Como superar as adversidades do ambiente externo?

O futuro de um negócio não está relacionado apenas ao cenário macroeconômico

Fórum da FDC e da JValério chama a atenção das lideranças sobre a importância do ambiente interno para o sucesso do negócio

Nos anos de 2020 e 2021 os empresários, líderes e gestores tiveram de cultivar resiliência e aprender a lidar com o inesperado. O planejamento estratégico teve de ser adaptado a cada novo cenário imposto pelo novo coronavírus e o abre e fecha das lojas físicas tornou uma prioridade a transformação digital – que já estava em curso em algumas organizações. Mas qual foi o grande legado deixado pela pandemia para quem está no comando dos negócios?

Na opinião do professor David Martins Zini, da Fundação Dom Cabral (FDC), o que as lideranças precisam compreender é que o ambiente externo é imprevisível, mas as questões relacionadas ao ambiente interno podem ser controladas e são um diferencial para as organizações reagirem estrategicamente ao que acontece fora dos muros das empresas.

“Mesmo diante de um cenário desafiador, podemos encontrar oportunidades para crescer e tornar um negócio competitivo, o que inclui nos prepararmos internamente para aproveitar as oportunidades e alavancar o negócio”, afirma David Zini.

É sobre esse desafio que a FDC e a JValério promovem no dia 30 o fórum “Estratégia: como se preparar para o imprevisível”. O evento será presencial e gratuito, das 8h30 até 12h30, no Centro de Convenções AR 300 (Praça São Paulo da Cruz, 50/ 4º Andar), em Curitiba. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail contato@jvalerio.com.br.

O debate será conduzido por David Zini e é voltado para dirigentes empresariais. Na pauta do fórum estão a pandemia; as alterações de comportamentos e hábitos da sociedade; a evolução tecnológica; as mudanças climáticas; os ciclos econômicos e outros fatores externos que não podem ser controlados e que influenciam no negócio.

A intenção, segundo Clodoaldo de Oliveira, diretor executivo da JValério, é promover a reflexão nas lideranças. “O foco da discussão será como se planejar para deixar a empresa bem posicionada e crescer mesmo diante de um futuro volátil e com muitas variáveis que podem afetar o andamento dos negócios”, avalia.

O futuro de um negócio não está relacionado apenas ao cenário macroeconômico

CSN adquire Metalgráfica Iguaçu

Valor do negócio ainda será fechado

A Metalgráfica Iguaçu é uma das grandes fabricantes de embalagens de aço para alimentos do país, localizada em Ponta Grossa

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) firmou acordo de incorporação integral da Metalgráfica Iguaçu, uma das grandes fabricantes de embalagens de aço para alimentos do país, localizada em Ponta Grossa (PR). Segundo fato relevante divulgado pela CSN, as duas companhias vão combinar suas operações de fabricação de embalagens de aço.

A CSN é dona da Prada, que atua nesse setor, e única fabricante nacional de folhas metálicas (chapas estanhadas) do país. Ou seja, a siderúrgica é fornecedora do material usado no processo de produção de embalagem em aço. A operação vai tornar a Iguaçu subsidiária integral da CSN.

Além disso, em contrapartida à incorporação de 100% de ações da Metalgráfica, seus acionistas receberão papéis da CSN a serem emitidas num aumento de capital, que prevê diluição máxima de 0,03% do capital social.

As companhias informaram que será considerado valor econômico da Metalgráfica, em avaliação de empresa especializada. No caso da CSN, preço médio das ações nos últimos 30 pregões. A dívida financeira da Metalgráfica é de aproximadamente R$ 80 milhões.

A CSN destacou que a operação é um passo estratégico para ampliar a capacidade de produção de sua divisão de embalagens, já que a tecnologia utilizada pela Metalgráfica é mais moderna.

Valor do negócio ainda será fechado

Prévia da inflação sobe 1,17% em novembro

Acumulado em 12 meses fica em 10,73%

O maior impacto individual no indicador foi da gasolina, que ficou 6,62% mais cara no mês

A prévia da inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), apresentou alta de 1,17% em novembro. O resultado representa a maior variação para o mês desde 2002, quando o índice ficou em 2,08%. No mês passado, o IPCA-15 ficou em 1,2% e em novembro de 2020, 0,81%. O acumulado do ano está em 9,57% e em 12 meses a prévia da inflação está em 10,73%, acima dos 10,34% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Todos os grupos de serviços e produtos pesquisados tiveram alta na prévia de novembro. O maior impacto individual no indicador foi da gasolina, que ficou 6,62% mais cara no mês, influenciando o resultado dos transportes, com variação de 2,89%, a maior entre os grupos pesquisados. No ano, a gasolina subiu 44,83% e em 12 meses a alta acumulada é de 48%. O transporte por aplicativo teve alta de 16,23% na prévia de novembro, após ter subido 11,6% em outubro. Já as passagens aéreas ficaram 6,34% mais baratas, depois de subir 28,76% na prévia de setembro e 34,35% em outubro.

