Sanepar assina acordo de cooperação com Alemanha na área de hidrogênio

Projeto visa o desenvolvimento de estudo de viabilidade de tecnologias renováveis na produção de hidrogênio em estações de tratamento de esgoto no Paraná

As estações de tratamento da Sanepar, em sua maioria, são dotadas de reatores anaeróbios e geram biogás

A Sanepar assinou um Acordo de Cooperação Técnica com a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha do Rio de Janeiro (AHK-Rio), na sede mundial das Câmaras de Comércio e Indústria da Alemanha (AHK), em Berlim. O acordo visa o desenvolvimento de estudo de viabilidade de tecnologias renováveis (verdes) na produção de hidrogênio em estações de tratamento de esgoto no Paraná. No ato de assinatura, o diretor-presidente da Sanepar, Claudio Stabile, e o gerente de pesquisa e inovação, Gustavo Possetti, estiveram reunidos com lideranças da AHK, do Ministério Federal do Meio Ambiente, Natureza, Segurança Nuclear e Proteção (BMUV) e da NOW GmbH, empresa pública do governo da Alemanha que operacionaliza a interlocução entre ministérios federais e conduz o programa nacional de inovação para hidrogênio e tecnologia de células de combustível.

Uma equipe de consultores da Alemanha e do Brasil trabalhará em parceria com a Sanepar e a AHK-Rio avaliando aspectos mercadológicos, regulatórios e modelos de negócios. O prazo de execução será de 16 meses. O projeto submetido pela AHK-Rio, em parceria com a Sanepar, contará integralmente com recursos do governo da Alemanha, por meio do BMUV, e será acompanhado pela NOW GmbH. Os trabalhos já foram iniciados em Berlim com reuniões e visitas técnicas, todas mediadas pela NOW GmbH e acompanhadas pela empresa alemã BlueMove Consulting, selecionada para atuar como consultora no estudo.

A fábrica e o centro de pesquisas da Graforce, empresa alemã que desenvolveu a tecnologia de plasmólise para produção de hidrogênio renovável a partir do biogás ou do esgoto, foram visitados pela comitiva. A companhia processa mais de 476 bilhões de litros de esgoto por ano em suas 263 estações de tratamento. Essas estações, em sua maioria, são dotadas de reatores anaeróbios e geram, consequentemente, biogás. “A produção do hidrogênio renovável a partir do biogás é convergente com as características das cadeias produtivas já consolidadas no Paraná. Trata-se de uma abordagem disruptiva para o setor de saneamento brasileiro e muito aderente às agendas internacionais focadas na promoção das economias circular e de baixo carbono”, afirma o gerente de pesquisa e inovação da Sanepar, Gustavo Possetti.

Projeto visa o desenvolvimento de estudo de viabilidade de tecnologias renováveis na produção de hidrogênio em estações de tratamento de esgoto no Paraná

Farmácias Nissei faz proposta por 55 lojas da Poupafarma

O valor do negócio é de R$ 18,9 milhões

A Nissei é a 145ª maior empresa da região e também a 53ª maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL

A Farmácias Nissei anunciou nesta segunda-feira (15) que negocia para adquirir 55 lojas pertencentes à Poupafarma, varejista que atualmente está em recuperação judicial, localizadas em São Paulo. O valor do negócio é de R$ 18,9 milhões. Em fevereiro, a Poupafarma entrou com processo de recuperação judicial após prejuízo de R$ 117 milhões no ano passado. A Investfarma, controlada da Poupafarma, tem cerca de 100 lojas e soma cerca de R$ 680 milhões em faturamento anual. Ela também é dona da Farmadelivery e da Dissim Distribuidora de Medicamentos.

Segundo a Nissei, uma unidade produtiva isolada (UPI) será formada com as lojas em questão e será aberto processo competitivo nos termos da recuperação judicial da Poupafarma, assegurado direito de preferência à Nissei. A Nissei terá o direito de realizar uma auditoria nas lojas e descartar àqueles que apresentem restrições contratuais, com redução do valor de aquisição. A proposta vinculante tem prazo de dois meses.

A Nissei é a 145ª maior empresa da região e também a 53ª maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

O valor do negócio é de R$ 18,9 milhões

Lucro líquido do Banrisul cresce 29,8% no primeiro trimestre

Carteira de crédito aumentou 18,2% em doze meses

Os destaques no crescimento da carteira do banco foram o agronegócio, crédito comercial para pessoa física, comércio exterior e financiamento imobiliário

O Banrisul alcançou lucro líquido de R$ 213 milhões no primeiro trimestre de 2023, 29,8% superior em relação ao resultado do mesmo período de 2022. O resultado reflete, principalmente, o crescimento na margem financeira, o incremento na carteira de crédito e o aumento das receitas de prestação de serviços e tarifas bancárias. A carteira de crédito do Banrisul registrou, em março, o valor de R$ 50,1 bilhões, que representa aumento de 18,2% em doze meses. Os destaques no crescimento da carteira foram o agronegócio, crédito comercial para pessoa física, comércio exterior e financiamento imobiliário.

