quais 67% não são da área de TI. “Ou seja: a decepção vem porque os empreendedores, sócios, CEOs e líderes não conhecem a fundo a empresa que dirigem, prática essa indispensável, com o auxílio da tecnologia, para conseguir crescer de forma consistente, aproveitar o time que se possui, direcionar o trabalho e garantir melhores resultados”, explica Atila Nicoletti, responsável pela liderança de Vendas e Alianças da Run2biz 

Pontos de atenção 

Mesmo o setor de Tecnologia sendo um dos que mais cresce nas empresas, há três grandes problemas: o primeiro é a demanda por profissionais qualificados, que aumenta diariamente. Para se ter uma ideia do déficit, um relatório da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação aponta que a carência por profissionais dessa área pode chegar a 260 mil, até 2024. O segundo é que a Tecnologia, sozinha, não é capaz de fazer nada. E, por fim, com mais tecnologia e mais formas diferentes de usá-la, é claro que há necessidade de um gerenciamento eficiente e ainda muitas complicações em implantá-la. Diante dessas dores, Atila alerta que, antes de começar um processo de evolução na Transformação Digital da empresa, é necessário se atentar a três pontos:

Observabilidade: consiste na capacidade de investigar e coletar métricas de ambientes, de servidores ou de aplicações em produção, descentralizado ou em nuvem, distinguindo e compreendendo todos os processos e emitindo alertas para solucionar e resolver incidentes de desempenho. Destacam-se aqui as soluções AIOps e APM, que contam com um poderoso suporte da tecnologia de Machine Learning.Processos: por meio da digitalização dos processos ou fluxos de trabalho, é possível analisar riscos, facilitar a gestão, verificar os resultados e obter relatórios em tempo real, com dados leais, o que coopera para considerações atuais e para tomadas de decisão certeiras, tendo uma visão 360º do negócio.Transformação Digital: para implementá-la de fato não basta só o profissional de TI comprar tecnologias e mantê-las funcionando. Além de um profundo entendimento sobre o negócio, é preciso fazer a conexão entre Pessoas, Processos, Negócios e Tecnologia a fim de garantir os melhores benefícios possíveis.

A Gartner descobriu que 56% das organizações se arrependem de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos

Para mais de 50% das empresas no mundo, sonho de transformação digital se torna pesadelo

A Gartner descobriu que 56% das organizações se arrependem de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos

À medida em que a demanda por tecnologia cresce, aumentam também as opções de produtos e serviços; e, com tanta oferta, expandem-se os casos de arrependimento das compras

Possibilidades de manter relações a distância, fácil acesso e divulgação de informações, melhora de processos internos e relacionamento com clientes, aumento do desempenho de colaboradores e tomadas de decisões mais assertivas. Essas são somente algumas das qualidades do advento das tecnologias para as empresas, independentemente do porte ou do segmento. E, se elas já vinham se destacando, com a pandemia da Covid-19 se tornaram essenciais, fazendo com que alguns negócios sobrevivessem e outros crescessem mais – o e-commerce, por exemplo. Contudo, nem só de flores vive esse cenário. À medida em que a demanda por tecnologia cresce, aumentam também as opções de produtos e serviços; e, com tanta oferta, expandem-se os casos de arrependimento das compras. Tal realidade foi constatada pela Gartner, que descobriu que 56% das organizações se arrependeram de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos.

Para chegar a esse consenso, a empresa, especializada em pesquisa e consultoria de Tecnologia da Informação em nível global, ouviu 1,1 mil executivos na América do Norte, Europa e Ásia sobre o tema. Mesmo o levantamento não abrangendo os brasileiros, por aqui o resultado seria bem semelhante, já que o principal motivo para a frustração esteve relacionado à mudança no perfil dos compradores de projetos de tecnologia, dos quais 67% não são da área de TI. “Ou seja: a decepção vem porque os empreendedores, sócios, CEOs e líderes não conhecem a fundo a empresa que dirigem, prática essa indispensável, com o auxílio da tecnologia, para conseguir crescer de forma consistente, aproveitar o time que se possui, direcionar o trabalho e garantir melhores resultados”, explica Atila Nicoletti, responsável pela liderança de Vendas e Alianças da Run2biz 

Pontos de atenção 

Mesmo o setor de Tecnologia sendo um dos que mais cresce nas empresas, há três grandes problemas: o primeiro é a demanda por profissionais qualificados, que aumenta diariamente. Para se ter uma ideia do déficit, um relatório da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação aponta que a carência por profissionais dessa área pode chegar a 260 mil, até 2024. O segundo é que a Tecnologia, sozinha, não é capaz de fazer nada. E, por fim, com mais tecnologia e mais formas diferentes de usá-la, é claro que há necessidade de um gerenciamento eficiente e ainda muitas complicações em implantá-la. Diante dessas dores, Atila alerta que, antes de começar um processo de evolução na Transformação Digital da empresa, é necessário se atentar a três pontos:

Observabilidade: consiste na capacidade de investigar e coletar métricas de ambientes, de servidores ou de aplicações em produção, descentralizado ou em nuvem, distinguindo e compreendendo todos os processos e emitindo alertas para solucionar e resolver incidentes de desempenho. Destacam-se aqui as soluções AIOps e APM, que contam com um poderoso suporte da tecnologia de Machine Learning.Processos: por meio da digitalização dos processos ou fluxos de trabalho, é possível analisar riscos, facilitar a gestão, verificar os resultados e obter relatórios em tempo real, com dados leais, o que coopera para considerações atuais e para tomadas de decisão certeiras, tendo uma visão 360º do negócio.Transformação Digital: para implementá-la de fato não basta só o profissional de TI comprar tecnologias e mantê-las funcionando. Além de um profundo entendimento sobre o negócio, é preciso fazer a conexão entre Pessoas, Processos, Negócios e Tecnologia a fim de garantir os melhores benefícios possíveis.