No grupo habitação, que subiu 1,06%, a maior contribuição foi do gás de botijão, que teve a 18ª alta consecutiva, ficando 4,34% mais caro em novembro. O produto acumula alta de 51,05% desde junho de 2020. A energia elétrica desacelerou e subiu 0,93%, após subir 3,91% em outubro. Além do reajuste em Goiânia, Brasília e São Paulo, desde setembro está em vigor a bandeira tarifária Escassez Hídrica, que acrescenta R$ 14,20 na conta de luz a cada 100 kWh consumidos.

O grupo alimentação e bebidas desacelerou, com alta de 0,4% em novembro, depois de subir 1,38% em outubro. As principais altas foram do tomate (14,02%), batata-inglesa (14,13%), cebola (7%), frango em pedaços (3,07%) e queijo (2,88%). Por outro lado, houve queda no preço das carnes (-1,15%), leite longa vida (-3,97%) e frutas (-1,92%).

Em saúde e cuidados pessoais, os itens higiene pessoal (1,65%) e produtos farmacêuticos (1,13%) foram as maiores influências para a alta de 0,8% na prévia do mês. Vestuário subiu 1,59%, educação ficou estável, com alta de 0,01%, e artigos de residência ficaram 1,53% mais caros, despesas pessoais subiram 0,61% e o grupo comunicação teve alta de 0,32% na prévia de novembro.

Segundo o IBGE, todas as áreas pesquisadas tiveram alta no IPCA-15 de novembro. A maior variação foi em Goiânia, com alta de 1,86%, puxada pelo reajuste da energia elétrica (10,93%) e pela gasolina (5,87%)

IPCA-15
O IPCA-15 difere do IPCA pelo período de coleta, que vai do dia 16 do mês anterior ao 15 do mês de referência, e nas regiões pesquisadas. A população-objetivo do IPCA-15 são as famílias com rendimentos de 1 a 40 salários mínimos, residentes nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre, além do Distrito Federal e do município de Goiânia.

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Com Agência Brasil 

Acumulado em 12 meses fica em 10,73%

Vendas de máquinas e equipamentos caem 2,2% em outubro

Receita no mercado doméstico somou R$ 13,9 bilhões

Máquinas para logística e construção civil acumula crescimento de 56,9% no ano

As vendas da indústria de máquinas e equipamentos totalizaram, em outubro, R$ 18,4 bilhões, uma queda de 2,2% em relação ao mesmo mês do ano passado. Em comparação a setembro, também houve declínio de 6,4%. No acumulado do ano, no entanto, até outubro, as vendas somaram R$ 182,1 bilhões, 25,4% superior ao mesmo período de 2020. Os dados são da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

As vendas para o mercado doméstico somaram R$ 13,9 bilhões, uma diminuição de 3,3% em relação ao mesmo mês do ano passado. “Pela primeira vez, após 15 meses consecutivos de crescimento, observou-se queda na comparação interanual [das vendas gerais] em razão, exclusivamente, da relativa piora no mercado doméstico, que encolheu 3,3% no período”, disse a entidade, em nota.

O setor vendeu ao exterior, R$ 814 milhões em equipamentos, montante 31,6% superior ao registrado no mesmo mês de 2020. Em relação a setembro, as exportações foram 10,5% menores. No acumulado do ano, até outubro, as vendas ao exterior somaram R$ 7,4 bilhões, 31,1% acima do registrado no mesmo período do ano passado.

A Abimaq destacou os setores que mais estão acumulando crescimento nas vendas em 2021: máquinas para logística e construção civil (56,9%); máquinas para agricultura (37%); máquinas para a indústria de transformação (37,6%); e componentes (26,7%).

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Com Agência Brasil 

Receita no mercado doméstico somou R$ 13,9 bilhões

RS emite avisos para regiões de Bagé e Taquara

Regiões apresentam menor proporção de vacinados com esquema completo

Na semana passada, o governo gaúcho anunciou alterações no procedimento de combate à pandemia de coronavírus

Após reunião do gabinete de crise, o governo do Rio Grande do Sul divulgou a emissão de dois avisos para as regiões Covid-19 de Bagé e de Taquara. As outras 19 regiões não receberam avisos ou alertas. O aviso é o primeiro passo do Sistema 3As de Monitoramento, com o qual o governo estadual gerencia a pandemia no Rio Grande do Sul. Conforme os técnicos do GT Saúde, o principal motivo para a emissão de alertas foi a baixa vacinação em ambas as regiões.