Em março, a carteira de crédito rural atingiu R$ 8,5 bilhões, crescimento de 69% em doze meses. Em relação ao Plano Safra 2022/2023, 88,3% do total dos recursos disponibilizados, de R$ 7 bilhões, já foram contratados até o final de março. O agronegócio tem sido uma das prioridades do Banrisul, que vem se consolidando como uma das principais instituições financeiras que apoiam a atividade no Rio Grande do Sul. O banco mantém o foco no crescimento da carteira com os pequenos e médios produtores por meio das linhas de crédito com recursos próprios, captações no sistema Financeiro, repasses de linhas do BNDES e recursos equalizados pela Secretaria do Tesouro Nacional.

O Banrisul ocupa a 17ª colocação da região e também o quinto lugar no Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Carteira de crédito aumentou 18,2% em doze meses

Receita do Grupo Panvel cresce 14,1% no primeiro trimestre

Venda nos canais digitais foi um dos destaques no período

O ritmo de expansão do grupo segue consistente, de acordo com o planejamento traçado

O Grupo Panvel apresentou mais um trimestre de resultados positivos, com receita bruta de R$ 1,1 bilhão, crescimento de 14,1% sobre a forte base de comparação do ano passado. A companhia destaca, ainda, a forte representação do digital nas vendas totais da rede, alcançando 17,9% de participação, recorde na história da empresa. O desempenho evidencia uma fase de colheita de ganhos de produtividade, com aumento da receita média por loja e diluição de despesas com vendas, tanto de lojas quanto dos centros de distribuição. Ao longo do primeiro trimestre, foram realizadas mais de 480 mil entregas, com 47% do volume entregue em até 60 minutos. “Esse resultado reforça a Panvel como benchmark no varejo farma quando o assunto é e-commerce. Seguimos evoluindo nas ferramentas de social commerce, que aumentam nossa capacidade de impactar clientes e realizar novas vendas digitais”, destaca o diretor financeiro e de relações com investidores do Grupo Panvel, Antônio Napp.

O ritmo de expansão do grupo segue consistente, de acordo com o planejamento traçado. No primeiro trimestre desse ano, foram abertas 14 novas lojas e a base de clientes cresceu 28,8% em um ano, superando a marca de 16 milhões de clientes cadastrados – número que representa 53% da população do Sul. Nessa linha, o market share da Panvel mais uma vez cresceu na região, chegando a 11,7%. Aliado à expansão e aos investimentos em logística e em tecnologia, o CEO do Grupo Panvel, Julio Mottin Neto, aponta outro grande ativo da companhia: a qualidade da gestão de caixa, com uma das mais baixas alavancagens financeiras do varejo.

A empresa encerrou o primeiro trimestre com o equivalente a 0,8x Ebitda [geração de caixa operacional]. “Essa situação de caixa confortável nos permite ter fôlego, mesmo com um cenário de taxas de juros elevadas, para seguir investindo e crescendo. Além disso, é um resultado que reforça a resiliência da companhia e a maturidade que o nosso negócio atingiu nos últimos anos. Esse certamente será um diferencial competitivo que poderemos explorar ao longo deste ano”, reforça Mottin. A companhia destaca, também, o crescimento das vendas de produtos de higiene e beleza e dos genéricos, com aumento de 25,8% e 22,5%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano passado, o que trouxe, inclusive, ganhos de margem bruta. O aumento na venda desses produtos mostra a mudança de comportamento do consumidor frente a uma base de comparação que teve, no ano passado, grande foco em testagens de Covid-19 e de influenza e venda de medicamentos em razão dessas doenças.

A Panvel é a 72ª maior empresa da região e também a 31ª maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Venda nos canais digitais foi um dos destaques no período

Randoncorp fatura R$ 2,7 bilhões entre janeiro e março

Indicador é 7,3% maior que no primeiro trimestre do ano passado

“Com receitas crescentes em moedas fortes e no mercado de reposição, investimentos em produtividade e na captura de sinergias entre as nossas empresas, alcançamos um trimestre com bons resultados e com expansão de margens, mesmo em um cenário de incertezas político-econômicas”, destaca o CEO da Randoncorp, Sérgio Carvalho

A Randoncorp fechou o primeiro trimestre de 2023 com receita líquida consolidada de R$ 2,7 bilhões, alta de 7,3% na comparação com mesmo período do ano passado. O indicador é resultado da estratégia de negócios da companhia, que avançou na diversificação de portfólio e mercados de atuação, e da internacionalização. Entre os principais fatores que potencializaram esses números está o aumento de receitas no mercado externo, que totalizaram US$ 111 milhões, crescimento de 11,1% em relação ao primeiro trimestre de 2022. Houve incremento das vendas em mercados como os Estados Unidos – tanto pela produção local nas unidades da companhia naquele país, em especial de semirreboques com a empresa Hercules, como de produtos exportados a partir do Brasil – e acréscimo de novas receitas com a recente aquisição da Juratek, no Reino Unido, pela Frasle Mobility, no segmento de autopeças para controle de movimentos.

