RGE Sul deverá investir R$ 9,3 bilhões até 2028

Plano foi aprovado pelo conselho de administração da CPFL Energia

A RGE Sul é a 22ª maior empresa da região e também a oitava maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL

A CPFL Energia deve investir R$ 28,4 bilhões até 2028. O valor, proposto pela Diretoria Executiva, foi aprovado pelo conselho de administração e anunciado pela companhia nesta terça-feira, 26 de dezembro. A distribuição levará grande parte do montante no período, ficando com R$ 23,4 bilhões. Entre as distribuidoras da companhia, CPFL Paulista e RGE Sul vão receber a maior parte dos investimentos no período. A RGE Sul deverá investir R$ 9,3 bilhões até 2028, quase um terço do valor total aprovado.

O pico dos investimentos vai acontecer em 2025, quando os aportes da CPFL Energia vão alcançar R$ 6 bilhões. O novo plano de investimentos é maior que os R$ 25,3 bilhões que a companhia havia aprovado ano passado para o período entre 2023 e 2027. A RGE Sul é a 22ª maior empresa da região e também a oitava maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. Acesse o ranking completo clicando neste link e aqui você pode conferir o anuário impresso no formato digital mediante pequeno cadastro.

Plano foi aprovado pelo conselho de administração da CPFL Energia

Giamac Office mira a exportação

Empresa de Passo Fundo passou por ampla reestruturação

A Giamac Office foi fundada em 1996, mas teve sua grande virada em 2013, quando Giacomini decidiu reposicionar a empresa

Tudo começou com a revenda de mobiliário e equipamentos de informática. Por 15 anos, a informática representou 60% do faturamento da Giamac Office, empresa de Passo Fundo (RS). Até que a dinâmica do mercado, com novos canais de venda e a mudança de hábito dos clientes, demandou a reinvenção do negócio. Coube a Sérgio Giacomini, em 2013, abrir mão daquela receita, enxugar a empresa e redirecionar para móveis planejados corporativos. O gaúcho de 62 anos com visão empreendedora arrojada fatura R$ 3 milhões e já mira na internacionalização. “Empreender significa se desafiar, se superar e aprender constantemente. Significa adquirir e compartilhar conhecimento, significa ter resiliência”, revela Giacomini, que acumula mais de uma década de experiência no ramo de mobiliário corporativo.

A Giamac Office foi fundada em 1996, mas teve sua grande virada em 2013, quando Giacomini decidiu reposicionar a empresa, renunciando a venda e manutenção de equipamentos de informática. Devido à alta perda da receita, foi preciso reduzir a estrutura e os custos da empresa. “Desde então, especializei-me no fornecimento de mobiliário corporativo, oferecendo soluções para empresas de todos os portes. O olhar para o mercado foi fundamental para encarar essa nova fase”, conta. Com um norte estabelecido, a Giamac Office começou a consolidar parcerias com grandes fabricantes, enfatizando seu compromisso com produtos de qualidade e sustentáveis. A empresa executa projetos de pequeno, médio e grande porte com produtos funcionais, ergonômicos e sofisticados, resultando num design moderno e harmonioso. “Alguns dos fornecedores nacionais mantemos desde o início das atividades da empresa. Uma parceria que se fortalece a cada dia”, relata, orgulhoso. O comerciante também enfatiza a proximidade com o Sebrae, que o acompanha em sua jornada empreendedora e, segundo ele, foi decisivo no movimento de recalcular a rota do seu negócio.

A história de sucesso da Giamac Office é uma prova de que, com determinação, visão estratégica e resiliência, é possível superar desafios e prosperar. A empresa segue com a inovação no radar e o olhar cuidadoso para planejamento e gestão. “O compromisso de longo prazo demonstra a intenção de manter a empresa saudável nas próximas décadas, consolidando nossa marca no mundo dos negócios”, explica. Marca que se preocupa com a preservação ambiental e é parceira de indústrias responsáveis com processos de fabricação que não agridem o meio ambiente. Giacomini considera a exportação o próximo passo estratégico, elevando as vendas e a presença global da Giamac Office. “As missões empresariais oferecidas pelo Sebrae deram o impulso para sonharmos mais alto”, reconhece. O executivo se prepara para multiplicar o legado empreendedor em família. “Estamos no processo de sucessão da gestão, com o novo sócio e filho, João Otávio, que tem 27 anos”, detalha o executivo.