Taquara apresenta a menor proporção da população com esquema vacinal completo entre as 21 regiões, de apenas 54,5%. A região também registra a menor proporção da população com ao menos uma dose – 69,8% –, e a menor proporção da população com idade superior a 70 anos com dose de reforço: 47%. No estado, essa proporção chega a 59% dos grupos etários superiores.

A região de Bagé é a segunda com menor proporção de vacinados com esquema completo entre as 21 regiões – somente 59,1%. A região também apresenta a maior parcela da população com esquema vacinal incompleto, de 20,6%, indicando estabilização precoce da vacinação completa.

Observa-se que, desde a segunda quinzena de outubro, o percentual de vacinados completos na região de Bagé avançou somente 3,6 pontos percentuais, de 55,5% para 59,1%. Em todo o estado, no mesmo período, avançou-se 9,7 pontos percentuais, de 57,6% para 67,3% de vacinados completos.

Na semana passada, o governo gaúcho anunciou alterações no procedimento de combate à pandemia de coronavírus. Diante da estabilização dos números da pandemia no Rio Grande do Sul, o gabinete de crise passa a fazer recomendações a respeito de quais protocolos devem ser adotados – com exceção de algumas regras obrigatórias que ainda deverão ser seguidas por todas as pessoas.

Regiões apresentam menor proporção de vacinados com esquema completo

Joinville debate como a tecnologia pode desenvolver a eficiência urbana

Evento no Ágora Tech Park apresentará ideias para transformar cidades em territórios inovadores

Toda a agenda relacionada ao tema Smart Cities está intimamente ligada à tecnologia, inovação e planejamento

A expansão do conceito de cidades inteligentes com soluções tecnológicas para melhoria da qualidade de vida, especialmente em municípios de menor porte, e a integração entre entidades vinculadas ao setor público e o ecossistema de inovação são os principais objetivos do Summit Cidades 2021, evento presencial que acontece entre 9 e 10 de dezembro, no Ágora Tech Park, em Joinville (SC).

Sob o tema “tecnologia e inovação para desenvolver eficiência urbana”, o encontro traz ideias, conceitos, práticas e projetos com o objetivo de transformar as cidades em territórios inovadores, humanos, criativos e sustentáveis. O Summit Cidades é uma realização conjunta da Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos (Fepese), Consórcio de Informática na Gestão Pública Municipal (CIGA), Câmara de Smart Cities da Fiesc e Perini City Lab, ambiente de inovação para cidades inteligentes do Ágora Tech Park.

O encontro vai reunir especialistas em smart cities e entidades catarinenses como o Ciga, Consórcio Interfederativo Santa Catarina (Cincatarina) e a Agência Reguladora Intermunicipal de Saneamento (Aris), além de debates com líderes da Câmara de Cidades Inteligentes da FIiesc e da Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos (Fepese), entre outros. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas neste link.

“O evento é importantíssimo para os gestores públicos e sociedade, pois apresentará ideias, conceitos, práticas e projetos, com o objetivo de tornar as cidades territórios inovadores, humanos, criativos e sustentáveis, promovendo a eficiência urbana e a melhoria da qualidade de vida para sociedade”, explica Marcelino Ito, Superintendente da Fepese.

Na tarde de abertura, cinco painéis com especialistas em smart cities e entidades do setor público e privado vão debater meio ambiente, sustentabilidade e energia; mobilidade urbana; desenvolvimento econômico e inclusão social; qualidade de vida e formação de capital humano; inteligência artificial e segurança da informação. Entre os convidados, representantes de prefeituras, universidades e grandes empresas (Renault, Petinelli Inc, Coringa Segurança e TopMed), além de startups locais, como GoMoov.

“Toda a agenda relacionada ao tema Smart Cities está intimamente ligada à tecnologia, inovação e planejamento, pois investir em tecnologias sem um planejamento tende a ser desperdício de recursos “, comenta Jean Vogel, presidente da Câmara de Smart Cities da Fiesc, diretor de novos negócios no Ágora Tech Park e curador do conteúdo do evento.

Na sexta-feira (10), serão apresentadas as experiências dos living labs, em que as cidades são ambientes de desenvolvimento e testes de soluções urbanas, além de debates sobre a transformação digital no setor público e modelos inovadores de compras para os municípios. Para Silvio Zancanaro, presidente do Ciga e prefeito de Campos Novos (SC), a troca de experiências no evento pode complementar as ações da entidade que criou neste ano um projeto específico de ações nesta área, o Smart Ciga. O Ciga é o maior consórcio de tecnologia do Brasil e tem 294 municípios associados em Santa Catarina. “A gente percebe que cidades estão sedentas para levar melhoria de qualidade de vida através da inovação para seus municípios”, afirma Zancanaro.

