Cresce número de graduados trabalhando em postos de menor escolaridade

Total de pessoas ocupadas com curso superior completo aumentou 15,5%

Dos 704 mil motoristas de aplicativo, cerca de 86 mil têm ensino superior completo

O número de pessoas ocupadas que têm ensino superior completo cresceu 15,5%, entre 2019 e 2022, revela análise do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PnadC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta, no entanto, é maior em ocupações que não exigem esse nível de escolaridade. O levantamento aponta aumento de 22% no percentual de pessoas com nível superior trabalhando como balconistas ou vendedores de loja. Também cresceu 45% o número de pessoas com nível superior completo trabalhando como profissionais de nível médio de enfermagem.

O número de ocupados com ensino médio completo cresceu 7,1% e o número total de ocupados aumentou 4%. “Nesse sentido, o aumento de ocupados com maiores níveis de instrução acompanhou a ampliação da escolaridade da sociedade brasileira como um todo”, sublinha o Dieese, que produziu um recorte para motoristas e entregadores por aplicativo. Dos 704 mil motoristas de aplicativo, cerca de 86 mil têm ensino superior completo, excluindo os taxistas. O maior número é de profissionais com ensino médio completo (461 mil). Entre os entregadores, do total de 589 mil, cerca de 70 mil completaram o curso superior.

A tendência reflete o aumento (14,9%) do número de pessoas em idade ativa, ou seja, de 14 anos de idade ou mais, com ensino superior completo, na comparação entre 2019 e de 2022. Isso equivale a cerca de 3,7 milhões a mais pessoas com tal qualificação. O maior crescimento percentual foi no ensino superior. No ensino médio completo, a quantidade de pessoas em idade ativa que atingiram esse nível de escolaridade cresceu 5,9% no mesmo período. Entre os que têm ensino fundamental completo, houve queda de 4,6%. O total de pessoas de 14 anos ou mais subiu 2,9%. O Dieese destaca, no boletim, que o fenômeno do aumento da escolarização, especialmente no ensino superior, já ocorre há vários anos em decorrência da ampliação das universidades públicas e de programas federais de acesso e financiamento às universidades privadas, principalmente a partir do início dos anos 2000. “Porém, percebe-se cotidianamente a dificuldade das pessoas com diploma de nível superior de conseguir algum trabalho compatível com essa escolaridade, devido aos problemas estruturais da economia brasileira, que apresenta crises recorrentes e baixo crescimento, especialmente nos últimos anos”, diz o texto.

Com Agência Brasil

Total de pessoas ocupadas com curso superior completo aumentou 15,5%

Sanepar pode ter segunda planta do mundo de hidrogênio renovável

Projeto está sendo feito em parceria com a empresa alemã Graforce

O termo de parceria entre as empresas foi assinado pelo presidente da Graforce, Jens Hanke, e o diretor-presidente da Sanepar, Claudio Stabile

A Sanepar pode ter a segunda planta do mundo de hidrogênio renovável em parceria com a empresa alemã Graforce. O termo de parceria entre as empresas foi assinado na terça-feira (28), em Berlim, pelo diretor-presidente da Sanepar, Claudio Stabile, e o presidente da Graforce, Jens Hanke. A parceria visa o desenvolvimento de estudos sobre produção de hidrogênio renovável, a partir da plasmólise do biometano, oriundo do tratamento do esgoto. A Graforce foi quem desenvolveu a tecnologia de plasmólise para produção de hidrogênio renovável a partir do biogás ou do esgoto. Em maio, o presidente da Sanepar e o gerente de pesquisa e inovação, Gustavo Possetti, visitaram a fábrica e o centro de pesquisas da Graforce, em Berlim.

Essa parceria é fruto do acordo de cooperação técnica assinado entre a Sanepar e a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha do Rio de Janeiro (AHK-Rio), que visa o desenvolvimento de estudo de viabilidade de tecnologias renováveis (verdes) na produção de hidrogênio em estações de tratamento de esgoto no Paraná. O projeto conta com recursos do governo da Alemanha, por meio do Ministério Federal do Meio Ambiente, Natureza, Segurança Nuclear e Proteção (BMUV) e da NOW GmbH, empresa pública que conduz o Programa Nacional de Inovação para Hidrogênio e Tecnologia de Células de Combustível.

A Sanepar processa mais de 476 bilhões de litros de esgoto por ano em suas 263 estações de tratamento. Essas estações, em sua maioria, são dotadas de reatores anaeróbios e geram, consequentemente, biogás. “A produção do hidrogênio renovável a partir do biogás é convergente com as características das cadeias produtivas já consolidadas no Paraná. Trata-se de uma abordagem disruptiva para o setor de saneamento brasileiro e muito aderente às agendas internacionais focadas na promoção das economias circular e de baixo carbono”, afirma Gustavo Possetti.