Além dos aprendizados do pai, João Otávio assumiu como sócio-administrador da Giamac Office participando, em abril deste ano, da 61ª edição Salão do Móvel de Milão, maior evento do segmento no mundo. “O contato com uma nova cultura ampliou horizontes e trouxe ideias para o negócio. A cultura da qualidade extrema é algo que buscamos e que a partir de agora vai ditar todos os estágios da Giamac Office. Seja qualidade no produto, acabamentos e afins, seja no atendimento ao cliente, montagem e pós-venda”, comenta, entusiasmado.

Empresa de Passo Fundo passou por ampla reestruturação

Petrobras anuncia redução de R$ 0,30 no preço do diesel

No ano, estatal já reduziu R$ 1,01 o preço do combustível

O valor que o consumidor paga nos postos de revenda é afetado também por outros fatores como impostos e margens de lucro da distribuição e do próprio posto

O preço do litro do diesel vendido pela Petrobras às distribuidoras de combustíveis será reduzido em R$ 0,30 a partir desta quarta-feira (27). O anúncio foi feito nesta terça-feira (26) pela estatal, que passará a cobrar R$ 3,48 por litro. Os preços da gasolina e do gás de cozinha serão mantidos. “O ajuste é resultado da análise dos fundamentos dos mercados externo e interno frente à estratégia comercial da Petrobras, implementada em maio de 2023 em substituição à política de preços anterior, e que passou a incorporar parâmetros que refletem as melhores condições de refino e logística da Petrobras na sua precificação”, explicou a empresa por meio de comunicado à imprensa.

No ano, a redução do preço de venda de diesel A da Petrobras para as distribuidoras é de R$ 1,01 por litro, o equivalente a 22,5%. A Petrobras informou que, considerando a mistura obrigatória de 88% de diesel A e 12% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, sua parcela no preço ao consumidor final terá uma redução de R$ 0,26 por litro. A cada litro pago na bomba, R$ 3,06 são o preço da Petrobras, que calcula que o valor médio do diesel A S10 nas bombas poderá refletir entre R$ 4,63 e R$ 8,26 por litro, a depender do local de venda, considerando dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O valor que o consumidor paga nos postos de revenda é afetado também por outros fatores como impostos, mistura de biocombustíveis e margens de lucro da distribuição e do próprio posto.

Com Agência Brasil

No ano, estatal já reduziu R$ 1,01 o preço do combustível

Muffato abre primeira unidade do Max Atacadista em Guarulhos

Investimento foi de aproximadamente R$ 50 milhões

O Max Guarulhos está gerando aproximadamente 350 empregos

O Grupo Muffato inaugurou sua primeira loja em Guarulhos, na Grande São Paulo, na semana passada. O investimento foi de aproximadamente R$ 50 milhões. A loja tem o conceito de atacarejo da rede. Serão mais de 14 mil itens em diversas categorias. Com área de vendas de aproximadamente 11 mil metros quadrados e mais de 300 vagas de estacionamento, o Max Guarulhos está localizado onde era o Makro da cidade. O Max Guarulhos está gerando aproximadamente 350 empregos – entre vagas diretas e indiretas – e mobilizando todo o ecossistema do setor alimentar na região.

“Ter uma unidade em Guarulhos é um privilégio, pelo dinamismo da cidade e relevância econômica”, destaca o diretor Ederson Muffato por meio de nota. O Grupo Muffato fez seu primeiro movimento de expansão na década de 1980, em Foz do Iguaçu. Depois chegou ao norte do Paraná e à capital Curitiba, ingressando no estado de São Paulo, em 2001, com o Super Muffato de Presidente Prudente.