O consórcio também vai se reunir durante o evento com um grupo de contratação de tecnologia dos municípios para tentar tornar os editais mais ágeis e seguros, além de trocar experiência com grupos de transformação digital dos municípios e a Câmara de Cidades Inteligentes da Fiesc. “É um misto de ver e discutir o futuro e o que vem pela frente, mas também com um pé no prático do serviço público que tem que cumprir todas as questões legais e burocráticas”, aponta o presidente do Ciga.

“A inovação surge destes encontros de ideias e isso tem que ser feito olho no olho”, diz Beto Marcelino, fundador da iCities Smart Cities Solutions, empresa que representa no Brasil a Fira Barcelona, maior encontro mundial de Cidades Inteligentes do mundo, o Smart City Expo World Congress. Ele abre a programação com uma palestra sobre a edição 2021 do evento catalão, na quinta-feira (9). “É um conjunto de clusters que faz com que a velocidade de criação de cidades inteligentes seja mais rápida. São elementos combinados em prol da qualidade de vida das pessoas e é isso que esperamos de um evento como este”, avalia Marcelino.

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Evento no Ágora Tech Park apresentará ideias para transformar cidades em territórios inovadores

SWA, do Paraná, incorpora Matheus Soluções

A aquisição da então concorrente foi consolidada em novembro

Carrenho, Scalabrin e Pagani: crescimento da SWA Sistemas é contemporâneo ao processo recente de expansão do ensino superior no Brasil

De Medianeira, no oeste do Paraná, a SWA avança no mercado brasileiro de sistemas na área da educação e acaba de dar mais um passo com o objetivo de figurar entre as cinco maiores do país. A empresa assumiu no último mês as operações da Matheus Soluções – Sistemas de Gestão Escolar, de Curitiba. Com isso, deve elevar seu faturamento anual para a casa dos R$ 7 milhões.

Fundada em 1999, a Matheus Soluções se destaca pela experiência com escolas de idiomas e plataformas de educação à distância (EAD). As soluções da SWA Sistemas são fornecidas a instituições de ensino em 22 unidades da federação, atendendo mais de 500 mil estudantes. A empresa nasceu em 2006, depois de ser incubada pelo campus em Medianeira da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), pela qual Leandro Scalabrin se graduou.

A aquisição da então concorrente foi consolidada em novembro. Com a compra, a SWA Sistemas, cujas soluções já atendem pelo menos 5% dos estudantes do ensino superior em todo o Brasil, amplia sua abrangência para instituições de outros níveis e modalidades de ensino. “Com essa aquisição, avançamos no processo de consolidação no mercado de educação”, afirma o fundador e CEO da SWA Sistemas, Leandro Scalabrin, ao Portal AMANHÃ.

O crescimento da SWA é contemporâneo ao processo recente de expansão do ensino superior no Brasil. De acordo com o último Censo da Educação Superior, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em 15 anos o número de instituições cresceu 30%, chegando a 2.608. A quantidade de matriculados, no mesmo período, mais que dobrou, saindo de 4,1 milhões em 2004 para 8,6 milhões em 2019. Nesse cenário, a SWA projeta manter a sua taxa anual de crescimento, de 30%, segundo Scalabrin, para os próximos cinco anos.

A marca Matheus Soluções será mantida, bem como sua operação continuará independente. Contudo, um novo conselho de diretores e um modelo de governança similar ao da SWA Sistemas constituem mudanças já implementadas. “Assim, para 2022, por meio da fusão, o grupo se coloca como agente transformador do mercado de educação, construindo um ecossistema de tecnologias voltadas à profissionalização da gestão educacional, com expertise e tecnologias mais avançadas e inovadoras”, projeta Scalabrin.

ERP Acadêmico, aplicativo do estudante, secretaria digital, plataforma de pagamentos on-line, sistema bibliotecário e business intelligence (gerência, análise de mercado e consultoria) são os produtos e as soluções da SWA Sistemas, que agora são acrescidos ao leque de opções da Matheus Soluções, que incluem gestão de escolas de idiomas, esportivas, franquias, plataformas EAD, entre outras. “Há uma sinergia muito grande entre os produtos das duas empresas”, aponta o sócio da SWA Sistemas, Rafael Pagani. Além de Pagani, o grupo tem como sócio Lincoln Carrenho.

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A aquisição da então concorrente foi consolidada em novembro

Indústria da construção tem o melhor desempenho do ano em outubro

Recuperação do nível de atividade verificada em setembro ganhou intensidade

As expectativas dos empresários da indústria da construção permaneceram otimistas

A Sondagem Indústria da Construção, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), aponta para uma atividade mais intensa em outubro e recuperação no nível de emprego após dois meses de recuo. O índice de evolução do nível de atividade ficou em 51,7 pontos, acima da linha divisória dos 50 pontos que separa aumento de queda do nível de atividade. Esse foi o maior indicador do ano, um sinal de alta mais forte e disseminada da atividade. A CNI consultou 446 empresas, sendo 167 pequenas construtoras, 187 de médias e 92 de grandes, entre 3 e 12 de novembro de 2021.