A Gartner descobriu que 56% das organizações se arrependem de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos

Para mais de 50% das empresas no mundo, sonho de transformação digital se torna pesadelo

A Gartner descobriu que 56% das organizações se arrependem de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos

À medida em que a demanda por tecnologia cresce, aumentam também as opções de produtos e serviços; e, com tanta oferta, expandem-se os casos de arrependimento das compras

Possibilidades de manter relações a distância, fácil acesso e divulgação de informações, melhora de processos internos e relacionamento com clientes, aumento do desempenho de colaboradores e tomadas de decisões mais assertivas. Essas são somente algumas das qualidades do advento das tecnologias para as empresas, independentemente do porte ou do segmento. E, se elas já vinham se destacando, com a pandemia da Covid-19 se tornaram essenciais, fazendo com que alguns negócios sobrevivessem e outros crescessem mais – o e-commerce, por exemplo. Contudo, nem só de flores vive esse cenário. À medida em que a demanda por tecnologia cresce, aumentam também as opções de produtos e serviços; e, com tanta oferta, expandem-se os casos de arrependimento das compras. Tal realidade foi constatada pela Gartner, que descobriu que 56% das organizações se arrependeram de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos.

Para chegar a esse consenso, a empresa, especializada em pesquisa e consultoria de Tecnologia da Informação em nível global, ouviu 1,1 mil executivos na América do Norte, Europa e Ásia sobre o tema. Mesmo o levantamento não abrangendo os brasileiros, por aqui o resultado seria bem semelhante, já que o principal motivo para a frustração esteve relacionado à mudança no perfil dos compradores de projetos de tecnologia, dos quais 67% não são da área de TI. “Ou seja: a decepção vem porque os empreendedores, sócios, CEOs e líderes não conhecem a fundo a empresa que dirigem, prática essa indispensável, com o auxílio da tecnologia, para conseguir crescer de forma consistente, aproveitar o time que se possui, direcionar o trabalho e garantir melhores resultados”, explica Atila Nicoletti, responsável pela liderança de Vendas e Alianças da Run2biz 

Pontos de atenção 

Mesmo o setor de Tecnologia sendo um dos que mais cresce nas empresas, há três grandes problemas: o primeiro é a demanda por profissionais qualificados, que aumenta diariamente. Para se ter uma ideia do déficit, um relatório da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação aponta que a carência por profissionais dessa área pode chegar a 260 mil, até 2024. O segundo é que a Tecnologia, sozinha, não é capaz de fazer nada. E, por fim, com mais tecnologia e mais formas diferentes de usá-la, é claro que há necessidade de um gerenciamento eficiente e ainda muitas complicações em implantá-la. Diante dessas dores, Atila alerta que, antes de começar um processo de evolução na Transformação Digital da empresa, é necessário se atentar a três pontos:

Observabilidade: consiste na capacidade de investigar e coletar métricas de ambientes, de servidores ou de aplicações em produção, descentralizado ou em nuvem, distinguindo e compreendendo todos os processos e emitindo alertas para solucionar e resolver incidentes de desempenho. Destacam-se aqui as soluções AIOps e APM, que contam com um poderoso suporte da tecnologia de Machine Learning.Processos: por meio da digitalização dos processos ou fluxos de trabalho, é possível analisar riscos, facilitar a gestão, verificar os resultados e obter relatórios em tempo real, com dados leais, o que coopera para considerações atuais e para tomadas de decisão certeiras, tendo uma visão 360º do negócio.Transformação Digital: para implementá-la de fato não basta só o profissional de TI comprar tecnologias e mantê-las funcionando. Além de um profundo entendimento sobre o negócio, é preciso fazer a conexão entre Pessoas, Processos, Negócios e Tecnologia a fim de garantir os melhores benefícios possíveis.

A Gartner descobriu que 56% das organizações se arrependem de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos

Para mais de 50% das empresas no mundo, sonho de transformação digital se torna pesadelo

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À medida em que a demanda por tecnologia cresce, aumentam também as opções de produtos e serviços; e, com tanta oferta, expandem-se os casos de arrependimento das compras

Possibilidades de manter relações a distância, fácil acesso e divulgação de informações, melhora de processos internos e relacionamento com clientes, aumento do desempenho de colaboradores e tomadas de decisões mais assertivas. Essas são somente algumas das qualidades do advento das tecnologias para as empresas, independentemente do porte ou do segmento. E, se elas já vinham se destacando, com a pandemia da Covid-19 se tornaram essenciais, fazendo com que alguns negócios sobrevivessem e outros crescessem mais – o e-commerce, por exemplo. Contudo, nem só de flores vive esse cenário. À medida em que a demanda por tecnologia cresce, aumentam também as opções de produtos e serviços; e, com tanta oferta, expandem-se os casos de arrependimento das compras. Tal realidade foi constatada pela Gartner, que descobriu que 56% das organizações se arrependeram de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos.

Para chegar a esse consenso, a empresa, especializada em pesquisa e consultoria de Tecnologia da Informação em nível global, ouviu 1,1 mil executivos na América do Norte, Europa e Ásia sobre o tema. Mesmo o levantamento não abrangendo os brasileiros, por aqui o resultado seria bem semelhante, já que o principal motivo para a frustração esteve relacionado à mudança no perfil dos compradores de projetos de tecnologia, dos quais 67% não são da área de TI. “Ou seja: a decepção vem porque os empreendedores, sócios, CEOs e líderes não conhecem a fundo a empresa que dirigem, prática essa indispensável, com o auxílio da tecnologia, para conseguir crescer de forma consistente, aproveitar o time que se possui, direcionar o trabalho e garantir melhores resultados”, explica Atila Nicoletti, responsável pela liderança de Vendas e Alianças da Run2biz 

Pontos de atenção 

Mesmo o setor de Tecnologia sendo um dos que mais cresce nas empresas, há três grandes problemas: o primeiro é a demanda por profissionais qualificados, que aumenta diariamente. Para se ter uma ideia do déficit, um relatório da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação aponta que a carência por profissionais dessa área pode chegar a 260 mil, até 2024. O segundo é que a Tecnologia, sozinha, não é capaz de fazer nada. E, por fim, com mais tecnologia e mais formas diferentes de usá-la, é claro que há necessidade de um gerenciamento eficiente e ainda muitas complicações em implantá-la. Diante dessas dores, Atila alerta que, antes de começar um processo de evolução na Transformação Digital da empresa, é necessário se atentar a três pontos:

Observabilidade: consiste na capacidade de investigar e coletar métricas de ambientes, de servidores ou de aplicações em produção, descentralizado ou em nuvem, distinguindo e compreendendo todos os processos e emitindo alertas para solucionar e resolver incidentes de desempenho. Destacam-se aqui as soluções AIOps e APM, que contam com um poderoso suporte da tecnologia de Machine Learning.Processos: por meio da digitalização dos processos ou fluxos de trabalho, é possível analisar riscos, facilitar a gestão, verificar os resultados e obter relatórios em tempo real, com dados leais, o que coopera para considerações atuais e para tomadas de decisão certeiras, tendo uma visão 360º do negócio.Transformação Digital: para implementá-la de fato não basta só o profissional de TI comprar tecnologias e mantê-las funcionando. Além de um profundo entendimento sobre o negócio, é preciso fazer a conexão entre Pessoas, Processos, Negócios e Tecnologia a fim de garantir os melhores benefícios possíveis.

A Gartner descobriu que 56% das organizações se arrependem de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos

Chocolates artesanais da Lugano espalham sabor de Gramado pelo Brasil

Em dois anos, empresa pula de 60 para 300 lojas com um ousado projeto de franquia da marca

Marisa Valério, colunista de AMANHÃ, viajou a convite da Chocolate Lugano

As famosas plaquinhas de chocolate com a inscrição “Lembrança de Gramado”, em letra cursiva, estarão em breve em cerca de 300 lojas em todo o país. E com uma particularidade: a frase terá sido escrita à mão, em cada uma, com um saquinho de confeitar cheio de chocolate branco, como se faz há quase 50 anos na fábrica da Chocolate Lugano, em Gramado. Esse é um dos principais aspectos do arrojado plano de expansão da marca gaúcha, que já é a maior produtora brasileira de chocolate artesanal: crescer aceleradamente sem abrir mão do toque humano em cada etapa do processo.

Com oito lojas próprias, 64 franqueadas e 225 contratos de franquia assinados, a Lugano se preparou para a expansão investindo em várias frentes: obras e novas máquinas na fábrica instalada em Gramado, pesquisa e desenvolvimento de produtos, e sobretudo treinamento e qualificação dos colaboradores nas linhas de produção e nas oito lojas próprias.

“Vamos sair de 60 para 300 lojas em dois anos. Estamos produzindo 60 toneladas por mês e aumentando o volume de produção sem perder a nossa essência, que é o chocolate de alta qualidade feito à mão. É o nosso diferencial”, diz o diretor de marketing Jonas Esteves.

Esse cuidado pode significar até três meses de treinamento para que os trabalhadores da fábrica aprendam a escrever com chocolate, usando todos a mesma letra arredondada e afetuosa. A Lugano se dá ao luxo de não usar moldes para pintar as mensagens de Natal, Páscoa e homenagens variadas, que enfeitam os chocolates. Mesmo em processos produtivos mais automatizados, as mãos humanas aparecem em laços de fita ou na aplicação de confeitos que parecem bordados.

Para além de Gramado

À frente da gestão da empresa desde 2018 – após um processo de sucessão iniciado em 2014 e feito todo dentro de casa -, o CEO Augusto Luz, da terceira geração da família, explica que a expansão da Chocolate Lugano foi acelerada pela pandemia da Covid-19. Ao buscar oportunidades na crise que fechou todas as lojas por vários meses e levou à redução de 60% do quadro de funcionários, a empresa resolveu abrir novos mercados.

“A ideia é não depender apenas da matriz econômica da região de Gramado, que representava 70 a 80 por cento do nosso faturamento”, diz Augusto. Com R$ 80 milhões de faturamento ao ano, ele pretende inverter a relação, trazendo essa fatia das unidades franqueadas – um modelo de negócio com investimentos de pelo menos R$ 460 mil do franqueado. As lojas somam cafeteria e chocolateria e têm faturamento médio mensal previsto de R$ 100 mil a R$ 300 mil.

O projeto de franqueamento da marca nasceu em 2018 e desenvolveu uma retaguardacompleta para os franqueados – que hoje recebem assistência em cada passo da jornada administrativa, de marketing e de vendas.

Augusto Luz conta que a crise trazida pela pandemia acabou por trazer investidores para a marca. “Muitas pessoas começaram a tirar o dinheiro dos bancos e a querer investir. E outras foram desligadas de seus empregos e resolveram empreender. Os anos de 2021 e 2022 foram marcados pela ascensão do franchise.”

Mercado americano

Outro projeto da Lugano decolou no período da pandemia: a internacionalização da marca. Ela vem sendo pensada desde 2015, com estudos de mercado, participação em feiras e busca de contatos. No ano passado foram fechados os primeiros contratos de exportação para os Estados Unidos. “A crescente do dólar e a dificuldade dos americanos de comprar da China nos favoreceram bastante”, lembra o CEO.

Mais de 1,3 milhão de caixinhas de trufas com a marca Lugano foram exportadas para o mercado americano, e outros produtos foram enviados no modelo white label, terceirizados para varejistas locais com a marca própria. Também foram feitas campanhas de Natal que já estão contratadas para este ano. A experiência deve se alargar para outros mercados, principalmente em países sul e centro americanos.

Outros negócios

Também em forte ritmo está a diversificação dentro do grupo. A operação de bebidas inclui vinhos e cervejas com a marca Lugano e já representa 20% do faturamento mensal. Eles são vendidos separadamente ou na composição de kits, presentes personalizados e venda para consumo nas lojas. As cervejas são produzidas em parceria com a Rasen Bier, empresa do grupo, e os vinhos são feitos em parceria com a vinícola gaúcha Lídio Carraro.

Na área de turismo, a Lugano inaugurou em 2015 o Mundo do Chocolate, uma área temática em que expõe centenas de esculturas feitas de chocolate. Em fevereiro do ano que vem esse ambiente vai dar lugar a uma nova atração para os turistas que lotam Gramado o ano todo. O Parque do Luguito, que também aproveita a popularidade do mascote da marca – um urso vestido a rigor – , terá cinco mil metros quadrados de experiências e diversão, incluindo uma mini fábrica da Lugano em que o visitante poderá personalizar uma barra de chocolate com as próprias mãos.