Também contribuíram para o resultado o crescimento de receitas de novos negócios, como em serviços de tecnologia oriundas da aquisição da empresa DB, o mercado aquecido na reposição de autopeças e o agronegócio em ritmo forte, impulsionando as vendas de semirreboques, como basculantes e graneleiros, além de dar suporte para o resultado das operações de autopeças para veículos comerciais. “Com receitas crescentes em moedas fortes e no mercado de reposição, investimentos em produtividade e na captura de sinergias entre as nossas empresas, alcançamos um trimestre com bons resultados e com expansão de margens, mesmo em um cenário de incertezas político-econômicas”, destaca o CEO da Randoncorp, Sérgio L. Carvalho.

Em abril, a companhia divulgou seu guidance para 2023, projetando uma receita líquida consolidada entre R$ 10,5 bilhões e R$ 12 bilhões, com estimativa de receita no mercado externo entre US$ 520 milhões e US$ 570 milhões. Em relação à margem EBITDA, a faixa projetada ficou entre 13% e 16% ao final dos doze meses do ano. “Estamos confiantes em realizar o que foi planejado para o ano, principalmente pela consistência na execução da nossa estratégia, evidenciada nos números registrados neste primeiro trimestre”, salienta o CFO da Randoncorp, Paulo Prignolato.

A Randoncorp é a 24ª maior empresa da região e também a oitava maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Indicador é 7,3% maior que no primeiro trimestre do ano passado

Grupo 5àsec prepara abertura de 32 pontos de venda no Sul

Com as implantações da 5àsec e LavPop, a empresa prevê um investimento de R$ 6,4 milhões na região

Grupo 5àsec enxerga grandes oportunidades em cidades mais distantes das capitais

A região Sul vem se tornando um dos grandes focos do Grupo 5àsec. Com mais de 530 pontos de vendas em funcionamento, a franquia planeja abrir, ao menos, 32 operações na região, englobando a marca 5àsec e a mais recente lançada no mercado, LavPop. Ao todo, com as implantações, o grupo prevê um investimento de R$ 6,4 milhões nos três estados – R$ 3,2 milhões no Rio Grande do Sul, R$ 2,2 milhões em Santa Catarina e R$ 1 milhão no Paraná.

No Rio Grande do Sul, as cidades de Gravataí, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Rio Grande, Passo Fundo, Santa Maria, Canoas e Pelotas contam com oportunidades para a implantação de pontos de venda da 5àsec, que possui o formato Express, com investimento a partir de R$ 263 mil, idealizado especialmente para locais menores, já que não necessita de um amplo espaço para a abertura do estabelecimento e conta com o mesmo portfólio da operação padrão. Para os municípios de Viamão, Alvorada, Sapucaia do Sul, Santa Cruz do Sul, Cachoeirinha, Uruguaiana, Bagé e Erechim, o modelo LavPop é o indicado. Para os interessados, o investimento é a partir de R$ 155 mil. A estimativa do faturamento médio mensal de retorno é de R$ 35 mil, em um prazo estimado de 24 a 40 meses.

Em Santa Catarina, o grupo tem planos de implantar cinco unidades, sendo elas em Chapecó, Palhoça, Lages, Brusque e Tubarão, com previsão de investimento de R$2,2 milhões. Já no Paraná são 11 lojas, em Colombo, Guarapuava, Paranaguá, Araucária, Toledo, Apucarana, Campo Largo, Almirante Tamandaré, Piraquara, Cambé e Fazenda Rio Grande.

“Com a migração das pessoas para locais do interior ou litoral, impulsionado principalmente durante a pandemia, vemos que o perfil de consumo se modificou nos médios e pequenos municípios. Passamos a enxergar grandes oportunidades em cidades mais distantes das capitais dos estados. Dessa forma, voltamos nossos esforços para suprir a carência da população por serviços especializados de lavanderias”, afirma Alex Quezada, vice-presidente de marketing e vendas do grupo. As operações da 5àsec se enquadram em cidades a partir de 100 mil moradores. Já a LavPop, a partir de 55 mil habitantes. ‘Assim, conseguimos englobar todos os perfis de localidades”, completa.