Nos últimos cinco meses, em quatro deles a atividade cresceu frente ao mês anterior, a exceção foi em agosto. O desempenho mais favorável do setor também se reflete na intenção de investir por parte dos empresários. O índice de outubro foi 44,5 pontos, bem acima da média história de 35,4 pontos. Esse é o segundo ponto mais alto do indicador desde novembro de 2014. Veja os principais dados nos gráficos a seguir.

O índice de evolução do nível de atividade ficou em 51,7 pontos, acima da linha divisória dos 50 pontos que separa aumento de queda do nível de atividade

O gerente de análise econômica da CNI, Marcelo Azevedo, destaca que as expectativas dos empresários da indústria da construção permaneceram otimistas. Os índices de expectativa de novos empreendimentos e serviços e de número de empregados se mantiveram estáveis em relação a outubro. E os índices de expectativa do nível de atividade e de compras de insumos e matérias primas registraram retração.

“Apesar da queda, todos os índices de expectativas seguem acima da linha divisória de 50 pontos, indicando que as expectativas dos empresários são de crescimento para os próximos seis meses”, explica o economista. O Índice de Confiança do Empresário (ICEI) da indústria de construção referente a novembro apresentou leve recuo, indicando pouca variação na confiança desde setembro.

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Recuperação do nível de atividade verificada em setembro ganhou intensidade

Home Office e segurança: cinco recomendações para as empresas

Como é possível renovar as arquiteturas de segurança nos ambientes em nuvem?

Inciativas de transformação digital e adoção de nuvem estão no topo das prioridades das empresas

Um estudo da IDC encomendado pela Avanade mostra que 58% das empresas acreditam estar vulneráveis em razão de possíveis violações na nuvem. Inciativas de transformação digital e adoção de nuvem estão no topo das prioridades dessas companhias, revela o mesmo levantamento. Muito dessa necessidade se justifica pelo fato de 20% das empresas ouvidas entenderem que quase metade da força de trabalho estarão permanentemente em home office.

Atendendo um pedido feito pelo Portal AMANHÃ, a Avanade, uma das líderes em soluções de negócios e experiências baseadas em design do ecossistema Microsoft, apresenta cinco dicas de como as empresas podem pensar, dentro da nova realidade, a serem mais resilientes. Confira.

Alinhe maturidade da segurança aos objetivos de negócios
Envolva as partes interessadas no negócio, pois elas devem ajudar – e possivelmente determinar – o nível de risco desejado. Compartilhe a carga de riscos de segurança entre a equipe executiva e desenvolva promotores da segurança na empresa.

Consolide sua stack de segurança
Portfólios de segurança costumam ser altamente fragmentados, sendo compostos por várias soluções pontuais e mal integradas. O pessoal de segurança dedica muito tempo para integrar e operar ferramentas de segurança em vez de se concentrar em tarefas de maior valor, tais como detecção e resposta preventivas. Assim que a segurança estiver mais difundida, considere a integração com outros softwares, dispositivos e infraestrutura. A integração maximiza a oportunidade de sinergias e interoperabilidade.

Baseie sua abordagem nos princípios de Confiança Zero
Confiança Zero (CZ – do inglês Zero-Trust) descreve um modelo para o projeto e implantação de sistemas de TI. O principal conceito do CZ é “nunca confie, sempre verifique”. CZ é um processo contínuo que deve monitorar constantemente o perímetro, usuários, serviços e processos.

Crie uma cultura de mudança
Segurança é responsabilidade de todos. Ao renovar sua estratégia de segurança, é primordial ir além da equipe de segurança e criar uma cultura de segurança que englobe toda a organização. Todo funcionário precisa saber o que fazer no caso de um ataque bem-sucedido. Isso ajudará a diminuir o tempo médio para recuperação e isso só é possível por meio de treinamento contínuo e ensaios das melhores práticas.

Acesse as habilidades de nuvem e segurança via MSSPs
Os recursos de monitoramento dos Managed Security Services Providers (MSSPs) podem se adaptar rapidamente a novas fontes de ameaça e vulnerabilidade trazidas pelas iniciativas de transformação digital, tais como novos aplicativos de negócios, novas conexões e maior escopo de gestão de identidade (como com o trabalho remoto). O MSSP pode se concentrar não apenas em fornecer os melhores serviços da categoria, mas também em ajudar a melhorar a cultura e a capacidade geral dentro da organização do cliente por meio, por exemplo, de iniciativas de instrução e treinamento.