Investimento foi de aproximadamente R$ 50 milhões

GTFoods anuncia nova gerente de P&D

Carolyne Godoy assume a posição estratégica de inovação da companhia paranaense

Carolyne atuou nas cooperativas C.Vale e Copacol

O departamento de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da GTFoods tem uma nova gerente: Carolyne Luciane de Almeida Godoy. Mestre em Biotecnologia e pós-graduada em Engenharia de Alimentos, Carolyne possui mais de 18 anos de experiência profissional em empresas do ramo alimentício, com foco na pesquisa e desenvolvimento, testes e ensaios laboratoriais de novos produtos e processos de embalagens. Anteriormente, a nova gerente de P&D da GTFoods atuou em empresas como a C.Vale – Cooperativa Agroindustrial e Copacol – Cooperativa Agroindustrial Consolata, onde foi supervisora de pesquisa e desenvolvimento nos últimos três anos. Um dos objetivos da profissional será ampliar e aprimorar o portfólio de produtos da GTFoods, que detém as marcas Canção Alimentos e Bellaves.

A companhia mantém 29 unidades de produção, atuando na avicultura de corte, além do recebimento de cereais, produção de ração, avicultura, abate de aves, comercialização de produtos avícolas, importação e exportação de produtos prontos, distribuição de combustíveis, transporte, produção de embalagens cartonadas e indústria de féculas. “O trabalho da área terá como objetivo impulsionar a inovação, criar novos produtos e aprimorar os já existentes, buscando atender e entender as necessidades dos nossos clientes, tudo isso atuando com o departamento de Marketing e outras áreas, já que a área de P&D é dinâmica e precisa reunir o maior número de departamentos trabalhando em conjunto”, antecipa Carolyne.

O grupo engloba as marcas Bellaves, Brasil Embalagens, Canção Alimentos e Lorenz e possui uma cadeia produtiva verticalizada. Ao todo, comercializa mensalmente mais de 30 mil toneladas entre frango, peixes, vegetais congelados, bovinos, suínos e ovinos. A GT Foods é a 79ª maior empresa da região e também a 33ª maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. Acesse o ranking completo clicando neste link e aqui você pode conferir o anuário impresso no formato digital mediante pequeno cadastro.

Carolyne Godoy assume a posição estratégica de inovação da companhia paranaense

Klabin adquire operação florestal da Arauco no Paraná

Investimento foi de aproximadamente R$ 5,8 bilhões

Após a colheita do primeiro ciclo, a Klabin excederá a sua meta de autossuficiência em aproximadamente 60 mil hectares produtivos, que poderão ser monetizados

A Klabin anuncia a aquisição da operação florestal da Arauco no Paraná. O investimento de US$ 1,1 bilhão (aproximadamente R$ 5,8 bilhões) compreende a compra de 85 mil hectares de áreas florestais produtivas localizadas majoritariamente no Paraná e 31,5 milhões de toneladas de madeira em pé (volume esperado), além de máquinas e equipamentos florestais. Entre os benefícios da aquisição, a empresa destaca a antecipação do atingimento da autossuficiência alvo de 75% de madeira própria no Paraná e a conclusão da expansão de terras na região, o que gera redução relevante de investimentos futuros e ganhos significativos com sinergias operacionais.

Além disso, após a colheita do primeiro ciclo, a Klabin excederá a sua meta de autossuficiência em aproximadamente 60 mil hectares produtivos, que poderão ser monetizados. A conclusão da operação está sujeita a condições suspensivas usuais em transações dessa natureza, inclusive à aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). “Esse é mais um movimento que reforça o foco da empresa em eficiência operacional, com diligente alocação de capital e valor presente líquido (VPL) estimado em cerca de R$ 2 bilhões”, projeta Cristiano Teixeira, diretor-geral da Klabin, por meio de nota. A Klabin é a sétima maior empresa da região e também a terceira maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. Acesse o ranking completo clicando neste link e aqui você pode conferir o anuário impresso no formato digital mediante pequeno cadastro.

Investimento foi de aproximadamente R$ 5,8 bilhões

Cimed anuncia aquisição da R2M

Farmacêutica projeta incremento de receita com a transação

Cimed projeta faturamento de R$ 4 bilhões para 2024 com aquisição da empresa gaúcha

No ano em que atinge o recorde histórico de R$ 3 bilhões em faturamento, a Cimed, terceira maior indústria farmacêutica do Brasil em volume de vendas e sediada em São Paulo, anuncia a aquisição da R2M, empresa para produtos de higiene e cuidado pessoal fundada e com operação administrativa em Passo Fundo (RS) e polos fabril em Chapecó (SC) e Santa Rita do Sapucaí (MG). A R2M é dona das marcas Bebê Limpinho e Snow Baby, que são vendidas principalmente nas farmácias São João e em alguns supermercados. O valor da transação não foi revelado. A companhia faturou R$ 180 milhões no ano passado.