Projeto está sendo feito em parceria com a empresa alemã Graforce

SIM amplia estrutura operacional com crédito de R$ 200 milhões

Companhia gaúcha assinou termo com o BRDE

O contrato com a SIM é a maior operação do BRDE com um único cliente nos últimos anos

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e as Empresas SIM celebraram a aprovação de um limite de crédito no valor de até R$ 200 milhões. O recurso permitirá a ampliação das estruturas operacionais do grupo, composto por oito empresas. É a maior operação do BRDE com um único cliente nos últimos anos. O termo foi assinado na sede do grupo, em Flores da Cunha (RS). Parte dos valores disponibilizados será utilizado para construção da base operacional da Sim Distribuidor, localizada em Santa Maria e que já está em obras, e demais projetos dentro das empresas do grupo em outros municípios. Com mais de 5.200 funcionários e oito empresas compondo o grupo, as Empresas SIM preveem fechar o ano com um faturamento de R$ 16 bilhões. 

Na avaliação do diretor de planejamento do banco, Leonardo Busatto, o financiamento inaugura uma parceria com as Empresas SIM em um momento bastante promissor. “O BRDE fechará o ano com um novo recorde em termos de investimentos na região Sul e a parceria com a SIM se insere na nossa missão de apoiar os setores mais estratégicos”, acrescentou o diretor. O banco está fechando o mês de novembro com R$ 4,7 bilhões em novas contratações aprovadas. A SIM é a 40ª maior empresa da região e também a 15ª maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. Acesse o ranking completo clicando aqui.

Companhia gaúcha assinou termo com o BRDE

Conteúdo Patrocinado: Mais do que um banco, um agente transformador

BRDE faz a diferença através de iniciativas diversas, sempre visando à inovação e a evolução

Durante as enchentes que atingiram Santa Catarina e Rio Grande do Sul nos últimos meses, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) foi protagonista em levar possibilidades de investimentos na prevenção de novos desastres e no reparo dos danos causados. Com o objetivo de tratar do apoio aos municípios com necessidade de investimento em obras de infraestrutura, principalmente no financiamento para prevenção aos impactos provocados por desastres naturais e riscos relacionados ao clima, o banco foi responsável por levar em outubro uma equipe de representantes do Banco Mundial às cidades gaúchas e catarinenses mais afetadas pelas últimas cheias. Na ocasião, a agenda ainda serviu para reunir o máximo de informações sobre os impactos da enchente, conversar com lideranças políticas e empresariais, entender as prioridades e definir de que forma um recurso disponibilizado pelo BRDE de R$ 500 milhões para os três estados do Sul poderia ajudar os municípios.

Uma das possibilidades apresentadas pela comitiva é auxiliar os municípios através do programa Sul Resiliente, também em parceria com o BRDE, que disponibiliza às prefeituras da região Sul uma linha de financiamento específica para projetos e qualificação da infraestrutura dos municípios para atenuar impactos de desastres naturais. Além de investir em obras para evitar desastres naturais e eventos climáticos, o programa permite aos municípios a elaboração de projetos de engenharia, como mapeamento de risco e planos de contingência, treinamento de servidores municipais ou aquisição de sistemas e equipamentos para monitoramento de risco.

Em novembro, o presidente do Banco, João Paulo Kleinübing, levou o debate a Brasília, acompanhando uma audiência do governador de Santa Catarina Jorginho Mello e o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, sobre o aumento do limite operacional do BRDE para 2024 e um limite emergencial para 2023 de R$ 600 milhões para o Sul do país. O valor destinará R$ 200 milhões para micro, pequenas e médias empresas catarinenses atingidas pelas cheias.

Além da importante atuação social, o Banco vem se destacando também com iniciativas voltadas à inovação e ao turismo. Atualmente, o BRDE opera 44% dos recursos nacionais da Finep destinados a indústria 4.0, novos produtos e inovação: de R$1 bilhão repassados desde o dia 1º de janeiro desse ano aos agentes credenciados em todo Brasil, R$ 440 milhões foram para o BRDE, divididos em partes iguais nos três estados em que opera (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul).

No último dia 20, o Banco foi uma das 18 instituições financeiras contempladas com a quantia de R$ 500 milhões via Fundo Geral de Turismo (Fungetur). Os recursos irão possibilitar que empresas do setor de turismo registradas no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur) acessem recursos para realização de reforma e modernização, aquisição de equipamentos ou ainda para capital de giro. Com a participação do BRDE, o fundo deve ajudar no fortalecimento dos empreendimentos turísticos no Sul do Brasil. “O valor anunciado permite que os empreendedores dos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul ganhem ainda mais condições de colocar em prática seus projetos com apoio do banco”, destaca Kleinübing. O BRDE, neste primeiro semestre de 2023, já operou mais de R$ 90 milhões em recursos via Fungetur nos três estados do Sul – Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.