Com as implantações da 5àsec e LavPop, a empresa prevê um investimento de R$ 6,4 milhões na região

Porto de São Francisco tem alta de 20% na movimentação de carga até abril

É a maior movimentação da história do complexo portuário já registrada no primeiro quadrimestre

Os produtos metalúrgicos e os fertilizantes foram as principais mercadorias recebidas de outros países

A movimentação de cargas no Porto de São Francisco do Sul atingiu 5 milhões de toneladas nos primeiros quatro meses de 2023, representando um aumento de 20,7% com relação ao mesmo período do ano passado (4,1 milhões de toneladas). É a maior movimentação da história do complexo portuário já registrada no primeiro quadrimestre. As exportações, com 2,8 milhões de toneladas, representaram 57% do total de mercadorias movimentadas nesses 120 dias. Os grãos (soja e milho), com 2,6 milhões de toneladas, lideram a lista dos produtos enviados ao exterior. Na sequência, óleo vegetal (100 mil toneladas) e madeira (81 mil toneladas).

Já as importações somaram 2,1 milhões de toneladas nestes quatro meses, equivalente a 43% da movimentação do Porto. Os produtos metalúrgicos (1,1 milhão de toneladas) e os fertilizantes (746 mil toneladas) foram as principais mercadorias recebidas de outros países. Segundo o presidente do porto, Cleverton Vieira, além de estar em posição geográfica favorável para receber e expedir o mix de cargas, São Francisco do Sul conta com uma tarifa atrativa, em comparação com outros portos próximos. “Todos esses fatores, somados à capacidade produtiva de sua comunidade portuária e às ações do governo do Estado para melhorar ainda mais as condições de infraestrutura do porto, ajudam a explicar o expressivo aumento no volume de cargas neste primeiro quadrimestre do ano”, afirma.

Em abril, a movimentação de mercadoria no Porto de São Francisco chegou a 1,3 milhão de toneladas, crescimento de 12% em comparação com o mesmo mês de 2022 (1,1 milhão de toneladas). A exportação atingiu 793 mil toneladas, sendo a soja o principal produto (726 mil toneladas). A importação, por sua vez, foi de 488 mil toneladas, puxadas pelo aço (295 mil toneladas) e fertilizantes (181 mil toneladas).

É a maior movimentação da história do complexo portuário já registrada no primeiro quadrimestre

Bateleur apresenta novo sócio

Mauro Medeiros Borges chega para intensificar atuação da empresa no setor da saúde

Para Borges, o principal desafio do cenário pós-pandemia é a revisão dos modelos de negócio em busca de maior eficiência e desempenho das operações

Com mais de quatro décadas de experiência na saúde e sólida vivência em funções executivas de diversos players do cenário nacional, tanto em operadoras quanto em hospitais, Mauro Medeiros Borges reforça o quadro de executivos da Bateleur com a missão de conduzir projetos de alto impacto no setor. “A área da saúde passou por transformações aceleradas no período da pandemia e, hoje, demanda por ajustes estruturais importantes na sua operação e nos seus modelos e processos de gestão. A chegada do Mauro, uma referência nesta área, qualifica ainda mais a nossa atuação no setor”, explica o CEO da Bateleur, Fernando Marchet.

Para o novo sócio, o principal desafio do cenário pós-pandemia é a revisão dos modelos de negócio em busca de maior eficiência e desempenho das operações. “A pandemia modificou todo o racional histórico do setor. Sairão fortalecidos deste momento de crise aqueles players que adequarem os seus processos e souberem estruturar as suas operações no contexto das profundas mudanças que ocorreram nos últimos anos, como as transformações tecnológicas, os novos marcos regulatórios e o aumento da expectativa de vida da população”, afirma Borges.

Ao longo de sua trajetória, o novo sócio da Bateleur exerceu os cargos de vice-presidente do conselho de administração da Unimed Porto Alegre; diretor da unidade HPS do Grupo Notredame Intermédica; superintendente médico no Hospital Alemão Oswaldo Cruz; diretor médico e diretor de operações no Americas Serviços Médicos (AMS) – rede que administra 21 hospitais em todo o Brasil, dentre eles o Hospital Samaritano –; diretor executivo do Hospital Humaniza e diretor executivo de operações no Centro Cínico Gaúcho (CCG).

Mauro Medeiros Borges chega para intensificar atuação da empresa no setor da saúde

Fundo de private equity adquire 90% do Coritiba

Treecorp investirá R$ 550 milhões e vai quitar as dívidas do clube paranaense

Cerca de R$ 100 milhões serão usados para a construção de um centro de treinamento e R$ 450 milhões para investimento no time

A Treecorp anunciou nesta terça-feira (9) a compra de 90% do Coritiba. A assinatura do contrato marca o primeiro investimento de um fundo de private equity brasileiro em SAF, o modelo de privatização dos times de futebol. A Treecorp tem sede em São Paulo. A empresa é comandada por três sócios-diretores: Filipe Lomonaco, Bruno D’Ancona e Danilo Soares. O empresário Roberto Justus também participa de seu conselho consultivo como sócio minoritário.