Uma nova loja na famosa Rua Torta também vai atender os turistas que lotam a ruazinha para tirar fotos e fazer vídeos.

Avenida Paulista e Corcovado dão grande visibilidade à grife Lugano

Marca líder em chocolates finos do Brasil, a Lugano inaugurou em março uma loja conceito no complexo do Corcovado, no Rio de Janeiro. A unidade está instalada na área de embarque do trem que leva os visitantes ao Cristo Redentor pela Estrada de Ferro, o passeio turístico mais antigo do país. O prédio é tombado e o espaço Lugano tem 70 metros quadrados de área interna e externa. O investimento de R$ 1,5 milhão foi feito pela própria empresa e dá projeção internacional para a marca, oferecendo aos turistas mais de 500 produtos com diferentes tipos de chocolates , cafés, licores, cervejas artesanais e uma pequena cafeteria. O Rio já tem outras oito lojas Lugano.

Em abril, R$ 2,5 milhões foram aplicados para inaugurar, em tempo para as vendas da Páscoa, a terceira loja na capital paulista, a nona no estado de São Paulo. Considerada a maior loja da Lugano fora de Gramado, a flagship store fica no Conjunto Nacional, conhecido como o primeiro shopping center da América Latina, inaugurado em 1958. Localizado na mais paulistana das avenidas, o novo endereço projeta a marca em um dos metros quadrados mais caros do país.

Assim como em Gramado, onde estão as primeiras lojas, e que fornecem o modelo para as demais, sejam próprias ou franqueadas, a unidade paulistana tem a presença do Luguito – nome da carismática mascote da Lugano – e o espaço Le Chef, ambiente que permite a produção de chocolate personalizado, aos olhos do cliente. O consumidor escolhe os sabores e os ingredientes do seu chocolate (são várias opções entre frutas secas, cereais, grãos, chocolate branco, preto ou 70% cacau), acompanha o preparo das chamadas “gotas personalizadas” e as saboreia sem pressa, acompanhado de um expresso ou capuccino no ambiente de cafeteria integrado à loja, com opções de salgados e bolos.

Cacau da floresta

Fundada no ano de 1976 em Gramado, a Lugano tem seu nome inspirado na cidade suíça de mesmo nome, localizada na fronteira com a Itália. Mas o chocolate segue uma receita bem brasileira, feita para despertar o paladar e oferecer a melhor experiência sensorial. Grande produtor de cacau, o Brasil é o único fornecedor da Lugano, que compra a matéria prima de alta qualidade produzida no Pará, em plena floresta amazônica.

O cacau plantado à sombra das árvores recebe menor incidência de sol e maior umidade, o que resulta em um fruto de alta qualidade. A colheita é basicamente manual, já que não é possível usar máquinas. O cuidado com a matéria prima se estende para todas as etapas da produção, incluindo o processo de torra, feito a 120 graus. “O ponto de torra não é muito alto porque, como no café, isso conserva todo o aroma da semente e preserva mais os antioxidantes”, explica Francisco Marcon, gerente da fábrica.

Feita a torra, o cacau segue para a moagem, onde se obtém o líquor, o produto que se transforma em cacau e manteiga de cacau. São esses ingredientes, que juntamente com o leite em pó e o açúcar vão compor a receita dos chocolates Lugano. “A legislação brasileira pede 25% de cacau na composição para considerar o chocolate como puro. Mas aqui na Lugano nós usamos 36% de cacau na composição de chocolate ao leite. Estamos acima inclusive do que prevê a legislação europeia, que pede 35%. No chocolate branco temos 32%, quando a lei exige 19%”, conta Marcon.

Clique aqui e assista a matéria completa em AMANHÃ TV da visita da colunista à fábrica. 

Em dois anos, empresa pula de 60 para 300 lojas com um ousado projeto de franquia da marca

Para mais de 50% das empresas no mundo, sonho de transformação digital se torna pesadelo

A Gartner descobriu que 56% das organizações se arrependem de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos

À medida em que a demanda por tecnologia cresce, aumentam também as opções de produtos e serviços; e, com tanta oferta, expandem-se os casos de arrependimento das compras

Possibilidades de manter relações a distância, fácil acesso e divulgação de informações, melhora de processos internos e relacionamento com clientes, aumento do desempenho de colaboradores e tomadas de decisões mais assertivas. Essas são somente algumas das qualidades do advento das tecnologias para as empresas, independentemente do porte ou do segmento. E, se elas já vinham se destacando, com a pandemia da Covid-19 se tornaram essenciais, fazendo com que alguns negócios sobrevivessem e outros crescessem mais – o e-commerce, por exemplo. Contudo, nem só de flores vive esse cenário. À medida em que a demanda por tecnologia cresce, aumentam também as opções de produtos e serviços; e, com tanta oferta, expandem-se os casos de arrependimento das compras. Tal realidade foi constatada pela Gartner, que descobriu que 56% das organizações se arrependeram de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos.

Para chegar a esse consenso, a empresa, especializada em pesquisa e consultoria de Tecnologia da Informação em nível global, ouviu 1,1 mil executivos na América do Norte, Europa e Ásia sobre o tema. Mesmo o levantamento não abrangendo os brasileiros, por aqui o resultado seria bem semelhante, já que o principal motivo para a frustração esteve relacionado à mudança no perfil dos compradores de projetos de tecnologia, dos quais 67% não são da área de TI. “Ou seja: a decepção vem porque os empreendedores, sócios, CEOs e líderes não conhecem a fundo a empresa que dirigem, prática essa indispensável, com o auxílio da tecnologia, para conseguir crescer de forma consistente, aproveitar o time que se possui, direcionar o trabalho e garantir melhores resultados”, explica Atila Nicoletti, responsável pela liderança de Vendas e Alianças da Run2biz 