BRDE faz a diferença através de iniciativas diversas, sempre visando à inovação e a evolução

Vedamotors investe R$ 10 milhões em nova fábrica de elastômeros

Companhia aposta no crescimento de vendas para montadoras e mercado de reposição

Total do recurso alocado, até final de 2025, será de R$ 32 milhões

Uma das maiores fabricantes de componentes para duas rodas, a Vedamotors – formada por capital 50% nacional e 50% italiano, com a Divisão Brasil do Grupo Athena –, dá um grande passo para o crescimento de seu negócio. Com investimento de R$ 10 milhões, a companhia inaugurou nesta semana uma fábrica de elastômeros, iniciando a produção da própria matéria-prima (composto elastomérico) dos itens em borracha da sua linha de produtos. Faz parte do planejamento mais um investimento de R$ 22 milhões ao longo dos próximos dois anos em ampliações da nova fábrica. O total do recurso alocado, até final de 2025, será de R$ 32 milhões.

Localizada na cidade de Lontras (SC), a Vedamotors está presente no mercado há 32 anos e há mais de 20 anos fabrica componentes a partir da injeção, compressão e transferência de borracha, adquirindo a matéria-prima de grandes fornecedores do Rio Grande do Sul e de São Paulo. Agora, com a fabricação do composto de elastômero para estes processos, terá mais autonomia para desenvolver aplicações, sem depender de formulações oferecidas pelo mercado. “A nova fábrica faz parte da nossa estratégia de verticalização da produção, principalmente no segmento de elastômeros e borrachas em geral, incluindo produtos como bucha de coroa, retentores, coxins, guarnições e afins”, afirma José Maurício Felippe, fundador e presidente da Vedamotors. Segundo ele, a produção própria aumentará a segurança e a confiabilidade dos produtos, podendo ampliar o atendimento às montadoras de motos e demais indústrias que exigem a internalização de todo o processo.

Um dos grandes objetivos da Vedamotors – que já possui 80% do mercado nacional de juntas para motos – é se tornar a maior fabricante nacional de retentores para duas rodas. E, assim, aumentar o faturamento dessa linha em 50% até 2025, passando dos atuais R$ 25 milhões para R$ 37,5 milhões. A nova fábrica já está fornecendo 30% da matéria-prima comprada até agora, e a expectativa é que a empresa se torne autossuficiente no composto elastomérico até o final deste ano. Com 700 metros quadrados de área, a fábrica começou a ser construída em março de 2022. Uma das particularidades da planta é integrar o galpão da Vedamotors, onde já funcionam os demais processos de fabricação, como se fossem cinco fábricas em uma só, favorecendo um fluxo da operação mais racional. A nova unidade inclui um laboratório, máquinas e peças específicas, como balanças de precisão, equipamentos de rastreabilidade lote a lote de composto elastomérico e uma moderna máquina de pré-formados de alta precisão. Parte dos equipamentos são nacionais e parte foram importados da Inglaterra, Índia e Alemanha.

Companhia aposta no crescimento de vendas para montadoras e mercado de reposição

Plataforma da Petrobras toma o caminho do Sul para destinação sustentável

A venda da P-32 para a Gerdau, em parceria com a Ecovix, foi concluída em julho deste ano

Petrobras realizou a desancoragem da P-32, no Campo de Marlim, na Bacia de Campos

A Petrobras realizou, na última quinta-feira (23), a desancoragem da P-32, no Campo de Marlim, na Bacia de Campos, e no sábado (25) iniciou a navegação da plataforma para o estaleiro Rio Grande (RS), onde a unidade será submetida a um processo de reciclagem alinhado às melhores práticas ESG da indústria mundial”Com a P-32 já em trânsito para o estaleiro Rio Grande, faremos o primeiro descomissionamento verde no Brasil. E esse é o primeiro de muitos. Nosso plano estratégico prevê mais de 20 unidades a serem descomissionadas. Nosso país tem uma forte indústria consumidora de aço. Somos a nona indústria produtora de aço. Ou seja, temos produto disponível, uma tecnologia a ser desenvolvida ou em desenvolvimento, e o mercado consumidor é presente e seguro”, afirmou o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates.