A Treecorp investirá R$ 550 milhões em uma década. Cerca de R$ 100 milhões serão usados para a construção de um centro de treinamento e R$ 450 milhões para investimento no time. O fundo ainda cogita um aporte adicional de R$ 500 milhões para a reforma do Couto Pereira. A Treecop também se comprometeu a pagar a dívida do Coxa, que soma R$ 250 milhões. Por essa conta é que envolvidos na operação deram ao clube um enterprise value (a soma ações e dívida) de R$ 1,3 bilhão.

O Coritiba anunciou a assinatura do contrato em um vídeo publicado em suas redes sociais. No vídeo, chamado de “Um novo passo na revolução”, o clube afirma que a operação foi aprovada por mais de 95% dos sócios, mas que ainda depende do aval do conselho deliberativo, da assembleia de sócios e do juízo da recuperação judicial. “O controle da SAF [Sociedade Anônima do Futebol] por um investidor profissional consolida o processo de profissionalização do futebol do Coritiba”, destaca o vídeo.

Treecorp investirá R$ 550 milhões e vai quitar as dívidas do clube paranaense

Celesc anuncia maior investimento da história

Serão R$ 4,5 bilhões até 2026

Os aportes previstos incluem a ampliação da capacidade transformadora de subestações existentes e instalação de novas linhas de distribuição

O governo de Santa Catarina, por meio da Celesc, pretende investir cerca de R$ 4,5 bilhões no sistema elétrico catarinense até 2026, o maior pacote de investimento da história da companhia. Os aportes previstos incluem R$ 3,5 bilhões para a ampliação da capacidade transformadora de subestações existentes, construção de novas subestações, instalação de novas linhas de distribuição, investimentos em média e baixa tensão, além de R$ 1 bilhão em projetos estratégicos. As informações constam no plano de investimentos da empresa, lançado nesta terça-feira (9) em evento no Teatro Pedro Ivo, em Florianópolis, com a presença do governador Jorginho Mello e da vice-governadora Marilisa Boehm.

O presidente da companhia, Tarcísio Estefano Rosa ressaltou a importância do investimento para melhorar a qualidade de vida da população e promover o desenvolvimento econômico. “O plano contempla ações que darão mais recursividade e robustez ao sistema elétrico em todo o território catarinense e prevê a construção de 20 novas subestações e 41 ampliações e melhorias em subestações já existentes. Isto certamente será refletido em melhores condições para SC crescer e dar mais qualidade de vida para quem vive e trabalha em nosso estado”, afirmou. Em todo o estado, os investimentos previstos para o sistema elétrico incluem a construção de novas subestações (SEs), ampliação e melhorias em SEs já existentes e a construção de linhas e redes de distribuição de energia elétrica.

O planejamento apresentado foi elaborado após estudos realizados pela área técnica da Celesc, que consideraram a demanda de cada região e o crescimento previsto para os próximos quatro anos. “É importante ressaltar que estes investimentos são uma previsão e que este plano pode ser revisitado ou ampliado, em caso de novas necessidades identificadas”, explica o diretor de distribuição da companhia, Claudio Varella do Nascimento. Parte importante do plano de investimentos da Celesc, o governo estadual e a Fundação Certi, parceira no projeto, também assinaram a ordem de serviço que marca o lançamento da 3ª etapa do Corredor Elétrico Catarinense. Com investimento aproximado de R$ 6 milhões, essa fase do projeto prevê a instalação de mais 10 estações de recarga de veículos elétricos em todas as regiões do estado.

Com uma das maiores rotas eletrificadas do Brasil, Santa Catarina hoje conta com mais de 1.500 quilômetros de estradas com estações de recarga — 34 já instaladas, entre semirrápidas (com a duração do carregamento de 80% de um veículo entre 3 horas e 8 horas) e rápidas (entre meia hora e 40 minutos). Nessa nova etapa do projeto, realizado por meio do programa de P&D/Aneel da Celesc em parceria com a Fundação Certi, deverão ser instaladas outras oito estações de recarga semirrápida e duas estações ultrarrápidas. “Com o modelo ultrarrápido a previsão é de que a recarga de 80% do veículo dure apenas 15 minutos”, contou o diretor de planejamento da Celesc, Marcos Penna. A seleção dos locais onde as novas estações de recarga serão instaladas deverá ocorrer por meio de uma nova chamada pública. O lançamento ocorre no momento em que o setor vem conquistando mais adeptos e quando já circulam mais de 3 mil veículos híbridos plug-in e puramente elétricos em Santa Catarina, ou seja, modelos que podem ser conectados às estações.