Pontos de atenção 

Mesmo o setor de Tecnologia sendo um dos que mais cresce nas empresas, há três grandes problemas: o primeiro é a demanda por profissionais qualificados, que aumenta diariamente. Para se ter uma ideia do déficit, um relatório da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação aponta que a carência por profissionais dessa área pode chegar a 260 mil, até 2024. O segundo é que a Tecnologia, sozinha, não é capaz de fazer nada. E, por fim, com mais tecnologia e mais formas diferentes de usá-la, é claro que há necessidade de um gerenciamento eficiente e ainda muitas complicações em implantá-la. Diante dessas dores, Atila alerta que, antes de começar um processo de evolução na Transformação Digital da empresa, é necessário se atentar a três pontos:

Observabilidade: consiste na capacidade de investigar e coletar métricas de ambientes, de servidores ou de aplicações em produção, descentralizado ou em nuvem, distinguindo e compreendendo todos os processos e emitindo alertas para solucionar e resolver incidentes de desempenho. Destacam-se aqui as soluções AIOps e APM, que contam com um poderoso suporte da tecnologia de Machine Learning.Processos: por meio da digitalização dos processos ou fluxos de trabalho, é possível analisar riscos, facilitar a gestão, verificar os resultados e obter relatórios em tempo real, com dados leais, o que coopera para considerações atuais e para tomadas de decisão certeiras, tendo uma visão 360º do negócio.Transformação Digital: para implementá-la de fato não basta só o profissional de TI comprar tecnologias e mantê-las funcionando. Além de um profundo entendimento sobre o negócio, é preciso fazer a conexão entre Pessoas, Processos, Negócios e Tecnologia a fim de garantir os melhores benefícios possíveis.

A Gartner descobriu que 56% das organizações se arrependem de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos

Para mais de 50% das empresas no mundo, sonho de transformação digital se torna pesadelo

A Gartner descobriu que 56% das organizações se arrependem de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos

À medida em que a demanda por tecnologia cresce, aumentam também as opções de produtos e serviços; e, com tanta oferta, expandem-se os casos de arrependimento das compras

Possibilidades de manter relações a distância, fácil acesso e divulgação de informações, melhora de processos internos e relacionamento com clientes, aumento do desempenho de colaboradores e tomadas de decisões mais assertivas. Essas são somente algumas das qualidades do advento das tecnologias para as empresas, independentemente do porte ou do segmento. E, se elas já vinham se destacando, com a pandemia da Covid-19 se tornaram essenciais, fazendo com que alguns negócios sobrevivessem e outros crescessem mais – o e-commerce, por exemplo. Contudo, nem só de flores vive esse cenário. À medida em que a demanda por tecnologia cresce, aumentam também as opções de produtos e serviços; e, com tanta oferta, expandem-se os casos de arrependimento das compras. Tal realidade foi constatada pela Gartner, que descobriu que 56% das organizações se arrependeram de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos.

Para chegar a esse consenso, a empresa, especializada em pesquisa e consultoria de Tecnologia da Informação em nível global, ouviu 1,1 mil executivos na América do Norte, Europa e Ásia sobre o tema. Mesmo o levantamento não abrangendo os brasileiros, por aqui o resultado seria bem semelhante, já que o principal motivo para a frustração esteve relacionado à mudança no perfil dos compradores de projetos de tecnologia, dos quais 67% não são da área de TI. “Ou seja: a decepção vem porque os empreendedores, sócios, CEOs e líderes não conhecem a fundo a empresa que dirigem, prática essa indispensável, com o auxílio da tecnologia, para conseguir crescer de forma consistente, aproveitar o time que se possui, direcionar o trabalho e garantir melhores resultados”, explica Atila Nicoletti, responsável pela liderança de Vendas e Alianças da Run2biz 

Pontos de atenção 

Mesmo o setor de Tecnologia sendo um dos que mais cresce nas empresas, há três grandes problemas: o primeiro é a demanda por profissionais qualificados, que aumenta diariamente. Para se ter uma ideia do déficit, um relatório da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação aponta que a carência por profissionais dessa área pode chegar a 260 mil, até 2024. O segundo é que a Tecnologia, sozinha, não é capaz de fazer nada. E, por fim, com mais tecnologia e mais formas diferentes de usá-la, é claro que há necessidade de um gerenciamento eficiente e ainda muitas complicações em implantá-la. Diante dessas dores, Atila alerta que, antes de começar um processo de evolução na Transformação Digital da empresa, é necessário se atentar a três pontos:

Observabilidade: consiste na capacidade de investigar e coletar métricas de ambientes, de servidores ou de aplicações em produção, descentralizado ou em nuvem, distinguindo e compreendendo todos os processos e emitindo alertas para solucionar e resolver incidentes de desempenho. Destacam-se aqui as soluções AIOps e APM, que contam com um poderoso suporte da tecnologia de Machine Learning.Processos: por meio da digitalização dos processos ou fluxos de trabalho, é possível analisar riscos, facilitar a gestão, verificar os resultados e obter relatórios em tempo real, com dados leais, o que coopera para considerações atuais e para tomadas de decisão certeiras, tendo uma visão 360º do negócio.Transformação Digital: para implementá-la de fato não basta só o profissional de TI comprar tecnologias e mantê-las funcionando. Além de um profundo entendimento sobre o negócio, é preciso fazer a conexão entre Pessoas, Processos, Negócios e Tecnologia a fim de garantir os melhores benefícios possíveis.

A Gartner descobriu que 56% das organizações se arrependem de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos

Para mais de 50% das empresas no mundo, sonho de transformação digital se torna pesadelo

A Gartner descobriu que 56% das organizações se arrependem de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos

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Possibilidades de manter relações a distância, fácil acesso e divulgação de informações, melhora de processos internos e relacionamento com clientes, aumento do desempenho de colaboradores e tomadas de decisões mais assertivas. Essas são somente algumas das qualidades do advento das tecnologias para as empresas, independentemente do porte ou do segmento. E, se elas já vinham se destacando, com a pandemia da Covid-19 se tornaram essenciais, fazendo com que alguns negócios sobrevivessem e outros crescessem mais – o e-commerce, por exemplo. Contudo, nem só de flores vive esse cenário. À medida em que a demanda por tecnologia cresce, aumentam também as opções de produtos e serviços; e, com tanta oferta, expandem-se os casos de arrependimento das compras. Tal realidade foi constatada pela Gartner, que descobriu que 56% das organizações se arrependeram de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos.