A venda da P-32 para a Gerdau, em parceria com o estaleiro Ecovix, foi concluída em julho deste ano. A unidade será a primeira plataforma flutuante a seguir o novo modelo de destinação sustentável de embarcações adotado pela Petrobras. Outras 11 unidades flutuantes seguirão nos próximos cinco anos a mesma diretriz. O plano de reciclagem da plataforma, elaborado pela Gerdau-Ecovix foi aprovado pela Petrobras e contempla desde os primeiros procedimentos de recebimento da unidade, passando pelos trabalhos de desmontagem, que acontecerá em dique seco, até a destinação final dos resíduos decorrentes do desmantelamento.

A execução do plano será acompanhada pela Petrobras para garantir o cumprimento das práticas de segurança, meio ambiente, saúde ocupacional e responsabilidade social de forma sustentável e auditável, ao longo de todo o processo de reciclagem. O descomissionamento faz parte do ciclo de vida de um sistema de produção e consiste em um conjunto de atividades associadas à interrupção definitiva das operações de uma plataforma e equipamentos associados, quando se esgotam as oportunidades de extensão ou manutenção da produção.

A venda da P-32 para a Gerdau, em parceria com a Ecovix, foi concluída em julho deste ano

Viação Garcia/Brasil Sul adquire a Santo Anjo da Guarda

Forte atuação em SC e RS consolida presença da empresa paranaense no mercado da região Sul

O valor do negócio não foi revelado pelas empresas

A Viação Garcia/Brasil Sul, sediada em Londrina (PR), anuncia a aquisição de 49% da empresa de transporte rodoviário Santo Anjo da Guarda, com sede em Florianópolis (SC), e passa a operar as linhas desta companhia a partir deste mês de novembro. A compra será de 100% logo que a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) conceder a anuência prévia para a aquisição integral, como determina a regulamentação do setor. O valor do negócio não foi revelado pelas empresas. Com atuação em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, a Santo Anjo da Guarda tem um forte nome no mercado do Sul do país e um retrospecto de 76 anos de atuação. 

Foi a primeira do setor no Brasil a obter certificação oficial instituída pelo Regulamento dos Serviços Rodoviários Interestaduais e Internacionais de Transporte Coletivo de Passageiros, do Ministério dos Transportes, em 1971. “Como a Viação Garcia, a Santo Anjo da Guarda é uma empresa rica em histórias e que também carrega um forte legado”, diz o presidente da Viação Garcia/Brasil Sul, José Boiko. Em 2022, a companhia registrou faturamento de R$ 3,5 milhões por mês e R$ 42 milhões no ano. Transporta mais de um milhão de passageiros por ano, tem cerca de 130 funcionários e continuará, sob gestão da Viação Garcia/Brasil Sul, atendendo as principais linhas entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Sinergia
“A transação confirma a estratégia da Viação Garcia/Brasil Sul de reforçar as operações em áreas onde já atua, consolidando a sua presença nessas regiões. A Santo Anjo tem forte sinergia com a Brasil Sul, com linhas em comum e outras que passaremos a operar a partir de agora”, afirma o vice-presidente Estefano Boiko Junior. A empresa foi fundada em 24 de fevereiro de 1947 por Herbert Falk, que percebeu a demanda por transporte de moradores do Rio Grande do Sul que visitavam Tubarão e se hospedavam em seu hotel. Em 1951, o fundador transferiu a empresa para os irmãos Damiani, que investiram em frota, adquiriram novas concessões e passaram a realizar também o transporte de cargas, interrompido um tempo depois.

A Santo Anjo mudou de mãos novamente em 2014, quando foi adquirida por Sérgio Tadeu Pereira e seu filho Carlos Henrique Pastro Pereira. Passou a integrar, então, o grupo gaúcho formado ainda pelas empresas Navegantes, Sogil e Visate. Em 2015, a Santo Anjo da Guarda teve a sua sede transferida para a capital de Santa Catarina, Florianópolis. Atua no transporte rodoviário de passageiros e a sua principal linha é a ligação entre duas capitais do Sul do país: Florianópolis (SC) e Porto Alegre (RS). Também presta serviços de locação de ônibus, transporte de encomendas e venda de ônibus seminovos.

Forte atuação em SC e RS consolida presença da empresa paranaense no mercado da região Sul

Marca catarinense Priori escolhe Curitiba para expansão fora do estado

Com lojas em Joinville, Florianópolis, Jaraguá do Sul e Blumenau, confecção de moda praia, fitness e casual inaugura primeira loja fora de Santa Catarina

Com fábrica instalada em Joinville, berço da confecção criada há 36 anos, a Priori apresenta quatro coleções anuais

Conhecida das catarinenses pela moda praia e fitness de alta qualidade e pelas coleções casuais e atemporais que vestem gerações, a marca de roupas femininas Priori acaba de chegar a Curitiba. A nova loja está instalada em região nobre do comércio curitibano de rua, perto da Praça da Espanha, e é a primeira loja da rede fora do estado de Santa Catarina. A vitrine mostra a coleção atual de primavera verãos, com a assinatura de quase 40 anos de experiência da diretora criativa Maria Odete Penteado, a Detinha. São roupas versáteis e contemporâneas, que permanecem no guarda-roupa tanto pela atemporalidade do design quanto pela qualidade dos tecidos e acabamentos. Peças clássicas como chemises, blazers e vestidos e calças ganham propostas atuais com texturas, estampas e novas formas de uso.