A Celesc é a vigésima maior empresa da região e também a sexta maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Serão R$ 4,5 bilhões até 2026

Celesc anuncia maior investimento da história

Serão R$ 4,5 bilhões até 2026

Os aportes previstos incluem a ampliação da capacidade transformadora de subestações existentes e instalação de novas linhas de distribuição

O governo de Santa Catarina, por meio da Celesc, pretende investir cerca de R$ 4,5 bilhões no sistema elétrico catarinense até 2026, o maior pacote de investimento da história da companhia. Os aportes previstos incluem R$ 3,5 bilhões para a ampliação da capacidade transformadora de subestações existentes, construção de novas subestações, instalação de novas linhas de distribuição, investimentos em média e baixa tensão, além de R$ 1 bilhão em projetos estratégicos. As informações constam no plano de investimentos da empresa, lançado nesta terça-feira (9) em evento no Teatro Pedro Ivo, em Florianópolis, com a presença do governador Jorginho Mello e da vice-governadora Marilisa Boehm.

O presidente da companhia, Tarcísio Estefano Rosa ressaltou a importância do investimento para melhorar a qualidade de vida da população e promover o desenvolvimento econômico. “O plano contempla ações que darão mais recursividade e robustez ao sistema elétrico em todo o território catarinense e prevê a construção de 20 novas subestações e 41 ampliações e melhorias em subestações já existentes. Isto certamente será refletido em melhores condições para SC crescer e dar mais qualidade de vida para quem vive e trabalha em nosso estado”, afirmou. Em todo o estado, os investimentos previstos para o sistema elétrico incluem a construção de novas subestações (SEs), ampliação e melhorias em SEs já existentes e a construção de linhas e redes de distribuição de energia elétrica.

O planejamento apresentado foi elaborado após estudos realizados pela área técnica da Celesc, que consideraram a demanda de cada região e o crescimento previsto para os próximos quatro anos. “É importante ressaltar que estes investimentos são uma previsão e que este plano pode ser revisitado ou ampliado, em caso de novas necessidades identificadas”, explica o diretor de distribuição da companhia, Claudio Varella do Nascimento. Parte importante do plano de investimentos da Celesc, o governo estadual e a Fundação Certi, parceira no projeto, também assinaram a ordem de serviço que marca o lançamento da 3ª etapa do Corredor Elétrico Catarinense. Com investimento aproximado de R$ 6 milhões, essa fase do projeto prevê a instalação de mais 10 estações de recarga de veículos elétricos em todas as regiões do estado.

Com uma das maiores rotas eletrificadas do Brasil, Santa Catarina hoje conta com mais de 1.500 quilômetros de estradas com estações de recarga — 34 já instaladas, entre semirrápidas (com a duração do carregamento de 80% de um veículo entre 3 horas e 8 horas) e rápidas (entre meia hora e 40 minutos). Nessa nova etapa do projeto, realizado por meio do programa de P&D/Aneel da Celesc em parceria com a Fundação Certi, deverão ser instaladas outras oito estações de recarga semirrápida e duas estações ultrarrápidas. “Com o modelo ultrarrápido a previsão é de que a recarga de 80% do veículo dure apenas 15 minutos”, contou o diretor de planejamento da Celesc, Marcos Penna. A seleção dos locais onde as novas estações de recarga serão instaladas deverá ocorrer por meio de uma nova chamada pública. O lançamento ocorre no momento em que o setor vem conquistando mais adeptos e quando já circulam mais de 3 mil veículos híbridos plug-in e puramente elétricos em Santa Catarina, ou seja, modelos que podem ser conectados às estações.

A Celesc é a vigésima maior empresa da região e também a sexta maior de Santa Catarina, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC. Leia o anuário completo clicando aqui, mediante pequeno cadastro.

Serão R$ 4,5 bilhões até 2026

“Não adianta ter bom produto sem profissionalização do processo de vendas”, reflete especialista

Fausto Reichert foi convidado pelo Lab Fecomércio RS para falar sobre case da PipeRun

“Cada vez mais, é preciso saber conviver com os erros, pois eles trazem muitos aprendizados positivos e nos preparam para conquistas maiores”, ensina Fausto Reichert

Para um negócio em estágio de desenvolvimento, o setor comercial é ainda mais importante: é o que garante a expansão da carteira, a retenção de clientes e a geração de insights para o crescimento da empresa. Esse foi o tema de um workshop ministrado por Fausto Reichert para startups do Lab Fecomércio RS na última quinta-feira (4). Chief Revenue and Strategy Officer da PipeRun, o executivo apresentou o case da salestech — detalhando a trajetória e os desafios de quem empreende em uma startup. “Na PipeRun, nós aprendemos, na prática, que boas ou más ideias só se confirmam quando as colocamos para rodar”, refletiu. Para ele, o empreendedor precisa ser cauteloso, saber o que está fazendo, mas apostar mais. “Cada vez mais, é preciso saber conviver com os erros, pois eles trazem muitos aprendizados positivos e nos preparam para conquistas maiores.”

Fausto também falou sobre o planejamento e a construção da máquina de vendas. “Na nossa experiência, ficou muito claro que saber criar um bom plano e ter uma equipe de vendas bem amparada é o diferencial mais importante para quem quer crescer. Não adianta nada ter um bom produto se não houver a profissionalização do meu processo de vendas. Por isso, a captação de leads e um CRM estruturado e integrado são essenciais”, pontuou o executivo.