Para chegar a esse consenso, a empresa, especializada em pesquisa e consultoria de Tecnologia da Informação em nível global, ouviu 1,1 mil executivos na América do Norte, Europa e Ásia sobre o tema. Mesmo o levantamento não abrangendo os brasileiros, por aqui o resultado seria bem semelhante, já que o principal motivo para a frustração esteve relacionado à mudança no perfil dos compradores de projetos de tecnologia, dos quais 67% não são da área de TI. “Ou seja: a decepção vem porque os empreendedores, sócios, CEOs e líderes não conhecem a fundo a empresa que dirigem, prática essa indispensável, com o auxílio da tecnologia, para conseguir crescer de forma consistente, aproveitar o time que se possui, direcionar o trabalho e garantir melhores resultados”, explica Atila Nicoletti, responsável pela liderança de Vendas e Alianças da Run2biz 

Pontos de atenção 

Mesmo o setor de Tecnologia sendo um dos que mais cresce nas empresas, há três grandes problemas: o primeiro é a demanda por profissionais qualificados, que aumenta diariamente. Para se ter uma ideia do déficit, um relatório da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação aponta que a carência por profissionais dessa área pode chegar a 260 mil, até 2024. O segundo é que a Tecnologia, sozinha, não é capaz de fazer nada. E, por fim, com mais tecnologia e mais formas diferentes de usá-la, é claro que há necessidade de um gerenciamento eficiente e ainda muitas complicações em implantá-la. Diante dessas dores, Atila alerta que, antes de começar um processo de evolução na Transformação Digital da empresa, é necessário se atentar a três pontos:

Observabilidade: consiste na capacidade de investigar e coletar métricas de ambientes, de servidores ou de aplicações em produção, descentralizado ou em nuvem, distinguindo e compreendendo todos os processos e emitindo alertas para solucionar e resolver incidentes de desempenho. Destacam-se aqui as soluções AIOps e APM, que contam com um poderoso suporte da tecnologia de Machine Learning.Processos: por meio da digitalização dos processos ou fluxos de trabalho, é possível analisar riscos, facilitar a gestão, verificar os resultados e obter relatórios em tempo real, com dados leais, o que coopera para considerações atuais e para tomadas de decisão certeiras, tendo uma visão 360º do negócio.Transformação Digital: para implementá-la de fato não basta só o profissional de TI comprar tecnologias e mantê-las funcionando. Além de um profundo entendimento sobre o negócio, é preciso fazer a conexão entre Pessoas, Processos, Negócios e Tecnologia a fim de garantir os melhores benefícios possíveis.

A Gartner descobriu que 56% das organizações se arrependem de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos

Para mais de 50% das empresas no mundo, sonho de transformação digital se torna pesadelo

A Gartner descobriu que 56% das organizações se arrependem de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos

À medida em que a demanda por tecnologia cresce, aumentam também as opções de produtos e serviços; e, com tanta oferta, expandem-se os casos de arrependimento das compras

Possibilidades de manter relações a distância, fácil acesso e divulgação de informações, melhora de processos internos e relacionamento com clientes, aumento do desempenho de colaboradores e tomadas de decisões mais assertivas. Essas são somente algumas das qualidades do advento das tecnologias para as empresas, independentemente do porte ou do segmento. E, se elas já vinham se destacando, com a pandemia da Covid-19 se tornaram essenciais, fazendo com que alguns negócios sobrevivessem e outros crescessem mais – o e-commerce, por exemplo. Contudo, nem só de flores vive esse cenário. À medida em que a demanda por tecnologia cresce, aumentam também as opções de produtos e serviços; e, com tanta oferta, expandem-se os casos de arrependimento das compras. Tal realidade foi constatada pela Gartner, que descobriu que 56% das organizações se arrependeram de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos.

Para chegar a esse consenso, a empresa, especializada em pesquisa e consultoria de Tecnologia da Informação em nível global, ouviu 1,1 mil executivos na América do Norte, Europa e Ásia sobre o tema. Mesmo o levantamento não abrangendo os brasileiros, por aqui o resultado seria bem semelhante, já que o principal motivo para a frustração esteve relacionado à mudança no perfil dos compradores de projetos de tecnologia, dos quais 67% não são da área de TI. “Ou seja: a decepção vem porque os empreendedores, sócios, CEOs e líderes não conhecem a fundo a empresa que dirigem, prática essa indispensável, com o auxílio da tecnologia, para conseguir crescer de forma consistente, aproveitar o time que se possui, direcionar o trabalho e garantir melhores resultados”, explica Atila Nicoletti, responsável pela liderança de Vendas e Alianças da Run2biz 

Pontos de atenção 

Mesmo o setor de Tecnologia sendo um dos que mais cresce nas empresas, há três grandes problemas: o primeiro é a demanda por profissionais qualificados, que aumenta diariamente. Para se ter uma ideia do déficit, um relatório da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação aponta que a carência por profissionais dessa área pode chegar a 260 mil, até 2024. O segundo é que a Tecnologia, sozinha, não é capaz de fazer nada. E, por fim, com mais tecnologia e mais formas diferentes de usá-la, é claro que há necessidade de um gerenciamento eficiente e ainda muitas complicações em implantá-la. Diante dessas dores, Atila alerta que, antes de começar um processo de evolução na Transformação Digital da empresa, é necessário se atentar a três pontos:

Observabilidade: consiste na capacidade de investigar e coletar métricas de ambientes, de servidores ou de aplicações em produção, descentralizado ou em nuvem, distinguindo e compreendendo todos os processos e emitindo alertas para solucionar e resolver incidentes de desempenho. Destacam-se aqui as soluções AIOps e APM, que contam com um poderoso suporte da tecnologia de Machine Learning.Processos: por meio da digitalização dos processos ou fluxos de trabalho, é possível analisar riscos, facilitar a gestão, verificar os resultados e obter relatórios em tempo real, com dados leais, o que coopera para considerações atuais e para tomadas de decisão certeiras, tendo uma visão 360º do negócio.Transformação Digital: para implementá-la de fato não basta só o profissional de TI comprar tecnologias e mantê-las funcionando. Além de um profundo entendimento sobre o negócio, é preciso fazer a conexão entre Pessoas, Processos, Negócios e Tecnologia a fim de garantir os melhores benefícios possíveis.