Com fábrica instalada em Joinville, berço da confecção criada há 36 anos, a Priori apresenta quatro coleções anuais com entradas semanais de peças em todas as lojas, sistema que garante novidades contínuas para as consumidoras. “Ao longo dos anos, ficou claro que o perfil das consumidoras da marca é o da mulher madura e bem resolvida, que não se prende a modismos e que exige muita qualidade. A fórmula da durabilidade e versatilidade das criações funcionou. Tenho clientes tão leais que se tornaram amigas. Muitas gostam de contar e até mostrar que ainda têm maiôs e saídas de praia compradas lá na década de 1990”, conta Detinha.

Da sacola para a loja
Criada em Joinville (SC), cidade que é referência nacional em confecções e malharias, a Priori é uma empresa familiar. A origem da marca está relacionada ao desafio da recém-formada desenhista industrial de conciliar o trabalho com três filhos pequenos. Para fazer as roupas de praia da filha, Detinha começou a praticar upcycling, utilizando retalhos de tecido das confecções. “Eu sou de uma geração que tem a costura muito presente na vida das mulheres. Ainda criança, eu fazia roupas para bonecas e, mais tarde, minhas próprias fantasias e vestidos de baile e festa. Depois, comecei a fazer os biquínis de retalhos para mãe e filha. E isso acabou definindo o meu destino profissional”, lembra Detinha. A prática de costurar para a família evoluiu para uma pequena produção, que era colocada em sacolas para venda nas férias de verão no litoral. Atualmente, a Priori tem sete lojas: duas em Joinville, duas em Florianópolis, uma em Blumenau, uma em Jaraguá do Sul e a mais nova na capital paranaense. A fábrica em Joinville produz 50% de tudo que vai para as lojas. O restante é confeccionado por costureiras locais.

Voo curitibano
Com 36 anos de história e o mercado de Santa Catarina conquistado, a escolha por Curitiba para o crescimento fora de Santa Catarina foi quase natural no processo de expansão da Priori. “Curitiba tem um mercado forte e pessoas que valorizam a moda. Também é uma cidade famosa pelo perfil exigente dos consumidores. Saber que estamos prontos para esse mercado nos encorajou a trazer a marca para o Paraná. E abrir mais lojas no estado está nos nossos planos”, conclui Pedro Moritz Penteado, diretor administrativo da rede. Foi ele quem escolheu cuidadosamente o ponto, em um dos quadriláteros mais movimentados do Batel.

Com lojas em Joinville, Florianópolis, Jaraguá do Sul e Blumenau, confecção de moda praia, fitness e casual inaugura primeira loja fora de Santa Catarina

Wilson Sons registra crescimento de operações de transbordo no Tecon Rio Grande

Maior deslocamento de cargas entre mais de oito países teve resultado acima dos 100%

O Tecon Rio Grande fez uma série de investimentos em equipamentos de cais e pátio, alcançando a capacidade de operar 1,4 milhão de TEU e receber as maiores embarcações que navegam no mundo

A Wilson Sons registrou um considerável crescimento na movimentação de transbordo do Tecon Rio Grande (RS), operação que consiste na conexão entre duas linhas marítimas, transferindo contêineres entre os navios e conectando as cargas a diferentes regiões do mundo. Em outubro, foram 10.032 TEU, com um aumento de 111% em relação ao mesmo mês do ano passado. O crescimento total do ano foi de 41%. As operações compreenderam cargas de arroz, carne bovina, produtos químicos, madeira e alimentos em geral. Os vizinhos Uruguai e Argentina, além de Cingapura e Estados Unidos, foram os responsáveis pelas principais origens de mercadorias, enquanto os principais destinos se deram para Peru, Equador, México e, também, os Estados Unidos.