Com a movimentação, a Cimed dá um passo estratégico para expandir sua atuação na categoria de consumo, de olho no mercado de higiene infantil. Hoje, a marca já atua no segmento de pomadas infantis para assaduras com a marca Baby Med, mas com a aquisição aumentará seu mercado participativo, projetando um faturamento de R$ 4 bilhões em 2024. “O segmento infantil é um mercado imenso no Brasil, liderado pelas categorias de fraldas, leite e lenços umedecidos. Nós já atuamos no nicho de higiene infantil com pomadas para assaduras de bebês. Vamos dobrar esse volume com a incorporação da R2M”, explica João Adibe, CEO da Cimed.

A farmacêutica é reconhecida por suas marcas líderes de mercado, como o Cimegripe, o antigripal mais vendido no Brasil, além de antialérgicos como o Loratamed, além do Nevralgex, uma das principais marcas para inflamação e dor do mercado. Na área de consumo, a empresa é dona das marcas K-MED, lubrificante íntimo líder de mercado, Dermafeme, sabonete íntimo, Xô Inseto, repelente e Carmed, hidratante labial mais vendido do Brasil.

Farmacêutica projeta incremento de receita com a transação

Positivo anuncia nova aquisição em São Paulo

Grupo paranaense adquire escola no interior do estado e passa a contar com 26 unidades em três estados do Brasil

A negociação faz parte da estratégia de investimento da Positivo Educacional no ensino básico

A Positivo Educacional, empresa paranaense com 50 anos de tradição na educação e um dos maiores grupos de ensino do país, acaba de anunciar a compra da Escola e Colégio Jardim das Nações, com unidades em Taubaté e Tremembé, no interior de São Paulo. A negociação faz parte da estratégia de investimento da Positivo Educacional no ensino básico, com a expansão em território nacional, iniciada em 2016. Com o Jardim das Nações, o Colégio e Curso Positivo passa a contar com 26 unidades de ensino, em três estados e dez cidades, que atendem, juntas, aproximadamente 20,5 mil alunos desde o berçário ao ensino pré-vestibular.

Fundada em 1970, a Escola Jardim das Nações tem 1.800 alunos. De acordo com o diretor-executivo dos Colégios do Grupo Positivo, Celso Hartmann, a união tem como prioridade o respeito à cultura, às práticas e à gestão da instituição. “Os próximos passos da administração são focar na integração dos colaboradores ao Positivo e estreitar a comunicação com pais e alunos.” A Escola e Colégio Jardim das Nações permanecerá com marca independente.

O Positivo nasceu em 1972 a partir da ideia de uma equipe de professores que criaram um curso pré-vestibular inovador. Hoje, a marca Positivo consolidou a liderança em todas as suas áreas de atuação: ensino, soluções educacionais, tecnologia e gráfica. O Grupo tem 20,5 mil alunos em unidades próprias. Além disso, 400 mil alunos utilizam o Sistema de Ensino Aprende Brasil, em escolas públicas de todo o país. Com presença em cerca de 14 mil escolas em todo o Brasil e em mais de 40 países, a Positivo Tecnologia Educacional é hoje a empresa com o maior número de soluções pré-qualificadas e inseridas no Guia de Tecnologias do MEC.

A Posigraf, uma das maiores gráficas da América Latina, imprime e distribui mais de 50 milhões de livros por ano, além de ser reconhecida pelo pioneirismo na gestão e conservação ambiental, neutralizando as emissões de carbono por meio do manejo e proteção de uma reserva florestal pela qual é responsável desde 2003. O Grupo conta ainda com o Instituto Positivo, que desenvolve ações voltadas para a melhoria da educação pública.