A Gartner descobriu que 56% das organizações se arrependem de ter adquirido tecnologia em grandes projetos nos últimos dois anos

Peccin Trento irá investir 100 milhões de reais nos próximos meses

Plano estratégico da empresa prevê triplicar o faturamento em cinco anos

Hoje, a indústria gaúcha reúne 1.300 colaboradores e uma capacidade de produção instalada de 4 mil toneladas mensais

A Peccin Trento, fundada em Erechim (RS), projeta um forte crescimento e estabeleceu a meta de triplicar seu faturamento até 2027. Os esforços para alcançar o objetivo já estão em andamento. “Nos próximos seis meses, Peccin Trento deve finalizar um investimento de 100 milhões de reais com a chegada de novas linhas de produção e edificação de um novo centro de distribuição. Existe ainda a previsão de investir mais 150 milhões de reais nos próximos cinco anos, totalizando um investimento de 250 milhões de reais para dar suporte ao nosso plano estratégico”, ressalta Dirceu Pezzin, diretor-presidente da empresa.

Trento tornou-se sucesso de vendas e alcançou posição de destaque entre as maiores fabricantes de produtos com chocolates do país. Hoje, a indústria gaúcha reúne 1.300 colaboradores e uma capacidade de produção instalada de 4 mil toneladas mensais, dividindo-se em 2,5 mil toneladas/mensais de candies e 1,5 mil toneladas/mensais de Trento. Fundada em 1956, a Peccin é uma das grandes produtoras de candies do Brasil e em 2011 iniciou a fabricação de produtos com chocolates. Desde o lançamento de Trento, que originou um novo nicho de mercado, a Peccin vem crescendo consistentemente acima de dois dígitos. Mesmo com a pandemia e as dificuldades do período, a empresa cresceu 33% em 2020 e 43% em 2021; para este ano, a expectativa é fechar com 45%, chegando a um faturamento líquido próximo a R$ 600 milhões.

Plano estratégico da empresa prevê triplicar o faturamento em cinco anos

Volume de serviços avança 0,7% em agosto

Alta foi puxada por atividades de informação e comunicação, segundo o IBGE

O resultado ocorre depois de crescimento de 1,3% no mês anterior e é a quarta alta consecutiva

O volume de serviços prestados no país avançou 0,7% em agosto na comparação com julho. O resultado ocorre depois de crescimento de 1,3% no mês anterior e é a quarta alta consecutiva. O ganho acumulado no período é de 3,3%. Com este desempenho, o setor opera 10,1% acima do nível pré-pandemia, em fevereiro de 2020. Os dados que integram a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) mostram que o resultado ficou 0,9% abaixo do maior patamar da série histórica, registrado em novembro de 2014. Levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foi divulgado hoje (14).

Na comparação com agosto do ano passado, o volume do setor de serviços registrou alta de 8%, sendo a décima oitava taxa positiva seguida desse indicador, na série sem ajuste sazonal. O acumulado do ano chegou a 8,4% e o acumulado nos últimos doze meses passou de 9,6% em julho para 8,9%.

Entre as cinco atividades pesquisadas, três seguiram o resultado positivo do índice geral: outros serviços, serviços prestados às famílias e atividades turísticas. Os destaques foram outros serviços (6,7%), que no mês anterior, apresentou queda de 5% no volume, e as atividades de informação e comunicação (0,6%). “Esse resultado positivo vem após uma queda, o que não é incomum especialmente no setor de serviços financeiros auxiliares, que teve maior influência sobre esse avanço e também sobre a retração do mês anterior”, comentou o analista da pesquisa, Luiz Almeida.

Os serviços prestados às famílias cresceram 1%, o que representa o sexto mês consecutivo de avanço. Nesse período, o ganho acumulado é de 10,7%. Mesmo assim, o setor ainda está 4,8% abaixo do patamar pré-covid. De acordo com o pesquisador, isso pode ser explicado pelo fato do setor ter sido o mais afetado durante a pandemia. “Com o retorno das atividades presenciais, a queda das restrições e a diminuição do desemprego, ele vem reduzindo as perdas, mas ainda não chegou ao nível de fevereiro de 2020. Durante a pandemia, o setor chegou a ficar cerca de 67% abaixo do seu patamar recorde, atingido em maio de 2014”, contou.

Ainda em agosto, o índice de atividades turísticas subiu 1,2%, sendo o segundo resultado positivo consecutivo. O setor opera 0,1% acima do patamar pré-pandemia. Minas Gerais (3,9%), São Paulo (0,6%) e Pernambuco (0,8%) foram os três dos 12 locais pesquisados para esse indicador que cresceram. As principais quedas foram no Rio Grande do Sul (-6,0%) e Santa Catarina (-6,0%).

Queda e estabilidade 

Em sentido contrário, após três meses consecutivos de crescimento, os transportes recuaram 0,2% em agosto. “O setor de transportes tinha um aumento acumulado de 4% entre maio e julho e está 20% acima do nível pré-pandemia e 0,2% abaixo do ponto mais alto da série, que foi justamente no mês anterior. Essa leve queda parece mais uma acomodação do setor”, avaliou. Já o segmento dos serviços profissionais, administrativos e complementares ficou estável e sem variação no mês de referência, após o recuo de 1,1% em julho.

Alta foi puxada por atividades de informação e comunicação, segundo o IBGE

Truth Social, rede social de Donald Trump, está no Google Play

A mídia internacional reporta que Truth Social, rede social criada por Donald Trump, está disponível no Google Play para download.

No entanto, o lançamento ocorreu após várias conversas entre o Google e os administradores devido a “preocupações com suas políticas de moderação de conteúdo”.