O Tecon Rio Grande fez uma série de investimentos em equipamentos de cais e pátio, alcançando a capacidade de operar 1,4 milhão de TEU e receber as maiores embarcações que navegam no mundo. “A infraestrutura do terminal nos dá condições de obter resultados como estes. A disponibilidade de berço, com 900 metros de cais, produtividade e uso de tecnologia e automação nos posicionam como a melhor alternativa para transbordo do Conesul”, argumenta Rodrigo Velho, diretor comercial do Tecon Rio Grande. “Esse crescimento mostra nossa vocação e capacidade de operar eficientemente, o que foi muito bem apresentado por nós em um road-show de negócios na Ásia em setembro, quando pudemos evidenciar os diferenciais do terminal e nosso planejamento para os próximos anos”, completa. Conforme Velho, esse resultado expressivo do terminal denota a capacidade do terminal de absorver serviços novos prontamente.

Maior deslocamento de cargas entre mais de oito países teve resultado acima dos 100%

Agrária e alemã Ireks vão investir meio bilhão em nova maltaria no Paraná

A nova indústria começará a ser construída no primeiro trimestre de 2024

Com esse novo empreendimento, o Paraná vai se consolidar ainda mais como maior produtor de cevada do Brasil

O governador Carlos Massa Ratinho Junior e empresários da cooperativa Agrária confirmaram nesta sexta-feira (24), na Alemanha, em visita à Ireks, gigante global especializada em ingredientes para panificação, confeitaria e alimentos, uma parceria para a construção de uma nova fábrica para a produção de malte para a indústria cervejeira no Paraná. O investimento será de R$ 500 milhões e a planta será instalada em Guarapuava, no Centro-Sul do Paraná. O empreendimento será tocado pela Ireks do Brasil, joint venture formada pela cooperativa e pela empresa alemã, e foi incluído no programa de incentivos fiscais do governo estadual.

A nova indústria começará a ser construída no primeiro trimestre de 2024, com previsão de iniciar a operação em 2026. A empresa vai ser a primeira no Brasil a produzir maltes especiais, produto que hoje é importado, para abastecer o mercado nacional. A previsão é gerar cerca de 400 empregos diretos e indiretos. Com esse novo empreendimento, o Paraná vai se consolidar ainda mais como maior produtor de cevada do Brasil. A Agrária e outras cinco cooperativas paranaenses também estão à frente Maltaria Campos Gerais, fábrica em Ponta Grossa que tem investimento previsto de R$ 3 bilhões e também conta com apoio do Governo do Estado. A planta industrial está em fase final de construção e ainda neste ano serão iniciados os testes de produção. No primeiro trimestre de 2024 a indústria já deve estar operando. Serão processados 240 mil toneladas de malte por ano.

A nova indústria começará a ser construída no primeiro trimestre de 2024

Paraná negocia instalação de fábrica da multinacional de sementes Petkus

Companhia alemã possui escritórios de representação em 16 países

Fundada em 1852, a empresa alemã é especializada em equipamentos para limpeza, secagem e classificação de sementes

O Paraná pode sediar a primeira fábrica da Petkus, uma gigante mundial de processamento de sementes da Alemanha. O assunto foi debatido nesta quinta-feira (23) em uma visita da comitiva paranaense, liderada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, à sede da empresa, na cidade de Wutha-Farroda, na região central do país europeu. Atualmente, a Petkus possui escritórios de representação em 16 países, incluindo o Brasil, onde está presente há 10 anos, mas sem uma unidade industrial instalada. O objetivo da delegação estadual é tentar convencer a empresa alemã, que estuda a implantação de seu primeiro parque fabril no país, a escolher o Paraná como destino.

Para ajudar nas negociações, o governador e equipe falaram sobre as vantagens competitivas do Paraná em relação a outros estados. Ele citou investimentos que têm sido feitos na melhoria da infraestrutura viária, incluindo o novo pacote de concessões rodoviárias, as melhorias no porto de Paranaguá e o projeto de instalação da Nova Ferroeste. Ratinho Junior também mostrou números que demonstram o protagonismo do Paraná como um grande produtor agrícola com valor agregado. Segundo ele, a instalação de novas indústrias ajuda a avançar no objetivo de transformar o Paraná no grande supermercado do mundo.

Fundada em 1852, a empresa alemã é especializada em equipamentos para limpeza, secagem e classificação de sementes. Com 400 funcionários apenas na Alemanha, além de centenas em outros países, ela é uma referência na indústria agrícola pelo desenvolvimento de novas tecnologias para atender às crescentes demandas da agricultura moderna. Os produtos são utilizados por agricultores, empresas de sementes e indústrias agrícolas em todo o mundo para melhorar a qualidade das sementes e otimizar o processo de produção. Isso inclui a remoção de impurezas, sementes defeituosas e outros materiais indesejados, garantindo que apenas as sementes de alta qualidade sejam plantadas.