Parte do ecossistema
A PipeRun possui um histórico de participação no ecossistema da inovação, segundo Fausto. “Estar em ambientes como estes é algo muito estimulante. A gente compartilha um pouco do que sabe, mas aprende muito mais e sai inspirado com o que vê.” Segundo ele, a Fecomércio está fazendo um “trabalho inestimável para a inovação gaúcha”. “Ficamos surpresos com a qualidade dos produtos e serviços que o hub está fomentando”, destacou. Hub de inovação da Casa do Comércio Gaúcho, o Lab Fecomércio RS tem feito uma série de encontros com especialistas para falar de ferramentas e modelos de negócios para as startups que participam da incubadora.

Fausto Reichert foi convidado pelo Lab Fecomércio RS para falar sobre case da PipeRun

Empresa espanhola de serviços traz novo modelo de cuidado a idosos para Curitiba

Controlada pela multinacional Keralty, a Versania incorporou a estrutura do Seniors Club e prepara expansão nacional

Com a incorporação do Seniors Clube, a Versania entrou no segmento de residencial para idosos com sua primeira operação no Sul do Brasil

Os serviços de atenção e bem-estar a adultos maduros, enquadrados na chamada terceira idade, têm um novo fornecedor em Curitiba com a chegada da Versania, empresa do grupo espanhol Keralty. A empresa incorporou o Seniors Club, um residencial para hospedagem temporária ou permanente para idosos. Inaugurado em 2020, o residencial tem seis mil metros quadrados de área construída em um terreno de 4 mil metros quadrados, no bairro Campo Comprido, e hoje atende a 80 hóspedes. O Grupo Keralty nasceu em 1980 e é composto por empresas de grande porte na prestação de serviços em saúde, com infraestrutura clínico-hospitalar e forte atuação social nas áreas assistencial e educacional. O grupo está presente em dez países, entre eles Estados Unidos, México, Brasil, Peru, Colômbia, Espanha, Filipinas e Venezuela, com mais de 9 milhões de beneficiários pelo mundo.

Líder nos países onde atua, o Keralty tem 11 mil centros de atenção à saúde credenciados, sendo 422 próprios, incluindo hospitais, centros médicos de atendimento especializado e de atenção primária, farmácia, laboratórios de análise clínica, residenciais, clínicas odontológicas, centros oftalmológicos, unidades de emergência e clínicas de saúde e saúde ocupacional. São 9.971 médicos credenciados e 26.283 colaboradores. Além disso, possui uma faculdade de saúde, com pesquisa e pós-graduação na área, e uma associação com mais de 12 mil voluntários somente no Brasil, onde chegou em 2012, a comprar duas operadoras de saúde que foram vendidas para o Grupo Notredame Intermédica em 2020.

No mesmo ano, a Versania chegou ao país com o modelo de centros de atenção integral, com serviços dedicados ao cuidado, manejo e acompanhamento da fragilidade e dependência ao longo da vida das pessoas. A empresa atua em quatro segmentos: serviço de cuidado infantil, com unidade especializada na intervenção multidisciplinar, integral e personalizada das diferentes esferas do neurodesenvolvimento infantil ( 0 a 12 anos); serviços deatenção domiciliar, ambulatório e internação para cuidados paliativos (hospice), com estrutura única e dedicada, com equipe especializada para atender pacientes que se encontram em estágio final de vida e que precisam de conforto e acolhimento à sua família; serviços de reabilitação (Unidade de Transição de Cuidados), cujo objetivo é resgatar a capacidade funcional do indivíduo que a perdeu de forma temporária; e serviços de hospedagem temporária ou permanente para idosos, com estrutura moderna e serviços de saúde de alto padrão.

Com a incorporação do Seniors Clube, a Versania entrou no segmento de residencial para idosos com sua primeira operação no Sul do Brasil. Os próximos passos serão as inaugurações de duas novas operações nas cidades de Belo Horizonte (MG) e São Paulo (SP). “Acreditamos que Curitiba é uma das principais cidades do Brasil para a implementação de nosso modelo de saúde. Curitiba é uma cidade moderna, vibrante culturalmente, preocupada com questões sociais, ambientais, urbanísticas e é um dos principais polos econômicos do país. É uma excelente porta de entrada para implementarmos nossas linhas de cuidado em toda a região Sul. O Seniors Club nos encantou pela hotelaria e pela atenção e cuidado assistencial aos hóspedes. Com a Seniors, como a primeira empresa Versania no Sul, queremos expandir nossa atuação e ofertar à população dessa região toda a nossa linha de cuidados, desde o cuidado infantil até o cuidado do idoso”, afirma Márcio Mascarenhas, CEO da Versania no Brasil.