Grupo paranaense adquire escola no interior do estado e passa a contar com 26 unidades em três estados do Brasil

Marca IKA comemora 90 anos e se reinventa como startup

A gestora K1 tem licenciados industriais e de distribuição no Brasil, na China e no Paraguai

Em território nacional, a marca conta com um parceiro licenciado para distribuição

Em uma típica epopeia característica dos imigrantes, e, particularmente dos imigrantes judeus, os irmãos José e Leão Knopfholz deram início a um pequeno negócio de manufatura de artefatos para viagem. A aventura iniciou em 1933, em Curitiba, quando nascia uma das mais importantes e reconhecidas marcas nacionais. No fim da década de 1940, foi registrada a marca IKA no recém-criado Departamento Nacional de Propriedade Industrial, o embrião do Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI).

A IKA se tornou um ícone, sinônimo de qualidade para várias gerações de brasileiros viajantes, oferecendo marcas e outros artigos de viagem. A trajetória ascendente durou até a década de 1990, quando a empresa original se viu obrigada a encerrar as atividades. A marca, um dos ativos remanescentes da indústria, passou por diferentes grupos empresariais, até que em 2004 foi adquirida pela empresa K1 Marketing & Investment, que reestruturou seu potencial por meio do licenciamento e concessão de uso. Desde então, a K1 desenvolveu diversas linhas e reposicionou a marca IKA no setor.

Modelo atual
Atualmente, a K1 conta com licenciados industriais e de distribuição na China, no Brasil e no Paraguai. Da China, partem produtos para o Brasil e Espanha, contemplando clientes até mesmo como El Corte Inglés, mega corporação varejista que movimenta 16 bilhões de euros ao ano e emprega 93 mil funcionários. Em território nacional, a marca conta com um parceiro licenciado para distribuição. Uma planta no Paraguai produz para os países latino-americanos. A ideia é de lá produzir para toda a América e reinventar processos produtivos fora do continente asiático.

Startup de 90 anos
“Somos uma startup de 90 anos”, diz Laura Virmond, diretora da K1. “Temos muito bem definidas nossas estratégias e metas, porém, acima de tudo o que nos move são nossos valores: ética, reciprocidade, resiliência, qualidade e inovação. Princípios presentes nos imigrantes que originaram todo este movimento”, complementa. Para Laura, este é momento no qual a estratégia empresarial encontra a inovação produtiva. “Embora a tradição da marca seja um de nossos pilares, a estratégia agora mira o futuro.”

Alinhada à história da marca, a K1 mantém o Instituto IKA de Apoio ao Migrante. A organização de apoio humanitário, em especial aos refugiados e a àqueles que estão em situação de deslocamento involuntário, já atendeu venezuelanos, sírios, cubanos, afegãos, ucranianos, entre outros, e tem um especial apreço aos que denomina refugiados em sua própria terra, os indígenas. Um programa de rádio, trabalho de arrecadação e coleta de alimentos e roupas, e um banco de empregos são algumas das atividades que o instituto realiza, sob o lema “Pequenas Atitudes. Grandes Resultados”.

A gestora K1 tem licenciados industriais e de distribuição no Brasil, na China e no Paraguai

Copel vende usina termelétrica de Araucária para a Âmbar Energia

Negócio foi fechado por R$ 320,7 milhões

A UEG Araucária entrou em operação em 2002 e possui capacidade instalada total de 484 MW

A Copel informou anunciou que, em conjunto com sua subsidiária integral Copel Geração e Transmissão, assinou contrato para vender a participação societária total de 81,2% na UEG Araucária (UEGA) para Âmbar Energia. A venda ocorre após desistência do acordo de venda conjunta com a Petrobras. A Âmbar Energia é do grupo J&F, que controla também a JBS. A operação está sujeita ao implemento de condições precedentes comuns nesse tipo de negócio, tais como a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O fechamento da operação é estimado para ocorrer antes de 31 de março de 2024. “O desinvestimento desse ativo faz parte do processo de descarbonização da matriz de geração, fortalecendo os pilares para a perenidade e o crescimento sustentável dos negócios, além de estar aderente ao Planejamento Estratégico Empresarial da Copel – Visão 2030”, explica a Copel.