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Startup de tecnologia inaugura filial em Santa Catarina

Nova unidade da Opah IT deve abrir mais de 100 vagas em Balneário Camboriú

Prefeitura de Balneário Camboriú lançou o Programa de Incentivo à Inovação – Inova BC, que prevê um novo polo tecnológico para a região

Segundo o Tech Report 2020, estudo realizado pelo Observatório da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate), Santa Catarina ultrapassou Minas Gerais e Rio de Janeiro e se tornou o quarto maior polo de tecnologia do país em faturamento das empresas.

Impulsionada por esse cenário, a prefeitura de Balneário Camboriú (SC) lançou, no fim de outubro, o Programa de Incentivo à Inovação – Inova BC, que prevê um novo polo tecnológico para a região. É lá que a Opah IT, empresa de soluções customizadas de TI que faturou mais de R$ 40 milhões em 2020 e prevê que esse número seja de R$ 80 milhões ao final de 2021, inaugurou sua primeira filial.

“Quando o Projeto Inova BC nos foi apresentado, identificamos imediatamente sinergia com a essência da Opah: inovação, empreendedorismo, desenvolvimento de novos negócios e formação de talentos”, destaca João Moressi Jr, CEO da startup. Na sua primeira filial na região Sul, a Opah irá oferecer os serviços habituais já conhecidos de seus clientes, como soluções integradas e customizadas de TI, transformação digital, framework de ideação, squad as a service – um de seus principais serviços – e professional services.

Para atender a demanda da nova unidade, a empresa pretende seguir investindo na contratação de novos profissionais. A projeção para o início do próximo ano é de abrir cerca de 250 novas posições, sendo 50% delas voltadas à filial catarinense.

“Temos grandes clientes na região. Nossa atuação independe da vertical em que nosso cliente está inserido, pois atuamos diretamente em parceria com a área de negócios, entendendo o core business do novo produto a ser desenvolvido e oferecendo soluções customizadas e direcionadas, conforme a necessidade”, revela Moressi.

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Nova unidade da Opah IT deve abrir mais de 100 vagas em Balneário Camboriú

Economia do Sul recua 0,7% no terceiro trimestre

A produção industrial arrefeceu a queda no período

O terceiro trimestre assinalou desaceleração do processo de crescimento, com indicadores da produção industrial e do comércio abaixo do esperado

A economia do Sul – medida pelo IBCR-S – recuou 0,7% no terceiro trimestre, após quatro trimestres consecutivos de alta. O setor industrial, com a continuidade das dificuldades na cadeia de suprimentos e dos aumentos de custos, contribuiu para a retração da atividade. O mercado de trabalho recuperou-se parcialmente, mas permanece com elevada taxa de desocupação, com efeitos negativos sobre a renda das famílias. No setor terciário, os serviços cresceram, sobretudo os prestados às famílias. O crédito segue favorecendo a atividade, apesar do ciclo de aperto monetário em andamento, com destaque para as operações de financiamento rural. Em doze meses, porém, o IBCR-S expandiu 5,8%. Essas são as principais conclusões do Boletim Regional divulgado pelo Banco Central (BC) nesta quarta-feira (24). Leia o documento na íntegra ao final desta reportagem (a análise referente ao Sul começa na página 37).

“A produção industrial arrefeceu a queda no terceiro trimestre, após forte contração no segundo, quando repercutira, em especial, recuos em veículos, derivados de petróleo e produtos alimentícios. No trimestre, o primeiro segmento registrou menor amplitude na queda – inobstante a permanência da escassez de insumos, sobretudo semicondutores –, o refino de petróleo retornou, após parada de manutenção em unidade no Paraná, e a indústria de alimentos reverteu o resultado, expandindo no terceiro trimestre, com geração expressiva de emprego. Resultado aquém do esperado e níveis reduzidos de estoques fizeram com que os empresários reavaliassem suas expectativas, com declínio da confiança em setembro e outubro, porém mantendo-se em zona de otimismo”, detalha o BC no documento.

O Banco Central revela que a inflação do Sul registrou a maior taxa dentre as regiões no trimestre até outubro, a exemplo do observado no anterior. A variação foi mais expressiva no segmento dos preços industriais (automóvel e etanol) e, principalmente, nos administrados (gasolina, energia elétrica residencial e gás de botijão). “Vale destacar que, diante da reativação da economia, o setor de serviços apresentou aceleração mais intensa nos preços, com ênfase em passagem aérea, aluguel residencial, refeição, conserto de automóvel e transporte por aplicativo”, descreve o Boletim Regional.