Controlada pela multinacional Keralty, a Versania incorporou a estrutura do Seniors Club e prepara expansão nacional

Grupo Tacla anuncia inauguração do Shopping Plaza Campos Gerais no ano que vem

Em construção em Ponta Grossa, centro de compras é 11º do grupo no Paraná e terá influência sobre 19 cidades da região

Empreendimento vai empregar cerca de 4,5 mil pessoas direta e indiretamente

Líder nos investimentos em shoppings e outlets no Sul do Brasil, o paranaense Grupo Tacla anuncia para 2024 a inauguração do seu 11º empreendimento no Paraná. O Plaza Campos Gerais está sendo construído em Ponta Grossa, com a participação da LF22 Empreendimentos Imobiliários, de Luis Flávio de Moraes Barros. Situado em um ponto de entroncamento de importantes rodovias que cortam o estado, no bairro Ronda, com grande circulação de veículos, o empreendimento terá influência sobre 19 cidades do entorno, que junto com Ponta Grossa somam 836 mil habitantes.

“O Plaza será um grande indutor de desenvolvimento, vai empregar cerca de 4,5 mil pessoas direta e indiretamente, mexendo positivamente com a economia”, diz o empreendedor Aníbal Tacla, apresentando os números da estrutura: 76 mil metros quadrados de área construída, 142 lojas, sendo nove âncoras de grandes redes varejistas, 16 operações de fast food, dois restaurantes e seis salas de cinema. O estacionamento terá 1,5 mil vagas.

O Grupo Tacla inaugurou recentemente o City Center Outlet Premium, em Campo Largo, na região de Curitiba, o primeiro neste conceito dentro do Paraná. No interior do estado, o Palladium Umuarama também é um dos primeiros empreendimentos de shopping centers da região Noroeste. Em 2022 o grupo registrou a circulação de mais de 40 milhões de consumidores em seus empreendimentos, o que representa um crescimento de 39% em relação a 2021 e responde por um aumento nas vendas na casa dos 42%. Os empreendimentos do Grupo Tacla encerram o ano com 2,1 mil lojas operando em 310 mil metros quadrados de Área Bruta Locável (ABL), o que representa 5% e 15% de expansão respectivamente. Para atender a toda essa demanda, 32 mil postos de trabalhos diretos e indiretos foram contabilizados, crescimento de 12% em relação a 2021.

Em construção em Ponta Grossa, centro de compras é 11º do grupo no Paraná e terá influência sobre 19 cidades da região

Grupo Mabu nomeia novo presidente para o conselho de administração

O empresário Rui Rocha liderou o processo de governança corporativa da empresa paranaense de hotelaria

O grande desafio agora, antecipa Rocha, é promover novos investimentos e garantir o crescimento dos negócios

O Grupo Mabu, um dos maiores no segmento imobiliário e de turismo do Brasil, com forte atuação em hotelaria e entretenimento, anunciou mudanças em sua estrutura organizacional. O empresário Rui Rocha é o novo presidente do conselho de administração da empresa, um passo considerado importante para a consolidação do processo de governança corporativa iniciado há 12 anos. “Os ciclos de planejamento estratégico do Grupo Mabu sempre nortearam seu crescimento, ao longo destes 12 anos. O grupo se diversificou e cresceu de forma estruturada. Com isso o modelo de gestão passou por todos os estágios de uma empresa que busca de fato ter um processo robusto de governança”, explica Rocha. O grande desafio agora, antecipa ele, é promover novos investimentos e garantir o crescimento dos negócios.

A meta da gestão é colocar o Grupo Mabu no cenário nacional e internacional, como uma das melhores referências em hospedagem e entretenimento. “O setor de turismo foi fortemente impactado pela pandemia, e graças à solidez do grupo e a uma orientação estratégica clara, saímos fortalecidos. Hoje estamos obtendo desempenho extraordinário, com recordes em todos os indicadores-chave do negócio”, comenta. Em 2018, a empresa inaugurou em Foz do Iguaçu o Blue Park, maior parque aquático do sul do país e o único da região a ter uma praia termal, num investimento de R$ 60 milhões. Dois anos depois, foi a vez do hotel My Mabu, também em Foz, no modelo de multipropriedade. A rede paranaense foi criada há 50 anos e atua nas categorias resort e business, com hotéis em Curitiba e em Foz do Iguaçu.

Rocha é empresário e sócio fundador das empresas Partner Global Business, Partner Consulting do Brasil e Upside Investment, com atuação nas áreas de governança corporativa, gestão estratégica e investimentos. Em 2022, assumiu também a presidência do conselho de administração do Grupo Santa Maria, cujo case de sucessão em empresa familiar foi destaque em veículos internacionais de comunicação. “Chegar ao conselho de uma empresa é um reconhecimento profissional, um passo que todos nós, executivos, desejamos. No entanto, são necessárias expertise, responsabilidade, confiança e uma visão estratégica aguçada”, ressalta.

O empresário Rui Rocha liderou o processo de governança corporativa da empresa paranaense de hotelaria