De acordo com o comunicado emitido pela Copel, a assinatura do contrato deriva da aceitação da proposta vinculante recebida no valor total de R$ 395 milhões, na data-base de 30 de setembro de 2023, sendo o equity value de R$ 358 milhões, considerando uma dívida líquida de R$ 37 milhões na mesma data base. Dessa forma, o valor da transação equivalente à participação da Copel no ativo é de R$ 320,7 milhões. A proposta ainda contempla o direito de adesão da Petrobras aos termos da proposta, em relação aos seus 18,8% de participação na UEGA, até a data de 26 de fevereiro de 2024. A estatal comunicou que avaliará seus próximos passos relacionados ao desinvestimento do ativo em questão, inclusive eventual exercício de tag along [mecanismo de proteção a acionistas minoritários de uma companhia que garante a eles o direito de deixarem uma sociedade, caso o controle da companhia seja adquirido por um investidor que até então não fazia parte da mesma].

A UEGA é uma sociedade entre o Grupo Copel e a Petrobras, constituída de uma usina termelétrica a gás natural (ciclo combinado, com duas turbinas a gás e 1 turbina a vapor) localizada em Araucária, próxima ao gasoduto Bolívia-Brasil (Gasbol). Entrou em operação em 2002 e possui capacidade instalada total de 484 MW. A Copel é a quinta maior empresa da região e também a maior do Paraná, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. Acesse o ranking completo clicando neste link e aqui você pode conferir o anuário impresso no formato digital mediante pequeno cadastro.

Negócio foi fechado por R$ 320,7 milhões

Grupo Muffato avança no interior paulista com mais duas unidades Max

Atacarejo chega a Piracicaba e companhia paranaense abre segunda loja na região de Sorocaba

Cada um dos atacarejos gera mais de 350 empregos

O Grupo Muffato fecha a semana com duas inaugurações simultâneas. Em Piracicaba o Grupo paranaense terá a primeira unidade da rede sob a bandeira do Max Atacadista. Na região de Sorocaba será a segunda loja, agora atendendo o município de Votorantim. Cada um dos atacarejos gera mais de 350 empregos entre vagas diretas e indiretas. As unidades receberam um investimento total de R$ 100 milhões.

O Max Piracicaba tem aproximadamente 10 mil metros quadrados de área construída e 300 vagas de estacionamento. A unidade fica na avenida Dois Córregos, próximo à rotatória dos metalúrgicos, facilitando o acesso de clientes de toda a região. Em breve, será inaugurado também o posto Muffato, ao lado do atacarejo. Já o Max Sorocaba Raposo, entre Sorocaba e Votorantim, é um pouco maior, com quase 12 mil metros quadrados e 350 vagas de estacionamento. O ponto de venda vai atender o município de Votorantim e a região sul de Sorocaba. Esta unidade foi totalmente remodelada e também terá um posto. As duas lojas, que pertenceram ao Makro, foram reconstruídas pela companhia paranaense.

Atacarejo chega a Piracicaba e companhia paranaense abre segunda loja na região de Sorocaba

Pamplona amplia operação em Santa Catarina

Grupo investiu R$ 77 milhões no ano em que celebra 75 anos da marca

A Pamplona atende 23 países com embarques ao mercado externo

Robôs e automação de processos são os principais diferencias da área de estocagem que a Pamplona Alimentos, de Rio do Sul, inaugurou este ano em Presidente Getúlio. O grupo ampliou ainda a matriz, somando investimentos de R$ 77 milhões no ano em que celebra 75 anos da marca. A empresa expõe no Espaço Indústria da Fiesc e foi apresentada à diretoria da Fiesc na sexta-feira (15) pela presidente da Pamplona Alimentos, Irani Pamplona Peters, e Cleiton Pamplona Peters, diretor comercial de mercado interno e marketing. Irani lembrou que os primeiros passos do negócio foram dados por seus pais, na então localidade de Mosquitinho, hoje município de Agronômica, abatendo um boi por semana numa época que não tinha como refrigerar. “Nós, filhos, fomos envolvidos nas atividades desde cedo. Nosso pai era muito amoroso e nossa mãe muito trabalhadora, me lembro dela muito alegre, sempre cantando. Com certeza foram eles que nos ensinaram a trabalhar”, relembra com carinho.