Companhia alemã possui escritórios de representação em 16 países

Antaq anuncia Mada Araújo como vencedora da disputa pelo Porto de Itajaí

Empresa irá operar as áreas destinadas à movimentação e armazenagem de carga conteinerizada e carga geral por 24 meses

Empresa ofereceu movimentação mínima equivalente a 44 mil contêineres por mês

A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) aceitou nesta terça-feira (21) o recurso da Mada Araújo Asset Management contra sua desclassificação da disputa pela concessão da operação do terminal de contêineres do Porto de Itajaí. Assim, a empresa foi declarada vencedora do leilão e ganhou o direito de operar a estrutura pelo prazo de dois anos. Há nove dias, o Conselho das Federações Empresariais de Santa Catarina (Cofem) pediu urgência na assinatura do contrato de arrendamento transitório do Porto de Itajaí. A entidade alegou que a paralisação do terminal já afeta a economia do município e do estado, indicando que cada contêiner movimentado promove um giro na economia de R$ 4 mil a R$ 5 mil.

No leilão, ocorrido em setembro, A Mada Araújo ofertou uma movimentação mínima equivalente a 44 mil contêineres por mês. A vencedora irá operar as áreas destinadas à movimentação e armazenagem de carga conteinerizada e carga geral por 24 meses, sem a possibilidade da rescisão do contrato antes desse período. Durante a vigência do arrendamento transitório, o governo federal planeja lançar o edital definitivo para o arrendamento dos quatro berços do Porto de Itajaí à iniciativa privada. O arrendamento definitivo será de 35 anos, mantendo a autoridade portuária pública e municipal. O terminal está sem operação desde o fim de junho, quando chegou ao fim o contrato com a APM Terminals, que administrava a estrutura há mais de 20 anos.

Empresa irá operar as áreas destinadas à movimentação e armazenagem de carga conteinerizada e carga geral por 24 meses

Ademicon inaugura cinco novas unidades no Sul do país

A administradora de consórcio paranaense terá 92 lojas na região

A região Sul é a primeira em volume de créditos comercializados pela Ademicon

A administradora de consórcio Ademicon anunciou a abertura de mais cinco unidades de negócio no Sul do país. Com 87 unidades da administradora, a região é a primeira em volume de créditos comercializados: foram R$ 7,3 bilhões entre janeiro e outubro de 2023, um crescimento de 34% em comparação ao mesmo período do ano passado. O Rio Grande do Sul contará com três novas unidades, localizadas em Capão da Canoa, Gramado e Santa Maria, chegando a 11 lojas no total no estado. Santa Catarina receberá uma nova unidade, em Caçador, chegando a 32 lojas no estado. Além disso, as lojas de Lages e Joinville América serão reinauguradas com nova identidade visual. Localizada em Jaguariaíva, na região dos Campos Gerais do Paraná, a nova unidade será a 49ª no estado-sede da Ademicon. No total, serão 92 unidades na região.

Com 177 unidades em 20 estados e no Distrito Federal, a Ademicon já comercializou R$ 15,3 bilhões em créditos entre janeiro e outubro, e a expectativa é fechar o ano com R$ 18 bilhões em vendas, o que representará um crescimento de 50% em comparação a 2022. “O Sul é o berço da Ademicon, foi onde surgimos. Expandir nossa operação aqui é uma forma de reforçar a importância da região para os negócios da empresa. Estamos sempre comprometidos em oferecer soluções financeiras inovadoras que não apenas atendam às necessidades econômicas locais, mas também fortaleçam os laços que construímos ao longo dos anos”, afirma Tatiana Schuchovsky Reichmann, CEO da Ademicon. As inaugurações fazem parte do projeto de expansão nacional da companhia que agora em novembro irá inaugurar 15 unidades em todo o Brasil e reinaugurar outras duas. “Em 2016, começamos nosso plano de expansão por meio do licenciamento de marca. Nosso objetivo é chegar em 460 lojas nos próximos cinco anos”, projeta Tatiana.

A administradora de consórcio paranaense terá 92 lojas na região

JBS e Seara devem investir R$ 250 milhões no Rio Grande do Sul

Grupo deve viabilizar operações da Languiru em Poço das Antas


As empresas têm até 31 de dezembro de 2028 para realizar os investimentos, observando os critérios aplicáveis para receberem incentivos via Fundopem/RS

As empresas JBS e Seara assinaram com o governo gaúcho, nesta terça-feira (21), um protocolo de intenções para viabilizar investimentos de R$ 250 milhões do grupo no Rio Grande do Sul. Entre outras ações, o documento assinado tem o objetivo de demonstrar o interesse do grupo em dar continuidade às operações em estabelecimentos de propriedade da Cooperativa Languiru, no município de Poço das Antas. A estimativa, de acordo com o protocolo, é que as atividades no local sejam retomadas a partir de 31 de março de 2024. “Este compromisso não é apenas um acordo comercial, é um pacto para preservar tanto a produção de suínos como o sustento de muitas famílias. A Cooperativa Languiru, que passa por uma crise financeira, é uma parte essencial do tecido econômico local, proporcionando empregos e oportunidades para os cooperados e suas famílias”, afirmou Leite, durante a assinatura do protocolo. Outra iniciativa prevista é estruturar a rede de integrados para recomposição da produção de suínos na região, visando abastecer o funcionamento do frigorífico, preferencialmente com plantel de cooperados da Languiru.