Os técnicos do BC, responsáveis pela análise, reiteram que a atividade econômica tem evoluído de forma assimétrica ao longo do ano, com destaques positivos para a indústria e produção agrícola no primeiro trimestre e para o comércio e a construção civil no segundo. O terceiro trimestre assinalou desaceleração do processo de crescimento, com indicadores da produção industrial e do comércio abaixo do esperado. Por outro lado, o setor de serviços, inclusive turismo, apresentou recuperação robusta, em trajetória que deve persistir. “As perspectivas seguem positivas para o período até o final deste ano, ancoradas nos efeitos da ampliação da vacinação e da mobilidade sobre o consumo das famílias. Note-se que a normalização da cadeia de suprimentos industriais, incluídos semicondutores para o setor automotivo e insumos agrícolas, especialmente defensivos, é essencial para garantir dinamismo adicional à economia do Sul”, projeta o BC.

Boletim Regional
O Boletim Regional é uma publicação trimestral do Banco Central que apresenta as condições da economia por regiões e por alguns estados do país, enfatizando a evolução de indicadores que repercutem as decisões de política monetária – produção, vendas, emprego, preços, comércio exterior, entre outros.

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A produção industrial arrefeceu a queda no período

Maior ambição foi o legado deixado pela COP 26

Participação da sociedade na Conferência do Clima também foi marcante

Quase 40 mil pessoas estiveram presentes na COP 26, além dos negociadores de centenas de países

A maior ambição foi o principal legado deixado pela COP 26. Essa é a conclusão de Jorge Soto, diretor de desenvolvimento sustentável da Braskem, e de Carlo Pereira, diretor executivo do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil. “As negociações chegaram a um bom termo e foram especialmente concluídas, principalmente no tema que iria definir as regras do Acordo de Paris, entre elas a do artigo 6. Se concluiu com ajustes correspondentes, garantindo a integridade ambiental dos projetos e da necessidade que realmente se tenha uma redução das emissões com o uso do mecanismo de mercado com precificação de carbono”, declarou Soto ao Portal AMANHÃ.

Para o executivo da Braskem, a COP 26 deixou claro que a pressão em todos os países e para as empresas será alcançar a neutralidade de carbono até 2050 (ou 2060) de uma forma acelerada e, inclusive, com metas de curto prazo. O objetivo é alcançar a neutralidade de carbono que garanta, de alguma maneira, 1,5°C de mudança máxima de temperatura em relação à era pós-industrial. Isso significa reduzir em 45% até 2030 emissões globais em relação a 2010. “Isso coloca uma pressão enorme nos países e nas empresas também. O ponto principal foi a conquista de ter essa ambição maior”, reitera Soto. Ele ainda lembra que os países se comprometeram com a revisão de seus compromissos até a COP 27, em 2022, e que também vão reavaliar de cinco em cinco anos se as metas em relação aos próximos dez anos estão levando – ou não – à mudança exigida.

“A COP foi muito boa. Olhando a foto somente alguém pode ficar meio insatisfeito, mas olhando o filme é melhor”, compara Pereira. “E como os países apresentaram compromissos mais ambiciosos, e como a COP terá uma cobrança e acompanhamento permanentes, isso será melhor, pois também dá chances para as nações monitorarem e melhorarem seus compromissos”, resume. Ele também destaca os inúmeros compromissos bilaterais e multilaterais envolvendo empresas e nações, como o do carvão (que o Brasil não foi signatário), metano e desmatamento (assinados pelo Brasil).

Pereira e Soto lembraram do grande acordo envolvendo o setor financeiro. Foi lançada uma aliança envolvendo mais de 450 companhias envolvendo 45 países que gerenciam US$ 130 trilhões em ativos. “Essa aliança, chamada Glasgow Financial Alliance for net zero, se comprometeu a não financiar mais investimentos em empresas que utilizem e estejam envolvidas na produção de energia fóssil”, recorda Soto. 

Outro aspecto foi a participação da sociedade na Conferência do Clima, além da importância da ciência em razão da pandemia da Covid-19. Quase 40 mil pessoas estiveram presentes na COP 26, além dos negociadores de centenas de países. “Indígenas, negros e jovens estiveram lá. As Gretas da vida estavam sempre lá presentes dizendo que queriam ser ouvidas no processo de descarbonização da economia. E, de alguma forma, foram ouvidas, pois muitas das questões relacionadas no documento final da COP 26 incluem a citação desses grupos minoritários”, afirma Soto.

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Participação da sociedade na Conferência do Clima também foi marcante

Busca por crédito no Sul registra retração em outubro

Índice avançou 5,6% no país no mês passado

O aumento da inflação encareceu a vida dos consumidores

A procura dos consumidores brasileiros por linhas de crédito cresceu 5,6% em outubro deste ano na comparação com o mesmo mês de 2020. Apesar disso, os dados mostram a desaceleração da busca pelo recurso financeiro, sendo essa (5,6%) a menor expansão desde o início de 2021, que até então, tinha marcado crescimento de no mínimo 11,2% em janeiro.