Uma forte característica da empresa é a verticalização do seu negócio, ou seja, o controle total da cadeia produtiva. Possui 3,7 mil colaboradores e mantém 560 mil animais no campo. De acordo com Irani, conduzir uma empresa familiar é desafiador. “Temos uma gestão profissionalizada. Nas comunidades onde estamos inseridos, representamos importante contribuição para a economia local, impulsionando emprego e renda”, frisa. Cleiton lembra que a Pamplona começou a exportar produtos em 1996, o que foi um marco para os negócios. “Promovemos a evolução da marca, modernizando produtos e ampliando o mercado. Ao longo dos 75 anos conquistamos diversos reconhecimentos”, destaca, observando que a indústria atende 23 países com embarques ao mercado externo. Somando-se à produção interna, são 148 mil toneladas de produtos vendidos ao consumidor.

Grupo investiu R$ 77 milhões no ano em que celebra 75 anos da marca

Três Tentos constitui joint venture com Caramuru Alimentos

Objetivo é desenvolver estrutura de logística e armazenagem no Arco Norte do país

Investimento será de R$ 400 milhões até 2028, divididos igualmente entre as parte

A Três Tentos Agroindustrial anunciou que, por meio de sua controlada Tentos Participações Ltda, celebrou acordo visando à constituição de uma joint venture com a Caramuru Alimentos, com participação igualitária, que tem por objetivo desenvolver a estrutura de logística e armazenagem no Arco Norte do país. A operação entre as empresas ainda depende do cumprimento de condições precedentes e aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Uma vez constituída, a sede da nova companhia será na cidade de Itaituba no Pará, distrito de Miritituba, em área com estruturas para armazenagem de grãos e farelos, além de transbordo para carregamento de barcaças fluviais. Inicialmente, os investimentos estimados são de aproximadamente R$ 400 milhões até 2028, divididos igualmente entre as partes. Esta operação, uma vez consumada, terá capacidade inicial de movimentação em torno de 2 milhões de toneladas de grãos e farelos ao ano, chegando a 5 milhões de toneladas a partir de 2028. A preferência desta operação, com início previsto em 2026, será da Três Tentos e da Caramuru conforme planejamento anual acordado entre as partes.

O CEO da Três Tentos, Luiz Osório Dumoncel, acredita que a parceira irá contribuir para o desenvolvimento das operações da companhia no Mato Grosso. A empresa gaúcha está presente no Mato Grosso desde 2021 atendendo o produtor na venda de insumos (sementes, fertilizantes e defensivos) e originação de grãos (soja e milho), além da indústria de processamento de soja e biodiesel localizada na cidade de Vera. “Com a operação, vamos conseguir escoar nossos produtos de forma mais eficiente trazendo ganhos operacionais logísticos e de armazenagem. O Arco Norte vai se tornar um eixo importante de escoamento de grãos e farelo para 3tentos, um passo importante nos avanços logísticos da companhia”, declarou.

O CEO da Caramuru Alimentos, Júlio Cesar da Costa, reforçou que a parceria é mais um avanço da empresa na exploração de alternativas logísticas no Brasil, visando aumentar a eficiência do escoamento dos seus produtos de maior valor agregado, principalmente originados da região do Mato Grosso, local que a empresa produz o farelo SPC NGMO [sigla de Proteína Concentrada de Soja não Transgênica], com destino ao mercado Europeu. “Mais um importante passo no Arco Norte, onde a empresa venceu o leilão na B3, em 2021, para operar por mais 25 anos no Porto de Santana no Amapá”, afirmou. A Três Tentos é a 37ª maior empresa da região e também a 13ª maior do Rio Grande do Sul, de acordo com o ranking 500 MAIORES DO SUL, publicado pelo Grupo AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. Acesse o ranking completo clicando neste link e aqui você pode conferir o anuário impresso no formato digital mediante pequeno cadastro.

Objetivo é desenvolver estrutura de logística e armazenagem no Arco Norte do país

Duani Reis será o novo CEO da Gobrax

Empresa anuncia mudanças em sua liderança para o próximo ano

Rafael Sabini, Duani Reis e Thiago Bona: a Gobrax desenvolve tecnologia para a redução de emissões e de custos de combustíveis em frotas, alinhada aos conceitos de ESG