O protocolo de intenções também prevê a encomenda de rações da unidade fabril da cooperativa, a fim de suprir a necessidade de alimentação para animais nos futuros integrados da Seara Alimentos. Também deve ser dada preferência para a contratação de mão de obra da cooperativa, assim como contratação de terceiros que anteriormente prestavam serviços para a Languiru. As empresas têm até 31 de dezembro de 2028 para realizar os investimentos, observando os critérios aplicáveis para receberem incentivos via Fundopem/RS. Em projeto de lei enviado à Assembleia Legislativa na semana passada, o Rio Grande do Sul autoriza que as empresas JBS, JBS Aves e Seara Alimentos utilizem saldos de crédito do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) acumulados pelo diferimento do imposto estadual, vinculando o recurso a investimentos e ampliação produtiva.

Grupo deve viabilizar operações da Languiru em Poço das Antas

Banrisul apresenta novo posicionamento do banco

Um banco mais aberto, inteligente e rumo aos 100 anos são os pilares da gestão

O presidente Fernando Lemos também apresentou a nova diretoria do Banrisul

O Banrisul anunciou nesta segunda-feira (20) as diretrizes da nova gestão, que tomou posse em novembro deste ano. Na ocasião, foi lançado o novo posicionamento — baseado nos pilares de uma empresa aberta, uma companhia inteligente e uma instituição rumo aos 100 anos. O presidente Fernando Lemos também apresentou a nova diretoria. O grupo é composto por Gaspar Saikoski, Luiz Gonzaga Veras Mota, Elizabete Rejane Sodré Tavares, Carlos Aluisio Vaz Malafaia, Adriana Celestino, Ivanor Antonio Duranti, Irany Sant’Anna Júnior e Fernando Postal. O evento contou com a presença do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e do vice-governador, Gabriel Souza.

Na avaliação de Leite, a presença do banco na relação com as comunidades faz diferença para a vida dos gaúchos. O governador citou ainda dois exemplos de como o banco público do RS aproxima suas diretrizes das demandas da sociedade: o maior Plano Safra da história, com R$ 11 bilhões para fomento ao agronegócio e à agricultura familiar, e o apoio às vítimas das enchentes, com R$ 1 bilhão em linhas de crédito com condições especiais para empresas, pessoas e reconstrução das cidades. “O Banrisul olha para o futuro e alavanca o nosso desenvolvimento, preocupado não com o século que viveu, mas com o século que vai viver, ainda mais inteligente, responsável e próximo dos gaúchos. Não falta isso ao quadro técnico dessa nova diretoria, que tem o apoio do governo, para que cresçamos juntos”, disse o governador.

Lemos falou sobre a sua confiança na diretoria e destacou que cada nome foi escolhido por seu potencial e capacidade de trabalho. Citou a segurança que tem nos funcionários que fazem o dia a dia do banco — seja na sede ou no atendimento aos clientes. Em relação ao novo posicionamento, o presidente lembrou que o Banrisul é uma das maiores empresas de capital aberto do Rio Grande do Sul. “Estamos falando de um grande banco, de uma grande instituição, uma grande marca que tem o Estado como controlador, mas que tem mais da metade do seu capital no mercado — de acionistas pelo mundo todo. Nós temos absoluta consciência do nosso tamanho, do nosso papel, consciência também do mercado em que atuamos e de todos os desafios do atual momento. E estamos preparados para esse ‘jogo'”, afirmou.

Lemos presidiu o Banrisul entre 2003 e 2010, período em que a instituição realizou seu IPO, a oferta pública inicial de ações. “O cenário que eu vivi na minha primeira gestão como presidente é muito diferente do atual. O setor financeiro mudou, as tecnologias mudaram. E, mais do que tudo, o comportamento, as necessidades e as expectativas das pessoas foram transformadas. O mundo mudou. Só que, por outro lado, nem tudo mudou. A importância do olho no olho, do conhecimento de cada cliente, das necessidades, da conexão com a comunidade. Nada disso foi deixado de lado”, destacou.

Um banco mais aberto, inteligente e rumo aos 100 anos são os pilares da gestão