De acordo com o Indicador de Demanda do Consumidor por Crédito da Serasa Experian, as regiões Norte e Nordeste tiveram as principais altas do país, impulsionando o índice. O Sul, no entanto, obteve retração na busca de empréstimos. Veja os dados completos nos gráficos abaixo.

Segundo o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, o crédito continua sendo um forte aliado, principalmente, para a parte da população que precisa do recurso para fechar as contas no fim do mês. “O aumento da inflação encareceu a vida dos consumidores que, esgotando seus recursos fixos mensais, precisaram utilizar as linhas de crédito para custear compromissos financeiros essenciais. No entanto, a alta da taxa Selic, também encareceu o acesso ao crédito, por isso, embora as pessoas continuem precisando desse recurso, o mês de outubro registrou o menor percentual do ano”, pondera.

Ainda na comparação ano a ano, a análise por faixa de renda revelou que os consumidores que recebem até R$ 500 por mês continuam sendo aqueles que mais demandam por crédito no país, com alta de 12,4%. Em sequência estão as pessoas que ganham entre R$ 500 e R$ 1.000 mensais, com 5,8%.

Índice avançou 5,6% no país no mês passado

Catarinense OESA pode adquirir gaúcha Fröhlich

O valor que será pago pela empresa de Ivoti é mantido sob sigilo

A Fröhlich detém a marca Fritz e Frida

A Fröhlich, que é dona da marca Fritz e Frida, poderá ser adquirida pela catarinense OESA, de Jaraguá do Sul (SC). O valor que será pago pela empresa de Ivoti (RS) está sendo mantido sob sigilo. O Portal AMANHÃ teve acesso aos documentos disponibilizados pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O Portal AMANHÃ entrou em contato com a Fröhlich, mas até o fechamento desta matéria, ainda não obteve retorno.

A OESA adquiriu há alguns meses a Johann Alimentos, de Estância Velha. Em junho, outra companhia de Ivoti também foi alvo de uma aquisição. A Hercosul foi comprada pela BRF Pet. Com isso, a atuação da empresa voltada para produção de alimentos para animais de estimação, foi ampliada na cidade.

A OESA é a 138ª maior empresa da região e também a 30ª maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Veja todos os resultados aqui.

O valor que será pago pela empresa de Ivoti é mantido sob sigilo

Coagrisol fará rodada de reuniões para debater união com a Cotrijal

A assembleia geral extraordinária vai acontecer no dia 23 de dezembro

José Luiz Leite dos Santos (na foto, à esquerda) frisa que a aliança estratégica de intercooperação já trouxe inúmeros benefícios, com diversos negócios concretizados

A Coagrisol divulgou nesta terça-feira (23) o edital de convocação para uma assembleia geral extraordinária, que irá deliberar sobre processo de incorporação da cooperativa, que tem sede em Soledade (RS), pela Cotrijal, de Não-Me-Toque (RS). Anterior a isto, encontros regionais serão realizados para discussão do tema junto com os cooperados.

As reuniões estão agendadas para acontecer entre os dias 6 e 20 de dezembro e serão direcionadas exclusivamente aos associados. Na ocasião, os produtores terão oportunidade de conhecer dados sobre a situação econômica da cooperativa, esclarecer dúvidas e conhecer o projeto conjunto das duas cooperativas, cuja união visa potencializar ganhos para ambas organizações e seus respectivos associados.

O presidente, José Luiz Leite dos Santos (na foto, à esquerda, ao lado de Nei César Manica, presidente da Cotrijal, quando do anúncio da aliança de intercooperação entre as duas cooperativas, em agosto) pondera que o associado é convidado a participar deste debate. “Queremos que nos ajudem na construção destes passos importantes para a cooperativa. De forma tranquila e transparente iremos explanar sobre estes movimentos e diversos projetos que pretendemos desenvolver a partir de 2022”, pontua, em nota.

Acerca da união, Santos revela que o assunto já foi levado aos conselhos fiscal e de administração, onde ambos validaram a proposta e entendem ser o melhor caminho. “Da mesma forma, o sistema cooperativista, entre eles, Ocergs e FecoAgro, veem com bons olhos esta movimentação pioneira entre Coagrisol e Cotrijal”, destaca.

Por fim, o presidente frisa que a aliança estratégica de intercooperação já trouxe inúmeros benefícios, com diversos negócios concretizados. “As conversas foram evoluindo rapidamente e no entendimento de ambas as direções, este é o melhor desenho, que trará benefícios para os cooperados, de duas cooperativas robustas”, conclui.

A assembleia geral extraordinária vai acontecer no dia 23 de dezembro. Na oportunidade, será deliberado sobre a incorporação da Coagrisol pela Cotrijal, além da indicação de três associados para integrarem a comissão mista que procederá os estudos necessários ao procedimento da incorporação.

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A assembleia geral extraordinária vai acontecer no dia 23 de dezembro