A Gobrax, pioneira na redução de custos de combustíveis em frotas com sede em Curitiba, terá um novo CEO a partir de janeiro de 2024. Duani Reis assumirá o cargo. O executivo tem vasta experiência no mercado de veículos conectados e tecnologias para o transporte. As mudanças na liderança têm como foco o crescimento e a governança da empresa. Criada em 2015 por Thiago Bona e Rafael Sabini, a Gobrax atende mais de 1 mil transportadoras e embarcadores, contando com uma equipe de 100 funcionários. “O nosso objetivo é economizar 1 bilhão de litros de diesel até 2030 e é por isso que estamos crescendo e montando uma equipe de peso”, afirma Thiago Bona, cofundador da Gobrax, que passará a se dedicar à estratégia e ao futuro da empresa. Reis, que tem em seu currículo passagens bem-sucedidas pela Michelin Connected Fleet e pela Opentech, trará sua experiência para impulsionar ainda mais o crescimento da Gobrax. “A Gobrax se destacou por criar uma solução inovadora, plug and play, onde o próprio motorista é incentivado para uma condução mais eficiente e segura. Isso faz toda a diferença”, comenta o novo CEO.

O compromisso com a agenda ESG tem sido a prioridade das empresas em todo o mundo. No transporte não é diferente. Mais de 60% do transporte no Brasil ocorre por rodovias, o que faz com que o diesel represente o maior custo na operação. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o setor de transporte responde por cerca de 20% das emissões globais de CO² – um dos principais gases causadores do efeito estufa –, sem considerar a emissão de outros gases também nocivos ao meio ambiente. Atualmente é possível combinar dados de várias fontes para obter informações valiosas e contribuir na jornada de economia, segurança e controle de emissões dos veículos no transporte rodoviário de cargas. “Mais do que gerar relatórios e insights, oferecemos informações e métodos prontos para aplicar no dia a dia das transportadoras”, afirma Rafael Sabini, cofundador da Gobrax. Com as mudanças no comando da empresa no próximo ano, o empreendedor se dedicará às áreas de tecnologia, inteligência artificial e inteligência de dados da Gobrax.

Empresa anuncia mudanças em sua liderança para o próximo ano

BMW anuncia aumento de 10% na produção da planta Araquari

Força de trabalho será elevada em 5% para apoiar o aumento de produção no próximo ano

Atualmente, cerca de 60% das vendas da marca BMW no Brasil são provenientes de modelos fabricados em Araquari

O BMW Group Brasil anuncia aumento de 10% na produção da fábrica de Araquari, em Santa Catarina, a partir de 2024. Assim, aproximadamente 11 mil unidades serão produzidas no Brasil a partir de 2024. Adicionalmente, a força de trabalho do BMW Group Brasil também aumentará em 5% no próximo ano. Mais de 50 colaboradores serão contratados para apoiar o aumento de produção, na maior fábrica de carros premium da América do Sul. “No BMW Group, a produção segue a demanda e acreditamos no mercado brasileiro. Temos uma estratégia de crescimento no país, que é conectada com os planos de aprimoramento da nossa atual liderança do mercado premium na região”, afirma Reiner Braun, presidente e CEO do BMW Group América Latina, por meio de comunicado. “Um dos pilares do sucesso do BMW Group na América Latina é a nossa estrutura regional, com três fábricas, incluindo São Luis Potosi (México), Araquari e Manaus, ambas no Brasil. Isso representa aproximadamente 10% do número de fábricas do BMW Group globalmente”, completa.

Para Maru Escobedo, presidente e CEO do BMW Group Brasil, disponibilizar um volume maior de veículos para o mercado brasileiro é importante também para agilizar os prazos de entrega e possibilitar uma experiência ainda mais premium, com foco total no cliente. “Atualmente, cerca de 60% das vendas da marca BMW no Brasil são provenientes de modelos fabricados em Araquari, que produz os BMW X1, X3 e X4, além do Série 3, o carro premium mais vendido do mercado brasileiro”, afirma a executiva. “O aumento de produção e as novas contratações a partir de 2024 reforçam a relevância estratégica de nossa produção local dentro do BMW Group. A planta de Araquari é a maior fábrica de carros premium da América do Sul, e continuaremos a acelerar o ritmo em termos de produção e qualidade”, destaca Otávio Rodacoswiski, diretor geral da fábrica do BMW Group em Araquari.

Força de trabalho será elevada em 5% para apoiar o aumento de produção no próximo ano