O Google teria sinalizado problemas de moderação de conteúdo no aplicativo, incluindo ameaças físicas e conteúdo que incite à violência.

Google Play exige que os aplicativos com conteúdo gerado pelo usuário tenham políticas para evitar comportamentos abusivos, como ameaças violentas, bem como mecanismos para aplicar essas regras. 

Truth Social claramente não atendeu a esses padrões quando tentou ser lançado no Android em agosto. Mas a empresa aparentemente abordou essas preocupações.

“Os aplicativos podem ser distribuídos no Google Play desde que cumpram nossas diretrizes para desenvolvedores, incluindo o requisito de moderar efetivamente o conteúdo gerado pelo usuário e remover postagens censuráveis, como aquelas que incitam à violência”, disse um porta-voz do Google em comunicado.

A mídia internacional reporta que Truth Social, rede social criada por Donald Trump, está disponível no Google Play para download.…

Samsung e Google estão trabalhando juntas no protocolo Matter

Com o lançamento do protocolo Matter no início desde mês, as fabricantes dispositivos podem adotar a tecnologia para tornar seus sistemas compatíveis entre si e facilitar a vida dos clientes.

“Matter é um padrão unificador do setor e uma promessa de conectividade confiável e segura. É um selo de aprovação de que os dispositivos funcionarão perfeitamente juntos”, diz a associação Connectivity Standards Alliance (CSA).

Entre as empresas de tecnologia que já estão apoiando o padrão, incluem Amazon, Apple , Google, LG, Samsung (SmartThings) e Signify (Philips Hue), e funcionará com assistentes de voz como Alexa, Google Assistant e Siri.

Recentemente, o Google já anunciou que seu roteador Nest WiFi Pro com o app Home renovado oferecerá suporte à tecnologia desde o início.

Outra frente de trabalha do Google está sendo desenvolvida em parceria com a Samsung para tornar disponíveis os dispositivos conectados ao SmartThings compatíveis com o aplicativo do Google Home.

Desta forma, dispositivos que já foram configurados no aplicativo Google Home poderão também sincronizar esses dispositivos no SmartThings (ou vice-versa).

Sempre que um dispositivo for integrado, o controle poderá ser feito tanto pelo app do Google quanto da Samsung.

Com o lançamento do protocolo Matter no início desde mês, as fabricantes dispositivos podem adotar a tecnologia para…

Google começa a implementar Passkey no Android e Chrome

O Google anunciou o suporte inicial para Passkeys (ou “chaves de acesso”) no Android e no Chrome para que os desenvolvedores possam testar novos recursos.

Para experimentar, os desenvolvedores podem se inscrever na versão beta do Google Play Services e usar o Chrome Canary, o lançamento na versão estável acontece ainda em 2022.

Caso você ainda não tenha ouvido falar, as Passkeys são um novo modelo de autenticação que chega para substituir o login com senhas.

A gigante de Mountain View explica como vai funcionar:

Passkeys são uma alternativa mais segura e segura às senhas. Eles também substituem a necessidade de métodos tradicionais de autenticação de segundo fator, como mensagem de texto, códigos únicos baseados em aplicativos ou aprovações baseadas em push. As Passkeys usam criptografia de chave pública para que as violações de dados de provedores de serviços não resultem em comprometimento de contas protegidas por chave de acesso e são baseadas em APIs e protocolos padrão do setor para garantir que não estejam sujeitas a ataques de phishing.

As Passkeys são o resultado de um esforço de toda a indústria. Eles combinam padrões de autenticação seguros criados na FIDO Alliance e no grupo de trabalho W3C Web Authentication com uma terminologia comum e experiência do usuário em diferentes plataformas, capacidade de recuperação contra perda de dispositivos e um caminho de integração comum para desenvolvedores. As Passkeys são compatíveis com Android e outras plataformas do setor.

Os usuários poderão criar e usar chaves de acesso em dispositivos Android, que são sincronizados com segurança por meio do Google Password Manager – assim como acontece com as senhas atuais.

O Google anunciou o suporte inicial para Passkeys (ou “chaves de acesso”) no Android e no Chrome para…

Projeto Starline do Google, que cria uma telepresença 3D, inicia testes com parceiros

Projeto Starline é uma “janela mágica” do Google que transmite uma imagem 3D em tamanho real da pessoa com quem você está conversando em uma tela especial que a faz parecer como se estivesse sentada à sua frente.

Para criar essa experiência, o Google utiliza uma tela de 65 polegadas com resolução 8K, dezenas de sensores, áudios espaciais e inteligência artificial que reproduzem com exatidão a percepção de que a pessoa está realmente ali na sua frente.

“Para tornar essa experiência possível, aplicamos pesquisas em visão computacional, aprendizado de máquina, áudio espacial e compressão em tempo real”, escreveu Clay Bavor, do Google, em um post no blog

“Também desenvolvemos um sistema de exibição de campo de luz inovador que cria uma sensação de volume e profundidade que pode ser experimentada sem a necessidade de óculos ou fones de ouvido adicionais.”

Foto e Arte: Arstechnica.

Projeto Starline requer uma configuração bastante elaborada sem necessidade de dispositivos headset. No módulo comparativo acima, arraste para o lado para entender os recursos necessários para funcionar.

Até então, os testes estavam praticamente restritos a apenas em alguns escritórios do Google, mas a gigante de Mountain View vem explorando a tecnologia com parceiros e setores.

Os primeiros parceiros do programa incluem Salesforce, WeWork, T-Mobile e Hackensack Meridian Health, entre outros. Mais de 100 empresas espalhadas por saúde, mídia e varejistas já teriam testado a tecnologia.

“Além dos funcionários do Google, também convidamos mais de 100 parceiros empresariais em áreas como mídia, saúde e varejo para participar de demonstrações nos escritórios do Google e nos fornecer feedback sobre a experiência e os aplicativos para seus negócios. Vemos muitas maneiras pelas quais o Projeto Starline pode agregar valor comercial em vários setores, e continuamos focados em torná-lo mais acessível.”

Projeto Starline é uma “janela mágica” do Google que transmite uma imagem 3D em tamanho real da pessoa…